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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Os da presidência também devem ser investigados

TCU vai auditar cartão corporativo

Tribunal aprova proposta do ministro Ubiratan Aguiar e mandará técnicos passarem um pente-fino nas faturas

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu fechar o cerco contra o uso abusivo dos cartões corporativos. A pedido do ministro Ubiratan Aguiar, os auditores realizarão, a partir da próxima semana, um pente-fino nas prestações de contas, notas fiscais e, principalmente, nos saques em dinheiro realizados pelos integrantes do Executivo — R$ 45 milhões dos R$ 75 milhões registrados nos cartões em 2007.

Segundo Aguiar, a lei que criou os cartões determina casos específicos, e raros, em que as retiradas em espécie são permitidas. "A retirada de dinheiro somente pode ocorrer em casos extremos. Por isso, é preciso investigar se houve excesso de saques e quais as justificativas utilizadas para isso", disse o ministro.

O item inicial analisado pelos técnicos deverá ser relativo às compras de objetos de uso pessoal e eletrônicos. Segundo o autor do requerimento de abertura de sindicância, os cartões devem ser utilizados apenas para pagar hospedagens e transportes em serviço. "A pessoa que quiser pagar alimentação, pode. Mas se quiser comprar uma camisa, por exemplo, será acusado de mal uso do dinheiro público", explicou.

Em várias auditorias realizadas pelo TCU desde 2003 sobre os gastos com cartões corporativos, os técnicos do tribunal encontraram uma série de irregularidades. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que defende a realização de CPI no Congresso, teve acesso a algumas dessas conclusões (leia quadro abaixo). "São situações gravíssimas que justificam uma ampla apuração", afirmou o parlamentar.

No TCU, há um consenso em torno da importância do uso dos cartões corporativos como forma de melhorar a transparência dos gastos. Porém, o que os técnicos pretendem detectar é se o aumento de 127% do valor utilizado por meio dos cartões em 2007 em comparação a 2006 representa efetivamente aumento nas despesas. Isso porque o antigo sistema de utilização de verba suplementar ainda é usado em alguns casos. "Para que este aumento esteja regular, é preciso que tenha havido a substituição do suplemento pelo cartão. Caso contrário, ficará demonstrado que o Executivo terá aumentado substancialmente os gastos", explicou Aguiar.

Inconsistências

Auditores externos do TCU encontraram uma série de irregularidades ao inspecionar os gastos com os cartões corporativos realizados por autoridades e servidores em várias investigações realizadas desde 2003:

· Inexistência das empresas nos endereços consignados em notas fiscais ou endereços constantes de seus respectivos CNPJs;

· Pagamento de diárias de pessoas que não compunham a comitiva oficial;

· Pagamento de um determinado número de diárias a hotéis, quando o beneficiário, em verdade, permaneceu hospedado menos dias do que efetivamente pagou;

· Pagamento de diárias com sobrepreço;

· Emissão de notas fiscais "calçadas", nas quais constam valores diferentes em vias que compõem a mesma nota fiscal

Reações no Congresso

Leandro Colon e Fernanda Odilla
Da equipe do Correio

A oposição reagiu no Congresso à crise no governo envolvendo os cartões corporativos. Na Câmara, já há um movimento para a criação de uma CPI sobre o assunto. A tarefa de coletar assinaturas está nas mãos do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). "Estou preocupado com quem usa indevidamente o cartão, e não com um partido ou o governo", argumentou.

Para uma CPI ser criada, são necessárias, ao menos, as assinaturas de 171 deputados. Sampaio sabe que o governo tentará evitar uma investigação parlamentar. O tucano avisou, porém, que o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), se comprometeu a levar a iniciativa ao Senado caso ela fracasse na Câmara.

No Senado, aliás, a oposição deu o recado: atacará o governo já no início dos trabalhos legislativos de 2008, marcado para a próxima quarta-feira. "Minha idéia é falar no plenário sobre isso. Vou levantar a discussão", afirmou Marisa Serrano (PSDB-MS). O líder do DEM, José Agripino (RN), informou que avaliará com a bancada de senadores do partido um apoio ou não à criação de CPI. Já o presidente do Senado foi mais comedido. Evitou falar em CPI, mas defendeu a apuração do caso.

Explicações do ministro

Chefe da Secretaria de Aqüicultura e Pesca nega uso impróprio dos cartões corporativos do governo

O ministro Altemir Gregolin, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, convocou ontem entrevista coletiva para explicar uma série de suspeitas nos gastos que fez valendo-se do cartão corporativo da Presidência da República. Em 2007, ele pagara um total de R$ 22 mil em despesas por intermédio do cartão. Havia na fatura vários itens questionáveis. Alguns deles permanecem obscuros, mesmo depois da prestação de contas a que se propôs Gregolin.

Entre os gastos considerados estranhos constam o aluguel de um carro no mês de maio na cidade de Chapecó (SC), reduto político do catarinense e onde mora atualmente uma filha do ministro, e a ida a restaurantes cariocas em plena quarta-feira de cinzas.

Gregolin é alvo de investigação da Controladoria-Geral da União (CGU), que tenta identificar eventuais irregularidades no serviço. Além dele, a colega Matilde Ribeiro, da Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial, também terá as contas devassadas, ambos por ordem da chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff. No ano passado, os cartões consumiram dos cofres públicos R$ 75 milhões, 127% a mais do que em 2006 (R$ 34 milhões). O Tribunal de Contas da União (TCU) também fará auditoria e o Ministério Público está investigando (leia páginas 3 e 4). Distribuído a autoridades e servidores do governo, o cartão tem limite de R$ 800 por emissão ou R$ 8.000 mensais.

Na entrevista, o ministro da Pesca disse que os gastos realizados no cartão se referem a 168 agendas de trabalho em 85 cidades. Ele garantiu que usa o serviço para quitar apenas hotel e alimentação nas viagens oficiais. Sobre o carro alugado em Chapecó no mês de maio, município onde tem interesses pessoais, Gregolin afirmou que houve um erro na agenda por não incluir um encontro que tivera com pescadores por causa do rompimento de uma barragem. "Alugar um veículo sai mais barato do que deslocar um veículo oficial da capital para o interior do estado."

O catarinense também falou sobre a ida ao Rio de Janeiro no carnaval de 2007. Na prestação de contas, apareceram gastos realizados na quarta-feira de cinzas: R$ 120 na churrascaria Porcão, R$ 45 no restaurante Demoiselle, R$ 57,90 no Hera Bar e R$ 545 no Hotel Glória. As despesas ocorreram em 21 de fevereiro, mas a agenda de Gregolin só incluiu os dias 18 a 20. "Fui acompanhar o ministro da Pesca norueguês que veio ao Brasil assistir ao desfile da escola de samba Imperatriz Leopoldinense. O tema da escola era o bacalhau e ela recebeu o patrocínio da Noruega. Eu não poderia almoçar no dia seguinte (ao desfile, que ocorreu à noite)?", questionou. O desfile da escola ocorreu entre a noite de 19 e a madrugada de 20 de fevereiro.

memória
Suspeitas antigas

A primeira fraude relacionada ao uso de cartões corporativos foi revelada pelo Correio em agosto de 2005. Na reportagem, o jornal mostrou que uma empresa de fachada, a FR Comércio e Representação, havia cedido notas frias para justificar gastos com os cartões da Presidência da República. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) havia denunciado o uso de quatro notas fiscais no valor de R$ 2,9 mil para comprovar gastos do Planalto com material de informática. O Correio apurou que o dono da empresa FR era investigado por fraude contra a prefeitura de Águas Lindas. Na época, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu as irregularidades e abriu sindicância.

Meses depois, o TCU divulgou o relatório de uma auditoria realizada nos documentos apresentados pelos órgãos. Nele, os técnicos do tribunal determinaram que a Casa Civil providenciasse o ressarcimento aos cofres públicos de diárias pagas durante viagem presidencial aos municípios paulistas de Ribeirão Preto e Sertãozinho. A auditoria detectou que o número de diárias pagas com hospedagens era superior ao período em que a comitiva permaneceu nas cidades. Além disso, o TCU pediu abertura de sindicância para investigar seis servidores que teriam apresentado as notas da empresa FR, Nova Era, Candango Comercial e Papelaria Corarte.

Em nota, a assessoria da Casa Civil afirmou que adotou as providências cabíveis, tendo ressarcido os valores das diárias e organizado os processos de prestação de contas de suprimento de fundos conforme determinação do tribunal. A Casa Civil, no entanto, afirmou não conhecer o pedido de investigação sobre a conduta dos servidores.

