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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Minas terrestres são ameaça na Colômbia


Uso de minas terrestres aumenta na Colômbia

De acordo com o Ministério da Defesa da Colômbia, desde 2000 mais de sete mil pessoas foram vítimas de minas terrestres no país.

A maioria dessas minas foram espalhadas pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e outras por um segundo grupo guerrilheiro ou por grupos paramilitares da extrema direita.

A Colômbia é signatária do Tratado de Ottawa, que proíbe as minas terrestres, mas o problema está piorando. Descobriu-se que no ano passado o comandante das Farc, Alfonso Cano, ordenou que seus guerrilheiros espalhassem ainda mais minas terrestres pelo país para deter as ofensivas do exército colombiano.

A maioria das vítimas são, de fato, soldados. Metade dos ferimentos dos soldados em campo de batalha são causados por minas, cuja produção é muito barata. Há quatro anos, a média era de 15 soldados feridos por mês. Hoje, são 43.

Cabo Anselmo será autopsiado e finalmente enterrado

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Agosto de 2009.


“Cabo” Anselmo morre hoje à noite na televisão

Edição do Alerta Total

Por Jorge Serrão

O lendário "Cabo" Anselmo – um dos líderes da revolta dos marinheiros que serviu de estopim para o movimento militar de 1964 – será autopsiado e finalmente enterrado neste final de domingo, a partir das 23h 30min, no programa Canal Livre da Rede Bandeirantes.

O Brasil vai conhecer um sujeito de 67 anos que sobrevive clandestino, sem documentos, com problemas de saúde e na falta de dinheiro comum a tantos brasileiros. A inédita foto acima, tirada mês passado pelo nosso funcionário BlackBerry, antecipa uma face que será vista logo mais à noite com o retoque do pó rebatedor da maquiagem televisiva.

José Anselmo dos Santos promete falar o que lhe for perguntado sobre um homem que não existe: o "Cabo" Anselmo. José Anselmo dos Santos, que existe de verdade, deseja comprovar, logo mais, a grande farsa histórica que foi criada em torno do personagem “Cabo Anselmo” – taxado de “traidor” pela Marinha e por aqueles que optaram pela luta armada para implantar o comunismo no Brasil, na Era pós-64.

Anselmo contará alguns detalhes do livro que escreveu com a provocação deste repórter do Alerta Total – com quem se comunica diariamente. Anselmo se compromete a contar detalhes que vão comprovar a grande farsa que é o “Cabo Anselmo”. Sua entrevista de logo mais acabará com o falso mito do passado, construído em cima do nada esperto e pragmático “Cabo” Anselmo. José deseja mostrar caminhos para o presente do futuro. Dele, pessoalmente, e do Brasil.

José Anselmo dos Santos luta para que a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça lhe restitua os direitos e o anistie de verdade – o que não ocorreu até agora. José quer apenas renascer como cidadão. Mas também se sente na obrigação moral de transmitir ao mundo, sobretudo aos mais jovens, as lições pro-positivas de uma vida (ironicamente) sem História Oficial. Tem muito a ensinar.
Aprende quem quiser.

O “Cabo” Anselmo – que nunca foi cabo na vida, apenas um marinheiro de primeira classe – é um cadáver politicamente insepulto da mal contada história brasileira. Da autopsia de sua vida, só vale a pena relatar todos os erros que ele cometeu de verdade para que outros agentes inconscientes das ideologias não entrem, tão facilmente, de gaiatos no navio da História. Sobre ele já foram repetidas centenas de mentiras e fábulas macabras.

O “Cabo Anselmo” participou da guerrilha que sonhava implantar o comunismo no Brasil. No meio da batalha, fez sua própria autocrítica. Sentiu-se usado. Viu que não era aquilo que queria para sua vida e o Brasil. Mas era um prisioneiro das ideologias que se deixou assimilar. Achava-se um cara inteligente e esperto.

No fundo, hoje José Anselmo constata isto, foi um jovem otário – um inocente inútil como tantos outros o foram naquela época de radicalizações pré e pós-64. O "Cabo" - aliado de Leonel Brizola - viveu anos em Cuba aprendendo guerrilha. Quando voltou ao Brasil, no começo dos anos 70, acabou preso e a polícia lhe deu uma não-opção. Colaborava com o sistema de repressão ou “dariam cabo” dele, literalmente. Seu espírito pragmático de sobrevivência bem como a experiência e reflexão na clandestinidade em Cuba, falou mais alto: preferiu sobreviver.

Anselmo insiste que não teve opção:
colaborava, ou morria. O “Cabo” ajudou a destruir a guerrilha por dentro, como infiltrado pelo Departamento da Ordem Política e Social. Jura, por Deus, que nunca matou nem torturou ninguém, nas operações das quais é acusado de ter feito parte nos tempos da repressão ao terrorismo ideológico no Brasil. Mas por ter colaborado com a repressão, acabou assinando sua própria sentença de morte.

Não morreu “justiçado” pelos companheiros que se sentiram traídos. Mas acabou justiçado pela própria história. Ainda mais quando acabou, mais tarde, abandonado pelos “órgãos de repressão” com os quais colaborou. Sem lenço e nem documento, virou um refém de si mesmo, da insegurança material e do medo de ser morto, caso a identidade do seu personagem “Cabo” fosse descoberta.

Na UTI da História tupiniquim, o morto-vivo “Cabo” Anselmo não tem salvação. Já está condenado. Por isso, José quer enterrar o “Cabo-cadáver-insepulto”. Só assim pode dar vida às lições (aprendidas nos erros e acertos) pelo ser humano que existe de verdade. José Anselmo dos Santos, tardiamente, resolveu mostrar sua cara agora e falar porque cansou de viver, amedrontado, escondido em um casulo quase secreto.

Pois é exatamente deste falso abrigo psicológico – mais parecido com uma torturante prisão - que José Anselmo dos Santos resolveu sair. Ele agora só quer colaborar, com sua vivência, para que se escreva, no Brasil, uma história verdadeira – que reflita a realidade dos simples mortais que se trabalham por um objetivo mais humano de vida e querem ser felizes. Só isso. Nada mais.

José Anselmo dos Santos se sente indignado porque foi obrigado a brigar na Justiça Federal, com a Marinha, para ter direito a uma simples carteira de identidade. Além de abraçar esta causa inédita, seu advogado Luciano Blandy também luta administrativamente para demonstrar o óbvio ululante: que José Anselmo dos Santos tem direito à anistia e a receber seus proventos da Marinha, sem necessidadede indenização milionária.

Quem conseguir assistir ao programa logo mais à noite terá a chance de constatar que José Anselmo dos Santos é um homem estudioso e comprometido com valores humanos e na defesa de um Brasil melhor. Se não houver censura ideológica ou “justiçamento” editorial – tão comuns em nossa imprensa tupiniquim -, a entrevista de logo mais com José Anselmo dos Santos vai surpreender até aqueles que aprenderam a odiar o difamado “Cabo” Anselmo.

Tenho a honra e felicidade de ter me tornado amigo de José Anselmo dos Santos. Do personagem inventado "Cabo" Anselmo, com certeza, não seria amigo. Vou comemorar a morte definitiva dele logo mais. E o livro que o José escreveu será o atestado de óbito definitivo do "Cabo". Sem choro e nem vela.

