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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

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sábado, 30 de agosto de 2008

O presidente Lula sabe e aprova

NA SOMBRA
Paulo Lacerda, diretor da Abin, está no epicentro do escândalo. Além de coordenar secretamente uma operação policial que nem o diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa (à dir.), conhecia, a agência que ele dirige grampeou ilegalmente os telefones do presidente do Supremo Tribunal Federal, de ministros do governo Lula e de parlamentares

A Abin gravou o ministro

Revista VEJA

Diálogo comprova que espiões do governo grampearam o presidente do Supremo Tribunal Federal. Autoridades federais e do Congresso também foram vigiadas

Há três semanas, VEJA publicou reportagem revelando que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, foi espionado por agentes a serviço da Agência Brasileira de Inteligência. O diretor da Abin, Paulo Lacerda, foi ao Congresso e negou com veemência a possibilidade de seus comandados estarem envolvidos em atividades clandestinas. Sabe-se, agora, que os arapongas federais não só bisbilhotaram o gabinete do ministro como grampearam todos os seus telefones no STF. VEJA teve acesso a um conjunto de informações e documentos que não deixam dúvida sobre a ação criminosa da agência.

INIMIGOS ÍNTIMOS
O ex-ministro José Dirceu teve seu escritório arrombado em São Paulo. Os ladrões só levaram a CPU do computador, embora houvesse outros objetos de valor. Dirceu aponta os espiões do governo como responsáveis pela invasão e acusa o ministro da Justiça, Tarso Genro, e a Abin de estarem por trás das ações clandestinas. A suspeita, gravíssima, já foi informada por Dirceu ao presidente Lula. O ex-ministro diz que foi advertido sobre a perseguição, que incluía grampos clandestinos em seus telefones e nos de seus familiares

O principal deles é um diálogo telefônico de pouco mais de dois minutos entre o ministro Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), gravado no fim da tarde do dia 15 de julho passado. A conversa, reproduzida na página anterior, não tem nenhuma relevância temática, mas é a prova cabal de que espiões do governo, ao invadir a privacidade de um magistrado da mais alta corte de Justiça do país e, por conseqüência, a de um senador da República, não só estão afrontando a lei como promovem um perigoso desafio à democracia.

O diálogo entre o senador e o ministro foi repassado à revista por um servidor da própria Abin sob a condição de se manter anônimo. O relato do araponga é estarrecedor. Segundo ele, a escuta clandestina feita contra o ministro Gilmar Mendes, longe de ser uma ação isolada, é quase uma rotina em Brasília. Os alvos, como são chamadas as vítimas de espionagem no jargão dos arapongas, quase sempre ocupam postos importantes. Somente neste ano, de acordo com o funcionário, apenas em seu setor de trabalho já passaram interceptações telefônicas de conversas do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e de mais dois ministros que despacham no Palácio do Planalto – Dilma Rousseff, da Casa Civil, e José Múcio, das Relações Institucionais. No Congresso, a lista é ainda maior. Segundo o araponga, foram grampeados os telefones do presidente do Senado, Garibaldi Alves, do PMDB, e dos senadores Arthur Virgílio, Alvaro Dias e Tasso Jereissati, todos do PSDB, e também do petista Tião Viana. Esse último, conforme o araponga, foi alvo da interceptação mais recente, que teve o objetivo "de acompanhar como ele está articulando sua candidatura à presidência do Senado". No STF, além de Gilmar Mendes, o ministro Marco Aurélio Mello também teve os telefones grampeados.

As gravações ilegais feitas pela Abin servem de base para a elaboração de relatórios que têm o presidente da República como destinatário final. A do ministro Gilmar Mendes foi preservada porque, ao contrário das demais, ela foi produzida durante uma parceria feita entre a Abin e a Polícia Federal na operação que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, no início de julho. Os investigadores desconfiavam de uma suposta influência do banqueiro no STF e decidiram vigiar o presidente da corte.

Gilmar Mendes já havia sido informado de que alguns comentários que ele fez com assessores no interior do gabinete tinham chegado ao conhecimento de outras pessoas – uma evidência de que suas conversas estavam sendo ouvidas. Desconfiado, solicitou à segurança do tribunal que providenciasse uma varredura. Os técnicos constataram a presença de sinais característicos de escutas ambientais, provavelmente de aparelhos instalados do lado de fora da corte. Não era só isso. O presidente do STF também tinha os telefonemas de seu gabinete gravados ininterruptamente. A Abin recebia e analisava, por dia, mais de duas dezenas de ligações do ministro. Foi para provar o que dizia que o funcionário mostrou uma delas.

De acordo com os registros, o senador Demóstenes Torres ligou para o ministro Gilmar Mendes às 18h29 para tratar de um problema relacionado à CPI da Pedofilia. Na ocasião, Mendes não pôde atender porque estava a caminho do Palácio do Planalto para uma audiência com o presidente Lula. Três minutos depois, às 18h32, a secretária retornou a ligação para o gabinete do senador e a transferiu para o celular do ministro. A conversa foi rápida. O presidente do Supremo agradeceu a Torres pelo pronunciamento no qual havia criticado o pedido de impeachment protocolado contra ele no Congresso. Na semana anterior, Mendes havia mandado soltar o banqueiro Daniel Dantas, o que provocou, além do pedido de impeachment, uma barulhenta reação da polícia e do Ministério Público. As entidades enxergaram na decisão do ministro – polêmica, mas felizmente tomada sob inspiração das leis vigentes – uma tentativa de impedir a punição dos corruptos. A Polícia Federal e a Abin interpretaram a decisão como uma confirmação de que alguma coisa errada se passava no gabinete do ministro e decidiram intensificar as ações ilegais. A partir daí, o presidente do Supremo e seus assessores mais próximos passaram a ser ouvidos, grampeados e seguidos pelos arapongas.

