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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

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sábado, 29 de novembro de 2008

Ex-segurança de Lula = mais um aloprado na ABIN

Ex-segurança de Lula na lambança da Abin

Blog do Reinaldo Azevedo

VEJA traz na edição desta semana uma história do balacobaco, que segue resumida abaixo. É mais uma evidência da deterioração dos chamados órgãos de segurança do Estado. Acompanhe. Por Expedito Filho.
UM DEGRAU ACIMA
A parte clandestina da operação policial que investigou o ex-banqueiro Daniel Dantas contou com a participação de espiões da Abin e de um ex-segurança do presidente Lula, o tenente Antônio Leandro de Souza Júnior, lotado no Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
O FLAGRANTE
No dia 27 de maio passado, policiais do Rio de Janeiro abordaram um Astra prata na porta da casa do empresário Humberto Braz, investigado pela PF no caso do ex-banqueiro Daniel Dantas. Dentro do carro estava um espião da Abin.
ESPIÕES RUSSOS
O caso chegou ao conhecimento do Palácio do Planalto. O general Jorge Felix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, informou ao chefe-de-gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, que o agente estava no encalço de espiões russos.
CLANDESTINIDADE
Em julho, descobriu-se que a operação da Polícia Federal que prendera Daniel Dantas havia contado com a participação maciça e clandestina de espiões da Abin, que monitoraram e grampearam ilegalmente autoridades, entre elas o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.
DENTRO DO PALÁCIO
Localizado por VEJA, o espião confirmou que estava seguindo os passos de Humberto Braz e que nunca contara história alguma sobre agentes russos. Ex-integrante da equipe de segurança do presidente Lula, ele foi colocado pelo GSI à disposição da Abin e atuou no caso.

Para ler mais: clique aqui

Sujeiras da ABIN

O ROSTO CLANDESTINO DA ABIN

VEJA localizou o espião que, por descuido, revelou a atuação da inteligência oficial em operação secreta.
Ex-segurança do presidente Lula, o tenente Antônio Leandro está lotado no Gabinete de Segurança Institucional

Revista Veja

O aloprado tenente Antonio Leandro e o general Jorge Félix

Os espiões figuram no imaginário coletivo como pessoas discretas, misteriosas, dotadas de habilidades especiais e normalmente envolvidas em missões perigosas e secretas. Exceto em relação ao último quesito, o tenente Antônio Leandro de Souza Júnior, que aparece na foto ao lado, pouco tem a ver com esse perfil. Policial militar de São Paulo, em seus registros funcionais consta que ele foi requisitado em 2005 pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), no Palácio do Planalto, para integrar a equipe de segurança do presidente Lula. Recentemente, porém, seu nome apareceu na lista dos 84 espiões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que atuaram na operação que investigou o ex-banqueiro Daniel Dantas.

O que apenas um círculo muito restrito do poder sabe é que foi graças a um descuido do tenente Leandro que eclodiram as primeiras pistas sobre a ação clandestina dos agentes do estado e, por conseqüência, a revelação da existência de uma rede de espionagem ilegal que monitorava políticos, jornalistas e autoridades, entre elas o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, que teve seus telefones criminosamente grampeados pelos espiões a serviço da Abin. VEJA localizou o tenente Leandro de Souza em Jundiaí, cidade distante 63 quilômetros de São Paulo.

Para entender seu papel no episódio é preciso retroceder a 27 de maio passado. Naquele dia o tenente Leandro foi flagrado por policiais da Delegacia Anti-Seqüestro do Rio de Janeiro em "atividade suspeita" numa avenida da Zona Sul da cidade. Estava a bordo de um Astra prata de propriedade da Abin, estacionado em frente a um prédio de apartamentos. Inquirido sobre o que fazia ali, o militar exibiu uma identidade funcional da Presidência da República e se identificou como "tenente Marcos". E, seguindo a versão oficial divulgada pela Abin na ocasião, respondeu que estava em missão sigilosa de acompanhamento de "espiões russos". De maio até os dias atuais, a versão de Leandro mudou bastante. Em entrevista concedida na porta de sua casa, no domingo, 23, o tenente disse que naquele dia seguia os passos de um empresário, mas que "não sabia quem era". Ele confirma ter recebido a missão de seus superiores da Abin, mas nega que tenha se identificado como tenente Marcos e que tenha dito que vigiava a atividade de espiões russos. Leandro conta que só soube posteriormente que seu alvo se chamava Humberto Braz, um ex-sócio e atual lobista do ex-banqueiro Daniel Dantas. Diz o tenente: "Eu não sou louco de mentir, apresentar um documento falso, uma história falsa, e levar um tiro".

A confissão do espião, que continua vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional, constrange e cria enormes embaraços para seu chefes – o ministro Jorge Felix, do GSI, e o delegado Paulo Lacerda, diretor afastado da Abin. O tenente não poderia estar ali, dentro do Astra, vigiando russos, alemães ou lobistas de ex-banqueiros encrencados com a polícia e a Justiça, como é o caso de Daniel Dantas. Mas estava. Foi abordado por policiais que suspeitaram dele e acabou abrindo a brecha que escancarou toda a gama de abusos e ilegalidades da operação da qual ele participava, segundo ele próprio, sem saber do que se tratava. Essa operação, batizada de Satiagraha, já entrou para a história das polícias por ter produzido o mais risível e destrambelhado relatório de todos os tempos, escrito em um idioma com enorme parentesco com o português, que teve de ser reescrito recentemente de modo que ganhasse um mínimo de lógica interna. O alvo principal da investigação é o tal ex-banqueiro Daniel Dantas, um tipo sempre encrencado com a Justiça e a polícia, que se julga mais esperto do que a esperteza e que, fossem os policiais menos amadores, já teria sido facilmente flagrado em delito.

A abordagem ao tenente Leandro no Rio de Janeiro foi um desastre especial para a Operação Satiagraha. Como parecia tratar-se de um segurança do Palácio do Planalto, o governo federal foi logo informado da abordagem. A comunicação foi feita a Gilberto Carvalho, o mais próximo e influente assessor do presidente Lula. Carvalho fez o que deveria fazer. Levou as informações que acabara de receber ao general Felix, que não mostrou surpresa e saiu-se com a extraordinária versão dos "espiões russos". Carvalho engoliu a história e a passou adiante. Uma das pessoas a quem ele contou essa versão, por telefone, foi o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, petista histórico, seu amigo pessoal de muitos anos e que, algum tempo atrás, fora contratado pelo ex-banqueiro encrencado, esperto, Daniel Dantas. Como o advogado do ex-banqueiro estava sendo monitorado pelos policiais e pela Abin, a conversa foi interceptada. Sem saber, portanto, o tenente Leandro havia levado a investigação para a ante-sala do presidente Lula no Palácio do Planalto. Carvalho se tornara mais um dos alvos da equipe de policiais e espiões da Abin chefiada pelo nefelibata delegado Protógenes Queiroz. "Tudo o que eu fiz foi tentar ajudar um amigo. Se tivessem me dito que o episódio era parte de uma investigação policial, é óbvio que teria me silenciado", diz Carvalho, o assessor que por algum tempo foi levado por uma mentira a pensar que o Brasil estava sendo alvo de ações hostis por parte da Rússia.

Obviamente, a mentira do general Jorge Félix não foi digerida por Gilberto Carvalho. Em depoimento à CPI dos Grampos, tanto o general quanto Lacerda revelaram que a tal missão de acompanhamento de espiões russos era uma "história de cobertura". "Foi uma história de cobertura porque a investigação era sigilosa", confessou o ministro-chefe do GSI. No jargão dos arapongas, isso quer dizer que o general e seu delegado contaram uma mentira para preservar o segredo de uma operação. Chefes de serviços de inteligência que mentem para os assessores dos presidentes e para os próprios presidentes não são propriamente uma novidade, tampouco uma invenção brasileira. Os historiadores dos serviços secretos americano, CIA, e soviético, KGB, convergem em um ponto: eles mentem para os presidentes, que mentem para o público. Essa é a lei nesse reino paralelo. A natureza do trabalho dos espiões acaba por convencê-los de que são pessoas acima das leis e das instituições.