Que a televisão lhe seja leve, José Anselmo dos Santos. Se não for, o livro que você escreveu – assim que alguma editora séria tiver a coragem de publicá-lo – lhe fará Justiça Histórica, dando cabo, definitivamente, do “Cabo” mal inventado.

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

Editor-chefe do blog e podcast

Alerta Total

Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

Promotora suspeita de acobertar criminosos é afastada pelo MP-RJ

MP afasta promotora suspeita de acobertar crimes
O Ministério Público do Rio de Janeiro decidiu afastar a promotora Beatriz Leal de Oliveira por pelo menos 60 dias depois de denúncias de seu suposto envolvimento para acobertar crimes, incluindo execuções, cometidos por policiais militares do Rio.

O Globo revelou o suposto esquema no domingo e informa em sua edição de hoje que o MP deu início a uma investigação criminal. “Não podemos tirar conclusões precipitadas, mas independentemente dos resultados das investigações, o caso é negativo para o MP”, afirmou o procurador-geral de Justiça Cláudio Soares Lopes.

A suspeita da ligação da promotora com o grupo de extermínio (nas palavras do relatório da Polícia Civil sobre o caso) foi levantada a partir de escutas telefônicas (autorizadas pela Justiça). Em uma delas, Beatriz aparece conversando com um cabo da PM, preso acusado assassinato.

Justiça

MP afasta promotora suspeita de acobertar PMS

A promotora Beatriz Leal de Oliveira foi afastada da comarca de Santa Maria Madalena, revelam Jaciara Moreira e Sérgio Ramalho na edição desta segunda-feira de O GLOBO.

A medida, que será publicada no "Diário Oficial do Ministério Público do Estado", foi tomada após O GLOBO revelar, neste domingo, o suposto envolvimento da promotora num esquema para acobertar crimes (incluindo execuções) praticados por PMs em Cachoeiras de Macacu, onde Beatriz Leal atuava até maio passado.

Inicialmente, a promotora será afastada do cargo por um período de 60 dias. No entanto, o MP já iniciou uma investigação criminal que poderá resultar no afastamento dela por tempo indeterminado e também numa ação penal.

- Não podemos ser levianos e tirar conclusões precipitadas, mas, independentemente do resultado das investigações, esse fato é muito negativo para o Ministério Público - afirmou o procurador-geral de Justiça, Cláudio Soares Lopes.

A suspeita de ligação da representante do MP com o "grupo de extermínio formado por policiais" - como descreve o relatório da investigação feita pela Polícia Civil - foi levantada a partir de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Nelas, a promotora fala com o cabo Denílson Custódio de Souza, que está preso no Batalhão Especial Prisional (BEP) sob a acusação de assassinato.

Numa conversa, Beatriz diz a Denílson ter conseguido evitar a transferência dos policiais de seu Grupo de Apoio a Promotores (GAP) de Cachoeiras de Macacu para o Rio. Ela acrescenta que vai levar os policiais para a comarca de Santa Maria Madalena, onde diz estar de "férias", referindo-se à pequena quantidade de processos no município.

"Neste mês, eu despachei seis ações", diz a promotora, rindo, a Denilson.

O Globo

Brasil, um dos poucos países do mundo em que há censura prévia

NYT cita caso de censura brasileira
O The New York Times (em inglês) traz reportagem citando o Brasil como um dos exemplos de como a imprensa da América Latina vem sofrendo censura e restrições por parte dos governos de seus países.

O caso brasileiro citado pelo jornal norte-americano é o do Estadão, que está proibido há 31 dias de publicar informações sobre as investigações contra o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), investigado pela Polícia Federal.

Para o jornal, a censura revela uma preocupação com toda a América Latina, que viu na última década líderes populares subirem ao poder, mas que regrediu com a Justiça apoiando decisões contra coberturas jornalísticas.

Ao lado do Brasil na intolerância do governo a críticas da mídia, aparece o exemplo da Venezuela de Hugo Chávez, que limitou a independência da mídia em seu país com a anulação de licenças de redes de TV e rádios.

Governo não resiste à pressão dos governadores e cede na distribuição dos royalties do pré-sal.

Governo cede no pré-sal
O governo federal cedeu aos governadores do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo e não vai alterar a distribuição dos royalties gerados pela exploração de petróleo no pré-sal, informa O Globo.

A poucas horas do anúncio oficial do novo marco regulatório, que ocorre hoje à tarde, em Brasília, os Estados produtores conseguiram manter suas remunerações diferenciadas e a União vai estudar uma fórmula para manter a participação especial (paga, além dos royalties, para áreas com alto potencial de produção e rentabilidade).

José Serra (PSDB-SP), Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Paulo Hartung (PMDB-ES) estiveram reunidos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite de domingo. Lula também recuou na intenção de mandar a nova Lei do Petróleo em caráter de urgência para o Congresso – sem prazo para aprovar a lei, há mais tempo para debates e mais possibilidade de alterações no texto.

Segundo O Globo, as concessões do governo foram muito maiores do que esperavam os Estados. “Os governadores não fizeram pressão, fizeram considerações”, afirmou o ministro de Minas e Energia Edson Lobão, ao deixar a reunião com os governadores na madrugada de segunda.

O G1 traz uma reportagem afirmando que o mercado espera rapidez e transparência na nova lei.

União cede e dará maior participação de 'royalties' do pré-sal a estados produtores

A forte pressão dos estados produtores na última semana, capitaneada pelo Rio, deu resultado. A poucas horas do lançamento do marco regulatório para a exploração do pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após quase cinco horas de reunião, cedeu a importantes reivindicações apresentadas pelos governadores do Rio, Sérgio Cabral, do Espírito Santo, Paulo Hartung, e de São Paulo, José Serra. Serão feitas alterações na distribuição dos royalties, em favor dos estados produtores, e a União vai estudar uma fórmula para manter a Participação Especial (PE) no regime de partilha de produção. Além disso, o projeto de lei será enviado ao Congresso sem pedido de urgência constitucional.

Com a solução encontrada, Cabral, Hartung e Serra anunciaram que vão comparecer à cerimônia de apresentação do marco regulatório, nesta segunda-feira à tarde.

As concessões feitas por Lula foram muito maiores do que esperavam os próprios estados. O envio dos projetos sem urgência constitucional amplia a margem de debates entre os parlamentares e, portanto, a possibilidade de negociação de outras mudanças desejadas pelos três estados.

A maior vitória de Cabral, Hartung e Serra, porém, ocorreu na divisão da renda do pré-sal. Lula aceitou propor ao Congresso uma distribuição diferenciada dos royalties e estudar a manutenção na PE - o que na prática significa entregar aos entes da federação parte do petróleo que será repassado à União como pagamento pela exploração dos campos de petróleo.

- A questão da PE é que não estava prevista e o governo federal decidiu manter a situação atual. E isso contempla os estados produtores - disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, segundo o qual há mecanismos legais para que a PE seja contemplada no regime de partilha de produção.

Ele disse ainda que será incluído no texto do marco regulatório um dispositivo que garante o cumprimento à lei atual até que o Congresso decida a fórmula final de divisão das riquezas do pré-sal. Perguntado se a pressão dos governadores havia surtido efeito, Lobão afirmou:

- Os governadores não fizeram pressão, fizeram considerações.

O ministro informou que a nova estatal do petróleo será batizada como Petrosal, apesar das resistências de vários integrantes do governo.

A Petrosal representará a União na relação com as empresas que vão explorar o petróleo na camada do pré-sal.

