Collor se declara arrependido do bloqueio das poupança
- Naquela época, querendo fazer os ajustes de forma rápida, equivoquei-me. Certamente, eu não teria adotado um programa econômico que causasse tanto desassossego - disse.
- Se tivesse outra chance, não teria bloqueado a poupança de pessoas físicas e jurídicas - completou. Collor se recusou a classificar a medida como confisco.
- A meu ver o que fizemos foi bloqueio [da poupança] - argumentou.
O ex-presidente admitiu ainda ter cometido outros "erros cruciais e fatais". Entre eles, citou "a falta de diálogo com a classe política e com [políticos e empresários de] São Paulo".
[comentário do Blog: o importante no homem público, no político, é o reconhecimento dos erros.
Infelizemente são poucos os que reconhecerem os erros e menos ainda os que tiram lições das falhas.]

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