segunda-feira, 8 de junho de 2009
Ministro Minc se explica na Câmara sobre apoio a maconheiros
Minc dará explicações na Câmara sobre sua participação na Marcha da Maconha
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ouve o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, nesta terça-feira (9/6). Os parlamentares vão discutir a participação de Minc na Marcha da Maconha no Rio de Janeiro no mês passado. A manifestação defende a legalização da maconha no Brasil.
O deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), que propôs o debate, quer esclarecer se a participação do ministro no evento configura apologia ao crime, prática tipificada no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). "O ministro, ao pregar a liberalização da maconha, dando entrevistas a diversos órgãos de comunicação em massa, acaba por fazer propaganda genérica que induz a utilização de drogas, configurando apologia ao crime", disse.
Laerte Bessa explica que a intenção não é proibir a liberdade de expressão. "No entanto, permitir a um Ministro de Estado induzir e instigar crime contra a saúde pública como forma de liberdade de expressão significa decretar a anarquia no País. Se for permitida apologia à descriminalização do uso da maconha, deve-se permitir também a apologia ao homicídio, ao racismo, à corrupção, pois tudo se resumiria, ao final, em livre manifestação do pensamento", compara.
[comentário: não é em nome da 'liberdade de expressão' que eu, ou qualquer cidadão, posso sair xingando as pessoas e quando questionado alegar liberdade de expressão.
O ministro Minc cometeu crime e se o (des)governo a que ele serve fosse sério ele já teria sido demitido.
Também não entendo porque o Ministério Público ainda não adotou as providências para punir o criminoso Carlos Minc.]
Minc diz que pensa o mesmo que FHC e oito ministros sobre a maconha
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse nesta segunda-feira que vai atender à convocação da Comissão de Segurança Pública da Câmara para explicar, amanhã, sua participação na "marcha da maconha", realizada no início de maio no Rio de Janeiro. Ao sinalizar ser favorável à descriminalização da maconha para o uso pessoal no país, Minc defendeu mudanças na legislação brasileira para que não haja punições aos usuários.
"Eu irei com alegria e satisfação [à Câmara] esclarecer a minha posição sobre esse problema, que aliás é muito parecida com a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com a posição do governador Sérgio Cabral [Rio de Janeiro] e de oito ministros de Estado que acham que a questão de droga deve ser tratada com uma questão de informação, prevenção e saúde pública. E não achar que o consumidor, o usuário, é um criminoso", afirmou.
Em seminário no início deste ano, FHC disse que descriminalizar não significa "tolerância" ao consumo da droga no país, uma vez que é necessário "quebrar o tabu que bloqueia o debate". Cabral, por sua vez, também defendeu uma ampla discussão sobre a legalização do consumo da maconha por considerar o aumento da violência consequência do tráfico da droga.
Minc disse que, ao participar da "marcha da maconha", não feriu a legislação porque apenas propôs o debate sobre o tema. "O que eu quero é discutir a eficácia das leis. Eu pergunto: alguém em sã consciência acha que as atuais leis são eficazes, que as pessoas consomem menos, que os traficantes são mais fracos, que eles corrompem menos agentes públicos? Não", disse.
O ministro afirmou que seria uma "truculência" proibi-lo de discutir a descriminalização da maconha uma vez que tem autoridade para expressar a sua posição sobre o assunto.
"Enquanto puder, vou continuar discutindo. Eu queria agradecer os deputados que me convidaram porque é mais uma oportunidade do país debater em profundidade, não com dogma, não com preconceito, não tentando intimidar, até porque as pessoas já se deram conta que eu não sou pessoa que se intimida com esse tipo de coisa."
[comentário: ministro Minc se as leis brasileiras fossem eficientes, especialmente as que combatem os terroristas e os que traem a Pátrica, seu caso, com certeza o senhor não seria ministro nem estaria defendendo maconheiro e sim estaria puxando uma merecida prisão perpétua em algum calabouço adequado aos que tiveram seu comportamente.
Quanto a invocar FHC, o governador do Rio e outros ministros que também apoiam maconheiros, lembro que a corrupção é imensa exatamente por ter muitos políticos na condição de adeptos/praticantes.]
*Convocação* Minc foi convocado a se explicar sobre a sua participação na "marcha da maconha" a pedido do deputado Laerte Bessa (PMDB-DF).
O parlamentar considera que o ministro fez apologia à droga ao pregar a liberalização da maconha durante a marcha. No início de maio, cerca de mil pessoas participaram da marcha da maconha no Rio para defender a legalização do uso da erva no país. Minc acompanhou a marcha ao lado dos manifestantes, a maioria jovens, realizada na praia de Ipanema.
Minc pode até não fumar um baseado, mas ele tem todos os sintomas
Os efeitos do THC, princípio ativo da maconha, no cérebro, são conhecidos:
euforia repentina, seguida de falhas nas funções cognitivas, como desorientação espacial e lapsos na memória.
No caso do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, não se pode afirmar com certeza que ele seja um adepto da chamada "erva venenosa". Pode-se dizer apenas que é simpatizante da causa, por ter participado, já como ministro, de uma marcha pela descriminalização da maconha em Ipanema, no Rio de Janeiro.