O diálogo em poder da Abin foi apresentado ao ministro Gilmar Mendes e ao senador Demóstenes Torres. Ambos confirmaram o teor da conversa, a data em que ela aconteceu e reagiram com indignação. "Não há mais como descer na escala da degradação institucional. Gravar clandestinamente os telefonemas do presidente do Supremo Tribunal Federal é coisa de regime totalitário. É deplorável. É ofensivo. É indigno", disse o ministro, anunciando que vai pedir providências diretamente ao presidente Lula. "Não acredito que a ação da Abin ou da Polícia Federal seja oficial, com o conhecimento do governo, mas cabe ao presidente da República punir os responsáveis por essa agressão", acrescentou Mendes. O senador Demóstenes Torres também protestou: "Essa gravação mostra que há um monstro, um grupo de bandoleiros atuando dentro do governo. É um escândalo que coloca em risco a harmonia entre os poderes". O parlamentar informou que vai cobrar uma posição institucional do presidente do Congresso, Garibaldi Alves, sobre o episódio, além de solicitar a convocação imediata da Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso para analisar o caso. "O governo precisa mostrar que não tem nada a ver e nem é conivente com esse crime contra a democracia."

A atuação descontrolada dos arapongas oficiais está provocando crises dentro do próprio governo. Em conversas reservadas com assessores, Gilberto Carvalho, o chefe de gabinete do presidente Lula, que também foi vítima de espionagem clandestina, suspeita de uma conspiração em andamento para criar dificuldades ao governo. A teoria ganhou um reforço de um peso pesado do petismo. O ex-ministro José Dirceu, acostumado a freqüentar o noticiário como suspeito de alguma coisa, tem contado a amigos que é vítima de uma intensa perseguição de arapongas. A mais explícita, segundo ele, aconteceu em março passado. Um advogado, muito amigo do ex-ministro, recebeu a informação de que os telefones de Dirceu, de seus advogados e de alguns familiares estariam clandestinamente grampeados. Além disso, o escritório de Dirceu em São Paulo sofreria uma "entrada" – no jargão dos arapongas isso significa uma invasão clandestina disfarçada de roubo. O alerta, segundo o advogado, foi feito por um policial. Dias depois, o escritório do ex-ministro foi invadido. De acordo com o boletim de ocorrência registrado na delegacia, eram ladrões diferenciados, pois não se interessaram em levar uma televisão de plasma, uma cafeteira italiana, celulares e objetos de valor. Furtaram apenas a CPU do computador. Os "ladrões" também não deixaram marcas nas portas nem impressões digitais. A polícia paulista informou que o crime provavelmente foi praticado por uma gangue de catadores de papel.

No fim de junho, José Dirceu avisou o presidente Lula que estava sendo vítima de operações ilegais e que suspeitava da ação conjunta da Polícia Federal e da Abin. Em público, o ministro não faz acusações diretas contra ninguém, mas, para o presidente, ele foi explícito: Dirceu acusa o atual diretor da Abin, Paulo Lacerda, e o ministro da Justiça, Tarso Genro, de estarem por trás de um complô para prejudicá-lo, recorrendo a supostas ações ilegais contra ele, inclusive a invasão do escritório. "Mandei também avisar o presidente que estava sendo escutado ilegalmente", disse o ex-ministro a um interlocutor na semana passada. Dirceu considera Tarso Genro, que é do PT, mas de uma corrente interna diferente da sua, como desafeto político. O ministro da Justiça estaria usando o aparato policial contra Dirceu para tentar minar sua influência no partido. Paranóia? Talvez. O fato é que a ação clandestina dos arapongas, sejam eles da Abin ou ligados à Polícia Federal, está criando entre políticos, magistrados e autoridades em Brasília um clima que não se percebia desde os tempos do velho SNI, o serviço de inteligência criado no regime militar, que serviu, por mais de duas décadas, como instrumento de perseguição de adversários. Havia mais de um ano que o ministro Gilmar Mendes suspeitava que seus telefones estavam sendo grampeados. Parecia paranóia.

GILMAR MENDES
"Gravar clandestinamente os telefones do presidente do STF é coisa de regime totalitário. É deplorável. É ofensivo. É indigno"
DEMÓSTENES TORRES
"Há um grupo de bandoleiros atuando dentro do governo. É um escândalo que coloca em risco a harmonia entre os poderes"

Gilmar Mendes – Oi, Demóstenes, tudo bem? Muito obrigado pelas suas declarações.

Demóstenes Torres – Que é isso, Gilmar. Esse pessoal está maluco. Impeachment? Isso é coisa para bandido, não para presidente do Supremo. Podem até discordar do julgado, mas impeachment...

Gilmar – Querem fazer tudo contra a lei, Demóstenes, só pelo gosto...

Demóstenes – A segunda decisão foi uma afronta à sua, só pra te constranger, mas, felizmente, não tem ninguém aqui que embarcou nessa "porra-louquice". Se houver mesmo esse pedido, não anda um milímetro. Não tem sentido.

Gilmar – Obrigado.

Demóstenes – Gilmar, obrigado pelo retorno, eu te liguei porque tem um caso aqui que vou precisar de você. É o seguinte: eu sou o relator da CPI da Pedofilia aqui no Senado e acabo de ser comunicado pelo pessoal do Ministério da Justiça que um juiz estadual de Roraima mandou uma decisão dele para o programa de proteção de vítimas ameaçadas para que uma pessoa protegida não seja ouvida pela CPI antes do juiz.

Gilmar – Como é que é?

Demóstenes – É isso mesmo! Dois promotores entraram com o pedido e o juiz estadual interferiu na agenda da CPI. Tem cabimento?

Gilmar – É grave.

Demóstenes – É uma vítima menor que foi molestada por um monte de autoridades de lá e parece que até por um deputado federal. É por isso que nós queremos ouvi-la, mas o juiz lá não tem qualquer noção de competência.

