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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

IMPOSTÔMETRO

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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Algumas charges



Opções do "cumpanheiro" Lula


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Valeu a pena?":

O "cumpanheiro" Lula tem diversas opções, a) terceiro mandato, b) a Galega, c) ser primeiro ministro, d) restaurar a monarquia como D. Lula I e Lulinha como herdeiro do trono, etc.

A volta do ASPONE pornográfico


Observação: Imaginem um desorientado do quilate do pornográfico ASPONE Marco Aurélio Garcia sendo incumbido de negociar política externa e ainda mais seguindo orientação do "Nosso guia". Além das asneiras que faz – convidou o presidente do Irã para visitar o Brasil à revelia do Itamarati e divulgou negociações que a PETROBRÁS estava realizando com a Bolívia para retomar os investimentos no país do cocalero Eva – foi aquele ASPONE que colaborou decisivamente para que o "estadista-mor" colocasse o Brasil de quatro diante da Bolívia.

O Rio de Janeiro e São Paulo tiveram grande redução no fornecimento do gás natural e tudo por uma mistura de incomPeTência da PETROBRÁS (desde que foi aparelhada pelo PT que aquela Companhia tem cometido grandes erros estratégicos) com a falta de planejamento que é regra em qualquer prática petista. No RJ por decisão judicial o fornecimento de gás foi restabelecimento – a PETROBRÁS que se vire para conseguir do cocalero aumento no volume que recebe da Bolívia.

Não precisa ser inteligente para deduzir que o interesse da visita do presidente do IRÃ ao Brasil é idéia do senhor Lula – que sempre copia o que um dos seus mentores faz – refiro-me ao ditador Hugo Chavez que idolatra o presidente daquele país, Mahmud Ahmadinejad,

Volta à cena o homem de Lula

Depois de passar algumas semanas longe dos holofotes, Marco Aurélio Garcia retoma articulações, como no caso da tentativa de visita do presidente do Irã ao Brasil e do retorno da Petrobras à Bolívia

Vetado na corrida pela presidência do PT, Marco Aurélio Garcia, assessor do Planalto para Assuntos Internacionais, volta a exercitar a musculatura na seara diplomática. Ressurge depois de uma quarentena silenciosa, desde que foi flagrado fazendo gestos obscenos no calor da repercussão do acidente da TAM, em Congonhas. Garcia voltou a circular na comunidade diplomática há algumas semanas. Tem mantido audiências com embaixadores e comparecido a coquetéis, onde mantém um perfil discreto e, geralmente, troca o uísque pelo copo d'água. Mas é puro jogo de cena.

Nos bastidores, trava articulações diretas, movido pelos próprios cálculos políticospara arrepio da cúpula do Itamaraty. Como no final de setembro, quando tentou preparar uma visita do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, a Brasília. Garcia combinou diretamente com o governo de Teerã, à revelia do chanceler Celso Amorim. Não deu coisa boa. Em cima da hora, a diplomacia teve de suspender o encontro, que chegou a ser anunciado pela agência oficial do Irã. "Eu não convidei", se esquivou Amorim, ao justificar um suposto desencontro de agendas.

Garcia por sua vez, seguia orientação do próprio Lula. Como o Correio revelou então, os cerimoniais do Planalto e do governo persa já tinham acertado a visita, combinada informalmente entre os presidentes em janeiro, quando se encontraram na posse do equatoriano Rafael Correa. Amorim driblou a crise e sugeriu a Lula abandonar a idéia de receber Ahmadinejad neste ano.

Com a mesma discrição, o Itamaraty vinha tratando o retorno da Petrobras à Bolívia, até que Garcia resolveu tornar pública a discussão, no início da semana.

A retomada de investimentos no vizinho foi determinada pelo presidente em reunião com embaixadores e ministros no Palácio do Planalto, mês passado. Para Lula, a ocupação militar das refinarias da Petrobras é página virada. Os investimentos servem para "manter o país estável", segundo fonte palaciana.

Reservadamente, o presidente boliviano admitiu ao Planalto que exagerou ao anunciar a nacionalização, e prometeu não reincidir no erro. Garcia considera que os ventos estão soprando a favor. Parte dessa percepção resulta da recente decisão do Equador de permitir à Petrobras explorar o polêmico bloco 31, na Amazônia equatoriana. Só que o mérito é de Amorim, que duas semanas antes convenceu Rafael Correa a repensar sua política agressiva em relação à Petrobras. O chanceler também esteve no início do mês em El Salvador, onde facilitou a venda de 11 jatos da Embraer para a companhia Taca — a conclusão do negócio foi anunciada na semana passada.

Não é a primeira vez que Planalto e Itamaraty se chocam em temas sensíveis da política externa. Foi assim na formação do Grupo de Amigos Para a Venezuela, durante a crise interna de 2004. Também na crise da Bolívia, a ação diplomática foi atropelada pelas gestões políticas de Garcia, que meneava a cooperação entre o PT e o Movimento ao Socialismo (MAS), partido de Morales. Quando Amorim apontou o dedo da Venezuela na crise, Garcia tachou as acusações de "insultantes" e "racistas".

O fantoche


30/10 - El Fantoche !


Do site: www.averdadesufocada.com.br

Sr Ministro Nelson Jobim, no início, tive confiança em V. Exa. como Ministro da Defesa. Mostrou interesse pelas nossas coisas. Chegou até a vestir uma farda do Exército. Pensei que fosse lutar por nossas reivindicações.Mas tudo que é bom dura pouco. E não foi diferente. Em pouco tempo, V. Exa. colocou um esparadrapo em nossas esperanças. Preferiu os guerrilheiros aos soldados, a mentira à verdade.

Os guerrilheiros se inspiraram em regimes totalitários e os soldados, nas cores da democracia. E é essa democracia que hoje garante a eles o direito de andar pelos palácios. Essa é a democracia do soldado, mas não a do guerrilheiro. Para V. Exa. o soldado é o vilão, o guerrilheiro o herói.

