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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

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domingo, 30 de setembro de 2007

Desmistificando o MITO = a verdade sobre Che Guevara

Che Há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa
"Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto."

Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".
Essa é a realidade esquecida.
No mito, sempre lembrado, ecoam as palavras ditas ao tenente boliviano Mário Terán, encarregado de sua execução, e que parecia hesitar em apertar o gatilho: "Você vai matar um homem". Essas, sim, servem de corolário perfeito a um guerreiro disposto ao sacrifício em nome de ideais que valem mais que a própria vida. Ambas as frases foram relatadas por várias testemunhas e meticulosamente anotadas pelo capitão Gary Prado Salmón, do Exército boliviano, responsável pela captura de Che. Provenientes das mesmas fontes, merecem, portanto, idêntica credibilidade. O esquecimento de uma frase e a perpetuação da outra resumem o sucesso da máquina de propaganda marxista na elaboração de seu maior e até então intocado mito. Che tem um apelo que beira a lenda entre os jovens dos cinco continentes. Como homem de carne e osso, com suas fraquezas, sua maníaca necessidade de matar pessoas, sua crença inabalável na violência política e a busca incessante da morte gloriosa, foi um ser desprezível. "Ele era adepto do totalitarismo até o último pêlo do corpo", escreveu sobre ele o jornalista francês Régis Debray, que por alguns meses conviveu com Che na Bolívia.

