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domingo, 15 de novembro de 2009

Apagão x tráfico de órgãos

Jay Leno exagerou em piada sobre o apagão brasileiro?

Os redatores do programa “Jay Leno Show,” que foi ar na NBC nesta sexta-feira, 13, incluiram um comentário sobre o apagão que aconteceu no Brasil na terça-feira anterior.

Logo no começo do seu tradicional monólogo, Leno contou a seguinte piada:

“Houve um grande apagão no Brasil essa semana, que afetou 60 milhões de pessoas. Quando a luz finalmente voltou, estavam todos deitados na banheira, cercados de gelo e sem um dos rins, assustador," brincou Leno.

Após a imediata reação da platéia, que exclamou “uuuuuuhh,” o comediante disse: “Uuuh, bem assustador, mas vocês viram o filme também?,” questionou Leno sobre o filme “Turistas,” produção hollywoodiana muito criticada por mostrar turistas americanos no Brasil sendo vítimas de um esquema internacional de tráfico de órgãos.

A reação do blogueiro, que gosta tanto do comediante que toda noite grava o “Jay Leno Show,” foi de repulsa, por ver Leno perpetuar boato infundado sobre o meu país.

Mas, no mesmo monólogo Leno fez piadas com vários americanos, como Sarah Palin, Carrie Prejean, a família do balão e a NBA, por que ele não pode criticar o Brasil?


Fonte: Blog Brasil com Z

[mesmo se tratando de uma piada a existência do famigerado crime de tráfico de órgãos no Brasil não pode ser descartada.
Quiser saber mais sobre TRÁFICO DE ÓRGÃOS, clique aqui.]

Zelaya. Você perdeu. Pede pra sair de Honduras

Zelaya rejeita acordo e diz que não vai mais voltar à presidência de Honduras

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, disse neste sábado que vai rejeitar qualquer acordo para voltar ao poder no país e quer impugnar os resultados das eleições presidenciais, previstas para o fim deste mês.

Em uma mensagem enviada da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está refugiado desde 21 de setembro, Zelaya disse que o processo que empossou o governo de Roberto Micheletti para dar uma solução à crise política é ilegal.[todo o processo que tornou Roberto Micheletti presidente constitucional de Honduras foi realizado em rigorosa obediências as leis daquele Paós - tanto que até o presente momento não foi apresentada nenhuma contestação aos artigos constitucionais e legais utilizados para depor o golpista Zelaya e empossar Micheletti; nem o estulto do Lula, nem o Amorim, nem o chanceller de fato {o Marco Aurélo TOP TOP Garcia} conseguiram apresentar um item contestando a legislação utilizada.

Esbravejam que houve golpe mas não contestam os argumentos legais apresentados.]

Lendo uma carta dirigida ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Zelaya afirmou sua posição de, quaisquer que sejam as circunstâncias, não aceitar nenhum acordo para retornar à presidência do país para encobrir o golpe de Estado. E acrescentou que não pode respaldar as eleições.

"Continuarei a contestar legalmente em nome de milhares de hondurenhos e centenas de candidatos que acham que esta competição é desigual" diz ele.

O retorno de Zelaya era um dos pontos do pacto firmado em 29 de outubro pelas comissões negociadoras do líder deposto e do presidente interino, Roberto Micheletti.

Na quarta-feira, a Suprema Corte de Honduras adiou o parecer sobre se Zelaya deve retornar ao poder, um passo importante para um acordo os partidos de Zelaya e Micheletti, incluindo uma votação no Congresso para determinar se o presidente deve ser reconduzido à presidência.

Zelaya - derrubado do poder em 28 de junho - é reconhecido como o presidente de Honduras pela comunidade internacional e pela Organização dos Estados Americanos.

[na realidade a OEA que reconhece Zelaya é a mesma que é comandada por um pau mandado do ChaveS e os países que não reconhecem Micheletti são poucos e de pequena expressão - um deles é o Brasil, do Lula, que entrou na enrascada, empurrado pelo ChaveS, e agora não sabe como sair.]

sábado, 14 de novembro de 2009

APAGÃO ENERGÉTICO = BURRICE = APARELHAMENTO = PeTistas

Apagão Mental = aparelhamento político de Furnas, Itaipu, ONS

Há muitas lições a tirar do apagão. A mais urgente é que energia é um tema que não pode ser entregue à partilha política. O sistema brasileiro foi montado para prevenir um evento como este, ou então, ser capaz de remediar em minutos. Eram 5h15m de ontem quando chegou à Itaipu a informação do ONS de que podia gerar 100% da energia. O problema durara sete horas e dois minutos.

Vários técnicos e dirigentes de empresas com quem a equipe desta coluna conversou disseram a mesma coisa: o espantoso é demorar tanto para explicar o que houve. A falta de diagnóstico rápido revela pouca coordenação e descontrole. O que assusta. A explicação oficial — e insuficiente — só chegou às 7h da noite.

Nas crises, fica ainda mais patético ter um ministro tão desligado do tema.

Edison Lobão disse inicialmente que era pane em Itaipu. Não era; foi na linha de transmissão. Disse que em 2001 o sistema não era interligado. Já era, há décadas; depois de 2001 foi reforçado. Disse que o apagão foi causado por problemas meteorológicos. O próprio governo depois negou. No início da noite, Lobão voltou a culpar o mau tempo. Isso é que dá escolher um ministro pela sua interligação com o sistema Sarney.

Ficou claro que há uma lista de tarefas a fazer: o país precisa aperfeiçoar o sistema de isolar o problema para evitar o efeito dominó. O mecanismo existe e deveria ter funcionado, explica Mário Veiga, presidente da PSR. Não funcionou e espalhou o sinistro por 18 estados.

Seja qual for a explicação que perdure, o fato é que no futuro haverá mais eventos climáticos extremos. Secas como a de 2001 podem ocorrer com mais frequência, seguidas de grandes tempestades. O país depende muito de água nos reservatórios, e tem um sistema interligado. Portanto, está duplamente vulnerável. Precisa de um planejamento energético que leve em conta as mudanças climáticas e que aumente a segurança. As decisões dos últimos anos tornam o país mais frágil, explica Adriano Pires, porque optou-se por manter o modelo de grandes hidrelétricas, como as do Rio Madeira, que exigirão linhões de transmissão e estarão interligadas ao sistema. Mário Veiga lembrou que as hidrelétricas do Rio Madeira não terão reservatórios.

Interligar o sistema é um avanço, na opinião de Veiga. O necessário é ter um sistema eficiente que crie o “ilhamento” de eventuais problemas, disse Luiz Pinguelli Rosa. Veiga acha que o evento mostrou duas fragilidades:

O sistema não conseguiu prevenir o problema e demorou muito a remediar.

Em 2001, houve racionamento. Falta de energia. Agora, houve apagão. São eventos totalmente diferentes. Um foi crise de abastecimento; o outro, colapso de algumas horas no sistema operacional. Atualmente, há sobra de energia por dois motivos: muita água nos reservatórios por causa das chuvas abundantes; e a crise econômica que reduziu a demanda.

— A demanda estava crescendo a 5% ao ano. Em 2009, ficará estável. A crise anulou um ano de crescimento da demanda — explicou Mário Veiga.

Adriano Pires acha que o país tem que começar a pensar em smart grid, rede inteligente. Na campanha, Barack Obama falou muito disso. Significa ter computadores, em vez dos equipamentos hoje existentes, para controlar todo o sistema:

Os equipamentos de hoje são meio burrinhos e por isso é preciso trabalhar com folga de energia. Na rede inteligente, os computadores controlarão tudo e estarão ligados entre eles para evitar um problema como o de ontem. Aumenta a eficiência, mas também o sistema não trabalha com folga alguma, o que pode ser perigoso.

O especialista Cyro Vicente Boccuzzi, do Fórum Latino-Americano de Smart Grid e da consultoria ECOee, tem uma visão um pouco diferente:

O sistema atual não tem desligamento seletivo. A energia é cortada em grandes regiões. Isso pode ser mudado com o uso da tecnologia da informação. É uma mudança cara, mas que todos os países estão analisando.

No limite, um sistema como esse, no meio de uma demanda excessiva ou falta de oferta, pode desligar a energia dos consumidores menos importantes para garantir fornecimento aos que não podem de jeito nenhum ficar sem ela. Desligar o ar-refrigerado das casas, por exemplo, para que haja mais energia nos hospitais. Parece ficção científica, mas nos Estados Unidos os investimentos já começaram. Boccuzzi acha que o governo Lula está focando na oferta de energia e se esquecendo de modernizar a distribuição.

Vamos construir usinas hidrelétricas que estão a dois mil quilômetros dos grandes centros de consumo. Teremos que construir uma rede imensa de transmissão, para levar um volume enorme de energia. Esse modelo é antigo e está sendo repensado em todo o mundo. Precisamos mudar a lógica econômica, criando incentivos para a geração local de energia pelas empresas e pelas próprias pessoas — afirmou.

Para isso, alerta o professor da Coppe, Djalma Falcão, é preciso modernizar a legislação que hoje impede que consumidores interliguem à rede geradores particulares.

Enfim, está na hora de um bom debate sobre energia. Ele tem que ser técnico e atualizado. Infelizmente, o debate no governo será politizado e desatualizado. O pior e mais duradouro tem sido o apagão mental.

Lula, Bin Laden e Chefão do CARTEL de DROGAS do México estão na mesma lista

O que Lula, Osama Bin Laden e o chefão de um CARTEL DE DROGAS possuem em comum?

