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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Constituição Federal torna 'baboseira' decisões de tribunais internacionais contra brasileiros que combateram os porcos terroristas

O Tribunal Penal Internacional

A criação de tribunais para julgar ações que afetam a humanidade como um todo, já vem se tornando uma constante desde a Segunda Guerra Mundial e do Tribunal de Nuremberg, mesmo que esses atos sejam praticados por nacionais, dentro do território de seus países. Dentro desse espírito foi criado em julho de 1998, pelo Tratado de Roma, o Tribunal Penal Internacional, que tem como função o julgamento de crimes contra a humanidade, quais sejam, genocídio, crimes de guerra, dentre outros.

A idéia de um Tribunal Penal Internacional já foi acatada por 138 Estados, sendo necessário para sua entrada em vigor que, no mínimo, 60 países ratificassem seu Estatuto, o que já aconteceu. A Corte Internacional terá sede em Holanda, e será composta por 18 países. Com o início dos trabalhos do TPI não será mais necessário a criação de Tribunais ad hoc, terminando com as discussões em torno da legitimidade desses tribunais.
Alguns dos institutos previstos pelo TPI que causam maior polêmica são: a entrega de nacionais, a possibilidade de prisão perpétua e a imprescritibilidade de alguns crimes. No caso brasileiro, a própria soberania nacional, estaria em jogo, uma vez que nossa Constituição Federal é totalmente contrária à entrega de nacionais e a possibilidade de prisão perpétua e, com relação à imprescritibilidade dos crimes, só a admite nos crimes de racismo e a ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.

É certo que tanto a Constituição Federal Brasileira como o TPI, privilegiam a proteção aos direito humanos, porém esse conflito de normas impede a plena aplicação dos termos do tratado, muito embora o Brasil tenha ratificado seu inteiro teor, mesmo porque, não admitia qualquer ressalva para sua aceitação. O artigo 88 do Estatuto obriga os Estados-partes a criar meios, de aplicação de todas as “formas de cooperação” previstas em seu bojo, entretanto, não há no Direito Pátrio, possibilidade de cumprimento dessas formas de cooperação, já que a Constituição, em seu art. 5º., LI, proíbe expressamente a extradição de brasileiros.

Por não ser, o Tribunal Internacional um Estado, defendem alguns, que a entrega não seria feita a uma nação, mas sim a uma entidade distinta, aceita pelos Estados-membros e dessa maneira, não atentatória à soberania nacional . Porém, nossa constituição é clara, não permite o julgamento de brasileiros, por crimes praticados dentro do território nacional, fora de nossa jurisdição.

Contudo, não é somente com relação à entrega de nacionais que consiste a impossibilidade de ratificação do TPI pelo Brasil. A questão da prisão perpétua, também impede a ratificação do inteiro teor do Tratado. Esse instituto não pode ser aceito pelo Brasil, uma vez que nossa Carta Magna, proíbe a aplicação de penas que atinjam a dignidade da pessoa humana ou que lesionem a constituição físico-psíquica dos condenados (art. 5o, XLVII, “b” – C. F.). Os defensores da competência internacional, contudo, sustentam que a pena não seria imposta por nações, mas sim por uma instituição de órbita superior de jurisdição, que a competência não alcançaria.

Com relação à prescrição, é de se tê-la como um instituto historicamente consagrado no Direito Brasileiro, que garante a segurança exigida pelo sistema jurídico nacional, impedindo que o Estado ou a vítima promova a persecução criminal quando bem entenderem. A única exceção a este instituto está nos crimes de racismo, ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático, sendo devidamente explicitados pela Constituição Federal (art. 5o, XLII e XLIV C.F.). Difícil, também, a aceitação da restrição de sua aplicabilidade na esfera internacional.

Desta maneira, os institutos aqui discutidos, para que sejam adequados aos interesses da Corte Internacional, deveriam passar, antes, por uma reforma constitucional, o que não é possível uma vez que se trata de cláusulas pétreas, que não podem ser suprimidas ou revistas nem mesmo por emendas constitucionais (art. 60, § 4o, inciso IV da Constituição Federal).

