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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Até quando a covardia dos israelenses ficará impune?

ORIENTE MÉDIO
Reação impiedosa

Em resposta à morte de civil atingido por foguete do Hamas, Israel lança uma onda de ataques contra a Faixa de Gaza e mata 33 pessoas em dois dias, incluindo oito crianças.

Palestinos denunciam massacre

Envolto na bandeira do grupo fundamentalista Hamas e coberto por flores, o corpo do pequeno Mohammed Al-Borai foi enterrado ontem na Cidade de Gaza. O bebê de cinco meses morreu na hora, ao ser atingido durante ataque israelense a prédios utilizados pelo Hamas, na quarta-feira. Na manhã de ontem, quatro crianças de idades entre 7 e 12 anos jogavam futebol no campo de refugiados de Jebalyia, quando foram mortas por um míssil de Israel.

Sete ativistas do Hamas, dois militantes de outra facção, um policial e dois civis também acabaram eliminados ontem – o número de vítimas da ofensiva subiu para 33, incluindo oito crianças, desde anteontem. Um dos mortos é Hamza Al-Hayyah, filho de um líder do Hamas. É a maior escalada de violência desde a cúpula de Annapolis (EUA), em novembro, quando o processo de paz foi relançado.


O dia de ontem começou ao som de explosões na Cidade de Gaza
. “Às 8h ouvi três explosões, que estremeceram as casas, aterrorizaram as crianças e feriram muitos cidadãos”, contou ao Correio o assistente social Mohammed Salha, de 34 anos. “Que culpa têm as crianças? Se os judeus assim o desejam, que matem o Hamas, não nossas crianças”, desabafou. Todos culpam o Hamas, mas o povo palestino está destruído”, emendou Salha.

Por volta das 16h (19h em Gaza), a reportagem tentou entrar em contato, por telefone, com o farmacêutico Amjed Dawahidy, de 33 anos, morador do campo de refugiados de Khan Yunis, mas a ligação caiu. Duras horas depois, Dawahidy contou que, um minuto após a ligação do Correio, ele presenciou um ataque matar dois funcionários de uma companhia elétrica. “Eu dirigia o carro quando um homem tentava restabelecer a eletricidade na região. Ouvi o barulho dos helicópteros, vi um clarão e uma grande explosão a 100m de mim.”

A agência de notícias palestina Ramattan confirmou que Mohammed Shamiya e Bahi Al-Farra, empregados da Companhia de Distribuição Elétrica de Gaza (GEDC), foram os alvos do míssil. Segundo Dawahidy, os hospitais da Cidade de Gaza sofrem com a falta de álcool e de oxigênio. “As pessoas estão morrendo lentamente”, desabafou.

A situação preocupa organizações humanitárias. Fred Abrahams, pesquisador da Divisão de Emergências da Human Rights Watch (HRW),
admitiu que a política israelense contra Gaza impôs uma punição coletiva contra a população desde junho de 2007, quando o Hamas subiu ao poder no território. “Para pressionar o grupo, eles negam aos civis coisas básicas, como combustível e eletricidade. É uma grosseria contra a lei internacional”, criticou. Abrahams disse à reportagem que Israel não tem direito de castigar civis em represália a ações de uma facção armada. Ele assegurou que a HRW registrará os abusos.

O iraquiano Alon Ben-Meir, professor de relações internacionais da New York University, alerta: “Qualquer escalada de violência é ruim”. Para ele, o acirramento do conflito pode desacelerar o processo de paz, perpetuar o sofrimento dos palestinos e fazer com que a situação fuja ao controle das autoridades. “Enquanto o Hamas disparar foguetes, os israelenses retaliarão”, disse. Ele teme que uma resposta impiedosa de Israel, seguida de ataques de projéteis palestinos, possa levar a uma grande ofensiva terrestre na região.

visão DO cORREIO
Proposta inaceitável

Mediante um projeto de lei destinado a tramitar de forma concomitante com a emenda constitucional sobre a reforma tributária, o governo pretende introduzir mudanças na incidência do Imposto de Renda devido pelas pessoas físicas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar a novidade, não a detalhou. Adiantou apenas que a iniciativa busca aliviar a classe média, segundo ele o segmento social menos beneficiado pela política econômico-financeira.

Mas assessores do próprio Ministério da Fazenda informaram que a idéia é estabelecer duas alíquotas intermediárias de 20% e 25% antes do teto de 27,5% vigente. Explique-se: hoje, quem tem rendimento entre R$ 1.372,82 e R$ 2.743,25 paga 15% de IR. Quem percebe acima de R$ 2.743,25 recolhe 27,5%. Mas não se sabe de que classe média se cogita. O critério adotado pelo IBGE mostra que renda familiar mensal acima de R$ 1 mil até R$ 2,5 mil identifica a classe média baixa. A situada entre R$ 2,5 mil e R$ 5 mil retrata a classe média média. E, acima daí, surge a classe média alta.

O problema é que está em pauta criar alíquota da ordem de 30% para compensar as perdas de arrecadação com o desafogo prometido. Pelo visto, as famílias de classe média com renda mensal superior a R$ 5 mil serão os alvos da volúpia arrecadadora da Fazenda Pública. Como se não bastasse o IBGE considerar integrante das classes média baixa e média média quem percebe renda apenas suficiente para atender às demandas cruciais da sobrevivência, quer o governo conceder “benefícios” com uma mão e tomá-los com a outra.

É justificável a decisão do Palácio do Planalto de promover a inclusão de duas incidências do IR logo abaixo do teto de 27,5%. Constitui tratamento justo para os trabalhadores colocados nos patamares mais baixos de remuneração. Portanto, não se trata de favor, mas de distribuição equânime de direitos. Para ser mais coerente com o princípio da justiça fiscal, a Fazenda deveria elevar o valor dos ganhos salariais sujeitos a isenção do Imposto de Renda. Os isentos do IR, hoje, são os trabalhadores que percebem até R$ 14.992,32 por ano, importância insuficiente para garantir-lhes existência com dignidade.