Lula faz ouvido de mercador

Alessandra Pereira e Ana Maria Campos
Da equipe do Correio

São Paulo e Brasília — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escapou ontem de dar declarações sobre a investigação da Controladoria-Geral da União (CGU) em torno dos gastos de dois de seus ministros com cartões corporativos do governo. Insistentemente questionado sobre o assunto logo após inaugurar a nova sede da agência central dos Correios de São Paulo, no centro da capital paulista, Lula fingiu não ouvir as perguntas que interrompiam sua explicação sobre o desmatamento no País e ignorou solenemente o assunto.

Apesar do aparente desinteresse presidencial, o Planalto receberá em breve uma recomendação do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, para que os gastos com cartões corporativos sejam limitados à utilização prevista nas normas do Ministério do Planejamento e em determinações do Tribunal de Contas da União (TCU). O documento está sendo elaborado pelos procuradores Eliana Pires Rocha e Carlos Henrique Martins Lima, como forma de coibir excessos verificados nos últimos anos.

De acordo com informações do Ministério do Planejamento, há hoje 13,6 mil cartões corporativos à disposição de autoridades e servidores do governo. O expediente foi criado como forma de facilitar a fiscalização e as despesas com suprimento de fundos, tradicionalmente utilizados para pagamentos de pequeno vulto necessários ao dia-a-dia na administração pública. Os cartões também são permitidos para uso em viagens de trabalho, como forma de substituição do depósito em dinheiro nas contas de servidores e ministros a título de diárias.

CARTÕES CORPORATIVOS = FIAT ELBA do Lula

Despesas suspeitas

Hage: Governo vai criar limites para saques com cartão corporativo

BRASÍLIA - Para evitar mais problemas com o uso do cartão corporativo, o governovai criar limites para o uso do benefício. O governo reconhece que a ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, errou ao fazer compras um free shop e pagar aluguéis de carros com o cartão e agora deve adotar medidas como criar diárias para gastos de ministros em viagens pelo Brasil e reduzir os saques em dinheiro. A caixinha dos ministérios para custear pequenas despesas deve ser extinta.

- Vamos seguramente cambiar na direção da restrição dos saques porque o saque retira todo aquele acréscimo e transparência que o uso do cartão proporciona afirmou Jorge Hage, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU).

Em situação delicada, a ministra Matilde Ribeiro está reunida desde a manhã desta quinta-feira com sua equipe e deve divulgar um comunicado sobre as denúncias de mau uso do cartão corporativo a que tem direito. Existe a expectativa de que, para preservar o governo da polêmica, ela se afaste do cargo. No entanto, a assessoria da ministra não confirma se isso é cogitado ou não por Matilde. Na quarta-feira, outro integrante do primeiro escalão suspeito de gastos indevidos, o ministro da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, Altemir Gregolin, convocou uma entrevista coletiva, mas criou mais dúvidas em relação ao uso do seu cartão corporativo .

Hage concederá coletiva para falar sobre medidas

Responsável por investigar os gastos com os cartões, Hage deverá divulgar ainda nesta tarde os detalhes das novas regras para o uso do recurso. Em seguida, o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, dará entrevista em que deve também deve tratar do assunto. Na quarta-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU), por sua vez, aprovou por unanimidade um pedido de auditoria nos gastos com cartão corporativo .

Matilde foi quem mais gastou com cartão corporativo

Matilde foi a campeã de gastos no ano passado, com despesas de mais de R$ 171 mil. Na quarta-feira, Matilde foi chamada para uma reunião de emergência no Palácio do Planalto que, segundo a GlobonewsTV, teria sido tensa. No encontro, a ministra teria sido cobrada a justificar os gastos ainda nesta quinta-feira.

Ela alega que foram gastos em viagens a trabalho, mas entre as compras estão despesas com bares e restaurantes no Rio de Janeiro e compras no Dutty Free Brasil, freeshop nos aeroportos internacionais brasileiros. Neste ano, já foram computados gastos de R$ 15 mil, sendo R$ 11,2 mil com aluguel de carros. As despesas referem-se a um período de 25 dias entre novembro e dezembro de 2007.

Filiada ao PT e militante do movimento negro e do feminismo, Matilde participou da campanha vitoriosa de 2002 e está no governo Lula desde o primeiro mandato, quando foi criada a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial,com status de ministério.

Tucano quer CPI para cartões corporativos

O deputado tucano Carlos Sampaio (SP) apresentou nesta quarta-feira requerimento de criação de uma CPI mista (Câmara e Senado) para investigar irregularidades no uso dos cartões corporativos por ministros e assessores do governo federal. Sampaio afirma que só a CPI tem poderes de juiz para, por exemplo, quebrar sigilo bancário, e dar respostas mais ágeis que permitam barrar o uso inadequado dos cartões. Ele começará a coletar assinaturas na volta do Congresso, depois do Carnaval.

- A CPI tem o poder jurisdicional, de pedir a quebra de sigilo, requerer documentos em 24 horas, fazer oitivas. É o poder jurisdicional que vai garantir a agilidade que essa investigação precisa - disse Sampaio.

(Nota: e os CARTÕES CORPORATIVOS do senhor Lula e família? Não há razões que os gastos da presidência da República não sejam revelados a pretexto de 'segurança'. Tanto que seja por CPI, pela Polícia Federal ou TCU, os gastos da presidência da República DEVEM SER INVESTIGADOS e divulgados – o dinheiro que custeia tais gastos é público.)

E ainda tem as FF AA da ALBA

PERIGO VENEZUELANO

(Gen Ex Refm. Luiz Gonzaga Schröeder Lessa )

Volto ao assunto "Venezuela" por julgar que, dia-a-dia, as implicações e conseqüências para o Brasil do que lá se passa ganham novo realce e dimensão e por sentir que, apesar dos insistentes alertas da imprensa, o governo federal e a sua diplomacia em particular parecem indiferente às turbulências em curso.

Na semana passada a Assembléia Nacional Venezuelana aprovou as polêmicas 58 emendas constitucionais, a mais preocupante delas aquela que prorroga indefinidamente o mandato presidencial de Hugo Chaves, que declarou pretender ficar no poder até 2031. Jovem ainda, o tempo joga a seu favor e, ao final do período que pré-fixou, estará com 77 anos de idade e todos os atuais líderes mundiais e continentais já terão saído da cena política.. É mais um daqueles exemplos que, periodicamente, atormentam a história mundial e que valendo-se das fragilidades da democracia busca a sua destruição, impondo-lhe um poder ditatorial sob uma roupagem de amplas liberdades e aprovação popular. Pouco a pouco, mas, talvez, já um tanto tarde, igreja,imprensa, oposicionistas políticos e milhões de cidadãos esboçam uma reação ante a manifesta disposição de calar as suas vozes.

Assim, a chamada "República Bolivariana" se consolida e ameaça se espalhar pelo continente latino-americano, onde já encontra simpatizantes e parceiros submissos na Bolívia, Equador e até mesmo na orgulhosa Argentina, que, em busca de uns trocados, submete-se á política de Chaves.

Mas, o perigo venezuelano não se limita ao expansionismo da sua ideologia demodê, que intenta em implantar no continente o "socialismo do século XXI". Encontra respaldo em uma sólida base militar que, de forma significativa e pragmática, vai se construindo e consolidando a fim de apoiar as suas pretensões expansionistas, com o objetivo definido de, em médio prazo, transformar a Venezuela no maior poder militar da América Latina, ameaçando, desde já, alguns países com intervenção armada , como foi a recente declaração com relação à Bolívia, país com quem celebrou um controverso acordo militar, possibilitando a construção de numerosas bases nas suas fronteiras, vale dizer, inclusive com a nossa.

Parece que o Brasil ainda não se apercebeu do que está ocorrendo ao norte, quando movido pela abundância dos petrodólares Chaves promove pesados investimentos em armamentos sofisticados, gerando uma corrida armamentista e uma nova realidade político-militar na América do Sul.

O fantástico pacote militar venezuelano pode chegar a US$ 60 bilhões até 2020, quando, no dizer de Chaves, a Venezuela será a mais poderosa potência militar latino-americana. Ao começar o seu programa militar o barril de petróleo era cotado a US$ 40,00, hoje, em torno dos US$90,00, com possibilidades de atingir os US$ 100,0 até o final do presente ano. Essa abundância de recursos financeiros, com perspectivas de assim prosseguir por um longo período, é um incentivo para a ampliação e o aprimoramento tecnológico do seu complexo militar, abrangendo de forma ampla e equilibrada as suas forças terrestres,navais e aéreas.