O estabelecido no Estatuto do Tribunal Internacional, sob uma visão liberal, fere os princípios garantistas norteadores de nossa Constituição, o §2o do art. 5o. da Constituição Federal, garante a possibilidade de se ampliar o rol de direitos e garantias através de tratados internacionais e não de suprimi-los. A adequação de tais institutos caracterizaria um retrocesso de todas as conquistas da humanidade, e em particular, dos brasileiros, que sangraram para que pudéssemos alcançar o estágio de garantias que nos encontramos, que pode ainda não ser o ideal, porém, é melhor do que foi proposto pelo TPI.

A idéia de um Tribunal Penal Internacional deve ser respeitada, contudo, melhor desenvolvida, para que, um dia, tenhamos um direito universal, sem que se corra o risco de agredir a soberania dos Estados. O Direito Penal Internacional deve ser consagrado, desde que, no entanto, se respeitem os ditames do ordenamento nacional.

Por: RICARDO RIBEIRO VELLOSO

e-mail: rvelloso@matrix.com.br

Lula encerra seu mandato manifestando apoio total ao terrorismo

Lula nega extradição de ex-ativista italiano Cesare Battisti

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu na sexta-feira negar a extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti, condenado à revelia por assassinatos em seu país. A decisão do presidente foi tomada mais de um ano depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar, por cinco votos a quatro, a extradição de Battisti. A corte deixou, no entanto, a palavra final sobre o assunto para Lula, que termina seu mandato no sábado.

Embora a posição contrária à extradição do presidente já fosse esperada, causou indignação na Itália. "Considero que essa situação não está fechada: a Itália não desiste e fará valer todos os seus direitos", disse em nota o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, acrescentando que estudará maneiras de reverter a decisão. O comunicado divulgado pelo governo brasileiro diz que a decisão foi tomada com base em todas "as cláusulas do Tratado de Extradição entre Brasil e Itália", assinado em 1989.

Segundo o chanceler brasileiro Celso Amorim, a base da decisão usou principalmente a disposição do acordo que trata sobre "a condição pessoal do extraditando". A nota também manifesta a "estranheza" do governo brasileiro em relação à manifestação recente do Conselho de Ministros da Itália.

Questionado sobre um possível estremecimento das relações entre os dois países, depois da decisão de Lula, Amorim afirmou que não crê que isso ocorra. "Não acho que pode ser prejudicada, porque o Brasil tomou uma decisão soberana", disse Amorim, lendo em seguida uma parte da nota para os jornalistas: "Conforme se depreende do próprio Tratado, esse tipo de juízo não constitui afronta de um Estado ao outro, uma vez que situações particulares ao indivíduo podem gerar riscos, a despeito do caráter democrático de ambos os Estados", ressaltou.

Seus comentários foram repetidos por outros integrantes do governo brasileiro. "Eles vão fazer barulho, mas apenas por causa da situação doméstica", disse um ministro à Reuters. A nota emitida pela Presidência diz ainda que o principal argumento para a não extradição é a condição pessoal do ex-ativista. Segundo o tratado entre os dois países, a extradição não será concedida "se a parte requerida tiver razões ponderáveis para supor que a pessoa reclamada será submetida a atos de perseguição e discriminação por motive de raça, religião, sexo, nacionalidade, língua, opinião política, condição social ou pessoal; ou que sua situação possa ser agravada por um dos elementos antes mencionados."

Battisti, que nega todas as acusações, foi condenado por quatro homicídios cometidos na década de 1970 quando integrava a organização Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). O ex-ativista fugiu em 1981 para a França, que acolheu italianos sob a condição de que abandonassem a luta armada. Battisti deixou a França em 2007 após a revogação de sua condição de refugiado e veio definitivamente para o Brasil, onde recebeu do então ministro da Justiça, Tarso Genro, o status de refugiado político. O italiano estaria vivendo no país desde 2004 e cumpre prisão preventiva em Brasília desde 2007.

