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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Procura-se Procurador desaparecido e que não procura mais

Perito em encontrar culpados, algoz do ex-senador Luiz Estevão - que teve a coragem de assumir sua culpa e por isso foi punido, enquanto seu cúmplice, o chorão Arruda chorou, renunciou e escapou impune.
Procura-se
O procurador que encontrava um culpado por semana finge que não vê bandidos há seis anos e meio

Até janeiro de 2003, o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza encontrava um pecador por semana. Desde o dia da posse do companheiro Lula, não enxergou mais nenhum. Aos 47 anos, há seis e meio ele anda sumido do noticiário político-policial que frequentou com assiduidade e entusiasmo enquanto Fernando Henrique Cardoso foi presidente. Continua solteiro, mora na casa dos pais, pilota o mesmo fusca-85, enfia-se em ternos amarfanhados que imploram por tinturarias e não usa gravata. A fachada é a mesma. O que mudou foi a produtividade.

Se o que aconteceu nos últimos meses tivesse ocorrido na Era FHC, Luiz Francisco estaria encarnando em tempo integral, feliz como pinto no lixo, a figura do mocinho disposto a encarar o mais temível dos vilões. O Luiz Francisco moderno quer distância de barulhos.

O procurador não procura mais
O procurador que encontrava um culpado por semana finge que não vê bandidos há seis anos e meio

Até janeiro de 2003, o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza encontrava um pecador por semana. Desde o dia da posse do companheiro Lula, não enxergou mais nenhum. Aos 47 anos, há seis e meio ele anda sumido do noticiário político-policial que frequentou com assiduidade e entusiasmo enquanto Fernando Henrique Cardoso foi presidente. Continua solteiro, mora na casa dos pais, pilota o mesmo fusca-85, enfia-se em ternos amarfanhados que imploram por tinturarias e não usa gravata. A fachada é a mesma. O que mudou foi a produtividade.

Se o que aconteceu nos últimos meses tivesse ocorrido na Era FHC, Luiz Francisco estaria encarnando em tempo integral, feliz como pinto no lixo, a figura do mocinho disposto a encarar o mais temível dos vilões. O Luiz Francisco moderno quer distância de barulhos. Enquanto cardeais da igreja principal e sacerdotes do baixo clero multiplicavam em ritmo de Fórmula 1 o acervo nacional de crimes, delitos, contravenções e bandalheiras em geral, ele atravessou o primeiro semestre em sossego. Enquanto senadores pediam empregos, ele encaminhava pedidos de licença remunerada. Todos foram atendidos.

Nascido em Brasília, ex-seminarista da Ordem dos Jesuítas, ex-bancário, ex-sindicalista, Luiz Francisco cancelou a filiação ao PT em 1995, 20 dias antes de tornar-se procurador. ”A militância é incompatível com o cargo”, explicou. A prática trucidou a teoria: nunca militou com tamanha aplicação. Convencido de que sobrava bandido e faltava xerife, não respeitava fins de semana, feriados ou dias santos. “Trabalhar é minha grande diversão”, repetia entre uma e outra denúncia.

Luiz Francisco garante que ganha pouco mais de R$ 7 mil por mês. Até que desistisse da candidatura a operário-padrão, mereceu os R$ 19 mil prometidos como salário inicial a um procurador do Distrito Federal. Nenhum outro conseguiria acusar tanta gente durante o dia e, à noite, escrever dúzias de parágrafos do livro que exigira 24 anos de pesquisas. Publicado em 2003 pela Editora Casa Amarela, “Socialismo, Uma Utopia Cristã” pretende provar, segundo o autor, que “até a metade do século XIX o socialismo exibia uma clara inspiração religiosa, especialmente cristã”. Tem 1152 páginas.

Deveria ter sido menos prolixo. Intrigados com o mistério da multiplicação das horas do dia, outros procuradores e todos os inimigos examinaram com mais atenção a papelada que jorrava da sala de Luiz Francisco. Aquilo não fora obra de um homem só, informaram as mudanças de estilo, a fusão de trechos corretamente redigidos com atentados brutais ao idioma, o convívio promíscuo entre substantivos em maiúsculas e adjetivos em minúsculas. E então se descobriu que o inquisidor incansável frequentemente assinava ações, denúncias e representações que já lhe chegavam prontas, enviadas por interessados na condenação de alguém.

Decidido a atirar em tudo que se movesse fora do PT, acabou baleando com denúncias fantasiosas vários inocentes. Nenhum foi tão obsessivamente alvejado quanto Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República no governo Fernando Henrique. Há menos de dois meses, o Conselho Nacional do Ministério Público reconheceu formalmente que Eduardo Jorge, enfim absolvido das denúncias improcedentes, foi perseguido por motivos políticos. Condenado a 45 dias de suspensão, Luiz Francisco reapareceu no noticiário como culpado —pela segunda vez desde o começo da superlativa temporada de férias.

Em 2006, o procurador que se dispensou de procurar criminosos foi procurado pelo colombiano Francisco Colazzos, o “Padre Medina”, procurado pela Justiça do país onde nasceu. O foragido apresentou ao homem da lei as credenciais de embaixador das FARC e pediu ajuda para escapar da cadeia. Celebrada a aliança entre o ex-sacerdote acusado de homicídio e o ex-seminarista que nunca viu um pecador caseiro, renasceu o ativista temerário. Luiz Francisco ensinou o parceiro a safar-se de investigações policiais. Os truques só conseguiram retardar a prisão.

O protegido esperava na gaiola o julgamento do pedido de extradição encaminhado pela Colômbia ao Supremo Tribunal Federal do pedido de extradição quando o protetor foi à luta. Embora não tivesse nada a ver com o caso, entrou com uma ação judicial para que Colazzos fosse devolvido à Polícia Federal. A solicitação foi encampada sucessivamente pelo Ministério Público, pela Polícia Civil e pelo juiz da Vara de Execuções Criminais, Nelson Ferreira Junior, antes de esbarrar no ministro Gilmar Mendes.

Admoestado pelo presidente do STF, publicamente e com aspereza, Luiz Francisco só escapou de castigos mais severos porque o Planalto nunca falta a companheiros aflitos. Dois meses depois da tentativa de obstrução da Justiça, o governo promoveu Colazzos a guerrilheiro, concedeu-lhe asilo político e, de brinde, arrumou emprego para a mulher. Sem alternativa, o STF devolveu-o a liberdade.

O que mais andou fazendo Luiz Francisco?, quis saber a coluna nesta sexta-feira. Uma funcionária da Procuradoria informou que não seria possível encontrá-lo. Está gozando de mais um período de descanso remunerado. Em lugar incerto e não sabido.

por Augusto Nunes

transcrito do: Blog Reaja Brasil

Lula, responde rápido: para que serve mesmo o bolsa-família?

Em Cajazeiras,Viciado troca cartão do Bolsa Família por drogas e ainda agride mulher

Viciado troca cartão do Bolsa Família por drogas e ainda agride mulher

A polícia prendeu na tarde deste domingo em Cajazeiras, o viciado Antonio Marcos Soares de Paula, 36. Ele agrediu a sua esposa a socos e pontapés depois que foi denunciado à Polícia de trocar o cartão bolsa família por drogas.

Antonio Marcos foi preso em casa, na Travessa Santo Antônio, s/n, no bairro do Tercedores. A mulher Damiana Soares Fernandes foi encaminhada para o hospital.

Continuem dando o peixe...e não haverá futuro para esse país!

A polícia prendeu na tarde deste domingo em Cajazeiras, o viciado Antonio Marcos Soares de Paula, 36. Ele agrediu a sua esposa a socos e pontapés depois que foi denunciado à Polícia de trocar o cartão bolsa família por drogas.

Antonio Marcos foi preso em casa, na Travessa Santo Antônio, s/n, no bairro do Tercedores.

A mulher Damiana Soares Fernandes foi encaminhada para o hospital.

O agressor foi levado para a Delegacia Distrital onde vai ser enquadrado na Lei Maria da Penha e responder processo por agressão.

Por: Fernando Rodrigues
ClickPB
Blog Reaja Brasil

Todo poder aos ládrões; todo poder aos petistas. Qual a diferença?