Por suas convicções ideológicas, Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro.
Entre a captura e a execução de Che na Bolívia, passaram-se 24 horas. Nesse período, o governo boliviano e os americanos da CIA que ajudaram na operação decidiram entre si o destino de Guevara. Execução sumária? Não para os padrões de Che. Centenas de homens que ele fuzilou em Cuba tiveram sua sorte selada em ritos sumários cujas deliberações muitas vezes não passavam de dez minutos.
VEJA conversou com historiadores, biógrafos, antigos companheiros de Che na guerrilha e no governo cubano na tentativa de entender como o rosto de um apologista da violência, voluntarioso e autoritário, foi parar no biquíni de Gisele Bündchen, no braço de Maradona, na barriga de Mike Tyson, em pôsteres e camisetas. Seu retrato clássico – feito pelo fotógrafo cubano Alberto Korda em 1960 – é a fotografia mais reproduzida de todos os tempos. O mito é particularmente enganoso por se sustentar no avesso do que o homem foi, pensou e realizou durante sua existência. Incapaz de compreender a vida em uma sociedade aberta e sempre disposto a eliminar a tiros os adversáriosmesmo os que vestiam a mesma farda que ele –, Che é, paradoxalmente, visto como um símbolo da luta pela liberdade. Guevara é responsável direto pela morte de 49 jovens inexperientes recrutas que faziam o serviço militar obrigatório na Bolívia. Eles foram mobilizados para defender a soberania de sua pátria e expulsar os invasores cubanos, sob cujo fogo pereceram.
Tendo ajudado a estabelecer um sistema de penúria em Cuba, Che agora é apresentado como um símbolo de justiça social. Politicamente dogmático, aferrado com unhas e dentes à rigidez do marxismo-leninismo em sua vertente mais totalitária, passa por livre-pensador.
O regime policialesco de Fidel Castro não permite que aqueles que conviveram com Che e permanecem em Cuba possam ir além da cinzenta ladainha oficial. Por isso, apesar do rancor que pode apimentar suas lembranças, os exilados cubanos são vozes de maior credibilidade. O movimento que derrubou o ditador Fulgencio Batista, em 1959, não foi uma ação de comunistas, como pretende Fidel Castro. Boa parte da liderança revolucionária e dos comandantes guerrilheiros tinha por objetivo a instauração da democracia em Cuba. Mas foi surpreendida por um golpe comunista dentro da revolução. Acabaram presos, fuzilados ou deportados. Desde o início, Che representou a linha dura pró-soviética, ao lado do irmão de Fidel, Raul Castro. Na versão mitológica, Che era dono de um talento militar excepcional. Seus ex-companheiros, no entanto, lembram-se dele como um comandante imprudente, irascível, rápido em ordenar execuções e mais rápido ainda em liderar seus camaradas para a morte, em guerras sem futuro no Congo e na Bolívia - (exceto na revolução cubana, sua vida foi uma seqüência de fracassos. Como guerrilheiro, foi derrotado no Congo e na Bolívia ).
Huber Matos, que lutou sob as ordens do argentino em Cuba, falou a VEJA sobre o fracasso de Che como comandante: "A luta foi difícil na primavera de 1958. A frente de comportamento mais desastroso foi a de Che. Mas isso não o afetou, porque era o favorito de Fidel, que nos impedia de discutir abertamente o trabalho pífio de seu protegido como guerrilheiro".
Pouco depois do triunfo da guerrilha, ao perceber os primeiros sinais de tirania, Huber renunciou a seu posto no governo revolucionário e informou que voltaria a ser professor. Preso dois dias depois, passou vinte anos na cadeia. Vive hoje em Miami. À moda soviética, sua imagem foi removida das fotos feitas durante a entrada solene em Havana, em que aparecia ao lado de Fidel e Camilo Cienfuegos, outro comandante não comunista desaparecido em circunstâncias misteriosas nos primórdios da revolução.
Nomeado comandante da fortaleza La Cabaña, para onde eram levados presos políticos, Che Guevara a converteu em campo de extermínio. Nos seis meses sob seu comando, duas centenas de desafetos foram fuzilados, sendo que apenas uma minoria era formada por torturadores e outros agentes violentos do regime de Batista. A maioria era apenas gente incômoda.
Napoleon Vilaboa, membro do Movimento 26 de Julho e assessor de Che em La Cabaña, conta agora ter levado ao gabinete do chefe um detido chamado José Castaño, oficial de inteligência do Exército de Batista. Sobre Castaño não pesava nenhuma acusação que pudesse produzir uma sentença de morte. Fidel chegou a ligar para Che para depor a favor de Castaño. Tarde demais. Enquanto dava voltas em torno de sua mesa e da cadeira onde estava o militar, Che sacou a pistola 45 e o matou ali mesmo com balaços na cabeça. Em outra ocasião, Che foi procurado por uma mãe desesperada, que implorou pela soltura do filho, um menino de 15 anos preso por pichar muros com inscrições contra Fidel. Um soldado informou a Che que o jovem seria fuzilado dali a alguns dias. O comandante, então, ordenou que fosse executado imediatamente, "para que a senhora não passasse pela angústia de uma espera mais longa".
Em seu diário da campanha em Sierra Maestra, Che antecipa o seu comportamento em La Cabaña. Ele descreve com naturalidade como executou Eutímio Guerra, um rebelde acusado de colaborar com os soldados de Batista: "Acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola calibre 32 no lado direito do crânio, com o orifício de saída no lobo temporal direito. Ele arquejou um pouco e estava morto. Seus bens agora me pertenciam". Em outro momento, Che decidiu executar dois guerrilheiros acusados de ser informantes de Batista. Ele disse:
"Essa gente, como é colaboradora da ditadura, tem de ser castigada com a morte". Como não havia provas contra a dupla, os outros rebeldes presentes se opuseram à decisão de Che. Sem lhes dar ouvidos, ele executou os dois com a própria pistola. Essa frieza e a crueldade sumiram atrás da moldura romântica que lhe emprestaram, construída pelos mesmos ideólogos que atribuíram a ele a frase famosa – "Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás". Frase criada pela propaganda esquerdista.
Como o jovem aventureiro que excursionou de motocicleta pelas Américas se tornou um assassino cruel e maníaco? O jornalista americano Jon Lee Anderson, autor da mais completa biografia de Che, escreveu que ele era um fatalista – e esse fatalismo aguçou-se depois que se juntou aos guerrilheiros cubanos. "Para ele, a realidade era apenas uma questão de preto e branco. Despertava toda manhã com a perspectiva de matar ou morrer pela causa", afirma Anderson.
Ernesto Guevara Lynch de la Serna nasceu em 14 de maio de 1928, em uma família de esquerdistas ricos na Argentina. Sofreu de asma a vida inteira. Antes de se formar em medicina, profissão que nunca exerceu de fato, viajou pela América do Sul durante oito meses. Depois de terminada a faculdade, saiu da Argentina para nunca mais voltar. Encontrou-se com Fidel Castro no México, em 1955, onde aprendeu técnicas de guerrilha. No ano seguinte, participou do desembarque em Cuba do pequeno contingente de revolucionários. Depois de dois anos de combates na Sierra Maestra, Fidel tomou o poder em Havana. Che ocupou-se primeiro dos fuzilamentos e, depois, da economia, assunto do qual nada entendia. José Illan, que foi vice-ministro de Finanças antes de fugir de Cuba, contou a VEJA que o argentino "desprezava os técnicos e tratava a nós, os jovens cubanos, com prepotência". No comando do Banco Central e depois do Ministério da Indústria, Che começou a nacionalizar a indústria e foi o principal defensor do controle estatal das fábricas. "Che era um utópico que acreditava que as coisas podiam ser feitas usando-se apenas a força de vontade", diz o historiador Pedro Corzo, do Instituto da Memória Histórica Cubana, em Miami. Como resultado de sua "força de vontade", a produção agrícola caiu pela metade e a indústria açucareira, o principal produto de exportação de Cuba, entrou em colapso. Em 1963, em estado de penúria, a ilha passou a viver da mesada enviada pela então União Soviética.
Não havia mais o que Che pudesse fazer em Cuba. Era ministro da Indústria, mas divergia de Fidel em questões relativas ao desenvolvimento econômico. De maneira simplista, ele acreditava que incentivos morais tinham maiores probabilidades de estimular o trabalho. Che também se tornou crítico feroz da União Soviética, da qual o regime cubano dependia para sobreviver. Não por discordar do Kremlin, mas porque julgava os soviéticos tímidos na promoção da revolução armada no Terceiro Mundo. Para se livrar dele, Fidel o mandou como delegado à Assembléia-Geral das Nações Unidas em 1964. No ano seguinte, Che foi secretamente combater no Congo, à frente de soldados cubanos. Ali, paralisado por incompreensíveis rivalidades tribais, derrotado no campo de batalha e abatido pela diarréia, Che propôs a seus comandados lutar até a morte. Mas foi demovido do propósito pela soldadesca, que não aceitou o sacrifício numa guerra sem sentido.
Daí em diante o argentino tornou-se uma figura patética. Em Havana, Fidel divulgara a carta em que ele renunciava à cidadania cubana e anunciava sua disposição de levar a guerra revolucionária a outras plagas. Pego de surpresa pela leitura prematura do documento, Che ficou no limbo, sem ter para onde voltar. "Sua vida foi uma seqüência de fracassos", disse a VEJA o historiador cubano Jaime Suchlicki, da Universidade de Miami.
"Como médico, nunca exerceu a profissão. Como ministro e embaixador, não conseguiu o que queria. Como guerrilheiro, foi eficiente apenas em matar por causas sem futuro."
Na falta de opções, Che escolheu a Bolívia para sua nova aventura guerrilheira. Ele lutaria em território montanhoso e inóspito, imerso na selva, sem falar o dialeto indígena dos camponeses bolivianos. O plano original era adentrar, pela fronteira, a província argentina de Salta. Mas um contigente exploratório foi aniquilado rapidamente pelo exército daquele país. A missão boliviana era, de todos os pontos de vista, suicida. Ainda assim, Fidel a apoiou, a ponto de designar alguns soldados de seu exército para o destacamento guerrilheiro. O ditador cubano também equipou e financiou a expedição, com a qual manteve contato até que seu fracasso se tornou evidente.
Além da falta de apoio do povo boliviano, que tratou os cubanos chefiados por Che como um bando de salteadores, a expedição fracassou também pela traição do Partido Comunista Boliviano. VEJA perguntou a um de seus mais altos dirigentes dos anos 60, Juan Coronel Quiroga: "O PCB traiu Che Guevara?". Resposta de Quiroga: "Sim". A explicação? "Nosso partido era afinado com Moscou, onde a estratégia de abrir focos de guerrilha como a de Che estava há muito desacreditada."
Quiroga era amigo pessoal do então ministro da Defesa da Bolívia e conseguiu que as mãos do cadáver de Che Guevara fossem decepadas, mantidas em formol e entregues a ele. "Por anos guardei as mãos de Che debaixo da minha cama em um grande pote de vidro. Um dia meu filho deparou com aquilo e quase entrou em pânico", conta Quiroga. Anos mais tarde, coube a Quiroga a missão de entregar o lúgubre pote com as mãos de Guevara à Embaixada de Cuba em Moscou.
A morte de Che foi central para a estabilização do regime cubano nos anos 60, de acordo com o polonês naturalizado americano Tad Szulc, na sua celebrada biografia de Fidel. O fim do guerrilheiro argentino ajudou o ditador a pacificar suas relações com Moscou e ainda lhe forneceu um ícone de aceitação mais ampla que a própria revolução. O esforço de construção do mito foi facilitado por vários fatores. Quando morreu, Che era uma celebridade internacional.
Três fatos ajudaram a consolidar o mito.
O primeiro foi a morte prematura de Che, que eternizou sua imagem jovem. Aos 39 anos, ele estava longe de ser um adolescente quando foi abatido, mas a pinta de galã lhe garantia um aspecto juvenil. O fim precoce também o salvou de ser associado à agonia do comunismo. A decadência física e política de Fidel Castro, desmoralizado pela responsabilidade no isolamento e no atraso econômico que afligem o povo cubano, dá uma idéia do que poderia ter acontecido com Che, que era apenas dois anos mais jovem que o ditador.
O segundo fato foi a ajuda involuntária de seus algozes.
Preocupados em reunir provas convincentes de que o guerrilheiro célebre estava morto, os militares bolivianos mandaram lavar o corpo e aparar e pentear sua barba e seu cabelo. Também resolveram trocar sua roupa imunda. Tudo isso para poder tirar fotos em que ele fosse facilmente identificado. O resultado é um retrato com espantosa semelhança com as pinturas barrocas do Cristo morto de expressão beatificada.
A terceira contribuição recebida pelos esquerdistas na construção do mito veio do contexto histórico. Che morreu às vésperas dos grandes protestos em defesa dos direitos civis, da agitação dos movimentos estudantis e da revolução de costumes da contracultura – turbulências que marcaram o ano de 1968. Era um personagem perfeito para ser símbolo da juventude de então, que se definia pela "determinação exacerbada e narcisista de conseguir tudo aqui e agora", como escreveu o mexicano Jorge Castañeda, em sua biografia de Che. A história, no entanto, mostra que o homem era muito diferente do mito. Mas quem resiste? Neste mês, nos Estados Unidos, o cubano Gustavo Villoldo, chefe da equipe da CIA que participou da captura do guerrilheiro, vai leiloar uma mecha de cabelo de Che.
Se houve um ganhador da Guerra Fria, foi Che Guevara. Ele morreu e foi santificado antes que seu narcisismo suicida e os crimes que decorreram dele pudessem ser julgados com distanciamento, sob uma luz mais civilizada, que faria aflorar sua brutalidade com nitidez. Pobre Fidel Castro. Enquanto Che foi cristalizado na foto hipnótica de Alberto Korda, ele próprio, o supremo comandante, aparece cada dia mais roto, macilento, caduco, enquanto se desmancha lentamente dentro de um ridículo agasalho esportivo diante das lentes das câmeras da televisão estatal cubana. O método de luta política que Guevara adotou já era errado em seu tempo. No rastro de suas concepções de revolução pela revolução, a América Latina foi lançada em um banho de sangue e uma onda de destruição ainda não inteiramente avaliada e, pior, não totalmente assentada.
O mito em torno de Che constitui-se numa muralha que impediu até agora a correta observação de alguns dos mais desastrosos eventos da história contemporânea das Américas. Está passando da hora de essa muralha cair.
Felix Rodríguez foi uma das últimas pessoas a conversar com Che Guevara. Mais do que isso, foi ele quem recebeu e transmitiu a ordem para que o guerrilheiro fosse executado. Cubano exilado nos Estados Unidos, ele era o operador de rádio enviado à Bolívia pela CIA para auxiliar na caçada e, também, para ajudar a identificar Guevara. Veterano da fracassada invasão da Baía dos Porcos, em 1961, Rodríguez vive hoje em Miami, aos 66 anos. Ele falou ao repórter Duda Teixeira.
COMO CHEGOU A ORDEM PARA MATAR CHE?As instruções que recebi nos Estados Unidos eram para poupar sua vida. A CIA sabia da divergência de idéias entre Che e Fidel e acreditava que, a longo prazo, ele poderia cooperar com a agência.
A ordem para sua execução veio por rádio, de uma alta autoridade boliviana. Era uma mensagem em código: "500, 600". O primeiro número, 500, significava Guevara. O segundo, que ele deveria ser morto. Tentei em vão convencer os militares bolivianos a permitir que ele fosse levado para ser interrogado no Panamá. Eles negaram meu pedido e me deram um prazo.
Eu deveria entregar o corpo de Guevara até as 2 horas da tarde. Perto das 11h30, uma senhora aproximou-se de mim e perguntou quando iríamos matá-lo, pois ouvira no rádio que Che havia morrido em combate. Naquele momento compreendi que a decisão de executá-lo era irrevogável.
COMO FOI SUA ÚLTIMA CONVERSA COM ELE?Fui até o local de seu cativeiro e disse a ele que lamentava, mas eram ordens superiores. Che ficou branco como um papel. "É melhor assim. Eu nunca deveria ter sido capturado vivo", falou. Tirou o cachimbo da boca e me pediu para que o desse a um dos soldados. Ofereci-me para transmitir mensagens à sua família. "Diga a Fidel que esse fracasso não significa o fim da revolução, que logo ela triunfará em alguma parte da América Latina", ele falou em tom sarcástico. Aí lembrou da esposa. "Diga a minha senhora que se case outra vez e trate de ser feliz." Foram suas últimas palavras. Apertou a minha mão e me deu um abraço, como se pensasse que eu seria o carrasco.
Saí dali e avisei a um tenente armado com uma carabina M2, automática, que a ordem já tinha sido dada. Recomendei a ele que atirasse da barba para baixo, porque se supunha que Che havia morrido em combate. Eram 13h10 quando escutei o barulho de tiros. Che Guevara tinha sido morto.
COMO FOI O SEU PRIMEIRO CONTATO COM CHE GUEVARA
?Cheguei a La Higuera de helicóptero em 9 de outubro, um dia depois da captura de Che Guevara. Eu o encontrei com os pés e as mãos amarrados, ao lado dos corpos de dois cubanos. Sangrava de uma ferida na perna. Era um homem totalmente arrasado. Parecia um mendigo.
COMO FORAM SUAS CONVERSAS COM CHE?Nós nos tratamos com respeito. Eu o chamava de comandante. Falamos de Cuba e de outras coisas, mas ele permanecia calado quando as perguntas eram de interesse estratégico. Houve momentos em que não consegui prestar atenção ao que ele dizia. Ao olhar aquele homem derrotado, vinha-me à mente sua imagem no passado, sempre altiva e arrogante.
COMO FORAM AS RELAÇÕES DE CHE COM A POPULAÇÃO NA BOLÍVIA?Para sobreviver, é essencial que uma força guerrilheira conte com o apoio da população local. A aventura de Che na Bolívia foi um caso único em que uma guerrilha não conseguiu recrutar um único morador da área onde atuou. Só um agricultor ganhou a confiança dos guerrilheiros, e mesmo esse acabou por passar informações que permitiram ao Exército armar uma emboscada. Os poucos bolivianos que participaram da guerrilha eram dissidentes do Partido Comunista. Nenhum camponês.
POR QUE O SENHOR FOI ENVIADO À BOLÍVIA?O Exército boliviano estava totalmente despreparado para enfrentar uma guerrilha. A maior parte dos soldados trabalhava na construção de estradas e provavelmente jamais dera um tiro de fuzil. Nos primeiros embates, os guerrilheiros aprisionavam os soldados, tiravam suas roupas e os soltavam. Foi então que o governo boliviano pediu ajuda aos Estados Unidos.