Pelo visto, senhor Ministro, não interessa a V. Exa. defender esse soldado, que tem dado o seu suor pelo Brasil, a sua vida pela liberdade. Esse soldado é o mais fiel, puro e dedicado trabalhador. Seu olhar está nos interesses do país como a fé está na alma do monge. A caserna é o seu lar, a dignidade o seu lema, a servidão o seu ideal.

O soldado, senhor Ministro, é a expressão pura de um cidadão de bem, encharcado de virtudes e monitorado por ideais. Naturalmente, V. Exa. não sabe quanto ganha um Tenente, não conhece suas dificuldades, ignora o choro de uma criança ou o lamento de uma esposa. Esse soldado, corroído pela dor, busca refúgio no silêncio das matas, na solidão das fronteiras, nos locais distantes, onde os apelos se calam. Certamente, o senhor não sabe nada disso, porque só conheceu as rosas, não as roseiras. Não pode avaliar a vida de um soldado, porque nunca foi um deles.

Quando as esposas de militares afirmaram para V. Exa, em audiência, que um Tenente ganha menos que um soldado da Polícia, o senhor lhes disse que não gostava de comparações. As desigualdades e as injustiças, senhor Ministro, só são conhecidas por meio do estudo comparativo. O senhor não gosta de comparações, porque elas lhe são desfavoráveis.

Pelo visto, não está interessado nas injustiças salariais do militar. Sabe que ele jamais deixará de cumprir o seu dever, como outros fazem; que a sua obediência é mais forte do que a sua arma. Sabe que o soldado é idealista e todo idealista vive de sonhos e não de realidades. Garanto que V. Exa. nem sabe o que é Fusex, que os nossos filhos têm dificuldade de acesso à Universidade, que a família militar está vivendo de sacrifício, que as Forças Armadas não podem defender o Brasil.

Garanto que V. Exa. nunca visitou um soldado no Hospital, embora tenha tido tempo para assistir ao lançamento de um livro que difama a verdade, que denigre a imagem do soldado de quem V. Exa. é o Comandante.

Não adianta vestir o uniforme. O que importa não é a farda, mas o espírito que está dentro dela. Parece que seu espírito, senhor Ministro, está mais perto do palácio do que da caserna.

Enquanto a maioria das categorias profissionais tem seus aumentos de salário retroativos, e o senhor bem sabe disso, os nossos são sempre no futuro.

Pelo visto, V. Exa. não acha vergonhoso um Tenente ganhar menos do que um soldado da Polícia. Se acha, por que não faz nada?

Se não faz é porque considera o Tenente menos competente e menos importante que o soldado. Não é o soldado que ganha muito, mas o Tenente que ganha pouco.

A verdade, senhor Ministro, é que estão pisoteando o soldado, acabando com a profissão. O pior é que V. Exa. é parte conivente dessa tragédia. É surdo e mudo diante das nossas reivindicações. É incapaz de defender os militares com a mesma veemência com que defendeu os magistrados.

Depois, ainda acha ruim quando nossos chefes de verdade ignoram V. Exa. nas cerimônias. Não adianta vestir o uniforme, se não possui a virtude do soldado, se não defende o seu interesse. Está tão distante de nós como o castelo está da choupana.

Não podemos esquecer, ou se repetirá

RECORDANDO A HISTÓRIA

O ASSASSINATO DO DR. OCTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JÚNIOR (OTAVINHO)

Durante o ano de 1972, as organizações terroristas sofreram pesadas perdas em combates travados com os órgãos de segurança . Para elas, era necessária uma ação de intimidação.

Em São Paulo, documentos apreendidos em "aparelhos" terroristas mostravam levantamentos com nomes de pessoas do DOI/II Exército, suas características pessoais, tipo de carros usado
s, locais freqüentados, endereços, etc. Medidas foram tomadas para proteger o pessoal e todos foram alertados para o perigo de um atentado.

Esses levantamentos haviam sido enviados para o Chile, onde um grupo formado por quatro organizações terroristas brasileiras, intitulando-se Tribunal Popular Revolucionário, decidiu "justiçar" um membro do DOI/II Exército. Compunham este "Tribunal" as seguintes organizações: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Ação Libertadora Nacional (ALN), Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) e Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-P).

O escolhido foi o Dr. Octávio Gonçalves Moreira Júnior, Delegado de Polícia lotado no DOPS/SP.

Excelente profissional, ele se apresentou como voluntário para trabalhar na "Operação Bandeirante" (OBAN), que depois, reformulada, passou a se chamar Destacamento de Operações de Informações (DOI)). Apesar de avisado da intenção dos terroristas, não imaginava que seria um alvo fácil.

"Otavinho", como era conhecido, viajava seguidamente para o Rio de Janeiro, onde residia sua noiva Ângela. Era um apaixonado pelo sol, pelo mar e pela Escola de Samba da Portela, da qual era membro honorário. No Rio de Janeiro, sempre desarmado e despreocupado, não sabia que seus algozes o estavam seguindo e que já conheciam os seus hábitos em suas folgas de trabalho.

O levantamento de sua vida, no Rio, foi feito pela terrorista Bete Chachamovitz, da ALN, que repassava todos esses dados para um comando terrorista denominado "Getúlio de Oliveira Cabral". No início de fevereiro de 1973, Bete concluiu a sua missão.

No dia 23/02/73, sexta-feira, à noite, o Dr. Octávio viajou de São Paulo para o Rio. O comando terrorista, graças ao trabalho de Bete Chachamovitz, já sabia, pela rotina de "Otavinho", onde ele se hospedava. Sabia, também, que invariavelmente, ele ia à praia de Copacabana.


O Dr. Octávio, no sábado, dia 24, foi à praia, e à noite, ao ensaio da Portela. No dia seguinte, 25/02/73, pela manhã, voltou à mesma praia, onde jogou voleibol, e depois foi almoçar no Leme com o seu amigo Carlos Alberto Martins.