Todo o poder aos ladrões

No tempo dos militares, centenas de políticos passaram pela Comissão Geral de Investigações (CGI) e tiveram suas carreiras encerradas com desonra, por delitos de corrupção. Ao mesmo tempo, dos generais e coronéis que ocuparam altos postos na República, nenhum saiu milionário. O patrimônio que lhes sobrou é o que teriam adquirido normalmente com seus soldos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Com a Nova República, tudo mudou.

Primeiro, o combate à corrupção deixou de ser um empreendimento discreto, levado a cabo por investigadores profissionais: tornou-se ocupação da mídia. Nos momentos mais intensos das CPIs nos anos 90, deputados e senadores confessavam que os jornais passavam por cima deles, investigando e descobrindo tudo antes que Suas Excelências tivessem acabado de tomar seu café da manhã. Tudo o que os parlamentares tinham a fazer era dar cunho oficial às sentenças condenatórias lavradas nas redações de jornais.
Segunda diferença: o partido que mais devotadamente se empenhou em denunciar corruptos, destruindo as carreiras de todos aqueles que pudessem se atravessar no seu caminho, e assim tornando viável, por falta de adversários, a candidatura presidencial de uma nulidade que de tanto sofrer derrotas já levava o título de “candidato eterno”, foi também aquele que, ao chegar ao poder, construiu a máquina de corrupção mais majestosa de todos os tempos, elevando o roubo a sistema de governo e provando que só conhecia tão bem as vidas e obras dos ladrões que denunciara por ser muito mais ladrão do que eles.


Essa transformação foi acompanhada de outra ainda mais temível: o crescimento endêmico do banditismo e da violência, que hoje atingem a taxa hedionda de 50 mil brasileiros assassinados por ano.


Completando o quadro, a classe política mais canalha que já se viu investiu-se da autoridade de educadora da pátria, impondo por toda a parte suas crenças e valores e destruindo os últimos resíduos de moralidade tradicional que pudessem subsistir na sociedade brasileira.


Definitivamente, há algo de errado no “combate à corrupção” tal como empreendido desde o retorno da democracia. Hoje em dia, espetáculos degradantes em que senhores de meia-idade, seminus, balançam suas banhas na Parada Gay são tidos como o auge da moralidade, o símbolo de direitos sacrossantos ante os quais a população, genuflexa, deve baixar a cabeça e dizer “amém”.

O suprassumo da criminalidade reside em empresários que falharam em cumprir algum artigo de códigos labirínticos propositadamente calculados para ser de cumprimento impossível, criminalizando todo mundo de modo que os donos do poder possam selecionar, da massa universal de culpados, aqueles que politicamente lhes convém destruir, com a certeza de sempre encontrar algum delito escondido.


Ao mesmo tempo, juízes bem adestrados no espírito militante invertem a seu belprazer o sentido das leis, promovendo assassinos e narcotraficantes ao estatuto de credores morais da sociedade, e impõem como único princípio jurídico em vigor a “luta de classes”. Nesse quadro, qualquer acusação de corrupção, vinda da mídia ou do governo, é suspeita. Não que sempre os fatos alegados sejam falsos. Mas, por trás do aparente zelo pela moralidade, esconde-se, invariavelmente, alguma operação mais ilegal e sinistra do que os medíocres delitos denunciados.


A noção de “corrupção” implica, por definição, a existência de um quadro jurídico e moral estabelecido, de um consenso claro entre povo, autoridades e mídia quanto ao que é certo e errado, lícito e ilícito, decente e indecente. Esse consenso não existe mais.

Quando uma elite de intelectuais iluminados sobe ao poder imbuída de crenças nefastas que aprenderam de mestres tarados e sadomasoquistas como Michel Foucault, Alfred Kinsey e Louis Althusser, é claro que essa elite, fingindo cortejar os valores morais da população, tratará, ao mesmo tempo, de subvertê-los pouco a pouco de modo que, em breve tempo, haverá dois sistemas jurídico-morais superpostos: aquele que a população ingênua acredita ainda estar em vigor, e o novo, revolucionário e perverso que vai sendo imposto desde cima com astúcia maquiavélica e sob pretextos enganosos.


Nesse quadro, continuar falando em “corrupção”, dando à palavra o mesmo sentido que tinha nos tempos da CGI, é colaborar com o crime organizado em que se transformou o governo da República.
Isso não aconteceria se, junto com a inversão geral dos critérios, não viesse também um sistemático embotamento moral da população, manipulada por uma geração inteira de jornalistas que aprenderam na faculdade a “transformar o mundo” em vez de ater-se ao seu modesto dever de noticiar os fatos.

Quando um país se confia às mãos de uma elite revolucionária, sem saber que é revolucionária e imaginando que ela vai simplesmente governá-lo em vez de subvertê-lo de alto a baixo, a subversão torna-se o novo nome da ordem, e a linguagem dupla torna-se institucionalizada. Já não se pode combater a corrupção, porque ela se tornou a alma do sistema, consagrando a inversão de tudo como norma fundamental do edifício jurídico, ocultando e protegendo os maiores crimes enquanto se empenha, para camuflá-los, na busca obsessiva de bodes expiatórios.

Sempre que o governo se sente ameaçado por denúncias escabrosas ou por uma queda nas pesquisas de opinião, logo aparece algum empresário que não pagou imposto, algum fazendeiro que reagiu a invasores, algum padre que expulsou um traveco do altar – e estes são apontados à população como exemplos máximos do crime e da maldade.

[bravo grande Olavo de Carvalho; agora mesmo a crise do Senado, apesar de grave, está sendo propositadamente ampliada para ensejar a que um dos paus mandados da nulidade que presidente o Brasil proponha a extinção do Poder Legislativo; veja que já tem petista propondo a extinção do Senado.

Porém, felizmente, o Senado ainda tem condições de recuperar sua credibilidade basta:

- ejetar o Sarney;

- manter a Venezuela fora do MERCOSUL; e,

- não aceitar que o Lula entregue Itaipú ao Paraguais.

Afinal, mesmo cheio de falhas, com elevado percentual de ladrões entre seus membros foi o Senado Federal que nos livrou da CPMF e tem mantido o ditador ChaveS longe do MERCOSUL.]

Enquanto isso, o Estado protege terroristas e narcotraficantes, acoberta as atividades sinistras do Foro de São Paulo e lentamente, obstinadamente, sem descanso, vai impondo à população o respeito devoto a tudo o que não presta.

O mais abjeto de tudo, no entanto, é a presteza com que as próprias classes mais vitimizadas nesse processo – os empresários, as Forças Armadas, os proprietários rurais, as igrejas cristãs – se acomodam servilmente à nova situação, inventando os pretextos mais delirantes para fingir que acreditam nas boas intenções de seus perseguidores. Quando se torna institucional, a corrupção é ainda algo mais do que isso: é um veneno que se espalha pelas almas e as induz à cumplicidade passiva ou à adesão subserviente.

Por: Olavo de Carvalho - Digesto Economico, julho/agosto de 2009

Venezuela terá que dar explicações à Suécia

Suécia quer explicação sobre armas às Farc

Descoberta aumenta tensão entre os governos de Caracas e Bogotá
Em meio a uma crise que envolve a Suécia, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Venezuela e autoridades colombianas, o governo sueco pediu ontem explicações à Venezuela sobre as armas suecas vendidas a Caracas e encontradas em um campo da guerrilha colombiana das Farc.

Uma pequena quantidade de armas fabricadas na Suécia foi encontrada em um acampamento das Farc. Pedimos a dirigentes do governo da Venezuela explicações sobre como estes equipamentos chegaram à Colômbia – declarou à AFP Jens Eriksson, conselheiro político do Ministério do Comércio.

De acordo com a revista britânica Jane’s, especializada em defesa, o Exército colombiano apreendeu das Farc vários lança-foguetes antitanque AT4 fabricados pela sueca Saab Bofors Dynamics, que lamentou que as armas tenham parado nas mãos das Farc.

No domingo, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, denunciou que os guerrilheiros esquerdistas compraram lança-foguetes no exterior e que seu governo apresentou queixa através dos canais diplomáticos dos respectivos países, sem mencionar quais.

Em Caracas, o ministro venezuelano do Interior, Tareck El Aissami, rejeitou as denúncias de que um lote de armas vendido pela Suécia à Venezuela tivesse sido encontrado em um acampamento da guerrilha das Farc, alegando ser uma "nova investida" contra seu país.

