A síndrome de Peter Pan dos astros do esporte
A pedido de VEJA, especialistas em psicologia esportiva traçaram o perfil dos atletas que não amadurecem e vivem metidos em confusão. A maioria enfrentou uma infância pobre, mas teve uma ascensão financeira meteórica no início da vida adulta. Sem suporte familiar e da escola, muitos ficam desorientados com o dinheiro e a fama e passam a apresentar comportamento social inadequado – ou até mesmo autodestrutivo.
A infância
Esportistas talentosos são cobrados por resultados desde muito cedo.
Eles passam muito tempo longe da família, nos treinos. Muitas vezes, o treinador ou o empresário assume o papel do pai.
Os estudos ficam relegados a segundo plano, comprometendo a formação intelectual.
Logo que se destacam, são pressionados pela família para vencer na profissão, para garantir a todos um futuro melhor.
O sucesso
No fim da adolescência, esses atletas passam a chamar a atenção de grandes clubes e patrocinadores, dispostos a pagar milhões de dólares ou euros por eles.
Ainda muito jovens, entram em um mundo completamente novo, repleto de dinheiro, fama, mulheres e carrões.
Sem uma base familiar e emocional sólida, muitos passam a se comportar como eternos adolescentes, hipnotizados por sua vida de celebridade. Sentem-se intocáveis devido ao estrelato.
O resultado: passam a esbanjar dinheiro, participar de orgias, beber demais e até a consumir drogas. Têm dificuldades em manter relacionamentos sólidos e duradouros.
O PORTUGUÊS IMATURO Cristiano Ronaldo, o melhor jogador do mundo, foi acusado de cometer estupro em 2005, mas o processo foi encerrado por falta de provas. Neste ano, ele espatifou uma Ferrari de 300 000 dólares
Ronaldo, o fenômeno, sempre eleRonaldo
Envolvido há anos em episódios que incluem noitadas, bebedeiras e mulheres, Ronaldo protagonizou, em 2008, o pior escândalo de sua carreira – foi parar em uma delegacia carioca acusado de dar o calote em três travestis que passaram a madrugada com ele em um motel de quinta categoria.
Suspeita-se que tenham consumido cocaína. O episódio repercutiu no mundo todo. Depois disso, ele parecia ter tomado jeito, mas na semana passada voltou à carga: apareceu em uma boate de luxo em São Paulo, bêbado, beijando várias mulheres, fumando um cigarro atrás do outro, tirando a camisa e se contorcendo para ver a calcinha das mulheres por baixo do vestido, como um adolescente.

Adriano
O próprio atacante já admitiu ter problemas com o consumo exagerado de álcool, se disse chateado com o estigma de "cachaceiro" e afirmou que precisava tomar um rumo na vida.
Sua pior fase foi entre 2006 e 2007. Ele e o lateral Maicon, seu companheiro na Inter de Milão, organizavam festas quentíssimas em hotéis luxuosos após os jogos de domingo. Só eram chamadas profissionais do sexo.
A cerveja, a cachaça e o cigarro rolavam soltos. Nessa fase, ele precisava beber todos os dias, para dormir.
Fontes: Suzy Fleury e Dietmar SamulskiRevista VEJA

2 comentários:
ESse Ronaldo é fruta, se enganar com um traveco rapidamente até passa, mas três, aí já é subestimar nossa inteligência
eita traseiro bunito,
chega fiquei de pau duro
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