Quando voltava do almoço, confiante e despreocupado, não notou que um automóvel Opala escuro estava estacionado na esquina da Avenida Atlântica com a Rua República do Peru, desde às 1500h. Dentro dele, aguardando, estavam os encarregados da execução, enquanto os outros, dando cobertura, ficaram posicionados em locais estratégicos. Todos, integrantes do comando terrorista que estava assim constituído:

- Bete Chachamovitz, da ALN;
- Tomás Antônio da Silva Meirelles Netto ("Luiz"), da ALN;
- Merival Araújo ("Zé"), da ALN;
- Flávio Augusto Neves Leão Sales ("Rogério", "Bibico"), da ALN;
- José Carlos da Costa ("Baiano", "Bira", "Maneco"), da VAR-P;
- James Allen Luz ("Ciro", "Edson", "Roberto", "Tarso"), da VAR-P;

- Ramires Maranhão do Vale ("Adalberto", "Alberto", "Cristo", "Mago", "Magro", "Ziraldo", "Zizi"), do PCBR;

- Ranúsia Alves Rodrigues ("Florinda", "Maga", "Magra", "Maria", "Mirtes", "Nuce"), do PCBR.

"Otavinho" caminhava com o amigo em direção ao apartamento onde se hospedava. Como sempre, estava desarmado. Parou num orelhão para telefonar para sua noiva. Neste momento, Bete Chachamovitz fez o reconhecimento visual e o apontou para os terroristas. Do carro, saltaram os três assassinos. Um deles trazia uma esteira de praia, enrolada debaixo do braço. Dentro da esteira, uma carabina calibre 12 mm.

Foi dado o primeiro tiro, nas costas, derrubando-o e atirando-o a alguns metros de distância. Um segundo tiro, destinado ao coração, atingiu o crucifixo de ouro que ele trazia no pescoço, ricocheteou e perfurou o
seu pulso direito. O outro homem aproximou-se e desfelhou-lhe mais dois tiros no rosto. Os últimos tiros foram disparados de uma pistola automática calibre 9 mm.

Otavinho morreu instantaneamente. Na sua carteira de documentos, um cartão: "Sou muito católico. Em caso de acidente, chame imediatamente um padre, mesmo que eu já esteja morto". Carlos Alberto, o amigo que o acompanhava, foi atingido por dois tiros, mas sobreviveu.

Os assassinos, depois de espalharem panfletos sobre o corpo, correram até o Opala, que partiu em disparada.

Estava consumado mais um assassinato que a esquerda chamava de "justiçamento". O "Comando Revolucionário Popular Getúlio de Oliveira Cabral" seguiu à risca os ensinamentos do Manual de Carlos Marighela, fun
dador da ALN e ideólogo do terror, onde lista os sete pecados capitais do guerrilheiro e afirma:

"Guerrilheiros não matam por raiva, nem por impulso, pressa ou improvisação. Matam com naturalidade.Não interessa o cadáver, mas seu impacto sobre o público."


Não poderia haver melhor impacto sobre os órgãos de segurança do que matar, pelas costas, um jovem delegado idealista que, pela sua educação, amabilidade e carisma, era muito estimado. Hoje, 27 anos depois, o Dr. Octávio Gonçalves Moreira Júnior, como outras vítimas do terrorismo, está completamente esquecido, enquanto que Marighela foi homenageado pela Câmara dos Deputados, no dia 13/12/1999, e muitos outros que participaram desses grupos terroristas são apresentados como mártires. Ruas, praças e avenidas recebem seus nomes. Suas famílias são indenizadas pelo governo com polpudas quantias em dinheiro.

Felizmente, a esquerda revolucionária não conseguiu implantar uma ditadura comunista em nosso país. A sua derrota, imposta pelos órgãos de segurança da época, com o sacrifício de heróis como o Dr. Octávio Gonçalves Moreira Júnior, permitiu-nos desfrutar da plena democracia em que hoje vivemos.

O corpo do Dr Octávio, logo após o
assassinato:

Acéfalos há mais de quatro anos

Acefalia

Produzido pelo Ternuma Regional Brasília

Por Paulo Carvalho Espíndola, Cel Reformado

Este dia, trinta de outubro de 2007, tornou-se emblemático para a História do Brasil. Nenhum feito heróico ocorreu nesta data que já se finda. Nada ocorreu na Economia. Nada sinalizou para a remissão dos pecados dessa corja política que afronta a sociedade brasileira, dia-a-dia, mês-a-mês, entorpecendo a todos nós, tendentes a esquecer dos Josés Dirceus e de todos os párias mensaleiros. Vários foram reeleitos, lembram-se?

Não é bem assim a falta de problemas, entretanto, pois que o padre Júlio Lancellotti, sobre quem pesam fortes evidências de pedofilia, de repente, ressurge das cinzas da bestialidade e passa à condição de vítima, tudo porque "investiu", segundo a imprensa, em um suposto namorado chantageador, milhares de reais. Ocorre que seu advogado é Luiz Eduardo Greenhalg, o "eminente" paladino dos direitos humanos e eterno defensor das causas indefensáveis do PT.

Nada me impede de desconfiar de uma nova tramóia do tipo Celso Daniel, finado ex-prefeito de Santo André/SP, assassinado, pelo que dizem o Ministério Público de São Paulo e outros insuspeitos, por saber demais e por não concordar com os desvios de conduta de Ali Babá e de seus quatrocentos mil ladrões.

Greenhalg, como agora é do seu feitio - escaldado pelo insucesso do seu vedetismo pretérito - certamente desta vez tem amplas chances de preservar a "honra" de um padre compadrio de Lulla e de sua política "assistencialista". Só não sei como vai justificar todo esse dinheiro podre de um "humilde" prelado, depositário das benesses dos programas "sociais", que mantêm jovens infratores à sombra da lei. Talvez seja por isso que o governo é ferrenho opositor dos projetos de lei que visam a reduzir a maioridade penal.

Quase fugi do tema deste artigo, por divagar sobre "questiúnculas".

Vimos, neste ainda 30 Out 07, o rico AeroLulla aterrissar em Zurique, com dezenas de governadores, ministros e cortesãos de toda ordem. Foram todos, turistas patriotas, assistir ao anúncio da FIFA de que o Brasil sediará a Copa do Mundo de 2014. Só o governo e a ABIN esperavam, "ansiosos" por essa definição.

Alguma dúvida, se o Brasil era candidato único a essa empreitada e se a FIFA, em momento algum, se opôs às pretensões brasileiras?

