PT-PMDB dominam a CPI do MST para esconder como a União financia o Movimento Social Terrorista
Já nasceu completamente morta, e sem chances de revivida, a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o submundo financeiro do MST (Movimento Social Terrorista). A CPI foi instalada ontem, completamente dominada pelo petismo – que emprega o MST como um instrumento de guerrilha rural focado na radicalização do movimento socialista. A comissão para dar em nada será presidida pelo senador Almeida Lima (PMDB-SE). O relator será o deputado Gilmar Tatto (PT-SP).
A base amestrada de Lula apenas usa a mesma “técnica” empregada na CPI da Petrobras, na qual a divisão dos postos-chave entre PT e PMDB permite barrar requerimentos incômodos da oposição e ditar o ritmo dos trabalhos para que tudo dê em nada, no final das contas. A tendência de pizza é enorme. Na comissão, a disputa será entre 25 governistas (quase todos pró-MST, apesar de fazendeiros) contra 12 da oposição.
O governo petista só corre um pequeno perigo: muitos parlamentares de partidos que apoiam Lula são grandes fazendeiros. Como mantêm ligações com entidades como a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), seus interesses “corporativos”, em algum momento, podem “falar mais alto”. Mas não há nada que um generoso financiamento oficial ou um perdão de dívida por debaixo dos panos não sirva para acalmar eventuais “opositores” de última hora.
O foco da CPI seria a investigação de repasses de recursos públicos para o MST. A suspeita é de que ONGs ligadas ao movimento agrário façam convênios com a União e transfiram a verba para o movimento, por debaixo dos panos. Os ruralistas querem investigar, entre outras entidades, a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) e a Confederação das Cooperativas da Reforma Agrária (Concrab), ambas do MST.
Bem comparando, nada difere do que é denunciado agora no esquema do Mensalão do DEM. A diferença é que os laranjas do MST não usam meia nem cueca para esconder o dinheiro que transita ilegalmente no sistema de financiamento do terror revolucionário no campo.
Edição do Alerta Total
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Por: Jorge Serrão

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