- os três estão na mesma lista da FORBES que lista os 67 mais poderosos do mundo.

Atividade principal de cada um dos três:

- Lula: presidente do Brasil, defensor da legalização da maconha - tem entre seus ministros o Carlos Minc que comparece a todas manifestações favoráveis a legalizar a maconha no Brasil. Ocupa na lista da FORBES o 33º lugar;

- Bin Laden: terrorista treinado pela CIA e que entre seus 'feitos' a destruição das Tôrres Gêmeas. 37º colocado na lista da FORBES;

- Joaquim Guzmán: próspero traficante de drogas e chefão do cartel de Sinaloa no Máxico e considerado um dos traficantes mais ricos do mundo. Ocupa na lista da FORBES o 41º lugar.

Caso Battisti - choque de egos

Encontro de Egos. Caso Battisti. Marco Aurélio provoca Gilmar e os seus pares.

O ministro Marco Aurélio de Mello, que integra o Supremo Tribunal Federal (STF) desde a sua nomeação pelo ex-presidente Collor de Mello, seu primo, demonstrou, durante o julgamento da extradição de Cesare Battisti, sua clara discordância quanto à presidência do ministro Gilmar Mendes. E, também, quanto à atuação dos seus pares em casos que geraram grande repercussão: súmula vinculante sobre uso de algemas, delimitação da área indígena Raposa - Serra do Sol, etc.

Para iniciar as provocações, Marco Aurélio tinha um “script” adrede preparado. Começou por discordar do quórum. Depois, esculhambou com a ata lavrada por Mendes, referente ao julgamento que fora suspenso. Com bordão do tipo “dei o voto em duas horas e não faria isso com os colegas, no caso de a questão prejudicial já estar encerrada”. Ele frisou, ainda, ter assistido a gravação da sessão interrompida pela internet. Isto para concluir sobre ter Mendes errado na elementar tarefa, em ata, de resumir a sessão.

Em apertada síntese, o ministro Gilmar Mendes foi colocado em situação delicada e desmoralizante, tudo sob disfarce de falas empoladas e plena de falsos elogios. E isso ficou claro, a ponto do ministro Gilmar Mendes ter sido assaltado pela tradicional gagueira, quando pego de saia-justa.

Até uma entrevista concedida pelo respeitado constitucionalista português José Joaquim Gomes Canotilho foi usada na provocação. Esta, sempre esticada por considerações dispensáveis (visita de Canotilho ao STF, etc, etc) e marcada pelo conhecido deslumbramento do ministro Marco Aurélio.

Ao aproveitar o fato de o ministro César Peluso, relator do caso, haver entendido, em julgamento anteriormente suspenso, que a palavra final sobre a extradição caberia ao STF e não ao presidente Lula, diante do estabelecido no Tratado Brasil-Itália de cooperação judiciária, Marco Aurélio enumerou as críticas de Canotilho, sobre o “ativismo” do STF.

Como eram frágeis os argumentos para sustentar a “higidez” do ato do ministro Tarso Genro e relativo à concessão de status de refugiado a Cesare Battisti, o ministro Marco Aurélio partiu para o diversionismo e, pelo que se viu, para, de forma sutíl como trator, a desmoralização de Mendes, que daria o voto na sequência.

Mal informado, Marco Aurélio citou o caso da ex-brigadista Petrella, que a Justiça francesa mandou extraditar. Disse que o presidente da França deu a última palavra e impediu a extradição. Faltou, se é que sabe, dizer que Petrella, com câncer terminal, teve, pelo presidente da França, a extradição suspensa por razão humanitária. E o presidente Sarkozy informou à Justiça que, excepcionalmente e por razão humanitária, estava a suspender a extradição.

Marco Aurélio, por outro lado, não foi feliz na tese de que o ato do ministro Genro não poderia ser reexaminado pelo Judiciário. Pelo que já adiantou o ministro Mendes, a maioria dos ministros entende que se tratava de ato vinculado a casos previstos na lei especial e, pela solar ilegalidade perpetrada por Genro, não poderia sua decisão ser excluída da apreciação do Judiciário. No particular, havia impugnação apresentada pelo Estado italiano.

No seu voto, o ministro Marco Aurélio falou em crime político e, –como adiantamos em post de ontem deste blog–, admitiu a prescrição, numa particular visão, já usada quando negou a extradição de Antonio Salamone, um potente chefe mafioso e traficante internacional de drogas ilícitas. A respeito e em poucas palavras, o ministro Peluso demonstrou que Marco Aurélio não havia acertado na indicação da data a partir da qual correria o prazo prescricional. Em outras palavras, errou a data inicial para contagem da prescrição e se notou o quão inútil foram os seus 60 minutos de exposição sobre a prescrição.

Não bastasse, o ministro Marco Aurélio admitiu a legitimidade de assassinato por motivação política, num estado democrático de Direito. Ou seja, e como já destacamos em vários comentários neste site do IBGF, se alguém matar o presidente Lula por não concordar com a sua ideologia e posições políticas, poderá, em outro país, apresentar o entendimento do ministro Marco Aurélio, para evitar a extradição.

Segundo o direito internacional e as convenções, como até as cadeiras do STF sabem, delitos de sangue, em democracias, não são considerados crimes políticos.

PANO RÁPIDO. O ministro Gilmar Mendes acabou por passar recibo da provocação. Na resposta, e já com Marco Aurélio ausente, disse ter certeza que Canotilho não foi bem interpretado pelo jornalista, “que é sério e competente”. Mais uma vez, culpou a imprensa.

Depois do sucedido, e a envolver duas conhecidíssimas personalidades, fica cada vez mais claro que ministro de Corte Constitucional, como acontece na Europa, deveria ter mandato não superior a sete anos, sem possibilidade de recondução.

Pior, eles têm algo em comum. Gilmar Mendes soltou Daniel Dantas, em inusitada decisão liminar. Marco Aurélio, também em liminar e a contrariar juiz e tribunais superiores, soltou Salvatore Cacciolla.

Wálter Fanganiello Maierovitch - IBGF


[a comparação entre Gilmar Mendes e Marco Aurélio sobre a soltura de Daniel Dantas e Salvatore Cacciolla não espelha situações idênticas.
Gilmar Mendes soltou alguém preso por decisão de um Juiz de primeira instância; já o Marco Aurélio soltou alguém preso por decisão de juiz de primeiro grau já referendada por tribunais superiores.
E os fatos posteriores tem comprovado que a prisão de Daniel Dantas foi mais consequencia de uma 'pirraça' do juiz DeSanctis do que do atendimento aos interesses legais.]

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ajudando o livro Memórias Reveladas a mentir menos

MEMÓRIAS REVELADAS

O Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil, denominado "Memórias Reveladas", foi institucionalizado pela Casa Civil da Presidência da República e implantado no Arquivo Nacional com a finalidade de reunir informações sobre os fatos da história política recente do País.

Dando continuidade a iniciativas dos últimos governos democráticos, em novembro de 2005, o Presidente Lula assinou decreto regulamentando a transferência para o Arquivo Nacional dos acervos dos extintos Conselho de Segurança Nacional, Comissão Geral de Investigações e Serviço Nacional de Informações, até então sob custódia da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e passou à Casa Civil a coordenação do recolhimento dos arquivos.


O Centro constitui um marco na democratização do acesso à informação e se insere no contexto das comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Um pedaço de nossa história estava nos porões. O "Memórias Reveladas" coloca à disposição de todos os brasileiros os arquivos sobre o período entre as décadas de 1960 e 1980 e das lutas de resistência à ditadura militar, quando imperaram no País censura, violação dos direitos políticos, prisões, torturas e mortes. Trata-se de fazer valer o direito à verdade e à memória.(...)

(...)Estamos abrindo as cortinas do passado, criando as condições para aprimorarmos a democratização do Estado e da sociedade. Possibilitando o acesso às informações sobre os fatos políticos do País reencontramos nossa história, formamos nossa identidade e damos mais um passo para construir a nação que sonhamos: democrática, plural, mais justa e livre.

Dilma Vana Rousseff
Ministra-Chefe da Casa Civil

"Planalto ordenará entrega dos arquivos da ditadura

Documentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal, antigo Conselho de Segurança Nacional (CSN) e extinto Serviço Nacional de Informações (SNI) serão entregues ao governo federal nesta quarta-feira (13 de maio). A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, assinará portaria do Executivo que prevê o repasse de todos os arquivos da ditadura militar (1964-1985), sob pena de punições." (O grifo é deste site)


"Governo planeja campanha com mães de vítimas da ditadura

Campanha é pedido para donos de arquivos particulares transferirem documentos para os arquivos públicos

Alexandre Rodrigues, de O Estado de S. Paulo

RIO - O ministro-chefe da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi , disse nesta sexta-feira, 27, que o governo planeja uma campanha publicitária para divulgar, até maio, o sistema de acesso a informações oficiais que poderá trazer à tona documentos importantes do regime militar. Segundo ele, o Projeto Memórias Reveladas será lançado em breve pelos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Franklin Martins (Comunicação). "


Parte do EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 1/2009

O DIRETOR-GERAL DO ARQUIVO NACIONAL, com base na Portaria Interministerial nº 205, de 13 maio de 2009, torna pública chamada para a apresentação de documentos e informações sobre o período de 1º de abril de 1964 a 15 de março de 1985, que estejam sob posse de pessoas físicas ou jurídicas, servidores públicos e militares.