O trem aéreo da alegria, porém, esteve em Zurique para assistir aos quinze minutos de cerimônia. Lulla, para não deixar de ser inconveniente e inoportuno, alfinetou a Argentina no seu discurso de torcedor, olvidando a condição de primeiro "mandatário" disto que elle chama de Brasil. Pela televisão, todos vimos a patética figura de uma certa promíscua ministra, relaxada e com esgares de gozo diante de tanta pompa e circunstância.

Voltemos ao nosso país. Por força do convescote do presidente e de seus convidados, a presidência do Brasil passou a ser exercida pelo vice-presidente, José Alencar, que não passou o dia de hoje no comando do mandato tampão, em decorrência de uma cirurgia de extirpação de um câncer nos seus intestinos. Ninguém me convence de que essa cirurgia foi de emergência. A inconveniência da substituição não foi ditada pelo acaso, ainda mais porque o acaso jamais foi considerado pelo "planejamento" desses palacianos viciados pelo quanto pior é melhor.

Assim, o Brasil conheceu um dia de acefalia. O que é isso, perguntar-me-ão os infelizes eleitores da bolsa-família e os fingidos idiotas petistas? Idiotas não são, com toda a certeza. Idiotas somos nós, a sociedade brasileira, tristemente governada por um tal de Arlindo Chinaglia, mesmo que por um dia.

Lulla na Suíça, vendendo e bebendo o álcool brasileiro; o vice hospitalizado numa UTI; e o sota-vice rezando e torcendo, creio eu e a crença de seu partido, por aquilo que pior possa vir.

É muita irresponsabilidade essa acefalia.

Estamos acéfalos há mais de quatro anos, por essa e outras coisas.

Valha-me Deus!

Romero Jucá e a corrupção na FUNASA

Pode ter dinheiro do tráfico na FUNASA em Roraima

Márcio Accioly

A Polícia Federal está investigando o grau de ramificação de uma estrutura de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas na Funasa de Roraima. O coordenador regional do órgão, Ramiro Teixeira, "é o chefe do esquema criminoso dos desvios", na opinião do delegado da PF Alexandre Ramagem, responsável pela Operação Metástase.

A quantidade de dinheiro público desviada é impressionante (chega a quase 40 milhões de reais), sem contar que pode haver ainda recursos financeiros provindos do tráfico, de acordo com investigação que está sendo processada pela PF.

Responsável pela indicação de Ramiro Teixeira para a Funasa/RR, o senador Romero Jucá Filho (PMDB-RR) tem evitado comentar o assunto e se negado a falar com a imprensa. Ele tomou chá de sumiço desde que o imbróglio teve início.

Sua excelência enviou para a Funasa, somente no primeiro semestre deste ano, exatos dez milhões, 561 mil e 526 reais em emendas parlamentares. Além disso, sempre acompanhou Ramiro Teixeira de forma irregular nas visitas pelo interior do estado, quando se anunciava a liberação de verbas para prefeituras.

Nosso país, como se sabe, é conduzido em grande parte por bandidos de alta periculosidade, os quais jamais respondem por seus crimes. Essa situação, considerada de grande volatilidade, reúne ingredientes altamente explosivos para a combustão de sentimento social de enorme insatisfação diante dos acontecimentos.

Tudo isso, por ser fato notório que os chamados dirigentes minimizam crimes horrendos, praticados nas barbas do povo por quem deveria oferecer bons exemplos.

É generalizada a desconfiança. Com o Senado literalmente transformado em bordel, depois de ter absolvido o seu presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), da acusação de utilizar recursos da construtora Mendes Júnior para pagar pensão alimentícia à amante, o Poder Legislativo se encontra bombardeado.

Quem quiser depurar qualquer uma de suas Casas (Câmara e Senado), submete-se a dores e constrangimentos. Veja-se o caso do senador Jefferson Peres (PDT-AM): designado relator de um dos processos contra Renan, vem sendo alvo de campanha difamatória que pretende destruir sua reputação. É muita canalhice!

Agora, o deputado federal Márcio Junqueira (DEM-RR), vai dar início a coleta de assinaturas para criar a CPI da Funasa/RR. Ele quer deixar bem clara a história de emendas parlamentares engrossando cofres do órgão, esclarecendo qual parlamentar tira vantagem ou faz algum tipo de acordo escuso.

Com relação ao senador Jucá Filho, sua excelência tem grande poder, inclusive no Judiciário, mas tudo caminha de forma célere para seu apagão político. A intransigente defesa que faz das áreas indígenas de Roraima têm causado grande repulsa à população do estado.

Sua excelência conseguiu me condenar num estranho processo na Justiça roraimense, no qual sequer fui citado. Conseguiu também a suspensão dos meus direitos políticos, "provando" que o caluniei num dos artigos. Mas nada como um dia atrás do outro. O castelo de horrores pode desmoronar.

O que mais impressiona é o fato de o presidente Dom Luiz Inácio (PT-SP), depois de ter 40 de seus mais próximos assessores indiciados por formação de quadrilha, continuar sem saber o que acontece à sua volta.

Somente por tal motivo é que deve ter indicado o senador para líder de seu governo no Senado. É possível que não tenha tomado conhecimento da denúncia da Folha de S. Paulo, mostrando que Filho ofereceu sete fazendas inexistentes no Amazonas como garantia de empréstimo milionário no Basa – Banco da Amazônia.

Se o Senado se desse a respeito, já teria julgado o pedido de cassação existente no Conselho de Ética, onde é provado por A mais B a utilização de documentos falsos por parte do senador roraimense, em irrefutável quebra de decoro.

Este Brasil é um pobre país rico, em tristes trópicos. E ninguém aprende com a história. Só se pensará em alguma providência quando a maioria resolver imaginar que só terá Justiça com as próprias mãos. Ou quando sentimento de irreversibilidade tiver corroído à razão. Não vemos homens de bem, só de bens. Todos eles, bens públicos.


Maçonaria no aguardo

O Grande Oriente do Brasil, mais antiga potência da Maçonaria brasileira, espera que o ministro-presidente do Superior Tribunal Militar, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Henrique Marini e Souza se pronuncie, o mais urgente possível, sobre a notícia crime apresentada sexta-feira passada cobrando uma atuação efetiva do Exército brasileiro na Amazônia.