Na hora em que a coletividade clama contra a exacerbação dos impostos, soa como acinte a intenção governamental de agravar o poder aquisitivo dos salários com mais uma alíquota do IR. Não importa qual o pretexto invocado para justificá-la, sobretudo o de compensar perdas com o alívio que será concedido a certas categorias. Mais coerente com o modelo republicano é o governo assegurar, pelo exercício da fiscalização e da universalização da imposição tributária, os recursos para cobertura dos gastos da máquina estatal. Há muito se esgotou a capacidade de o contribuinte suportar novos encargos ou tolerar aumento dos atuais.

Já era esperado o (des)governo não perder um centavo com a ‘mexida’ no IR.

Aliás, o governo do “Nosso guia” segue rigorosamente a mentalidade dos banqueiros [categoria que tanto é beneficiada no governo (?) Lula] que é a NUNCA PERDER.

Conforme mostrado em POST anterior ao não criar uma alíquota inferior a do piso atual, optando por criar duas intermediárias e uma superior ao atual teto, o resultado final será aumento na arrecadação – mesmo que aumente, a título de ‘engana trouxa’ o limite de isenção.

A meta do PT é uma só: NADA SER INVESTIGADO

dinheiro público
PT atrasa ainda mais a CPI…

Partido tenta reagir ao acordo que deu ao PSDB o comando da comissão que vai investigar os cartões corporativos do governo e exige ter a presidência em vez da relatoria. Tucanos não abrem mão e o impasse continua

Um ato de rebeldia do PT emperrou ainda mais a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista dos Cartões. Isolado, o partido tentou ontem mostrar reação política ao acordo fechado entre governo e oposição que entregou a presidência da CPI ao PSDB. Dono da relatoria, o PT não quer mais o posto e exige agora a vaga cedida aos tucanos. Avalia, 15 dias depois de indicar o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) para a relatoria, que a função de presidente terá mais força na CPI.

Cabe ao relator conduzir o rumo das investigações. Ele decide, por exemplo, por onde começa a apuração da comissão. Já o presidente tem de dirigir o ritmo dos trabalhos, comandando as sessões de depoimento e votações de requerimento. Até semana passada, o PT não escondia a satisfação com o nome de Sérgio como relator. Mas decidiu mudar de idéia quando viu a presidência nas mãos do PSDB, que indicou a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

O regimento diz apenas que as maiores bancadas na Câmara e no Senado devem assumir o comando de uma CPI mista. No caso, o PMDB seria o dono tanto da relatoria como da presidência. Somente um acordo político muda esse cenário. No Senado, o PMDB repassou a vaga ao PSDB. Na Câmara, abriu espaço ao PT. Agora, seria necessário um outro acerto para satisfazer a vontade petista de ficar com a presidência.

Queda-de-braço
O impasse ajuda ainda mais a atrasar os trabalhos da CPI. A queda-de-braço no Congresso dura mais de três semanas, tempo suficiente para a comissão já ter convocado e ouvido depoentes e solicitado documentos sobre os cartões corporativos do governo. Entretanto, a CPI continua no papel.

O Senado ignorou a reivindicação do PT. Ninguém na Casa levou a sério o apelo do partido. Com o apoio do líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), a oposição nem cogita mudar os termos do acordo. “Não vamos ceder nenhum milímetro”, disse o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). “O PT quer uma CPI que não fique desviando os seus objetivos”, argumentou o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE).

Avalista do acordo com a oposição, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, tentou colocar panos quentes. Evitou criticar o PT, e afirmou que até o início da próxima semana a polêmica será encerrada.
O objetivo do Partido dos Trouxas é um só: impedir os trabalhos da CPI. O (dês)governo tentou todos os truques que seus aloprados conseguiram ruminar e fracassou.

Agora é rolar até meados do ano e as eleições se encarregam do resto.

Talvez não tenhamos nem PIZZA, nem TAPIOCA, nem CPI.

O projeto de reforma do (des)governo é mais um assalto ao contribuinte

A atenção para evitar mais uma traição do (des)governo tem que ser total. A reforma acena com a possibilidade de reduzir a alíquota do IR sobre os menores rendimentos e também criar uma intermediária – inferior ao atual teto = 27,5%.

Só que há a intenção de deixar ao ‘sábio arbitrio’ da trupe do “Nosso guia” a criação de uma alíquota de 35%.

O estilo Lula = morde e assopra. Reduz uma das alíquotas inferiores, cria uma intermediária, aumentando o tributo para os que já pagam 15% e uns poucos que são extorquidos com 27,5% caem para a nova alíquota e a maior parte dos que já são apenados com o máximo passam para o teto = 35%.

Essa reforma, ou arremedo de, tem que ser rejeitada.

Reforma tributária ou aumento de impostos?

A reforma de papel

Governo apresenta projeto que muda impostos, mas chances de aprovação este ano são remotas

Mal chegou ao Congresso e o projeto de reforma tributária já desperta uma infinidade de polêmicas e desconfianças entre governadores, prefeitos, parlamentares, empresários e sindicalistas. Todos concordam que ela é necessária, mas ninguém quer perder arrecadação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo esta semana para que os parlamentares aprovem a reforma ainda este ano, mas os especialistas dizem que o prazo não é factível.

Em ano de CPI dos Cartões e eleições municipais, a aprovação da proposta exigirá um esforço hercúleo do governo federal. Ao apresentar o projeto ontem aos parlamentares, o próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que essa não será uma tarefa fácil. “Não sei se a tramitação será rápida. É um projeto complexo, uma emenda constitucional”, disse pela manhã, na porta do Congresso Nacional.