A reunião começou com clima tenso , mas, pouco antes de meia-noite e meia, já havia se tornado uma conversa tranquila e animada, segundo relato de participantes.

No encontro, os governadores defenderam três pontos: a manutenção do atual regime de concessão (com pagamento de royalties e PE), o aumento da parcela da divisão que cabe aos estados produtores (que já recebem mais do que os demais) e o envio dos projetos do marco regulatório sem urgência constitucional (que limita a discussão no Congresso a 90 dias, 45 em cada Casa).

A União não aceitava discutir os dois primeiros. O regime de partilha da produção está escolhido há mais de um ano e a comissão está convencida de que esta é a melhor fórmula para que a sociedade brasileira fique com a maior parte da renda do pré-sal. Já uma redivisão do bolo em favor dos estados produtores provocaria a ira das demais 24 unidades da federação. Mas Lula acabou cedendo ao argumento de que os estados produtores merecem compensação extra. Estão na área de Rio, São Paulo e Espírito Santo 29% do petróleo no pré-sal já encontrado.

A retirada da urgência constitucional já era uma "terceira via" no horizonte de Lula, que assim pode tentar livrar-se das críticas de que deseja impor um modelo à nação, pois o resultado final da divisão será decidido pelos parlamentares dos 27 estados. Atende também aos pedidos da indústria petrolífera, que criticou a opção por uma discussão apressada.

A matemática política também levou o governo a reduzir de três para apenas um o número de projetos de lei relativos ao pré-sal que seriam enviados ao Congresso nesta segunda-feira. O núcleo do governo avaliou que seria melhor concentrar o marco para lidar com menos relatores e abrir o menor espaço possível para que se aprove uma legislação capenga ou fatiada.

No domingo à tarde, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, adiantara que o governo estava considerando reduzir o número de propostas.

A relatoria do projeto ficará com o PMDB ou o PT. Um nome forte é o do líder peemedebista na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).

Os três governadores trabalharam o tempo todo unidos. Desembarcaram no Aeroporto de Brasília e, após uma conversa reservada de cinco minutos, para afinar o discurso, seguiram juntos em uma van para o Palácio da Alvorada, onde chegaram para o jantar com Lula por volta das 19h30m.

No Alvorada, os governadores se encontraram também com a tropa de choque de Lula: os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Edison Lobão (Minas e Energia), que comandam a comissão interministerial que elaborou o marco regulatório do pré-sal, o ministro da Defesa, Nelson Jobim - peemedebista como Cabral e Hartung -, o ministro da Secretaria da Comunicação Social, Franklin Martins, e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Oposição diz que mudará projeto no Congresso

Em nota conjunta divulgada no domingo, partidos da oposição (PSDB, DEM e PPS) criticaram o governo pelo que chamam de tentativa de transformar o pré-sal numa bandeira eleitoral e afirmam que tentarão mudar o projeto no Congresso Nacional. Segundo o texto, na Casa, o projeto estará "desinterditado" e os parlamentares vão discutir a necessidade de alterar a legislação atual, que prevê o regime de concessão.

"A despeito da visão autoritária do presidente Lula e de seus seguidores que vêem a passagem da proposta pelo Congresso como mera formalidade, a oposição poderá questionar a necessidade e a conveniência de se alterar o atual marco legal", diz a nota.

A oposição destaca, ainda, que o pré-sal é uma questão de Estado e isso exige que o assunto seja tratado com transparência, com a participação da sociedade. Alega, ainda, que o projeto passou quase dois anos em conversas restritas dentro do governo.

"Nesta segunda-feira (31), em mais um oba-oba característico do seu governo, o presidente Lula pretende lotar o Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, para a apresentação dos projetos de lei".

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domingo, 30 de agosto de 2009

Vanusa vilipendia símbolo nacional

Hino Nacional é vilipendiado ao ser interpretado pela cantora Vanusa, aparentemente 'mamada'

Transcrito do Blog do Ferra Mula

'Visitando O Mascate, encontrei este video postado, assisti duas vezes e vi que não havia exagero em suas observaçoes.
No Primeiro Encontro Estadual de Agentes Públicos, na Assembléia Legislativa de São Paulo, Vanusa causa incômodo a todos presentes ao cantar o hino nacional brasileiro aparentemente bébada, errando a letra e a melodia...


Observação:-

A Vanusa estourou como um furacão em 1968 e de lá pra cá teve uma vida um pouco conturbada.
Em queda livre, me parece que uma das características dela era armar barracos em lugar público para se aparecer.
Certa vez, em l975 no Teatro Paiol na Amaral Gurgel, assistindo a uma peça teatral, um silêncio sepulcral e de repente "um risadão" sem mais nem menos, adivinha quem? Também apareceu em fotos com o filho em uma revista "gay".

Eu acho que aqui no caso ela vilipendiou um simbolo nacional, não só porque aparentemente estava mamada, mas para se aparecer. É lamentável, porque a considero uma grande cantora, um "vozeirão" de fazer inveja.'

Vejam e ouçam o desrespeito, clicando aqui.

Texto integral, correto e comentado no Hino Nacional do Brasil

Hino Nacional

Letra: Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manoel da Silva

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
*
As margens plácidas (tranqüilas, serenas) do Ipiranga ouviram
o brado (grito) retumbante (estrondoso) de um povo heróico.
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos (cintilantes),
brilhou no céu da Pátria nesse instante.
***
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
*
Se conseguimos conquistar o penhor (garantia)
dessa igualdade com braço forte, o nosso peito
desafia até a morte em teu seio, ó Liberdade.
***
Ó Pátria amada,
Idolatrada
Salve! Salve!
*
Ó Pátria amada,
Idolatrada (adorada, venerada)
Salve! Salve!
***

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
*

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido (intenso, vivo) de amor
e de esperança desce à terra se em teu formoso (belo) céu,
risonho e límpido (transparente), a imagem do Cruzeiro
(constelação do Cruzeiro do Sul) resplandece (brilha).

***
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza, terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
*
Gigante pela própria natureza, és belo, és forte,
impávido (destemido, corajoso) colosso (gigante).
E o teu futuro espelha (reflete) essa grandeza,
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
És mãe gentil (amável) dos filhos deste solo.
Pátria amada,
Brasil!
***
Deitado eternamente em berço esplêndido
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

*
Ó Brasil, florão (abóbada, cúpula) da América, (tu) fulguras (brilhas)
iluminado ao sol do Novo Mundo deitado eternamente
em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo.

***
Do que a terra mais garrida
teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
*
Teus campos risonhos e lindos têm mais flores,
nossos bosques têm mais vida,
nossa vida no teu seio (tem) mais amores
do que a terra mais garrida (enfeitada, graciosa).
***
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula:
Paz no futuro e glória no passado.
*
O lábaro (bandeira) que ostentas (exibe) estrelado
seja símbolo de amor eterno. E o verde-louro desta
flâmula (bandeira) diga: paz no futuro e glória no passado.

***
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
verás que um filho teu não foge à luta,
nem teme, quem te adora,a própria morte.
*
Mas, se a clava (bastão usado como arma)
Forte da justiça (tu) ergues,
verás que um filho teu não foge à luta, nem teme a
própria morte quem te adora.
***
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Patria amada,
Brasil!

