terça-feira, 19 de maio de 2009
Segurança Pública
Revista Time relembra três anos dos ataques de maio em São Paulo
A revista americana Time traz uma reportagem em seu site sobre a onda de terror que acometeu São Paulo em maio de 2006, tanto nos dois dias de ataques do PCC quanto nos seis seguintes, em que se registrou uma violenta reação policial.
A publicação lembra que 33 oficiais foram mortos durante os atentados, mas que mais de 400 civis perderam a vida na contraofensiva da polícia.
Segundo a revista, entidades de direitos humanos e famílias dos civis mortos seguem lutando para esclarecer as circunstâncias das mortes, pois há vários indícios de execução em muitos casos.
Eles não descartam recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos para pressionar as autoridades brasileiras a dar mais informações sobre o que ocorreu de fato naqueles oito dias sangrentos.
Infelizmente, é uma luta que tende ao fracasso…
[comentário: curioso é que o PCC desfechou um 'ataque experimental', em perfeita sintonia com os planos operacionais do Foro de São Paulo, para testar a capacidade de reação das forças policiais do estado de São Paulo - ataque em que até 'bombeiros' foram mortos (mesmo em favelas os 'bombeiros' costumam ser respeitados) - e as famosas 'entidades de direitos humanos' agora querem pressionar as autoridades policiais que reagiram de forma enérgica e pronta.
Pela ótica de tais entidades policial é para morrer sem esboçar nenhuma reação.]
A revista americana Time traz uma reportagem em seu site sobre a onda de terror que acometeu São Paulo em maio de 2006, tanto nos dois dias de ataques do PCC quanto nos seis seguintes, em que se registrou uma violenta reação policial.
A publicação lembra que 33 oficiais foram mortos durante os atentados, mas que mais de 400 civis perderam a vida na contraofensiva da polícia.
Segundo a revista, entidades de direitos humanos e famílias dos civis mortos seguem lutando para esclarecer as circunstâncias das mortes, pois há vários indícios de execução em muitos casos.
Eles não descartam recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos para pressionar as autoridades brasileiras a dar mais informações sobre o que ocorreu de fato naqueles oito dias sangrentos.
Infelizmente, é uma luta que tende ao fracasso…
[comentário: curioso é que o PCC desfechou um 'ataque experimental', em perfeita sintonia com os planos operacionais do Foro de São Paulo, para testar a capacidade de reação das forças policiais do estado de São Paulo - ataque em que até 'bombeiros' foram mortos (mesmo em favelas os 'bombeiros' costumam ser respeitados) - e as famosas 'entidades de direitos humanos' agora querem pressionar as autoridades policiais que reagiram de forma enérgica e pronta.
Pela ótica de tais entidades policial é para morrer sem esboçar nenhuma reação.]
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