Gilmar – O que você quer fazer?

Demóstenes – Eu estou pensando em ligar para o procurador-geral de Justiça e ver se ele mostra para os promotores que eles não podem intervir em CPI federal, que aqui só pode chegar ordem do Supremo. Se eles resolverem lá, tudo bem. Se não, vou pedir ao advogado-geral da Casa para preparar alguma medida judicial para você restabelecer o direito.

Gilmar – Está demais, não é, Demóstenes?

Demóstenes – Burrice também devia ter limites, não é, Gilmar? Isso é caso até de Conselhão.

(risos)

Gilmar – Então está bom.

Demóstenes – Se eu não resolver até amanhã, eu te procuro com uma ação para você analisar. Está bom?

Gilmar – Está bom. Um abraço, e obrigado de novo.

Demóstenes – Um abração, Gilmar. Até logo

Estado policial

Espionagem
STF e Congresso cobram Lula sobre grampo ilegal

Veja Online

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, pretende cobrar diretamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva esclarecimentos sobre os grampos clandestinos da Agência Brasileira de Inteligência em seu gabinete. As escutas ilegais da Abin, comprovadas por documentos obtidos por VEJA e publicados na edição desta semana da revista, provocaram o cancelamento de uma viagem que Mendes faria neste sábado à Coréia do Sul – ele quer marcar uma audiência com Lula o quanto antes. Nesta tarefa, deve ser auxiliado pelo senador Garibaldi Alves, presidente do Congresso, que também foi alvo de grampo ilegal, segundo um funcionário da Abin ouvido por VEJA.

"O próprio presidente Lula deve ser chamado às falas", disse o chefe do poder Judiciário. Após conversa com o vice-presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, Mendes decidiu convocar uma reunião com os outros dez ministros da Corte já na segunda-feira, para que seja elaborada uma resposta oficial do STF ao que ele considera um "atentado à democracia".

Garibaldi Alves pretende procurá-lo no mesmo dia, para articular uma reação conjunta do Legislativo com o Judiciário. Seu discurso é parecido com o de Mendes: "O presidente Lula terá que tomar providências. Ele tem um papel decisivo no sentido de afastar qualquer possibilidade de que o seu núcleo de poder esteja patrocinando e incentivando isto", declarou.

A prova VEJA teve acesso a um conjunto de informações e documentos que não deixam dúvida: agentes da Abin espionaram no mês passado o gabinete do presidente do Supremo e grampearam todos os seus telefones. A principal evidência é um diálogo telefônico de pouco mais de dois minutos entre o ministro Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres, gravado na tarde do dia 15 de julho passado. A conversa não tem nenhuma relevância temática, mas é a prova cabal de que espiões do governo invadiram a privacidade do magistrado e do parlamentar, desrespeitando a lei.

O diálogo entre o senador e o ministro foi repassado à revista por um servidor da própria Abin sob a condição de manter o anonimato de sua identidade. O relato do araponga é estarrecedor. Segundo ele, a escuta clandestina feita contra o ministro Gilmar Mendes, longe de ser uma ação isolada, é quase uma rotina em Brasília. Os alvos quase sempre ocupam postos importantes.

Outros grampeados Somente neste ano, de acordo com o funcionário, apenas em seu setor de trabalho já passaram interceptações telefônicas de conversas do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e de mais dois ministros que despacham no Palácio do Planalto – Dilma Rousseff, da Casa Civil, e José Múcio, das Relações Institucionais.

No Congresso, a lista é ainda maior. Segundo o araponga, foram grampeados os telefones do presidente do Senado, Garibaldi Alves e dos senadores Arthur Virgílio, Álvaro Dias e Tasso Jereissati, todos do PSDB, além do petista Tião Viana. No STF, além de Gilmar Mendes, o ministro Marco Aurélio Mello também teve os telefones grampeados.

O diálogo em poder da Abin foi apresentado ao ministro Gilmar Mendes e ao senador Demóstenes Torres. Ambos confirmaram o teor da conversa, a data em que ela aconteceu e reagiram com indignação. “Não há mais como descer na escala da degradação institucional. Gravar clandestinamente os telefones do presidente do Supremo Tribunal Federal é coisa de regime totalitário. É deplorável. É ofensivo. É indigno”, disse o ministro.

VÍTIMAS DO TERRORISMO

Transcrevemos do site do Grupo TERRORISMO NUNCA MAIS - TERNUMA - www.ternuma.com.br - algumas das vítimas que foram assassinadas, covardemente, pelos guerrilheiros e terroristas que hoje, contemplados pela Lei de Anistia e decisões da sempre generosa e parcial Comissão de Indenização, estão impunes, recebem pensões vultosas, muitos foram também indenizados.
Como se já não bastasse tantas benesses que recebem do (des)governo, aqueles facínoras ainda ousam pleitear que os BONS BRASILEIROS, que não permitiram que eles entregassem o Brasil para a extinta URSS e o transformasse em mais um 'satélite' comunista, sejam julgados pelo que eles consideram crime: DEFENDER o BRASIL, algumas vezes com o risco, ou mesmo sacrificio, da própria vida.

Vamos à matéria do TERNUMA:

O Grupo Terrorismo Nunca Mais ( TERNUMA - www.ternuma.com.br), neste agosto de 2008, reverencia a todos os que, em agostos passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos.

A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão:

20/08/69 - José Santa Maria

(Gerente de Banco ? RJ)

Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente.

25/08/69 - Sulamita Campos Leite

(Dona de casa ? PA)

Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles.

Morta na residência dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência ,uma carga de explosivos escondida pelo terrorista.

31/08/69 - Mauro Celso Rodrigues

(Soldado PM - MA)

Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos.

12/08/70 - Benedito Gomes

(Capitão do Exército ? SP)

Morto por terroristas, no interior do seu carro, na Estrada Velha de Campinas.