Transcrito por Cézar Henrique

Concessões de TVs serão renovadas

Indepentemente da vontade do PT e de outras entidades esquerdistas e entreguistas, com destaque para a GANG do MST, MLST e outras em favor do que chama de “democratização” dos meios de comunicação, começaram a ser analisados os pedidos de renovação de outorga das maiores redes de TV do país.
As concessões de Globo, SBT, Bandeirantes e Record vencem em 5 de outubro. As concessões devem serão renovadas por mais 15 anos.

A renovação de outorga de canais de TV segue preceitos constitucionais que atribuem ao Poder Executivo - vale dizer (des)governo Lula - a competência para a outorga e renovação de concessões, determinando que tais renovações devem ser apreciadas pelo Poder Legislativo - que passa a deter a palavra final.

Porém, a Constituição Federal também estabelece que é competência exclusiva do Poder Judiciário cassar concessões no Brasil e para que qualquer pedido de cassação venha a prosperar e merecer acolhida de justiça é necessário que seja bem fundamentado e tal condição inviabiliza as pretensões da trupe petista e seus asseclas.

Por se tratar de um processo demorado as emissoras funcionarão normalmente durante toda a tramitação o que põe por terra a pretensão criminosa defendida pelo Partido dos Trouxas e boa parte da imprensa esquerdista e debilóide de que já no próximo dia 15 as emissoras sairiam do ar.

O processo é examinado pelo Executivo, encaminhado ao Congresso Nacional, onde a tramitação é iniciada pela Câmara dos Deputados e após aprovação segue para o Senado e depois de tudo devidamente examinado e votado é emitido um decreto legislativo confirmando a renovação por mais quinze anos.

Na improvável hipótese de optar pela não renovação de uma concessão, o Congresso precisaria submeter a decisão aos plenários da Câmara e do Senado, em votação de dois quintos dos membros de cada Casa.
E mesmo ocorrendo a não renovação para que a mesma fosse transformada em CASSAÇÃO DA OUTORGA, o Congresso ou o Executivo teria de recorrer ao Judiciário, a quem cabe a palavra final.