Mantega classificou o projeto como uma receita para “fazer o Brasil crescer, gerar mais empregos e facilitar a vida do produtor e do consumidor”. Na véspera, o ministro havia dito que a aprovação da reforma teria um impacto positivo no crescimento econômico de meio ponto percentual ao ano. Otimistas, Mantega, bem como o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), planejam aprovar até agosto o texto que simplifica a estrutura tributária brasileira. Mas sabem que será preciso uma negociação intensa para tirar do papel a reforma. Dentro da própria base, líderes como o do PT, Maurício Rands (PE), não descartam a fragmentação das propostas para facilitar a aprovação. Há ainda a pressão de diferentes segmentos, de olho em pontos específicos da proposta.

O cientista político Rogério Schmitt, da Tendências Consultoria, diz que não acredita que o governo consiga aprovar a reforma este ano, como deseja: “As relações entre o governo e a oposição estão tensas desde a votação da CPMF e agora mais ainda com a instalação da CPI dos Cartões. Além disso, é ano de eleição”.

Bancadas
Para tentar resolver as divergências, o Palácio do Planalto já prepara uma maratona de reuniões. A idéia é reunir, por região, parlamentares e secretários de Fazenda dos estados brasileiros para discutir a reforma. “O melhor seria juntar as bancadas por estado. Mas seriam 27 reuniões. Então, decidimos fazer por região”, explica o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro. O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), também anunciou ontem que vai instalar um fórum para resolver conflitos sobre o tema com a sociedade e os representantes do governo. “Não é uma proposta do governo. É uma proposta da sociedade”, enfatizou Múcio.

Embora favorável à realização da reforma, a oposição já começa a levantar críticas ao projeto.
O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), disse estar convencido de que o objetivo do governo ao encaminhar o texto ao Congresso é desviar as atenções das denúncias sobre uso irregular de recursos dos cartões corporativos. Já o líder do DEM, ACM Neto (BA), elogiou a proposta de simplificação tributária, mas classificou a reforma de “acanhada” por, na opinião dele, não transferir consideravelmente recursos da União para os estados e municípios.

Lula ameaça Judiciário

Lula nega crise com Judiciário e diz que é preciso respeitar "palpites" diferentes

FolhaNews

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta sexta-feira a existência de uma crise entre o Poder Executivo e o Judiciário. Essa possibilidade foi questionada após as declarações de ontem à noite do presidente contra o Judiciário. Sem citar nomes, o presidente também alfinetou o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, que afirmou que o lançamento do programa Territórios da Cidadania em ano eleitoral poderia ser contestado judicialmente.

“Não existe crise entre Poderes. Até porque cada poder tem autonomia suficiente e nós aprendemos que a sustentabilidade da democracia está em saber respeitar a autonomia de cada um”, disse Lula em entrevista concedida após abertura da 6ª Reunião do Fórum de Governadores do Nordeste. Nesta sexta-feira, o presidente minimizou as críticas ao Judiciário e afirmou que não se referiu diretamente ao ministro Marco Aurélio Mello. “Primeiro: eu não citei o nome do ministro [Marco Aurélio Mello]. Segundo, eu disse que se a lógica prevalecesse e o governo federal não pode fazer parceria com município em ano que antecede eleição municipal e que governo federal não disputa [eleição] e em ano que presidente disputa --que não é o meu caso--, significa que num mandato de quatro anos vamos governar dois anos”, disse.

O presidente afirmou que quem dá “palpite” também tem de saber ouvir “palpites e opiniões” diferentes. “Quando se trata de opinião e palpite, os outros precisam concordar que outros possam dar palpite e opinião diferentes”, disse. “Da mesma forma que como ser humano e brasileiro as pessoas dão palpite sobre as coisas, o presidente da República pode dar palpite e julgar os palpites dos outros. Afinal, estamos num debate político”. “Eu jamais fiz juízo valor sobre qualquer coisa que tenha transitado em julgado no país”, afirmou Lula. “Quando julgarem, nós acataremos. Uma decisão instância inferior, se você discordar pode recorrer. Decisão da Suprema Corte, se cumpre”. Sobre as críticas dos parlamentares, Lula afirmou que o “Congresso tem o direito de não gostar”. “Até porque não falei do Congresso, falei dos partidos políticos”.

Mudança de discurso
O discurso de Lula nesta sexta-feira foi mais ameno que o de ontem. “Seria tão bom se o Judiciário metesse o nariz apenas nas coisas dele. Iríamos criar a harmonia que está prevista na Constituição para que democracia seja garantida. [...] O governo não se mete no Legislativo e não se mete no Judiciário. Se cada um ficar no seu galho, o Brasil tem chance de ir em frente. Se cada um der palpite [nas coisas do outro], pode conturbar tranqüilidade que sociedade espera de nós”, afirmou Lula. “E de repente alguém fala que se entrarem na Justiça vai analisar. Na verdade, ele deu uma senha para o PSDB e para o DEM”, disse Lula se referindo a Marco Aurélio Mello.

Lula insinuou ainda que Mello tinha a pretensão de entrar na vida política. “Quem falou essa sandice [Mello]... Ele quer ser ministro da Suprema Corte ou quer ser político? Se quiser ser político, renuncie lá e se candidate a um cargo para falar as bobagens que quiser na hora que quiser”, afirmou Lula. Na cerimônia, o presidente convocou os parlamentares presentes a fazer cumprir o papel do Legislativo. “Meus companheiros deputados e senadores, eu acho que vocês têm um papel a cumprir. Mais do que apoiar o meu governo e mais do que votar contra os que votam contra, é de fazer valer o Poder Legislativo brasileiro, que faz as leis. O Poder Judiciário interpreta as leis, não faz leis. Então, é preciso que a gente reordene as instituições brasileiras para que elas funcionem cada vez mais, democráticas e cada vez mais harmoniosas”.

Mais uma vez o senhor Lula fala o que não deve; com as pérolas de ontem, ‘atennuadas’ (eu disse atenuadas?) hoje, o Apedeuta conseguiu ameçar o Judiciário: “Seria tão bom se o Judiciário metesse o nariz apenas nas coisas dele. Iríamos criar a harmonia que está prevista na Constituição para que democracia seja garantida”. – no entender do “Nosso guia” uma manifestação do Judiciário desfavorável a um outro Poder é razão para quebra da harmonia entre os três poderes e quebra da garantia da democracia.