O plano de modernização em curso dará às forças armadas venezuelanas (ou forças armadas bolivarianas) um invejável poder dissuasório, já no ano de 2012, com investimentos estimados em US$ 30,7 bilhões, conforme abaixo se constata:

- elevação do contingente militar de 83.000 para 500.000 homens;

- criação da Milícia Nacional Bolivariana, hoje, com aproximadamente 1 milhão de milicianos , podendo chegar a 2 milhões. Enquadrada pelo Comando Geral das Reservas e Mobilização Nacional, sua estrutura é paralela e não subordinada às forças armadas e destina-se a defender o Partido Socialista Unido da Venezuela (seriam as SS venezuelanas?). Na prática, funciona como um contrapeso político às forças armadas.

- aquisição de um lote 3 submarinos russos que pode chegar a 10, classe Amur, de 1750 toneladas, propulsão diesel elétrica, capazes de operar em qualquer tipo de mar (exceção dos glaciares), equipados com 4 mísseis leves de cruzeiro, 10 mísseis antiaéreos e 18 torpedos pesados de 533 milímetros;

- modernização e atualização tecnológica de 2 submarinos de fabricação alemã;

-aquisição e ou revitalização de 138 navios de diversos tipos;

- aquisição de um lote de 800 viaturas blindadas russas, BTR-90, 20 toneladas, sobre rodas, equipadas com canhões rápidos de 30 milímetros, velocidade de 110km/h. Essa compra pode alcançar 1000 veículos, com as 200 unidades suplementares destinadas ao transporte de tropa;

- aquisição de 100.000 fuzis automáticos russos kalashinikov, AR-103;

- aquisição de 24 super-caças Sukhoi-30, com investimento de US$ 800 milhões, ponta de lança de um ambicioso programa que pode chegar até 150 supersônicos;

- aquisição de 53 helicópteros de ataque russos (modelos MI-17, MI-35 e MI-26);

- aquisição de 10 aviões de transporte CASA 295;

- aquisição de 2 aviões de patrulha marítima CASA 235;

- aquisição de 600.000 bombas, comuns e inteligentes, guiadas a laser ou por GPS, compradas da Europa;

- negociação de 10 radares de defesa aérea com a Suíça e de 3 estações de radar tridimensional YPR, com a China, como parte de um programa de US$ 150 milhões para a defesa aérea;

- mísseis antiaéreos e de longo alcance.

Será que todo esse aparato militar destina-se apenas a se por a uma possível invasão norte-americana? Parece pouco provável.

A modernização e ampliação das forças armadas venezuelanas tem um importante subproduto político: o apoio incondicional dos seus integrantes à loucura bolivariana e o suporte para um longo período ditatorial.

Chaves, na sua luta messiânica de implantar na América Latina o socialismo do século XXI, não tem pejo de fazê-lo apenas no campo da doutrinação ideológica. Apóstolo de um credo retrógrado, que nem o grande Simon Bolívar foi capaz de concretizar, sonha unir os povos latino-americanos sob sua influência e poder, de forma pacífica ou cruenta, como recentemente ameaçou, unilateralmente, intervir militarmente na Bolívia para apoiar Evo Morales.

Seria o caso de se perguntar qual seria a atitude brasileira face à essa loucura política, junto às nossas fronteiras.? Iríamos tolerar, como disse o próprio Chaves, um novo Vietnã em área diplomática do nosso interesse imediato?

Arvorando-se portador de uma mensagem salvadora, messiânica, de redenção das populações miseráveis, metamorfoseia-se em polícia hemisférica apoiando os que lhe são fiéis e combatendo os que se lhe opõem. Começa a apresentar as garras de todo caudilho: a autoconfiança, a prepotência, a propriedade da verdade absoluta e a firme convicção de que os fins justificam os meios.

A Venezuela tem pendências históricas com a Colômbia e a Guiana e tornando-se uma potência militarista e expansionista pode ser tentada a resolvê-las pela força das armas.

A médio prazo está criado um clima de grande instabilidade e apreensão ao norte do continente sul-americano.

E o Brasil como se situa nesse desafiante contexto?

Diplomaticamente, temos demonstrado uma enorme inaptidão e fragilidade para exercer o poder que temos. Quase que caminhamos a reboque das idéias de Chaves. Todos os seus grandes projetos e iniciativas - Mercosul, gasoduto sul-americano, banco do sul - mesmo contrariando interesses brasileiros, vêm encontrando guarida e boa vontade na nossa diplomacia, o que só faz crescer a força pessoal e política do caudilho no hemisfério, em detrimento da tradicional influência brasileira.

Militarmente, é ainda mais crítica a nossa situação e, talvez, isso possa explicar a submissão da diplomacia, que não tem a respaldá-la uma força militar dotada de real capacidade dissuasória.

A ameaça da Venezuela não se restringe apenas à parte norte do país, Roraima em particular. O núcleo vital, Brasília incluída, estará ao alcance dos seus aviões supersônicos, que terão a certeza do sucesso dos seus ataques e incursões pela fragilidade da nossa defesa antiaérea e meios aéreos de interceptação.

Os modernos BTR-90, que mobiliarão as unidades de reconhecimento e mecanizadas venezuelanas, não encontrarão pela frente resistência de vulto e a possível incursão ao longo da espinha dorsal da BR-174 será um verdadeiro passeio.

No mar, o núcleo vital do País, suas plataformas de petróleo e o intenso e fundamental comércio marítimo brasileiro ficarão seriamente ameaçados pelos modernos submarinos Amur, que terão pela frente uma tímida resposta da nossa Marinha.

E por que chegamos a esse quadro catastrófico e, infelizmente, muito longe de hipotético?

Porque há um quarto de século as forças armadas brasileiras vêm sendo menosprezadas e contempladas com baixíssimas prioridades, se é que alguma existe, pelas ações governamentais indiferentes às possíveis ameaças e incapazes de estabelecerem e executarem uma política de defesa consentânea com os objetivos de segurança do Brasil. A falta de visão estratégica dos nossos dirigentes é abaixo da crítica.

É vergonhoso, desestimulante e quase desanimador o quadro catastrófico revelado nos recentes depoimentos, no Congresso Nacional, pelos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Em linguagem bem crua e real as nossas forças armadas estão muito aquém, não têm condições de cumprir as suas missões constitucionais de garantia da soberania e integridade territorial brasileiras.

Revanchismos, pequenez política, oportunismos, roubalheiras, politicagens, ausência de uma postura de estadista do comandante-em-chefe têm concorrido para as baixíssimas prioridades dadas às forças armadas, impedindo-as de realizarem investimentos que promovam a sua modernização e atualização tecnológica. O pouco que recebem é para a sua vida vegetativa. E se existe uma lição que todos temos que apreender é que forças armadas não se improvisam e relegá-las a plano secundário é correr o inaceitável risco da derrota. Como hoje se encontram, melhor seria chamá-las de forças desarmadas.

É forçoso que o brasileiro em geral e as elites dirigentes em particular tomem conhecimento do estado deplorável, vergonhoso e das enormes fragilidades em que se encontram as suas forças armadas e que, quando empregadas, o verdadeiro ônus do despreparo e do provável insucesso recaia no governo, na figura do comandante-em-chefe, na qual o Presidente da República está investido.

O quadro atual parece mais caótico do que aquele vivido nos primórdios da Guerra do Paraguai, quando tivemos que amargar a vergonhosa capitulação de Uruguaiana e promover a reorganização e o reequipamento da Marinha e do Exército quando o inimigo já pisava o solo pátrio.

Mestra nos seus ensinamentos, a história registra o mal que figuras totalitárias e caudilhescas, como a do Sr Hugo Chaves, fazem aos seus países e à humanidade.

Mais do que nunca, o Brasil não pode menosprezar o perigo venezuelano.

Costa: este assunto tem que ir devagar; primeiro a 'doação' tem que ser esquecida

Costa é advertido e recua sobre Oi-BrT

Advertido pelo Palácio do Planalto, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, recuou e agora vai esperar o anúncio oficial das empresas antes de iniciar o processo de mudança na legislação para permitir a compra da Brasil Telecom pela Oi (ex-Telemar). Na segunda-feira, Costa havia dito que enviaria ontem a consulta sobre a mudança à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Auxiliares do presidente Lula avaliaram que Costa foi afoito. Lula não quer transmitir a imagem de que, com uma canetada, beneficiaria setores empresariais bem relacionados com o governo. Segundo um integrante do governo, é preciso o "cumprimento de rituais". As declarações de Costa anteontem, de que o governo havia sido informado oficialmente do fechamento da operação, causou mal-estar principalmente na Casa Civil. A ministra Dilma Rousseff se irritou não só porque ele falou publicamente do caso, mas também por dizer que se reuniria naquele dia com ela para tratar da mudança nas regras do setor.

Um assessor da ministra disse que o ministro havia aprontado "mais uma". Ontem, Costa foi bem mais ameno sobre o negócio: "Não posso falar sobre o assunto porque isso pode trazer uma situação de desequilíbrio em alguns setores. Isso é um assunto antigo, que vem sendo discutido há vários meses. Nós estamos ainda em processo muito preliminar. Quem pode, e até deve, dar informações são as empresas". Para o ministro, o governo foi cauteloso ao não iniciar o processo ontem. "É prudente esperar o fato relevante [das empresas]", disse Costa.