Na próxima sexta-feira, dia em que expiram as concessões das grandes redes de TV, entidades agrupadas sob uma tal de CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais = nome mais adequado: coordenação das organizações criminosas) vão deflagrar, com o apoio do PT, um movimento nacional “por democracia e transparência nas concessões de rádio e televisão”.

Lembro a tais elementos que o Brasila NÃO É e NUNCA SERÁ uma Venezuela.

Cézar Henrique

Bolsa Família = MAIS UMA FRAUDE (des)governo Lula

(des)governo Lula e a BOLSA FRAUDE

De forma lenta e inexorável o tempo vai mostrando MAIS UMA, com certeza não a maior, FRAUDE do (des)governo Lula, ou seja a EFICÁCIA do programa BOLSA FAMÍLIA.

A EFICÁCIA realmente existe, já que o referido programa é extremamente EFICAZ, EFICIENTE na manutenção da miséria.

Os FATOS = diabolicamente, a trupe petista, especialmente a NOMENKLATURA, que finge se encontrar sob o comando do senhor Lula, transformou o Bolsa Escola em Bolsa Família oficializando o incremento da miséria, especialmente no nordeste brasileiro, região onde a manutenção da miséria, da desesperança, interessa e muito aos planos do senhor Lula já que tal situação transforma o sofrido povo nordestino em eleitor natural daquele senhor e dos “ciros” que ele recomendar.


O Bolsa Família consiste no pagamento de um valor mensal, em torno de R$50,00, a famílias com renda mensal inferior a R$60,00, sendo o pagamento efetuado a cada integrante da família com idade até 15 anos – ao contrário do Bolsa Escola o Bolsa Família não exige a permanência dos beneficiados na escola, basta comprovar rendimento mensal de até R$60,00 para se candidatar ao benefício.
Todos sabemos a aversão, a rejeição que beira o ódio, do senhor Lula ao estudo, à escola, aos livros, aos diplomas e qualquer prática que apresente o risco de libertar o POVO da dependência do assistencialismo.


Diante da insuficiência da “bolsa” e da renda mensal ínfima ou inexistente produzida por eventual trabalho, o recurso que resta aos BOLSISTAS é continuar trabalhando na roça ou em outras atividades estafantes – pouco importa se tem 10, 11 ou 15 anos – auxiliando os pais.
Agora cabe a pergunta: qual a disposição que resta a uma criança mal alimentada, cansada de um trabalho estafante, para freqüentar uma escola – muitas vezes tendo que percorrer longas distâncias - e aprender algo???
Tentam, mas nada conseguem a não ser o desânimo que somado ao despreparo dos professores (muitos com bolsistas na própria família) leva a repetência escolar. Reportagem do Correio Braziliense mostra exemplos de estudantes que ficam quatro anos na escola, sendo três na mesma série e aos 14 anos desistem e simplesmente NÃO SABEM LER NEM ESCREVER.
Quando indagados sobre o que vão ser quando crescerem??? a resposta é sincera e triste: NADA.
Até completar os 15 anos muitos freqüentam a escola, mas não chegam a lugar nenhum, inclusive pela distorção idade/série, que torna comum meninos e meninas de 15 anos ainda no segundo ano do ensino fundamental.
Dados oficiais já que apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, vinculado ao Ministério da Educaçãomostram que em cidades onde mais de 40% da população recebe o Bolsa Família, a evasão escolar vem crescendo desde o inicio do programa Fome Zero, antecessor do Bolsa Família.
A taxa de evasão que em 2001 era 4,4% passou para 13,8% em 2005
terceiro ano do primeiro mandato do senhor Lula e continua crescendo.

Crianças deixam de ir a escola por falta de sandálias afinal uma sandália simples custa R$10,00, valor equivalente a um quinto do valor mensal do Bolsa Família = “usar” a seis dias do auxílio para comprar um simples par de sandálias.
Vale lembrar o absurdoadvindo da convicção das autoridades da eficácia da política de fingir que estão combatendo o analfabetismo de cidades com dezenas de ensino básico e NENHUMA destinada ao ensino médio (sabem que nenhum bolsista vai sequer chegar ao inicio da 8ª série do fundamental).
Ao senhor Lula e a trupe petista a manutenção da situação é interessante, já que próximo as eleições um reajuste ínfimo é dado as “bolsas” e ao POVÃO mantido, propositadamente, no quase analfabetismo só resta votar no “milagroso”.

Na mentalidade petista MANTER o POVO na MISÉRIA = MANTER O PODER


Pergunta: qual a diferença entre a política do senhor Lula, especialmente no Nordeste, e a utilizada pelos “coronéis” que antes da eleição entregavam um chinelo e só após a eleição, se as vencessem, entregavam o outro chinelo?

Cézar Henrique

sábado, 29 de setembro de 2007

DESORDEM? ATÉ QUANDO?

O Brasil caminha para a desordem geral

Por Márcio Accioly

Existe insuportável clima de cansaço na vida política brasileira, sensação de um já ter-se vivido toda bandalheira e patifaria ao alcance (apesar de ser percebida eterna repetição dos fatos com muita insistência), coisa classificada de paramnésia ou déjà-vu.

O que se verifica, também, é crescente clima de radicalização, atmosfera moral que nossas chamadas autoridades se recusam a admitir ou enxergar com clareza. Muito embora a maioria se preocupe com xingamentos e encontros desagradáveis em aeroportos e áreas públicas.

Diz-se que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Na sexta-feira, pela terceira vez, cerca de 300 pessoas fizeram passeata no Rio de Janeiro, desde o bairro da Gávea ao Jardim Botânico, quando cantaram o Hino Nacional e pediram a saída de Renan Calheiros da Presidência do Senado.

Como é que se pode exigir respeito e cumprimento às leis, por parte de cidadãs e cidadãos, quando o mais descarado cinismo domina o quadro político-administrativo? As situações são sempre semelhantes, na confirmação de desastrosas previsões.

O Congresso Nacional trabalhava de terça-feira a quinta-feira. Agora, nem isso. Os parlamentares da nova safra que chegaram com garra e determinação, já se mostram frustrados, decepcionados.

Dois deles comentavam na última quinta-feira (27), que agora só é preciso estar presente na quarta-feira, porque “todo mundo chega na terça e vai embora na quinta”. Ninguém faz nada, numa pauta dominada por Medidas Provisórias nascidas no Palácio do Planalto.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que assumiu o cargo envergando todas as fardas (de bombeiro, no aeroporto de Guarulhos, a general, nas horas vagas), é apontado pelo canto dos olhos pela maioria da tropa que agora o intitula de mero fanfarrão.

Foi perda de crédito das mais velozes, no exercício da função. Jobim, fraudador confesso da desmoralizada Constituição, já está deixando o dito pelo não dito, no caso da crise da aviação, queimando-se junto ao Exército Brasileiro na exoneração do general Maynard Santa Rosa e na do general Rômulo Bini Pereira.

Na quinta-feira (27), pesquisa divulgada pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), deveria servir de alerta a respeito do ambiente de desconfiança que está colocando o Brasil inteiro no canto da lona.

Ela atestou que 81,9% da população não confiam nos políticos e que a Câmara dos Deputados merece a confiança de apenas 12,5%. Já o Senado projetou índice de confiança de 14,6%. Mais de 80% da população não acreditam no Congresso Nacional.

Na mesma quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal – STF -, foi palco de bate-boca entre dois de seus ministros: Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes. Este último, nomeado para o cargo pelo então presidente lesa-pátria, FHC (1995-2003), já teve sério desentendimento com o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza.