Mas a dúvida não impede que sua passagem pelo Ministério do Meio Ambiente seja comparada à queima de um longo baseado.
Minc desembarcou em Brasília há pouco mais de um ano, trazendo um quê de euforia ao Planalto Central. Com seus coletes coloridos, típicos de um personagem pós-hippie, ele prometeu realizar ações midiáticas e espetaculares contra os desmatadores. espetaculares contra os desmatadores.
Na primeira, levou a polícia e várias equipes de tevê para a fazenda do produtor Haroldo Uemura, na Bahia. De dedo em riste, deu um pito no agricultor diante das câmeras e rotulou como "soja pirata" a sua produção. Em seguida, soube se que Minc havia errado de endereço - teria sido a desorientação espacial causada pelo THC?
Depois disso, o ministro decidiu atacar os "bois piratas" da Amazônia. Confiscou milhares de cabeças de gado e, em seguida, tentou leiloá-los. Não apareceram compradores, até que o Bertin decidiu adquirir um lote. Coincidência ou não, o Ibama, subordinado a Minc, "esqueceu" de cobrar uma multa de R$ 3 milhões do frigorífico - falha de memória por excesso de THC?
É também sabido que a maconha é capaz de "abobalhar" seus usuários. Na semana passada, vítima ou não da substância, Minc negou a licença ambiental para uma importante estrada e acusou o colega dos Transportes, Alfredo Nascimento, de manter relações com empreiteiras.
Definiu ainda os produtores rurais como "vigaristas" e insinuou que a principal líder do setor, a senadora Kátia Abreu, teria um plano para distribuir "bolsas-latifúndio" pelo País. Mais uma grande injustiça com os produtores de alimentos, pois o THC, além de atingir o cérebro, também produz efeitos devastadores sobre o estômago. O principal deles é a chamada "larica", uma fome descomunal que assalta o corpo assim que o efeito do baseado se esvai. Assistindo a tudo de longe, o presidente Lula classificou a fumaça causada por Minc como uma " algazarra" de meninos, mas agiria melhor se mandasse seu ministro do Meio Ambiente para bem longe.
De preferência, para uma rehab - uma clínica de reabilitação, se não da maconha, ao menos do bom senso.
[comentário: ou melhor, pergunta: alguém que faz tantas coisas absurdas como o ministro Minc é normal?
sua anormalidade é endócrina ou exógena?]
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ouve o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, nesta terça-feira (9/6). Os parlamentares vão discutir a participação de Minc na Marcha da Maconha no Rio de Janeiro no mês passado. A manifestação defende a legalização da maconha no Brasil.
O deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), que propôs o debate, quer esclarecer se a participação do ministro no evento configura apologia ao crime, prática tipificada no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). "O ministro, ao pregar a liberalização da maconha, dando entrevistas a diversos órgãos de comunicação em massa, acaba por fazer propaganda genérica que induz a utilização de drogas, configurando apologia ao crime", disse.
Laerte Bessa explica que a intenção não é proibir a liberdade de expressão. "No entanto, permitir a um Ministro de Estado induzir e instigar crime contra a saúde pública como forma de liberdade de expressão significa decretar a anarquia no País. Se for permitida apologia à descriminalização do uso da maconha, deve-se permitir também a apologia ao homicídio, ao racismo, à corrupção, pois tudo se resumiria, ao final, em livre manifestação do pensamento", compara.
[comentário: não é em nome da 'liberdade de expressão' que eu, ou qualquer cidadão, posso sair xingando as pessoas e quando questionado alegar liberdade de expressão.
O ministro Minc cometeu crime e se o (des)governo a que ele serve fosse sério ele já teria sido demitido.
Também não entendo porque o Ministério Público ainda não adotou as providências para punir o criminoso Carlos Minc.]
Minc diz que pensa o mesmo que FHC e oito ministros sobre a maconha
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse nesta segunda-feira que vai atender à convocação da Comissão de Segurança Pública da Câmara para explicar, amanhã, sua participação na "marcha da maconha", realizada no início de maio no Rio de Janeiro. Ao sinalizar ser favorável à descriminalização da maconha para o uso pessoal no país, Minc defendeu mudanças na legislação brasileira para que não haja punições aos usuários.
"Eu irei com alegria e satisfação [à Câmara] esclarecer a minha posição sobre esse problema, que aliás é muito parecida com a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com a posição do governador Sérgio Cabral [Rio de Janeiro] e de oito ministros de Estado que acham que a questão de droga deve ser tratada com uma questão de informação, prevenção e saúde pública. E não achar que o consumidor, o usuário, é um criminoso", afirmou.
Em seminário no início deste ano, FHC disse que descriminalizar não significa "tolerância" ao consumo da droga no país, uma vez que é necessário "quebrar o tabu que bloqueia o debate". Cabral, por sua vez, também defendeu uma ampla discussão sobre a legalização do consumo da maconha por considerar o aumento da violência consequência do tráfico da droga.