Os maçons pedem a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos e atribuir responsabilidades sobre o eventual uso das Forças Armadas para expulsar fazendeiros da Reserva Indígena Raposa do Sol, em Roraima.

O IPM também teria de investigar provas objetivas de que a região – rica em minerais estratégicos é dominada por ONGs que são "laranjas" de potências estrangeiras.

Pelo conteúdo direto e pela lógica jurídica da notícia-crime dos maçons, se o IPM não for aberto, os militares incorrerão em crime de prevaricação. Em tese, seriam passíveis de denúncia do STM ou da Procuradoria Geral da Justiça Militar.

Maçonaria solta o bode na sala da Justiça e no Quartel

A Maçonaria colocou, literalmente, o " bode" na sala do Comando do Exército e da maior instância militar do Judiciário. O animal (símbolo dos maçons) terá de ser "domado" no Forte Apache – como é conhecido o Quartel General do Exército, em Brasília. O oculto poder do "bode " já provoca incômodos na sede do Comando Militar da Amazônia. O "bicho" pode feder mais. Depende de uma decisão, esta semana, da presidência do Superior Tribunal Militar.

O destino do "
bode" está com o ministro do STM Henrique Marini e Souza – que é Tenente-Brigadeiro-do-Ar. A grande questão é se o " bode" será tirado (ou não) da sala dos militares. A polêmica gerada pela Maçonaria deve causar um efeito de tsunami nas conversas paralelas de um encontro fechado que mais de mil oficiais da ativa e da reserva do Exército promovem nesta segunda-feira, em Brasília. O evento tem o apoio do Clube Militar (coincidentemente, fundado por maçons, no final do século 19).

Os maçons pedem a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos e atribuir responsabilidades sobre o eventual uso das Forças Armadas para expulsar fazendeiros da Reserva Indígena Raposa do Sol, em Roraima. O IPM também teria de investigar provas objetivas de que a região – rica em minerais estratégicos – é dominada por ONGs que são "laranjas" de potências estrangeiras. Pelo conteúdo direto e pela lógica jurídica da notícia-crime dos maçons, se o IPM não for aberto, os militares incorrerão em crime de
prevaricação. Em tese, seriam passíveis de denúncia do STM ou da Procuradoria Geral da Justiça Militar.

Quatro membros da Loja Maçônica Minerva Paulista apresentaram ao STM, na sexta-feira passada, uma grave e consistente notícia-crime de seis páginas (com algumas reportagens anexas). O envio do documento foi autorizado pelo Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Laelso Rodrigues. A Maçonaria brasileira lançou uma campanha nacional em defesa da Amazônia. A peça solicita ao STM que acione o Comandante Militar da Amazônia, General-de-Exército Augusto Heleno Pereira, para abrir o IPM. Na semana passada, a mesma Loja Maçônica já enviou um pedido idêntico de abertura de IPM sobre o caso Raposa do Sol ao Comandante do EB, General-de-Exército Enzo Martins Peri. Até agora, os maçons aguardam pela resposta oficial do chefe militar.

A notícia-crime dos maçons parte dos indícios de que se pretende internacionalizar a Amazônia. No documento está escrito: "A afirmação se funda na circunstância conhecida e provada que para 0,2% da população nacional (índios) o governo do presidente Lula está criando reservas, em áreas estratégicas, que se aproximam a 30% do território nacional, incluindo nelas faixas de fronteiras com outros países (notadamente a Venezuela de Hugo Chávez), áreas que deveriam estar sob a absoluta guarda das Forças Armadas".

Os quatro maçons que assinam a notícia-crime, em nome da Loja Maçônica Minerva Paulista (Vinicius F. Paulino, Paulo Von Bruck de Lacerda, José Carlos Ferreira Júnior e Marco Antônio Lacava) indagam ao STM a respeito da Reserva Raposa do Sol : "Se lá é território brasileiro, por que os brasileiros lá não podem estar? Por que ONGs estrangeiras ali se localizam e comandam os índios como se fossem seus peões? Por que tremulam, no local, bandeiras de outras nações? Abdicamos da soberania nacional?".

Os maçons denunciam "a insidiosa tentativa de internacionalizar a região ou parte do território nacional, em busca de pedras preciosas, metais e minerais estratégicos, que são levados para fora do País, por contrabando, através da faixa de fronteira subtraída do Exército nacional e fora do alcance dos brasileiros". Os maçons informam que apelaram ao STM porque "falece competência ao comandante militar da Amazônia para fazê-lo". Na avaliação legal dos maçons, "o comandante militar da região tomada aos brasileiros e dada aos índios (entre aspas), como disfarce, da tentativa de submeter parte do território nacional á soberania estrangeira, impõe ao comandante da região o dever de abrir Inquérito Policial Militar, para apurar esses fatos e atribuir responsabilidades, sob pena de prevaricação".

Os maçons lembram que o artigo 139 do Código Penal Militar deixa claro: "Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal".

A pena prevista para o militar que incorre em tal crime é de detenção de seis meses a dois anos. Resta saber quem terá a sabedoria de vestir (ou não) a carapuça da lei exposta pelos membros da Loja Maçônica Minerva Paulista.

A notícia-crime dos maçons deve gerar polêmica com o Comandante Militar da Amazônia. Afinal, no último dia 13 de outubro, o General Augusto Heleno Pereira criticou quem afirma que compete às Forças Armadas vigiar a fronteira do Brasil para impedir o avanço do tráfico e a devastação da floresta. Na avaliação do General Heleno - que é um militar com experiência em combate, pois comandou as tropas brasileiras da ONU no infernal ataque de guerra ao crime organizado e à guerrilha urbana no Haiti -, "a defesa da fronteira do País e da região amazônica não é um problema das Forças Armadas, mas da sociedade".