Segundo ele,
o documento que o ministério enviará à Anatel propondo a mudança na legislação precisa ser muito bem justificado. "Nós não tivemos condições técnicas de produzir o documento com a segurança que queríamos." Segundo a reportagem apurou, o mercado espera que as empresas façam o anúncio ainda hoje. Por meio de nota, a Oi confirmou as negociações, mas disse que não houve acordo final. Ao privatizar a telefonia, em 1998, o governo editou decreto criando o Plano Geral de Outorgas (PGO).

Esse documento legal divide o país entre as atuais operadoras de telefonia fixa. Por essa divisão, a Telefônica ficou com São Paulo, a Brasil Telecom, com as regiões Sul, Centro-Oeste, Rondônia, Tocantins e Acre, e a Telemar, com o resto do país (Sudeste, Nordeste e Norte).
Pela Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97), não pode haver fusões entre concessionárias que operem o serviço em áreas diferentes do PGO. Ou seja, não poderia haver operação de compra entre Oi, Brasil Telecom e Telefônica.

Para o governo, a atual legislação do setor impede que benefícios da chamada "convergência tecnológica" (uma mesma empresa oferecendo um único pacote de telefone fixo, móvel, internet em alta velocidade e TV por assinatura) cheguem aos consumidores. Na segunda-feira, Costa afirmou que as alterações na regulamentação do setor poderiam vir a beneficiar não só a Oi e a Brasil Telecom mas todas as empresas do setor, e citou a Telefônica, a Embratel e a TIM.

A Embratel, do grupo mexicano Telmex, é acionista do sistema de TV a cabo Net Serviços, mas não pode ter o controle sobre as ações com direito a voto -que permanece com as Organizações Globo- porque há uma lei, de 1995, que exige o controle de capital nacional nas TVs a cabo. A Telefônica está impedida por normas da Anatel de participar do controle acionário da TIM, por já controlar a Vivo. Apesar do recuo no discurso, o governo deverá voltar a se reunir hoje para tratar da compra da Brasil Telecom pela Oi.

(Nota: o general Médici, quando presidente do Brasil, teve que adotar medidas sobre a comercialização de bois e que beneficiariam pecuaristas.

Antes de promulgar a decisão determinou que seu filho Roberto, que administrava a fazenda da família, VENDESSE todo o plantel e com isso não se beneficiou da valorização havida em virtude do decreto presidencial.

Senhor Lula: siga o exemplo do presidente Médici, já que a doação (dizer que foi investimento não convence nem petista) feita pela OI/TELEMAR a GAMECORPS (empresa de jogos para computador de propriedade do seu filho Lulinha) tornou moralmente obrigatório [talvez também legalmente] que o senhor NÃO ADOTE nenhuma medida que beneficie a OI/TELEMAR.

Mudar o Plano Geral de Outorgas e permitir que a operação seja realizada depende de decreto presidencial, mas NADA IMPEDE que o senhor opte por enviar a matéria para apreciação e decisão do Congresso Nacional.

Além dos aspectos éticos, morais e legais, que recomendam a abstenção do presidente da República neste assunto, há um outro importante aspecto: a operação se realizada será financiada em sua maior parte pelo BNDES – banco cujo capital é formado com recursos públicos e sua principal finalidade é financiar projetos de menor porte, que gerem empregos, com finalidade social e os seus financiamentos são realizados com juros subsidiados; e a compra de uma EMPRESA GIGANTE por outra GIGANTE não se enquadra nos objetivos precípuos daquele banco.

Há mais: a garantia do empréstimo feito pelo BNDES será constituída por ações da empresa adquirida – moleza para o comprador, que não tendo recursos para efetuar a compra, os obtém de banco público, com juros financiados, e oferece como garantia ações obtidas pelo financiamento. Pode?)

Sérgio Cabral, o amigo de Lula

Crise na polícia

Subcomandantes devem assumir batalhões, com promessa de recompensa


RIO - Após o pedido de exoneração de mais de 40 coronéis e tenentes-coronéis em postos de comando por conta do afastamento do coronel Ubiratan Ângelo do cargo de comandante-geral da PM , os subcomandantes dos batalhões receberam uma ligação do novo chefe do Estado-Maior, coronel Antônio Carlos Suarez David, ordenando que eles aceitassem o comando, com a promessa de que serão recompensados mais tarde. De acordo com um oficial da PM convidado, caso não concordem, eles terão que assumir de qualquer jeito, como determina o regulamento militar, podendo sofrer conseqüências pela insubordinação, conforme publicou o jornal O Globo nesta quinta-feira ( matéria na íntegra - só para assinantes ).

A saída dos coronéis pode ser um problema na hora da reposição dos postos. O maior temor dos PMs tem sido a possibilidade de uma intervenção do Exército, no caso de faltarem nomes para ocupar postos de comando. Os oficiais protocolaram as cartas de exoneração no Estado-Maior da PM. Alguns já limparam as gavetas na quinta-feira mesmo, outros continuam trabalhando.

As gratificações pelos cargos de direção e de comando, são de R$ 2.200, para coronel; e R$ 1.800, para tenente-coronel. Para se ter uma idéia, um coronel recebe, em média R$ 10 mil brutos, com a gratificação. Sem ela, seu salário líquido é de R$ 6 mil. Já o tenente-coronel fica com um soldo líquido deR$ 4.500.

Entre os oficiais que pediram exoneração estão o subchefe do Estado-Maior Geral da PM, coronel Jorge Braga; o comandante das unidades operacionais policiais especiais, coronel Dario Cony dos Santos; e o ouvidor Adalberto de Souza Rabello. Para você, qual deve ser a prioridade do novo comandante da PM?

Em mais uma afronta ao governo, 250 oficiais da Polícia Militar se reuniram na noite de quinta-feira na Associação dos Militares Estaduais. O grupo elaborou um documento considerando o secretário de Segurança 'persona non grata' e decidindo espalhar duas mil cruzes na praia, representando os PMs mortos em confronto.

Coronel da PM assume sem presença da tropa

A posse do novo comandante-geral Gilson Pitta, que estava marcada para a quinta-feira, às 16h, no Quartel General da Polícia Militar, foi antecipada, às pressas, para a tarde desta quarta, por causa da crise na instituição. Nos 200 anos da Polícia Militar, foi a primeira vez que um comandante tomou posse no salão nobre, sem a tropa reunida no pátio.

A posse ocorreu a portas fechadas, sem a presença da imprensa. A cerimônia foi acompanhada pelos comandantes de batalhão, entre os quais alguns que pediram exoneração de suas unidades com a saída do coronel Ubiratan Ângelo. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, esteve presente, assim como o coronel Ubiratan.

Horas antes de o coronel Gilson Pitta Lopes tomar posse como novo comandante-geral, alguns Barbonos não queriam acreditar que ele aceitara o cargo. Ele foi um dos nove oficiais que assinaram a primeira carta escrita pelos Barbonos, em julho passado, com reivindicações. No documento, os coronéis se comprometiam a não assumiu o cargo de comandante-geral em quatro anos. Na quinta, os Barbonos fizeram questão de distribuir aos jornalistas cópias da carta - que já tinha sido divulgada na internet - com a assinatura de Pitta. Apesar disso, diante de câmeras, microfones e gravadores, os coronéis evitaram chamar o novo comandante de traidor.

- Não considero traição. Se ele recebeu o convite, é um direito dele aceitar. Se ele mudou o pensamento dele, não posso chamar de traição - disse o Ex-comandante das Unidades Operacionais Especiais, o coronel Dario Cony, um dos barbonos.

Cabral: 'Meia dúzia que procura confronto' não vai desestabilizar a PM'


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Ela de novo


Óbvio que o (des)governo Lula, especialmente depois de tantos ministros se explicando na Justiça, não tem mais credibilidade.
Mas, mesmo assim, se ele demitisse a Matilde e aquele pescador poderia melhorar.

Ali e...

Pena que não será cumprida

A pena aplicada aos quatro facínoras que mataram o garoto João Hélio, a primeira vista parece uma pena pesada, por representar uma média de 40 anos para cada.
Mas, como pela bondosa lei brasileira ninguém pode ficar preso mais de 30 anos e, absurdamente, é sobre este número que se calcula a progressão, aqueles bandidos poderão sair em 5 anos.
Fico a perguntar: qual a necessidade de se gastar recursos públicos, úteis à saúde, para manter aqueles trastes.
Certa está a China. Uma bala na nuca de cada um deles - projétil pago pela família - e assunto resolvido.
Precisamos aumentar as penas no Brasil. O artigo da Constituição que proíbe pena de morte pode ser adequado e tal penalidade passar a ser utilizada = ECONOMICA E DEFINITIVA.