O presidente do STF, Cezar Peluso, disse a jornalistas na sexta-feira que ainda precisa analisar se a decisão de Lula estava de acordo com o tratado de extradição entre Brasil e Itália, levantando dúvidas sobre a data exata da libertação de Battisti.

Fonte: Reuters

UM FELIZ 2011

Um FELIZ ANO NOVO, um 2011 repleto de muita PAZ, SAÚDE, FELICIDADE e PROSPERIDADE, são os sinceros votos da União Nacional Republicana - UNR e aqui expressamos a nossa certeza de que todos os esforços que desenvolvemos para a consecução dos objetivos da UNR serão muito em breve exitosos

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Lula quer 'esticar' mandato

Dilma, a tábua de salvação das FARC

Não é nova a maquiavélica jogada estratégica das FARC, em busca de reconhecimento político com status de beligerância e supressão do qualificativo de terroristas.

Ante o crescente desprestígio das FARC, derivado de suas ações de narcoterrorismo contra a Colômbia e de terrorismo interno contra os próprios guerrilheiros, somados aos golpes psicológicos de conotações políticas e estratégicas sofridos com as operações Fênix, Xeque, Camaleão e Sodoma, as deserções maciças de terroristas, as baixas em combate, as capturas de cabeças e as apreensões de materiais, os terroristas jogam uma cartada com Dilma Rousseff, em busca da legitimação política.

Dentro da Colômbia recorreram a seus correligionários e cúmplices que manipulam os demais integrantes dos chamados "Colombianos pela paz", para que insistam na legitimação do grupo terrorista. Para este efeito, urdiram a farsa de prometer cinco libertações em desagravo à destituída senadora a quem a Procuradoria encontrou nexos com as FARC.

E na ordem internacional, assessorados pela UNASUL, o Movimento Continental Bolivariano e os "novos melhores amigos" do presidente Santos, recorreram a promover protestos em várias latitudes pela "injusta" destituição em andamento da senadora e a promover ações legais internacionais para buscar sua restituição.

Ao mesmo tempo, com este estratagema de propaganda esquerdista, celebraram com exagero a eleição da terrorista brasileira Dilma Rousseff, em substituição do pró-terrorista Luiz Inácio Lula da Silva. E, que coincidência, a libertação dos cinco seqüestrados para desagravar a "ofendida ex-senadora", vai-se produzir com o "apoio humanitário do governo brasileiro", porém como primeiro grande ato de solidariedade internacional da presidente terrorista, em honra da "paz na Colômbia".

Não é nova a maquiavélica jogada estratégica das FARC, em busca de reconhecimento político com status de beligerância e supressão do qualificativo de terroristas, para receber apoio posterior que lhes permita atacar a Colômbia desde o exterior, e implantar uma ditadura comunista afim a Lula, Chávez, Correa, Ortega, Castro, Lugo, Kirchner, Morales e Mujica.

As FARC já haviam tentado com a farsa da reunião de Chávez, Correa e o índio boliviano com Tirofijo no Caguán, para exigir o despejo de Pradera e Florida. Depois, com a falida trama de Néstor Kirchner para receber Emmanuel, o filho de Clara Rojas, e com a palhaçada de Piedad Córdoba e Hugo Chávez para ajudar a fingir "boa-vontade das FARC" com as libertações dos congressistas e do cabo Moncayo. E em seguida, com o seqüestro do governador de Caquetá e a difusão simultânea na Europa de um filme, editado pelos comunistas argentinos, na qual as FARC aparecem como santos varões.

A diplomacia hipócrita de Santos, Chávez e Correa, após a saída de Álvaro Uribe da Casa de Nariño, indica que os socialistas caviar da UNASUL avançaram em incisivos contatos com Santos e a ministra Holguín, para propiciar "negociações de paz" com as FARC após a libertação dos seqüestrados.