Desmentimos absolutamente que nosso governo ou nossas instituições estejam prontos a colaborar com organizações criminosas ou terroristas. Dá vontade de rir, parece um filme barato do governo norte-americano, os "pitiyanquis" da região – criticou El Aissami.

Para o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, a descoberta não representa uma novidade e requer atenção redobrada:

– Isso não é algo novo, e acho que requer muito mais cuidado e uma vigilância extrema – disse Santos à Rádio Caracol.

Mídia

Em sua última edição, a revista colombiana Semana também revela que, em duas operações, em julho e outubro de 2008, o Exército encontrou vários lança-foguetes de origem sueca nos acampamentos das Farc.

Após a constatação, o governo colombiano teria entrado em contato com o governo da Suécia, cuja embaixada em Bogotá confirmou que os números de série das armas correspondem a um lote vendido pela empresa Saab Bofors Dynamics ao Exército da Venezuela, segundo a revista.

No início deste mês, o jornal colombiano El Tiempo também publicara um artigo, citando fontes do Executivo, no qual destacava que o governo está analisando "informações" que indicam que as Farc estariam adquirindo mísseis russos através de contatos na Venezuela.


"Quando um chefe de Estado e governo afirma que a cobrança ética da sociedade é uma hipocrisia, está explicado como acabou a vergonha geral da Nação”.

E quando acaba a vergonha nacional, toda indecência vira normal. Com a maior naturalidade, considera-se que o dinheiro público deva ser gasto para assegurar vantagens especiais em favor dos que têm por função cuidar da coisa pública. E com a maior naturalidade se desrespeitam direitos dos cidadãos comuns, enquanto facilidades e confortos são ofertados a cidadãos "especiais".


Enfim, até pessoas e empresas que sempre foram corretas, quando a vergonha acaba "lá em cima", também perdem a vergonha "cá em baixo" . E nunca antes neste país houve tanta falta de vergonha como nos dias correntes."

Por: Mauro Chaves
Jornal do Brasil - Blog Resistência Democrática


Já passa da hora do pedófilo Michael Jackson ser esquecido

Mãe de Jackson ganha guarda dos netos
A Justiça dos Estados Unidos concedeu à mãe de Michael Jackson, Katherine, de 79 anos, a custódia dos três filhos do astro norte-americano.

A avó das crianças chegou a um acordo com Debbie Rowe, a mãe biológica de duas das crianças, que poderá visitar os filhos. A mãe do filho mais novo de Jackson nunca foi revelada.

Depois da morte do cantor, Katherine já havia recebido a custódia provisória dos netos.

O acordo – que prevê ainda a contratação de psicólogos para definir como, quando e onde será melhor que aconteçam as visitas – será submetido à Justiça norte-americana na segunda-feira.

O pai de Michael, Joe Jackson, em entrevista a uma rede de TV norte-americana, confirmou que o rei do pop teria mais um filho, de 25 anos, Omer Bhatti, um dançarino norueguês, informa O Globo.

Atuação do PROCON-SP resulta em multas de dez milhões de reais

Atendimento ruim gera multas de R$ 10 milhões
O Procon de São Paulo multou na quinta-feira mais de 20 empresas por descumprimento das novas regras de atendimento ao consumidor pelo telefone. No total, as multas somam R$ 10 milhões.

As maiores punições saíram apara duas operadoras de telefonia celular, a Vivo e a Claro, que terão que desembolsar cada uma cerca de R$ 3,2 milhões, informa o portal G1. As empresas não poderão recorrer das multas no Procon, mas podem ir à Justiça.

A terceira maior multa saiu para a Caixa Econômica Federal. O banco terá de pagar R$ 2,1 milhões, por demora no atendimento das ligações.

Além do tempo de espera, as principais infrações apontadas pelo órgão de defesa do consumidor foram demora de mais de cinco dias para resolução de problema e obrigar o cliente a relatar mais de uma vez o problema. Quem nunca passou por isso?

Procon-SP multa 20 empresas por descumprir regras de telemarketing

Punições totalizam mais de R$ 10 milhões, segundo o órgão. Novas regras para SACs entraram em vigor em dezembro.

O Procon de São Paulo multou 20 empresas por descumprirem as novas regras para o Serviço de Atendimento ao Consumidor nesta quinta-feira (30). Essas regras valem para empresas reguladas pelo poder público federal, como as de telefonia, TV paga e serviços financeiros, entre outras.

As multas totalizam mais de R$ 10 milhões, segundo o Procon. As maiores foram contra as empresas de telefonia celular Vivo e Claro, condenadas a pagar R$ 3,2 milhões cada.

Foram multadas também as empresas A Telecom (TV por assinatura), TVA (TV por assinatura), Citicard (cartão de crédito), Ameplan (plano de saúde), Amico (plano de saúde), Itálica (plano de saúde), Aviccena (plano de saúde), Citibank (banco), Banco Mercantil (banco), Caixa Econômica Federal (banco), Banco Ibi (financeira), Banco Gmac (banco), Consortec (consórcio), Allianz Seguros (seguros), Liberty Seguros (seguros), Marítima (seguros), Azul Linhas Aéreas (transporte aéreo) e Expresso Brasileiro (transporte rodoviário).

Segundo o Procon, não cabe mais recurso por parte das empresas junto ao órgão; só é possível recorrer contra as punições na Justiça.

Outro lado

A reportagem do G1 entrou em contato com as empresas multadas pelo Procon e aguarda resposta de parte delas. A reportagem não conseguiu contato com a operadora de plano de saúde Aviccena.

A operadora de telefonia celular Vivo afirmou, em nota, que vai recorrer da decisão sobre a multa aplicada à empresa. Segundo a companhia, a decisão do Procon se baseia em uma avaliação feita em dezembro de 2008, logo após a mudança nas regras no setor de telemarketing. A Claro informou, em comunicado, que um recurso referente à multa aplicada à empresa foi indeferido na quarta-feira (29). "A Claro respeita as decisões do Procon e está analisando para decidir se recorrerá ou não”, informa a operadora.

O Banco Gmac informou que não recebeu nenhuma notificação oficial a respeito de qualquer decisão envolvendo o atendimento do seu SAC. A instituição afirmou que seu atendimento ao cliente opera em "absoluta conformidade" com a legislação.

Em comunicado, a Caixa Econômica Federal disse discordar da autuação do órgão e da multa imposta e adotará as medidas cabíveis para sua reversão. A Allianz Seguros informou, em nota, que ainda não foi notificada em relação à multa do Procon.

O Banco Mercantil do Brasil afirmou que o prazo acordado para a adequação de seu atendimento às novas regras vence em outubro deste ano. Mesmo assim, a instituição contesta sua inclusão na lista e diz que cumpre as exigências da legislação integralmente.

A companhia aérea Azul disse que "está analisando os itens avaliados pelo órgão de defesa do consumidor e providenciando as mudanças". A TVA informou, em nota, ter sido uma das primeiras empresas do setor "a implementar 100% das medidas necessárias dentro do tempo proposto pela nova legislação". A empresa disse também que a multa aplicada pelo Procon-SP se refere ao período de "adequação da operação".

A Consortec disse que não iria se manifestar sobre o assunto.

Histórico da decisão

De dezembro do ano passado, quando as regras entraram em vigor, até 28 de julho, o Procon recebeu em seu site 5.419 denúncias de consumidores sobre o atendimento nos SACs. O órgão fez também operações de fiscalização e, com esses dados, instaurou os processos administrativos contra as empresas.

Além das empresas que já foram multadas, há mais 54 processos em andamento, diz o Procon. O setor mais reclamado foi telefonia fixa e móvel, com 3.570 denúncias, seguido por TV paga e cartão de crédito, com 452 e 409 denúncias, respectivamente.

De acordo com o Procon, os principais problemas relatados pelos consumidores foram: a empresa não resolveu o problema em 5 dias; a espera para ser atendido foi de mais de um minuto; o consumidor teve que relatar o problema mais de uma vez; a ligação foi interrompida; e o telefone ficou inacessível.

Fonte: G 1

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1248765-9356,00-PROCONSP+MULTA+EMPRESAS+POR+DESCUMPRIR+REGRAS+DE+TELEMARKETING.html

Quando o navio começa a afundar, os ratos são...