Logo a situação sairá do controle

VARIADAS

"Presos" nos quartéis?
Enquanto as crises do RJ e RR não estouram, a prioridade do Exército é esvaziar a manifestação desta quinta.
A primeira tática é desmobilizar a tropa de protesto. O Comando do Exército decretou expediente integral hoje e amanhã.
Os Generais querem segurar as legiões nos quartéis para conter as manifestações de militares da ativa e suas mulheres.

Conflito á vista

O coordenador executivo do Comitê Gestor do governo federal em Roraima, José Nagib Lima, quer recorrer a uma operação conjunta da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Polícia Federal para despejar arrozeiros que vivem na terra indígena Raposa Serra do Sol.
Em entrevista ao programa Amazônia Brasileira, da Rádio Nacional da Amazônia, Nagib ressaltou que a desocupação é prioridade para o governo.

"Não sei se será daqui a uma semana ou um mês, mas temos prioridade zero em fazer que isso ocorra. É uma determinação da Presidência da República correr com essa operação. Não podemos descartar a possibilidade de conflito, mais por causa dos rizicultores (plantadores de arroz) que dos índios".

NOTA: qualquer análise séria mostra que a ocupação de terras por produtores é a forma mais eficiente de manter a soberania sobre a área. Entregar extensões do território brasileiro para os índios – com centenas de ONGs estrangeiras atuando e influindo junto aos mesmos – é a forma mais eficaz de fragilizar o controle das fronteiras e dificultar, ou mesmo impedir, o exercício da SOBERANIA NACIONAL.

Oficiais da PM protestarão com 'Pinóquio'

O grupo Barbonos, que enfrenta o governador Sérgio Cabral com protestos, como o do último domingo, exigindo reajuste e melhores condições de trabalho, vai colocar nas ruas cartazes iguais à faixa (foto), exibida na passeata. Vários comandantes de batalhões e diversos coronéis, insafisfeitos com a exoneração do comandante-geral Ubiratan Ângelo, querem processar o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, que consideram "persona non grata", e colocaram os cargos à disposição. Vão se reunir novamente hoje à noite, para discutir os novos rumos do movimento. O presidente da Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas, tenente Melquisedec Nascimento, que vai responder à Inquérito Policial Militar por pedir a exoneração de Beltrame em seu blog Militar Legal, propôs ao governador Sérgio Cabral uma lista tríplice para a escolha do novo comandante e a abertura de negociações salariais com as entidades de classe da PM. O coronel Gilson Pitta assumiu o comando-geral após a crise, desencadeada pela passeta de domingo com a participação do então corregedor Paulo Ricardo Paúl. Como informou a coluna dia 22, ele defendeu em artigo a "liberdade de expressão dos PMs". Dia 24, perdeu o cargo, como a coluna antecipou. O governo garante que a segurança está sob controle, às vésperas do Carnaval.

Acima do comandante supremo está o BRASIL

Preocupado em esvaziar manifestação de amanhã, EB se liga nas crises do RJ, Roraima e com a Venezuela

Não bastasse a ansiedade acerca da manifestação de militares da ativa e seus familiares, marcada para esta quinta-feira, por melhores salários, o Alto Comando do Exército brasileiro tem outros grandes pepinos para descascar no curto prazo. O primeiro é a insurgência geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro que pede a cabeça do secretário de Segurança Pública, delegado federal José Beltrame. Hoje, 41 comandantes de batalhão, diretores e chefes de seção colocam seus cargos á disposição do governador Sérgio Cabral Filho. Ficam sem comando 17 batalhões e unidades especiais.

O segundo problema para o EB é a guerra civil prestes a estourar em Roraima. O coordenador executivo do Comitê Gestor do governo federal em Roraima, José Nagib Lima, admitiu ontem a possibilidade de recorrer a uma operação conjunta da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Polícia Federal para despejar arrozeiros que vivem na terra indígena Raposa Serra do Sol. Neste conflito, sobra para o EB uma eventual intervenção para pacificação. O Alto-Comando é contra. Mas os Generais correm o risco da obrigação de se dobrar às vontades do "comandante-em-chefe" Lula da Silva, para quem a desocupação da Raposa do Sol "é uma prioridade".

O terceiro é como responder internamente a mais uma declaração belicosa do presidente venezuelano Hugo Chávezque é o "comandante militar" do Foro de São Paulo, o balaio de gato que mistura partidos de esquerda no continente com pretensos movimentos sociais revolucionários e grupos narco-guerilheiros (como as Farc/ENL). Em um vídeo que circula na Internet, citando Lula textualmente, Chávez garante que o presidente do Brasil concorda em formar um "Conselho de Defesa" para confrontar o inimigo comum: o "império", os Estados Unidos da América. Segundo Chávez, Lula incorporaria brasileiros ao exército bolivariano que cumpriria a missão de combater os EUA. (Veja no link: http://www.dailymotion.com/video/x46u7g_alba-defensa_news ).

Será que nossos generais vão comprar essa briga contra os Ianques?

Doação Lucrativa

GAZETA: Oi e BrT dão um passo em direção à fusão
SÃO PAULO E RIO, 30 de janeiro de 2008 - A compra da Brasil Telecom pela Oi deu um passo à frente anteontem com a notificação oficial do negócio enviada ao Ministério das Comunicações pelas companhias telefônicas. Até agora, embora a negociação fosse dada como "bem-encaminhada" e tivesse sido objeto de veiculação abundante pela imprensa, apesar de não ter fontes identificadas, e tendo recebido até mesmo a bênção pública de representantes do governo, não havia surgido nenhum comunicado oficial.

Os diretores de ambas as operadoras, quando questionados sobre o assunto, remetiam as questões aos controladores, alegando que a negociação não descia ao nível da diretoria executiva. À Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negaram qualquer iniciativa nesse sentido.
Portanto, ao anunciar ontem à imprensa, no Rio, que o Ministério das Comunicações havia recebido oficialmente a informação segundo a qual "a Oi e a BrT realmente pretendem fazer uma recomposição acionária", o ministro Hélio Costa inaugurou um novo capítulo na história dessa megatransação.
"Vamos solicitar amanhã (hoje) à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que nos informe o procedimento que devemos cumprir dentro do governo e do ministério para que esse assunto tenha prosseguimento", acrescentou Costa.
Em meados de janeiro, os controladores da Oi (Andrade Gutierrez, La Fonte e fundos de pensão) anunciaram ao mercado que haviam intensificado as conversas com os donos da BrT para união das duas teles, mas nenhum contrato havia sido assinado.

Mesmo sem ter sido divulgado oficialmente, o valor de R$ 4,8 bilhões nunca chegou a ser contestado, permanecendo como proposta aceita pelos controladores da BrT - Citigroup, fundos de pensão e Opportunity.
Uma aquisição de concessionária depende, porém, de alteração do Plano Geral de Outorgas, que proíbe que os mesmos acionistas controlem mais de uma tele no País. A mudança pode ser feita por meio de decreto presidencial.
Segundo Hélio Costa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sendo informado de forma cotidiana sobre o assunto pelos ministérios das Comunicações e da Casa Civil, e o trâmite dentro do governo sobre a mudança na lei deve durar de 15 dias a um mês.
Nesse particular, especialistas do setor estimam que uma fusão dessa complexidade não ocorreria antes de meados do ano. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por exemplo, pretende alterar a praxe de seus procedimentos e se manifestar antes que a negociação seja consolidada. Para isso, o órgão fará as empresas assinarem um termo de reversibilidade de opção, de tal forma que a compra somente poderá ser fechada depois do sinal verde do órgão.

O funding
A questão do funding para viabilizar a aquisição é uma das mais controversas do negócio. Circula no mercado que os acionistas da Oi - Andrade Gutierrez e Carlos Jereissati (Grupo La Fonte) - vão se transformar em sócios majoritários ao custo de R$ 1,6 bilhão, sendo que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará R$ 1 bilhão contra garantia de ações. Dos restantes R$ 600 milhões, os dois sócios arcariam com R$ 300 milhões cada um. Em seguida, comprariam a BrT com o caixa da Oi.
O presidente do site especializado Teleco, Eduardo Tude, apontou a necessidade de haver transparência num negócio dessa magnitude. "Embora seja uma negociação benéfica ao consumidor, porque assegura a competição entre três teles, é importante que o BNDES cobre juros de mercado e exija garantias reais." Ou seja, não se espera que o dinheiro público, escasso para os setores de infra-estrutura portuária e energética, às vésperas do apagão aéreo e elétrico, financie o bem-sucedido setor de telecomunicações. (Thaís Costa e Reuters - Gazeta Mercantil)
(Nota: A OI após fusão com a TELEMAR - aquela que fez uma doação (ops... investimento na) GAMECORPS = empresa de joguinhos para computador e que pertence ao Lulinha = filho do senhor Lula, presidente da República.
Vale lembrar que a compra da Brasil Telecom pela OI/TELEMAR só pode ocorrer mediante decreto presidencial – competência do senhor Lula, presidente da República.