As investigações sobre a atuação ilegal dos espiões da Abin já revelaram que o comando das ações clandestinas estava sediado em Brasília, precisamente no gabinete do delegado Lacerda, diretor afastado após a descoberta de que seus comandados haviam grampeado ilegalmente os telefones do presidente do STF. Na semana passada, a CPI dos Grampos ouviu um depoimento em que isso ficou evidente. O agente Márcio Seltz, um dos oitenta espiões que participaram da operação secreta, revelou que teve acesso a mensagens eletrônicas e a interceptações telefônicas oriundas das investigações da PF e que chegou, inclusive, a repassar o material a Lacerda. Portanto, é razoável supor que o delegado e seu superior, o general Felix, conheciam todos os detalhes da operação, inclusive a missão – ou as missões – do tenente Antônio Leandro.

A história do tenente, por essa razão, precisa ser investigada com atenção. Abordado pela reportagem em sua residência, Leandro, tenso, pergunta: "Como foi que você me descobriu?". Trava-se o seguinte diálogo:

Qual era sua missão na Operação Satiagraha?
Eu fui lá render um colega que já estava de campana e acabei sendo pego pela polícia. Eu não sabia exatamente quem estava seguindo. As operações são compartimentadas. A pessoa recebe uma ordem, mas não sabe detalhes. Nesse caso, a ordem era seguir o carro do alvo.

De quem foi a ordem?
Eu recebi instruções do meu superior na superintendência da Abin em São Paulo.

O senhor chegou a ter contato com o delegado Protógenes Queiroz, da Polícia Federal?
Não, eu não sabia que a Polícia Federal estava nessa operação.

Quando foi abordado pela polícia do Rio, o senhor se identificou como tenente Marcos?
Eu não menti. Dei a carteira da Presidência da República e falei que trabalhava para a Abin. Eu não sou louco de mentir, apresentar um documento falso, uma história falsa, e levar um tiro.

O senhor fazia o que antes de atuar na Abin?
Fui do corpo de segurança do presidente Lula. Quando ele viajava para São Paulo, eu fazia a segurança dele. Você acha que vão me chamar para a CPI? Você vai publicar isso aí e vão me dar uma cadeia na Polícia Militar por eu ter participado da operação. Vou perder minha promoção. Se isso acontecer, eu vou te achar em Brasília. Não posso falar mais... Se você publicar, eu vou te achar.

O Gabinete de Segurança Institucional e a Abin se recusaram a comentar o caso.

PETROBRAS vai ter que economizar

Estatal vai ter que economizar

Os dias de gastança desenfreada da Petrobras chegaram ao fim. Na avaliação do analista Gustavo Alcântara, da SLW Asset Management, inebriada pela forte alta do petróleo no mercado internacional, que encostou nos US$ 150 o barril, mas que se mostrou insustentável, a empresa acelerou todos os tipos de despesas, muitas injustificadas para uma companhia de capital aberto, com ações negociadas em bolsa de valores. “Foi preciso que um empréstimo que poderia ter sido corriqueiro se transformasse em um escândalo para que a Petrobras caísse na real e percebesse que não havia mais como manter a estrutura montada antes da crise internacional e com o petróleo nas alturas”, afirmou.

Segundo Alcântara, por mais duro que seja, a estatal cortará investimentos e terá de ajustar a sua administração a um perfil mais técnico e não político, como se via. “Tornou-se rotina ver o presidente Lula ao lado do presidente da Petrobras (José Sérgio Gabrielli) inaugurando plataformas ou divulgando a descobertas de poços de petróleo. Ou seja, a imagem do governo se misturou por completo com a da empresa”, ressaltou. Não foi à toa, portanto, que os investidores passaram a dar desconto nos preços das ações da empresa. Quando olhavam para os projetos ambiciosos da companhia, sabiam que não se sustentariam em um cenário de petróleo mais barato. “O mercado olha para frente, não para os excelentes lucros do passado”, frisou.

Ajuste
Para o analista Eduardo Collor, da Corretora Ativa, o ajuste pelo qual passará a Petrobras não será trivial. Tanto que a empresa já foi obrigada a adiar por pelo menos três vezes a divulgação de seu plano estratégico para 2009-2013. Agora, o novo prazo é janeiro. Ele destacou ainda que a estatal errou ao não dar transparência ao empréstimo de R$ 2,02 bilhões tomado à Caixa Econômica Federal. “Ao esconder a operação, a Petrobras só confirmou as suspeitas do mercado de que sua situação financeira havia sido impactada pela escassez de crédito internacional”, assinalou. Collor disse a deterioração do caixa da empresa foi visível. No balanço de junho, a empresa tinha R$ 776 milhões. No fim de setembro, o saldo havia recuado para R$ 95 milhões. Já as aplicações financeiras recuaram, no mesmo período, de R$ 16,5 bilhões para R$ 7,6 bilhões.

Dentro da empresa, a orientação é cortar todos os gastos supérfluos. Os recursos disponíveis serão destinados a projetos de investimentos prioritários e com retorno rápido.


Ações sofrem com boatos
Os investidores não perdoaram os problemas financeiros registrados pela Petrobras, que foi obrigada a se socorrer com um empréstimo de R$ 2,02 bilhões concedido pela Caixa Econômica Federal. As ações preferenciais da empresa, as mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fecharam novembro com queda de 13,94%, um dos piores desempenhos do mercado. Os papéis da Vale, também muito demandados, computaram ganhos de 1,28%. Já o Ibovespa, o índice de lucratividade do pregão paulista, recuou 1,77%. “Não há dúvidas de que as ações da Petrobras estão refletindo as desconfianças do mercado em relação aos rumos que a companhia tomará”, disse Demetrius Borel Lucindo, diretor da Top Trade Investimentos.

Ele reconheceu que, apesar de todos os problemas que enfrenta neste momento, evidenciados pela crise internacional e pela forte desvalorização do petróleo, a estatal continua sendo uma boa empresa. “Infelizmente, a Petrobras não se preparou da melhor forma para enfrentar a escassez de crédito. Enquanto a Vale fez caixa por meio da emissão de R$ 15 bilhões em ações, a estatal adiou operações. Por isso, está correndo atrás de empréstimos como o feito pela Caixa Econômica”, destacou.

Num mês de grandes dificuldades para os investidores, as aplicações em ouro superaram todos os demais ativos financeiros disponíveis no mercado e liderou o ranking dos investimentos com valorização de 13,33%. A segunda colocação ficou com o dólar, que, apesar das dezenas de intervenções realizadas pelo Banco Central, acumulou alta de 7,33%. Os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) pagaram, em média, 1,09% e a caderneta de poupança, 0,73%. A Bovespa ficou na lanterna, com baixa de 1,77%. Foi o sexto mês consecutivo de perdas na bolsa.