Atacou, de modo pessoal, a um ministro do STF e presidente do TSE: Quem falou essa sandice [Mello]... Ele quer ser ministro da Suprema Corte ou quer ser político? Se quiser ser político, renuncie lá e se candidate a um cargo para falar as bobagens que quiser na hora que quiser”.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Alagoas ensina como tratar os bandidos do MST

O valoroso estado de Alagoas mostrou como os facínoras do 'movimento social' MST devem ser tratados quando tentam invadir propriedades alheias.
14 marginais do MST foram atingidos por disparos efetuados pelos defensores de uma propriedade rural naquele estado e que os bandidos pretendiam invadir.
Pena que foram atingidos de forma superficial, o que bastou para que se acovardassem e desistissem do intento criminoso.

Mas, atingir de raspão bandidos é algo desaconselhável.

O caráter didático só é mais eficiente quando o bandido é abatido e seus companheiros podem meditar sobre o assunto durante o velório e o enterro e concluírem = O CRIME NÃO COMPENSA.

Na região onde minha família possui fazenda - destaco que tanto a nossa fazenda quanto todas as demais da região são produtivas - não ocorrem invasões. Desde a década de 90 que existe um acordo de 'doação' custeado pelos fazendeiros a eventuais 'sem terra' que por lá apareçam e é simples:
- o autor de qualquer tentativa de invasão receberá de graça, sem nenhum ônus para ele ou para o governo, uma pequena GLEBA DE TERRA.
Medidas: aproximadamente dois metros x um metro e com profundidade em torno de 7 palmos.
Simples, prático e sem burocracia ou alarde.

E o Arruda ainda quer trazer a COPA do MUNDO para Brasília; ainda tenho dúvidas se a escolha do Brasil se concretizará

visão DO cORREIO
Em nome da segurança


A ninguém interessa mais a segurança do transporte coletivo que aos passageiros. Não é de hoje que o deslocar-se no Distrito Federal se tornou aventura de alto risco. Ao lado do desconforto dos ônibus lotados, da longa espera nas paradas, da interrupção da viagem em razão de quebra do veículo, impera o medo. Um coletivo é assaltado a cada 14 horas na capital da República. Nenhum usuário tem certeza de que chegará ao destino com os pertences ou, pior, com vida.

Na comparação dos dois últimos anos, fica clara a aceleração da violência. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, os roubos aumentaram 5,5% no período. Passaram de 581 em 2006 para 613 em 2007. Ceilândia, Samambaia e Taguatinga ocupam o ranking de ocorrências. No sábado, a morte de diarista de 33 anos que fazia o trajeto Plano Piloto — Sobradinho chocou os brasilienses.

Nada mais esperado, pois, que medidas efetivas para conter a onda de barbárie que rouba o direito de ir e vir de adultos e crianças. Na segunda, o governo lançou a Operação Transporte Seguro. Trata-se de plano de ação para combater o avanço dos assaltos ao sistema de transporte coletivo. Entre as medidas propostas, destaca-se a abordagem a veículos e passageiros.

No mesmo dia do anúncio, a operação se iniciou. Uma delas ocorreu diante do Cine Brasília. A cena que se viu ali destoa da modernidade da capital do país. Foto publicada no Correio Braziliense de ontem fala mais que mil palavras: mulheres obrigadas a descer do ônibus em que viajavam formaram fila indiana. Uma a uma, de costas, com as mãos na parede, eram examinadas por policial. Pareciam bandidas apanhadas em flagrante.

Ora, revista de passageiro não constitui novidade. Há muito é praticada em aeroportos sem causar constrangimentos a ricos ou pobres. Pergunta-se, então: por que não recorrer ao detector de metais em vez de apalpar as pessoas em público? O resultado seria o mesmo — a prevenção de assaltos no interior do veículo.

Os indivíduos submetidos ao exame não se sentiriam invadidos. Ao contrário. Seriam personagens reais de episódios rotineiros registrados mundo afora. A violência, sabe-se, obrigou a população dos cinco continentes a abdicar — em nome da segurança — de parte da liberdade arduamente conquistada ao longo de séculos. Sujeitar-se a revistas é uma delas. Que seja feita com dignidade.

Lula defende mais um dos seus ministros que é acusado de práticas ilegais, imorais e aéticas.

Ética
Ministro e na liderança do PDT

Carlos Lupi defendeu-se das acusações de que estaria aparelhando o ministério para favorecer o partido e cancelou convênios com três ONGs supostamente ligadas à legenda. E não deixará nenhum dos cargos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu bancar a posição do ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), que acumula aos cargos de ministro e presidente do PDT. Lula avalia que o ministro conta com o apoio das centrais sindicais e é grato pelo apoio que recebeu do PDT no segundo turno das eleições. O recado foi dado a Lupi pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, que esteve com o presidente da República durante audiência no Palácio do Planalto. Lula e Paulinho são companheiros de movimento sindical.

Ontem, Lupi anunciou o cancelamento de convênios do ministério com três ONGs (organizações não-governamentais) supostamente ligadas ao PDT. Defendeu-se das acusações de que estaria aparelhando o ministério para favorecer o PDT e apresentou uma lista com todos os repasses feitos no ano passado, os quais teriam beneficiado principalmente governos e prefeituras do PSDB. O ministro disse também que não conversou com o presidente Lula sobre o acúmulo da presidência do PDT e o cargo no ministério, mas voltou a falar que não vai deixar nenhum dos cargos.

Comissão de Ética
A Comissão de Ética Pública do governo recomendou, em dezembro passado, o afastamento de Lupi por considerar que as duas funções não podem ser acumuladas. A Comissão entendeu que haveria "conflito de interesses" na ocupação dos dois cargos. Na segunda-feira, o presidente da comissão, Marcílio Marques Moreira, deixou o cargo. Será substituído pelo ex-presidente Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence. O questionamento ao acúmulo de cargos por Lupi é considerado um despropósito pelo núcleo político do governo, que considera o assunto muito mais um problema interno dos partidos do que uma questão a ser resolvida pelo governo.