Agindo exatamente, de forma justa e perfeita, em favor dos interesses da sociedade, os maçons pegam muito pesado na crítica à situação atual do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os maçons descreveram: "São Forças Desarmadas e incapazes de exigirem meios para cumprir seu dever. Estrategicamente, é um crime de lesa-pátria. Nossas instituições estão em frangalhos e carecem da intervenção do Poder Judiciário Militar, para a exemplo do que faz o Supremo Tribunal Federal, suprir a inação que nos leva à ruína".

A notícia-crime dos maçons se baseia no cumprimento ao artigo 142 da Constituição Federal que é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um "analfabeto político, administrativo ou jurídico": "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem".

No artigo 142, o Código Penal Militar considera crime a tentativa de: "I) submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de País estrangeiro; II) desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou sua soberania; III) internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional". Para quem cometer tais crimes, a pena prevista é de reclusão de 15 a 30 anos para os "cabeças", e de 10 a 20 anos para os demais agentes criminosos.

A regra é clara! A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a "iniciativa" (prevista no Artigo 142 da Constituição Federal) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício e do artigo 142 do Código Penal Militar (ainda em vigor, até insubordinação insurrecional em contrário). Agir de forma contrária aos dois "artigos 142" significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.

O fato objetivo é que estamos à beira de uma guerra civil naquela rica região no extremo Norte do Brasil. A grande imprensa amestrada, sempre nanica na avaliação editorial e na defesa dos interesses do Brasil, dá pouco importância ao problema.

O Grande Oriente do Brasil fez jus ao seu lema latino de colocar ordem no caos (Ordo ab chao). O Grão-Mestre Lelso Rodrigues lançou uma grande campanha nacional da Maçonaria em Defesa da Amazônia. A Ordem também promete intensificar, com mais força e vigor, uma outra campanha nacional, lançada anos atrás, da "Maçonaria em favor da vida e contra as Drogas". A Maçonaria brasileira retoma sua tradição de liderar grandes movimentos históricos, a exemplo que realizou no processo de independência do Brasil, na Abolição da Escravatura e da Proclamação da República. Tudo indica que o "bode" vai ser colocado na sala de muita gente que abusa do poder ou se julga acima do bem e do mal.

Vida que segue, uma armação que vai dar bode. O poderoso Lula (que desconvidou, oficialmente, a Maçonaria para a posse de seu primeiro mandato) aproveitou a comemoração de seus 62 anos de idade neste sábado para fazer jogo de cena.

Publicamente, o Chefão voltou a rejeitar hoje a proposta de terceiro mandato, levantada por aliados políticos e cada vez mais forte entre a militância petista. Intimamente, Lula gostaria de "repetir a dose" (perdão pela redundância) presidencial em 2010.

Por enquanto, Lula alimenta a disputa (ainda cordial) entre dois nomes, nesta ordem.

Primeiro, sua preferida Dilma Rousseff (que neste sábado foi internada no Hospital Sírio e Libanês, em São Paulo, com diverticulite aguda - processo inflamatório no intestino grosso).

A segunda opção forçada de Lula é o genérico de quatro estrelas Nelson Jobim (ministro da Defesa que gosta de vestir a farda camuflada de general quatro estrelas, para simbolizar que comanda as Forças Armadas, amadas ou não por ele) .

No fundo, Lula queria um terceiro nome: Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto isso, ganha força o movimento pelo terceiro mandato liderado pelo deputado Devanir Ribeiro (PT-SP). O parlamentar é amigo pessoal de Lula desde as lutas sindicais do ABC paulista, na década de 70. Sem devaneios, Devanir quer a realização de um plebiscito sobre a "treleição" junto com as eleições municipais de 2008. Paralelamente, o deputado Carlos Willian (PTC-MG) consulta seus colegas da base amestrada do governo sobre a possibilidade de coletar assinaturas para uma emenda constitucional estabelecendo o terceiro mandato. "Pelo menos para a platéia, Lula declarou: " Não apóio e não acho necessária uma proposta dessa". Acredite nele quem quiser.

Para quem gosta do mundo de Ali babá e dos 40 ladrões, as agências internacionais informam: Um beduíno foi condenado, no Egito, a pagar 46 camelos por ter " cantado " uma mulher pertencente a outra tribo. Um tribunal formado por membros de um acampamento no Sul da Península do Sinai determinou que o beduíno folgado tivesse a língua arrancada. Mas os magistrados resolveram aplicar a pena econômica. A dor no bolso é mais profunda para a turma daquele oriente médio. Por estar dirigindo seu carro no momento em que incomodou a mulher, o beduíno acusado também terá de se desfazer do veículo.

Daria o maior bode se as severas leis dos beduínos fossem aplicadas no Brasil, em relação à entrega da Amazônia.

Na Ilha da Fantasia (cercada de políticos honestos), teríamos muita gente com dificuldades de fala e ficando a pé.

O nosso azar é que no Brasil quase não tem camelo. Mas sobram burros, hienas, abutres e outros bichos menos dotados para nos governar.

Por isso, o jeito é mesmo soltar o bode na sala dos "poderosos", para combater o despotismo, a ignorância, os preconceitos e os erros, para glorificar a Verdade e a Justiça, para o bem-estar da Pátria e da Humanidade. Que o bode não seja leve!.

Sérgio Cabral reconhece focos de terrorismo no Rio

Crime no poder: Governador Sérgio Cabral admite em livro que polícia combate focos de terrorismo no Rio de Janeiro

Do Blog Alerta Total

Finalmente, o governo do Estado do Rio de Janeiro assumiu como verdadeira uma informação já sabida pelos órgãos de inteligência das Forças Armadas e das auxiliares (as PMs): a polícia fluminense combate focos de terrorismo no Rio. O governador Sérgio Cabral Filho admite esta "guerra", oficialmente, na introdução do livro " A Hora e a Vez do Rio de Janeiro e o Novo governo - Desenvolvimento, Segurança e Favelas " (Editora José Olympio). A denúncia é do blog "Repórter do Crime", de Jorge Antônio Barros.