PETROBRAS em crise

Aumenta a troca de acusações

Assessores do Planalto insinuam que senador agiu por interesse pessoal ao levantar suspeitas sobre o empréstimo feito pela Caixa para a Petrobras. Papéis da empresa foram os que mais perderam no mês: 14%

A polêmica em torno do empréstimo de R$ 2,02 bilhões concedido à Petrobras pela Caixa Econômica Federal se tornou campo para troca de acusações. Ontem o governo partiu para o contra-ataque e acusou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) de agir por interesse próprio ao denunciar o negócio. Pelo menos dois importantes assessores do presidente Lula disseram no Congresso que Jereissati estava reagindo ao veto que o Ministério da Fazenda fez, no início da semana, a um pedido de financiamento da empresa de telefonia Oi à Caixa para completar os recursos necessários à compra da Brasil Telecom. O valor da operação, segundo os integrantes do governo, seria superior ao dado à Petrobras. A Oi tem entre seus controladores Carlos Jereissati, irmão do senador. [emprestar dinheiro é função da Caixa. A OI - a que investiu na empresa de fundo do quintal do filho do Lula, o Lulinha - queria um empréstimo, que foi negado; já a PETROBRAS - que banca as generosidades do "Nosso guia" com o cocalero Morales e outros - recebeu o dinheiro como empréstimo a 'fundo perdido'. Mais para doação do que para empréstimo].

Procurado pelo Correio, Tasso não retornou a ligação. Já a assessoria de imprensa da telefônica divulgou a seguinte declaração: “A Oi estranha essa informação, pois nunca teve nem fez nenhuma solicitação de empréstimo à Caixa. E mais: a empresa já estava negociando a emissão de notas promissórias com os bancos Bradesco BBI, Itaú BBA e Santander, desde que uma captação externa foi cancelada na primeira quinzena de setembro”. No Ministério da Fazenda, a ordem foi silenciar sobre o assunto. A Caixa foi liberada apenas para passar informações genéricas sobre a instituição, como, por exemplo, o saldo de sua carteira de crédito, de R$ 80 bilhões.

A troca de acusações deverá se intensificar na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que convidou para dar explicações o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho; o presidente do Banco do Brasil, Antônio Lima Neto; o ministro da Fazenda, Guido Mantega; e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. A oposição, liderada pelo PSDB, promete não dar folga. Com o argumento de que o governo está fazendo uso político da Petrobras, levando a empresa a situações que resultaram em problemas de caixa, os oposicionistas estão se municiando para encurralar os convidados. Querem provar que a denúncia de Tasso tem fundamento e está desvinculada de qualquer interesse pessoal ou político.

Ajuda do BB
O senador tucano também informou que a Petrobras tomou, em 23 de outubro, empréstimo de R$ 751 milhões no Banco do Brasil, operação confirmada pela assessoria de imprensa da estatal. O financiamento, na verdade, movimentou US$ 300 milhões por meio de um Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), instrumento usado por empresas que operam com importação e exportação. A companhia admitiu que essa operação está desvinculada do limite de endividamento ao qual estava submetida pela Resolução 2.827, do Conselho Monetário Nacional (CMN), derrubada em 31 de outubro, justamente no dia em que a Caixa liberou o socorro.

Em Campinas (SP), a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu novamente em defesa da Petrobras. “O fato de emprestarmos para a Petrobras não significa que não emprestemos para outras empresas. A Sadia teve recursos do BNDES, emprestamos para a Aracruz e para a Votorantim (que tiveram perdas significativas no mercado de câmbio).”

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

2008 sem almoço do presidente Lula com os Oficiais-Generais

COMO CHEGAMOS A ESTE PONTO?

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

No dia 23 do mês de novembro, indignados e ofendidos com o discurso antipatriótico de nosso primeiro mandatário, por ocasião da inauguração da estátua do amotinado marinheiro negro, João Cândido Felisberto, tido como líder da Revolta da Chibata. Escrevemos, então, um breve repto deplorando as suas nefastas atitudes e palavras, descaradamente equivocadas e virulentamente destinadas ao desvirtuamento dos padrões morais e éticos que deveriam nortear o cidadão brasileiro, pois seu "pronunciamento" era uma ode à indisciplina e um abominável louvor à quebra da disciplina.

Ao nosso estupor, a de outros se seguiram e, de imediato, diversos artigos, com a mesma verve de repulsa e revolta, foram divulgados.

Atingidos pelas mal intencionadas palavras presidenciais, muitos rebateram seus rasgados elogios ao marinheiro, aclamado pelo desgoverno petista como o "Almirante Negro". Muitos pronunciaram-se em desagravo à valorosa Marinha Brasileira, afrontada sem o menor pudor. Outros sentiram-se enxovalhados, pois que facínoras como Gregório Bezerra e Carlos Marighela foram alçados, por sua "excrescência", ao Panteão dos Heróis da Pátria.

Na verdade, o "nosso guia" repetia discurso anterior, "vomitado" no Rio de janeiro, quando dirigiu–se aos jovens estudantes (UNE), praticando o mesmo tipo de desserviço à Nação.

Naquela oportunidade, seu descalabro verbal foi mais além da desfaçatez, pois assinalou que o Brasil era um País sem heróis. Em ambas as solenidades, o antipatriótico mandatário entronizou, vergonhosamente, como exemplos, celerados e terroristas, os quais, hoje, gozam das benesses de um governo cripto-comunista e corrupto.

Não nos causa espanto a vileza que sublinha a pequenez de sua "majestade". Todos lembram que, por gestos e palavras, o "magnífico estrume" tem deixado atrás de si um rastro de ignomínias e insultos ao segmento militar.

Destacamos entre outros, a presença do "canalha-mor" no lançamento do livro "Direito à Memória e à Verdade". Não, sem antes, ouvirmos os Oficiais-Generais serem grupados em "bandos". Depois, testemunhamos contritos, o seu aval à "Mostra Pública que expôs os anos da Ditadura Militar". Assistimos, atônitos, o "cala-boca do General Heleno"; sem contar com o seu conivente silêncio em relação ao festival de indenizações aos subversivos e terroristas, e por penúltimo (aguardem, sempre teremos outras) a unção presidencial à anistia do Jango Goulart.

Mega–Latifúndios Indígenas e Mega-Latifúndios Quilombolas são endossados pela turba petista, à revelia dos pareceres e alertas de insuspeitos militares, sabidamente preocupados com a Manutenção do Território e com a Soberania Nacional. É gritante a tentativa exitosa de afrontar a opinião abalizada de quem realmente tem experiência e verdadeiro amor à Pátria.

Cremos que o próprio debate sobre a Lei da Anistia, provocado e incentivado por "Sinistros" do desgoverno, já teria sido encerrado, se o "vírus ambulante" tivesse assumido uma posição correta e determinado um basta nas discussões, incentivadas pelos seus áulicos "cumpanheiros".

A lista de barbaridades perpretadas por sua "excelência" ao Estamento Militar é longa e sinuosa. Entretanto, ingenuamente, alguns insistem em prestigiar os desafetos.

Diante de nossa perplexidade (da minha, não), com tudo o que está acontecendo, chegamos à pergunta que não quer calar: "COMO CHEGAMOS A ESTE PONTO?"

Como ficar surpreso ou mesmo indignado, quando lembramos que, recentemente, o Ministério da Defesa aureolou, com pompa, o famigerado Franklin Martins. Quem não lembra que as Forças Armadas, da mesma forma que o nosso "guru", este por candentes palavras, homenagearam e premiaram por serviços relevantes, figuras como Dilma Roussef, José Genuíno e tantos outros.

Se vivos, quais condecorações militares ostentariam no peito Marighela e Gregório Bezerra? E o marinheiro João Cândido Felisberto?

Como esquecer que a Primeira Dama já paraninfou um grupo do segmento feminino da Força Aérea e foi agraciada com a Medalha do Mérito de Santos Dumont.

É, meus amigos, cabe meditar um pouco. De fato, pavimentamos com o descaso a estrada que ora palmilhamos. Se não parimos o monstro, por certo nós temos alimentado o "bicho".

Brasília, DF, 26 de novembro de 2008.

PS: Por favor, não promovam o almoço dos Oficiais-Generais com sua excelência, ao final do ano. Seria lastimável ou lamentável, como queiram.