Lula abandona Sarney - vai começar agosto e é um mês oportuno para que os políticos executem determinados gestos


Lula muda discurso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou o discurso sobre o caso do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Depois de sucessivas declarações a favor à permanência de Sarney no cargo, mesmo após as inúmeras denúncias feitas contra o senador, Lula mostrou que não vai mais sair publicamente em seu apoio, como vinha acontecendo. “Não é problema meu, não votei no Sarney para ser presidente do Senado (…) Quem tem que decidir se ele fica na presidência é o Senado, e não eu”, disse Lula, conforme mostra O Estado de S. Paulo.

O jornal afirma que o novo posicionamento de Lula começou a ser ensaiado na semana passada, depois que o Palácio do Planalto recebeu uma pesquisa sobre os efeitos da crise política sobre o governo. A pesquisa comprovou o óbvio: a defesa de Sarney estava “pegando mal” diante da opinião pública tanto para Lula quanto para Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e pré-candidata à presidência.

O jornal afirma que Lula já marcou uma reunião na segunda-feira com Sarney, que se diz deprimido com a avalanche de denúncias contra ele e sua família, para avaliar a renúncia. Lula negou o encontro.

Recuo ocorre após pesquisa que indica desgaste com blindagem

Planalto vai avaliar com aliado se é conveniente ele continuar no cargo

A mudança de discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), começou a ser ensaiada na semana passada, quando o Palácio do Planalto recebeu uma pesquisa mostrando os efeitos da crise política sobre o governo. A consulta revelou que a blindagem de Sarney não era bem assimilada pela opinião pública e, pior, estava "pegando mal" tanto para Lula como para a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, em 2010.

Convencido de que a situação do aliado está cada vez mais difícil, Lula pretende ter uma conversa com ele na próxima segunda-feira, apesar de negar publicamente o encontro. Sarney está deprimido com a avalanche de denúncias que também atingem sua família e disse ao presidente, por telefone, que a saída política para pôr fim à guerra no Senado pode ser a renúncia.

"Eu estou vivendo um calvário, um inferno astral", afirmou Sarney a dois interlocutores que estiveram com ele nos últimos dias, um do PT e outro do PSDB.

Lula não deseja a saída do presidente do Senado, mas analisará com ele a conveniência de sua continuidade à frente do cargo. Não planeja, porém, pedir a Sarney que resista à pressão. Na sua avaliação, só o peemedebista pode saber se tem condições de suportar o bombardeio dos adversários.

Se Sarney quiser ficar, Lula tentará, mais uma vez, enquadrar a bancada do PT no Senado e fazer com que os petistas - com reunião marcada para terça-feira - pelo menos fiquem quietos. Se o presidente do Senado disser que vai renunciar, o Planalto começará a articular com ele uma alternativa para sua substituição.

Nos bastidores, petistas mencionam hoje um plano B: Francisco Dornelles (PP-RJ). O senador foi um dos que convenceram Sarney a ceder à cobrança do PSDB e do DEM e instalar a CPI da Petrobrás, antes do recesso parlamentar, na tentativa de esfriar a crise.

"O PT quer dar uma de Tiradentes com a sua cabeça", disse-lhe Dornelles, na ocasião, já prevendo que os petistas puxariam a rede de proteção a qualquer momento. Nem a estratégia de aceitar a CPI, porém, deu certo e a crise se agravou durante as férias.

Apesar de lavar as mãos sobre o destino de Sarney no discurso para o público externo, Lula não o abandonará à própria sorte. Além de ser grato ao senador pelo apoio dado a ele nas campanhas de 2002 e 2006 e na crise do mensalão, em 2005, o presidente age de forma pragmática:
precisa do aliado para manter a governabilidade.

Sem o PMDB de Sarney, a vida de Lula pode virar um inferno no Senado, onde a maioria do governo é instável. Há uma CPI da Petrobrás no meio do caminho e o Planalto ainda espera apoio da parcela do PMDB ligada a Sarney e ao senador Renan Calheiros (AL) para eleger Dilma, em 2010.

Renan renunciou à presidência do Senado, em 2007, para escapar da cassação e hoje lidera a bancada do PMDB. Integrante da tropa de choque de Sarney, Renan vive em rota de colisão com o PT, que está rachado. Dos 12 senadores do PT, 8 querem que Sarney se licencie.

O governo avalia que Sarney não construiu pontes para se reaproximar do PT e acalmar o PSDB após derrotar Tião Viana (PT-AC) na disputa pelo comando do Senado, em fevereiro. Mesmo assim, Lula considerou "lamentável" a posição do líder do PT no Senado, Aloízio Mercadante (SP), que há uma semana divulgou nota reiterando o pedido para Sarney se afastar.


Lula muda discurso sobre saída de Sarney: ''Não é problema meu''

Presidente recua na defesa pública ao senador e diz que permanência dele no cargo é questão do Senado

Depois das sucessivas declarações de apoio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro ontem que não está mais disposto a sair publicamente em defesa do peemedebista. Lula, que há apenas alguns dias falava em respeito à "biografia" de acusados e afirmava que nem tudo pode ser tratado como "crime de morte", dessa vez declarou que a permanência de Sarney no cargo é um problema que cabe exclusivamente ao Senado.

"Não é problema meu
. Não votei no presidente Sarney para ser presidente do Senado. Nem votei nele para ser senador no Maranhão", disse Lula, que se atrapalhou ao citar o Estado representado pelo peemedebista na Casa - ele foi eleito pelo Amapá. "Não votei no Arthur Virgílio, não votei em ninguém. Eu votei nos senadores de São Paulo. Então, quem tem que decidir se o presidente Sarney tem de ficar na presidência do Senado é o Senado, não eu", concluiu.

A situação de Sarney vem se complicando a cada semana, desde que veio a público o esquema de edição de atos secretos no Senado, revelado pelo Estado no dia 10 de junho. A lista de acusações que cercam o presidente do Senado já inclui desde a prática de nepotismo até a suspeita de desvio de recursos referentes a um patrocínio da Petrobrás para a fundação que leva o seu nome, passando pelo favorecimento de seu neto na operação de um esquema de crédito consignado na Casa.

As declarações foram feitas ao lado da presidente do Chile, Michelle Bachelet, que foi recebida por Lula e outras autoridades em um evento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Sem disfarçar o desconforto em tocar no assunto da crise no Senado, Lula negou que tenha planos de se reunir na semana que vem com Sarney para discutir a possibilidade de o peemedebista renunciar ao comando da Casa. "Não há nenhum pedido de conversa com o presidente Sarney", garantiu o presidente.

RESPONSABILIDADE
Lula preferiu jogar a responsabilidade de solucionar a crise no colo dos senadores e disse que o País sai prejudicado com a paralisia do Legislativo.
"Tudo o que eu espero é que o Congresso, agora com a cabeça fria, depois de 10 dias férias para todo mundo, em que cada um foi viajar, descansar, converse. Que se reúnam, como os homens adultos que são, todos com mais de 35 anos de idade, e decidam normalizar a situação do Senado."

Diante do agravamento recente da crise, após o Estado revelar que Sarney negociou com o filho Fernando Sarney a contratação do namorado de sua neta na Casa, Lula já havia sido orientado por auxiliares a amenizar o apoio ao peemedebista. Antes disso, ele não apenas distribuía declarações favoráveis ao senador, como chegou a enquadrar a bancada do PT quando senadores ameaçaram pedir o afastamento do peemedebista. No início desta semana, Lula reuniu a coordenação política do governo e desautorizou o líder petista Aloizio Mercadante (SP) a falar em nome da bancada, após o senador pedir, em nota, a licença de Sarney do cargo.

Ontem, diante da insistência dos jornalistas em tratar do assunto, Lula disfarçou a irritação. Questionado se estava disposto a comprar uma briga com seu próprio partido, tirou os óculos, virou-se para a presidente chilena e pediu que lhe desse a palavra. "Deixa eu hablar, Michelle", arriscou.

IRRITAÇÃO

Em seguida, voltou-se aos repórteres: "O que é que vocês acham que posso dizer sobre o destino da bancada do PT se eles estão em férias e só vão voltar na segunda-feira? Não posso dizer absolutamente nada." Em tom irônico, ele então orientou os jornalistas a telefonarem na segunda-feira aos líderes petistas e ao presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP). "Certamente, ele gostará de dar a vocês informações sobre como o partido está vendo as divergências do PT."