19/08/70 - Vagner Lúcio Vitorino da Silva

(Guarda de segurança ? RJ)

Morto durante assalto do Grupo Tático Armado da organização terrorista MR8, ao Banco Nacional de Minas Gerais, no bairro de Ramos.

Sônia Maria Ferreira Lima foi quem fez os disparos que o mataram. Participaram, também, dessa ação os terroristas Reinaldo Guarany Simões, Viriato Xavier de Melo Filho e Benjamim de Oliveira Torres Neto, os dois últimos recém chegados do curso em Cuba.

29/08/70 - José Armando Rodrigues

(Comerciante - CE)

Proprietário da firma Ibiapaba Comércio Ltda. Após ter sido assaltado em sua loja, foi seqüestrado, barbaramente torturado e morto a tiros por terroristas da ALN. Após seu assassinato seu carro foi lançado num precipício na serra de Ibiapaba, em São Benedito, CE.

Autores: Ex-seminaristas Antônio Espiridião Neto e Waldemar Rodrigues Menezes, ( autor dos disparos), José Sales de Oliveira, Carlos Timoschenko Soares de Sales, Francisco William de Montenegro Medeiros, Gilberto Telmo Sidney Marques.

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.



Terceiro mandato? É golpe

BALÃO DE ENSAIO

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Aproximam - se as eleições municipais.

Embalados nos recursos do PACo, distribuídos parcimoniosamente pelas administrações estaduais e municipais aderentes ao desgoverno, a esquerda se regozija ao antever estrondoso sucesso na sua caminhada para o domínio total do poder. É o “gramcismo” em marcha (batida).

A esperta “metamorfose”, após negacear um possível apoio explícito aos companheiros candidatos, subordinando sua presença em palanques aos acertos entre o seu partido e os partidos aliados, resolveu apoiar, ostensivamente, os candidatos e simpatizantes do PT.

É preciso que se analisem o fato e a decisão presidencial.

Cremos que estamos diante de um balão de ensaio para a viabilização do terceiro mandato.

Podemos negar ao nosso ladino “turista acidental” uma enorme falta de qualidades, contudo, é inegável, o oportunismo e a desfaçatez fazem parte do seu caráter. Ao julgar como vantajoso sujeitar - se às agruras de participar da campanha política para seus “cupinchas” e correligionários, o espertalhão pensa mais em si do que nos outros.

Sabemos que não interessa ao PT a perda do poder, mesmo que momentaneamente, o que deverá ocorrer quando terminar o atual mandato. Ainda que, o futuro eleito possa ser o apoiado pela metamorfose ambulante, um títere oriundo de uma coligação partidária, o PT, não terá a desenvoltura e a capacidade, que possui atualmente.

Embora a esquerda prefira um aliado ou subordinado direto do Lula, como a Dilma, sua preferência, alguns indícios mostram que a intrépida guerrilheira, não teria a projeção necessária para atingir a presidência.

Quanto ao molusco, sua percepção é de que o seu afastamento será temporário, e que ele voltará imbatível e consagrado numa futura eleição. Contudo, um cenário extremamente otimista poderá fazê - lo antecipar seus anseios, embriagando – se na possibilidade de prolongar seu atual êxtase governamental.

A hipótese do 3º mandato poderá tornar - se um fato consumado, caso a presença do molusco nos diversos palanques, venha a ser o fiel da balança em prol de seus apoiados. Na possibilidade de êxito, as pressões do partido e a vaidade presidencial podem ser decisivas para o acionamento de um amplo movimento da esquerda, contando com o maciço apoio de suas bases de pressão (MST, Movimentos Estudantis e Sindicatos, e, agora, Movimentos Indigenistas), que conduza para aquele desfecho.

Por isso, é preciso ficar de olho nas próximas eleições, que poderão proporcionar ao desgoverno as condições para propor medidas, através do Congresso, que viabilizem o 3º mandato; da mesma forma como, “democraticamente”, foram eleitos e reeleitos Fidel Castro e Chávez, e como procuram perpetuar - se no poder os Presidentes do Equador e da Bolívia.

Na prática, os indícios conduzem para o pior dos pesadelos.

Desgraçadamente, somos representados por políticos abjetos, que se amoldam às normas e distorções de um Legislativo deplorável, arremedo do que deveria ser um dos poderes soberanos do Estado.

Estamos à mercê de crápulas, de fracos e negociáveis indivíduos que não têm o menor prurido em vender sua independência moral. Pela sua leniência e falta de patriotismo, ausência de respeito para consigo e para com os demais cidadãos, cedendo ou curvando - se aos pés do Executivo, é lícito esperar - se uma subserviência total do Congresso aos desígnios do governo.

A postura subordinada do Judiciário nada fica a dever à do Legislativo. Somente, quem não acompanha o descalabro das decisões oriundas da justiça nativa pode, minimamente, esperar uma decisão que contrarie ao executivo. A questão da Reserva Raposa Serra do Sol será a prova incontestável da pusilanimidade daquele poder.

Somos uma nação de pífias instituições. Entidades sem bases, sem identidade, sem um destino altaneiro a servir - lhes de farol. Assim, ladeira abaixo, segue vendada uma Nação.

As Forças Armadas, durante longos anos, postaram - se como as instituições capazes de balizar o que restava de orgulho e grandiosidade nacionais. Porém, submetidas nas últimas décadas ao escárnio e ao revanchismo quedaram - se amorfas.

Hoje, as Forças Armadas perderam o seu orgulho. Cabisbaixas, envergonham - se. Amesquinharam - se, diante de tanta injustiça.

Maratonista de 6 anos sofria torturas


Treinador de maratonista de 6 anos é acusado de tortura

BBCBrasil.com

O treinador de um menino indiano de seis anos de idade, famoso por correr maratonas, foi indiciado por tortura, anunciaram autoridades da Índia.