Na obra, que resulta de um debate coordenado pelo ex- ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, Sérgio Cabral Filho escreveu, na introdução "O Rio de Janeiro e o novo governo": "(...) A verdadeira vocação do Estado do Rio de Janeiro é a qualidade de vida. Mas enfrentamos um grande desafio da área de segurança pública. Temos que combater os focos de terrorismo e banditismo com ações policiais severas, mas articuladas a intervenções urbanísticas e à promoção da cidadania. O presidente Lula e seus ministros colocaram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 1,2 bilhão para aplicarmos em obras de acessibilidade nas comunidades da Rocinha, Complexo do Alemão e Complexo de Manguinhos. O projeto prevê a construção de ruas, avenidas, praças, parques, escolas, bibliotecas, delegacias e postos de polícia (...)".

Embora os serviços de inteligência das polícias militares e das Forças Armadas tenham provas da presença de terroristas no Brasil, prestando "serviços de consultorias" a facções criminosas e a alguns ditos "movimentos sociais"
fora da lei, o governo brasileiro finge que nada disso ocorre. Trabalhos de campo dos militares e das PMs comprovam que existem ligações efetivas de pelo menos 28 grupos terroristas internacionais com esquemas mafiosos brasileiros ligados ao narcovarejo e aos esquemas políticos por eles financiados, com objetivo ideológico ou não.

O mais conhecido é o intercâmbio de operações entre traficantes de drogas cariocas e os narco-guerrilheiros das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). A Polícia Federal tem provas de que comerciantes ilegais de drogas do Comando Vermelho, que controlam bocas-de-fumo nos morros cariocas da Mangueira e do Jacarezinho negociam pessoalmente, e com regularidade, cargas de cocaína na fronteira entre o Brasil e a Colômbia.

As trocas de dinheiro ou peças de automóveis roubados pela pura cocaína colombiana acontecem durante festas promovidas pelos guerrilheiros das FARC. Os negociadores brasileiros do CV já foram identificados como Negro, da Mangueira, e Sapo, do Jacarezinho. A PF recebeu a informação de que pelo menos 18 criminosos que viajam freqüentemente à região da fronteira Brasil-Colômbia.

O Comando Vermelho ocupa o espaço que já foi exclusivo do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, capturado seis anos atrás em território colombiano. Na Mangueira, a Polícia Civil carioca já apreendeu, em junho, 20 quilos de cocaína do tipo capa preta, vendida pelas Farc. O grau de pureza da droga (98%) garante a rentabilidade ao tráfico. Os brasileiros transformam uma tonelada de pasta de coca colombiana em cinco toneladas, depois de misturarem com outras substâncias. No Morro da Mangueira, os traficantes chegam a faturar até R$ 1 milhão por semana na chamada alta temporada, entre meses de novembro e fevereiro. O exército de traficantes na favela, que recebe treinamento de guerrilheiros das FARC, tem cerca de 150 homens fortemente armados.

A aliança dos traficantes brasileiros com guerrilheiros das Farc que comercializam cocaína começou com Fernandinho Beira-Mar, em 1997. Na época, o criminoso já dominava o tráfico de drogas e armas na fronteira do Brasil com o Paraguai, e mantinha enorme rede de contato com traficantes internacionais. Com o aval desses grandes traficantes, Beira-Mar foi apresentado a Tomás Medina Caracas. Ele é o famoso Negro Acácio, recente morto pelo exército colombiano. Beira-Mar ganhou a confiança do Negro Acácio porque tinha status de "bom negociante". Acácio liderava a Frente 16, um dos principais grupos das FARC que admite que vender cocaína para financiar a guerrilha.

Definições de Terrorismo

Conceitualmente, o terrorismo é o uso ilegal da força ou da violência contra pessoas ou propriedades, objetivando influenciar uma audiência e coagir um governo e a população de um Estado, em proveito de objetivos políticos, sociais, religiosos ou ideológicos.

"Terrorismo é a ação ou omissão, típica e antijurídica, levada a efeito com o fim precípuo de causar medo, terror ou intimidação na população, como forma de compelir a administração pública direta, indireta, as autarquias ou organismos internacionais a fazer ou deixar de fazer alguma ação ou atender reivindicação, ainda que justa" (ADESG-SP, 2006).

E também: "Terrorismo é o modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas ou impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror. Também é uma forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência". (Dicionário Aurélio, 1999, p 1951).

Em resumo, o Terrorismo consiste na geração do medo, para produzir três tipos de vítimas. A Vítima Tática (o morto, o ferido ou o seqüestrado), a Vítima Estratégica (aquela que sobrevive ao atentado, e está sob risco) e a Vítima Política (que são o Estado e a Democracia, aqui entendida como a Segurança do Direito).

Por isso, o terrorismo é um importante instrumento de controle social usado pelo Governo do Crime Organizado, claramente definido como a associação, para fins delitivos, entre a classe política e empresarial, criminosos de toda espécie e ideologia, junto com integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com o objetivo criminoso de usurpar o Poder do Estado Brasileiro, praticando a corrupção, o roubo, a violência e o aspecto mais radical dela, o terrorismo.

Observação: o artigo adiante embora se inicie com um fato "antigo" contém informações, incluindo conceitos que não podem, nem devem, ser ignorados.

Seu autor é o jornalista Jorge Serrão.

Cézar Henrique

Brincando com o Terrorismo

Agentes de inteligência norte-americanos, oficiais e mercenários contratados, que vieram ao Brasil na comitiva do presidente George Walker Bush e ainda não foram embora, abasteceram a Polícia Federal de informações para a prisão de um dos mais procurados terroristas do grupo extremista italiano Brigadas Vermelhas. O escritor italiano Cesare Battisti, de 52 anos, foi apanhado neste domingo, sem documentos, em um hotel em Copacabana. Ficará detido no sistema penitenciário do Rio até que o Supremo Tribunal Federal decida sobre a sua extradição. O pedido será oficializado pela justiça italiana.

O terrorista fugiu da França para o Brasil em agosto de 2004, onde vivia na clandestinidade.
Estava condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos nos anos de 1978 e 79. A prisão de Battisti coincide com o momento em que o governo Lula finge que discute uma legislação capenga de combate ao terror (segundo a qual o terrorismo não seria praticado por motivação política ou religiosa). Ocorre ao mesmo tempo em que a Polícia do Rio de Janeiro se encontra de prontidão, já que a facção criminosa Comando Vermelho (em parceria com grupos narco-terroristas) ameaça matar 150 policiais.