Fonte: O Estado de São Paulo

ANTI FORO DE SÃO PAULO



Gentil oferta de: Stenio Guilherme Vernasque da Silva

Acesse

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Guarda Revolucionária petista

Bsb:A formação de nossas guardas revolucionárias

A FORMAÇÃO DAS NOSSAS GUARDAS REVOLUCIONÁRIAS

Por: Gen. Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira


Uma das características dos regimes de esquerda é o seu visceral matiz populista.
Na sua empreitada, usam e abusam de subterfúgios para atrair e cooptar para os seus projetos de poder, as massas humanas. Contudo, como sabem os seus condutores, a urbe é amorfa, inerme e de pouco ou nenhuma valia será para os seus planos.
Cabe, aquietar e adormecê-la com promessas e esmolas.
Ao populacho, cumpre dividi-lo em segmentos, mais fáceis de serem conduzidos (lembram-se de como são domesticados porcos selvagens?). Identificados os setores propícios, a sua cooptação poderá ser efetivada de diversas maneiras, inclusive pela exacerbação de suas reivindicações, e pela fomentação de posturas e posições intransigentes.

Depois, basta alimentar o novo monstrinho, afagá–lo, e propiciar-lhe os meios para torná-lo uma bomba ambulante.
A criação de uma miríade de Ministérios, principalmente os ligado à área social nos mostram como o desgoverno esta adiantado nesta área. Além disso, de forma legal (?), mas flagrantemente desonesta, e sem esconder suas reais intenções, através de Autarquias e Estatais como a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, sem esquecer os demais organismos que se prestam a este tipo de escamoteação, o desgoverno reverte às claras recursos para a sustentação destes movimentos subversivos.

As verbas, apesar de indecorosas, são repassadas sob a capa da real intenção de beneficiar aquelas entidades, todavia, não para o seu efetivo usufruto, mas para serem utilizadas e aos seus títeres e sua importância simbólica, em prol dos projetos do desgoverno.
Não sem razão, dias atrás emergiu na imprensa, um antigo recado do “nosso guia” para a área jurídica, e a ameaça da “metamorfose” foi, que se uma determinada decisão não acontecesse, conforme os seus desejos, ele colocaria o seu “bloco na rua”, referindo – se às estripulias que as entidades co - irmãs da esquerdalha poderiam fazer.

A ameaça procede, pois assim como na China de Mao, aquele líder açulou, quando conveniente, suas “Guardas Vermelhas”, constituídas por estudantes fanatizados, aqui, como no Irã, na Coréia do Norte, na Venezuela, em Cuba, e noutros países, os dirigentes comunistas, astutamente, desarmam as populações, e constituem e armam suas “legiões”, que designam de milícias populares, pretendendo que seu levante caracterize um clamor aceitável e, por conseguinte, legítimo.

Aqui, pouco a pouco, vamos formando e fortalecendo a(s) nossa(s) milícia (s), e estão certos aqueles que afirmam que o “golpe” em Honduras, não ocorreria por aqui. Hoje, o “nosso guia” possui tal poder, que se lhe der na telha, poderá assumir, tal como Fidel, em Cuba, a governança perpétua ou velada deste País.

Estamos seguros em afirmar que, com base no adestrado MST, o apoio da grande imprensa, o conluio do Congresso, a conivência do judiciário, o suporte da Força Nacional de Segurança, a mobilização dos sindicatos e o barulho dos estudantes (através da inefável UNE), o “nosso guru” poderá fazer desta Nação, o que lhe der na telha ou lhe for mais conveniente (já designou a sua sucessora).

Em Honduras, Zelaya foi impedido de dar o seu golpe, o do “Referendo” ao arrepio das leis, pois as demais instituições estavam atentas e repudiaram a tentativa. Nós, ao contrário, não temos as mesmas armas, nem qualquer arremedo de oposição, e as nossas instituições estão falidas, e não se atreveriam a contrariar os desígnios do “chefe”.


Mas, enquanto isso, o desgoverno, pelo sim ou pelo não, para evitar dissabores futuros, vai fortalecendo e adestrando suas milícias.
Não por acaso, MST, UNE, indígenas, gays e lésbicas, negros, quilombolas, sem teto, e uma infinidade de quistos e minorias sociais estão sob o guarda chuva da esquerda.
Um dia, caso a sociedade não se comporte, ela sentirá o peso das hordas petistas.

[Brasileiros e Brasileiras, do BEM, tenham certeza que o autor do artigo está sendo até comedido na exposição do risco. O risco é bem maior.

O (des)governo do senhor Lula apesar de ser uma PORCARIA - nesse o adjetivo é merecidamente em MAIÚSCULAS - é extremamente hábil em estimular a luta de classes, até mesmo quando o "Nosso guia" fala "zelites" em substituição a "elites".

Veja que ele está sempre atirando uma classe contra outra.

Ora joga afrodescendentes contra os brancos - causando por parte dos brancos a reação contra os de pele negra, já que Lula e trupe petista praticam o racismo ao contrário;

em outros momentos, ele joga religiosos contra os agnósticos - um caso que bem ilustra é quando via ministro Temporão defende o aborto;

joga maconheiros contra não viciados - assim age quando reduz a pena para maconheiro, quando autoriza um ministro do seu (des)governo, o Minc, participar ativamente de uma passeata pró-maconha;

observem que o senhor Lula está sempre jogando uma classe contra outra.

Eu, de minha parte, já estou preparado para a luta que muito em breve teremos que travar e quando começar, qualquer um deles, qualquer uma das classes citadas no artigo, que integram as hostes petistas, são INIMIGOS e serão tratados como tal.

De 64 até 85, especialmente na década de 70, tivemos oportunidade de abater muitos deles. Não o fizemos. Erramos e hoje, por excesso de tolerância de nossa parte, temos que aturar muitos deles ocupando cargos importantes no (des)governo, alguns até com pretensões a conspurcar mais ainda o cargo de presidente da República, outros sendo indenizados por terem assassinado, covardemente, via terrorismo e guerrilha, brasileiros e brasileiras do BEM.

Que venham ! Já os vencemos em 35, 64.

E, 2009, ou mesmo 2010, podem ser bons anos para que os vençamos novamente e sem a repetição dos erros do passado.]

Esquerda radical = A VIÚVA DO CHE

A esquerda radical a viúva frustrada de Che e outros porcos esquerdistas, comunistas e assassinos cruéis

A esquerda radical tem obsessiva disposição por desgastar as Forças Armadas (FA) perante a Nação, pela derrota que lhe impuseram nos anos 70. Não é senso de justiça, mas revanchismo e tentativa de neutralizar um forte obstáculo ao seu eterno sonho de tomada do poder. Governo e Nação reagiram à luta armada e, após derrotá-la, deram início à abertura democrática, objetivo declarado pelos presidentes militares desde o contragolpe de 196

Essa esquerda se frustra ao ver as FA como exemplos de credibilidade em pesquisas como a da FGV, de fevereiro, onde elas aparecem à frente, inclusive, do presidente da República. As FA participaram com o povo da construção da nacionalidade brasileira, integrando-se à Nação numa história repleta de feitos e heróis esquecidos pela liderança política despreparada, que despreza D. Pedro II, Caxias e Rio Branco, estadistas artífices da coesão nacional, e enaltece mentores de lutas fratricidas como Marighella, Lamarca e Guevara.

Os ícones da viúva do Che – a esquerda radical – pensavam e agiam assim. Marighella: a única maneira de resolver os problemas do povo é a conquista do poder pela violência das massas. Lamarca: deturpamos tudo para mostrar que a nossa linha é correta. Guevara: adoro o ódio eficaz que faz do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar.

Vários dos seus seguidores em posições importantes, que posam de defensores dos direitos humanos, pertenceram a grupos armados responsáveis por diversas execuções como as narradas a seguir, das quais muitos participaram.

“No Araguaia, esquartejaram um rapaz de 17 anos que fora guia da força legal. Na frente da família, cortaram as orelhas do rapaz, que urrava de dor. A mãe desmaiou. Eles continuaram. Cortaram os dedos, as mãos e, no final, lhe deram uma facada fatal”.

“No assassinato do capitão Chandler, do Exército dos EUA, os terroristas bloquearam seu carro com um Volks. Um dos terroristas saltou e disparou contra Chandler seis tiros de um Taurus 38. Outro assassino, com uma metralhadora, desferiu uma rajada de catorze tiros. A esposa e os filhos de Chandler assistiram a tudo”.