De acordo com a polícia do país, Biranchi Das foi preso após a mãe do menino maratonista, Budhia Singh, ter dito que encontrou cicatrizes no corpo do filho. O treinador nega as acusações.

Budhia começou a correr aos três anos de idade e no ano passado entrou no livro dos recordes após ter corrido 65 km ininterruptamente em pouco mais de sete horas. Ele se tornou uma celebridade da noite para o dia.

Em entrevista à televisão indiana, Budhia disse que Das o havia punido deixando-o trancado em um quarto, sem comida, por dois dias. "Ele também me bateu com um espeto de ferro quente", disse o menino, mostrando marcas de queimaduras em suas mãos.

Complô

Das disse que está sendo vítima de um complô armado pela mãe da criança. A mãe, por sua vez, diz que o treinador batia em Budhia regularmente e em uma ocasião prendeu o menino em um ventilador de teto e jogou água quente nele.

"Você acredita que eu poderia ter feito isto com Budhia?", perguntou Das ao repórter.

"Pergunte às pessoas na favela onde ele vivia. Quando Budhia veio para cá, todo o seu corpo estava coberto com feridas. Eu cuidei dele como meu filho."

Guarda-costas

Das disse que as acusações são "uma conspiração contra mim armada pelo departamento de bem estar da criança do Estado (de Orissa)".

Ele insiste em dizer que a saúde do menino é "normal".

"Ele é um patrimônio da nação", disse o treinador. "A Índia não tem maratonistas e, quando uma criança começa a correr, ao invés de apoiá-la o governo põe fim à sua carreira".

Budhia nasceu na favela de Bhubaneswar, a capital de Orissa. Seu pai pedia esmolas e a mãe é lavadora de pratos.

Quando o pai morreu, a mãe de Budhia, sem condições de criar os quatro filhos, permitiu que ele fosse "adotado" por Das, que começou a treinar o menino para ser maratonista.

Budhia está de novo vivendo com a mãe.

Pena de morte, no caso, é a pena mínima


Mãe é condenada nos EUA por matar bebê no microondas

BBCBrasil.com

Um tribunal em Dayton, no Estado americano de Ohio, condenou uma mulher por matar sua filha de um mês ao colocá-la dentro de um forno de microondas.

China Arnold, de 28 anos, não demonstrou emoção quando o júri anunciou o veredicto, limitando-se a baixar o olhar. Segundo a promotoria, Arnold matou a filha, Paris Talley, em 2005, depois de uma briga com o namorado.

Na terça-feira, o tribunal decidirá se ela deve enfrentar a pena de morte. A polícia disse que o bebê sofreu graves queimaduras internas mas seu corpo não apresentava marcas externas.

DNA

Os promotores do caso disseram que foi encontrado DNA do bebê dentro do forno de microondas do apartamento de Arnold. A companheira de cela da ré disse no tribunal que Arnold confessou para ela que colocou a filha dentro do microondas e ligou a máquina, porque temia que o namorado a deixase se descobrisse que não era o pai da criança.

Os advogados de defesa afirmaram que há evidências de que outra pessoa tenha sido responsável pela morte do bebê. Um menino de oito anos testemunhou que viu um outro garoto entrar na cozinha de um apartamento próximo de sua casa, ouviu o microondas ser ligado e depois viu o bebê queimado dentro do forno.

Mas a mãe da suposta testemunha afirmou que sua casa fica longe do apartamento onde o bebê morreu e que não estavam no conjunto habitacional onde Arnold vive quando Paris Talley morreu.

Uma das muitas razões que não recomentam o 3º mandato

PACo = Programa de Associação ao Crime

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Parabéns senador McCain



Linda, inteligente, conservadora... e bem armada

McCain surpreende e escolhe governadora do Alasca como vice

Graaaande pedida, Johnny!... Não podia ter escolhido melhor. Se o vovô McCain se aposentar ainda na Presidência, os Estados Unidos da América estarão em belíssimas mãos... e em todo o resto. Finalmente uma mulher candidata que merece a Presidência.

A governadora do Alasca Sarah Palin tirou o segundo lugar em um concurso de beleza no Alasca em sua juventude.

Merecia o 1º.

Além de ser membro da National Rifle Association (NRA), o poderoso lobby americano das armas de fogo, e defende a construção de um duto para transportar gás natural no Alaska, o estado mais vasto dos EUA.

O candidato republicano John McCain apresentou nesta sexta-feira, em um comício na cidade de Dayton, Ohio, a governadora do Alasca, Sarah Palin, como sua companheira de chapa na disputa pela presidência dos EUA.

Ao apresentar Palin como sua candidata a vice, McCain afirmou que escolheu uma parceira política que "possa ajudar a sacodir Washington e fazer com que a política trabalhe para as pessoas que contam conosco".

McCain disse que "Ela é exatamente o que este país precisa".

Escolha surpreendente

Palin, de 44 anos, é governadora do Alasca desde 2006, e é um rosto relativamente desconhecido na arena política americana. Trata-se da segunda mulher a alcançar a candidatura à vice-presidência dos EUA, após a democrata Geraldine Ferraro, em 1984.

A escolha de Palin chega como uma surpresa da campanha republicana, já que seu nome não estava entre os mais cotados por analistas e pela imprensa nas últimas semanas.

Um comunicado da campanha de McCain indicou nesta sexta-feira que Palin é uma "executiva firme", que demonstrou durante seu mandato à frente do Alasca "estar preparada para ser presidente". "Palin juntou republicanos e democratas em sua administração e tem um histórico de mudança e reformas que necessitamos em Washington", assegura o comunicado.

Analistas dizem que McCain pode tê-la escolhido como uma tática para conquistar o voto de eleitoras democratas que ficaram decepcionadas com a derrota de Hillary Clinton, que disputou com Obama a indicação do partido Democrata à Casa Branca. Ela também teria o apelo de ser relativamente jovem.