Vocabulário :

Plácidas - tranqüilas, serenas, sossegadas;

Brado retumbante : grito, estrondoso que faz eco;

fúlgidos - cintilantes , brilhantes;

penhor - garantia;

seio (em teu)- coração, dentro do peito;

Idolatrada - muito querida, adorada;

Vívido - brilhante, luminoso;

Límpido - puro, sem nuvens;

Cruzeiro resplandece - contelação Cruzeiro do Sulbrilha;

Impávido colosso - corajoso, grande, gigante;

Espelha - reflete;

Mãe gentil - generosa;

Esplêndido - magnifico;

Fulguras, ó Brasil, florão da América - brilhas - enfeita;

Novo Mundo - América;

Garrida - enfeitada;

Lábaro - bandeira;

Ostentas - exibes;

Verde louro - verde amarelo;

Flâmula - bandeira;

Clava- arma, força;

"Nossos bosques tem mais vida"
"Nossa vida" no teu seio " mais amores" ( Estes versos são do Poema Canção do Exílio de Gonçalves Dias)

Serra e Aécio, ainda, adversários cordiais

Serra x Aécio separados, porém juntos
Os governadores de São Paulo e Minas Gerais traçam estratégias opostas para assumir o comando da oposição e rivalizam em obras e realizações - mas nenhum deles ganhará a eleição sem o apoio do outro

Esqueça a chapa puro-sangue - aquela que teria José Serra como candidato a presidente e Aécio Neves como seu vice. Ela só existe na cabeça do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nos próximos quatro meses, os governadores de São Paulo e de Minas Gerais dominarão a cena da oposição na batalha pelo direito de enfrentar o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva numa eleição fundamental para definir um novo projeto para o Brasil. José Serra, 67 anos, e Aécio Neves, 49, são diferentes em muita coisa: no jeito de fazer política, nas prioridades de governo e, até onde deixam antever, no projeto para o Brasil.

Mas estão no mesmo partido e, pelo acordo tácito estabelecido entre os líderes do PSDB, terão até dezembro para que um se mostre mais viável que o outro como candidato a presidente da República. Até lá, contudo, o dilema do PSDB será esmiuçado em um jogo político de duas frentes. Para o eleitor comum, eles desfiarão um rosário de estatísticas, inaugurações, obras e programas de governo - com o objetivo de subir nas pesquisas de intenção de voto. Mas também irão acelerar a peregrinação pelos Estados, de olho em alianças regionais e na conquista dos filiados do PSDB. Se até dezembro nenhum dos dois se sobrepujar, uma eleição geral, no início de 2010, entre os 350 mil integrantes do partido indicará o comandante da oposição na batalha contra o governo Lula. O vencedor definirá com que estilo, velocidade e rumo o Brasil irá caminhar para se tornar uma nação desenvolvida. E é por isso que, daqui por diante, a temperatura no PSDB não vai parar de esquentar.

Apenas na última semana, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, rodou mais de dez mil quilômetros para frequentar reuniões partidárias e eventos políticos. Foi a Aracaju, Fortaleza, Rio de Janeiro, Florianópolis e Brasília. Seus adversários dentro do PSDB olham as pesquisas de intenção de voto e alardeiam que ele roda, mas não sai do lugar. De fato, o governador de Minas está estacionado na casa dos 15% nas pesquisas em que aparece como o candidato do PSDB à Presidência.

Seus aliados argumentam que Aécio ainda não foi descoberto pelo eleitor comum, mas dentro do partido tem feito um estrago, por enquanto silencioso. Na sexta-feira 28, os parlamentares tucanos de todos os Estados se reuniram num hotel do Rio de Janeiro para discutir a sucessão. Nenhum governador foi convidado porque a estrela do encontro era o cientista político Antônio Lavareda, uma espécie de mago das pesquisas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. "Queremos entender o que as pesquisas realmente mostram e qual o potencial de cada candidato", explicou um líder do PSDB. A pesquisa apresentada por Lavareda mostra que o eleitor está satisfeito com o Bolsa Família de Lula, mas que há enorme insatisfação com a carga tributária. "Desta vez, não vamos permitir o discurso de que o PSDB é contra os programas sociais", afirmou a vice-presidente do partido, senadora Marisa Serrano (MS).

O cativante e o racional

No contato com a militância, Aécio levou vantagem nas duas únicas viagens que fez ao lado de Serra. No Rio e no Paraná, ele foi recebido com um entusiasmo que não se viu em relação a Serra. "São as diferenças de personalidade", justifica o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE). "O Serra faz um discurso mais racional." O fato é que o governador de São Paulo acabou por adiar o terceiro embate, que deveria ter ocorrido em Aracaju, na sextafeira 21. Na última hora, Serra remarcou sua presença no encontro estadual do PSDB para o dia seguinte à passagem de Aécio.

Fonte: Revista IstoÉ

Clique aqui, para ler na íntegra

Adversária da Dilmona dá o primeiro passo para a divisão de votos

Marina assina filiação ao PV

Em cerimônia em São Paulo, a senadora (AC) afirmou que a decisão sua candidatura à Presidência da República será tomada no ano que vem

A senadora Marina Silva (AC) assinou neste domingo (30) sua filiação ao PV. Na cerimônia em São Paulo, em clima de comício, a ex-ministra do Meio Ambiente afirmou que a saída do PT foi “difícil e dolorosa”, mas que agora vivia um momento alegre. “Às vezes, dentro de uma casa, é necessário que a gente saia para fazer a sua própria casa. Isso não significa se que está rompendo com o seu passado. Estou saindo para fazer outra casa, e para morar talvez na mesma rua”, afirmou.

Em discurso de 40 minutos, Marina afirmou que não tem mais a ilusão de um “partido perfeito”, como disse que tivera na juventude. "Não venho com o sonho do partido perfeito que acalentei na juventude, mas com a certeza de que os homens e mulheres de bem aperfeiçoem as instituições partidárias", afirmou.

Marina sai do PT após 30 anos de militância

É possível que ela seja candidata do PV à Presidência da República no ano que vem. Porém, no evento deste domingo (30), ela afirmou que a decisão sobre o assunto só será tomada em 2010.

Cerca de mil pessoas participaram da cerimônia. Marina foi saudada aos gritos de “Brasil, urgente, Marina presidente!”.

O presidente do PV, José Luiz Penna, afirmou que a decisão sobre a disputa presidencial cabe à senadora: “Se a Marina decidir, nós vamos apoiar. É uma questão de conforto – de ela se sentir confortável com a candidatura”.

A volta da CPMF

Voltamos a debater o retorno da CPMF

Ocorreu aquilo que era previsível como a passagem do dia após a noite e a chegada da velhice depois da juventude. Em tempos de crise as pessoas perdem emprego e precisam de mais auxílio, adoecem com facilidade e batem às portas do governo. Nessa situação, as despesas do Estado crescem mas as receitas diminuem. É natural.

Na Folha de hoje, Gustavo Patu informa que, pela primeira vez em dez anos, o déficit do chamado orçamento social bateu em R$ 19 bilhões. O dado não chega a ser novidade. Poderia ter ocorrido no ano passado, mas o crescimento espetacular da economia idem ajudou a esconder o que ocorria no mundo real. Ocorreu em 2009, em função de uma queda brutal na atividade econômica provocada pela crise internacional.

A novidade do mundo real é que desde 2008 o governo tenta sobreviver sem os recursos da CPMF, abolida pelo Senado naquela que foi uma das maiores derrotas parlamentares do governo Lula. Com isso, quase R$ 30 bilhões deixaram de ser entregues aos cofres públicos. Desse total, R$ 12 bilhões iam para a Saúde, R$ bilhões para a Previdência Social, outros R$ 6 bilhões para os fundos contra a Pobreza. Outros R$ 4 bilhões iam para o caixa do Tesouro.

