[Alguém precisa por um limite nessa garota e lembrar para a mesma que o sucesso é algo que não contempla a todos e por mais que ela se exponha, assuma atitudes ridículas, vai continuar sendo o que é atualmente = pouco, muito pouco]
Vestido curto
Defesa de Geisy Arruda, humilhada por usar minissaia na Uniban, pede indenização de R$ 1 milhão
[observem o absurdo: a tal Geisy vai para uma universidade vestindo uma roupa inadequada para o ambiente e para a atividade que se costuma desenvolver naquele local e que é estudar.O traje dela
- nada tenho contra a que as mulheres usem roupas curtas, ou mesmo não usem, desde que em locais e atividades adequadas -
mais a apropriado para a prática do 'trottoir' em uma das vias de acessa àquela instituição de ensino.
É alvo da zombaria dos alunos, de alguma pressão e não conseguindo a projeção desejada - a Playboy não se interessou e revistas com menor fama pretendiam fotografa-la e colocar as fotos no rodapé de alguma página interna - resolve agora partir para a extorsão.
Espero que o juiz analise o caso com isenção e a condene por pertubar a ordem e expor ao ridículo a UNIBAN.
Também não pode ficar impune a tentativa de extorsão e de enriquecimento ílicito perpetrada pela 'estudante' e seu advogado.]
Os advogados da estudante Geisy Arruda, de 20 anos, que foi hostilizada por seus colegas alunos da Uniban, por usar minissaia, entraram com ação de indenização por danos morais pedindo o valor de R$ 1 milhão da universidade. A ação foi protocolada nesta sexta-feira no Fórum de São Bernardo do Campo e encaminhada à 9ª Vara Cível. O advogado Nehemias Domingos de Melo alega que Geisy sofreu angústia e medo acima do suportável e que a Uniban se omitiu ao não conter os alunos que ofenderam a estudante no campus. Além disso, Melo afirma que a Uniban errou ao divulgar em jornais e televisão comunicado em que decidia expulsar Geisy.
A ação é embasada na Constituição Federal, que garante os direitos à honra e à dignidade da pessoa humana, no Código de Defesa do Consumidor, que trata do dever de segurança que o prestador de serviços tem e dos direitos do consumidor, e no Código Civil.
- Houve omissão por parte da Uniban, que não conteve a turba de alunos que ofendiam Geisy e depois uma ação, que foi a nota que eles divulgaram comunicando a expulsão dela. A expulsão, de maneira pública, em jornais e TV, foi danosa à imagem dela. Era um assunto de âmbito interno, qual foi o interesse da Uniban em propagar para o Brasil isso? A nota da Uniban era depreciativa, falava mentiras, dizia que ela rebolava. Foi uma nota ofensiva, caluniosa, agrediu a honra e a dignidade da Geisy - disse o advogado da estudante, advogado Nehemias Domingos de Melo.
Para Melo, não há dúvidas sobre a existência de danos morais.
Ele admite a hipótese de, futuramente, entrar com ações de danos morais também contra os estudantes que venham a ser condenados criminalmente por terem ofendido Geisy. Segundo o advogado, a polícia ainda está colhendo depoimentos dos envolvidos.
Segundo Melo, caso a indenização seja concedida, esta não será a primeira vez que a Justiça brasileira determina o pagamento de um valor alto nesse tipo de ação.
- Já existem, no Brasil, ações de danos morais concedidas com valores superiores a R$ 1 milhão - disse, citando o caso de uma empresa de pneus que foi condenada a pagar indenização no mesmo patamar a família de casal que morreu por defeito no produto.
[se percebe pela comparação destacada que o advogado da Geisy está à altura de sua cliente.]
Para Melo, o valor pedido atende a um tríplice papel da indenização por danos morais: evitar que o ofensor volte a cometer atos ilícitos, tornar o caso um exemplo para a sociedade, para que não volte a acontecer, compensar a vítima pelo dano sofrido.
- Dez mil reais para a Uniban, por exemplo, não é nada, não faria nem cócegas neles - disse.
Além da indenização, a defesa de Geisy pede, na ação, que a Justiça obrigue a Uniban a permitir que a estudante faça as provas de final de ano em caráter especial. Segundo o advogado dela, a estudante não tinha condições de ir à universidade fazer as provas na presença dos outros alunos. Melo disse ter pedido a realização das provas em outro período e local especial, mas afirma que apenas no dia 27 de novembro a Uniban disse que isso não seria possível. O advogado quer que a estudante faça as provas em janeiro, em dia e local não divulgados, para evitar tumulto.
Segundo Melo, a Uniban disse que não vai abonar as faltas de Geisy, que desde o dia do incidente não vai às aulas. Ele afirmou que a estudante quer fazer as provas, mas nã pretende continaur na universidade.
Uniban considera valor de indenização desproporcionalO advogado da Uniban, Décio Machado, informou que só deverá tomar ciência do teor da ação de indenização impetrada pela defesa de Geisy na segunda-feira. Informado sobre o valor pedido - R$ 1 milhão - ele considerou desproporcional o pedido.
- Acho que valor desproporcional pelas circunstâncias, mas isso será avaliado - informou Machado.
O advogado disse que a aluna não retornou às aulas por motivos pessoais, já que a instituição reconsiderou a decisão de expulsá-la.
- Ela não voltou por motivos pessoais. A Uniban já tinha oferecido mudança de sala para evitar problemas - disse o advogado da universidade.
[o mais ironico de tudo é que a Geisy tenta se projetar no mundo da beleza mas não é bonita, nem de corpo e nem de rosto, e lhe falta inteligência.Realmente é uma desfavorecida para conseguir destaque nas áreas que tenta.
É uma pessoa fadada ao fracasso em todos os aspectos da sua vida.]

0 comentários:
Postar um comentário