Rússia sob Putin = um grande enigma

Um enigma chamado Rússia

Opinião e Notícia


A Rússia não é a antiga União Soviética. Mas, afinal, o que ela é, e o que representa hoje no cenário mundial? Uma potência que está ressurgindo ou uma oligarquia corrupta com peculiar economia de mercado?

Na seqüência do colapso do império soviético, o mundo assistiu com um misto de esperança e desespero ao surgimento de um novo país, que afinal se mostrou muito menos livre e democrático do que se esperava. A animosidade entre a Rússia e os EUA não desapareceu, mas adquiriu um novo significado depois do fim da Guerra Fria.

Em agosto deste ano, pela primeira vez depois do fim da União Soviética, o Exército russo atravessou uma fronteira internacionalmente reconhecida para se envolver em um conflito. Foi uma guerra curta e vitoriosa contra a Geórgia, mas foi também uma disputa com os EUA por influência em uma região que a Rússia considera seu quintal. Muitos encararam o conflito como um sinal de que a Rússia atual está agindo como a União Soviética.

Os sinais estão por todos os lados: o país é governado por antigos oficiais da KGB, como o próprio Putin, que vêem inimigos por toda parte;

a oposição é esmagada; jornalistas independentes, de vez em quando, são mortos; os meios de comunicação estatais fazem propaganda anti-EUA; os desfiles militares voltaram a ser realizados na Praça Vermelha.

Com esquadra russa, Chávez manda um sinal a Obama

A chegada do presidente Medvedev e de navios de guerra da Rússia à Venezuela nesta semana foi interpretada por analistas políticos como uma mensagem de Hugo Chávez ao presidente eleito dos EUA, deixando claro onde estará o maior desafio do governo de Obama nas Américas.

Chávez, que chegou a se referir a Bush como "o diabo", vem estendendo a mão para Obama e até expressou sua vontade de se entender com Washington, mesmo depois de ter expulsado o embaixador norte-americano em Caracas, em setembro. O presidente venezuelano também nega que a aproximação com Medvedev seja uma provocação aos EUA.

Apesar do tom conciliador de Chávez, a verdade é que Barack Obama enfrentará o desafio de conter um país que se esmera em firmar alianças com adversários dos EUA, como o Irã. A Venezuela não representa risco estratégico, mas Chávez vem trabalhando arduamente para preencher o vazio deixado pelo declínio da influência norte-americana na América Latina.

governo induz o endividamente dos sem dinheiro

OS TOPA-TUDO SEM DINHEIRO

Maria Lucia Victor Barbosa



Enquanto diminui o PIB e o consumo norte-americanos, e países de economia forte entram em recessão, o presidente Luiz Inácio e sua possível sucessora para 2010, Dilma Rousseff (Casa Civil), insistem no fato de que o Brasil não será tão afetado pela crise mundial, que nossas instituições são fortes, que aqui enfrentamos apenas uma "marolinha", uma "gripezinha".


No afã de contornar a questão econômica com a poção mágica da política, o governo lançará uma campanha visando estimular o consumo para tentar manter a produção. Para tanto, a propaganda governamental terá um slogan que afaga o ego nacional com pinceladas de auto-estima: "O mundo confia no Brasil e o Brasil confia nos Brasileiros". A ordem é consumir e o governo promete que o crédito continuará fácil e abundante, mas não são mencionados os
altos juros e os impostos escorchantes.


Do alto de prestígio o presidente da República recomenda que
seus filhos amados não deixem de comprar "sua casinha, seu carrinho, seu primeiro sutiã". Luiz Inácio se coloca outra vez como animador de auditório e brada aos quatro ventos do palanque eletrônico da TV: "Quem quer dinheiro?"


Sem medo e felizes, os topa-tudo sem dinheiro acorrem às lojas em busca de um esplendoroso Natal. Não interessa a inadimplência. Não importa se depois chegará janeiro com impostos e aumentos, inclusive, da escola dos filhos. A ordem do dia é gastar, comprar o máximo de sutiãs que se puder.


Há de se convir, entretanto, que a retórica de Luiz Inácio, suas arengas que procuram
atritar ricos e pobres, negros e brancos, suas metáforas futebolísticas, sua imagem cuidadosamente trabalhada no modelo pobre operário, seus ataques á língua pátria, seu contínuo festival de besteiras chamadas eufemisticamente de gafes, nada disso, enfim, é espontâneo ou aleatório, mas faz parte da propaganda que sempre intensificou o culto da personalidade.

Um culto diga-se a bem da verdade, que vem ao encontro da mentalidade de um povo sequioso por um salvador da pátria e que por formação histórica gosta de ser tutelado pelo pai Estado. Mais ainda, o sinal verde para a gastança está de acordo com a índole do brasileiro que, de modo majoritário, nunca foi muito de planejar suas finanças, mesmo porque, parece sentir prazer em gastar mais do que pode, de se endividar, na medida em nosso país os endividados têm vantagens muito maiores em suas negociações do que aqueles que corretamente pagam em dia. Certamente, por contas dessas características, um homem que fazia compras na Rua 25 de Março respondeu ao jornalista que lhe perguntava sobre a crise: "crise, que crise?".


Dirão alguns que o governo está no caminho certo porque também os Estados Unidos apontam para o aumento de crédito, incentivo ao consumo e ao emprego, diminuição de impostos. Existem, porém, algumas
abissais diferenças entre o governo norte-americano e o nosso. Para começar, aquele não é perdulário. E enquanto nos Estados Unidos se paga 8% de juros ao ano no cartão de crédito, nosso cheque especial alcança 170% de juros anuais. No mais, se o governo pensa em abaixar impostos, logo esse governo sedento por arrecadações cada vez maiores, no momento a idéia não passa uma boa intenção ou de um factóide bem político. Melhor ficar como São Tomé e ver para crer.


Atente-se também para o fato de as informações dos jornais não são tão róseas quanto as "boas notícias" que aparecem nas TVs ou nas palavras do presidente e de seus auxiliares. Em cadernos de economia dos principais jornais do país se pode ler, entre várias outras análises e notícias, que nossa balança comercial em números de novembro já reflete a
desaceleração do ritmo do comércio mundial, principalmente no que diz respeito às exportações que caíram 21%. Acrescente-se que de julho à primeira quinzena de novembro os preços das principais matérias-primas desabaram, em média, 42%, em dólar, segundo o índice CRB Reuters/Jefferies, sendo que as matérias-primas respondem por 65% das exportações. Além do mais, a recessão nos países mais ricos está provocando o cancelamento das exportadoras brasileiras. Esses fatores limitam o interesse por novos investimentos e afeta as contas externas.


A desaceleração da economia mundial ainda não foi sentida plenamente no Brasil e o povo continuará a gastar e a perguntar: "Que crise? O governo aposta nas
bolsas-esmola e no aumento do salário mínimo, mas a classe média já começa a sentir o baque. A inadimplência aumentou, o comprometimento da renda subiu de 34% em setembro a 36% em outubro e com isto o calote.


Sem medo de ser feliz Luiz Inácio vai surfando na "marolinha", enquanto montadoras e empresas começam a
dar férias coletivas e demitir. Indústria, agricultura, comércio, construção civil e até o governo sabem que em 2009 não haverá apenas uma "gripezinha". Portanto, é preciso certa cautela nossa, os topa-tudo sem dinheiro, na hora de comprar sutiãs. Afinal, tudo indica que acabou o tempo em que se comprava nessa vida e se terminava de pagar em outras encarnações.


Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br

Bravo Senhor Comandante do Exército; Bravo Senhor Comandante Militar do Leste



Solenidade em homenagem ao mortos na intentona comunista de 1935

Do site: TERNUMA



Foi realizada, ontem, 27 de novembro de 2008, às 15.30horas, na Praça General Tiburcio, Praia Vermelha, RJ, emocionante homenagem aos mortos da intentona comunista de 1935..