“No assassinato do tenente Mendes Júnior, prisioneiro de Lamarca, um terrorista se aproximou da vítima pelas costas, de surpresa, deu-lhe uma coronhada, depois outra e mais umas quatro até que o tenente morreu”.

Há uma campanha facciosa pela revisão da Lei de Anistia, orquestrada no ministério da Justiça e em sua secretaria de Direitos Humanos, para julgar apenas os que lutaram em defesa do Estado, da lei e da ordem. A busca dos corpos de mortos no episódio do Araguaia não tem um justificável e nobre propósito humanitário, mas sim o objetivo velado de motivar a sociedade para apoiar a revisão da Lei. Será retrocesso e inconseqüência, mas se houver que seja de acordo com o próprio espírito da Lei: ampla, geral e irrestrita.

A AGU posicionou-se a favor da abrangência irrestrita da anistia e o presidente da República considerou esgotado o assunto no Executivo. Como fica a autoridade do chefe da Nação?

Hoje, o Brasil é denunciado constantemente, pela ONU, pelo desrespeito aos direitos humanos por agentes do Estado. Em duas décadas de liberdades democráticas, houve mais vítimas da omissão ou da violência do Estado, legítima ou não, e de criminosos do que no regime militar. Entre elas, estão cidadãos honestos e suas famílias, massacrados por quadrilhas de bandidos ante a inépcia do Estado. Estão as vítimas em episódios como os do Carandiru, de Eldorado de Carajás e das zonas urbanas periféricas. Estão seres humanos em presídios onde são tratados como escória.

Diferente de muitos que se envolveram na luta armada, essas vítimas não são das classes favorecidas, não têm “sobrenome”, não defendem a ideologia marxista e, assim, não contam com a solidariedade da esquerda radical – hipócrita – encastelada nos Poderes da República, nem são indenizadas pelas violações sofridas. Por outro lado, a fonte dos recursos do crime organizado – os senhores de colarinho branco – permanece incólume, pois se abriga em altos escalões. Esta sim é uma ameaça que teria de ser alvo do ministério da Justiça e dos falsos guardiões dos direitos humanos.

O ministério da Defesa prezará os valores da cultura militar se pretender, efetivamente, liderar as FA. Além de hierarquia, disciplina e outros, elas cultuam senso de justiça e lealdade. Chefes, em qualquer escalão, cumprem com a obrigação moral e funcional de defender os subordinados de injustiças, mesmo diante de riscos.

Se o Brasil mergulhasse numa guerra interna nos anos 70, quantos empresários, autoridades, políticos e militares, hoje em posições proeminentes, estariam exercendo seus cargos? Se caísse no regime totalitário, objetivo da esquerda radical, quantos estariam vivos? E os próceres da esquerda anistiados pelo regime militar, que ocupam cargos relevantes, escapariam aos expurgos e justiçamentos típicos do regime comunista? Se tudo isso não ocorreu, muito se deve aos que defenderam a continuação do processo de democratização contra os que tentavam implantar a ditadura do partido único. Se alguns infringiram a lei foram anistiados assim como os assassinos, sequestradores e terroristas, que aceitaram a anistia irrestrita enquanto não estavam no poder. Portanto, revisão, agora, é revanchismo.

É inconcebível abandonar irmãos de armas ante a injustiça que correm o risco de sofrer, pois caberia a quem estivesse no lugar deles a missão que cumpriram nos anos 70. Por outro lado, é hipocrisia a condenação de governos nos quais tenham ocorrido excessos na reação à luta armada, por sucessivos governos que remuneram, apóiam e confraternizam com o MST, cujas ações resultam, impunemente, em ameaças, invasões, destruições e mortes; que idolatram regimes totalitários e lideranças ditatoriais criminosas como as de Cuba e do Irã; que concedem asilo político a terroristas estrangeiros condenados ao mesmo tempo em que entregam a Cuba fugitivos daquela ditadura; e, ainda, pagam indenizações milionárias a assassinos, sequestradores e terroristas anistiados, e suas famílias, mas não às vítimas de seus crimes.

Por: General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

(*) Professor Emérito (atual) e ex-Comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

Postado no site: A Verdade Sufocada

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Onze ações contra Sarney

Conselho de Ética já recebeu 11 ações contra Sarney

O Conselho de Ética do Senado já recebeu 11 ações contra ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). São cinco representações - duas do PSOL e três do PSDB - e seis denúncias - quatro de autoria do líder tucano Arthur Virgílio (AM) e duas assinadas em conjunto por Virgílio e Cristovam Buarque (PDT-DF). Um parlamentar acusado de quebra decoro pode, se o processo é aprovado em plenário, perder o mandato.

As duas denúncias apresentadas por Virgílio e Buarque foram registradas no Conselho de Ética no começo da noite. A primeira é baseada em reportagem publicada hoje pelo jornal "Folha de S.Paulo" segundo a qual Sarney teria vendido propriedades sem o devido pagamento de impostos. A outra denúncia terá como fundamento notícia do jornal "Correio Braziliense" na qual Aluísio Guimarães Filho, agente da Polícia Federal (PF) cedido pela presidência da República ao senador José Sarney na cota de funcionários de ex-presidentes da República, passava informações sigilosas da PF ao empresário Fernando Sarney, investigado pela PF na Operação Boi Barrica.

A assessoria do senador Cristovam Buarque havia informado à imprensa que as novas denúncias seriam protocoladas amanhã, mas, por orientação do senador Arthur Virgílio, os documentos foram registrados por um funcionário de seu gabinete já na noite de hoje. Segundo a assessoria de Virgílio, houve uma falha na comunicação entre o gabinete de ambos os senadores, pois a opção do senador tucano sempre fora pela oficialização dos novos pedidos hoje.

Como algumas das representações contra José Sarney tratam todas do mesmo teor, o presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), deve propor que sejam unificadas, segundo informação de um interlocutor do senador à Agência Estado. As representações que poderiam ser unificadas são quatro: duas delas - uma registrada pelo PSDB e outra pelo PSOL - pedem ao conselho que investigue a responsabilidade de Sarney na edição de atos secretos; e duas - também apresentadas cada uma por um destes partidos - pedem a apuração da possível participação de José Sarney no esquema de desvio de dinheiro de patrocínio cultural da Petrobras pela fundação que leva seu nome.

Das cinco representações recebidas pelo Conselho de Ética contra Sarney, apenas uma não seria vinculada: aquela em que o PSDB pede ao Conselho de Ética a apuração de suspeita de favorecimento do presidente do Senado a seu neto José Adriano Cordeiro Sarney, cuja empresa operava crédito consignado a servidores da Casa.

Paulo Duque, apesar de ter a prerrogativa, como presidente do Conselho, de arquivar sumariamente as representações contra Sarney, não estaria disposto a enfrentar o desgaste político dessa opção. Ele estaria confiante em que, ao entregar aos conselheiros a decisão sobre as representações, a maioria deles pedirá o arquivamento delas. Dez dos quinze senadores do Conselho de Ética são da base aliada ao governo.

Os tratados não podem ser reformados ao arbitrio de um presidente

A 'cartola mágica'

Semana passada foi fartamente divulgado que “O Brasil cede em Itaipu para beneficiar Lugo”. Ficou-se sabendo que seu presidente permitirá que o Paraguai venda livremente sua cota de energia de Itaipu no mercado brasileiro, quando pelo Tratado estava estipulado que a sobra não utilizada seria vendida à Eletrobrás. É de notar-se, outrossim, que os consumidores brasileiros, em suas tarifas de luz, pagam ao Paraguai cerca de US$ 200 milhões a título de royalties. A proposta do presidente da República foi entregue ao governo paraguaio pelo nosso embaixador em Assunção e, segundo o governo, dispensaria ser submetida a exame do Congresso.

Ocorre que o presidente se permitiu alterar cláusula do Tratado, quando este, entrando em vigor, se incorporou ao acervo legislativo do país. É lei. De certa forma a iniciativa era suspeitada, depois da sujeição aos abusos de Chávez da Venezuela, de Morales da Bolívia e de Correa do Equador. Ninguém ignora que o presidente tem sido generoso com seus hermanos e entre eles é cortejado. Mas, no caso, há uma particularidade extremamente grave. Ao oferecer o que ofereceu a D. Lugo, o presidente Luiz Inácio pretendeu doar o que lhe não pertence, mas ao Brasil, e pretendeu dispor de cláusulas de um Tratado que, ratificado e promulgado, passou a fazer parte do direito positivo nacional, que o presidente não pode revogar a seu arbítrio;
configura o que se chama “crime de responsabilidade”.