Ao responder à Comissão de Ética Pública, Lupi alegou que estava sendo vítima de perseguição: "Acho que é perseguição política contra o meu partido e contra minha pessoa. Sou persistente. Sou resistente. Sou cana de canavial. Nem facão em queimada acaba com a minha raiz. Eu tenho raiz profunda", disse. O ministro faz um balanço otimista do próprio trabalho: "Sou ministro, tranquilo e feliz. Batendo recorde em todos os setores do Ministério. Agora tem muita gente que não gosta da gente. Muita gente importante. A eles, eu desejo muita saúde porque eu vou continuar ministro do Trabalho, trabalhando pelo Brasil".

Ao PT convém tirar o foco da CPI dos CARTÕES

"Trololó" de Serra

Alessandra Pereira
Da equipe do Correio

São Paulo — Em mais uma tentativa de chamar a atenção da opinião pública para a dificuldade em obter a aprovação de uma CPI que possa investigar os gastos feitos com cartões de débito no governo paulista, a bancada do PT realizou, ontem, um ato de protesto reunindo cerca de 200 pessoas em frente à Assembléia Legislativa.

Questionado sobre o que achava da iniciativa, o governador José Serra (PSDB) limitou-se a responder: "É um trololó. Mais um trololó petista para 'destrair' a atenção de Brasília", referindo-se à CPI mista dos Cartões no Congresso.

O líder do PT na Assembléia, deputado Simão Pedro, reagiu à declaração. Ele considerou desrespeitosa a forma como Serra referiu-se ao ato, que pediu a imediata instalação de CPIs para apurar denúncias de corrução no governo e reuniu a bancada petista e o deputado Major Olímpio, do PV. Para o deputado, Serra tem de explicar o "trololó de cartões gastos em boates e com presentes em lojas de luxo.

Para o PT o público e o privado se confundem

dinheiro público
Derrotado, PT tenta reagir

Partido não aceita acordo feito por Jucá e quer embolar o jogo ao cobrar a presidência da CPI

A decisão do governo de entregar a presidência da CPI dos Cartões ao PSDB aumentou o racha na base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. O PT não engoliu o acordo fechado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), com a oposição e ameaça até abrir mão da relatoria, que, a princípio, será ocupada pelo deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). Enciumados, petistas defendem, por exemplo, inverter os cargos: a presidência nas mãos do PT e a relatoria com a oposição. Depois de uma reunião da bancada, os petistas decidem hoje como reagir.

Dentro da bancada, há quem encare a presidência da CPI como um cargo mais importante que a relatoria. É o presidente quem dita o ritmo das investigações. Derrotados, os petistas tentam uma forma de manter o controle da comissão.


A curto prazo, a escolha da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) para presidente representa uma vitória de Jucá sobre os petistas. Derrotado, o PT joga a responsabilidade ao senador: se a CPI prejudicar o governo, Jucá assumirá o ônus disso. Na reunião que decidiu pelo acordo, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), não cedeu um segundo sequer. Além dele, estavam presentes, no Palácio do Planalto, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e Jucá.

Múcio sinalizou a Fontana que concordava com o líder no Senado e que torcia por um consenso para evitar uma disputa por espaço no Congresso. Irritado, o líder da Câmara disse aos dois que política não é uma "ciência exata", e que não há como prever o futuro da CPI. E manteve a posição de fazer valer o regimento: presidência ao PMDB e relatoria ao PT, por questão de proporcionalidade das bancadas.

Acuado, Fontana entregou os pontos. Disse que não queria ser responsabilizado caso duas CPIs fossem criadas (como ameaçava a oposição, com uma investigação exclusiva no Senado) e passou a decisão a Jucá e Múcio.

Tarefa
O final da reunião, pró-acordo, foi resultado de uma estratégia do líder do Senado de isolar o colega da Câmara. Na noite de terça-feira, Jucá, cada vez mais cobrado pela oposição, conversou com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT), e pediu apoio no convencimento a Fontana. A tarefa foi executada, embora sem sucesso. Mesmo assim, Chinaglia defendeu a decisão do governo, seguindo o roteiro previsto por Jucá. "O melhor seria fazer o acordo e desatar o nó", afirmou.

Isolado, restou a Fontana a solidariedade da bancada do PT na Câmara e de assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contrários a um acordo. Lula, aliás, conseguiu o que queria: mostrar que ficou de longe da negociação. Ciente do racha interno, o presidente resistia a topar um entendimento, mas preferiu não comprar briga com a oposição do Senado, onde tem uma margem apertada de vantagem.

Jucá e PT não se entendem há um bom tempo. Nos corredores do Congresso, petistas reclamam da atuação do líder no Senado. Dizem que o PT fica a reboque de qualquer negociação, como na votação da CPMF no ano passado. A líder do partido no Senado, Ideli Salvatti (SC), por exemplo, foi avisada do acordo na CPI dos Cartões por Jucá logo depois de o senador informá-lo à imprensa. Pouco depois, o senador Tião Viana (PT-AC) criticou a negociação. "A oposição nunca compreendeu nenhum gesto bom do governo", disse.


DADOS COMEÇAM A SER ATUALIZADOS
Praticamente dois meses depois de estourar o escândalo dos cartões corporativos, a Controladoria-Geral da União (CGU) somente ontem começou a atualizar as informações sobre os gastos do governo no Portal da Transparência, onde mantém mais de 600 milhões de dados. Foi por meio dele, que diversos pagamentos por cartões vieram à tona, como o da ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, que pediu demissão após o anúncio de que teria feito gastos exorbitantes. Desde o final do ano passado, os cartões corporativos têm sido a grande dor de cabeça do governo. Tanto, que é motivo da criação de uma CPI mista no Congresso e alvo de uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).

A pergunta de sempre: pizza ou tapioca?