1. Do Objeto:

Este Edital tem por objeto a entrega de documentos e o registro de informações produzidos ou acumulados sobre o período de 1º de abril de 1964 a 15 de março de 1985, e cujo conteúdo:

I – diga respeito a toda e qualquer investigação, perseguição, prisão, interrogatório, cassação de direitos políticos, operação militar ou policial, infiltração, estratégia e outras ações levadas a efeito com o intuito de apurar ou punir supostos ilícitos ou envolvimento político oposicionista de cidadãos brasileiros e estrangeiros;

II – seja referente a atos de repressão a opositores ao regime que vigorou no período de 1º de abril de 1964 a 15 de março de 1985; ou

III – inclua informação relacionada a falecimentos ou localização de corpos de desaparecidos políticos.

2. Dos Documentos e Informações

2.1. Os documentos referidos neste Edital poderão ser originais ou reproduções em qualquer meio e formato.(...)

COMENTÁRIO DA EDITORIA DO SITE A Verdade Sufocada

Este é o desejo de todos os que foram designados, oficialmente, para lutar contra os que vinham tentando implantar um regime marxista-leninista no Brasil, desde muito antes de 1964.

Este Portal do governo seria de grande valia para todos e, principalmente, para a juventude se não houvesse censura nos documentos apresentados.

O texto de apresentação já é distorcido quando diz que um pedaço de nossa história estava nos porões. Não estava, ela continua nos porões. Os ex-terroristas continuam sendo apresentados no trecho inicial do Portal como vítimas, como opositores do regime militar, como perseguidos políticos. Suas fichas são censuradas por eles mesmos. Ocultam os crimes hediondos praticados por organizações terroristas, que assaltaram, sabotaram, sequestraram, assassinaram e praticaram atentados a bombas, entre outras barbáries... Referem-se a si próprios como "perseguidos por supostos ilícitos". A suposição é de quem? NÃO EXISTE SUPOSIÇÃO DIANTE DE FATOS E DE CRIMES SOBEJAMENTE DE DOMÍNIO PÚBLICO, COMPROVADOS PELA PRÓPRIA MÍDIA QUE HOJE OS APOIA, POIS A MANCHA COM QUE TINGIRAM O PAÍS É INDELÉVEL.

Pretendemos colaborar com o Portal Memórias Reveladas, do Arquivo Nacional, e esperamos que em nossa contribuição para a História recente do Brasil seja mantido o direito à verdade e à memória e que a referência aos atos de repressão aos opositores do regime militar contenham os crimes pelos quais esses opositores eram "procurados pelos órgãos de segurança". Entre as datas dessa “memória” ninguém inventou nada e o que tem que ser revelado é que terrorismo é crime contra a humanidade e, por essa razão, imprescritível, sejam quais forem as correntes políticas eventualmente no poder..

Observa o leitor Felix Maier, que entre as fontes de referência de Memórias Reveladas, do Arquivo Nacional, estão a Fundação Perseu Abramo e o Movimento Tortura Nunca Mais.

Seria mais imparcial se os coordenadores desse projeto também incluíssem, na íntegra, os documentos a respeito, que foram arquivados no STF, no STM, nos Órgãos de Segurança, nas Auditorias Militares, no DOPS, no CENIMAR, no CISA e no CIEx .

Também, de grande utilidade seria a publicação das diretrizes contidas nos documentos dos dirigentes comunistas que, desde 1961, enviavam militantes para treinar técnicas de guerrilhas em países comunistas.

Daria credibilidade ao Portal se nas fichas dos militantes constassem, "sem limpezas de arquivos", suas atividades na luta armada; que os depoimentos dos supostos "perseguidos políticos" fossem publicados; que não houvesse sigilo de informações de ordem pessoal que, pretensa ou convenientemente, “prejudicassem” a segurança nacional. Com fichas desse tipo, completas, os brasileiros obteriam informações mais amplas e confiáveis.


Postar informações provenientes, apenas, de organizações esquerdistas e de familiares de militantes, ignorando, solenemente, o sério trabalho realizado por sites e blogs que se dedicam ao assunto, é uma prova cabal de que o objetivo maior desse site governamental não é prestar informações corretas, mas apenas realizar propaganda ideológica de militantes revanchistas. Atitudes desse tipo desmoralizam o Portal sob a ótica da isenção.

Há que se ter um mínimo de respeito pela História recente do País, revelando o que fizeram os militantes de organizações subversivo-terroristas, muitos dos quais ocupam cargos em vários escalões do atual governo. Para começar, a Ministra - Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; o Ministro da Comunicação Social, Franklin Martins; o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; o Ministro da Cultura, Juca Ferreira; e muitos outros do 2º escalão. Eles poderiam contar a verdadeira história de suas organizações e os crimes praticados por seus militantes.

Temos muito o que contar para contribuir com o resgate da História recente do Brasil.

À coordenadoria do Portal Memórias Reveladas sugerimos:

a) comecem narrando a verdadeira motivação para o início da luta armada;

b) publiquem as fichas criminais com os "supostos ilícitos" dos "opositores do regime";

c) citem as organizações terroristas a que pertenciam os militantes e porque eram "perseguidos políticos"

Nossa colaboração será, frequentemente, apresentada no site www.averdadesufocada.com e esperamos que, depois de conferidas com documentos constantes nos processos sejam utilizadas pelo portal do governo.

Nossa primeira colaboração ao Portal: Atentado ao Aeroporto Guararapes - Recife/PE, considerado o marco inicial da luta armada no Brasil.

As sete bombas que abalaram Recife

Aeroporto de Guararapes

25/07/1966

A Contra-Revolução completava dois anos. Solenidades eram realizadas em todos os rincões do País.

Em Recife, desde oito horas desse 31/03/1966, o povo se deslocava para o Parque Treze de Maio para o início das comemorações. Milhares de pessoas estavam reunidas naquele parque quando, às 8h47, foram surpreendidas por uma violenta explosão, seguida de espessa nuvem de fumaça que envolveu o prédio dos Correios e Telégrafos de Recife.

Quando a fumaça desapareceu, o povo, atônito, viu os estragos. Manchas negras e buracos nas paredes, a vidraça no sexto andar estilhaçada. A curiosidade era geral. O povo não imaginava que esse seria o primeiro ato terrorista na capital pernambucana. Ao mesmo tempo, outra bomba explodia na residência do comandante do IV Exército. Ainda naquele dia, outra bomba, que falhara, foi encontrada em um vaso de flores da Câmara Municipal de Recife, onde havia sido realizada uma sessão solene em comemoração ao segundo aniversário da Contra-Revolução.

Cinqüenta dias após, em vinte de maio, foram arremessados dois coquetéis “molotov” e uma banana de dinamite contra os portões da Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Por sorte, até então, as bombas não haviam provocado vítimas.


No entanto, antes de completarem quatro meses da explosão da primeira bomba, outras três vieram abalar a tranqüilidade de Recife. Como as anteriores não provocaram vítimas, desta vez os terroristas capricharam e se esmeraram para haver mortos e feridos. A justificativa para essas ações era protestar contra a visita a Recife do marechal Costa e Silva, candidato da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) à Presidência da República. O alvo principal era o próprio Costa e Silva e sua comitiva.

No dia marcado para a chegada do candidato, 25 de julho de 1966, explode a primeira bomba na União dos Estudantes de Pernambuco, ferindo com escoriações e queimaduras, no rosto e nas mãos, o civil José Leite.

A segunda bomba, detonada nos escritórios do Serviço de Informações dos Estados Unidos, causou apenas danos materiais. A terceira, mais potente, preparada para vitimar o marechal Costa e Silva, atingiu um grande número de pessoas. Ela foi colocada no saguão do Aeroporto de Guararapes, onde a comitiva do candidato seria recebida por trezentas pessoas.

Eram 8h30 deste mesmo dia, 25/07/1966, quando os alto-falantes anunciaram que, em virtude de pane no avião que traria o general, ele estava se deslocando por via terrestre, de João Pessoa até Recife, indo diretamente para o prédio da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).


Com o anúncio, o público, felizmente, começou a se retirar.

O guarda-civil Sebastião Thomaz de Aquino, o “Paraíba”, que fora um grande jogador de futebol do Santa Cruz, viu uma maleta escura junto à livraria Sodiler. Pensando que alguém a esquecera, pegou-a para entregá-la no balcão do Departamento de Aviação Civil (DAC). Ocorreu no momento uma grande explosão. A seguir pânico, gemidos e dor. Mais um ato terrorista acabara de acontecer, com um saldo de quinze vítimas.

Morreu o jornalista Edson Régis de Carvalho, casado e pai de cinco filhos. Teve seu abdômen dilacerado. Também faleceu o almirante reformado Nelson Gomes Fernandes, com o crânio esfacelado, deixando viúva e um filho menor. “Paraíba” foi atingido no frontal, no maxilar, na perna esquerda e na coxa direita com exposição óssea, o que resultou na amputação da perna direita. O tenente-coronel Sylvio Ferreira da Silva, hoje general, sofreu amputação traumática dos dedos da mão esquerda, lesões graves na coxa esquerda e queimaduras.

de primeiro e segundo graus.


Hoje, 43 anos depois, ainda sofre com as seqüelas provocadas.