A solenidade contou com a presença do Comandante do Exército, Gen Exercito Enzo Martins Peri, de três destacamentos de tropa da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além da presença de todos os oficiais generais do Exército em serviço na área .

Compareceram também Oficiais Generais da Marinha e da Aeronáutica, o Dep Jair Bolsonaro e vários Oficiais Generais da reserva e autoridades militares e civis. A solenidade foi organizada pelo Comandante do Comando Militar do Leste, Gen Luiz Cesário da Silveira Filho , juntamente com o Gen Ex Paulo Cesar de Castro, chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa.

Foi lida a Ordem do dia , que postaremos assim que for difundida.

Acima fotos enviadas pelo Cel Mayrseu Cople

Dois dos porcos pedófilos investigados são próximos do presidente

Investigação em segredo sobre pedofilia pode incriminar políticos casados e acima de qualquer suspeita

Por Jorge Serrão

Blog Alertatotal



Um
ex-governador (casado e dois filhos), um deputado federal (casado e pai de três filhos) e um ex-deputado federal (evangélico, casado e dono de emissoras de rádio) podem ser denunciados pelo crime hediondo de pedofilia. Os três são investigados secretamente pela Polícia Federal. Todos são bem conhecidos, por suas aberrações, entre parlamentares da base governista.

Seus computadores já foram rastreados até por membros da Agência Brasileira de Inteligência. Em dois deles havia fotos das
bestas políticas fazendo sexo com crianças. O parlamentar afastado era famoso no submundo de Brasília, por sair à noite à caça de meninas de rua para seus fins animalescos. Pela fama dos três no submundo dos nojentos exploradores sexuais de crianças, seriam facilmente apanhados. Mas o poder político dos três tem tudo para salvá-los de um escândalo que abalaria a República.

O chefão Lula da Silva, que terça-feira sancionou um projeto de lei que aumenta a
punição e abrangência de crimes relacionados à pedofilia na Internet, pode ter uma surpresa desagradável e um desgaste pessoal muito grande caso o escândalo venha à tona. Dois dos principais investigados em sigilo afirmam aos quatro cantos serem "muito próximos do presidente".

Não se tem certeza se os nomes dos três políticos foram passados ontem à Polícia Federal pela CPI da Pedofilia. Por enquanto, os políticos se limitam a denunciar, publicamente, a face conhecida da pedofilia na Internet. O trabalho da CPI catalogou cerca de oito mil páginas do site de relacionamentos Orkut, em que constam
imagens de crianças em situações de exploração sexual.

A primeira análise da quebra de sigilo, realizada ainda em abril, indicou que, de 3.261 páginas com indícios de exploração de fotografias, 1.263 havia casos de
crianças e adolescentes vítimas de pedófilos. Desse total, 874 páginas foram criadas por brasileiros. Os números foram divulgados no 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Rio até amanhã. A primeira-dama, dona Marisa Letícia, presidente de honra do evento, participou de uma das mesas de debate, com a rainha Sílvia, da Suécia.

Palavras do chefão
"Quem comete o crime da pedofilia é um animal".
Assim definiu Lula da Silva, na abertura do congresso contra pedofilia.
Pois Lula precisa tomar cuidado com os "animais" pedófilos que pode estar mais perto dele do que sua vã filosofia pode imaginar...

PETROBRAS estoura limite no BB e a CEF socorre

Banco do Brasil também socorreu Petrobras

A Folha traz hoje a notícia de que, além da Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil também teve de socorrer a Petrobras em meio à crise.

Segundo o jornal, o empréstimo do BB foi de R$ 751 milhões, o equivalente a 21% de todos os recursos em moeda estrangeira que o BB repassou aos exportadores em outubro.

A notícia, somada ao empréstimo de R$ 2 bilhões tomado pela Petrobras na Caixa e revelado com alarde pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), colocou a estatal na berlinda.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, minimizou os empréstimos, dizendo que se devem a "um problema imediato de caixa".

Dilma ainda chamou de "ridículas" as declarações de senadores do PSDB sobre a situação da estatal. Além dos efeitos da crise na Petrobras, que parecem claros, é lamentável que as transações tenham se tornado públicas dessa forma. Agora, mesmo que o problema não seja tão grave como parece, ninguém acreditará nas explicações do governo.

[fui possuidor de algumas ações da PETROBRAS. Digo FUI, pois cuidei de vender aqueles papéis no momento em que o cocalero Morales se apropriou – com as bênçãos do 'Nosso guia' – de duas refinarias daquela empresa na Bolívia.

O 'PETRÓLEO É NOSSO', 'SOMOS AUTOSUFICIENTES EM PETRÓLEO' temos as MEGA JAZIDAS do PRÉ SAL – que prefiro chamar descobertas despista crise- o que torna a PETROBRAS uma empresa sólida e ainda confiável.

Mas será que ela vai resistir a estultice da NOMENKALTURA petista?]

Governo mantém investimentos da Petrobras

Uma outra reportagem da Folha destaca as duras críticas de especialistas "à má gestão e à ineficiência" da Petrobras, expostas com a queda do preço do barril do petróleo.

De acordo com Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, o maior problema não é o alto valor dos empréstimos, mas sim o fato de o dinheiro ter sido destinado ao capital de giro da Petrobras.

Segundo a Folha, o governo manteve os principais investimentos da estatal, enquanto mira as consultorias e os patrocínios esportivos e culturais para cortes de gastos. Mesmo assim, projetos como as refinarias "premium" no Ceará e no Maranhão e a refinaria petroquímica do Rio de Janeiro estão arriscados.

Como ocorre nos países dependentes do petróleo, como Rússia e Irã, por exemplo, a desaceleração econômica global acarretou problemas graves à Petrobras. E parece óbvio que a estatal, talvez acreditando na tese da "marolinha" de Lula, não se preparou para o tsunami da crise.

Governo nega irregularidades nos empréstimos feitos pela Petrobras
Assessores diretos do presidente Lula negam as denúncias de que o empréstimo do Banco do Brasil à Petrobras apresente irregularidades. Eles alegam que as críticas estão sendo feitas por aqueles que torcem para que a petrolífera perca a credibilidade. O BB, por sua vez, não se manifestou quanto à operação de empréstimos no valor de R$ 750 milhões feitos à companhia.

Segundo reportagem publicada na Folha de São Paulo da última quinta-feira, a Petrobras já havia chegado a seu limite de empréstimos com o BB e por isso recorreu à Caixa Econômica, que emprestou outros R$ 2 bilhões. A empresa informou em nota que os empréstimos serviriam apenas para reforçar seu capital de giro.

As justificativas oficiais, porém, não convenceram a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que convocará os presidentes da Petrobras, do BB, da Caixa Econômica Federal e do Banco Central para prestar esclarecimentos sobre as denúncias.

Ao comentar o assunto, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a companhia esteja descapitalizada. O ministro das Comunicações, Franklin Martins, insistiu também que a Petrobras é uma empresa sólida e usou um tom mais hostil em sua resposta. Segundo ele, quem é contra a estatal é contra o país.

PETROBRAS é obrigada a reforçar caixa do Tesouro Nacional - sem contar que também doa refinarias ao cocalero

R$ 6,2 bi em dividendos

Apesar
de a Petrobras já estar enfrentando problemas de caixa, o governo exigiu que a companhia transferisse para o Tesouro Nacional R$ 6,2 bilhões em forma de dividendos referentes ao lucro líquido acumulado nos nove primeiros meses do ano. Por causa desse repasse, já em setembro, a empresa registrou um rombo de R$ 2,3 bilhões em seu caixa, conforme relatório encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo analistas, se o governo tivesse aberto mão ou adiado o repasse de dividendos, usados na composição do superávit primário do setor público (economia para o pagamento de juros da dívida), dificilmente a Petrobras teria de se socorrer com a Caixa Econômica Federal, tomando um polêmico empréstimo de R$ 2 bilhões no mês passado.

