sábado, 27 de junho de 2009
A cada dia o Senado Federal se mostra mais sujo
[Destaco que os objetivos da UNR e que tem este Blog como canal oficial continuam os destacados no inicio da primeira página.
Infelizmente, o (des)governo Lula está conseguindo numa manobra extremamente astuta (em parte facilitada pela voracidade da maior parte dos senadores em confundir o público com o privado, tendo a frente Dom Sarney, que apesar de mais de meio século de vida pública, ainda não conseguiu SABER
- sempre o famoso NÃO SABIA do Lula... aliás foi o Lula quem ensinou o Sarney a dizer que não sabia ou foi o Sarney que ensinou ao Lula ?
- diferenciar o PÚBLICO do PRIVADO) - que é a de queimar o Poder Legislativo
{o Senado Federal apesar dos inúmeros absurdos lá cometidos, tem bloqueado muitas falcatruas do (des)governo Lula, sendo aquela Casa que acabou com a CPMF, está mantendo o tiranete ChaveS longe do MERCOSUL)
queimar o SENADO FEDERAL, jogar o POVO contra aquela Casa - o único percalço no plano do senhor Lula {leia-se Foro de São Paulo} é que o Sarney também está sendo queimado e isso pode levar os planos da NOMENKLATURA lulista/petista/esquerdista a SIFU.
Portanto, infelizmente, colaborar no processo de destronar o Sarney e seu clã - embora não sejam comunistas - se tornou importante, já que eles saindo de cena a trupe petista será golpeada.
O nevolvimento de Lula com Sarney é tamanho que a 'desgraça' do Sarney pingará no "Nosso guia".]
Agaciel Maia mantinha sala secreta no Senado
Ex-diretor do Senado Agaciel Maia tinha um gabinete extra, pouco conhecido dos senadores e funcionários da Casa, com frigobar e isolamento acústico.
SENADO
A sala secreta de Agaciel
No pavimento inferior ao gabinete do ex-diretor-geral da Casa foi montado um escritório particular, com frigobar e isolamento acústico
Nepotismo, atos secretos, seguidores sempre fiéis… Nada pode simbolizar mais o império construído por Agaciel Maia no Senado do que a sala reservada que ele mantinha anexada a seu antigo gabinete. Um “petit comité”, como era descrito nos corredores da Casa, equipado com sofá, mesa de reunião, aparelhos de som e imagem, isolamento acústico e frigobar. Hoje, com o servidor destronado e alvo de investigações internas, resta daquela estrutura apenas a escada de acesso.
Ocupado por Agaciel durante 14 anos, o gabinete do diretor-geral funciona no 3º andar do Anexo I. Numa antessala, foi construída a tal escada. Em espiral, ela leva apenas ao pavimento inferior, onde Agaciel montou o espaço reservado.
Detalhe: o acesso era feito exclusivamente pelo piso superior. “Depois da posse (fevereiro) como primeiro-secretário, ouvi dizer que havia um ‘bunker’ na Diretoria-Geral, mas só encontrei a escada”, afirmou o senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
O Correio visitou o local na manhã de ontem. A exemplo de Heráclito, encontrou apenas a escada. No 2º andar, ela foi isolada por divisórias, restando um cubículo sem qualquer função. Do outro lado da parede de madeira, passou a funcionar o gabinete de João Claudino (PTB-PI), segundo-secretário. “Desconhecia. Qual será a próxima?”, disse o líder tucano Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Não se sabe quantas pessoas no Senado tiverem acesso ao “puxadinho” de Agaciel. A polícia legislativa, que realiza varreduras regulares em gabinetes, salas e corredores do Senado atrás de escutas telefônicas e ambientais, foi autorizada a entrar pelo menos uma vez no ambiente reservado. A existência desse local ajudou a apimentar os cochichos de corredor que tinham o ex-diretor-geral como protagonista.
Inchaço
Com a chancela da Mesa Diretora, composta por senadores escolhidos de dois em dois anos, Agaciel fez inchar a estrutura administrativa do Senado na última década. Criou uma pilha de cargos comissionados, sempre bem remunerados e entregues a alguns de seus aliados. Ofereceu também muitas facilidades aos parlamentares, principalmente os mais novatos. Foi afastado da Diretoria-Geral após a revelação, pela Folha de S. Paulo, de que ocultara propriedade de mansão no Lago Sul.
Agaciel negou que mantinha uma sala secreta anexa a seu gabinete. “Como é?”, reagiu, para logo depois responder: “Sempre existiu, mas era uma sala de projeção, onde fazíamos reuniões administrativas. Tinha até um projetor instalado no teto para passar slides. Era uma extensão do gabinete da diretoria. Secreto por que? Para quê? Nunca tive sala secreta. Quanto ao frigobar, todas as salas de diretoria têm um. Mas não me lembro de frigobar ali. Pode ser mentira”, comentou. Antes de desligar o telefone, completou: “Querem me transformar num demônio mesmo, que coisa”.