Lembro que investir em empresa de joguinhos para computador não se inclui em atividade de interesse de companhias de telefonia.

Também há um detalhe: o BNDES (banco que tem seu capital constituído com recursos públicos e empresta dinheiro a juros subsidiados) tem como função emprestar recursos a projetos de natureza social e a compra de uma gigante por outra gigante não é uma operação, digamos, de natureza social.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Tempo de TRÁFICO conta para aposentadoria

Entrevista do ministro da Previdência Social, Luiz Marinho, traz excelentes possibilidades de aposentadoria para traficantes de drogas.
A contagem do 'tempo de serviço' será iniciada na data do registro do primeiro crime cometido pelo traficante - cópia do BO será o comprovante.
As ocorrências intermediárias serão utilizadas para comprovar a continuidade das atividades e somarão pontos que reduzirão a idade limite.
A contagem do 'tempo de serviço' se encerrará com a prisão do "segurado" [ou seja, o traficante] ou quando o mesmo protocolar o pedido aposentadoria.
A notícia acima é a antecipação de algo que está prestes a acontecer.
Ao autorizar os facínoras do MST a contarem, como tempo de serviço para fins de aposentadoria, o período em que permanecerem em uma propriedade invadida, aquele ministro oficializou o entendimento que o tempo em atividade criminosa pode ser contado para fins de aposentadoria.
Considerando que INVADIR TERRAS e TRAFICAR DROGAS são atividades criminosas é questão de tempo que traficantes requeiram o benefício e a previdência social terá que atender.

Essa valeu

Mais uma do aspone, TOP TOP

Compras unidas
O ministro Nelson Jobim, da Defesa, estuda a criação de um órgão que centralizará todas as compras das três Armas. Até agora, nenhum comandante foi informado da pretensão e, quando forem, fatalmente deverão reagir. Seria uma espécie de ressurreição do Estado-Maior das Forças Armadas com o objetivo único de comprar armamentos para o Exercito, Marinha e Aeronáutica. Esse, a propósito, é um assunto que fascina o assessor internacional de Lula, Marco Aurélio Garcia, que é a pessoa que mais distribui cartões nessa viagem entre França e Rússia.


É muita cara de pau


Lula quer criar "nova CPMF" para compensar paulada que vai tomar do STF por quebrar sigilo dos contribuintes

Por Jorge Serrão

O pacotinho de maldades tributárias de Lula terá novos penduricalhos.

O desgoverno quer mesmo criar mais um imposto (substituindo a falecida CPMF) sob o falso argumento de que precisa aumentar a fiscalização de movimentação financeira. Os governistas falam, nos bastidores, na invenção de um imposto "simbólico e residual" - de apenas 0,001% e não os 0,38% anteriores do "imposto sobre o cheque". A equipe econômica quer se antecipar à derrota que sofrerá no Judiciário. O Supremo Tribunal Federal vai confirmar que é inconstitucional a instrução normativa que obriga as instituições financeiras a repassar informações das pessoas e empresas que movimentem respectivamente mais de R$ 5 mil e R$ 10 mil por semestre.

Depois que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou no STF ação de inconstitucionalidade contra a medida, na sexta-feira passada, a presidenta do Supremo, ministra Ellen Gracie, decidiu que a ação de inconstitucionalidade será analisada diretamente no mérito pelo plenário da Corte. Ellen Gracie deu também um prazo de 10 dias para que o presidente Lula e o Congresso expliquem a norma da Receita. O alvo da discórdia é artigo 5° da Lei Complementar federal n° 105, de 2001, com base na qual foi editada a Instrução Normativa n° 802 da Receita Federal.

Os burocratas dos países sem democracia econômica adoram aumentar impostos – em vez de racionalizar as despesas públicas e conter a sonegação fiscal incentivada por uma carga tributária que consome quase a metade do que o cidadão produz. O brasileiro já é obrigado a pagar 74 diferentes impostos e contribuições. Mas o desgoverno alega que não existe carga tributária pesada. E nem mexe um palito para realizar uma reforma tributária de verdade.

Caso para exoneração ontem
A Comissão de Ética Pública, vinculada ao Palácio do Planalto, recomendou à Controladoria-Geral da União (CGU) que investigue indícios de crime no uso do cartão de crédito corporativo do governo pela ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro.
Para o presidente da comissão, Marcílio Marques Moreira, "pode haver ou não implicações legais" na maioria dos gastos de R$ 171 mil da Matilde.
Por causa dela, a comissão até parou de cobrar a saída do ministro Carlos Lupi (Trabalho).

Sucesso da Internet

Um dos e-mails mais repassados da Internet são as fotos das 428 luxuosas caminhonetes Toyota, modelo Hilux SW4, adquiridas pela Polícia do Ceará.
O gasto público foi de R$ 64,2 milhões, porque cada carrão de luxo para a polícia cearense custou R$ 150 mil cada.
A pergunta é: Por que a polícia do Ceará, governado pelo socialista Cid Gomes, não adquiriu os Jipes Hummer – mais luxuosos ainda?

Chantagem: PRF ameaça greve no Carnaval

Nem mesmo a certeza de que durante o Carnaval ocorrem muitos acidentes, com centenas de feridos e dezenas de mortes, os policiais rodoviários federais podem parar.

A greve coincide com o período em que começariam a fiscalizar a proibição de venda de bebidas alcóolicas nas rodovias federais.

Eles querem a "contratação urgente" de dez mil novos policiais, exigência de curso superior e a reestruração da carreira. Acórdão do Tribunal de Contas da União constatou a necessidade de contingente mínimo de 18 mil policiais para uma efetiva fiscalização nas estradas. Se decidir pela paralisação em assembléia amanhã, será a primeira greve da PRF em 79 anos.

Alô, Lula: é aniversário de Marcos Valério

O presidente Lula e seu ex-ministro José Dirceu já devem ter ligado para o companheiro Marcos Valério, que hoje completa 47 anos de idade, ou serão mesmo uns ingratos...

PSDB quer CPI dos Cartões Corporativos

O deputado tucano Carlos Sampaio (SP) começa hoje a recolher assinaturas para pedir a instalação da CPMI dos Cartões Corporativos. Em 2003, o parlamentar entrou com representação junto ao Ministério Público Federal para que os gastos com cartões fossem investigados. Após cinco anos, o Ministério Público Federal instaurou investigação sobre o caso.

Segundo Sampaio, no ano passado, o Executivo gastou R$ 75,6 milhões com crédito corporativo, um aumento de 129% em relação ao ano anterior. Entre as despesas questionadas estão R$ 461,16 pagos pela ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial), em uma loja free shop em outubro de 2007.

Nó literário

O rabino Henry Sobel entregou à Ediouro os originais do livro "Sobel, um homem, um rabino", a ser lançado em março, um ano após ter sido preso por afanar gravatas em Palm Beach, Flórida, como revelou esta coluna. Ele foi a Israel denunciar ações anti-semitas de Hugo Chávez na Venezuela.

Mocinho e bandido

O flagrante do ator Fábio Assunção ao lado de um traficante fez o leitor e noveleiro Adriano Lopes dos Santos exclamar: "...e nós achávamos que o ruim era o Olavo (personagem de Wagner Moura em 'Paraíso Tropical')!"

Sem voto, nem papo

Delfim Netto lutava para que o general Ernesto Geisel o nomeasse governador de São Paulo, em 1978. O ministro Petrônio Portela, articulador político do governo, chamou Delfim para uma conversa:
- É decisão tomada: você não pode ser o governador de São Paulo.
- Mas isto é uma violência. Tenho sete anos de serviços prestados à revolução. Não posso aceitar este veto.
- Muito mais serviços à revolução, mais do que você ou eu, prestou o Carlos Lacerda. E foi tirado de campo - encerrou Portela.