Casada e mãe de cinco filhos, ela é contra o "aborto", membro da National Rifle Association (NRA), o poderoso lobby americano das armas de fogo, e defende a construção de um duto para transportar gás natural no Alaska, o estado mais vasto dos EUA.

Além de uma surpresa, a escolha de Palin, que chegou a ficar em segundo lugar em um concurso de beleza no Alasca em sua juventude, é uma aposta política arriscada, com a qual McCain tenta demonstrar sua independência.

A governadora do Alasca nasceu em 1964 no Idaho, interior dos Estados Unidos. Sua família se mudou para o Alasca quando Sarah era criança. Ele é casada com Todd Palin, que é esquimó.

As chances eleitorais de Palin podem ser prejudicadas pelo fato de que, no final de julho, deputados do Alasca abriram uma investigação sobre a demissão de um comissário de segurança pública.

As alegações são de que Palin demitiu o oficial por motivos pessoais. A governadora diz que não tem "nada a esconder" e que está "tranqüila" a respeito da investigação.

Desafio às esquerdas e aos camelês


Nossos governantes

Por Olavo de Carvalho - Jornal do Brasil

www.averdadesufocada.com

Desafio o governo Lula e seus 60 intelectuaizinhos de estimação, os partidos de esquerda, o dr. Baltasar Garzón e todos os camelôs de direitos humanos a provar que qualquer das afirmações seguintes não corresponde aos fatos:

Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão à guerrilha eram pessoas envolvidas de algum modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo, ao contrário, houve civis inocentes, que nada tinham a ver com a encrenca.

2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo, tornando-se poderosos e não raro milionários, os terroristas jamais esboçaram um pedido de perdão aos familiares dessas vítimas, muito menos tentaram lhes dar alguma compensação moral ou material. Nada, absolutamente nada, sugere que algum dia tenham sequer pensado nessas pessoas como seres humanos; no máximo, como detalhes irrisórios da grande epopéia revolucionária. Em contrapartida, querem que a opinião pública se comova até às lágrimas com o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação pelos seus crimes, como se a violência sofrida em resposta à violência fosse coisa mais absurda e chocante do que a morte vinda do nada, sem motivo nem razão.

3. Bradam diariamente contra o crime de tortura, como se não soubessem que aprisionar à força um não-combatente e mantê-lo em cárcere privado sob constante ameaça de morte é um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado com que surpreende a vítima, do que cobrir de pancadas um combatente preso que ao menos sabe por que está apanhando. Contrariando a lógica, o senso comum, os Dez Mandamentos e toda a jurisprudência universal, acham que explodir pessoas a esmo é menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.

4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes, jamais se arrependeram de seus crimes. O máximo de nobreza que alcançam é admitir que a época não está propícia para cometê-los de novo – e esperam que esta confissão de oportunismo tático seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos e humanitários.

5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram o que pode haver de especialmente heróico em ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto, em aterrorizar funcionárias de banco esfregando-lhes uma metralhadora na cara, em armar tocaia para matar um homem desarmado diante da mulher e do filho ou em esmigalhar a coronhadas a cabeça de um prisioneiro amarrado – sendo estes somente alguns dos seus feitos presumidamente gloriosos.

6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram como poderiam criá-la com a ajuda da ditadura mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de uma terra estrangeira a liberdade que ela negava tão completamente aos cidadãos do seu próprio país.

7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus que morria nas mãos da polícia brasileira, pelo menos 300 eram mortos no mesmo instante pela ditadura que armava e financiava a sua maldita guerrilha. Mas nunca mostraram uma só gota de sentimento de culpa ante o preço que sua pretensa luta pela liberdade custou aos prisioneiros políticos cubanos.

Desses sete fatos decorrem algumas conclusões incontornáveis. Esses homens têm uma idéia errada, tanto dos seus próprios méritos quanto da insignificância alheia. Acham que surrar assassinos é crime hediondo, mas matar transeuntes é inócuo acidente de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar o mesmo atenuante às mortes de civis em tempo de guerra, se as bombas são americanas). São hipersensíveis às suas próprias dores, mesmo quando desejaram o risco de sofrê-las, e indiferentes à dor de quem jamais a procurou nem mereceu. Procedem, em suma, como se tivessem o monopólio não só da dignidade humana, mas do direito à compaixão. Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará que esse modo de sentir é característico de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência moral. Não tenham ilusões. É esse tipo de gente que governa o Brasil de hoje.

Olavo de Carvalho - filósofo

Presidente Lula, não se diz neSSe, e sim neSTe

Nunca "nesse" país...

Produzido por TERNUMA Regional Brasília

Por Paulo Carvalho Espíndola, Cel Reformado

É a expressão preferida do presidente do Brasil, na sua retórica demagógica.

Subjetivamente, porém, ao espezinhar a Gramática, no desconhecimento do emprego dos pronomes demonstrativos, Luiz Inácio demonstra, claramente, não saber onde está, afora não ver nada e não saber de nada. Não é "nesse" país, Exmo Sr Presidente, mas, sim, neste Brasil que gostaríamos de ver realizadas as maravilhas do seu discurso.

Por certo, na sua desorientação encontra-se a origem de tudo. A certeza é a de que V Exa refere-se a uma terra hipotética - a terra dos seus delírios -, que respira emanações de ebriedade coletiva. Neste Brasil, entretanto, não enxergo razões para muita euforia, ao menos enquanto países como Azerbaijão, Etiópia, Quênia, Zimbábue, Coréia do Norte, Cazaquistão, Cuba, e mais trinta outros merecem mais medalhas do que nós.

"Nesse" país de V Exa, certamente, cento e noventa milhões de habitantes comporiam uma delegação olímpica que traria dezenas de medalhas de Pequim. Das Silvas e Dos Santos seriam nomes assíduos nos pódios olímpicos, pois que seriam formados, muito bem nutridos, em escolas públicas prenhes em educação desportiva, educação moral e cívica e com o apoio do Estado para o desempenho de atletas e de equipes.