Ex-diretor financeiro da estatal Carlos Thadeu de Freitas Gomes disse que as intensas relações entre a Petrobras e o governo não vêm de hoje. De tempos em tempos, um se socorre no outro. Nos anos 1980, com o governo sem dólares para honrar compromissos, a Petrobras abasteceu o Banco Central de capital estrangeiro. No início da década seguinte, foi a vez de o BC socorrer a Petrobras, que estava sem linhas de crédito no exterior. O BC depositava dólares no Banco do Brasil e no extinto Banco do Estado de São Paulo (Banespa), que eram repassados à empresa. "Portanto, não vejo nada de anormal no empréstimo dado à estatal pela Caixa Econômica", assinalou. Para o economista Roberto Luís Troster, o fato de companhias de grande porte, como a Petrobras, se voltarem para o mercado interno em busca de empréstimos, não exclui as pequenas e médias empresas do sistema. Pelas suas contas, os bancos brasileiros têm capacidade para ampliar as operações em quase R$ 680 bilhões.

Não foi empréstimo corriqueiro e sim para capital de giro

Bolha global
PETROBRAS -
Empréstimo corriqueiro se transforma em problema

Financiamento
de R$ 2 bilhões feito pela Petrobras com a Caixa em meio à crise mundial alimenta desconfiança sobre gestão da estatal

O que era para ser uma operação corriqueira — um empréstimo a uma empresa — provocou enormes ruídos no mercado financeiro, incitou desconfianças em torno da saúde da maior companhia do país e transformou-se em um fato político que ainda dará muita dor de cabeça ao governo. Por trás de toda a polêmica está o financiamento de R$ 2 bilhões concedidos à Petrobras pela Caixa Econômica Federal no último 31 de outubro para que a estatal pudesse fechar as contas e honrar os pagamentos com impostos de mais de R$ 11,4 bilhões. Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o disse-me-disse provocou queda de 2,78% nas ações preferenciais da companhia. A oposição, liderada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), insinuou que a empresa está à beira da insolvência. No governo, pelo menos três ministros foram escalados para rebater as acusações contra a Petrobras.

"Infelizmente, há exageros por todos os lados. Que a Petrobras foi afetada pela escassez de crédito, provocada pela crise, não há dúvidas. Mas dizer que a empresa está mal financeiramente é totalmente improcedente", disse Rossano Oltramari, sócio-diretor da Corretora XP Investimentos. Segundo ele, é normal que uma companhia do porte da petrolífera enfrente problemas momentâneos para fechar o caixa, especialmente num momento de forte queda do preço do petróleo. "Por isso, existe o sistema bancário, para conceder empréstimos e suprir as necessidades de capital." A seu ver, se as taxas da operação foram compatíveis com as cobradas no mercado, todos se beneficiaram. O que não pode é haver subsídios, ou seja, a Caixa cobrar juros menores do que o normal pelo fato de a instituição e a Petrobras serem empresas públicas.

Outro temor expressado pelos críticos é que, pelo seu porte e pelas necessidades de recursos para tocar investimentos, a Petrobras acabe sugando todo o dinheiro dos bancos públicos, reduzindo a oferta de crédito a outras firmas para atividade importantes. Assessores da presidente da Caixa, Maria Fernanda, garantiram que não há possibilidade de concentração de empréstimos na estatal. Apesar de a liberação de R$ 2 bilhões representar quase 20% da carteira de crédito a empresas, o banco tem capacidade para ampliar a oferta em todas as modalidades em cerca de R$ 100 bilhões. E mais: por lei, empréstimos a um único cliente podem comprometer, no máximo, 25% do patrimônio de referência de um banco. No caso da Caixa, o comprometimento com o financiamento à Petrobras é de 11,6%.

Diante desse quadro, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foi taxativo: "A oposição está meio sem discurso e, às vezes, começa a inventar para suprir essa deficiência". Na opinião da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, "é ridículo" dizer que Petrobras está com problemas de caixa. Ela disse ainda que todos os bancos querem emprestar para a empresa. Responsável pela divulgação do empréstimo, Tasso Jeiressati sustenta que também há atraso no pagamento de fornecedores. Ele frisou que o empréstimo será pago em 180 dias com juros correspondentes a 104% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), título usado pelos bancos para negociar dinheiro entre si.

Investimento
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, admitiu a dificuldade momentânea da empresa. "Ela não está mal. Teve apenas dificuldades momentâneas em razões de impostos e compromisso que teve de pagar", afirmou. Paulo Bernardo endossou: "A Petrobras neste ano, vai investir cerca de US$ 60 bilhões e, no ano que vem, será muito mais. Só para o pré-sal precisará de US$ 60 bilhões. É um enorme problema de caixa, mas vamos resolvendo". Em nota, a Petrobras informou a previsão de investimentos de US$ 112,4 bilhões entre US$ 2008 e 2012. Para tocar seus projetos, precisa completar o caixa com recursos tomados no mercado da ordem de US$ 4 bilhões por ano.

A empresa ressaltou que, assim como todas as empresas brasileiras, vitimadas pela escassez de linhas internacionais de crédito e pela disparada dos preços do dólar, vem suprindo suas necessidade de financiamento no mercado interno. Em outubro, admitiu, teve maiores gastos com impostos e taxas, devido ao lucro líquido maior computado no terceiro trimestre de 2008.

BOVESPA SONOLENTA
Sem a referência do mercado de Nova York, fechado por causa do feriado de Ação de Graças, o investidor da Bolsa de Valores de São Paulo produziu a sessão mais sonolenta dos últimos 18 meses. Depois de oscilar o dia inteiro em torno da estabilidade, o pregão Ibovespa encerrou em baixa de 0,7%. O giro financeiro somou tímidos R$ 1,74 bilhão, o mais baixo desde 25 de maio de 2007. "Sem Nova York, o investidor ficou arredio a montar posições mais sólidas na Bovespa", disse Kelly Trentin, analista de mercado da corretora SLW. A Bolsa de Frankfurt subiu 2,3% e a de Londres, 1,7%.

Nova alteração nas regras de aposentadoria = para prejudicar o segurado

Pressionado, governo negocia mudança no cálculo da aposentadoria

Governo admite acabar com o fator previdenciário em troca de exigência de idade mínima nas aposentadorias

Isabel Sobral e Rosa Costa

Acuado pelos projetos que beneficiam aposentados, mas aumentam o rombo da Previdência Social, o governo admite, pela primeira vez, negociar o fim do fator previdenciário em troca da exigência de idade mínima nas aposentadorias. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), informou ao Estado que, além disso, outra proposta está sendo costurada: a de substituir os projetos que reajustam valores das aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por um programa de recuperação dos benefícios de valor mais baixo.

O assunto será discutido entre o ministro da Previdência, José Pimentel, e representantes das centrais sindicais em 4 de dezembro. A data foi marcada anteontem em jantar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com sindicalistas, na Granja do Torto, em Brasília.

"Estamos
caminhando para o fim do fator previdenciário e vamos trabalhar pelo limite de idade", disse Jucá. "Vamos construir uma solução, um programa de recuperação (dos benefícios) da Previdência até dois, três salários mínimos."

Para o líder do governo, as alternativas analisadas mostram que nem ele nem ninguém do governo se opõem ao mérito dos três projetos do senador Paulo Paim (PT-RS). Há, no entanto, preocupação com o impacto nas contas da Previdência. Já aprovados no Senado e aguardando votação na Câmara, os textos provocaram duas reações: a oposição de técnicos da equipe econômica e a mobilização de aposentados e pensionistas a favor dos projetos.