Ficaram gravemente feridos o inspetor de polícia Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antônio Pedro Morais da Cunha; os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro; os estudantes José Oliveira Silvestre e Amaro Duarte Dias; a professora Anita Ferreira de Carvalho; a comerciária Idalina Maia; o guarda-civil José Severino Barreto; além de Eunice Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de apenas seis anos de idade.

O acaso, transferindo o local da chegada de Costa e Silva, evitou que a tragédia fosse maior. As autoridades, atônitas, procuravam os autores desses atentados. Não obtinham nenhuma resposta. Não tínhamos, até então, nenhum órgão para combater com eficiência o terrorismo.


Muitos anos depois, foi um comunista, militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), que teve a hombridade de denunciar esse crime: Jacob Gorender, em seu livro Combate nas Trevas - edição revista e ampliada - Editora Ática - 1998, escreve sobre o assunto:

“Membro da comissão militar e dirigente nacional da AP, Alípio de Freitas encontrava-se em Recife em meados de 1966, quando se anunciou a visita do general Costa e Silva, em campanha farsesca de candidato presidencial pelo partido governista Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Por conta própria Alípio decidiu promover uma aplicação realista dos ensinamentos sobre a técnica de atentados.” “Em entrevista concedida a Sérgio Buarque de Gusmão e editada pelo Jornal da República, logo depois da anistia de 1979, Jair Ferreira de Sá revelou a autoria do atentado do Aeroporto de Guararapes por militantes da AP.


Entrevista posterior, ao semanário Em Tempo, referiu-se a Raimundinho como um dos participantes da ação. Certamente, trata-se de Raimundo Gonçalves Figueiredo, que se transferiu para a VAR-Palmares (onde usava o nome de guerra Chico) e morreu, a vinte sete de abril de 1971, num tiroteio com policiais do Recife.”

Ficou, portanto, esclarecida a autoria do atentado ao Aeroporto de Gararapes:

- Organização responsável: Ação Popular (AP).

- Mentor intelectual: ex-padre Alípio de Freitas - que já atuava nas Ligas Camponesas na década de 50-, membro da comissão militar e dirigente nacional da AP;

· - Executor: Raimundo Gonçalves Figueiredo, militante da AP.

- Raimundo Gonçalves Figueiredo, codinome Chico, que viria, mais tarde a ser morto pela polícia de Recife em 27 de abril de 1971, já como integrante da VAR-Palmares e utilizando o nome falso de José Francisco Severo Ferreira, com o qual foi autopsiado e enterrado.


Esse terrorista é um dos radicais que hoje são apontados como tendo agido em defesa da democracia e cujos “feitos” estão sendo recompensados pelo governo, às custas do contribuinte brasileiro, com indenizações, recompensa obtida graças ao trabalho faccioso e revanchista da Comissão de Mortos e Desaparecidos, instituída pela lei nº 9.140, de 4 de dezembro de 1995.

É um dos nomes glorificados no livro Dos filhos desse solo, página 443, e no livro Direito à Memória e à Verdade editado com dinheiro dos trabalhadores pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos da Presidência da República, livro que faz a apologia do terrorismo e da luta armada. A prefeitura de Belo Horizonte, também, homenageou este terrorista assassino dando o seu nome a uma rua da capital mineira

- Em 25/12/2004, Cláudio Humberto, em sua coluna, no Jornal de Brasília, publicou a concessão da indenização fixada pela Comissão de Anistia, que beneficia o ex-padre Alípio de Freitas, hoje residente em Lisboa. Ele terá direito a R$ 1,09 milhão.

Fontes: - Combate nas Trevas. - Projeto Orvil. - A Verdade Sufocada - A História que a esquerda não quer que o Brasil Conheça.

Os militares, enquanto instituição, jamais serão subjugados

As Instituições Militares não estão nem serão facilmente dominadas

Meditando sobre o futuro quase imediato do Brasil, fica fácil concluir que não há líder ou líderes políticos neste país com poder para enfrentar o atual presidente, Lula da Silva, em um embate eleitoral.

Sua identidade física, cultural e comportamental com a grande massa de manobra do eleitorado faz dele o único líder político com capacidade para manobrá-la na direção de sua vontade, interesses e ambições pessoais.

A massa de liderados do Sr Da Silva é composta por pessoas incultas, sofridas e exploradas pela histórica má qualidade moral dos políticos brasileiros, grupo no qual o presidente da República se enquadra com louvor. Soma-se a esta massa de iludidos, grandes banqueiros, integrantes de movimentos ditos "sociais" - em defesa de índios, negros, do meio ambiente, da reforma agrária (cujo exemplo mais deplorável é o espúrio MST), alguns inocentes úteis, crentes na “divindade” do “filho do Brasil”, e os eternos oportunistas de plantão, cuja confiabilidade foi entregue ao Diabo na negociata por suas almas.

Isto tudo já é muito, mas parece pouco aos ávidos olhos e mentes dos que, à sombra do líder, trabalham para consolidar o poder conquistado com as ferramentas da mentira, da omissão e da corrupção, entre outros vícios da natureza humana.

Há poucos dias assistimos ao lançamento do “Bolsa Cultura”, mais um subterfúgio assistencialista, mais um moirão a reforçar o curral eleitoral dos analfabetos funcionais, compulsados, como no regime de prisão modelar dos irmãos Castro, a assistir e ler aquilo que o partido lhes “sugere” como base para seu enriquecimento cultural.

Estas são constatações genéricas que saltam aos olhos de qualquer cidadão de bem que conheça e aprecie as virtudes do regime democrático. O Estado brasileiro está sendo, descaradamente aparelhado para conduzir sub-repticiamente a nação ao sistema totalitário, retrógrado, que há vinte anos foi banido da Europa e que tem sobre seus ombros mais de 100 milhões de cadáveres.

Todos os brasileiros minimamente instruídos sabem, consciente ou inconscientemente, que este é o fim colimado pelos “companheiros no poder”, basta olhar para os seus camaradas de aventuras na Venezuela, no Equador, na Bolívia, no Paraguai e na Argentina, todos inspirados no grande Castro, o ditador cubano.

A Candidata Dilma, dirigindo-se ao PC do B, cuja célula inspiradora, na China, é responsável por mais de 70 milhões de assassinatos em nome de uma “revolução cultural”, diz, sem medo ou vergonha, que "Falar do PCdoB é falar de luta, de superação, de desafios, de resistência e também de heroísmo. Falar de João Amazonas, Diógenes Arruda e dos companheiros mortos no Araguaia --e me refiro em especial a duas pessoas: Osvaldão e Helenira -- é falar da luta para fazer da grandeza desse país a grandeza de nosso povo. O desafio que nós militantes enfrentamos passa por aí...O PCdoB é uma das chamas que vai iluminar esse projeto junto com os partidos que integram nosso governo. Tenho certeza que essa chama vai brilhar para todo o Brasil".

É com este mesmo descaramento e desrespeito às vítimas do regime que todos os citados queriam para nós brasileiros, que é lembrado o nome do terrorista assassino Carlos Marighela como exemplo do heroísmo nacional! Só não vê quem não quer; o verdadeiro objetivo é transformar os soldados em anti-heróis da Pátria, pois quem mata herói é bandido!

Tudo isto evidencia o início da retirada da máscara, como bem prega a doutrina socialista, uma vez que, politicamente, não há mais o que temer, não há mais líderes ou oposição a enfrentar.

Há, no entanto, um problema a ser administrado com inteligência e cautela, qual seja, destruir o prestígio das únicas instituições que compartilham com Lula de elevados e ameaçadores índices de prestígio e confiança junto à sociedade: Os Militares.

Mas, ao mesmo tempo, é necessário fortalecê-los fisicamente para, com eles, assegurar a posse das fontes de arrecadação e, na hora oportuna, poder usá-los para garantir a tomada definitiva do poder. Foi assim em outras épocas e em outros lugares.

A politização das Forças é medida fundamental neste sentido. O primeiro passo será a indicação dos Comandantes pelo político que, na ocasião, estiver exercendo o cargo de Ministro da Defesa. Daí para as promoções a General dependerem do aval da “classe política” será um pequeno passo.

Outra medida significativa é a troca de heróis fardados por terroristas fanatizados pelo ódio à liberdade, mas, todas estas atitudes são demonstrações de medo e medo é fraqueza, é vulnerabilidade a ser explorada com oportunidade e determinação!

As Instituições Militares não estão nem serão facilmente dominadas.

Urge, todavia, que elas reajam ostensivamente, e compartilhem com toda a Nação, de forma peremptória, definitiva, clara e tonitroante, a sua opção de servir ao Brasil e apenas ao Brasil, à luz permanente de sua missão constitucional e dos pressupostos muito bem definidos nos Princípios Fundamentais da Carta Magna.

Tudo com o objetivo de continuar a merecer o prestígio e a confiança da sociedade e a desencorajar, definitivamente, as tentativas de enfraquecê-las e de usá-las para a conquista do poder e para a destruição da democracia que ajudaram a conquistar com o sangue de verdadeiros heróis e de vítimas iludidas por fanáticos da utopia comunista.

Fonte: Ternuma Regional Brasília

Por: Gen PChagas

As mentiras do (des)governo para enganar o apagão

O INFAUSTO APAGÃO

Inúmeras versões cercam o apagão. Se ele realmente aconteceu, por que, como, e quem, ou o que foi o seu causador?

No primeiro caso, infelizmente, a simples negativa, caiu por terra diante da grandeza do óbvio ululante. Sim, houve um apagão, taxado pelo Ministro Tarso Genro como um “micro – acidente”.