Minc disse que, ao participar da "marcha da maconha", não feriu a legislação porque apenas propôs o debate sobre o tema. "O que eu quero é discutir a eficácia das leis. Eu pergunto: alguém em sã consciência acha que as atuais leis são eficazes, que as pessoas consomem menos, que os traficantes são mais fracos, que eles corrompem menos agentes públicos? Não", disse.
O ministro afirmou que seria uma "truculência" proibi-lo de discutir a descriminalização da maconha uma vez que tem autoridade para expressar a sua posição sobre o assunto.
"Enquanto puder, vou continuar discutindo. Eu queria agradecer os deputados que me convidaram porque é mais uma oportunidade do país debater em profundidade, não com dogma, não com preconceito, não tentando intimidar, até porque as pessoas já se deram conta que eu não sou pessoa que se intimida com esse tipo de coisa."
[comentário: ministro Minc se as leis brasileiras fossem eficientes, especialmente as que combatem os terroristas e os que traem a Pátrica, seu caso, com certeza o senhor não seria ministro nem estaria defendendo maconheiro e sim estaria puxando uma merecida prisão perpétua em algum calabouço adequado aos que tiveram seu comportamente.
Quanto a invocar FHC, o governador do Rio e outros ministros que também apoiam maconheiros, lembro que a corrupção é imensa exatamente por ter muitos políticos na condição de adeptos/praticantes.]
*Convocação* Minc foi convocado a se explicar sobre a sua participação na "marcha da maconha" a pedido do deputado Laerte Bessa (PMDB-DF).
O parlamentar considera que o ministro fez apologia à droga ao pregar a liberalização da maconha durante a marcha. No início de maio, cerca de mil pessoas participaram da marcha da maconha no Rio para defender a legalização do uso da erva no país. Minc acompanhou a marcha ao lado dos manifestantes, a maioria jovens, realizada na praia de Ipanema.
Minc pode até não fumar um baseado, mas ele tem todos os sintomas
Os efeitos do THC, princípio ativo da maconha, no cérebro, são conhecidos:
euforia repentina, seguida de falhas nas funções cognitivas, como desorientação espacial e lapsos na memória.
No caso do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, não se pode afirmar com certeza que ele seja um adepto da chamada "erva venenosa". Pode-se dizer apenas que é simpatizante da causa, por ter participado, já como ministro, de uma marcha pela descriminalização da maconha em Ipanema, no Rio de Janeiro.
Mas a dúvida não impede que sua passagem pelo Ministério do Meio Ambiente seja comparada à queima de um longo baseado.
Minc desembarcou em Brasília há pouco mais de um ano, trazendo um quê de euforia ao Planalto Central. Com seus coletes coloridos, típicos de um personagem pós-hippie, ele prometeu realizar ações midiáticas e espetaculares contra os desmatadores. espetaculares contra os desmatadores.
Na primeira, levou a polícia e várias equipes de tevê para a fazenda do produtor Haroldo Uemura, na Bahia. De dedo em riste, deu um pito no agricultor diante das câmeras e rotulou como "soja pirata" a sua produção. Em seguida, soube se que Minc havia errado de endereço - teria sido a desorientação espacial causada pelo THC?
Depois disso, o ministro decidiu atacar os "bois piratas" da Amazônia. Confiscou milhares de cabeças de gado e, em seguida, tentou leiloá-los. Não apareceram compradores, até que o Bertin decidiu adquirir um lote. Coincidência ou não, o Ibama, subordinado a Minc, "esqueceu" de cobrar uma multa de R$ 3 milhões do frigorífico - falha de memória por excesso de THC?
É também sabido que a maconha é capaz de "abobalhar" seus usuários. Na semana passada, vítima ou não da substância, Minc negou a licença ambiental para uma importante estrada e acusou o colega dos Transportes, Alfredo Nascimento, de manter relações com empreiteiras.
Definiu ainda os produtores rurais como "vigaristas" e insinuou que a principal líder do setor, a senadora Kátia Abreu, teria um plano para distribuir "bolsas-latifúndio" pelo País. Mais uma grande injustiça com os produtores de alimentos, pois o THC, além de atingir o cérebro, também produz efeitos devastadores sobre o estômago. O principal deles é a chamada "larica", uma fome descomunal que assalta o corpo assim que o efeito do baseado se esvai. Assistindo a tudo de longe, o presidente Lula classificou a fumaça causada por Minc como uma " algazarra" de meninos, mas agiria melhor se mandasse seu ministro do Meio Ambiente para bem longe.
De preferência, para uma rehab - uma clínica de reabilitação, se não da maconha, ao menos do bom senso.
[comentário: ou melhor, pergunta: alguém que faz tantas coisas absurdas como o ministro Minc é normal?
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1 comentários:
vi o debate e aexplicaçao do ministro minc sobre a liberaçao da maconha . odeio politica nunca o havia ouvido . mas fiquei impresionado . sou a favor da liberaçao . naoteve um deputado que conseguisse nocautealo com palavras o cara e fera . fiquei fa dele . nao uso drogas mas acho que liberando vao ficar menos traficantes nas ruas .
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