Todos eles teriam aprendido a cultuar o Pavilhão Nacional e a cantar o Hino, bradando com entusiasmo, cheios de ouros no peito: Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! Teriam eles, antes de tudo, heróis, entre os seus antepassados, do tipo de Lamarcas, Marighellas e quaisquer outros daqueles que V Exa sugeriu para o panteão dos "estudantes" da UNE.

Não é este, porém, o país que V Exa preside.

Neste, cento e noventa milhões de brasileiros contentam-se com mirradas medalhas de bronze, com um medíocre ufanismo. Os jornais destacam em manchetes "Somos o país dos tatames", valorizando atletas solitários, que conquistaram brilhos de muito valor pessoal, por sermos, fundamentalmente, país de pouquíssimos tatames, de raríssimas quadras e de pistas de atletismo contadas em poucos dedos neste imenso território. Detêm medalhas brasileiras atletas que suaram o melhor dos seus suores e ostentam mérito porque são o produto, unicamente, de sua determinação e coragem, todos sem nenhum apoio dos que com eles, cinicamente, tiram fotos em gabinetes oficiais de Brasília.

Este país acaba de perder mais uma medalha de ouro - aquela que nos falta no futebol masculino - frustrando a pátria das chuteiras. De tudo temos que tirar boas lições. Imaginem a foto de Lula com a equipe de Dunga, laureada com o ouro olímpico? Na certa, o Desorientado diria que "nunca nesse país" tivemos conquista igual. Foi uma benfazeja derrota do "nosso guia", acredite, povo brasileiro. Das derrotas também advêm vitórias, de todos nós. Creiam, foi melhor assim do que ver Lula arrotando a grandeza desportiva que, infelizmente, está muito longe de nós.

A Olimpíada da China enriqueceu-nos, sobremodo, acerca da cultura dessa grande nação asiática.

País dos dragões, uma das curiosidades vindas de lá é a diferença entre o dragão imperial e o dragão comum: o dragão imperial tem cinco dedos. Notável!

Isso explica tanto êxito dos chineses, embora a carência de liberdade. Por aqui vivemos no império dos quatro dedos, eficazes, no entanto, na rapina e no desprezo pela verdadeira democracia, quase, muito quase, como lá. Imaginem se o nosso imperador tivesse cinco? Seria muito mais rapina e nenhuma liberdade, pois da fartura de uma e da ausência de outra é que se nutrem os ditadores vermelhos.

Queira Deus, oremos, disso tudo virá o albor de novos tempos, pelo menos no futebol, pois a era Dunga, definitivamente, parece ter chegado ao fim. Assim espero, ardentemente, ávido para ver a nossa gente deixar de ser cento e noventa milhões de volantes defensivos e partir no rumo dos nossos gols consagradores.

O diabo será se, em 2010, este nosso país for hexacampeão na copa do mundo, se tudo continuar como dantes no quartel de certo Abrantes, dono do poder.

Alguém da estrela vermelha dirá, se não for Lula mesmo, que: nunca "nesse" nunca país houve uma "cunquista" igual, porque "nesse" país não há "pobrema" que os "cumpanheiros" de chuteiras não resolvam!

Tudo depende de nós, deste país.

Comecemos, pois, a estudar Gramática.

Será um começo, já que só a educação e o voto consciente redimem um povo.

Que esta Olimpíada marque a nossa reviravolta, para que um dia, oxalá, possamos dizer com o mais verdadeiro ufanismo:

NUNCA NESTE PAÍS FIZEMOS TANTO, A PARTIR DE UM CHUTE CERTEIRO.

Será o maior gol de placa da História deste país.

[Coronel Paulo Carvalho.

Peço vênia, para acrescentar que os ganhadores das medalhas, salvo engano, não tiveram a 'honra' de ser recebido pelo Apedeuta do Planalto;

os que foram recebidos se ferraram, mesmo os que despontavam como favoritos: Diego Hipólito teve a cabeça afagada pelo "Nosso guia;

a seleção de futebol foi 'abençoada'pelo 'estadista-mor' e por aí vai]

Fim da hegemonia das Casas Bahia?

A batalha do varejo

Luiza Helena Trajano construiu a terceira rede de varejo do país. Agora está diante de seu maior desafio: conquistar São Paulo, reduto dos principais concorrentes. O que está em jogo é o futuro do Magazine Luiza

Ao descer do palco depois da segunda palestra que fez em São Paulo em menos de dez dias, Luiza se vê cercada por duas dezenas de pessoas que a aplaudiram em pé. De algumas, ouve agradecimentos pelas palavras inspiradoras. Outras, mais tímidas, querem apenas cumprimentá-la. Com um sorriso, distribui beijos, abraços e posa para fotos tiradas de câmeras digitais e celu-lares. Elegantemente trajada num vestido preto, envolta num xale com lantejoulas e usando sapa-tos de salto baixo que acrescem alguns centímetros à sua estatura de pouco mais de 1,50 metro, Luiza demora cerca de 15 minutos para se desvencilhar do público e deixar o auditório. Um desavisado pensaria tratar-se de uma popstar ou, quem sabe, uma candidata em campanha eleitoral. Nada disso. Luiza Helena Trajano, 58 anos, é superintendente do Magazine Luiza, terceira maior rede de varejo do Brasil, com 400 lojas, 14 mil funcionários e previsão de faturar R$ 3,5 bilhões em 2008. Nos próximos meses, a tendência é que o assédio dos paulistanos sobre a carismática empresária se amplie. Até 2010, ela planeja inaugurar 100 lojas na Grande São Paulo, ao custo de R$ 150 milhões e estimativa de receita anual de R$ 1 bilhão. Agora em setembro, 50 desses pontos serão abertos simultaneamente - um movimento inédito no varejo. "Vamos acertar e errar na nossa chegada à capital paulista", disse Luiza Helena, com sotaque carregado do interior, a Época NEGÓCIOS. "Mas nós conseguimos corrigir os erros rapidamente."