A negativa taxativa e peremptória tem sido a ferramenta para a fuga de responsabilidades. Estamos acostumados aos “eu não sei”, “eu não vi”, “eu não sei de nada”, “não era eu”, e assim por diante. Isto quando não somos atropelados pelo “é intriga da oposição”, “vil ação dos meus detratores”, e um sem fim de subterfúgios e alegações que muitos aceitam candidamente como verdadeiros, e outros, acostumados com as mazelas das autoridades, sorriem e cinicamente, fecham os olhos, como se dissessem “me engana que eu gosto” e seguem em frente, como se nada tivesse acontecido. E o pior, nada fazem.

Mas o fato, é que o apagão ocorreu.

As demais questões decorrentes, o porquê, qual foi a causa ou as causas, e quem foi ou foram os responsáveis, estas, por indigestas, mergulham no buraco do ignoto.

Alguns alegam que foi a mão do Ente Supremo, que raios, trovões e relâmpagos, tempestades e outras intempéries foram lançados contra a terrinha (Itaipu), talvez em contrapartida (vingança seria um sentimento torpe que certamente não consta do dicionário do Supremo) pela blasfêmia de imaginarem o “seu filho”, como capaz de entabular uma negociação com o Judas Iscariotes. Esta é uma boa possibilidade.

Outros, mais céticos, chegam a imaginar a incompetência, a falta de aplicações dos recursos adequados, a ausência de meios tecnológicos disponíveis não implementados, que seriam as condicionantes que poderiam evitar o infausto. Em resumo, má gestão da “coisa pública”, transformada em poderoso cabide de empregos.

Como a hipótese divina nunca poderá ser comprovada, nem com uma CPI capitaneada pelo desgoverno, preferimos divagar sobre a 2ª possibilidade.

Seria talvez, pelo fato do atual executivo nacional, na busca do “Estado Máximo”, sob a sua gerência e do PT, é claro, estar estabelecendo o casamento perfeito entre as duas entidades permanentes, que são o Estado Nacional e a sua Administração Pública sob a égide de um Governo totalitário? Este temporário (é o que esperamos), na vigência da democracia.

Não estaria o Executivo, com super poderes, desgovernando o País, aniquilando com o Estado e, ao mesmo tempo, mobiliando a máquina pública ao seu bel prazer, entronizando incompetentes em todos os níveis dos Ministérios, e nas Autarquias, nas entidades federais e, estaduais e municipais, os seus agentes? Isto é, os filiados ao partido do governo ou de seus aliados. Estes beneficiados pela troca de favores de interesse do Executivo pelo loteamento de cargos, como, por exemplo, o poderoso Ministério de Minas e Energia? Quem sabe.

O Ministro Lobão, dizem seus inimigos, é incapaz de trocar uma lâmpada. Daí...

Por acaso, não estamos caminhando a passos largos para o Estado Máximo? Aquele idealizado pela “democracia totalitária” e advogado pelo socialismo - marxista, que bate a nossa porta? E onde vigora o “tudo pelo Estado, nada contra o Estado”?

O tamanho desmesurado do Estado e, em conseqüência o seu peso e o seu elevado custo para a sociedade são as marcas registradas dos regimes de esquerda, por isso, qualquer semelhança é mera coincidência. Ou não é?

Fonte: Ternuma Regional Brasília

Por: Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

'bispo' Macedo, da Igreja Universal, investigado por vários crimes nos EUA

EUA vão investigar Macedo
Os Estados Unidos vão investigar o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e mais nove pessoas ligadas a ela, por crime de estelionato, desvio de recursos e de lavagem de dinheiro em território americano.

A investigação vai ser comandada por promotores de Nova York, com quem autoridades brasileiras fecharam um acordo de cooperação. O acordo estabelece a quebra de sigilo de contas bancárias ligadas à igreja. Em agosto do ano passado, a Justiça de São Paulo aceitou denúncia do Ministério Público contra os acusados, pelos mesmos crimes.

Segundo reportagem do Jornal Nacional, a denúncia dos promotores brasileiros coloca Macedo, fundador da Igreja Universal, como o chefe de uma quadrilha que usava empresas de fachada para desviar recursos doados por fiéis. Em vez de ser destinado a obras sociais, esse dinheiro é usado para enriquecimento pessoal, compra de empresas e uma série de fraudes.

Apenas em 2004 e 2005, as empresas Unimetro Empreendimentos e Cremo Empreendimentos teriam recebido R$ 71 milhões da Universal. O dinheiro teria sido usado em benefício da quadrilha denunciada, o que desvirtua a finalidade das doações à igreja, que tem isenção de impostos.

EUA vão investigar integrantes da Universal

O promotor de Justiça Adam Kaufmann ajuda a Justiça brasileira a investigar Macedo e 9 representantes da Igreja Universal, suspeitos de estelionato, desvio de recursos e lavagem de dinheiro nos EUA.

Os Estados Unidos decidiram abrir investigação criminal contra Edir Macedo e mais nove representantes da Igreja Universal do Reino de Deus. Eles são suspeitos de estelionato, de desvio de recursos e de lavagem de dinheiro em território americano.

A investigação vai ser comandada por promotores de Nova York, com quem autoridades brasileiras fecharam um acordo de cooperação para este caso específico. O acordo estabelece a quebra de sigilo de contas bancárias ligadas à igreja.

Os promotores americanos decidiram fazer essa investigação a pedido do Ministério Público de São Paulo, que denunciou à Justiça o fundador da Universal, Edir Macedo, e outros integrantes da igreja, por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

As investigações em Nova York serão feitas pela promotoria criminal, que funciona em um prédio, em Manhattan. O chefe da Divisão de Combate a Fraudes e a Crimes Financeiros é o promotor de Justiça Adam Kaufmann. Ele colaborou outras vezes com autoridades brasileiras.

Foi o promotor Kaufmann quem pediu, e conseguiu, que a Justiça americana decretasse a prisão do ex-governador de São Paulo, Paulo Maluf, por desvio de dinheiro público e lavagem. E foi por meio da equipe de Kaufmann que as contas do banqueiro Daniel Dantas acabaram sendo bloqueadas.

O promotor americano também já apurou crimes envolvendo igrejas, como contou em entrevista no mês passado, quando esteve no Brasil. "Há casos de igrejas que arrecadam doações de fiéis e depois usam esse dinheiro para financiar TVs, carros, um estilo de vida pessoal que nada tem a ver com a caridade. Esse é um tipo de fraude bem conhecida e bem documentada nos Estados Unidos", diz ele.

No caso da Igreja Universal do Reino de Deus, os americanos vão se concentrar em Edir Macedo, o fundador, e nos outros nove réus que respondem a processo no Brasil por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Os promotores vão conferir ainda as contas bancárias de cinco empresas ligadas à Universal: duas estão registradas em um prédio em São Paulo. Outra é a Rede Record de Televisão, que tem escritório também em Nova York. E as outras duas são a Investholding e a Cableinvest, elas foram abertas em paraísos fiscais, mas movimentam dinheiro nos Estados Unidos. Segundo o Ministério Público de São Paulo, elas fazem parte do esquema de desvio de doações da igreja.

A acusação sustenta que o dinheiro doado legalmente pelos fiéis da igreja é desviado para empresas brasileiras ligadas à Universal. Depois, é mandado para as contas da Investholding e da Cableinvest lá fora. Mais tarde, o dinheiro volta na forma de empréstimos para a compra de bens que nada têm a ver com a igreja e com obras sociais. De acordo com a promotoria, foi assim, escondendo a origem do dinheiro, que Edir Macedo comprou propriedades, inclusive empresas de comunicação. A conclusão é que o dinheiro da igreja serviu para enriquecimento pessoal.

O objetivo da quebra do sigilo de contas é saber exatamente de onde vêm e para onde vão os recursos que passam por bancos americanos, e juntar essas informações ao inquérito civil, ao procedimento investigatório e ao processo criminal em curso no Brasil.

A promotoria de Nova York também decidiu abrir investigação nos Estados Unidos contra Edir Macedo e outros representantes da Igreja Universal, por suspeita de estelionato, de desvio de dinheiro de entidade religiosa e de lavagem de dinheiro em território americano.

Logo no começo da apuração, 15 contas ligadas à igreja serão vasculhadas em Nova York, Miami e Jacksonville.

Na entrevista que concedeu há um mês, antes da decisão sobre essa investigação, o chefe dos promotores americanos disse que só aceita cooperar com outros países nos casos em que considera as provas consistentes. E completou
: “Quando o dinheiro se move pelo mundo, há uma grande chance de que ele passe por Nova York. Os criminosos não respeitam fronteiras e buscam todos os meios para salvar o que mandaram para fora. Mas o dinheiro deixa pistas pelo caminho, e o fundamental é seguir esses rastros”.

O advogado Arthur Lavigne, que representa Edir Macedo, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, e a própria igreja disse que não tem conhecimento da cooperação entre autoridades brasileiras e americanas. Ele afirmou ainda que está tranquilo diante das investigações nos Estados Unidos.

Battisti será extraditado? Fica preso no Brasil ? haja vista que responde a processos por crime praticado no Brasil?Fica livre igual a Dilma e outros?

