[comentário: causa espanto, revolta e nojo, o quanto essa corja de parlamentares, especialmente os deputados - o Senado Federal, apesar dos Sarney que o infestam, ainda adota posições em prol do Brasil. Já a Cãmara parece uma extensão do Foro de São Paulo.l TUDO, CONTRA O BRASIL é o lema dos deputados federais - existem exceções, mas em número mínimo.Mais um GOLPE é desfechado contra a SOBERANIA NACIONAL e os comandantes das FF AA, alvo principal do GOLPE, silenciam, se omitem.
O Serviço Militar Inicial deveria permanecer OBRIGATÓRIO, ser estendido a ambos os sexos (para não haver dúvidas, ambos os sexos abrange: HOMENS e MULHERES) - por favor deixem o terceiro sexo de fora, não permitam a presença de seus integrantes das FF AA - aumentado o EV e também o tempo de duração.
Mas os deputados, que contam com o aval do Lula, querem extinguir.
FORÇAS ARMADAS. ATÉ QUANDO VÃO SE CURVAR AOS QUE QUEREM A EXTINÇÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO, da MARINHA de GUERRA e das FAB?]
CCJ da Câmara aprova PEC que torna facultativo o serviço militar
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quarta-feira (17/6) a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC 162/07), que acaba com a obrigatoriedade da prestação de serviço militar, tornando facultativa a prestação do serviço, como ocorre com as mulheres. A proposta foi aprovada depois de muita discussão, entre os defensores e os que são contrários à obrigatoriedade. A PEC estabelece que o serviço militar será facultativo para homens e mulheres entre 17 e 45 anos.
A proposta de emenda é de autoria do deputado Silvinho Peccioli (DEM-SP) e foi relatada na CCJ pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB). Efraim disse ser inconstitucional manter o serviço militar obrigatório somente para os homens, uma vez que a Constituição prevê a não discriminação por sexo.
Um dos integrantes da CCJ e opositor a aprovação da PEC, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) afirmou que uma de suas preocupações é com a soberania nacional, que estaria em perigo com o serviço militar facultativo. Ele argumentou que há riscos de amanhã ninguém querer servir às Forças Armadas.
A PEC terá, ainda, que ser apreciada por uma comissão especial de mérito antes de ser levada à votação no plenário da Câmara em dois turnos de votação. Se aprovada será encaminhada à analise do Senado Federal.
Fonte: Agência Brasil
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