O fato em sua seca objetividade estampa que o presidente da República se permitiu, para mimosear o país vizinho, alterar unilateralmente o Tratado de Itaipu, em pontos maiores ou menores, pouco importa; o valor pago pela cessão de energia aumentará de US$ 120,3 milhões para US$ 360 milhões, e o Estado que custeou fartamente a construção da Usina se obriga a criar um fundo binacional e ao financiamento de uma linha de transmissão de Itaipu a Assunção, orçada em US$ 450 milhões.

O presidente não pode fazer o que fez. Assim procedendo igualou o Brasil a países em que a ordem legal não tem qualquer valor. Ainda mais! D. Lugo se contentará com o presente ou, digerido o regalo, voltará a reclamar o que lhe foi indeferido? Pode ser que sim, pode ser que não. Contudo, a posição do Brasil ficou debilitada. E o que é mais escabroso, porque quebrou a fé de um contrato. É um mau passo.

Há mais, foi dito sem meias palavras que, se não atendido, D. Lugo não terminaria o mandato. É exato? Não é exato? Não posso responder. O que me parece indúbio é que o presidente não beneficia o Brasil, com sua generosa complacência.

Amigos do governo apressaram-se em acentuar que as inovações com que o Paraguai foi aquinhoado não alteraram o Tratado! Se os presentes oferecidos e aceitos não saíram do Tratado, teriam saído da cartola do Mágico?

O presidente da República continua a distribuir presentes a seus confrades à custa de valores nacionais. O último ato de munificência é expressivo. O presidente pode fazer isso? Ele pode revogar dispositivo de lei federal? Ninguém o diria. Desenganadamente, não pode.

Por: Paulo Brossard
Jurista, ministro aposentado do STF

O ‘bispo’ Lugo tratou o Brasil como uma de suas ‘fiéis’

Lula afaga Lugo e entrega tudo

Lugo tratou o Brasil como uma de suas fiéis


Como vocês viram, Fernando Lugo, presidente do Paraguai e, tudo indica, pai de muitos paraguaios, conseguiu: fez com o Brasil, também às escondidas, como pediu Lula, o que costumava fazer com algumas fiéis no escurinho da sacristia. O Brasil deixou que ele rasgasse o contrato - negando que o tenha feito - e vai pagar mais pela energia de Itaipu. A “conquista”, que virou um grito de nacionalismo bocó no Paraguai, deve ajudar a manter no poder o ex-bispo, como direi?, incontido. Ah, sim: não custa lembrar, à margem, que ele recebeu uma carta de solidariedade de dom Tomás Balduíno quando a filharada começou a aparecer. Segundo a Teologia Babuínica, tudo não passa de perseguição a um irmão progressista, ainda que o próprio Lugo tenha confessado que fez, sim, com as fiéis o que acaba de fazer com o Brasil no caso de Itaipu…


Mais uma vez, o Brasil cedeu. A Evo Morales, deu a Petrobras e também enfrentou a pistolagem do índio de araque no caso do gás. A Argentina vive aplicando sobretaxas a produtos brasileiros - como vocês sabem, o Mercosul é uma peça de ficção -, e o Brasil concorda. Agora, cede às pressões do Paraguai. E será sempre assim.

As oposições têm de formar já, agora, e não depois, uma comissão de estudos para saber quanto do nosso dinheiro Lula está DANDO a seus aliados políticos no continente; os brasileiros têm o direito de saber em quanto foram lesados. O caso da Petrobras é o mais emblemático. O governo acusa as oposições por causa da CPI da Petrobras. É uma piada e uma boçalidade afirmar que a investigação prejudica a empresa. Isso é coisa de quem teme ser investigado. Mas é um fato inconteste que o “meu querido Evo” (que é como Lula chama o irmão gêmeo do trapalhão Zacharias) nos tomou a Petrobras da Bolívia, que ocupou militarmente, em troca de alguns caraminguás.

Vamos lá, moçada! É preciso estampar no horário eleitoral quanto tem custado aos cofres brasileiros a generosidade de Lula. Vamos ver quem é que realmente gosta de entregar o patrimônio nacional a troco de banana.

Ah, sim: Lula pediu a Lugo que tudo entre os dois ficasse em sigilo, como se o ex-bispo estivesse negociando com uma fiel. “Em segredo” por quê? Era seu patrimônio pessoal que estava em causa?
Quero saber: quanto custam ao Brasil as generosidades de Lula?

Por: Por Reinaldo Azevedo

Sarney vai sucumbir as pressões

Sinais de cansaço
O governo recebeu informações de que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) já avalia que sua sobrevivência política pode depender de seu afastamento da Casa.

Abalado pelas denúncias feitas nos últimos dias, Sarney teria dito em conversas reservadas que não vai aguentar calado o ataque, segundo O Estado de S. Paulo.

A preocupação do governo – de olho na candidatura da ministra Dilma Rousseff ao Planalto em 2010 – é que Sarney renuncie antes de o PMDB e o PT chegarem a um acordo.

Sarney dá sinais ao Planalto de que pode deixar o cargo

Lula teme que ele renuncie, deixando Senado sob comando da oposição

O governo recebeu informações de que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), já avalia que sua sobrevivência política pode depender do afastamento do cargo. Alvejado por denúncias que vão da contratação de aliados e parentes por atos secretos a desvio de dinheiro destinado pela Petrobrás à Fundação Sarney para um cipoal de empresas fantasmas, o senador disse, em conversas reservadas, que não pretende suportar calado o ataque à sua honra.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff - pré-candidata do PT ao Planalto, em 2010 -, estão preocupados com a reação de Sarney. Temem que ele não resista ao bombardeio e decida renunciar, para não correr risco de cassação, antes de um acordo entre o PMDB e o PT. O pior cenário para o governo é ver o Senado em guerra e sob comando da oposição, mesmo que por poucos dias, em plena CPI da Petrobrás.

Sarney poderá optar pelo caminho seguido por Renan Calheiros (PMDB-AL), que em 2007 renunciou à presidência do Senado para fugir da cassação, se concluir que a permanência no cargo contribuirá para piorar a situação de seu filho, o empresário Fernando Sarney. Investigado pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica, Fernando foi indiciado em quatro crimes: tráfico de influência, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

O presidente do Senado queixou-se com Lula dos vazamentos de diálogos gravados pela Polícia Federal. "Eu acho que o senador tem razão de reclamar porque ocorreu aí uma divulgação dolosa, fora da Polícia Federal, quando foi aberto o segredo de Justiça", amenizou o ministro da Justiça, Tarso Genro.

PANOS QUENTES

Para completar o quadro de fragilidade, Sarney está perdendo o apoio do PT, que trava queda de braço com o governo. Preocupados em soldar a base aliada, os ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) telefonaram ontem para o líder do PT no Senado, Aloízio Mercadante (PT-SP).

Na tentativa de conter o mal-estar provocado pela notícia de que o Planalto havia desautorizado Mercadante - que na sexta-feira divulgou nota reiterando que o pedido de licença é o melhor caminho para Sarney -, Bernardo e Múcio atuaram como bombeiros da crise.

"Eu liguei para Mercadante e disse a ele que o governo não pensa em enquadrar a bancada do PT. Houve um mal-entendido", contou Bernardo. "Temos a obrigação de nos juntar para debelar a crise, e não alimentá-la", emendou Múcio.

Articulador político do governo, Múcio está prestes a deixar o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) e ficou aborrecido com o desconforto causado por suas declarações. Na segunda-feira, após reunião da coordenação de governo com Lula, o ministro disse que a nota divulgada por Mercadante depois da revelação de que Sarney agiu nos bastidores do Senado para contratar o namorado da neta refletia o posicionamento de apenas "
um ou dois senadores".

O comentário de Múcio reproduziu posição de Lula, para quem o líder do PT pôs combustível na crise durante o recesso ao considerar "grave" o caso revelado pelo Estado. Lula ficou irritado e Múcio insinuou que o líder não falava por toda a bancada. Mas ontem recuou.