Decisão sobre Battisti fica com Gilmar Mendes

Julgamento foi interrompido pela terceira vez, mas presidente da corte já indicou ser favorável à extradição

Pela terceira vez o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou decisão sobre a extradição do ativista Cesare Battisti. Ontem, o ministro Marco Aurélio Mello votou pela permanência do italiano no Brasil, empatando o placar em 4 a 4. Mas o presidente da corte, Gilmar Mendes, já indicou ser favorável à extradição.

Com o destino de Battisti praticamente selado no STF, Mendes mandou recado para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Setores do governo e do Judiciário entendem que Lula, mesmo com a extradição ordenada, não seria obrigado a cumpri-la.

Para Mendes, o resultado do julgamento deverá ser cumprido por respeito à Constituição e não pelo receio de sofrer um processo de impeachment, que caberia no caso de descumprimento de uma decisão judicial. "Por que o presidente da República cumpre uma decisão? Não é porque será eventualmente afastado do cargo se não vier a cumpri-la. Porque respeita a Constituição. Sabemos que as condições políticas para seu afastamento são extremamente difíceis. Precisaria haver um processo instalado pelo procurador-geral da República e uma aprovação por dois terços da Câmara dos Deputados", disse.

JURISPRUDÊNCIA

A jurisprudência do Supremo confirma que o presidente pode negar-se a entregar Battisti. O advogado Nabor Bulhões, que representa a Itália, e o ministro Cezar Peluso, relator do pedido de extradição, afirmam que Lula deve seguir orientação do tribunal. Esse assunto será discutido na retomada do julgamento, marcada para quarta-feira.

Ontem, Mendes decidiu suspender a sessão após constatar que havia apenas cinco ministros em plenário, e anunciou que dará seu voto "oportunamente". Sem as presenças dos ministros Joaquim Barbosa e Ellen Gracie, que já votaram, mas estão viajando, e dos ministros Celso de Mello e José Antonio Dias Toffoli, que se declararam suspeitos, apenas Marco Aurélio leu seu voto.

Ele afirmou não ser da competência do tribunal avaliar a legalidade do ato que concedeu refúgio a Battisti, disse ser contra a extradição, porque os crimes cometidos seriam políticos, e declarou que a corte não deveria se pronunciar sobre necessidade de o presidente seguir o entendimento do STF.

"A configuração do crime político, para mim escancarada, é mais uma matéria prejudicial à sequência do exame dos temas envolvidos na espécie", afirmou. Marco Aurélio lembrou que várias autoridades italianas se mobilizaram para criticar a decisão do governo brasileiro de dar refúgio a Battisti.

Para ele, se Battisti fosse um criminoso comum, o governo italiano não faria essa pressão.
"Assim procederiam se na espécie não se tratasse de questão política? Seria ingenuidade acreditar no inverso do que surge repleto de obviedade maior!"

Marco Aurélio disse que com certeza o presidente Lula concordou com a decisão do ministro da Justiça de dar refúgio a Battisti.
"Façam ao menos justiça a sua excelência o ministro Tarso Genro, cujo domínio do direito todos reconhecem."

PRINCÍPIOS

O ministro defendeu a até então vigente jurisprudência do STF de que concedido o refúgio o processo de extradição deve ser arquivado. Para Marco Aurélio, o STF não pode assumir um papel que é do governo.

"O Supremo não há de substituir-se ao Executivo, adentrando seara que não lhe está reservada constitucionalmente e, repito, simplesmente menosprezando a quadra vivenciada à época na Itália e retratada com todas as letras na decisão proferida", argumentou.

Marco Aurélio criticou o que chamou de julgamento desordenado. "Há necessidade de preservarem-se princípios, parâmetros e valores. Única forma de avançar-se culturalmente e aprimorar-se o Estado Democrático de Direito. O julgamento desordenado, embaralhando-se temas, não se coaduna com a organicidade do direito, com a segurança jurídica garantida constitucionalmente", disse.

(des)goveerno agora quer responsabilizar Itaipu

Itaipu sob suspeita
Apesar de Itaipu ter afirmado que não contribuiu com o apagão de terça-feira, e dos ministros da Casa Civil e de Minas e Energia declararem que este é um “assunto encerrado”, o governo vai investigar a geração de energia da hidrelétrica na noite em que o blecaute aconteceu.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) querem saber se a produção a plena carga das 18 turbinas de Itaipu sobrecarregou e fragilizou as linhas de transmissão, que teriam ficado mais vulneráveis aos raios.

O Estadão, citando uma fonte do governo, diz que esse tipo de pressão sobre a rede pode causar curto-circuito e que a Aneel também quer saber se o planejamento da alta produção de Itaipu foi autorizado pela ONS.

Dilma Rousseff, da Casa Civil, falou pela primeira vez sobre o assunto e, insistindo na versão de que raios causaram a queda das linhas de transmissão, disse que considera assunto encerrado.

Como relata a Folha, a pré-candidata do governo à Presidência se esforçou para diferenciar o apagão desta semana daquele que aconteceu no governo Fernando Henrique, quando houve racionamento de energia.

E afirmou que não há como evitar que novas quedas de energia aconteçam. Horas antes, Edson Lobão, das Minas e Energia, também havia declarado que o assunto estava encerrado para o governo.

[lembrete: O Lobão está ministro por ser da cota do Sarney, mas nem trocar uma lâmpada ele sabe.]

Governo põe Itaipu sob suspeita

Agência quer saber se planejamento de produção foi devidamente autorizado e se houve erro de operação do ONS

Apesar de o diretor-geral de Itaipu, Jorge Samek, ter dito ainda na terça-feira que a usina havia contribuído com "zero de problema" para o apagão, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vão investigar a geração da hidrelétrica na noite da pane no sistema de transmissão. Os órgãos de regulação e de planejamento da geração e distribuição querem saber se a produção a plena carga das 18 turbinas de Itaipu (11.850 megawatts) sobrecarregou e fragilizou as linhas de transmissão, deixando-as mais vulneráveis a "incidentes meteorológicos".

A Aneel terá de saber também se o planejamento da produção de Itaipu foi devidamente autorizado pelo ONS e se, eventualmente, houve erro do próprio Operador Nacional ao permitir uma produção acima do suportável pela rede de transmissão. "Itaipu pode ter trabalhado em zona de risco", disse ontem ao Estado uma fonte do governo.

Essa pressão sobre a rede pode até forçar um curto-circuito, levando a um desligamento em cascata do sistema de transmissão. "Raios, ventos e chuvas fortes", causas apontadas pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) para o apagão de terça, podem apenas ter precipitado uma pane que já era iminente.

O sistema de controle de velocidade dos geradores monitora a frequência da rede. Quando sobe a velocidade de rotação das turbinas, em um momento de baixo consumo, o sistema começa a tirar geração. Quando uma grande linha de transmissão cai e provoca uma redução abrupta da carga, o gerador da usina hidrelétrica tende a acelerar. Para evitar pane em cadeia no sistema, o gerador tem de ser desligado.

O sistema hidrelétrico é uma cascata de usinas, e Itaipu é a última da série do Paraná. Como não há outras usinas abaixo dela, a lógica da operação é "maximizar a geração a jusante" - nas usinas acima de Itaipu -, onde é possível armazenar energia, isto é, onde é possível estocar água para geração futura.

Em razão do controle rigoroso do tamanho do Lago de Itaipu, por causa dos tratados firmados com a Argentina e o Paraguai, ela é uma "usina fio d"água", e não de armazenamento. A tendência, para desperdiçar o mínimo de água possível, é que a hidrelétrica gere o máximo de energia com o "fio d"água" corrente. Pelos acordos internacionais, o reservatório de Itaipu tem um estoque limitado de água para evitar que, na eventualidade de abertura total das comportas, isso
provoque inundações de proporções catastróficas no território argentino.

O ONS tem de entregar à Aneel o Relatório de Análise de Perturbação com a síntese do que ocorreu no apagão. A previsão, segundo a agência, é que seja apresentado em reunião na semana que vem.

Qual a credibilidade desta lista da Forbes? Que compara banana com laranja.

Barack Obama, nomeado pela FORBES a pessoa mais poderosa do mundo

O presidente norte-americano, Barack Obama, acrescentou mais um título a sua lista já longa de troféus: foi nomeado a pessoa mais poderosa do mundo em um ranking inaugural feito pela revista Forbes.

Obama, cuja popularidade dentro e fora dos Estados Unidos favoreceu a imagem do país diante do mundo, segundo várias pesquisas, encabeçou a lista da Forbes, que também inclui o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, e a apresentadora de TV Oprah Winfrey entre as pessoas que exercem influência sobre o mundo.

A Forbes disse que, na compilação do ranking inaugural, reduziu a lista preliminar para 67 pessoas, "número baseado no conceito de que é possível reduzir os 6,7 bilhões de pessoas do mundo a uma em cada 100 milhões que realmente tem importância."

"O objetivo da compilação desta lista é expor o poder e não glorificá-lo, e, com o tempo, revelar que a influência é tão facilmente perdida quanto é dificilmente conquistada", disse a revista.

Líderes mundiais e industriais dominaram os dez primeiros nomes da lista, que, segundo a Forbes, foi redigida com base no número de pessoas influenciadas por cada pessoa da lista, a capacidade desta de projetar poder para além de sua esfera de influência imediata, seu controle sobre recursos financeiros e quão ativamente a pessoa exerce o poder.

Além do presidente Lula, o outro brasileiro no ranking da Forbes é o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, considerado um dos maiores produtores de soja do mundo, que apareceu em 62o lugar. Cinco posições atrás dele está o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fechando a lista.