É compreensível que Luiza Helena adote um discurso cauteloso quando indagada sobre o atual momento da empresa. A Operação São Paulo, como ficou conhecido o ambicioso projeto na sede da rede em Franca, a 400 quilômetros da capital, coloca Luiza Helena e seus comandados diante do maior desafio de sua história: repetir o sucesso do Magazine Luiza no mais volumoso e importante mercado varejista do Brasil, que em 2007 movimentou R$ 75 bilhões em vendas. De acordo com projeção da consultoria Target Marketing, o potencial de consumo dos moradores da região atinge neste ano R$ 10,5 bilhões para compras de móveis, artigos do lar e eletroeletrônicos, os principais itens comercializados pelo Magazine Luiza.

Mais do que isso: a rede terá de disputar espaço no quintal da Casas Bahia, que tem 150 lojas na Grande São Paulo e receita prevista de R$ 14 bilhões neste ano. Para tentar pegar os concorrentes de calças-curtas, o Magazine Luiza escondeu a operação numa nuvem de mistério. Informações consideradas estratégicas, como a data de abertura das lojas e a maneira de atrair novos clientes, ficaram guardadas até a última hora. Mas os concorrentes se armaram para o contra-ataque. "Se eles fazem segredo sobre a inauguração, por que vamos revelar nossa estratégia?", indaga, sorrindo, Michael Klein, 57 anos, o principal executivo e herdeiro da Casas Bahia. Em meio a tanta dissimulação, uma coisa é certa: nos próximos meses, São Paulo vai se transformar no principal campo de batalha entre a maor empresa do setor e a rede que mais cresceu nos últimos anos. "O Magazine Luiza não vem fazer marola na capital paulista", diz Alberto Serrentino, sócio da consultoria Gouvêa de Souza & MD, especializada em varejo.

Grandes expansões não são novidade para o Magazine Luiza. Desde 2004, a rede vem espa-lhando seus tentáculos pelo país. Em pouco mais de quatro anos, anunciou a compra de lojas tradicionais e populares em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, como Arno, Base e Madol. Foram incorporadas quase 150 lojas e, mais importante, um extenso cadastro de consumidores. Pois é nesse ponto que a chegada a São Paulo difere-se da estréia em outras regiões. "É a primeira vez que o Magazine Luiza entra num novo mercado começando do zero. Isso faz pairar um ponto de interrogação no ar", diz o publicitário Allan Barros, que já foi responsável pelo marketing da Casas Bahia e agora atua como estrategista da Elektra, a rede de varejo que o empresário mexicano Ricardo Salinas está criando no Nordeste.

Quem passou por uma experiência semelhante garante que não é fácil. "O comércio paulistano é outro mundo", diz Valdemir Colleone, superintendente da Lojas Cem, rede com sede em Salto, no interior de São Paulo, e 168 lojas em quatro estados, sete delas na capital. "Apanhamos muito no começo." Para Colleone, as dificuldades estão em encontrar funcionários comprometidos, clientes fiéis e ter uma logística adaptada ao caótico trânsito urbano. "É preciso também ajustar o modelo de concessão de crédito, porque na capital há muita gente marota", diz Colleone. "A inadimplência, no início da operação da primeira loja, chegou a ser o dobro em relação às lojas do interior."

Iniciar uma operação com base zero de clientes não é o único obstáculo do Magazine Luiza na entrada em São Paulo. No mercado hoje aquecido pela baixa renda, o que prevalece é uma síndrome conhecida como vício do crédito. Trata-se de um comportamento que se traduz por preguiça na hora de estabelecer linhas de crédito em novas lojas. Os consumidores acreditam que dá muito trabalho apresentar documentos e negociar o valor que será emprestado. Muitos temem ter o cadastro recusado e sofrer constrangimento na fila do crédito. Para evitar eventuais saias justas, preferem continuar onde estão - ou seja, na concorrência. "Por que o nosso cliente iria deixar de comprar na Casas Bahia?", diz Klein. Outra grande preocupação é saber se a rede de Franca terá capacidade de criar e estabelecer rapidamente sua marca no mercado de mídia mais valorizado do país. "É improvável que a mensagem publicitária veiculada no interior tenha apelo forte numa metrópole cosmopolita", diz Barros. Para tentar reverter esse cenário, o Magazine Luiza terá de investir pesadamente em propaganda. De acordo com a empresa, em 2008 serão destinados R$ 60 milhões para publicidade, 20% mais do que no ano passado.

Dirceu ainda mantém 'status' de ministro

O "ministro" José Dirceu

O Globo traz em sua capa um pequeno flagrante da importância que José Dirceu ainda tem dentro do governo.

O repórter fotográfico Roberto Stuckert Filho captou ontem o instante em que o ministro da Defesa, Nelson Jobim, consultava a agenda de seu celular. Lá estava escrito o seguinte compromisso: "8h30 - Min. José Dirceu - Res.". Tudo indica que Jobim ainda considera José Dirceu um ministro do governo Lula - embora haja um costume no Brasil de tratar políticos pelo seu cargo mais relevante, ainda que ele não o esteja mais exercendo.

Jobim não foi encontrado pelo jornal para comentar a foto. Não é a primeira vez que um registro fotográfico pega uma autoridade desprevenida e a coloca em situação desfavorável. Em agosto de 2007, o mesmo Stuckert Filho já havia flagrado um animado bate-papo online entre os ministros do Supremo Carmen Lúcia e Ricardo Lewandowsky, numa sessão do julgamento do mensalão. Pode-se até questionar se o trabalho do repórter foi invasivo ou não, mas parece indiscutível a relevância de seus flagras.

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