Acordo dura pouco e novo impasse adia instalação da CPI dos Cartões



Da FolhaNews

O acordo firmado entre governo e oposição para ceder a presidência da CPI mista (com deputados e senadores) dos Cartões Corporativos ao PSDB não foi suficiente para garantir a efetiva instalação da comissão no Congresso. Como a bancada do PT na Câmara reivindica, agora, a presidência da CPI, os parlamentares adiaram a indicação dos integrantes da comissão para a próxima semana.

Líderes governistas vão tentar solucionar o impasse até a próxima segunda-feira, já que precisam negociar com a oposição a troca dos postos de comando da CPI. O PSDB já indicou a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) para presidir os trabalhos, enquanto o PT escolheu o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) para a relatoria.

Insatisfeitos com o acordo firmado com a oposição, os petistas querem trocar os cargos de comando, ficando agora com a presidência da CPI. Desde o início das negociações, a bancada do PT na Câmara defendeu que o governo não cedesse a presidência da CPI ao PSDB, mantendo o comando da comissão nas mãos do PMDB --que havia indicado o senador Neuto de Conto (PMDB-SC) para a presidência.

"O PT quer um formato que possa garantir que a CPI não fique desviando os seus objetivos. Temos a preocupação com a regra do jogo para que a CPI não seja instrumentalizada politicamente", disse o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands.

O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), afirmou que vai espetar até terça-feira a indicação dos integrantes da CPI pelos partidos políticos. Somente após as indicações a comissão será, de fato, instalada. Apesar de estar disposto a esperar que um novo acordo seja firmado, Garibaldi disse ser contrário ao pedido do PT.

"Eu acho que deveria se preservar o acordo inicial, não dá para se modificar a composição inicial, que já deu tanto trabalho. Faço um apelo para se acabar com essa discussão. Parece até uma briga menor",
criticou.

O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), negou que o PT esteja sugerindo a troca da relatoria pela presidência em represália ao acordo firmado com a oposição.

Fontana também rebateu as críticas que a estratégia do PT seria uma maneira de postergar ainda mais as investigações sobre o uso dos cartões corporativos do governo - embora pessoalmente seja contrário à instalação da CPI.

"O governo não teme a investigação, mas quer dizer à sociedade que CPI para esse assunto não é a melhor maneira de se fazer as investigações. Eu defendo que isso seja investigado pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas da União", afirmou.

Garantia
O ministro José Múcio (Relações Institucionais) garantiu que, se houver a troca no comando da CPI entre governo e oposição, o PSDB terá assegurada a relatoria da comissão mista. "[A CPI] será compartilhada. É uma forma de distender as tensões. Nós queremos que se esclareça absolutamente tudo, com preocupação mais com o mérito do que com as luzes", disse o ministro.

Segundo Múcio, o impasse sobre a troca será solucionado até a próxima segunda-feira, com um entendimento entre as duas Casas. "Nós fomos pegos de surpresa, mas como isso ainda não foi decidido, me preocuparei depois ", afirmou.

Aécio = "o cara"

Armação: Cúpula do PMDB já costura chapa presidencial com Aécio e Dilma para a sucessão de Lula

Por Jorge Serrão

Aécio Neves, pelo PMDB, na cabeça. Dilma Rousseff, a preferida do chefão Lula, de vice. Esta é a chapa que se desenha na cabeça dos peemdebistas para a sucessão presidencial de 2010, embora seja ainda um pouco cedo para qualquer definição. Ontem à tarde, o governador mineiro deu mais uma prova de que anda "costeando o muro tucano" e doido para entrar no terreno peemedebista. Aécio alegou que sempre teve uma ligação histórica com o PMDB. Nas entrelinhas, deixou claro que tem opção de legenda no PMDB, caso o PSDB não feche questão logo em torno de seu nome.

O recado velado de Aécio acontece no momento em que as bases tucanas indicam que não vão aprovar sua candidatura com tanta facilidade. Aécio sabe que pode ficar sem o ninho tucano, depois que o senador Arthur Virgílio (AM) pediu oficialmente ao PSDB, na terça-feira passada, para ser incluído como pré-candidato à Presidência da República em 2010. Virgílio avisa que sua postulação é "coisa séria" e pediu "igualdade de tratamento" com os outros candidatos do partido: Aécio Neves e José Serra. Virgílio quer a inclusão de seu nome nas pesquisas do PSDB. Ele quer saber, por exemplo, o quanto estaria "atrás de Aécio".

No PSDB, Aécio Neves já sente que as portas se fecham. Por isso, o namorador governador mineiro flerta com o PMDB. Aécio Neves sabe que Lula não descarta um apoio a sua candidatura em 2010, ainda mais se for pelo PMDB, que é da base amestrada do desgoverno. Por enquanto, o presidente fará de tudo para emplacar sua favorita Dilma – que não decola nas pesquisas. Lula já escalou a companheira para estar com ele em todos os palanques que anunciam obras do PAC.

Se o nome de Dilma não se viabilizar, Lula será o defensor da aliança com o PMDB. Neste caso, os petistas teriam de engolir até o lugar de vice numa eventual chapa de Aécio Neves, se ele vier realmente para o PMDB, como tudo indica que vai acontecer depois da nova arrumação política após a sucessão municipal deste ano. Aécio é o nome com melhor perfil para angariar votos no Nordeste, partindo da base que já tem em MG. Até no meio militar, o nome de Aécio já apontado como o "mais apoiável" para 2010.

E no mercado financeiro, que manda mesmo nos destinos econômicos e políticos do País, Aécio é "o cara". Sua candidatura foi lançada em 2004, durante um suntuoso jantar no castelo inglês dos banqueiros Rothschild. O empresário Mário Garnero o apresentou à platéia como "o futuro presidente do Brasil em 2010". O Lord Rothschild considera Garnero "um de seus quatro filhos", e confia no taco dele.

partidos sujos, mas necessários para o desmonte do governo(?)Lula

A guerra tucana: Virgílio é aliado de Aécio

O governador de São Paulo, José Serra, que se cuide. Gesta-se no seu partido, o PSDB, uma grande articulação para triturar a sua candidatua a presidente da República em nome dos tucanos. O maior beneficiário, é claro, seria o governador de Minas Gerais, Aécio Neves.