E nelas a "camarada e compatriota" Dilma Rousseff terá um papel preponderante, pois não só está em jogo a ambição totalitária dos comunistas latino-americanos, como a continuidade da liderança de Lula no projeto intercontinental de atacar e destruir os Estados Unidos e seus aliados com a combinação de todas as formas de luta, mediante o desenvolvimento de mil vietnãs em mil partes. E a Colômbia é o ponto ideal para iniciar esse incêndio no hemisfério.

O Congresso da República, a Chancelaria, as altas cortes, as Forças Militares, os meios de comunicação e a sociedade em geral devem entrar em alerta vermelho. Urge desempoeirar as análises dos fracassados processos de paz anteriores, incrementar a ação ofensiva das tropas contra os acampamentos das FARC e pôr nos trilhos a "mediação" de Dilma que, como é óbvio, faz parte do complô contra a Colômbia.

Por: Cel. Luis Alberto Villamarín Pulido .

FELIZ ANO VELHO

A crise econômica que se avizinha pode redundar em crise política para uma governante estreante em tudo e de legitimidade bastante inferior à de Lula.

O encerramento do governo Lula e a posse da presidente Dilma são fatos que nos colocam o desafio de conjecturar o que esperar do ano novo. Estou pessimista, menos pela troca de comando do que pelos fatos da conjuntura. A troca de governante, todavia, deve ser encarada também como sintoma de um tempo que se completou e da abertura de um novo ciclo. Creio que o governo Lula encerra um momento de grande prosperidade, que nada teve a ver com o seu governo. Simplesmente uma conjunção de fatores internacionais favoreceu e, a despeito de suas tolices e dos seus erros, a coisa andou bem para o Brasil.

Dilma assume sob outro signo. Os tempos agora são desfavoráveis. A Europa está colocada diante de um desmonte fiscal que poderá trazer a recessão profunda e prolongada em seu território. Os EUA não estão menos desfavorecidos, sob o desafio da recessão e da inflação. E da inação de Barack Obama, que parece ser esgotado sua política. Ele não sabe o que fazer. A China está agora ameaçada pela inflação e tem que tomar deveras medidas de contenção. O somatório de tudo isso é que o ano de 2011 poderá ser o pior, em termos econômicos, em uma década.

Não menos relevante é o cenário interno, de explosão dos gastos públicos, desaparecimento do superávit primário do governo, do gigantesco déficit nas contas internacionais (ainda financiável pelo exorbitante taxa de juros que se paga aos capitais externos que por aqui aportam), a sempre ameaçadora inflação que, a despeito do câmbio, teima em se elevar. A Dilma Rousseff, se ela tiver um pingo de responsabilidade e senso público, só caberá o puxar do freio de mão, para deter a orgia dos gastos públicos e o descontrole de todas as contas.

Bem sabemos que um cenário de retração como esse não é tranqüilo. Os conflitos serão inevitáveis. A tal base do governo é gastadora e insaciável e sempre raciocina como se a lei da escassez não existisse, mas ela, de uma forma ou de outra, se impõe, sempre. A crise econômica que se avizinha pode redundar em crise política para uma governante estreante em tudo e de legitimidade bastante inferior à de Lula. Governante fraca em meio a uma crise econômica e política é uma situação bastante perigosa.

E ainda tem a agenda de reformas que o PT quer perseguir, a começar pela reforma política, fadada a ser rejeitada. E o tal Plano Nacional dos Direitos Humanos, não menos problemático. E a reforma nas leis que regulam a liberdade de imprensa. Como vivemos o auge de uma república sindicalista, o encontro de crise econômica, crise política, inflação, déficit crescente com o mercado externo e a ausência de pulso forte da governante pode levar o país à convulsão de greves intermináveis. E, também, à paralisia no Legislativo.