Segundo as projeções dos técnicos do Ministério da Previdência, somente a proposta de Paim, que reajusta os benefícios pela indexação ao número de salários mínimos a que eles equivaliam no momento da concessão, custaria R$ 76,6 bilhões por ano aos cofres do INSS. Outro projeto estende a todos os benefícios o reajuste de 9,2% dado este ano ao salário mínimo. As aposentadorias e pensões de valor superior a um mínimo tiveram 5% de reajuste (inflação acumulada pelo INPC). Isso resultaria num impacto anual de
R$ 9 bilhões.

A declaração de Jucá sinalizando o fim do fator previdenciário mostra que o governo vai negociar para evitar o pior. "A grande contribuição é a gente se debruçar para construir uma alternativa. Isso é possível."

O fator previdenciário foi criado em 1999 para controlar o crescimento das despesas previdenciárias em conseqüência do aumento da expectativa de vida da população. A fixação de uma idade mínima para aposentadoria também funciona como freio às aposentadorias precoces.

Para a área técnica do governo, entretanto, o fim do fator só é aceitável se ocorrer gradualmente, porque a fixação de uma idade mínima, além da necessidade do tempo mínimo de contribuição ao INSS (35 anos para homens e 30 anos para as mulheres), só pode ocorrer por meio de emenda constitucional que, para valer, tem de receber pelo menos três quintos de votos favoráveis no Congresso.

Segundo Jucá, o governo quer condicionar a negociação ao que chama de "limite da capacidade da Previdência no sistema futuro". Ou seja, adotar uma idade limite compatível com a expectativa de vida do brasileiro, que está crescendo, e se reflete nas contas da Previdência.

TIRANDO O SONO DO GOVERNO

OS PROJETOS DE PAIM


Fator Previdenciário:
Elimina do cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição a fórmula que tenta desestimular as aposentadorias . Com o Fator Previdenciário, quanto mais jovem é o segurado, menor o valor do benefício. A proposta muda também a forma de calcular o benefício: em vez de tomar por base a média das contribuições feitas ao INSS desde 1994, ela retoma o critério antigo de considerar apenas os últimos três anos de contribuição.

Já aprovado no Senado e aguardando votação no plenário da Câmara

Reajuste: Repassa a todos os benefícios de valores superiores a um salário mínimo o índice de 9,2% de aumento aplicado ao mínimo este ano. Esses benefícios foram reajustados em 5%, índice correspondente à variação anual do INPC.

Já aprovado no Senado e aguardando votação no plenário da Câmara.

Vinculação ao salário mínimo: A proposta cria um mecanismo que vincula as aposentadorias e pensões ao salário mínimo e reajusta os benefícios atuais para que voltem a ter, em número de salários mínimos, valor equivalente ao que tinham na época em que foram concedidos.

Já aprovado no Senado, em caráter terminativo, seguiu esta semana para análise das comissões da Câmara.

O QUE É FATOR PREVIDENCIÁRIO Fórmula criada em 1999 que considera a idade e a expectativa de sobrevida do trabalhador (conforme dados do IBGE) no momento do pedido de aposentadoria para calcular o valor do benefício. Quanto mais jovem, menor o valor da aposentadoria.

QUAL SEU EFEITO
O fator estimula as pessoas a permanecer mais tempo trabalhando para poder receber o maior valor possível de aposentadoria. O valor do benefício depende do histórico das contribuições de cada pessoa. Mas, nos últimos anos, a aplicação do fator têm resultado em uma redução entre 20% e 30% no valor máximo da aposentadoria, se o segurado decide se aposentar logo no final do tempo mínimo de contribuição (hoje, 35 anos para homens e 30 para mulheres), sem passar mais algum tempo em atividade.

ECONOMIA PARA O INSS
R$ 10 bilhões, nos últimos oito anos.

O QUE PODE MUDAR
Se cair o fator previdenciário e no seu lugar for estabelecida uma idade mínima para aposentadoria pelo INSS, um trabalhador só poderá se aposentar no momento em que completar o tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 anos para homens) e também uma idade que vier a ser especificada na Constituição.
Servidores públicos, por exemplo, atualmente devem cumprir a exigência de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, se homens, e de 30 anos de contribuição e 55 anos de idade, se mulheres.

Procura-se Pitta; boa recompensa

Nicéa oferece R$ 1 mil a quem der pistas para prisão de Pitta


Ex-mulher do prefeito teme que ele não compareça à audiência nesta quinta; ele deve R$ 100 mil em pensão

Nicéa Camargo ofereceu recompensa de R$ 1 mil para quem trouxer informações que levem à prisão do ex-prefeito Celso Pitta.

Nicéa teme que ele não compareça à audiência marcada para esta quinta na 6ª Vara da Família no Fórum Central, às 14h50. Segundo a filha do casal, Roberta Camargo, os advogados da família vão entrar com um pedido na Secretaria de Segurança Pública para que a recompensa também se estenda aos policiais. Procurado, o ex-prefeito não foi encontrado para comentar o fato.

Pitta teve a prisão decretada pela Justiça na semana passada por inadimplência no pagamento de pensão alimentícia. Ele continua foragido. Na segunda, a defesa apresentou proposta aos advogados de Nicéa para quitar a dívida, mas não houve acordo. A dívida com Nicéa é de R$ 100 mil, referentes ao atraso de 5 meses no pagamento da pensão - de R$ 20 mil mensais.

Nicéa recusou proposta para reduzir o valor da pensação para R$ 5 mil mensais.

Juíza denuncia Dantas como corruptor

Juíza que julgava Dantas relata tentativa de corrupção

Marcia Carvalho descreve proposta como 'extremamente vantajosa' e narra ameaças e 'pressão psicológica'

Estadao.com


Marcia depôs dia 6 para o delegado Ricardo Saadi, da Polícia Federal de São Paulo. Ele deslocou-se até o Rio. Saadi preside o inquérito Satiagraha e avalia o relato de Marcia como peça importante da investigação que promove desde que assumiu o lugar de Protógenes Queiroz, mentor da operação.

No fim de 2004 ela assumiu a 2ª Vara Empresarial do Rio. Em fevereiro ou março de 2005, afirma, seu marido, Sérgio Antonio de Carvalho, foi procurado por um homem que lhe teria convidado para trabalhar no grupo de Dantas. "A proposta financeira era extremamente vantajosa", narra a juíza. Seu marido lhe disse que "era dinheiro para ficar rico". Sérgio não aceitou a proposta.

Ela constatou que havia dois processos sobre o Opportunity em curso na 2ª Vara. Uma demanda "era de extrema importância para o Opportunity, uma vez que como resultado poderia ser tirado do controle das empresas que haviam sido adquiridas pelo consórcio formado pelo Opportunity por um fundo nacional e um fundo estrangeiro".

Segundo Marcia, o fundo nacional era formado por fundos de pensão que pretendiam excluir o Opportunity. Para evitar sua expulsão, assinala a juíza, o Opportunity firmou o acordo Umbrella Agreement. Os fundos de pensão ajuizaram antecipação de tutela para declarar a nulidade do pacto.

Marcia disse que uma filha sua "à época era estagiária do escritório Andrade Fichtner, o qual advogava para os fundos de pensão". Quando decidiu a demanda, "sua filha não mais trabalhava no Fichtner".

Ao retornar de viagem a Nova York "começou o inferno". Uma das empresas de Dantas ajuizou exceção de suspeição contra ela, ofensiva rejeitada pela 8ª Câmara Cível. A juíza assinala que o grupo de Dantas a fustigou com representações e reclamações sucessivas. Apresentaram quatro laudos periciais "que indicavam que a antecipação de tutela não era de sua autoria intelectual". Ela contratou um perito. Ele atestou que a decisão foi elaborada "a partir do lap top da depoente".