Cesare Battisti foi condenado, em 1993, pela Justiça italiana à prisão perpétua por sua militância à frente do grupo extremista Proletários Armados pelo Comunismo (cuja sigla, por gaiatice do destino é PAC). Em 1990, Battisti se refugiou na França, onde se tornou autor de romances policiais enquanto era julgado e condenado à revelia na Itália. Battisti se beneficiou de medida estabelecida durante o Governo Socialista de François Mitterrand, que permitia que ativistas italianos de extrema-esquerda poderiam viver no país se renunciassem às ações violentas e não tivessem crimes violentos em seus antecedentes.

Embora os serviços de inteligência das polícias militares e das Forças Armadas tenham provas da presença de terroristas no Brasil, prestando "serviços de consultorias" a facções criminosas e a alguns ditos "movimentos sociais" fora da lei, o governo brasileiro finge que nada disso ocorre. Agora, Lula quer pressa na aprovação de uma legislação anti-terror, até o início dos Jogos Panamericanos, no Rio de Janeiro. O Ministério da Justiça, agora sob o comando de Tarso Genro (defensor da tese absurda de que o terrorismo não tem motivação política), analisa a proposta capenga elaborada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. Mas o texto ainda deve passar pelo crivo da Casa Civil e do Ministério da Defesa.

Na proposta do governo Lula não há tipificação de terrorismo. Os crimes previstos na proposta serão punidos quando a motivação for "a promoção do pânico ou levar insegurança à sociedade". As penas mais graves serão de 30 anos, podendo chegar a 45 anos, para o terrorista que detonar ou dispersar materiais radioativos ou ainda promover um ataque químico ou biológico. A pena mais branda seria de cinco anos. O governo também estuda uma lei para conter o financiamento do crime organizado e do terrorismo.

Os crimes na futura lei são: "atentados a bomba, com material nuclear ou radioativo, bioterrorismo, terrorismo químico, crimes contra a pessoa e o patrimônio, contra pessoas internacionalmente conhecidas, contra a segurança de aeronaves, embarcações e veículos de transporte coletivo, contra a segurança de portos, aeroportos e estações de transporte coletivo, contra a segurança de plataformas fixas, pela colaboração com o terror e pela apologia ao terrorismo".

De boas intenções,
o governo Lula está cheio de ignorantes e de ex-terroristas derrotados pelas Forças Armadas, amadas ou não, na década de 60/70 .

Primeiro, os pensadores palacianos ignoram o verdadeiro conceito de governo do crime organizado. Trata-se da associação, para fins delitivos, entre a classe política, os criminosos de todos os status econômicos e sociais, e os membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, a fim de usurpar o poder do Estado e suas instituições.

Os gênios do governo cometem o maior dos pecados intelectuais em relação ao conceito de terrorismo. Conceitualmente, o terrorismo é o uso ilegal da força ou da violência contra pessoas ou propriedades, objetivando influenciar uma audiência e coagir um governo e a população de um Estado, em proveito de objetivos políticos, sociais, religiosos ou ideológicos.

"Terrorismo é a ação ou omissão, típica e antijurídica, levada a efeito com o fim precípuo de causar medo, terror ou intimidação na população, como forma de compelir a administração
pública direta, indireta, as autarquias ou organismos internacionais a fazer ou deixar de fazer alguma ação ou atender reivindicação, ainda que justa" (ADESG-SP, 2006).

E também: "Terrorismo é o modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas ou impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror. Também é uma forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência". (Dicionário Aurélio, 1999, p 1951).

Em resumo, o Terrorismo consiste na geração do medo, para produzir três tipos de vítimas. A Vítima Tática (o morto, o ferido ou o seqüestrado), a Vítima Estratégica (aquela que sobrevive ao atentado, e está sob risco) e a Vítima Política (que são o Estado e a Democracia, aqui entendida como a Segurança do Direito).

O atual governo não conseguirá disfarçar que é leniente com o terrorismo . No Oriente Médio, em 16 de novembro de 2006, foi reafirmada, objetivamente, a parceria entre a guerra ideológica e o terrorismo internacional para a tomada do poder revolucionário pelo mundo afora. A confirmação do "casamento" ocorreu em Beirute, durante o Encontro Internacional de Apoio à Resistência Libanesa, que acontece até este domingo.

Cerca de 400 representantes de partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais e populares, associações culturais, intelectuais e artistas, religiosos e personalidades de diferentes áreas de todo o mundo se reúnem no Palácio da Unesco, na capital libanesa. Havia representantes brasileiros ao evento.
O encontro sinalizou uma tendência para o comportamento mais radical e extremista dos movimentos antiimperialistas em todo o mundo. As deliberações vão valer para os fóruns antiglobalização e para a tomada de decisões de entidades como o Foro de São Paulo e seu recém instituído Bloco Regional de Poder Popular (BRPP).

O evento em Beirute foi aberto com o pronunciamento do segundo homem do Hezbolah, o vice-secretário-geral Naim Kassem, que falou em nome do partido e do seu secretário-geral, Hassan Nasrallah. A palavra de ordem de Kassem foi: ''Resistamos!''.Participam das discussões representantes de Cuba, México e Brasil. A delegação brasileira foi liderada por Jose Reinaldo Carvalho, secretário de Relações Internacionais do PC do B e diretor do Bebrapaz, Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz.

O encontro foi organizado e dirigido conjuntamente pelo Hezbolah, pelo Partido Comunista Libanês, pela Tribuna da Unidade Nacional (Terceira Via, do ex-primeiro-ministro Salim el-Hoss), e pelo Movimento do Povo e a Rede das Associações da Sociedade Civil. Contou ainda com o apoio da Corrente Patriótica Livre, do general Aoun, um líder nacionalista que se reintegra ao movimento de resistência islâmica.

Ignorando tais conceitos e a realidade objetiva dos fatos, o governo brasileiro brinca com o terrorismo. Até quando a brincadeira vai durar? Eis a pergunta para quem não compactua com o crime organizado e o terror.

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