A única utilidade dessa situação é permitir uma reflexão sobre o que fazer. Conformados com a realidade de que não há almoço grátis, está na cara que, cedo ou tarde, o país terá de encarar duas opções. Ou corta essas despesas, ou encontra um jeito de pagar a conta.

A CPMF era um imposto claramente distributivo: retirava 0,35% das movimentações bancárias para repassá-los àqueles serviços usados de preferência pelos mais humildes. Como as pessoas com mais recursos têm mais dinheiro para movimentar, o percurso da CPMP saía do bolso dos mais ricos para chegar aos mais pobres. Num país com a nossa distribuição de renda, não consigo enxergar um erro grave nessa idéia.

Mesmo admitindo-se que uma parcela se destinasse ao pedágio histórico de nossos burocratas e políticos — o que é lamentável — é desonesto argumentar que era um dinheiro que servia basicamente a propina e ao desperdício.

Basta visitar quem recebe o Bolsa Família para constatar que sua ajuda mensal de R$ 120 ajuda milhões de cidadãos a enfrentar uma condição de penúria com menor sofrimento — e alguma perspectiva. As aposentadorias que são reajustadas pelos aumentos do salário mínimo garantem uma certa dignidade à velhice pobre, que em pontos distantes do país responde pelo bem estar de filhos e netos.

Não há o que elogiar na saúde pública — mas não é dificil imaginar o que irá ocorrer com ela, com um desfalque anual de R$ 12 bilhões.

É claro que, num país onde o Estado cobra muito e devolve pouco, esse debate é sempre delicado. Tenho certeza de que muitos de nossos leitores odiavam a CPMF, até porque todos nos sentimos tungados pelo Leão.

Mas estamos diante de uma questão prática como o dinheiro para comprar tamiflu. Começou a cair a verba que se destina aos mais pobres — e o país terá de discutir o que fazer diante disso, num debate que envolve a nação na qual preferimos viver.

Fonte: Blog do PML

América do Sul pode iniciar corrida armamentista

Sob ótica da falida UNASUL há risco de corrida armamentista na América do Sul

A reunião da União de Nações Sul-americanas (Unasul) desta sexta-feira voltou a lançar luz sobre uma questão que há algum tempo preocupa autoridades e especialistas: a possibilidade de que a região caia numa corrida armamentista. Alguns alertam para o risco de o acordo militar Colômbia-EUA servir de pretexto para o aumento dos gastos em armamento. Outros ressaltam já existir uma dinâmica de modernização das Forças Armadas locais que precede essa polêmica. No último ano, os gastos militares na região aumentaram 30% segundo o centro de estudos argentino Nueva Mayoría.

"Por que não analisamos esse processo de compra de armas vergonhoso?", propôs o presidente peruano, Alan García, na Unasul. "Em 2008, gastamos US$ 38 bilhões em armas, dinheiro que poderia ajudar milhares de famílias." O governo colombiano, que desde 2002 recebeu US$ 6 bilhões dos EUA para o combate às drogas, chegou ao encontro de sexta-feira munido da lista dos acordos de outros países. A Venezuela fechou parcerias com o Irã e a Rússia. Comprou US$ 4 bilhões em caças, helicópteros e fuzis de Moscou e fez uma operação militar conjunta.

O Brasil assinou um contrato de mais de US$ 8 bilhões com a França prevendo a compra de helicópteros, jatos e a construção de um submarino nuclear. O Peru espera uma ajuda de US$ 1,2 bilhão dos EUA para o combate ao tráfico, a Bolívia deve comprar US$ 100 milhões em armas russas. E o Equador adquiriu 6 aviões de guerra de Israel e 24 do Brasil.

Fonte: Agência Estado

ChaveS perde espaço na UNASUL

A reunião da UNASUL, encerrada ontem, representou em termos práticos a extinção daquela organização.

[Na realidade a UNASUL buscava ser o embrião da URSAL - União das Repúblicas Socialistas da América Latina - que conforme planos da organização criminosa Foro de São Paulo - FSP, substituiria a extinta URSS.

Só que os planos do Foro de São Paulo foram por água abaixo, por várias razões, das quais destaco:
- primeira, o Putin, está reerguendo, ainda que de forma velada, a extinta URSS e com isso qualquer tentativa de recriar a 'mãe do comunismo' sob outro nome e cobertura, perdeu o sentido;
- segunda, as esquerdas, felizmente, nunca se entendem e a UNASUL virou um 'balaio de gatos' que já entrou em processo de autoextinção.

Com isso os planos da corja liderada por ChaveS, cocalero Morales, Correia, Lula e outros do mesmo naipe estão sendo implodidos.]

Documento da Unasul pode virar armadilha para Chávez

Termos vagos da declaração final criam ambiente desfavorável para parcerias como a que Caracas ofereceu à Rússia

A Colômbia de Álvaro Uribe saiu imune da reunião de cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), na sexta-feira, em Bariloche. Já a Venezuela de Hugo Chávez caiu em uma espécie de arapuca. O polêmico acordo entre Colômbia e EUA deixou como herança a criação de um mecanismo vago o bastante para embaraçar futuros acordos militares entre sócios do bloco e países de fora da América do Sul.

Entre os acordos que poderiam ser freados estão os que envolveriam a Venezuela e a Rússia - em março, antes da polêmica sobre as bases colombianas, Chávez afirmou que permitiria que bombardeiros russos utilizassem a ilha caribenha de La Orchila. Meses antes, Venezuela e Rússia realizaram exercícios militares conjuntos, o que irritou Washington. O comércio de armas também será monitorado pelo Conselho de Defesa da Unasul.

O texto, entretanto, é confuso e chegou a ser classificado como ininteligível pelo presidente peruano, Alan García. O documento defende a adoção de "mecanismos concretos de implementação e garantias para todos os países aplicáveis aos acordos existentes com países da região e extraregionais", sem mais detalhes.

A reunião de cúpula, em si, expôs e aprofundou fissuras na região andina. Os ataques e cobranças entre Venezuela, Equador e Bolívia, de um lado, e Colômbia e Peru, de outro, estamparam conflitos que se arrastam há décadas e poderiam minar o projeto de integração idealizado, originalmente, pelo Brasil. Mas no fim do debate, o acordo EUA-Colômbia foi mantido intacto.

"As pessoas (presidentes) precisavam fazer sua catarse, colocar para fora seus sentimentos, desabafar, falar para a sua televisão", resumiu o chanceler brasileiro, Celso Amorim. "Claro que as duas horas finais de debate não acrescentaram nada porque o documento estava pronto. Mas, talvez, se houvesse tentativa de aprová-lo duas horas antes, não fosse possível", completou, para justificar a catarse coletiva.

O documento final da reunião de Bariloche elencou seis tópicos. O de número três expôs os limites para que outros países da região - em especial, a Venezuela - se aventurem no mesmo caminho da Colômbia. Também deixou um sutil compromisso de que as ações militares americanas na Colômbia não se estenderão pelos vizinhos. "Para um bom entendedor, meia palavra basta", afirmou Amorim.

Para Amorim, embora a reunião não tenha alcançado um acordo geral sobre as questões de segurança e de soberania na América do Sul, esse tópico trouxe um "avanço" no processo de solução do dilema gerado pelo acordo EUA-Colômbia.