A senha para o movimento está sendo dada pelo senador Arthur Virgílio Neto (AM), com sua pré-candidatura avulsa à Presidência, sob o mote de que é preciso tirar de São Paulo o papel de centro das descisões do tucanato. A candidatura Virgílio, vista com desdém por Serra e seu grupo, na verdade pode se transformar num grande golpe contra o governdor de São Paulo.

Primeiro, pelo discurso dela a respeito de São Paulo. Depois, porque, na estratégia dos anti-serristas, Virgílio vai bater o bumbo, insistir até o limite na realização de prévias para escolha do candidato presidencial. No mano a mano com Aéio Neves, Serra talvez vencesse. Com um terceiro candidati, mesmo fraco como Virgílio, corre risco de ser derrotado, ainda mais se, na reta final, Virgílio abrir mão em favor de Aécio.

Diz-se que os tucanos do PSDB são muito parecidos com pavões. É verdade. O grupo Aécio-Virgílio está mostrando suas penas para um setor do tucanato paulista que -- acreditam -- agora está aliado a Serra mas pode abandoná-lo assim que pressentir que o outro lado está mais forte. Não, não é o grupo do ex-governador Gerlado Alckmin. Este já está em litígio definitivo com Serra há muito tempo. É para o pavão-mor Fernando Henrique Cardoso que os pavões anti-serristas fazem a dança do acasalamento. Se conseguirem atraí-lo, então, aí acabou a candidatura Serra pelo PSDB.

Ou seja, quem pensa que José Serra já derrotou Aécio Neves dentro do partido é bom prestar mais atenção nos movimentos de Arthur Virgílio Netto. E de outro senador tucano que visitou recentemente Aécio: Tasso Jereissati (CE).

Essa política é exatamente a do tipo que me enoja; os partidos que aí estão são indignos da confiança do POVO BRASILEIRO. O que ainda salva o PSDB foi a firmeza do senador Arthur Virgilio na eliminação da CPMF, mas a jogada que ele está se prestando a fazer – para beneficiar o Aécio, político não confiável – compromete e muito o bom conceito que aquele senador adquiriu na votação da CPMF.

Factóide dos petistas aloprados

Durou pouco a farsa da 'espionagem industrial' criada pelo (des)governo em uma tentativa estúpida, inútil (digna dos aloprados petistas) de desviar as atenções dos CARTÕES CORPORATIVOS.

Com a incomPeTência que lhe é característica os ALOPRADOS aproveitaram um furto comum e tentaram transformar em um caso de 'espionagem industrial', envolvendo segredos da PETROBRAS.

Mais um pouco e o FACTÓIDE seria utilizado para justificar a grande demora para iniciar, ainda que de forma incipiente, os trabalhos de pré-exploração do campo TUPY, descoberto em 2005 e re-descoberto em 2007 e que seguindo o exemplo da tri-inaugurada FERROVIA TRANSNORDESTINA, será descoberto quantas vezes convir aos interesses escusos do governo(?) Lula.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Ridículo, antipatriótico, mas não podemos esquecer que dependesse do Lula e sua trupe o BRASIL seria submisso à Cuba

FORO DE SÃO PAULO = organização de organizações criminosas = PT, FARC, PCC, CV e congenêres

O Foro de São Paulo
não é uma fantasia

"Os petistas falam do Foro sem receio. Fizeram-no
no vídeo preparado para o 3º Congresso do partido,
no fim de agosto e início de setembro do ano passado.
Procure no YouTube. Parte do jornalismo brasileiro,
no entanto, pretende que tratar do assunto é dar asas a uma
fantasia paranóica. Eis uma prática antiga da esquerda.
Ela sempre foi craque em ridicularizar a verdade,
transformando-a numa caricatura, de modo que
seus adversários intelectuais ou ideológicos
não encontrem senão a solidão e o desamparo"

Vivemos os últimos dias de 2007 e os primeiros de 2008 sob o signo do terror. Setores da imprensa do Brasil e do mundo se deixaram seduzir pela pauta dos bandidos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Co-estrelaram a farsa protagonizada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que "libertou" duas reféns (há oitocentos!), os governos do conservador Nicolas Sarkozy, presidente da França, e do "progressista" Luiz Inácio Lula da Silva. Os maus herdeiros de Tocqueville (1805-1859), autor de Democracia na América, querem apenas resgatar do coração das trevas Ingrid Betancourt, uma cidadã que também tem nacionalidade francesa – e depois esquecer aquele canto amaldiçoado das... Américas. Já Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Lula e representante brasileiro na "negociação", estava lá como um utopista. Ele é fundador de uma entidade internacional chamada Foro de São Paulo, que tem como sócios tanto o PT como as Farc.

FIDEL = tão nojento quanto Che Guevara

Artigo: Reinaldo Azevedo
Fidel e o golpe da revolução
operada por outros meios

"A mitologia da resistência é uma trapaça ideológica
a emprestar a homicidas compulsivos a dignidade
de utopistas. Hoje, os nossos 'cubanófilos' estão
empenhados é em assaltar os cofres. E é bom lembrar:
os ladrões vulgares não desistiram de solapar a democracia"

A semente do mensalão está na pistola com que Che Guevara executou um guerrilheiro que roubara um pedaço de pão.

O dossiê dos aloprados foi planejado em Sierra Maestra.

O aparelhamento do estado e a farra dos cartões desfilaram com Fidel Castro em Havana, em 1959. Isso é história de mentalidades, não de nexos pobremente causais. O assalto ao Erário, à ordem legal e à administração do estado seria apenas a revolução operada por outros meios. Os criminosos precisam dessa mitologia para reivindicar seu exclusivismo moral. É coerente que propagandistas do PT como o arquiteto Oscar Niemeyer, o cantor Chico Buarque e Frei Betto sejam também embaixadores (i)morais da ditadura cubana.