Também constam da lista pesos pesados financeiros, incluindo o executivo-chefe do banco Goldman Sachs, Lloyd Blankfein (18o) e o investidor e filantropo bilionário Warren Buffett (14o), além do papa Bento 16 (11o).

Bin Laden foi o 37o colocado na lista, e Opra Winfrey, a 45a. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, ocupou a 29a colocação, e a rainha Elizabeth não figurou na lista.

Veja os 10 primeiros colocados da lista:

1. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama

2. O presidente da China, Hu Jintao.

3. O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin.

4. O presidente do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), Ben Bernanke

5. Sergey Brin e Larry Page, fundadores do Google

6. Carlos Slim, executivo-chefe da empresa mexicana Telmex

7. Rupert Murdoch, presidente do grupo de mídia News Corp.

8. Michael T. Duke, executivo-chefe da Wal-Mart Stores

9. O rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz

10. Bill Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates

[a revista FORBES publica anualmente a lista dos bilionários do mundo. Referida lista goza de grande credibilidade e nunca foi alvo de contestação.
Mas, esta dos mais poderosos não apresenta critérios confiáveis nem parâmetros que permitam uma comparação cientificamente correta.
Barack Obama, por ser presidente dos Estados Unidos, ocupa merecidamente o primeiro lugar entre os mais poderosos do mundo - o presidente dos EUA sempre foi considerado o homem mais poderoso do mundo.
Mas, colocar o Apedeuta que ainda presidente o Brasil em um ranking do qual consta Bill Gates, Carlos Slim, os fundadores do Google, é com certeza desmerecer, desqualificar já na primeira edição tal lista.]

Mentiras do governo petista

MENTIRA:

  • “Só haveria risco de apagão se o governo não exercesse seu papel de governo.” (Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, 28/10/2004).

A VERDADE:

  • Mais preocupada com a sua campanha eleitoral do que com o papel que exerce no governo, a ministra-candidata e especialista em energia Dilma Rousseff simplesmente desapareceu desde o apagão que deixou 60 milhões de pessoas sem luz na última terça-feira. Um apagão que poderia ser evitado se o governo do PT de fato exercesse seu papel de governo e atendesse as recomendações do relatório encaminhado em julho pelo Tribunal de Contas da União a Dilma Rousseff apontando o baixo investimento na área de energia elétrica e pedindo providências para evitar blecautes no país com medidas como reforço de pessoal e melhorias na gestão do setor.

O apagão da Dilma Rousseff

MENTIRA:

  • “Só haveria risco de apagão se o governo não exercesse seu papel de governo.” (Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, 28/10/2004).

A VERDADE:

  • Mais preocupada com a sua campanha eleitoral do que com o papel que exerce no governo, a ministra-candidata e especialista em energia Dilma Rousseff simplesmente desapareceu desde o apagão que deixou 60 milhões de pessoas sem luz na última terça-feira. Um apagão que poderia ser evitado se o governo do PT de fato exercesse seu papel de governo e atendesse as recomendações do relatório encaminhado em julho pelo Tribunal de Contas da União a Dilma Rousseff apontando o baixo investimento na área de energia elétrica e pedindo providências para evitar blecautes no país com medidas como reforço de pessoal e melhorias na gestão do setor.
Que vergonha Lula

MENTIRA:
  • “Isso significa que o Brasil está se preparando para nunca mais sofrer a história do apagãoque vocês conheceram, que aconteceu em 2001. Aquilo foi uma vergonha nacional.” (Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Tocantins, 10/08/05).

A VERDADE:

  • Quatro anos depois, é Lula quem deve se envergonhar por suas declarações e pelo apagão que atingiu 60 milhões de pessoas na última terça-feira. A verdade é que o governo do PT não se preparou e houve sobrecarga de consumo de energia elétrica, pois não não há linhas de transmissão suficientes, falta manutenção às existentes e faltaram investimentos em sistemas mais modernos de gestão das linhas e do sistema interligado.
Leia mais sobre GENTE QUE MENTE

[esclarecimento: o Blog da UNR faz questão de registrar sua independencia ao PSDB e a qualquer partido político existente; o detaque dado ao Blog GENTE QUE MENTE deve-se que citado Blog apresenta mentiras do desgoverno Lula e tudo deve ser feito para mostrar que toas as supostas realização do governo petista são fraudulentas e não resistem a uma análise isenta.
Portanto, o Blog GENTE QUE MENTE é citado e indicado pelas mentiras que aponta e não suas ligações políticas. Blog da UNR, a verdade antes de tudo.]

Extraditem Battisti

Extradição ou refúgio?

Caso Battisti: julgamento sobre extradição é suspenso com placar empatado em 4 a 4

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o julgamento sobre o destino do ex-ativista italiano Cesare Battisti quando o placar estava empatado em 4 a 4.

Como o ministro Marco Aurélio Mello precisou sair para viajar, o presidente da corte, Gilmar Mendes, suspendeu a sessão. Gilmar, o único a não votar ainda, alegou que, como o voto de Marco Aurélio foi longo e fundamentado, o ministro precisaria estar presente até o fim do julgamento, que será retomado na quarta-feira da semana que vem.

Battisti foi condenado em seu país pela participação no assassinato de quatro pessoas na década de 1970, época em que militava no Proletários Armados pelo Comunismo, organização de extrema esquerda. A tendência no Supremo é pela extradição do italiano.

Marco Aurélio Mello votou contra a extradição do ex-ativista. Caberia ao presidente Gilmar Mendes desempatar. No STF, há indicações de que Gilmar é favorável à extradição. Os ministros que já se pronunciaram, porém, ainda podem mudar o seu voto.

Mesmo se for confirmada a tendência do STF de extraditar Battisti, o destino dele ainda não estará traçado. A palavra final será do presidente Lula, que poderá escolher seguir ou não a decisão da Corte. Se Battisti for extraditado para a Itália, cumprirá pena de 30 anos. Se não, poderá viver no Brasil como refugiado político. [temos que ter em contra que no Brasil que Lula finge governar, ser bandido é considerado ponto favorável no curriculo, inclusive para um emprego no primeiro escalão do governo federal.]

Durante o seu voto, Marco Aurélio argumentou que os crimes que teriam sido cometidos por Battisti na Itália na década de 70 já prescreveram, uma vez que ele foi condenado em 1988. Pela legislação italiana, a pena pode ser executada a qualquer momento. A lei brasileira impõe prazo máximo de 20 anos para o cumprimento da sentença.

- (Os crimes) vieram a baila em mês e ano anteriores a passagem dos 20 anos contados da decisão condenatória. A prescrição penal é vista a partir de regras disciplinadoras que tem cunho instrumental e material.

Segundo ele, não caberia à Corte examinar se o refúgio concedido, em janeiro, pelo governo brasileiro ao italiano é ou não legal. Mas, na sua opinião, a medida era necessária, uma vez que Battisti seria vítima de perseguição política em seu país.

- A visão do ministro de Estado da Justiça, Tarso Genro (que concedeu o refúgio), mostrou-se, acima de tudo, realista e humanitária, atendendo a noções consagradas internacionalmente - afirmou.

O governo concedeu refúgio a Battisti, considerando que os crimes pelos quais o italiano foi condenado eram políticos. E que ele corria o risco de ser perseguido em seu país, caso fosse extraditado.

[absurdA a interpretação do Tarso Genro de que o assassino Battisti seria perseguido em seu páis se extraditado; a Itália é uma democracia que respeita os direitos até dos bandidos que lá comprem pena.

Outra incoerência do atual ministro da Justiça, não quer extraditar Battisti alegando risco de perseguição política, mas não vacilou um segundo quando entregou ao COMA ANDANTE Castro os dois boxeadores cubanos e Cuba, é sabido, persegue qualaquer adversário político do regime dos irmãos Castro.

Outra, mais uma, incoerência do senhor Genro alega que os crimes de Battisti estão prescritos e ao mesmo tempo quer revogar a Lei da Anistia para perseguir os brasileiro do BEM que, no estrito cumprimento do DEVER LEGAL, perwseguiram os terroristas que pretendiam transformar o Brasil em satélite da URSS.]

Toffoli decide não participar do julgamento

A possibilidade de o julgamento terminar em empate foi afastada com a decisão do minisatro Toffoli de não participar do julgamento.

Toffoli, que era o advogado-geral da União quando o governo deu ao ativista a condição de refugiado, comunicou ao Supremo nesta quinta-feira, conforme informou o blog do Noblat, que não participaria da sessão. Toffoli tomou posse como ministro do STF no mês seguinte à sessão que começou a analisar a extradição de Battisti. No documento apresentado nesta quinta-feira, Toffoli se declara suspeito no caso por questões de "foro íntimo".

Manifestantes são retirados do plenário

Antes do julgamento começar, cinco integrantes do Grupo Radical do Ceará foram retirados do plenário por cerca de dez seguranças após exibirem uma faixa em apoio ao ex-ativista. "Basta a farsa do STF, liberdade para Cesare Battisti". Para o grupo, o STF não deveria prosseguir com o julgamento da extradição do italiano uma vez que o ministro da Justiça já concedeu refúgio a Battisti.

- Só estávamos reivindicando nossos direitos de nos expressarmos. Usaram a força contra a gente - criticou Chicão Oliveira, um dos integrantes do grupo.

Ministério: Extradição de Battisti abrirá precedente

Em nota divulgada nesta quinta-feira, o Ministério da Justiça afirmou que, caso o Supremo decida pela extradição do italiano Cesare Battisti para a Itália, o Brasil deverá receber mais pedidos de extradição de outros refugiados.