A próxima etapa desse processo se dará em setembro, quando o Conselho de Defesa - chanceleres e ministros da Defesa - e o Conselho de Combate ao Narcotráfico se reunirão para detalhar este e outros tópicos que ficaram pendentes em Bariloche. O local natural do encontro será o Equador. Mas, como esse país rompeu relações diplomáticas com a Colômbia, haverá resistência de autoridades de Bogotá em participar.

Essa rodada ministerial deverá detalhar o que se entende por garantias para acordos militares e definir o que são e como serão implantados os mecanismos de geração de confiança entre os Estados. Mas terá também a tarefa de destrinchar o Livro Branco do Comando de Mobilidade Aérea, documento denunciado por Chávez como um plano estratégico americano que define Palanquero, na Colômbia, como uma "base expedicionária".
Fonte: O Estado de São Paulo

sábado, 29 de agosto de 2009

STF torna o Brasil o país da impunidade

Brasil: país onde o criminoso é chamado de cidadão

"A marcha da maconha é legal", diz STF

Quem visita o gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello está acostumado a ouvir música clássica. O som de Franz Liszt é sua inspiração ao redigir os pareceres em processos sempre empilhados aos montes sobre as mesas, para tentar dar conta de um trabalho invencível. Aos 63 anos, sem esmorecer diante da infindável demanda jurídica, o ministro completa quatro décadas de dedicação ao que para muitos seria enfadonho ou repetitivo, mas, para ele, é paixão. Por isso é reverenciado no mundo jurídico. Ele não delega a redação de seus votos a ninguém e muitas vezes trabalha até as cinco horas da manhã. Homem de hábitos simples, um de seus maiores prazeres é comer hambúrguer no McDonald's.

Ao receber ISTOÉ, fez questão de demonstrar a revolta com o que está acontecendo no Senado. "Os atos secretos me preocupam não apenas como juiz, mas como cidadão desta República." Explicou que raramente aplica o sigilo aos processos dos quais é relator. Ao contrário, muitas vezes antecipa suas decisões. Revelou que votará a favor dos organizadores de passeatas pela descriminalização da maconha, acusados de apologia da droga. "Se o cidadão não pode expor seu argumento a favor do uso da maconha, ele está tendo o direito de opinião cerceado."

ISTOÉ - O que mais impressionou o sr. nesses 20 anos de Supremo Tribunal Federal?

Celso de Mello - A promulgação da Constituição em 1988 restabeleceu a confiança e a fé na excelência do regime democrático. Restabeleceram- se as liberdades públicas, suprimiram- se as restrições que até então haviam sido autoritariamente impostas e transformou-se o Judiciário num sujeito concretizador dos anseios que a Constituinte exprimiu. Deu-se ao Judiciário, e em particular ao STF, um poder excepcional. Veja o exemplo do mandado de injunção: foi o meio de que se valeu o STF para suprir omissões do Parlamento tão lesivas quanto as próprias ações do Poder Público que transgridem diretamente a ordem constitucional.

Houve um instante em que se criticou o denominado ativismo judicial do Supremo.

ISTOÉ - Há quem diga que a Constituição foi longe demais, pois havia grande peso de ideias progressistas. Seria necessária, então, uma revisão constitucional.
Mello - Melhor fora se a Constituição do Brasil fosse sintética e não analítica. Isso gerou uma situação que levou o professor Miguel Reale (jurista), tão logo foi promulgada a Carta, a apontar para a existência de um "totalitarismo normativo".

ISTOÉ - O ideal seria uma Constituição sucinta como a americana?
Mello - Eu diria uma Constituição mais sintética, como a que tivemos em 1891. Proclama-se que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, mas estamos nos defrontando diariamente com problemas de acesso do cidadão aos medicamentos e a práticas cirúrgicas. Até que ponto, considerada a cláusula da reserva do possível, já que o cobertor é pequeno, o Judiciário pode implementar políticas públicas ditadas pela Constituição na área da saúde?

O sr. se refere a casos em que o Estado não cobre um tratamento?
Mello - Sim. Fui relator de muitos processos oriundos do Rio Grande do Sul contra o Estado, sob a administração petista, e contra o município de Porto Alegre, também sob a administração petista. Estado e município negavam aos seus cidadãos o acesso a medicamentos para portadores do vírus HIV. Muitas vezes eram pessoas desprovidas de recursos financeiros e o acesso ao Judiciário representava a diferença entre a vida e a morte. O STF reconheceu os recursos.

ISTOÉ - Outro caso que provocou muita polêmica nesses últimos anos do STF foi a taxação dos inativos.
Mello - Fui o relator da primeira ação direta de inconstitucionalidade dessa tributação, porque a contribuição previdenciária é um tributo. Entendemos que era inconstitucional a lei votada no governo Fernando Henrique, que impunha essa contribuição. Posteriormente, já no início do governo Lula, foi promulgada uma emenda à Constituição. No meu voto, eu dizia que uma lei não pode contrariar a Constituição, impondo novo desconto a quem já contribuiu e, em função de sua contribuição, obteve o benefício previdenciário. No segundo instante promulgou-se a Emenda Constitucional 41. E eu fiquei vencido num longo voto.

ISTOÉ - O sr. acha a taxação dos inativos injusta?
Mello - A contribuição dos inativos é injusta porque o cidadão contribuiu durante o seu período de vida útil e agora sofre nova tributação quando deveria ter acesso integral ao benefício. O fato de o meu voto ter sido vencido não significa nada. Muitas vezes no voto vencido está plantada a semente para depois alterar a jurisprudência.

ISTOÉ - O inativo também não recebe reajuste igual ao das categorias de funcionários ativos. Mello - Embora devesse, porque a Constituição construiu um modelo de seguridade social que envolve três domínios distintos: o da saúde, o da assistência e o da previdência social. Em relação à saúde e à assistência, não há contribuição. Num acidente, a pessoa é levada ao hospital público e não precisa remunerar o hospital. A saúde não exige contribuição, a assistência não exige, mas a previdência exige.

ISTOÉ - Em que outros casos o sr. acha que o STF se equivocou?
Mello - Lembro-me que em 1989 surgiu a discussão em torno da fidelidade partidária. A exigência de fidelidade poderia ser imposta aos parlamentares eleitos ou os "trânsfugas" poderiam se beneficiar dessa verdadeira migração partidária, naquilo que o Flávio Bierrembach chamou de "turistas de legenda". O STF entendeu naquele momento que a fidelidade não gerava perda do mandato, fomos vencidos eu e o Paulo Brossard (ex-ministro). Passaram- se quase duas décadas e fui relator da mesma matéria. Coincidentemente, quem fez a sustentação oral em favor de que o desrespeito à fidelidade partidária gera a perda do mandato foi o ex-ministro Brossard como advogado. O tribunal, por 9 votos a 2, sufragou.

ISTOÉ - Nesses 20 anos de STF, qual foi o caso mais folclórico?
Mello - Uma questão penal envolvendo duas médicas do interior de São Paulo. O cachorro de uma delas comeu o gato da outra. Isso gerou um conflito de vizinhança que acabou provocando um ilícito penal que veio ao STF. Um caso patético.