Fonte: Correio Braziliense
Infelizmente, o (des)governo Lula está conseguindo numa manobra extremamente astuta (em parte facilitada pela voracidade da maior parte dos senadores em confundir o público com o privado, tendo a frente Dom Sarney, que apesar de mais de meio século de vida pública, ainda não conseguiu SABER
- sempre o famoso NÃO SABIA do Lula... aliás foi o Lula quem ensinou o Sarney a dizer que não sabia ou foi o Sarney que ensinou ao Lula ?
- diferenciar o PÚBLICO do PRIVADO) - que é a de queimar o Poder Legislativo
{o Senado Federal apesar dos inúmeros absurdos lá cometidos, tem bloqueado muitas falcatruas do (des)governo Lula, sendo aquela Casa que acabou com a CPMF, está mantendo o tiranete ChaveS longe do MERCOSUL)
queimar o SENADO FEDERAL, jogar o POVO contra aquela Casa - o único percalço no plano do senhor Lula {leia-se Foro de São Paulo} é que o Sarney também está sendo queimado e isso pode levar os planos da NOMENKLATURA lulista/petista/esquerdista a SIFU.
Portanto, infelizmente, colaborar no processo de destronar o Sarney e seu clã - embora não sejam comunistas - se tornou importante, já que eles saindo de cena a trupe petista será golpeada.
O nevolvimento de Lula com Sarney é tamanho que a 'desgraça' do Sarney pingará no "Nosso guia".]
Agaciel Maia mantinha sala secreta no Senado
Ex-diretor do Senado Agaciel Maia tinha um gabinete extra, pouco conhecido dos senadores e funcionários da Casa, com frigobar e isolamento acústico.
SENADO
A sala secreta de Agaciel
No pavimento inferior ao gabinete do ex-diretor-geral da Casa foi montado um escritório particular, com frigobar e isolamento acústico
Nepotismo, atos secretos, seguidores sempre fiéis… Nada pode simbolizar mais o império construído por Agaciel Maia no Senado do que a sala reservada que ele mantinha anexada a seu antigo gabinete. Um “petit comité”, como era descrito nos corredores da Casa, equipado com sofá, mesa de reunião, aparelhos de som e imagem, isolamento acústico e frigobar. Hoje, com o servidor destronado e alvo de investigações internas, resta daquela estrutura apenas a escada de acesso.
Ocupado por Agaciel durante 14 anos, o gabinete do diretor-geral funciona no 3º andar do Anexo I. Numa antessala, foi construída a tal escada. Em espiral, ela leva apenas ao pavimento inferior, onde Agaciel montou o espaço reservado.
Detalhe: o acesso era feito exclusivamente pelo piso superior. “Depois da posse (fevereiro) como primeiro-secretário, ouvi dizer que havia um ‘bunker’ na Diretoria-Geral, mas só encontrei a escada”, afirmou o senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
O Correio visitou o local na manhã de ontem. A exemplo de Heráclito, encontrou apenas a escada. No 2º andar, ela foi isolada por divisórias, restando um cubículo sem qualquer função. Do outro lado da parede de madeira, passou a funcionar o gabinete de João Claudino (PTB-PI), segundo-secretário. “Desconhecia. Qual será a próxima?”, disse o líder tucano Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Não se sabe quantas pessoas no Senado tiverem acesso ao “puxadinho” de Agaciel. A polícia legislativa, que realiza varreduras regulares em gabinetes, salas e corredores do Senado atrás de escutas telefônicas e ambientais, foi autorizada a entrar pelo menos uma vez no ambiente reservado. A existência desse local ajudou a apimentar os cochichos de corredor que tinham o ex-diretor-geral como protagonista.
Inchaço
Com a chancela da Mesa Diretora, composta por senadores escolhidos de dois em dois anos, Agaciel fez inchar a estrutura administrativa do Senado na última década. Criou uma pilha de cargos comissionados, sempre bem remunerados e entregues a alguns de seus aliados. Ofereceu também muitas facilidades aos parlamentares, principalmente os mais novatos. Foi afastado da Diretoria-Geral após a revelação, pela Folha de S. Paulo, de que ocultara propriedade de mansão no Lago Sul.
Agaciel negou que mantinha uma sala secreta anexa a seu gabinete. “Como é?”, reagiu, para logo depois responder: “Sempre existiu, mas era uma sala de projeção, onde fazíamos reuniões administrativas. Tinha até um projetor instalado no teto para passar slides. Era uma extensão do gabinete da diretoria. Secreto por que? Para quê? Nunca tive sala secreta. Quanto ao frigobar, todas as salas de diretoria têm um. Mas não me lembro de frigobar ali. Pode ser mentira”, comentou. Antes de desligar o telefone, completou: “Querem me transformar num demônio mesmo, que coisa”.
Fonte: Correio Braziliense
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