Fidel, vê-se, é uma figura marcante na história do Brasil. A justificativa nada improcedente do golpe militar de 1964 foi impedir a "cubanização" do país. Figuras que transitam neste governo têm sua folha corrida ou sua lenda pessoal ligadas à trajetória do "comandante".

José Dirceu, por exemplo, ganhou seu caráter e uma de suas caras treinando guerrilha na Cuba revolucionária. Há quem jure que nunca deu um tiro. O sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva, que estreou no anticomunismo, aproximou-se do castrismo por razões, acredite!, pragmáticas. Derrotados de 64 forneceram ao dito então "novo sindicalismo" a vértebra política que ele não tinha e lhe emprestaram aquela mitologia da "resistência". Na versão mítica, os derrotados do comunismo que voltaram do exílio tentariam construir o socialismo recorrendo aos instrumentos que a própria "burguesia" lhes forneceria. Padres de passeata aspergiram na mistura um pouco da pervertida água benta anticapitalista, e pronto! Estava criado o PT. Para quê?

As esquerdas, diz um amigo, não têm uma teologia, só uma demonologia. Ainda não definiram as virtudes pelas quais lutam, mas têm claros os valores contra os quais conspiram, e o mais importante de seus alvos é a liberdade. O alemão Karl Marx (1818-1883), pai intelectual dos comunistas, tinha certa atração pelo demônio – o próprio filho o chamava de "diabo"; devia ter lá seus motivos. Em Marx e acólitos, o novo homem se faz da destruição do patrimônio cultural que herdamos, não de uma nova resposta às demandas geradas por essa herança. Por isso o marxismo tentou apagar no "cérebro dos vivos" o "pesadelo das gerações mortas". Eliminar a memória é condição essencial do totalitarismo. As revoluções e golpes comunistas sempre foram exímios na destruição de sistemas, mas incapazes de criar alternativas: caracterizam-se por longos processos de depuração, expurgos, retratações e purgações inquisitoriais. Como diria o cubanófilo Chico Buarque, inventaram o pecado, mas não o perdão.

Num ambiente em que se articulam "teologia", "demonologia" e "esquerdas", uma voz autorizada é a de Frei Betto, o mais pio dos nossos "cubanos", eventualmente ímpio, já que é um religioso. O homem é de uma coragem moral admirável na amizade que mantém com Fidel. Em seu convicto repúdio ao inferno capitalista, jamais se deixou impressionar por execuções sumárias. Como diria Padre Vieira (1608-1697), a coragem moral é de Betto, mas o risco é dos outros.

Ele já tem seu veredicto: "Não há nenhum sintoma em Cuba de que o país possa retornar ao capitalismo". Betto esconjura o demônio. Trata-se da reza macabra habitual: justificar ou ignorar crimes, sejam fuzilamentos ou mensalões, em nome de amanhãs sorridentes. É o que tem feito outro renitente apologista do comunismo, Oscar Niemeyer, com o peso dos seus 100 anos – a União Soviética não resistiu mais do que 74... Na carta de renúncia, Fidel citou o arquiteto, afirmando que é preciso "ser conseqüente até o final". Até o fim de quem?

Ocorrem-me, diante de Niemeyer, as palavras do poeta português Antero de Quental (1842-1891) ao responder a um adversário intelectual: "Levanto-me quando os cabelos brancos de V. Exa. passam diante de mim. Mas o travesso cérebro que está debaixo e as garridas e pequeninas coisas que saem dele, confesso, não me merecem nem admiração nem respeito, nem ainda estima. A futilidade num velho desgosta-me tanto como a gravidade numa criança. V. Exa. precisa menos cinqüenta anos de idade, ou então mais cinqüenta de reflexão".

E há Chico Buarque, o terror da propriedade e dos casamentos privados do Leblon. Sim, a nossa Palas Athena da MPB tem até um retrato no Museu da Revolução de Cuba, tal é a admiração que lhe devota o "comandante". O povo prefere Nelson Ned e a novela Escrava Isaura. Entendo: deve identificar o dono da ilha com Leôncio, o bandidão senhor de escravos. "Chico", essa entidade acima da moral e, quiçá, dos bons costumes, faz lirismo voluntário com o sangue involuntário das vítimas de Fidel. Um talentoso idiota moral.

Boa parte da imprensa não fugiu a esse clima de leniência (ou "leninência": não resisti ao trocadilho, perdoe-me) com o "comandante". Sua renúncia assanhou as células do ódio à democracia e à economia de mercado. Sob o pretexto da isenção, atribuíram ao facínora uma herança "ambígua". Num rasgo de covardia intelectual, decretou-se: "Só a história poderá julgá-lo".

Fidel mandou matar em julgamentos sumários 9 479 pessoas. Estima-se que os mortos do regime cheguem a 17 000. Dois milhões de pessoas fugiram do país – 15% dos 13 milhões de cubanos. Isso corresponderia a 27 milhões de brasileiros no exílio. Ele matou 130,76 indiví-duos por 100 000 habitantes; Pinochet, o facínora chileno, "apenas" 24; a ditadura brasileira, "só" 0,3. O comandante é 435,86 vezes mais assassino do que os generais brasileiros, que encheram de metáforas humanistas a conta bancária de Chico Buarque. A história dirá quem foi Fidel? Já disse! Permaneceu 49 anos no poder; no período, passaram pela Casa Branca, lá no "Império" detestado por Niemeyer, dez presidentes!

Cadê a ambigüidade? A mitologia da resistência é uma trapaça ideológica a emprestar a homicidas compulsivos a dignidade de utopistas. Hoje, os nossos "cubanófilos" estão empenhados é em assaltar os cofres. O problema não está nas duas caras que eles têm, mas na moral que eles não têm. E é bom lembrar: os ladrões vulgares não desistiram de solapar a democracia.

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