segunda-feira, 16 de março de 2009
PCC tenta roubar arsenal em SP
Grupo ligado ao PCC tenta roubar arsenal em SP
Bandidos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) tentaram roubar por volta das 7h30 deste domingo o arsenal da empresa de segurança Trevo, em Guarulhos (SP). Houve reação dos vigilantes, que balearam dois dos assaltantes e detiveram um terceiro. Por telefone, os integrantes da quadrilha tentaram impedir a prisão em flagrante, oferecendo R$ 200 mil aos policiais militares do 44º Batalhão para que não levassem os detidos à delegacia.
Os assaltantes aproveitaram o momento de troca de turno da empresa de segurança para invadi-la. O terceiro ladrão detido foi identificado como Genivaldo Rodrigues de Oliveira, o Gê, de 37 anos, condenado a 23 anos de prisão pela Justiça. Outros bandidos que participariam do ataque conseguiram escapar. Os outros dois acusados baleados, Helvércio Luis de Souza, de 42 anos, e Zênio Leandro de Souza, de 50, foram levados para um hospital da cidade.
De acordo com o delegado Celso Valdir Marchiori, Gê se recusou a depor oficialmente na delegacia, afirmando que permaneceria calado. Os PMs que o detiveram contaram que ele reconheceu fazer parte do PCC e afirmou que estava cumprindo uma ordem da facção. O objetivo do roubo era o arsenal da empresa, composto de escopetas, pistolas e coletes à prova de bala.
Bandidos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) tentaram roubar por volta das 7h30 deste domingo o arsenal da empresa de segurança Trevo, em Guarulhos (SP). Houve reação dos vigilantes, que balearam dois dos assaltantes e detiveram um terceiro. Por telefone, os integrantes da quadrilha tentaram impedir a prisão em flagrante, oferecendo R$ 200 mil aos policiais militares do 44º Batalhão para que não levassem os detidos à delegacia.
Os assaltantes aproveitaram o momento de troca de turno da empresa de segurança para invadi-la. O terceiro ladrão detido foi identificado como Genivaldo Rodrigues de Oliveira, o Gê, de 37 anos, condenado a 23 anos de prisão pela Justiça. Outros bandidos que participariam do ataque conseguiram escapar. Os outros dois acusados baleados, Helvércio Luis de Souza, de 42 anos, e Zênio Leandro de Souza, de 50, foram levados para um hospital da cidade.
De acordo com o delegado Celso Valdir Marchiori, Gê se recusou a depor oficialmente na delegacia, afirmando que permaneceria calado. Os PMs que o detiveram contaram que ele reconheceu fazer parte do PCC e afirmou que estava cumprindo uma ordem da facção. O objetivo do roubo era o arsenal da empresa, composto de escopetas, pistolas e coletes à prova de bala.
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