Seres mortais comuns não estão distantes apenas do entendimento da linguagem utilizada pelos ministros do STF nas suas decisões. Ficam sem entender, também, a razão de determinadas figuras serem soltas e depois presas novamente, tão somente para ganharem outra vez a liberdade e a impunidade.

Foi o ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, quem soltou Cacciola que agora foi preso em Mônaco e para onde o ministro da Justiça, Tarso Genro, efetuou viagem de sonhos para apressar o retorno ao Brasil. O que preocupa é isso: o sentimento de saturabilidade na crise que se atravessa estimula a ebulição de desfecho imprevisível.

Transcrito por Cézar Henrique

"justiçamento" = assassinato de Elza Fernandes

Os comunistas também assassinam ("justiçam") comunistas

MAIS UMA COVARDIA dos LÍDERES COMUNISTAS CONTRA OUTROS COMUNISTAS - quando estes falham ou não servem mais.

Já tive oportunidade de postar material que mostra que os comunistas, assim como os petistas e toda corja esquerdista costumam abandonar seus "companheiros" quanto estes falham ou se tornam um incômodo.

O próprio presidente da República, senhor Lula, já virou as costas a alguns amigos, (que caíram em desgraça por terem sido ALOPRADOS e deixado que suas falcatruas fossem percebidas); embora, verdade seja dita, tenha alguns dos quais ele se afastou a contragosto, mas sempre que pode os elogia e defende. Cito como exemplo dos defendidos, entre outros: o Palocci e o ex guerrilheiro Zé Dirceu.

Essa política de abandonar os seus, praticada no governo Lula e também em 64 e anos seguintes já era costumeira nos anos 30, conforme mostro com a postagem que segue - "justiçamento" exigido pelo "herói" Luis Carlos Prestes = servo da União Soviética.

Vamos a História:

ASSASSINATO DE ELZA FERNANDES

Desde menina, Elvira Cupelo Colônio acostumara-se a ver, em sua casa, os numerosos amigos de seu irmão, Luiz Cupelo Colônio. Nas reuniões de comunistas, fascinava-se com os discursos e com a linguagem complexa daqueles que se diziam ser a salvação do Brasil. Em especial, admirava aquele que parecia ser o chefe e que, de vez em quando, lançava-lhe olhares gulosos, devorando o seu corpo adolescente. Era o próprio Secretário-Geral do Partido Comunista do Brasil (PCB), Antonio Maciel Bonfim, o "Miranda".

Em 1934, então com 16 anos, Elvira Cupelo tornou-se a amante de "Miranda" e passou a ser conhecida, no Partido, como "Elza Fernandes" ou, simplesmente, como a "garota". Para Luiz Cupelo, ter sua irmã como amante do secretário-geral era uma honra. Quando ela saiu de casa e foi morar com o amante, Cupelo viu que a chance de subir no Partido havia aumentado.

Entretanto, o fracasso da Intentona, com as prisões e os documentos apreendidos, fez com que os comunistas ficassem acuados e isolados em seus próprios aparelhos.

Nos primeiros dias de janeiro de 1936, "Miranda" e "Elza" foram presos em sua residência, na Avenida Paulo de Frontin, 606, Apto 11, no Rio de Janeiro. Mantidos separados e incomunicáveis, a polícia logo concluiu que a "garota" pouco ou nada poderia acrescentar aos depoimentos de "Miranda" e ao volumoso arquivo apreendido no apartamento do casal. Acrescendo os fatos de ser menor de idade e não poder ser processada, "Elza" foi liberada. Ao sair, conversou com seu amante que lhe disse para ficar na casa de seu amigo, Francisco Furtado Meireles, em Pedra de Guaratiba, aprazível e isolada praia da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Recebeu, também, da polícia, autorização para visitá-lo, o que fez por duas vezes.

Em 15 de janeiro, Honório de Freitas Guimarães, um dos dirigentes do PCB, ao telefonar para "Miranda" surpreendeu-se ao ouvir, do outro lado do aparelho, uma voz estranha. Só nesse momento, o Partido tomava ciência de que "Miranda" havia sido preso. Alguns dias depois, a prisão de outros dirigentes aumentou o pânico. Segundo o PCB, havia um traidor. E o maior suspeito era "Miranda".

As investigações do "Tribunal Vermelho" começaram. Honório descobriu que "Elza" estava hospedada na casa do Meireles, em Pedra de Guaratiba. Soube, também, que ela estava de posse de um bilhete, assinado por "Miranda", no qual ele pedia aos amigos que auxiliassem a "garota". Na visão estreita do PCB, o bilhete era forjado pela polícia, com quem "Elza" estaria colaborando. As suspeitas transferiram-se de "Miranda" para a "garota".

Reuniu-se o "Tribunal Vermelho", composto por Honório de Freitas Guimarães, Lauro Reginaldo da Rocha, Adelino Deycola dos Santos e José Lage Morales. Luiz Carlos Prestes, escondido em sua casa da Rua Honório, no Méier, já havia decidido pela eliminação sumária da acusada. O "Tribunal" seguiu o parecer do chefe e a "garota" foi condenada à morte. Entretanto, não houve a desejada unanimidade: Morales, com dúvidas, opôs-se à condenação, fazendo com que os demais dirigentes vacilassem em fazer cumprir a sentença. Honório, em 18 de fevereiro, escreveu a Prestes, relatando que o delator poderia ser, na verdade, o "Miranda".

A reação do "Cavaleiro da Esperança" foi imediata. No dia seguinte, escreveu uma carta aos membros do "Tribunal", tachando-os de medrosos e exigindo o cumprimento da sentença. Os trechos dessa carta de Prestes, a seguir transcritos, constituem-se num exemplo candente da frieza e da cínica determinação com que os comunistas jogam com a vida humana:


"Fui dolorosamente surpreendido pela falta de resolução e vacilação de vocês. Assim não se pode dirigir o Partido do Proletariado, da classe revolucionária." ... "Por que modificar a decisão a respeito da "garota"? Que tem a ver uma coisa com a outra? Há ou não há traição por parte dela? É ou não é ela perigosíssima ao Partido...?" ... "Com plena consciência de minha responsabilidade, desde os primeiros instantes tenho dado a vocês minha opinião quanto ao que fazer com ela. Em minha carta de 16, sou categórico e nada mais tenho a acrescentar..." ... "Uma tal linguagem não é digna dos chefes do nosso Partido, porque é a linguagem dos medrosos, incapazes de uma decisão, temerosos ante a responsabilidade. Ou bem que vocês concordam com as medidas extremas e neste caso já as deviam ter resolutamente posto em prática, ou então discordam mas não defendem como devem tal opinião."

Ante tal intimação e reprimenda, acabaram-se as dúvidas. Lauro Reginaldo da Rocha, um dos "tribunos vermelhos", respondeu a Prestes:

"Agora, não tenha cuidado que a coisa será feita direitinho, pois a questão do sentimentalismo não existe por aqui. Acima de tudo colocamos os interesses do P."

Decidida a execução, "Elza" foi levada, por Eduardo Ribeiro Xavier ("Abóbora"), para uma casa da Rua Mauá Bastos, Nº 48-A, na Estrada do Camboatá, onde já se encontravam Honório de Freitas Guimarães ("Milionário"), Adelino Deycola dos Santos ("Tampinha"), Francisco Natividade Lira ("Cabeção") e Manoel Severino Cavalcanti ("Gaguinho").