Capitão Alexandre = exemplo a ser seguido

Perguntas e respostas ao Senador Crivella

Por Alexandre Lobo

Exmº Sr Senador Crivella, não consegui ouvir passivo as declarações de V Exª durante a propaganda eleitoral de seu partido, veiculadas na Rede Globo, às 20:30 h do dia 24 de janeiro de 2008, no intervalo do programa Jornal Nacional, na oportunidade em que versava sobre o Programa Cimento para Todos, do Governo Federal.
V Exª afirmou que "o Exército Brasileiro está resgatando uma dívida histórica", decorrente das conseqüências da Guerra do Paraguai para com os escravos que participaram daquele conflito armado.
Dessas afirmações categóricas por parte de V Exª, envolvendo a Instituição Exército Brasileiro, venho humildemente perguntar-lhe:

1. O Sr já estudou História?
2. O Sr conhece a história de nosso país?
3.
Caso a resposta às duas perguntas anteriores sejam negativas (e tenho quase certeza que são), pergunto se seus ilustres assessores historiadores freqüentavam as aulas da faculdade ou "vazavam" para tomar um chopinho inocente, por acharem o período do Império um tanto quanto fastidioso?

As perguntas possuem uma única motivação:
nenhum cidadão com um mínimo de consciência ou de conhecimento histórico, e que tenha compromisso com a verdade histórica dos fatos, sentiu-se confortável com a descabida, infeliz e intempestiva declaração de V Exª. Afinal de contas, a que dívida histórica o Sr se referia ?

Qual a responsabilidade do Exército Brasileiro sobre as condições deprimentes e desumanas às quais foram relegados aqueles ex-combatentes?

Por algum acaso V Exª tem noção de quem define a política de desmobilização de uma tropa ao término de um determinado conflito?

Se V Exª (mais uma vez) não tem a resposta, vou procurar ajudá-lo: os governantes e políticos.

Aqueles que, verdadeiramente, detém, em mãos, os desígnios de uma Nação. Aqueles que, verdadeiramente, decidem como as coisas acontecem ou devem acontecer.

E posso lhe assegurar que se tal poder de decisão estivesse nas mãos dos comandantes militares, que heroicamente lideraram aquelas operações, na segunda metade do século XIX, a desmobilização da tropa, e o tratamento dado aos ex-combatentes, seriam, incontestavelmente, diferentes.

Como sua declaração não tem o menor respaldo histórico, nem sequer um viés de verdade, resta apenas uma única explicação: a intenção do ilustre legislador foi apenas tentar, como tantos outros, denegrir a imagem da tradicional Instituição de maior credibilidade (e isso incomoda muita gente) de nosso país: o Exército Brasileiro.

Mesmo como potencial ignorante quanto aos aspectos e fatos da história de nosso país, o mínimo que se espera de um político "experiente" como V Exª é a noção e a consciência básicas de que quem legitima e decide pela guerra são os governantes e políticos, e não os militares. Quem cuida da parcela orçamentária destinada às Forças Armadas são os governantes e políticos, e não os militares.

E, não fugindo à regra, posso lhe assegurar que a política de desmobilização, àquela época, por ocasião do término daquela guerra, que redundou na situação humilhante à qual V Exª se referiu
, relacionada aos ex-combatentes (e aí não estão inseridos apenas os ex-escravos), não foi definida pelos militares. E acho que até mesmo o Sr (a uma altura dessas) já deve ter adivinhado quem foram os verdadeiros responsáveis por aquele descaso.

Do exposto, como restou comprovado, pelo menos para mim, que o problema não é desconhecimento da História, nem de política (no caso de V Exª), mas sim a necessidade veemente de pequena, porém nefasta, parcela de nossa sociedade pseudo-intelectual, que insiste em tentar desonrar e denegrir a Instituição Exército Brasileiro, venho por meio deste e-mail fazer um singelo pedido: desista!

Não será V Exª, nem qualquer outra pessoa, por mais influente e manipulador de massas ou opiniões que seja, que conseguirá apagar, desmerecer ou manchar quase 360 anos de honra, glória, patriotismo, servidão, amor a essa Nação ou a memória dos incontáveis e verdadeiros heróis de nossa Pátria, muitos dos quais sacrificaram as próprias vidas naquele conflito!

Lembrai-vos do Marechal Luís Alves de Lima e Silva (o Duque de Caxias), do Marechal Osório, do Brigadeiro Sampaio, do Almirante Tamandaré e de tantos outros!

Alexandre Sobral Lobo Rodrigues é Capitão do Exército Brasileiro e Instrutor da Escola de Aperfeiçomento de Oficiais – EsAO

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Chaves surtou de vez

A oposiçaõ venezuelana está certa quando requereu um exame de sanidade mental para ChaveS; com certeza algum defeito no raciocínio somado ao uso confesso de coca fez ChaveS pirar de vez.

Vejam o absurdo da proposta que ele apresentou - e que teve a simpatia do "Nosso guia" da criação de um 'exército bolivariano' para enfrentar os EUA. Quantos horas tal exército resistiria a um bombardeio concentrado da USAF e US Navy?

É ilusório confundir as dificuldades que os Estados Unidos da América estão tendo para estabelecer a paz no Iraque com o que ocorreria se fosse interesse dos EUA arrasar o Iraque - são situações distintas, com dificuldades e resultados diversos.

CONTRA OS EUA

Chávez propõe criação de uma Força Armada conjunta da América

O Globo Online/EFE

CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, propôs no domingo a criação de uma Força Armada conjunta de países da América. O Exército seria formado por Bolívia, Cuba, Dominica, Nicarágua e Venezuela, países integrantes da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), com o objetivo de enfrentar uma possível agressão dos Estados Unidos ou de algum de seus aliados contra a região.

- Vamos encomendar a preparação de papéis de trabalho. Temos que ter uma estratégia de defesa conjunta da Alba - propôs Chávez, durante seu programa dominical "Alô Presidente!", que teve como convidado especial o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega.

A iniciativa seria uma resposta à análise que os dois presidentes fizeram da situação latino-americana, na qual destacaram que os Estados Unidos, através da Colômbia, estão ameaçando "não só a Venezuela, mas toda a América Latina", segundo Ortega.

Se eles se meterem com algum de nós, estarão mexendo com todos. Tocar a Venezuela é incendiar a região. Tocar a Venezuela é tocar toda a América Latina - afirmou o presidente nicaragüense. - Espero que o povo colombiano tenha a força para frear esta escalada que está ocorrendo contra a Venezuela e contra o processo de integração dos povos americanos.

Chávez mencionou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mostrou recentemente de acordo em criar o Conselho de Defesa Sul-americano e que, na mesma lógica, poderia ser criado não apenas um Conselho de Defesa da Alba, mas as Forças Armadas da Alba. O projeto da Alternativa Bolivariana para as Américas foi lançado em 2004 por Chávez e Fidel Castro contra a "maldição do capitalismo" e como uma alternativa à Área de Livre Comércio das Américas, promovida pelo governo dos EUA.

Presidente estuda nova fórmula para permitir mais de uma reeleição

Chávez também propôs em seu programa que seja estudada a possibilidade de convocar em 2010 um referendo para que emendar o artigo constitucional que limita a uma a reeleição presidencial. A possibilidade de que o presidente possa ser reeleito por mais de uma vez foi derrotada, junto a outras 60 propostas, no referendo sobre a reforma constitucional, realizado em dezembro do ano passado.

O presidente defendeu que, se for a vontade popular e se a maioria quiser, poderia ativar o mecanismo para permitir mais reeleições. Ele disse que poderia aproveitar que em janeiro de 2010 seu mandato chega à metade para lançar mão da opção constitucional do referendo revogatório, acrescentando a essa consulta uma segunda pergunta sobre a reeleição.

- Sou capaz de convocar eu mesmo o referendo revogatório contra meu mandato, sem que ninguém o convoque, mas que teria duas perguntas - afirmou.

A primeira pergunta seria a do próprio referendo, sobre se o eleitor quer que o presidente termine seu mandato em janeiro de 2013 ou quer que seja interrompido e deixe a Presidência naquela data, em 2010. A segunda, cuja natureza legal deveria ser estudada, perguntaria: "O senhor concorda em emendar o artigo 227 da Constituição, onde diz que o presidente só poderá ser reeleito uma vez?".

- Esse seria um cenário, mas não quero que discutamos isso agora porque seria cedo - acrescentou.

Ele também disse que os revolucionários devem trabalhar intensamente, porque se tiver que entregar o comando a um contra-revolucionário em janeiro de 2013 "a guerra viria".

- Imaginem se assume um governo contra-revolucionário que comece a perseguir os militares patriotas, os conselhos comunais, os médicos cubanos, os programas alimentícios, as bolsas de estudos, que privatizasse a saúde, isso seria a guerra - afirmou. - Pensem, vejam além, porque nós somos o projeto da paz e eles são o projeto da guerra.


Empréstimo consignado = a cilada do endividamento

NÃO HÁ MENTIRA QUE SEMPRE DURE

Pane no consignado

Desde o último dia 17 não é fechado um só empréstimo no sistema, xodó de Lula.