A roda girou e sua posição agora não é nada favorável. É esperar para ver. O ano novo promete muitas emoções, mas também desespero. Quem viver verá.

Por: Nivaldo Cordeiro

Cabe ao STF mandar soltar Battisti caso Lula negue a extradição

O advogado do terrorista Cesare Battisti, encaminhou ao Blog do Noblat a seguinte nota:

''Pessoalmente, acho que, na hipótese de o presidente Lula decidir manter Battisti no Brasil, como se espera, a sua libertação não depende de ato do Supremo Tribunal Federal (STF).

O processo de extradição já se encerrou e a Corte entendeu que a decisão agora cabe ao Presidente da República. Situação similar, aliás, ocorreu em 1977, em um processo de extradição envolvendo um cidadão francês (Extradição 342).

Naquela ocasião, o pedido de extradição foi julgado procedente pelo STF, em decisão unânime, com a condição de que a França assumisse o compromisso formal de não vir a aplicar a pena de morte. A França alegou não ter condições de assumir tal compromisso e, por conta disso, o indivíduo foi libertado.

O ato de libertação do francês foi praticado pelo Ministro da Justiça que, posteriormente, apenas comunicou o fato por ofício ao STF. Vale dizer: assim como não precisa de nova autorização do STF para entregar Cesare Battisti à Itália, tampouco necessita dela para liberá-lo da prisão.

Mas, de todo modo, ainda que se entenda ser necessário um alvará de soltura do STF, tratar-se-á de um ato puramente formal, de execução da decisão do Presidente da República, já que a própria Corte transferiu ao Presidente a decisão final na matéria''.

Itália adverte o Brasil sobre a não extradição do terrorista Battisti

Itália faz advertência ao Brasil no caso Battisti

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, disse na quinta-feira que seria inaceitável se o ex-ativista italiano Cesare Battisti não for extraditado pelo Brasil. A imprensa brasileira informou na quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia decidido não extraditar Battisti, condenado à revelia por assassinatos em seu país. O governo ainda não se pronunciou sobre o caso.

O gabinete de Berlusconi destacou em nota que a possível preocupação com a deterioração do bem-estar de Battisti se ele fosse extraditado para a Itália deve ter influenciado a decisão de Lula, que ele pretende declarar como "incompreensível e inaceitável". "O presidente Lula terá de explicar a decisão, não apenas ao governo italiano, mas a todos os italianos e em particular às famílias das vítimas", acrescentou.

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou no ano passado que Battisti deveria ser extraditado após ser condenado em seu país por assassinatos cometidos na Itália na década de 1970, quando grupos radicais de extrema esquerda promoveram uma campanha de violência. Mas a decisão final cabe a Lula, que concedeu a Battisti o status de refugiado em 2009 e encerra seu segundo mandato na Presidência em 1º de janeiro. No começo da semana Lula disse que tomaria uma decisão até sexta-feira. Seus assessores afirmaram na quarta-feira que não havia ainda nenhuma decisão formal.

Battisti nega as acusações e diz que está sendo politicamente perseguido na Itália. Mais cedo na quinta-feira, o ministro italiano da Defesa, Ignazio La Russa, declarou que as relações do país com o Brasil ficariam seriamente abaladas se Battisti não for extraditado.

"OUTRAS INICIATIVAS"

"Ninguém deveria imaginar que um 'não' à extradição de Cesare Battisti não teria conseqüências", disse La Russa ao diário Corriere della Sera, em entrevista publicada na quinta-feira. "Eu consideraria isso um grande dano às relações bilaterais."

La Russa, integrante da ala direitista do governista partido Povo da Liberdade, é considerado um ministro próximo de Berlusconi, mas não está claro o quanto suas opiniões refletem a atual política governamental. "Até onde eu sei, estou pronto para adotar outras iniciativas", ele declarou. La Russa não deu nenhum exemplo concreto, mas disse que estaria preparado para dar apoio a boicotes não especificados contra o Brasil.

