sexta-feira, 26 de junho de 2009
Finalmente, o inevitável
[Segundo registra POST do Blog Alerta Total, do Jorge Serrão, existe um dossiê bomba que se divulgado livrará o Senado Federal da presença desagradável e prejudicial do Dom Sarney]
Aliados abafam dossiê bomba que pode ser a gota d´água para forçar Sarney a deixar presidência ou o Senado
Por Jorge Serrão
Senadores da oposição não sabem até quando conseguirão abafar, nos bastidores do Senado, o teor de um dossiê politicamente comprometedor para o presidente José Sarney. Por isso, ontem à tarde, o senador franciscano Pedro Simon (PMDB-RS) ocupou a tribuna para pedir o afastamento do imortal da presidência antes que "sua situação fique totalmente insustentável". Simon retransmitiu apenas um recado.
Independentemente do que for divulgado ou abafado, o PSOL promete entrar, na semana que vem, com uma representação no Conselho de Ética contra José Sarney. A representação do PSOL obrigaria Sarney a se afastar do cargo. Em 2008, o Senado aprovou projeto de resolução que dá poderes ao relator do processo a propor o afastamento temporário do investigado. O objeto da ação contra Sarney é a utilização de atos secretos para nomeações e reajustes salariais - tudo sem conhecimento público.
O movimento do PSOL pode causar mais estragos na base governista. O partido também irá representar contra Renan Calheiros (PMDB-AL) e Garibaldi Alves (PMDB-RN), ambos ex-presidentes recentes da instituição. Na gestão dos três foram registrados os tais “atos
secretos”. O objetivo é forçar uma condenação para a cassação de mandato dos três – o que é pouco provável. O PSOL recolhe assinaturas de apoio a uma CPI para apurar os fatos. A tal comissão tem poucas chances de rolar.
Hora da limpeza
Simon pregou que Sarney precisa deixar o cargo em nome de sua própria história:
“O presidente Sarney tem que se afastar da presidência. Ele deve se afastar desse processo para o bem dele, da família dele, da sua história e do Senado. Isso não significa uma autoculpa. Pelo contrário, representa um ato de grandeza. É melhor deixar a presidência antes que sua situação fique totalmente insustentável”.
Simon criticou declaração de Sarney, que reclamou, no início da semana, não ter sido eleito para limpar as lixeiras do Senado:
“O Sarney é responsável pelo lixo, sim. Nós todos somos responsáveis. É bom, gostoso, necessário, importante (falar de política), mas vamos ver também o lixo”.
Aliados abafam dossiê bomba que pode ser a gota d´água para forçar Sarney a deixar presidência ou o Senado
Por Jorge Serrão
Senadores da oposição não sabem até quando conseguirão abafar, nos bastidores do Senado, o teor de um dossiê politicamente comprometedor para o presidente José Sarney. Por isso, ontem à tarde, o senador franciscano Pedro Simon (PMDB-RS) ocupou a tribuna para pedir o afastamento do imortal da presidência antes que "sua situação fique totalmente insustentável". Simon retransmitiu apenas um recado.
Independentemente do que for divulgado ou abafado, o PSOL promete entrar, na semana que vem, com uma representação no Conselho de Ética contra José Sarney. A representação do PSOL obrigaria Sarney a se afastar do cargo. Em 2008, o Senado aprovou projeto de resolução que dá poderes ao relator do processo a propor o afastamento temporário do investigado. O objeto da ação contra Sarney é a utilização de atos secretos para nomeações e reajustes salariais - tudo sem conhecimento público.
O movimento do PSOL pode causar mais estragos na base governista. O partido também irá representar contra Renan Calheiros (PMDB-AL) e Garibaldi Alves (PMDB-RN), ambos ex-presidentes recentes da instituição. Na gestão dos três foram registrados os tais “atos
secretos”. O objetivo é forçar uma condenação para a cassação de mandato dos três – o que é pouco provável. O PSOL recolhe assinaturas de apoio a uma CPI para apurar os fatos. A tal comissão tem poucas chances de rolar.
Hora da limpeza
Simon pregou que Sarney precisa deixar o cargo em nome de sua própria história:
“O presidente Sarney tem que se afastar da presidência. Ele deve se afastar desse processo para o bem dele, da família dele, da sua história e do Senado. Isso não significa uma autoculpa. Pelo contrário, representa um ato de grandeza. É melhor deixar a presidência antes que sua situação fique totalmente insustentável”.
Simon criticou declaração de Sarney, que reclamou, no início da semana, não ter sido eleito para limpar as lixeiras do Senado:
“O Sarney é responsável pelo lixo, sim. Nós todos somos responsáveis. É bom, gostoso, necessário, importante (falar de política), mas vamos ver também o lixo”.
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