| Lugar da criança é na escola. A obviedade da afirmação não encontra eco em muitos segmentos da sociedade. Meninos e meninas são presença constante em semáforos, calçadas, rodoviárias, estacionamentos. Perambulam pelas ruas, oferecem serviços, vendem balinhas, pedem esmolas. Há também os que trabalham. Em flagrante desrespeito à Constituição, menores de 16 anos cumprem expediente de adultos. São babás, jardineiros, empacotadores, flanelinhas, loneiros, empregados domésticos, todos obrigados a abandonar os livros para se sustentar ou ajudar no sustento da família. |
terça-feira, 19 de maio de 2009
Ao (des)governo não interessa investir em escolas e sim nas 'bolsas-miseria' para segurar os eleitores
Infância roubada
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