Desde que o governo mudou, há duas semanas, as regras para o crédito consignado dos aposentados e pensionistas do INSS, os computadores da Dataprev, a estatal responsável pela aprovação da operação, entraram em pane.

Do dia 17 para cá, não foi fechado um único empréstimo. Por dia, são 40 000 pessoas que pegam emprestado 50 milhões de reais, em média. Pelas novas regras, o empréstimo ficou limitado a 20% da renda mensal e 10% podem ser tomados pelo cartão crédito. Em compensação, o prazo pulou de 36 para 60 meses.

O governo fez uma ampla divulgação da nova regra, mas não consegue dar vazão à enxurrada de pedidos. E olha que o programa do consignado é um dos xodós de Lula. Em alguns casos, há aposentados querendo quebrar agência de banco.

O FORO de SÃO PAULO é REAL e PERIGOSO

O Foro de São Paulo
não é uma fantasia

Reinaldo Azevedo

"Os petistas falam do Foro sem receio. Fizeram-no
no vídeo preparado para o 3º Congresso do partido,
no fim de agosto e início de setembro do ano passado.
Procure no YouTube.
Parte do jornalismo brasileiro,
no entanto, pretende que tratar do assunto é dar asas a uma
fantasia paranóica. Eis uma prática antiga da esquerda.

Ela sempre foi craque em ridicularizar a verdade,
transformando-a numa caricatura, de modo que
seus adversários intelectuais ou ideológicos
não encontrem senão a solidão e o desamparo"

Vivemos os últimos dias de 2007 e os primeiros de 2008 sob o signo do terror. Setores da imprensa do Brasil e do mundo se deixaram seduzir pela pauta dos bandidos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Co-estrelaram a farsa protagonizada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que "libertou" duas reféns (há oitocentos!), os governos do conservador Nicolas Sarkozy, presidente da França, e do "progressista" Luiz Inácio Lula da Silva. Os maus herdeiros de Tocqueville (1805-1859), autor de Democracia na América, querem apenas resgatar do coração das trevas Ingrid Betancourt, uma cidadã que também tem nacionalidade francesa – e depois esquecer aquele canto amaldiçoado das... Américas.

Já Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Lula (o aspone pornográfico do TOP TOP) e representante brasileiro na "negociação", estava lá como um utopista. Ele é fundador de uma entidade internacional chamada Foro de São Paulo, que tem como sócios tanto o PT como as Farc. Existe, portanto, uma entidade em que essas duas organizações são parceiras, companheiras e partilham objetivos comuns.

O tal Foro foi criado em 1990 por Lula e pelo ditador Fidel Castro. Reúne partidos e grupos de esquerda e extrema esquerda da América Latina. Era a resposta local ao fim do comunismo – a URSS seria oficialmente extinta no ano seguinte. Há dois anos e meio, no aniversário de quinze anos da entidade, a reunião dos "companheiros" se deu no Brasil. E Lula discursou para a turma. Não acredite em mim, mas nele. A íntegra de sua fala está no endereço oficial www.info.planalto.gov.br.

Clique no terceiro item da coluna à esquerda, "Discursos e entrevistas", e depois faça a procura por data: está lá, no dia 2 de julho de 2005.

Em sua fala, o presidente brasileiro:

- exalta a atuação de Marco Aurélio Garcia no Foro:

"O companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990";

- explicita as vinculações da organização com Chávez:

"O Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos (...) a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela";

- canta as conquistas internacionais da patota:

"E eu quero dizer para vocês que muito mais feliz eu fico quando tomo a informação, pelo Marco Aurélio ou pela imprensa, de que um companheiro do Foro de São Paulo foi eleito presidente da Assembléia, foi eleito prefeito de uma cidade, foi eleito deputado federal, senador (...)";

- expõe os tentáculos internos de que o Foro se serve:

"Vejam que os companheiros do Movimento Sem-Terra fizeram uma grande passeata em Brasília. (...) A passeata do Movimento Sem-Terra terminou em festa, porque nós fizemos um acordo entre o governo e o Movimento Sem-Terra";

- e reafirma a marcha rumo ao poder no continente e, se der, fora dele:

"Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de quinze anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. (...) Logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento (...)."

Os petistas, como se vê, falam do Foro sem receio. Fizeram-no, por exemplo, no vídeo preparado para o 3º Congresso do partido, no fim de agosto e início de setembro do ano passado. Procure no YouTube. Parte do jornalismo brasileiro, no entanto, pretende que tratar do assunto é dar asas a uma fantasia paranóica. Eis uma prática antiga da esquerda. Ela sempre foi craque em ridicularizar a verdade, transformando-a numa caricatura, de modo que seus adversários intelectuais ou ideológicos não encontrem senão a solidão e o desamparo. Se você é do tipo que prefere anuir com o crime a ficar sozinho, acaba se comportando como um vapor barato do tráfico ideológico.

Já lembrei no blog a viagem que o escritor francês André Gide (1869-1951) fez à URSS em 1934, para participar do Primeiro Congresso dos Escritores. O evento era organizado por Jdanov, o poderoso ministro da Cultura. Intelectuais de todo o mundo estiveram lá. Só Gide denunciou o regime do ditador soviético Stalin (1879-1953), o que fez no livro Retour de l'URSS. Isso lhe valeu o ódio da esquerda internacional e uma espécie de ostracismo. André Malraux (1901-1976) foi um dos que silenciaram. Fez pior do que isso: afirmou que os Processos de Moscou, farsas jurídicas a que Stalin recorria para eliminar seus adversários (e até aliados), não maculavam a essência humanista do socialismo. De fato, o autor de A Condição Humana era um espião soviético. As esquerdas têm muitos heróis nascidos no solo fertilizado pelos cadáveres de seus adversários. Posso ficar só, mas repudio o crime.

Malograda a primeira expedição de Chávez e dos "observadores" para resgatar os reféns das Farc, o Itamaraty divulgou uma nota no dia 1º de janeiro lamentando o desfecho e concluía: "O governo brasileiro reitera seu apoio ao processo de paz na Colômbia, assim como a disposição de aprofundar sua contribuição a iniciativas de fortalecimento do diálogo interno naquele país". Traduzindo a linguagem diplomática: o Brasil reconhecia as Farc como "força beligerante" – uma reivindicação de Chávez –, e não como grupo terrorista. No dia 14 de janeiro, em seu programa de rádio, foi a vez de o próprio Lula afirmar: "Na medida em que as Farc se dispõem a libertar dois reféns, ela está dando (sic) um sinal de que é possível libertar mais. Portanto, o apelo que eu faço é que o governo colombiano e o meu amigo, o presidente (Álvaro) Uribe, mais os dirigentes das Farc se coloquem de acordo para que se possa (sic) libertar mais pessoas que estão seqüestradas". Os terroristas, que recorrem a assassinatos e seqüestros e vivem da proteção que oferecem ao narcotráfico, eram, assim, reconhecidos como expressão política legítimaagora não apenas no Foro de São Paulo, mas no âmbito da diplomacia e do governo brasileiros.

Isso tudo é irrelevante? Não é, não. Já publiquei no blog a lista dos partidos e organizações que integram o Foro: além do PT, do PC do B e das Farc, estão, entre outros, o também colombiano Exército de Libertação Nacional, o Partido Comunista de Cuba, o Partido Comunista do Chile, o Partido Comunista da Bolívia (aliado de Evo Morales), o Partido Comunista da Venezuela (engolido por Chávez), a Frente Sandinista de Libertação Nacional e o PRD mexicano (Partido da Revolução Democrática), do arruaceiro López Obrador, aquele que não aceita perder eleições.

A recusa em condenar as Farc, a defesa incondicional do governo de Hugo Chávez na Venezuela, o apoio às pantomimas de Evo Morales na Bolíviamesmo e especialmente quando ele contraria interesses brasileirose de Rafael Correa no Equador e as relações sempre especiais com a tirania cubana fazem parte do alinhamento do governo do PT com este "Comintern" (Internacional Comunista) cucaracho, o Foro de São Paulo.

Ah, não. Não haverá uma revolução comunista liderada pelos petistas. É mais lucrativo operar uma "revolução" na telefonia, não é mesmo? Condescender com a hipótese do levante é uma forma de fazer uma caricatura do que vai acima. O que estou afirmando, e isto é inconteste, é que existe uma organização na América Latina, chamada Foro de São Paulo, a que pertencem o PT e as Farc, que coonesta grupos e governos que optaram pelo terror, pela ditadura ou por ambos. O que essa gente faz é chantagear a democracia, cobrando muito caro por aquilo a que temos direito de graça. E isso se dá, como sempre, sob o silêncio cúmplice e medroso dos democratas.

E que se note: por motivos óbvios, os petistas são mais decentes quando silenciam sobre os crimes das Farc do que quando fingem indignação em entrevistas.

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