Um dossiê apócrifo começou a ser espalhado no Rio, atribuindo-lhe a compra de um apartamento de luxo em Ipanema. Estranhos rondavam o edifício onde reside. Um homem fez imagens do prédio. O Tribunal de Justiça providenciou segurança pessoal para Marcia. A escolta foi retirada durante um "período de calmaria". Quando o misterioso motociclista a abordou em Santa Teresa, ela caminhava só pelo bairro. Fez ocorrência na 14ª Delegacia. Afirmou que "as ameaças começaram após ter prolatado a decisão contra o Opportunity, do qual Daniel Dantas é o controlador".

O banqueiro negou. O inquérito policial foi relatado e remetido ao Ministério Público, que pediu o arquivamento do caso. Com o peso de "mais uma dezena de suspeições" contra si, a juíza, afinal, capitulou. Ela avaliou que "não tinha mais condições psicológicas de prosseguir no caso, devido às ameaças que havia sofrido".

Quando se afastou, já respondia a um processo por calúnia, dois inquéritos, um civil e um penal, ação por improbidade e processo no Órgão Especial do TJ – arquivado por 16 votos a 4 –, além das exceções de suspeição. "Após reconhecer minha suspeição acabaram-se todas as torturas psicológicas", declarou ela à Polícia Federal.

Leia mais: Justiça proíbe Abin de participar de perícia da PF


quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Combate à pedofilia = aperto sobre provedores e telefonicas

INFÂNCIA MACHUCADA
Aperto sobre provedores

Empresas de telefonia e de serviços de internet terão prazo máximo de três dias para quebrar sigilo de usuários acusados de violações


Duas horas. Esse vai ser o tempo que as empresas de telefonia e os provedores de internet terão para quebrar o sigilo dos usuários da rede mundial de computadores quando houver denúncias de risco iminente de vida de crianças e adolescentes a partir de imagens, vídeos ou podcasts da web. Quando a integridade física de meninos e meninas estiver em jogo, mas a denúncia não demonstrar urgência, serão 12 horas. E, quando não houver risco de vida, mas for configurada violação dos direitos da infância, as empresas terão três dias. As novas regras foram anunciadas ontem, durante o 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que ocorre até amanhã no Rio de Janeiro.

A regulamentação faz parte de um
termo de ajuste de conduta que será assinado em 16 de dezembro, última sessão do ano da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia no Senado, pelas principais empresas de provedores do país. Já confirmaram que farão parte do acordo TIM, Vivo, Claro, Telefônica, Oi, Brasil Telecom, UOL, IG e Terra. "O Termo de Ajuste de Conduta prevê uma série de compromissos das empresas com o Ministério Público, a Polícia Federal e a Justiça", explica o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares. "As duas principais garantias do termo são as que prevêem a homogeneização com os prazos e a armazenagem dos dados."

A idéia é evitar que se repita o atraso no envio do material como ocorreu durante o trabalho da CPI. "Algumas solicitações demoraram quatro meses para serem respondidas e ainda chegaram incompletas", reclama o senador Magno Malta (PR-ES), relator da CPI. "Não dá para esperar tanto tempo para evitar que alguma criança seja vítima de pedofilia na internet." Na prática, o TAC vai obrigar as empresas a responder quase imediatamente as solicitações da rede de proteção dos direitos da infância a partir de denúncias feitas pela sociedade em geral ou que surjam de investigações da polícia ou de futuras CPIs.

Com as informações fornecidas pelos provedores, será possível descobrir quem posta ou acessa material pornográfico com meninos ou meninas. "Vamos parar com essa história de pedidos, de contar com a boa vontade. A Polícia Federal não vai mais solicitar, mas mandar darem os dados", observa o relator. A partir da assinatura do termo, a rede de proteção do direito à infância partirá para a construção de outro termo, nos mesmos moldes, com bancos e empresas de cartões de crédito. É com eles que os abusadores compram material pornográfico feito com crianças e adolescentes na internet. "As ferramentas para enfrentar esse problema de pornografia na rede de computadores estão sendo construídas. As companhias de cartões de crédito e os grandes bancos estão tentando se engajar e fortalecer a luta", afirma Anne Veneman, diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

[magnífico; a identificação dos malditos pedófilos feita com rapidez ajuda e muito a combater essa praga maldita que é a pedofilia. Mas é também extremamente importante que as penas para os porcos pedófilos sejam extremamente severas e realmente sejam cumpridas.

Pessoalmente, acho que a melhor punição para um desgraçado de um pedófilo é coloca-lo algumas horas com outros presos. Só isto basta.]

Foram vencidos em 35, os vencemos em 64 e se preciso for agora os eliminaremos

Algumas recordações

Transcrito do site: A Verdade Sufocada

O Brasil entrou nos anos 30 sob o violento impacto da crise mundial da economia. Essa crise foi utilizada pelos comunistas que preconizavam o fim do capitalismo, utilizando-se da violência e do terrorismo para a tomada do poder.

Vivíamos os primeiros anos da era Vargas que governava sufocando crises fomentadas principalmente pela oposição paulista, insatisfeita pelas promessas não atendidas após a Revolução Constitucionalista de 1932. Havia ainda os adeptos da Ação Integralista Brasileira, os conhecidos "camisas verdes", de inspiração corporativa e militarista. Apoiados no fascismo italiano, pregavam um forte controle do Estado na vida nacional. Vargas assim se equilibrava, mas com simpatia pelos integralistas.





Seguindo a orientação resultante do Movimento Comunista Internacional foi criada no Brasil, em março de 1935, uma frente suprapartidária denominada Aliança Nacional Libertadora (ANL). Como "presidente de honra" foi aclamado o nome de Luís Carlos Prestes, na época vivendo na Rússia e que preparava-se para voltar ao Brasil.A ANL teve vida curta porque no dia 11 de julho o governo,temendo o agravamento da crise política,decretou o fim da entidade após o manifesto escrito por Prestes em que a palavra de ordem era: "'Todo o poder à ANL". Mesmo na clandestinidade esse movimento de massas continuou a agir, agora claramente disposto a desestabilizar o governo.


A conspiração conhecida como Intentona Comunista vinha sendo preparada de fora para dentro do país. Prestes fora designado para dirigí-la e entrou no Brasil acompanhado de Olga Benário, portando passaportes falsos.

E a ANL que, de início, parecia ser apenas um movimento de massas, passou a envolver-se nas ações que redundaram no levante. A partir dos quartéis tomados, o objetivo era desencadear uma greve geral e derrubar o governo. Entre 23 e 27 de novembro Natal, Recife e Rio de Janeiro foram os palcos da primeira tentativa de implantação de um regime comunista no Brasil.

Em nome de uma ideologia foram cometidos diversos crimes que enlutaram a nação. A pronta intervenção militar evitou um banho de sangue.

Mesmo assim foram muitos os mortos e, dentre eles, destacamos o então primeiro tenente Benedito Lopes Bragança, natural de Minas Gerais, que foi feito prisioneiro e covardemente assassinado pelos rebeldes. Uma forte comoção tomou conta do país e o presidente Vargas saiu fortalecido desse triste momento da vida brasileira.


Mesmo com a repressão desencadeada pela polícia de Vargas tendo à frente Filinto Müller, antigo desafeto de Prestes do tempo da Coluna, o casal Prestes e Olga Benário só foi preso em março de 1936, numa casa de subúrbio do Rio de Janeiro.

As cerimônias cívicas que, em boa hora, o Exército voltou a dar destaque, em todo o país, serve como contraponto ao atual revisionismo histórico intencional dos que buscam transformar assassinos em heróis de uma causa perdida. O comunismo jamais será aceito pelo povo brasileiro e, quantas vezes for preciso, será repelido pela Forças Armadas.


Por LUIZ MERGULHÃO


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