Elza, que gostava dos serviços caseiros, foi fazer café. Ao retornar, Honório pediu-lhe que sentasse ao seu lado. Era o sinal convencionado. Os outros quatro comunistas adentraram à sala e Lira passou-lhe uma corda de 50 centímetros pelo pescoço, iniciando o estrangulamento. Os demais seguravam a "garota", que se debatia desesperadamente, tentando salvar-se. Poucos minutos depois, o corpo de "Elza", com os pés juntos à cabeça, quebrado para que ele pudesse ser enfiado num saco, foi enterrado nos fundos da casa. Eduardo Ribeiro Xavier, enojado com o que acabara de presenciar, retorcia-se com crise de vômitos.

Perpetrara-se o hediondo crime, em nome do Partido Comunista.

Poucos dias depois, em 5 de março, Prestes foi preso em seu esconderijo no Méier. Ironicamente, iria passar por angústias semelhantes, quando sua mulher, Olga Benário, foi deportada para a Alemanha nazista.

Alguns anos mais tarde, em 1940, o irmão de "Elza", Luiz Cupelo Colônio, o mesmo que auxiliara "Miranda" na tentativa de assassinato do "Dino Padeiro", participou da exumação do cadáver. O bilhete que escreveu a "Miranda", o amante de sua irmã, retrata alguém que, na própria dor, percebeu a virulência comunista:


"Rio, 17-4-40"

Meu caro Bonfim
Acabo de assistir à exumação do cadáver de minha irmã Elvira. Reconheci ainda a sua dentadura e seus cabelos. Soube também da confissão que elementos de responsabilidade do PCB fizeram na polícia de que haviam assassinado minha irmã Elvira. Diante disso, renego meu passado revolucionário e encerro as minhas atividades comunistas.
Do teu sempre amigo, Luiz Cupelo Colonio

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

JÁ ESTÁ NA HORA

Produzido pelo Ternuma Regional Brasília
Pelo Gen Div Murillo Neves Tavares da Silva

Passei a semana lendo a respeito de duas modificações no Ministério da Defesa. Como foram as medidas. A quem elas atingiram. Quais os seus propósitos. E, também, eventuais repercussões na imprensa, no Congresso, no Exército Brasileiro (principal atingido na figura de dois oficiais-generais de quatro estrelas, um da ativa e outro da reserva remunerada). Não consegui formar uma opinião sobre a aceitação ou, simplesmente, sobre o descaso da opinião pública em relação ao que se passou.

Por serem meus conhecidos de longa data e, em circunstâncias distintas, meus subordinados imediatos, liguei-me aos generais Bini e Santa Rosa, para hipotecar-lhes minha solidariedade, por considerar que seus afastamentos caracterizam mais uma indelicadeza, para com o Exército Brasileiro, desse falsificador confesso da Constituição Brasileira, que agora ocupa - não por méritos ou conhecimentos indispensáveis, mas por maquinações políticas do apedeuta Presidente da República - o cargo de Ministro da Defesa. Da prudência com que se portaram em nossas conversas - e nem seria lícito esperar outra coisa de dois homens da mais alta hierarquia da Força Terrestre - não pude concluir, senão, que se tratava de duas medidas de caráter puramente político, com as quais o fanfarrão jobim (quem se fizer de revisor, em eventual transcrição deste artigo, não ponha maiúscula no jota) pretende pavimentar caminho para candidatura presidencial. Se o ameaçador ministro esperava reação, a decepção deve ter sido grande, até porque - acredito - nenhum dos dois generais devia estar à vontade servindo sob ordens diretas de pessoa não confiável.

Não estando subordinado a essa figuraque, no Supremo Tribunal Federal, ousou até advertir um ministro daquela excelsa corte, em pleno exercício do direito de votar, abrindo um precedente odioso - devo dizer-lhe, com todas as letras o que significa chegar à quarta estrela de general. É um longo processo de avaliação e capacitação. Capacitação que está bem caracterizada numa belíssima frase gravada num dos pátios da Academia Militar das Agulhas Negras: "Cadete, ides comandar, aprendei a obedecer". Assim se forjam os chefes militares. Ninguém chega a capitão se não tiver sido tenente. Ninguém chega a general se não foi coronel. Não há DAS, nem outras facilidades. Ninguém entra pela janela, sem concurso. Só porque é do PMDJ, PMDS, PMDH, PMDZ, ou que outro P seja. Muito estudo em cursos obrigatórios e facultativos (sem colas, nem falsificações), transferências que dão vivência nacional, observação constante e conceituação honesta dos superiores, além da implacável avaliação dos subordinados (que avalia os verdadeiros líderes) que também, indiretamente, se reflete na formação do perfil dos futuros generais.


Assim, com todos os indispensáveis requisitos chegaram meus amigos Bini e Santa Rosa ao mais alto posto da hierarquia terrestre. Bini, já na reserva, foi convidado a permanecer no Ministério da Defesa por suas qualidades, por sua experiência, por sua integridade. De repente, a Secretaria de Estudos e de Cooperação que ele chefiava foi extinta; em seu lugar, o ameaçador ministro criou uma Secretaria de Aviação Civil e, nela, colocou uma senhora na chefia. Ora, se o Departamento de Aviação Civil, que sempre era chefiado por um experiente e honrado oficial-general da Força Aérea Brasileira, foi considerado dispensável e substituído pela tal de ANAC (desnecessários comentários quanto a sua eficiência...), por que, agora, criar uma secretaria, sem extinguir a agência reguladora?

Na luta entre as pernas compridas do ministro e as poltronas da aviação comercial, cria-se mais uma coisa dispensável, cabide de cargos, instrumento de pressão para forçar o senhor Zuanazi a se afastar, mesmo se protegido pela poderosa ministra Dilma, da Casa Civil?
Quanto ao Santa Rosa, conheço-o desde 1966, quando fui comandar a Companhia de Cadetes de Infantaria, em Agulhas Negras. Por dois anos, participei de sua formação para ser oficial da Rainha das Armas. Compenetrado, estudioso, sério, respeitado e querido por seus companheiros, diplomou-se entre os primeiros de sua turma. Emocionei-me quando ele foi promovido a general-de-exército, porque sabia que o Exército reconhecia os méritos de quatro décadas de dedicação, revestidas de modéstia por todos apreciada.

Qualquer posição que tome, qualquer pronunciamento que faça, qualquer reação que esboce a possíveis empregos de tropa do exército, serão sempre em benefício da Pátria Brasileira. Tenho certeza de que, como não se calou diante da fúria insaciável das tais organizações não governamentais (ONG) que só se nutrem dos dinheiros governamentais ou de fontes que são contrárias aos interesses nacionais, não se calará diante de outras tentativas dos que querem prejudicar ou se aproveitar do Brasil. Talvez o falastrão de pernas compridas tivesse a esperança de que o ínclito general pedisse seu boné e fosse para casa. Seria um obstáculo a menos para planos políticos demagógicos de muita gente. Volta para a Força Terrestre, com sua dignidade na plenitude, com o respeito de seus pares e subordinados, com a indispensável autoridade para desempenhar qualquer uma das funções compatíveis com sua alta patente.

Patente de oficial-general, que lhe é outorgada pela Nação Brasileira, como consta, literalmente, na carta-patente que é expedida e firmada pelo Presidente da República que estiver em exercício. Não será um ministro de ocasião quem vai macular diploma tão importante.




