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terça-feira, 30 de junho de 2009

Comissão aprova redução de jornada de trabalho

[Em mais uma jogada para enganar otário (categoria que tem entre suas principais características ser da esquerda, eleitor do Lula e militante do PM {aqui cabe uma observação: o militante do PT - Partido dos Talibãs, ou Partido dos Trouxas, ou Partido dos Trabalhadores} aquele que trabalha, tanto no dia a dia como na militância petista.
Faço esta menção porque a cúpula dirigente do PT, a NOMENKLATURA petista, é totalmente avessa ao trabalho - o exemplo mais visivel é do senhor Lula, que há anos não pega no batente e fez do 'envolvimento com sindicato' uma profissão lucrativa) a Comissão Especial que analisa há 14 anos a redução da jornada de trabalho aprovou a redução da dita de 44 para 40 horas semanais e o aumento do adicionar por hora extra de 50% para 75%.]

Comissão aprova 40 horas semanais para trabalhadores
Tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95, dos ex-deputados Inácio Arruda, Paulo Paim e outros, que reduz a carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas e aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%.

A proposta mantém as demais regras contidas na Constituição: jornada diária máxima de oito horas e possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Apresentada em outubro de 1995, a proposta foi admitida um ano depois (96) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Um ano depois (97), foi criada comissão especial para analisar a proposta. Essa comissão não concluiu seu trabalho, e a proposta foi arquivada em 1999, em razão da mudança de legislatura, sendo desarquivada em seguida e arquivada novamente em 2003 e em 2007, pela mesma razão, sendo desarquivada depois.

A atual comissão especial foi criada por ato do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, em 8 de dezembro.
Fonte: Portal da Cãmara dos Deputados

[pessoal não tenho nada contra que o trabalhador ganhe mais, trabalhe menos - este é o páis ideal e que um dia o Brasil se tornará - e tenho a convicção de que o primiero passo para chegar a tal destino é se livrar das esquerdas.
Mas, também tenho dois neurônios e eles me permitem deduzir que reduzindo jornada de trabalho, aumentando a hora extra, necessariamente, o custo da atividade empresarial vai aumentar e custos elevados levam, infalivelmente, a redução da mão de obra, com demissões.
Na melhor das hipóteses as empresas vão se virar com a mão de obra disponível, não realizando novas contratações - na ponta do lápis é mais prático administrar hora extra, mesmo com adicional de 75%, do que realizar novas contratações, já que a necessidade de hora extra flutua em proporção direta com a produção, já a disponibilidade de novas vagas não pode ser ajustada ao volume de produção - ou melhor, pode, mas com um custo bem maior.;
A União Nacional Republicana tem um compromisso com a verdade e prefere manifestar uma opinião verdadeira, sincera de que a redução da carga horária e o aumento do adicional de horas extra NÃO vai gerar novos empregos, VAI SIM aumentar custos do que ficar no oba-oba de aplaudir a redução e depois silenciar diante dos resultados negativos.
Tem mais: a aprovação por essa comissão especial NÃO SIGNIFICA NADA, a máteria terá que ir a plenário, ser votada duas vezes em datas diferentes e em cada votação obter no mínimo 308 votos.
Se vencer esta maratona, então vai para o Senado Federal, nova comissão especial e se repete todo o ritual.
Por isso, é que ao inicio do POST o Blog da UNR fez questão de deixar claro que só otário acredita que a aprovação de hoje resulte em algo concreto para o trabalhador.
Demagogia e enganar o POVO não está entre os objetivos da UNR.]

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