quinta-feira, 4 de junho de 2009
Destroços recolhidos não são do Airbus
Segundo fontes da FAB destroços recolhidos hoje não são do Airbus da Air France
O brigadeiro Ramon Cardoso, diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica, afirmou nesta quinta-feira (4) que o pallet (espécie de porta-bagagem) içado no início da tarde pela Marinha no oceano Atlântico não pertence ao Airbus da Air France, desaparecido no último domingo (31) com 228 pessoas a bordo. Segundo ele, o objeto é feito de madeira, material que o avião não continha.
"Não havia pallets de madeira neste voo. Não fazia parte da aeronave", afirmou, referindo-se à peça de 1,20 metros quadrados por 15 cm de altura, utilizada para acomodação de cargas em aviões, recolhida do mar.
Ainda conforme o brigadeiro, "nenhum material do avião foi recolhido". "O que nós vimos foram materiais pertencentes a uma aeronave, que foram deixados, por causa da prioridade de buscas de corpos. Mas, até o momento, nenhum pedaço da aeronave foi recuperado", completou.
O brigadeiro afirmou ainda que o óleo encontrado hoje também não era do avião. "O óleo que encontramos hoje não é de avião, é de navio. Era óleo, não querosene", disse em entrevista a jornalistas. "Vamos fazer análise em qualquer objeto que encontrarmos, mas traremos para Recife apenas o que pode ajudar nas investigações", afirmou.
O brigadeiro informou, no entanto, que outra mancha com as característica de querosene de avião foi localizada, e na quantidade que, provavelmente, corresponderia ao do Airbus.
Sobre a possibilidade de encontrar sobreviventes ou corpos, o brigadeiro disse que "a cada minuto diminui a possibilidade de encontrar corpos".
"Os navios prosseguem com as buscas durante a noite. O navio está sempre navegando e se por acaso alguém identificar algo no mar, ele pode avisar e será recolhido", disse o comandante do 3º Distrito Naval, almirante Edison Lawrence Mariath Dantas.
A Aeronáutica também divulgou as novas imagens de objetos avistados no mar, como boias e manchas de óleo. De acordo com o centro de comunicação, as missões de buscas completaram hoje o rastreamente de 185.349 quilômetros quadrados.
Fonte: UOL OnLine - Agência Brasil
O brigadeiro Ramon Cardoso, diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica, afirmou nesta quinta-feira (4) que o pallet (espécie de porta-bagagem) içado no início da tarde pela Marinha no oceano Atlântico não pertence ao Airbus da Air France, desaparecido no último domingo (31) com 228 pessoas a bordo. Segundo ele, o objeto é feito de madeira, material que o avião não continha.
"Não havia pallets de madeira neste voo. Não fazia parte da aeronave", afirmou, referindo-se à peça de 1,20 metros quadrados por 15 cm de altura, utilizada para acomodação de cargas em aviões, recolhida do mar.
Ainda conforme o brigadeiro, "nenhum material do avião foi recolhido". "O que nós vimos foram materiais pertencentes a uma aeronave, que foram deixados, por causa da prioridade de buscas de corpos. Mas, até o momento, nenhum pedaço da aeronave foi recuperado", completou.
O brigadeiro afirmou ainda que o óleo encontrado hoje também não era do avião. "O óleo que encontramos hoje não é de avião, é de navio. Era óleo, não querosene", disse em entrevista a jornalistas. "Vamos fazer análise em qualquer objeto que encontrarmos, mas traremos para Recife apenas o que pode ajudar nas investigações", afirmou.
O brigadeiro informou, no entanto, que outra mancha com as característica de querosene de avião foi localizada, e na quantidade que, provavelmente, corresponderia ao do Airbus.
Sobre a possibilidade de encontrar sobreviventes ou corpos, o brigadeiro disse que "a cada minuto diminui a possibilidade de encontrar corpos".
"Os navios prosseguem com as buscas durante a noite. O navio está sempre navegando e se por acaso alguém identificar algo no mar, ele pode avisar e será recolhido", disse o comandante do 3º Distrito Naval, almirante Edison Lawrence Mariath Dantas.
A Aeronáutica também divulgou as novas imagens de objetos avistados no mar, como boias e manchas de óleo. De acordo com o centro de comunicação, as missões de buscas completaram hoje o rastreamente de 185.349 quilômetros quadrados.
Fonte: UOL OnLine - Agência Brasil
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