Desde a posse, esse senhor mostrou-se destemperado. Seu discurso inicial já foi alvo de críticas pela inoportunidade e, até, pela grosseria. Seu posicionamento, quando do lançamento de um livro feito por comunistas derrotados e ressentidos por não terem implantado o comunismo no Brasil, ameaçando quem se pronunciasse contra, foi simplesmente ridículo, pela tentativa de intimidação dos chefes militares. Em momento algum, foi levado a sério, nem mesmo pelos esquerdinhas mais ferrenhos. Sabe-se, mas a prudência dos chefes militares não permite que se confirme, que andou levando uns trancos e se aquietou. Já é hora de mandar esse cara a ... bom, deixa pra lá...


Transcrito por Cezar Henrique

Autorizada a impressão, a divulgação e a reprodução, desde que conservado o nome do autor.

SUPER INTERESSANTE ATACA DE NOVO!

Mas a desgraceira mesmo chama-se Super Interessante . Há uma edição especial da revistinha, deste mês de setembro, que trata dos "33 Lugares para Conhecer Antes que Acabem".

São várias reportagens, todas fuleiras, que entre uma histeria ecológica e outra frescura politicamente correta, numa série de textinhos mal escritos e superficiais, cujo público alvo são os secundaristas imbecilóides e os universitários semi-analfabetos que infectam o nosso triste Brasil atual, tem a intenção de apresentar lugares e cidades mundo afora que estariam condenados ao desaparecimento iminente. Tudo tolice, é claro!


Mas o que de fato chamou minha atenção foi o artigo assinado por uma tal de Patrícia Cassi, sobre a cidade de Havana. Toda comovidinha e batendo pezinho contra uma eventual "plenitude do capitalismo", que se abateria sobre a ilha, após a aguardada morte do carniceiro que a inferniza há quase 5 décadas, a "jornalista" tasca logo de cara: "perder Fidel Castro pode acabar com o charme da última capital fora do turbilhão capitalista".

Charme? Mas será que essa senhora não sabe que Havana é uma cidade imunda e em escombros? Creio que não, pois adiante ela manda ver: "o comércio entre vizinhos, na base da troca, surpreende quem vive em plenitude o capitalismo. Havana é uma cidade onde a internet está longe de ser forte, fazendo com que as relações aconteçam de maneira menos virtual: os cubanos preferem encontros "de verdade" e, de preferência, no famoso Malecón, calçadão à beira-mar, onde casais, famílias e amigos se reúnem".

Isso no país onde a prostituição campeia até entre as amadoras! Santo Deus, que nojento!! A pessoa ter coragem de escrever uma coisa dessas só pode ser por esquerdopatia em grau avançado e sem qualquer esperança de cura e por filha da putagem intrínseca. Essa passagem faz lembrar aqueles escritores comunistas europeus, tipo JP Sartre, que em meados do séulo passado iam à URSS, tudo combinado com o PC, e voltavam descrevendo o paraíso terreal. È desonestidade intelectual já levada às raias do delírio.

Mas a pérola da garota é essa: "toda a hospitalidade e os meios tradicionais de vida do povo cubano, como a produção artesanal de charuto e rum, podem, de fato, se transformar, caso os quase 12 milhões de habitantes percam Fidel Castro, no poder desde 1959, e, com ele, desmorone o regime comunista". Ou seja, Cuba hoje é um paraíso socialista de amor, cordialidade, hospitalidade e charme, que estará ameaçada, com a morte do carniceiro, "pela plenitude do capitalismo".

Agora, notem bem: essa porcaria não foi publicada na Caros Umbigos; Foi publicada na Super Interessante , EDITADA PELO GRUPO ABRIL, O MESMO DE VEJA.

Como diz o Olavo, a situação do Brasil é D E S E S P E R A D O R A...

Um abraço a todos.
Luis Gustavo

Transcrito por Cezar Henrique

FRACASSO DOS DESGOVERNOS CIVIS E A DESONRA DAS FORÇAS ARMADAS

A tão oportuno e atual texto, apenas acrescento que uma Constituição fraudada – conforme confissão do general GENÉRICO JOBIM – oferece bons argumentos aos que entendem que deve ser rasgada.

Cezar Henrique

Que ninguém se iluda apesar dos desmentidos de praxe: o terceiro mandato é uma compulsão para o PT, devendo constituir-se, também, numa "obrigação" para o presidente Lula, quando chegar a hora de rasgarem a Constituição."Carlos Chagas.

"Acompanhando atentamente o noticiário, venho notando, e acredito que muitos de vocês também notam, que este desgoverno imoral tem constantemente tentado desmoralizar e jogar a opinião pública contra os Militares até tentando forçá-los obedecer a ordens ilegais como esta para escorraçar brasileiros em Roraima que seria imensamente utilizada contra a imagem dos Militares, mostrando-os como inimigos da Nação..." Verena Italy

A esquerda prostituta da política e corrupta está levando o país a um impasse rigorosamente irresponsável.

O apodrecimento dos poderes da República, afundados em escândalos de corrupção e no corporativismo meliante, por obra e graça das "gangs dos quarentas", e a impunidade dos protegidos da canalha prostituta da política petista, impunidade que desafia a lógica da Justiça diante da opinião pública, coloca a sociedade a um passo de assumir, em definitivo, que a honestidade, a ética e a moralidade são valores rigorosamente ultrapassados na luta pela sobrevivência pessoal de cada um de nós.

O descaramento é tanto que o próprio presidente da República diz, publicamente, que não acredita que o seu apadrinhado JD tenha alguma culpa no cartório, colocando em xeque a seriedade do Procurador Geral da República e do STF, que tem lhe prestados relevantes serviços.

A única "honestidade" que ainda funciona no país parece ser aquela que nos é cobrada pela força da "Justiça" que no que diz respeito ao pagamento compulsório de impostos para sustentar uma camarilha de canalhas e seus cúmplices que se apoderam todos os dias do poder público com seus militantes virando assalariados e "sinecuristas" do Estado corrupto.

Pior do que tudo isso é que o nascedouro da patifaria da destruição de valores de nossa sociedade – conseqüentemente da própria família - está dentro do poder público que deveria dar os maiores e melhores exemplos de moralidade e ética para a sociedade. Somos os palhaços que trabalham mais de cinco meses por ano para pagar aqueles que nos tratam como meros imbecis e covardes.

Depois de tomar o poder público com milhares de militantes do PT e seus cúmplices, a insistência dos comunistas em colocar, sistematicamente, os militares contra a parede é inconseqüente, vulnerabilizando e equilíbrio entre o poder militar e o poder civil e, conseqüentemente, a subordinação do primeiro ao segundo, tendo em vista que um militar não pode aceitar, com disciplina ou respeito, uma subordinação às "gangs de quarentas", que farão das Forças Armadas suas tropas de choque para submeter o país à vigência de um Estado Comunista de Direito corrupto, prevaricador e assassino.

Nossos militares têm vergonha na cara, dignidade, honra, e amor à pátria, apesar de paralisados pelo respeito a uma fantasia de democracia civil corrupta, que transferiu o regime militar para a vigência de uma disfarçada ditadura civil. A omissão, a passividade, ou a covardia de enfrentar a necessidade de destituir um desgoverno civil, rigorosamente corrupto e prevaricador, têm limites, e os comunistas estão ignorando, sem qualquer pudor, este fato.

Os governos civis esqueceram que sua obrigação era fazer no mínimo o que os militares fizeram pelo país durante o regime militar. Contrariamente, ficaram décadas alimentando a corrupção e a prevaricação no poder público com a cumplicidade de um antro da política prostituída chamado Congresso Nacional, fazendo a ponte entre o ilícito privado e o corrupto público.

