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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Crueldade que repugna e clama pela pena de morte


Crime Bárbaro

MP diz que menina achada em caçamba foi morta em ritual de magia negra em Minas Gerais

A menina Dyeniffer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, foi morta num ritual de magia negra feito para beneficiar o marido de Efigênia Guimarães Pena Balbinos,[ Efigênia, essa assassina fria e cruel é irmã da juiza do Trabalho, a Dra. Tania Mara Guimarães Pena. Temos que ficar alertas para que o jogo de influências não favoreça a assassina.] vizinha da família da vítima, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, o sogro de Efigênia, Luismar Balbino, e a cunhada dela, Ariana Vera Medeiros Silva, também participaram do crime. Os três foram denunciados na terça-feira por homicídio doloso triplamente qualificado, formação de quadrilha, ocultação de cadáver e sequestro de incapaz, já que um bebê de seis meses, sobrinho da vítima também foi usado no ritual.

- Eles golpearam a criança no pescoço e usaram o sangue dela para banhar o bebê. O objetivo, segundo os acusados, era transferir os males do marido de Efigênia, que está preso, para o bebê - contou o promotor Sylvio Fausto de Oliveira Neto, responsável pelo caso.

Segundo o promotor, para finalizar o ritual, os acusados esquartejaram a vítima e abandonaram as partes do corpo em pontos diferentes da cidade.

- O bebê foi poupado exatamente porque deveria carregar os males do suposto beneficiário, o marido de Efigênia. Ele foi abandonado em outro ponto da cidade, já limpo e com a cabeça completamente raspada - contou o promotor.

A polícia chegou aos acusados porque câmeras de vigilância gravaram o momento em que Efigênia descartou partes do corpo de Dyeniffer em uma caçamba na rodoviária de Uberlândia. Outras partes foram deixadas em um aterro. Segundo o Ministério Público, o filho de Efigênia, de 15 anos, e outras pessoas ainda não identificadas também participaram do crime.

- O menino foi encaminhado para a Vara da Infância e Juventude. Como era amigo de Dyeniffer, foi ele quem ajudou a atrair a vítima. Mas os acusados se recusam a informar a identidade dos outros envolvidos - diz o promotor, que pediu a pena máxima, de 30 anos, para os três.

Caso não haja recursos da defesa, o Ministério Público estima que o julgamento dos três, por júri popular, deve ocorrer até o final deste ano. A arma do crime não foi encontrada, e o promotor aguarda um laudo pericial que deve confirmar que a vítima foi morta na casa de Efigênia.

Dyeniffer (grafia correta do nome da vítima, que inicialmente foi identificada como Jeniffer) e o sobrinho dela, de seis meses, desapareceram da porta de casa em Uberlândia no dia 2 de maio. O bebê foi encontrado no dia seguinte. Na madrugada do dia 6, Efigênia foi presa.

- Apesar da prisão e da denúncia, as investigações ainda estão em andamento para definir como exatamente a menina foi morta e quem são os demais envolvidos - afirma o promotor Sylvio Fausto Oliveira Neto.

O advogado de Efigênia preferiu não se manifestar por não ter conhecimento do teor da denúncia. O advogado de Luismar Balbino disse que só vai falar sobre o assunto depois que o juiz receber a denúncia. O advogado da Ariana Medeiros Silva não foi encontrado para falar sobre o assunto. O filho de 15 anos de Efigênia está desde a sexta-feira em um abrigo para menores. Ele não foi denunciado. O envolvimento dele no crime será acompanhado pela Vara da Infância e Juventude.

[comentário: qual o sentido de realizar prisão, julgamento para assassinos tão repugnantes? Um caso dessa natureza, com tamanha crueldade contra inocentes EXIGE que a execução dos autores ocorra antes da prisão e de forma mais cruel. O resto é perda de tempo e mostra a falta de vergonha dos legisladores brasileiros, já que tais aberrações mesmo sendo condenadas à pena máxima, corre o risco de com menos de dez anos já estarem em liberdade e cometendo novos crimes para ‘limpar’ o deles.]

1 comentários:

Anônimo disse...

A irmã desta assassina cruel, Efigênia, é juiza do Trabalho, a Dra. Tania Mara Guimarães Pena.Será que ela não ensinou à irmã quais as consequencias de quem comete um crime tão cruel?