ISTOÉ - Como o sr. vê a crise no Senado?
Mello - Vejo com muita preocupação a revelação desses escândalos, em termos institucionais e em termos constitucionais. A existência dos atos secretos revela o desapreço do Senado pelo princípio da publicidade, legitimador de quaisquer decisões estatais, não importa se do âmbito do Executivo, do Judiciário ou do Legislativo. Esse fascínio pelo mistério, esse culto do segredo estigmatiza aquela prática administrativa. Estigmatiza porque ofende o postulado da publicidade. Fico muito preocupado não apenas como juiz, mas como cidadão desta República. Lembro-me de uma frase lapidar de Norberto Bobbio quando analisa essa questão: "No regime democrático não há espaço possível reservado ao mistério, a essência da prática democrática reside no exercício do poder público em público." O mistério e o sigilo que muitas vezes qualificam práticas governamentais devem ser repudiados. Aqui no STF, normalmente não imponho caráter sigiloso aos processos penais de que sou relator.

ISTOÉ - Hoje, há abuso na aplicação do segredo de Justiça?
Mello - Acho que há. E noto que tem havido também no âmbito do Judiciário a utilização excessiva do regime de sigilo. Essas são questões que devem ser debatidas publicamente e sob o permanente escrutínio público. A publicidade viabiliza o controle social. No julgamento do mensalão houve a divulgação na TV Justiça.

ISTOÉ - Os poderosos no Brasil são desprovidos de caráter como o personagem literário Macunaíma?
Mello - Sim. Mas Mario de Andrade, ao falar do herói sem caráter, quis dar um sentido de um herói ingênuo. E não sei se há muita ingenuidade no que se vê por aí. Quando discutimos decidir essa questão. No mês que vem, haverá uma reunião na Venezuela, a convite do Hugo Chávez, e quem vai estar presente? O ditador do Sudão.

De Caracas a Brasília é um pulinho. Mas há um problema: se o STF decidir a tempo e decretar sua prisão, ele tem que ser preso. O Celso Amorim vive dizendo: "Vamos ser fiéis aos nossos compromissos com a adesão ao Estatuto de Roma." Ora, um dos compromissos é o de decretar a prisão, quando solicitada pelo Tribunal Penal Internacional, de qualquer um, inclusive de um chefe de Estado em pleno exercício de seu mandato. Não sei o que vai acontecer se o presidente do Sudão se convidar a vir ao Brasil.

ISTOÉ - O sr. é relator da ação que tramita sobre a legalidade da marcha da maconha. Qual a sua decisão?
Mello - Eu discordo dos delegados que não autorizam a realização de tais marchas, sob a justificativa de que significam apologia do uso de drogas. O cidadão tem o direito de defender o uso da maconha. Ora, se o cidadão não pode expor seu argumento a favor da maconha, ele está tendo o direito de opinião cerceado. O que está em jogo, nesse caso, é a liberdade de expressão.

ISTOÉ - O sr. está pensando em não ficar no STF até os 70 anos?
Mello - Faz 40 anos que estou nessa área. Teria mais sete anos. Penso em me aposentar antes, talvez em 2011. Já me preparo para isso. O ritmo de trabalho aqui é muito intenso.

[é preciso ter em conta que em nome da liberdade de expressão não pode se permitir a defesa da prática de atos criminosos; o usuário da maconha, o safado do viciado, do drogado, além de ser um dependente de uma droga nojenta é também o grande incentivador do tráfico de drogas, póis não havendo consumo não há interesse no fornecimento.

Se não existisse o viciado nojento, o maldito usuário de drogas, com certeza nenhum bandido iria investir um centavo sequer no comércio, tráfico e distribuição da maconha e outras drogas.

Sempre pergunto: quem tem interesse em furtar hidrômetros? relógio de luz? Um único motivo impede o furto de tais equipamentos que é o não haver demanda.]

A UNASUL acabou

Cúpula da Unasul acentua divisão da região

Resta saber a corja da organização criminosa Foro de São Paulo - FSP ainda acha possível que a UNASUL se transforme na URSAL

A reunião de cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul) realizada ontem, em Bariloche, acentuou a divisão da região em torno do acordo entre Estados Unidos e Colômbia, que prevê a presença de forças militares norte-americanas em sete bases colombianas por dez anos. O encontro durou 7 horas e foi marcado pelas trocas de insultos e acusações. Ao fim, os países conseguiram chegar a um acordo que trata com termos vagos os temas mais sensíveis relacionados à segurança regional e tenta traçar uma estratégia para recuperar a confiança mútua.

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, não apresentou aos outros líderes da região a esperada garantia jurídica de que as ações militares dos EUA não se estenderão aos territórios dos países vizinhos. Tampouco apresentou com clareza os termos do acordo.

[acordo entre duas nações soberanas não precisa ser apresentado a ninguém. E isto com certeza o chanceler de araque, o Marco Aurélio TOP TOP Garcia sabe.]

Uribe tornou-se alvo de ataques da Venezuela, do Equador e da Bolívia, que rechaçam o acordo com os EUA, mas conseguiu incluir no documento final do encontro um repúdio à ação de grupos armados na região e o "compromisso de fortalecer a luta e a cooperação contra o terrorismo, a delinquência transnacional organizada e delitos conexos: o narcotráfico e o tráfico de armas".

Durante os debates, o Peru manteve seu alinhamento com a Colômbia - embora tenha feito algumas ressalvas. O Brasil, a Argentina, o Chile, o Paraguai e o Uruguai tentaram amenizar os atritos, numa tentativa de preservar o processo de integração da Unasul. Mas o que se verificou foi justamente o "rompimento da confiança entre alguns membros da Unasul", como resumiu a presidente argentina, Cristina Kirchner. Antes mesmo do encontro terminar, o presidente peruano, Alan García, e o uruguaio, Tabaré Vázquez, voltaram para casa, alegando ter compromissos em seus países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

[o que esses líderes de coisa nenhuma, tipo Lula, Kirchner, cocalero Morales, Cheves, pensam que são?

A UNASUL é o embrião da URSAL que pretendia ser a URSS da América do Sul.

A URSAL, cria da organização criminosa Foro de São Paulo – FSP (o FSP tem entre seus fundadores o Apedeuta e pretendia ser a URSS da América Latina, tendo um presidente único – o cotado era o COMA ANDANTE Fidel Castro, mas como para este o diabo já reservou o espeto, o novo, e único, candidato é o ditador ChaveS.

O país presidido pelo presidente supremo da URSAL, no caso a Venezuela, seria o centro do poder, o cérebro das decisões e aos demais países, membros da URSAL, caberia o papel de satélites do governo supremo da URSAL.

O Putin com a idéia de reerguer a URSS esfriou os ânimos da trupe do FSP, mas com o Lula colocando o Brasil de ‘quatro’, será fácil tornar realidade a URSAL e o Brasil será um dos mais insignfiicante smembros.]

Está de PARABÉNS o presidente Álvaro Uribe por não aceitar, de fato, a hegemonia da UNASUL e também não prestar contas nem assumir compromissos que envolvam a SOBERANIA da Colômbia.]

Seu computador não quer ligar. Não se desespere, as vezes é simples resolver

Utilidade Pública

O que fazer quando seu computador se recusa a ligar?


Ontem seu computador estava funcionando corretamente. Mas bastou mudá-lo de lugar para ele não ligar mais. O problema pode estar relacionado a algum componente que se soltou durante a movimentação do equipamento.

Sacolejar o gabinete durante uma mudança especialmente quando se utiliza um carro para essa tarefa pode desconectar alguns componentes de seus slots correspondentes.