Enquanto o país patinava ano após ano, com sua economia tendo crescimentos pífios, e a educação entrava na rota da decadência, a esquerda prostituta semeava, principalmente dentro da academia, as bases ideológicas de um sórdido socialismo populista, porque visa, unicamente, a conquista do poder pelo poder, para fazer do Estado um verdadeiro bunker de canalhas comunistas, corruptos e prostitutos da política, todos com garantias de empregos e sinecuras, bastando apenas ser corrupto ou prevaricador, e se aliar à traição do país.

Se alguém quiser fazer um balanço dos desgovernos civis não precisa consultar nenhum desses hipócritas gurus economistas de avaliação do passado que, com seus discursos corporativistas eivados de meias verdades ou simplesmente mentiras, ficam ganhando a vida prestando relevantes serviços aos poderes corruptos instituídos para manipular uma opinião pública majoritariamente imbecilizada pela falência da educação e da cultura.

Para perceber a desgraça política que nos atinge, e o risco da mediocridade econômica, basta apenas ter bom senso e capacidade de enxergar o óbvio.

O Brasil, depois dos governos militares, nas mãos dos prostitutos da política, ficou pior em quase todas as todas as áreas, comparativamente às necessidades de desenvolvimento para geração de empregos e bem-estar social, com uma única exceção que é a do mercado financeiro.

Nosso país vive a reboque das benesses de financiamentos com os maiores juros do mundo – pagos pelos palhaços dos contribuintes – e da demanda de mercado internacional ávido para importar. O mercado interno sofre as limitações naturais de uma economia que se faz à custa de cada vez mais exportações restringindo o consumo interno pela limitação de renda, pelo contingenciamento da oferta, pelo controle da inflação, pela falta de empregos, e pelos juros cobrados aos idiotas dos eleitores. Enquanto isso os ricos fazem a festa com a sofisticação de uma demanda inalcançável para mais de 90 % da sociedade.

O único setor que não tem o que reclamar é o mercado financeiro – banqueiros, executivos e seus investidores – que de intermediário entre os poupadores e os demandantes de recursos para investir na geração de empregos, virou um cassino de cartas marcadas onde o grande perdedor é o contribuinte que paga a conta do enriquecimento incontrolável dos aplicadores em títulos públicos e dos grupos executivos que vivem no conforto das nababescas estruturas gerenciais e diretivas das instituições financeiras.

Quando se escolhe a luta armada para combater um sistema político não se deve esperar dos "inimigos" carinhos nos combates, pois o desrespeito à vida já ocorre quando se coloca uma arma na mão para se defender uma causa. A atitude da opção armada pode ser inevitável, mas o resto é conseqüência, e os guerrilheiros de plantão da esquerda ou da direita sabem muito bem disso.

Não se pode negar que exageros foram cometidos durante o regime militar, que estava simplesmente defendendo nosso país das mãos do socialismo corrupto e prevaricador, sendo que as marcas da sordidez socialista apareceram em toda a sua plenitude no desgoverno do PT, que assumiu o controle dos podres poderes da República graças ao fracasso da era FHC e ao maior estelionato eleitoral de nossa história.

Mas, o que tem acontecido durante os desgovernos civis, coloca os governos militares como virtuosos, apesar das mortes violentas na luta contra o terrorismo de esquerda.

Estamos vivendo há décadas, durante os desgovernos civis, um verdadeiro genocídio disfarçado nas conseqüências da exclusão social, na falência da educação e da cultura, na falência do sistema de saúde, na falência da segurança pública entre tantas outras mazelas de desgovernos corruptos e prevaricadores, submetidos ao comando de oligarquias políticas prostituídas que deveriam ser perfiladas em um paredão da vergonha como justa punição pelas desgraças que têm provocado na vida de milhões de cidadãos.

As grandes metrópoles já viraram redutos de guetos residenciais em que milhões de cidadãos não têm oportunidade de trabalho, educação e saúde, ficando todos nas mãos da informalidade do mercado de trabalho do ilícito, do crime organizado e do tráfico de drogas, particularmente consumidas pelos milhares de hipócritas que tem poder de compra para financiar seus vícios, com seus representantes da classe média e das elites depois aparecendo na TV Globo para falar mal da violência. Gente calhorda!

Perto dos erros cometidos pelos militares, os pecados dos desgovernos civis merecem críticas muito maiores que não são feitas pelos que se vendem ao socialismo corrupto, pelos terroristas, ladrões de bancos, e seqüestradores, que durante o regime militar optaram pela traição à nossa pátria e hoje são indenizados pelos seus crimes, se tornando milionários, enquanto os civis e militares brutalmente assassinados pelos comunistas apenas têm o lamento de suas famílias que perderam seus entes queridos.

Na verdade, as críticas do PT aos governos civis que, muitas vezes, não conseguiam colocar em prática medidas positivas devido à sistemática e irresponsável postura dos seus principais oposicionistas sob a liderança do atual presidente, eram uma estratégia de tomada do poder destruindo tudo o que viam pela frente.

O fracasso da "social-democracia" e da estupidez da reeleição de FHC, tiveram a participação dos dedos "precisos" do mais sórdido filhote da serpente da prostituição da política que, depois de eleito, deixou cair sua carapuça de ser humano hipócrita, falso, mentiroso e desprezível.

Depois de passarem décadas enxovalhando as Forças Armadas, querem agora, com a cumplicidade de forças policiais civis, e de uma máfia de togados, submeter nossos militares a um enxame de investigações com o único propósito de colocar nossos oficiais da ativa e da reserva debaixo do obediente comando a um confesso fraudador da Constituição, que se associou aos comunistas para submeter o país ao domínio da mais sórdida burguesia liderada por um poder público meliante, corrupto e prevaricador.

"Desde a posse, esse senhor (*) mostrou-se destemperado. Seu discurso inicial já foi alvo de críticas pela inoportunidade e, até, pela grosseria. Seu posicionamento, quando do lançamento de um livro feito por comunistas derrotados e ressentidos por não terem implantado o comunismo no Brasil, ameaçando quem se pronunciasse contra, foi simplesmente ridículo, pela tentativa de intimidação dos chefes militares. Em momento algum, foi levado a sério, nem mesmo pelos esquerdinhas mais ferrenhos. Sabe-se, mas a prudência dos chefes militares não permite que se confirme, que andou levando uns trancos e se aquietou. Já é hora de mandar esse cara a ... bom, deixa pra lá... " (Gen Div Murillo Neves Tavares da Silva)

(*) Ministro da Defesa (destaque nosso)

A prepotência, a ousadia, a falta de discernimento dos limites da canalhice contra o país, está tirando desses patifes do comunismo corrupto e prevaricador a noção do perigo . O pior deles, talvez, já tenha alguma consciência, pois já providenciou outra cidadania para sua família. Precisa apenas ter tempo de entrar no seu palacete voador, depois de ter liderado a corrupção e o esvaziamento das instituições e estar comandando o governo mais corrupto da história, com o claro objetivo de implantar no país o Estado Comunista de Direito em projeto comum com o Foro de SP.

Apesar de nossas críticas à atual omissão das casernas, temos certeza que nossas Forças Armadas não irão permitir que a saga comunista tenha sucesso no seu intento de destruir nosso país, nem que seja necessário recebê-los à bala quando tentarem molestar os oficiais que ajudaram a livrar o Brasil das mãos do comunismo corrupto.

Por Geraldo Almendra

Transcrito por Cezar Henriquez




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