Papa causa mal-estar entre os israelenses
O papa Bento XVI parece fadado a desagradar aos israelenses, mesmo que claramente esteja se esforçando para demonstrar vontade de chegar a um bom convívio.
Depois de defender a existência de um Estado palestino para a solução dos conflitos no Oriente Médio, entrou em rota de colisão com o governo de direita de Binyamin Netanyahu, que resiste a fazer concessões aos palestinos.
Outro ponto de discórdia foi seu pronunciamento no Memorial do Holocausto, em Jerusalém, considerado “frio” pelo povo israelense.
O presidente da Knesset (parlamento de Israel), disse que Bento XVI parecia um “historiador”, um “observador distante” do sofrimento infligido pelos nazistas aos judeus na Segunda Guerra Mundial, e cobrou desculpas do papa - como alemão e como cristão - pelo genocídio.
O Jerusalem Post traz hoje a resposta do Vaticano, para quem o papa não tem como “mencionar todos os fatos históricos toda vez que falar sobre o assunto”.
É certo que Bento XVI sairá de Israel como chegou: sob desconfiança.
[comentário: o estado judeu insiste em que todos devem pensar sob a ótica judaica. Se o estado judeu foi imposto ao território palestino nada mais justo que o POVO PALESTINO possua seu território livre e soberano.
Quanto a critica feita a Sua Santidade, Papa BENTO XVI, de que pareceu ‘frio’ e ‘distante’, ao que consta Bento XVI não participou sequer da 2ª guerra mundial.
Quanto a pedir desculpas o parágrafo anterior explica porque a pretensão hebraica não tem fundamento.]

0 comentários:
Postar um comentário