"Quem sou eu para desautorizar um líder?",
perguntou o ministro. "Não tenho autoridade para isso nem seria uma posição inteligente." Empenhado em pôr panos quentes na tensão que tomou conta do Planalto, Múcio também conversou ontem com os outros senadores do PT. Dos 12 integrantes da bancada petista, 8 são favoráveis ao afastamento de Sarney.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse a Lula que o colega Marconi Perillo (PSDB-GO), vice-presidente do Senado, garantiu a ele que adotaria "postura republicana" se tivesse de assumir a cadeira de Sarney para convocar nova eleição. "Eduardo, você acredita em Papai Noel?", provocou o presidente.

Aliado de Sarney, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) assegurou que não haverá renúncia. "Se Sarney tiver de renunciar, o Senado vai virar a terra dos suplentes porque está todo mundo contaminado", insistiu. Salgado também é suplente.

Fundação Sarney sofrerá intervenção

MP vai intervir na Fundação José Sarney

Depois de analisar e reprovar as contas da Fundação José Sarney, o Ministério Público Estadual do Maranhão decidiu intervir na administração da entidade, que tem como presidente vitalício o senador José Sarney (PMDB-AP).

A auditoria feita pelo MP descobriu, entre outras irregularidades, que parte da verba repassada à fundação pela Petrobras foi parar em aplicações bancárias, informa O Estado de S. Paulo.

As investigações duraram quase um mês e se debruçaram no desvio de recursos recebidos de empresas. No caso da Petrobras, conforme o jornal, R$ 500 mil dos R$ 1,3 milhão referentes a um contrato de patrocínio foram parar em contas fantasmas ou de empresas da família Sarney.

A auditoria incluiu ainda recursos que a fundação recebeu da Secretaria de Cultura do Maranhão e, indiretamente, da Companhia Vale do Rio Doce. O MP vai indicar novos membros para o conselho curador e para a diretoria executiva da entidade.

Ministério Público reprova contas da Fundação Sarney e decide intervir

Auditoria nas contas de 2004 a 2007 apontou até repasse de verba da Petrobrás para aplicações bancárias

O Ministério Público Estadual do Maranhão reprovou as contas apresentadas pela Fundação José Sarney entre 2004 e 2007 e decidiu intervir na entidade, que tem como presidente vitalício o senador José Sarney (PMDB-AP). Auditoria nas prestações de contas descobriu até que parte da verba repassada à fundação pela Petrobrás acabou virando investimento: foi parar em aplicações bancárias. Por causa das irregularidades, o Ministério Público vai indicar representantes para o conselho curador e para a diretoria executiva da fundação.

Ao Estado, a promotora Sandra Mendes Alves Elouf, titular da Promotoria Especializada em Fundações e Entidades de Interesse Social de São Luís, afirmou que a decisão tem por base as irregularidades detectadas pela auditoria. Encarregado de fiscalizar as fundações com sede em São Luís, o órgão iniciou a auditoria ano passado.

Por quase um mês, auditores do Ministério Público se debruçaram sobre as prestações da contas da fundação. Na segunda-feira, o Diário Oficial do Maranhão publicou o resultado, com a reprovação das contas. O relatório dos auditores aponta desvio de finalidade na aplicação dos recursos que a fundação recebeu de órgãos públicos e empresas privadas.

Dentre os valores auditados está o contrato de patrocínio de R$ 1,3 milhão repassado à Fundação Sarney pela Petrobrás. Conforme revelou o Estado, R$ 500 mil foram parar em contas de firmas fantasmas, em nome de aliados políticos da família Sarney, e em empresas do clã. A auditoria incluiu, ainda, recursos que a fundação recebeu da Secretaria de Cultura do Maranhão e, indiretamente, da Companhia Vale do Rio Doce.

O relatório fala em triangulação de recursos entre a Fundação José Sarney e outra entidade comandada por aliados da família, a Associação do Bom Menino das Mercês (Abom). É o caso, por exemplo, do patrocínio que a Abom recebeu da Vale para custear um festival de quadrilhas no Convento das Mercês, prédio histórico de São Luís que serve de sede à fundação - o dinheiro entrou na conta da associação e, em seguida, foi repassado para a fundação.

A Abom justifica o repasse como pagamento de aluguel pelo uso das instalações do convento. O que chamou atenção dos analistas, porém, foi que no mesmo período houve movimento de recursos no sentido inverso - da Fundação Sarney para as contas da Abom. "Além da triangulação, constatamos que recursos recebidos pela fundação acabaram desviados para outras finalidades, como pagamento de pessoal", disse a promotora.

Com base nas irregularidades, Sandra poderia solicitar até a extinção da fundação, mas optou pela intervenção. "Na minha avaliação, a entidade tem condições de sobrevida. Para isso, basta remover os administradores", disse. A promotora afirmou que a intervenção se dará no conselho curador e na diretoria executiva da fundação. Ambos são hoje ocupados por amigos e aliados de Sarney. Num primeiro momento, disse a promotora, o Ministério Público tentará fazer a intervenção administrativa. Se houver resistência do atual comando da entidade, pedirá a intervenção judicialmente.

"Foi a melhor saída que encontramos", afirmou Sandra. "A extinção seria como se estivéssemos premiando os responsáveis pela fundação, que recebeu dinheiro público." Pelo estatuto da fundação, em caso de extinção todos os bens da entidade deveriam ser incorporados ao patrimônio de Sarney.

As irregularidades nas contas da fundação não são o único problema que a entidade tem. Desde o ano passado, o Ministério Público tenta propor mudanças no estatuto da fundação. Sem sucesso. Uma das razões da crítica da promotoria estava justamente nos itens do estatuto que põem a fundação como extensão do patrimônio da família Sarney.
"Tem de haver oxigenação nas fundações. Não se pode confundir a figura do instituidor com a fundação."

Em resposta à minuta encaminhada pelo Ministério Público com as sugestões de mudança no estatuto, a fundação enviou outra minuta, em que concordava em retirar os poderes de Sarney, mas estabelecia que a entidade seria controlada por um "conselho honorário", indicado pela família do senador. O Ministério Público recusou.

Agora, com a intervenção, a promotora acredita que será possível promover as mudanças. "A proposta que apresentaram seria como trocar 12 por uma dúzia."

IncomPeTência até no troca-troca de prisões

[Seria bem mais fácil que em lugar de ficar gastando dinheiro público - dinheiro que é nosso, pois somos contribuintes - levando preso de um lado para o outro, seria uma solução bem mais prática a adoção da PENA DE MORTE já que os bandidos envolvidos no vai e vem são COMPROVADAMENTE culpados e irrecuperáveis.
Não há, fossem eles condenados a morte, a menor chance de ocorrer um erro judiciários.]

Justiça do Rio devolve presos a Catanduvas

Traficantes são barrados no aeroporto Santos Dumont
De um avião para outro

Traficantes que seriam transferidos para Bangu I voltam para presídio de Catanduvas, no Paraná

Os traficantes Isaías da Costa Rodrigues, o Isaías do Borel; Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor; Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fu do Zinco, que seriam transferidos para Bangu I, voltaram para Catanduvas (PR), nesta madrugada.

Os três, que cumprem pena na penitenciária federal de Catanduvas desde janeiro de 2007, retornariam ao presídio de segurança máxima Bangu I graças a uma decisão da Justiça Federal do Paraná.

Entretanto, o juiz Rafael Estrela Nóbrega, da Vara de Execução Penal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, suspendeu a ordem através de um recurso ao Superior Tribunal de Justiça e determinou ao governador Sérgio Cabral que impedisse o desembarque dos marginais, proibindo que fossem recebidos pelos presídios do estado.

O avião que trazia os presos do Paraná pousou no Comando Militar Aéreo Regional (COMAR), que fica na mesma região do Aeroporto Santos Dumont.por volta das 20h30m. Os presos saíram do avião e ficaram no alojamento do terceiro COMAR.

A tripulação e o avião que levaram os detentos de volta ao Paraná foram trocados, a pedido do governador Sérgio Cabral

Os três presos são acusados de comandar de dentro da cadeia uma série de badernas e ataques violentos que aconteceram na cidade um pouco antes do reveillon de 2006. Naquela época ônibus foram queimados, cabines de policiais metralhadas e dez pessoas morreram.

Por: Marcelo Dias

Fonte: Extra e O Globo e GloboNews TV.

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