Segundo o Comitê Nacional para Refugiados (Conare), órgão do Ministério da Justiça, representantes de diversos países já indicaram que poderiam cassar refúgio de seus cidadãos no Brasil. Ainda de acordo com o Ministério da Justiça, vivem no Brasil 4.183 refugiados de 76 países diferentes.

Italiano aguarda resultado do julgamento em penitenciária

Em 1993, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 70 - dois como autor, noutros como organizador. Battisti nega os crimes.

Após se refugiar na França durante o governo do socialista François Mitterrand, Battisti, que tornara-se escritor, fugiu para o Brasil em 2004. Ele foi preso em março de 2007, em Copacabana, onde morava, e transferido para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, onde desde então aguarda o resultado do processo de extradição pedido pela Itália.

Investimento em 2009 transmissão de energia: o mais baixo dos últimos dez anos

Eletrobrás usou, este ano,apenas 38% dos R$ 7,2 bi planejados para geração e transmissão
Responsável por cerca de 56% das linhas de transmissão
que interligam o país, o Grupo Eletrobrás - formado por uma holding e quatro subsidiárias - investiu, de janeiro a agosto, R$ 2,773 bilhões, apenas 38% dos R$ 7,243 bilhões planejados para este ano nos sistemas de geração e transmissão sob sua responsabilidade. Neste ritmo de execução, o percentual realizado tende a ser, ao fim de 2009, o mais baixo dos últimos dez anos - período durante o qual nunca a estatal conseguiu entregar mais de 80% dos investimentos que estavam previstos no seu orçamento.

Para o presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, o baixo desempenho dos investimentos da Eletrobrás ocorre porque a empresa está sem foco, preocupada mais com aspectos políticos do que técnicos. Ele considera o montante concretizado pequeno para o que o grupo pretende se tornar:

- A Eletrobrás não tem claramente uma direção nesse plano de investimentos. Quer atender o presidente Lula e virar a Petrobras do setor elétrico. Quer investir no exterior, quando há tantos problemas no Brasil a se resolver. Por isso, está completamente sem foco. Quer abraçar muitas coisas e acaba tendo dificuldades do ponto de vista empresarial.

Até agosto, gasto estaria em 49%

Procurada, a holding informou que as empresas do sistema Eletrobrás já realizaram, até setembro, 49% do orçamento previsto para este ano na área de geração. O percentual é o mesmo para a transmissão. Ainda segundo a companhia, até o fim do ano o desempenho será de 70% do Orçamento, o equivalente a R$ 7,2 bilhões.

Em seu site, a holding promete gastar R$ 2,54 bilhões este ano em construção, ampliação e reforços de linhas de transmissão no país. A estatal planeja 28 novas linhas de transmissão de Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul, construídas com recursos próprios ou em parceria, num total de 9.780 km, entre 2009 e 2012.

- Os investimentos em geração e transmissão estão sendo feitos, mas poderiam ocorrer de forma mais rápida e mais rigorosa, com um monitoramento maior no sistema de proteção. Se o apagão da última terça-feira tivesse acontecido durante o dia, haveria um grande prejuízo para o setor industrial - comentou Otávio Santoro, diretor executivo da Indeco Energia e Águas.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Capacidade de planejamento da Dilma SIFU com o apagão

Apagão queima Dilma como “planejadora” e expõe perigo real do “sistema interligado” sob controle de Sarney

O recente apagão energético eletrizou o presimente Stalinácio da Silva, chamuscou sua candidata Dilma Rousseff e confirmou o perigo real de ter entregado o setor energético brasileiro para o “sistema interligado” de homens de confiança de José Sarney. O inesperado blecaute tirou o suposto brilho de “planejamento” e “boa gestão” com o qual os marketeiros nazipetistas tentam desenhar a imagem de Dilma.

O incidente derrubou as recentes mentiras oficiais da propaganda nazipetista. No último dia 29 de outubro, em declaração ao programa da Radiobrás "Bom dia, Ministro", Dilma declarou: “Nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão. É que nós hoje voltamos a fazer planejamento”. No dia 23 de março, ao comentar a inauguração do terminal de gás natural liquefeito, na Baía de Guanabara, Lula se vangloriou:
“Podermos dizer ao povo brasileiro que nós não corremos risco de apagão em hipótese alguma no Brasil”.

Lula e Dilma acabaram desmentidos pela dura realidade brasileira.
Preocupado com o efeito apagão, Lula tentou ontem explicitar as diferenças entre o blecaute de 2001, que desgastou a administração tucana de Fernando Henrique, e o de agora. Lula insistiu que, em sete anos de seu governo, foram feitos 30% de todas as instalações de linhas de transmissão de energia no País em relação a 123 anos de História. Só faltou ele esclarecer que todo o empreendimento foi administrado pelos aliados de José Sarney e do PMDB, com o “planejamento” conjunto da Dilma.

Lula ordenou que ninguém no governo chame o problema de “apagão”. Mandou que se use a expressão “blecaute”. Apagão ou blecaute o problema reacendeu a fragilidade do discurso político eleitoreiro. E comprovou como também é frágil sistema interligado de energia do Brasil. Ficou claro que qualquer falha em uma linha localizada pode provocar um apagão generalizado, em efeito dominó.


Profecia às avessas
A Globonews repetiu ontem, várias vezes, uma previsão recente de Dilma Rousseff que acabou desmentida pela realidade:

Nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão. É que nós hoje voltamos a fazer planejamento. Então, nós olhamos qual é a necessidade que o Brasil tem de energia nos próximos cinco anos. Ao olharmos isso, providenciamos as usinas que são necessárias para o Brasil. Se o país crescer a quatro, se crescer a cinco, se crescer a seis por cento ao ano terá essas usinas disponibilizadas; é assim que funciona
”.

Palavras anti-proféticas da ministra Dilma Rousseff, em entrevista no dia 29 de outubro.

Fonte: Blog Alerta Total

Por: Jorge Serrão


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Coréia do Sul em alerta máximo

Tensão nas Coreias
Um dia depois de trocar tiros em alto-mar com navios da Coreia do Norteo primeiro conflito armado entre os vizinhos em sete anos -, o governo da Coreia do Sul colocou ontem suas forças em estado de alerta e disse estar pronto para responder a qualquer agressão militar.

Emissoras de TV de Seul dizem que um militar norte-coreano morreu e três ficaram feridos, mas a Coreia do Norte não confirmou a informação. O confronto não deve frustrar os planos dos Estados Unidos de enviar um representante a Pyongyang para discutir o programa nuclear norte-coreano. O incidente fez crescer os rumores de que o líder norte-coreano, Kim Jong-il, esteja tentando fomentar a tensão para tirar vantagens de uma possível negociação com os EUA, que tentam convencer a Coreia do Norte a retornar ao grupo de países que discutem o desarmamento nuclear.

Amanhã, o presidente Barack Obama começa uma viagem pela Ásia, incluindo visita a Seul, em que vai tentar retomar laços com o continente, negligenciado pelo governo de seu antecessor, George W. Bush, informa o Estadão.

O governo da Coreia do Sul colocou ontem suas forças em estado de alerta e disse estar pronto para responder a qualquer agressão militar da Coreia do Norte. A advertência de Seul foi feita depois de navios-patrulha de ambos os países vizinhos terem trocado tiros na terça-feira, na primeira escaramuça entre as duas Coreias em sete anos. Emissoras de TV de Seul dizem que um militar norte-coreano morreu e três ficaram feridos, mas a Coreia do Norte não confirmou a informação.

O confronto não deve frustrar os planos de Washington de enviar um representante a Pyongyang para discutir o programa nuclear norte-coreano, disse ontem a secretária de Estado americano, Hillary Clinton. O incidente fez crescer os rumores de que o líder norte-coreano, Kim Jong-il, esteja tentando fomentar a tensão para tirar vantagens de uma possível negociação com os EUA. O governo de Pyongyang qualificou o incidente de "conspiração" de Seul, com o objetivo de aumentar a tensão entre os dois países, informou o diário Rodong Sinmun.

O confronto "não afeta de maneira nenhuma nossa decisão" de enviar um representante a Pyongyang para discutir sobre o programa nuclear norte-coreano, disse Hillary.
"Pensamos que este é um passo importante que será mantido."

Os EUA tentam convencer a Coreia do Norte a retornar ao grupo de países que discutem o desarmamento nuclear - EUA, Rússia, França, Japão e Coreia do Sul. Desde janeiro, os representantes de Kim não participam do grupo.

Seul e Pyongyang trocam acusações sobre quem teria dado início à escaramuça de quarta-feira. Para a Coreia do Sul, um navio militar norte-coreano violou os limites fixados em 1953 pela ONU, a oeste da Península Coreana. Depois de tentar contato por rádio cinco vezes, a embarcação sul-coreana teria recebido 50 disparos como resposta. Os sul-coreanos responderam efetuando 200 disparos que acabaram incendiando o navio norte-coreano. Seul enviou mais dois navios à região.

O ministro da Defesa sul-coreano, Kim Tae-young, disse à Assembleia Nacional que os vizinhos do Norte podem tomar medidas retaliatórias contra o Sul. Seul não detectou movimentos incomuns de tropas, mas, mesmo assim, optou por colocar seus 680 mil militares - um dos maiores contingentes do mundo - em alerta.