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sexta-feira, 5 de junho de 2009

FHC ignorado pela mídia faz apologia ao uso da cocaína e maconha

Todos lembramos que quando perdeu a eleição para o senhor Jânio Quadros, FHC fez questão de declarar que já havia consumido maconha.
Talvez diante do fato de que está sem espaço na mídia, o nosso ilustre 'esqueçam o que escrevi' , e já conhecer o produto esteja levando FHC a defender a descriminalização do uso da maconha e cocaína - liberar geral.
Falta para dar mais visibilidade a sua posição pró maconheiros e voltar á mídia, seja conveniente que FHC se una ao ministro do senhor Lula, o Carlos Minc, que participou da 'marcha da maconha', recentemente realizada no Rio e organizem uma outra.
Será mídia na certa.

Drogas: descriminalizar uso de cocaína e maconha, propõe o ex-presidente FHC.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu uma entrevista ao jornal inglês The Guardian.

A entrevista versou sobre o fenômeno representado pelo consumo das drogas elencadas pela ONU como proibidas. FHC propõe seja feito aquilo que ele não quis fazer em dois mandatos presidenciais.

... Convém lembrar, ainda, que FHC pediu ao então presidente da Câmara, Aécio Neves, a aprovação, em regime de urgência, de projeto de lei de drogas que tramitava há anos e ele julgava excelente para o Brasil. Além de criminalizar, o projeto previa, como pena restritiva, a perda de direitos como, por exemplo, exercer o comércio, casar, etc.

... No final de mandato, FHC quis deixar para o seu sucessor um texto que batizou de política antidrogas. E como ficou comprovado, deixou um arremedo de política, ou seja, uma cópia carbonada da militarizada política dos EUA

PANO RÁPIDO. Sem espaço na mídia internacional, FHC, em busca de visibilidade, pegou carona numa iniciativa denominada Comissão sobre Drogas e Democracia. Está ao lado dois ex-presidente (Gaviria-Colômbia e Zedillo-México), que igualmente fracassaram no trato da questão das drogas. Da "turma" de FHC faz parte o escritor Paulo Coelho e do político e escritor Mario Vargas Llosa. O último aposta, na luta pela ribalta. Mais em embates com o presidente venezuelado Chavez, do que nadiscussão sobre o fenômeno das drogas.

Na nova lei sobre drogas sancionada por Lula, continua a criminalização. Lula, como presidente, não teve coragem para vetar a proibição.
Sobre drogas, dá para acreditar em Lula e FHC ?

Wálter Fanganiello Maierovitch

[comentário: a UNR tem como principio básico e irremovível que as drogas devem ser combatidas em todas as frentes, destacando a repressão ao consumo e ao tráfico.
A UNR entende que não havendo o viciado, o maconheiro safado, o drogado, não haverá espaço para o tráfico se desenvolver, crescer e se tornar um poder paralelo.

A opção pela transcrição do artigo acima deve-se a mostrar que a falta de espaço na mídia que o senhor Fernando Henrique está sofrendo o torna mais incoerente e mais decididamente indeciso do que já lhe é inerente.
Vejamos: quando adversário do Jânio Quadros fez apologia ao uso de drogas, quando 'esqueceu' sua condição de formador de opinião e declarou ter consumido maconha.
Quando presidente defendeu a criminalização do uso de drogas, com destaque para punir o consumo - ocasião em que agiu corretamente.
Agora que está sem espaço na mídia volta a defender a liberalização e logo estará ao lado do Minc defendendo maconheiros, viciados e drogados.

O autor do artigo diz que na lei antidrogas do Lula foi mantida a driminalização.
Rídiculo.
O maconheiro que for flagrado com maconha, desde que não seja um caminhão, será considerado 'consumidor' e liberado. Isso é criminalizar?
Encerro expondo a opinião da UNR de que o maconheiro deve ser punido de forma rigorosa e assim inibirá o tráfico. Aliás, a proposta punitiva do FHC quando presidente - acima destacada em negrito/itálico vermelho - era excelente].

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