Resolver esse problema não é algo complicado, mesmo para quem tem pouco conhecimento sobre a parte física do computador (hardware). Alguns cuidados básicos e um pouco de atenção podem solucionar a falha.


Aterramento: Vários dos componentes internos do computador são extremamente sensíveis a descargas elétricas, mesmo a proveniente de energia estática. Por esse motivo, antes de abrir o gabinete onde se encontra a CPU, mova-a para uma área sem carpete. Se possuir uma pulseira antiestática, coloque-a; caso contrário, toque em alguma superfície metálica que tenha contato com o solo ou uma parede. Isso irá assegurar que qualquer carga estática que seu corpo possa ter acumulado será descarregada. Com o equipamento desconectado da tomada, abra o gabinete, retirando os parafusos (caso haja) ou movendo as travas existentes.


Procure por algo fora de lugar: Uma vistoria geral pode indicar algo estranho - cabos soltos ou desconectados ou um slot vazio (que já não estivesse antes). Em geral, não deveria haver cabos sobrando dentro do gabinete; caso encontre algum, as chances de ser ele a causa do problema são grandes. Na quase totalidade das vezes, não há conectores que possam se encaixar em mais de um lugar. Por isso, localize o ponto de onde ele se soltou e o reconecte. Verifique os cabos que aparentemente estejam em seus lugares; a movimentação do gabinete pode ter desencaixado um pouco eles, mas não o suficiente para tirá-lo totalmente do conector.


Verifique as placas PCI e placas gráficas: Desparafuse cada placa PCI (são aquelas que têm alguma porta voltada para o lado externo do gabinete) que existe no PC e as desencaixe dos respectivos slots. Recoloque cada uma delas cuidadosamente (em geral há um 'click' quando ela está na posição correta) e fixe os parafusos novamente. No caso das placas gráficas (GPU) e dos cartões de memória, pode haver uma barra plástica fixadora, que precisa ser desencaixada e levantada para que o componente possa ser removido. Desconecte-os e recoloque no lugar (também é possível ouvir um 'click' quando o encaixe acontece). Ao movimentar os componentes, procure segurá-los pelas bordas, evitando que qualquer oleosidade que possa haver em suas mãos possa alcançar algum item importante, danificando-o.


Verifique o encaixe dos módulos de memória RAM: A maioria das placas-mãe libera os módulos de memória se você pressionar as alavancas localizadas nas laterais desses módulos. Faça isso e a memória RAM irá desencaixar. Deixe as alavancas abertas quando retirar a RAM. Para encaixá-lo novamente, empurre o módulo da RAM para baixo, sem utilizar muita força, para encaixar a memória novamente. Você verá as alavancas voltarem a posição inicial. Lembre-se de nunca forçar o encaixe de qualquer componente do PC.


Feche a CPU e tente ligar o PC: Caso o problema persista, remova o cabo de força da tomada, abra o gabinete novamente e remova todos os componentes que não são originais do PC (por exemplo, placas PCI, GPU e módulos de memória adicional). Feche o equipamento e tente ligá-lo novamente. Se o equipamento funcionar, o problema está relacionado a alguns dos componentes removidos. Recoloque-os um a um e ligue o equipamento a cada item adicionado até descobre o que está com problema, substituindo-o por um novo.


Problema no disco: Outra falha que pode acontecer decorrente de um transporte descuidado do gabinete é com o disco rígido (HD). Embora modelos mais novos possuam tecnologia que impede que sejam danificados - ao se desligar o equipamento as cabeças de leitura/gravação são recolhidas para um posição que impedem q toquem fisicamente o disco durante o transporte -, o HD pode ser danificado. Neste caso, o PC pode até ligar, mas pode ocorrer erro de leitura do disco e, consequentemente, o sistema operacional não será carregado. Caso isso ocorre, tente fazer a inicialização do PC com um outro disco rígido que possua sistema operacional instalado, e - caso o disco com problemas possa ser lido, faça backup (caso não tenha do disco com problema) e formate-o e reinstale o sistema operacional, seus aplicativos e copie seus dados para ele novamente.


Fonte: Yahoo Tecnologia

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A pessoa de Vossa Excelência não tem excelência nenhuma


A uma Excelência

Desafio Vossa Excelência (refiro-me à excelência do seu cargo, pois na sua pessoa não vejo excelência nenhuma) a provar que estou mentindo:

A tortura é crime hediondo, com o atenuante de, no Brasil, ter sido praticada

seletivamente contra terroristas assassinos.

O terrorismo também é crime hediondo, com o agravante de ter sido praticado contra populares inocentes. Os crimes de tortura, reais e supostos, já renderam às suas vítimas alguns bilhões de reais em indenizações, enquanto as vítimas do terrorismo não receberam nem mesmo um pedido de desculpas. São tratadas como uma escória desprezível, culpadas de terem se atravessado, por bobeira, no caminho do carro da História, então carregadinho de trastes como Vossa (humpf!) Excelência.

O governo representado por Vossa (repito a ressalva) Excelência tem dado apoio ao regime cubano, que, numa população muito menor que a brasileira, torturou e matou e continua torturando e matando aproximadamente cinqüenta vezes mais pessoas do que a ditadura brasileira. Vossa (argh!) Excelência é portanto pelo menos tão culpado de cumplicidade moral com a tortura quanto aqueles a quem acusa.

O governo que Vossa (com o perdão da palavra) Excelência representa dá apoio ao regime da Coréia do Norte, que neste mesmo momento tem duzentos mil prisioneiros políticos encarcerados nenhum terrorista entre eles, só civis desarmados --, submetidos não só a torturas e maus tratos infinitamente piores do que aqueles infligidos aos terroristas brasileiros, mas também a trabalhos forçados, dos quais os bandidos amados de Vossa (?) Excelência foram totalmente poupados pela ditadura. Não venha me dizer que apoio a regimes torturadores não é cumplicidade com a tortura.

Diretamente e/ou através dessa central do crime que é o Foro de São Paulo, o governo que Vossa (como direi?) Excelência representa dá integral apoio político às Farc, que neste preciso momento mantêm em cativeiro, sob condições desumanas e —é claro -- sem acusação formal ou julgamento, aproximadamente sete mil seqüestrados. Tudo o que o seu governo quer para as Farc é premiá-las não só com a anistia geral e irrestrita, mas com a elevação delas à condição de partido político legal, a prova mais patente de que o crime compensa.

Apoiando as Farc, seu governo é ainda cúmplice da morte de dezenas de mihões de brasileiros sacrificados anualmente pelo narcotráfico colombiano, diretamente ou através de seus agentes locais, os celerados do PCC. O governo representado por Vossa (porca miséria!) Excelência não é cúmplice só de tortura, mas de homicídio em massa.

olavo pisando lenin e stalin

Vossa (ora, bolas!) Excelência carrega a culpa moral de mil vezes mais crimes do que aqueles a quem acusa e quer punir.

Vossa (isto cansa!) Excelência não tem a mais mínima autoridade moral para acusar torturadores, assassinos, narcotraficantes ou quem quer que seja. Vossa (pela última vez) Excelência tem mais é de ir para casa e esconder a vergonha sem fim da sua vida inútil, destrutiva, toda feita de fingimento, hipocrisia e engodo.

Por: Olavo de Carvalho – Diário do Comércio

Transcrito do site: A Verdade Sufocada

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