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sábado, 12 de dezembro de 2009

Vejam o quanto ela é cretina

Cretinice e pouca vergonha deveriam ter limites e dar cadeia quando em excesso

[Alguém precisa por um limite nessa garota e lembrar para a mesma que o sucesso é algo que não contempla a todos e por mais que ela se exponha, assuma atitudes ridículas, vai continuar sendo o que é atualmente = pouco, muito pouco]

Vestido curto

Defesa de Geisy Arruda, humilhada por usar minissaia na Uniban, pede indenização de R$ 1 milhão

[observem o absurdo: a tal Geisy vai para uma universidade vestindo uma roupa inadequada para o ambiente e para a atividade que se costuma desenvolver naquele local e que é estudar.
O traje dela
- nada tenho contra a que as mulheres usem roupas curtas, ou mesmo não usem, desde que em locais e atividades adequadas -
mais a apropriado para a prática do 'trottoir' em uma das vias de acessa àquela instituição de ensino.

É alvo da zombaria dos alunos, de alguma pressão e não conseguindo a projeção desejada - a Playboy não se interessou e revistas com menor fama pretendiam fotografa-la e colocar as fotos no rodapé de alguma página interna - resolve agora partir para a extorsão.
Espero que o juiz analise o caso com isenção e a condene por pertubar a ordem e expor ao ridículo a UNIBAN.
Também não pode ficar impune a tentativa de extorsão e de enriquecimento ílicito perpetrada pela 'estudante' e seu advogado.]


Os advogados da estudante Geisy Arruda, de 20 anos, que foi hostilizada por seus colegas alunos da Uniban, por usar minissaia, entraram com ação de indenização por danos morais pedindo o valor de R$ 1 milhão da universidade. A ação foi protocolada nesta sexta-feira no Fórum de São Bernardo do Campo e encaminhada à 9ª Vara Cível. O advogado Nehemias Domingos de Melo alega que Geisy sofreu angústia e medo acima do suportável e que a Uniban se omitiu ao não conter os alunos que ofenderam a estudante no campus. Além disso, Melo afirma que a Uniban errou ao divulgar em jornais e televisão comunicado em que decidia expulsar Geisy.

A ação é embasada na Constituição Federal, que garante os direitos à honra e à dignidade da pessoa humana, no Código de Defesa do Consumidor, que trata do dever de segurança que o prestador de serviços tem e dos direitos do consumidor, e no Código Civil.

- Houve omissão por parte da Uniban, que não conteve a turba de alunos que ofendiam Geisy e depois uma ação, que foi a nota que eles divulgaram comunicando a expulsão dela. A expulsão, de maneira pública, em jornais e TV, foi danosa à imagem dela. Era um assunto de âmbito interno, qual foi o interesse da Uniban em propagar para o Brasil isso? A nota da Uniban era depreciativa, falava mentiras, dizia que ela rebolava. Foi uma nota ofensiva, caluniosa, agrediu a honra e a dignidade da Geisy - disse o advogado da estudante, advogado Nehemias Domingos de Melo.

Para Melo, não há dúvidas sobre a existência de danos morais.

Ele admite a hipótese de, futuramente, entrar com ações de danos morais também contra os estudantes que venham a ser condenados criminalmente por terem ofendido Geisy. Segundo o advogado, a polícia ainda está colhendo depoimentos dos envolvidos.

Segundo Melo, caso a indenização seja concedida, esta não será a primeira vez que a Justiça brasileira determina o pagamento de um valor alto nesse tipo de ação.

- Já existem, no Brasil, ações de danos morais concedidas com valores superiores a R$ 1 milhão - disse, citando o caso de uma empresa de pneus que foi condenada a pagar indenização no mesmo patamar a família de casal que morreu por defeito no produto.

[se percebe pela comparação destacada que o advogado da Geisy está à altura de sua cliente.]

Para Melo, o valor pedido atende a um tríplice papel da indenização por danos morais: evitar que o ofensor volte a cometer atos ilícitos, tornar o caso um exemplo para a sociedade, para que não volte a acontecer, compensar a vítima pelo dano sofrido.

- Dez mil reais para a Uniban, por exemplo, não é nada, não faria nem cócegas neles - disse.

Além da indenização, a defesa de Geisy pede, na ação, que a Justiça obrigue a Uniban a permitir que a estudante faça as provas de final de ano em caráter especial. Segundo o advogado dela, a estudante não tinha condições de ir à universidade fazer as provas na presença dos outros alunos. Melo disse ter pedido a realização das provas em outro período e local especial, mas afirma que apenas no dia 27 de novembro a Uniban disse que isso não seria possível. O advogado quer que a estudante faça as provas em janeiro, em dia e local não divulgados, para evitar tumulto.

Segundo Melo, a Uniban disse que não vai abonar as faltas de Geisy, que desde o dia do incidente não vai às aulas. Ele afirmou que a estudante quer fazer as provas, mas nã pretende continaur na universidade.

Uniban considera valor de indenização desproporcional

O advogado da Uniban, Décio Machado, informou que só deverá tomar ciência do teor da ação de indenização impetrada pela defesa de Geisy na segunda-feira. Informado sobre o valor pedido - R$ 1 milhão - ele considerou desproporcional o pedido.

- Acho que valor desproporcional pelas circunstâncias, mas isso será avaliado - informou Machado.

O advogado disse que a aluna não retornou às aulas por motivos pessoais, já que a instituição reconsiderou a decisão de expulsá-la.

- Ela não voltou por motivos pessoais. A Uniban já tinha oferecido mudança de sala para evitar problemas - disse o advogado da universidade.

[o mais ironico de tudo é que a Geisy tenta se projetar no mundo da beleza mas não é bonita, nem de corpo e nem de rosto, e lhe falta inteligência.
Realmente é uma desfavorecida para conseguir destaque nas áreas que tenta.
É uma pessoa fadada ao fracasso em todos os aspectos da sua vida.]

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