No entanto, ele afirmou que um acordo de cooperação militar com o Brasil, prestes a ser aprovado pelo Parlamento italiano em 11 de janeiro, estava muito avançado para ser afetado. "É tarde para isso. O governo já fez o que tinha de fazer. O resto cabe ao Parlamento", disse ele.

Battisti fugiu de uma prisão italiana em 1981 e viveu muitos anos na França, mas deixou o país quando o governo francês aprovou sua extradição, em 2006. Ele foi preso depois no Brasil.

Fonte: Reuters

Israel já 'estupra' os DIREITOS DO POVO PALESTINO

Ex-presidente de Israel é condenado por estupro e assédio sexual

O ex-presidente de Israel Moshe Katsav foi condenado nesta quinta-feira por crimes de assédio sexual e estupro contra três ex-funcionárias do Ministério de Turismo do país no fim da década de 90, quando o político chefiava a pasta. O tribunal de Tel Aviv ainda não decidiu a pena, que pode chegar a oito anos de prisão.

Katsav, do partido de centro-direita Likud, assumiu a Presidência em 2000 e renunciou sete anos depois em meio ao escândalo. O condenado deixou o tribunal em silêncio, e foi defendido pelo filho, Ariel: - Continuaremos a ter orgulho do nosso pai. A nação inteira saberá que o meu pai é inocente. É um veredicto difícil para a família.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que a quinta-feira é um "dia triste" para o país do Oriente Médio.

Fonte: O Globo - Agências Internacionais

Comando Vermelho está vivo, firme e forte

Primeiro mês da retomada do Alemão e Vila Cruzeiro

–1. O Comando Vermelho não morreu depois da retomada do complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro. E outras organizações criminosas, detentoras de controle de território e social, –como as milícias de paramilitares, os Amigos dos Amigos (ADA) e o Terceiro Comando–, estão alertas e elaboram estratégias em face do avanço das unidades pacificadoras.

Pela primeira vez, no entanto, o Estado nacional conseguiu, na Penha (mais especificamente no complexo do Alemão e em Vila Cruzeiro), acabar com a secessão e restabelecer o estado de Direito. Como conseqüência, a comunidade vibrou e continua legitimamente a exultar com a reconquista da cidadania, Esta, reforçada por apropriadas ações sociais dos governos (federal, estadual e municipal), das organizações não governamentais e de empresarias que voltaram a investir na área. Até o Judiciário estadual, para solucionar conflitos de interesses que minam a tranqüilidade social, já instalou unidade no território que esteve sob controle e governo do crime organizado de matriz mafiosa.

Em resumo, havia luz no fim do túnel. E o secretário da segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, conduziu-se de forma competente, respeitosa à comunidade e sempre dentro da legalidade. Mariano buscou e obteve, pela confiança pessoal e no seu trabalho, apoio da Marinha, que restou fundamental. Atrás, para não passar vergonha e perder o bonde da história, veio o Exército. Uma boa-coordenação e sinergia mostrou-se fundamental na exitosa ação de retomada. E a força de paz, sob coordenação de um experiente general, representa a garantia de que não haverá retrocesso.

Abandonou-se a pirotecnia que o governador Cabral, a copiar o presidente mexicano Felipe Calderon, colocou em prática, com simuladas “guerras de conquistas”. Aliás, todas elas de alto risco para a população e marcadas por recuo no dia seguinte. Nessa época da pirotecnia. e por sorte, Cabral não produziu um banho de sangue já que os moradores ficavam no centro do fogo entre policiais e bandidos.

Na operação de retomada do Alemão e da Vila Cruzeiro atuou-se, como regra, dentro da legalidade e se evitou o conflito bélico direto, que, fatalmente, causaria mortes e ferimentos em civis inocentes.

–2. PANO RÁPIDO. O complexo do Alemão e a Vila Cruzeiro voltaram a fazer parte do território nacional. Mas, como já deixei frisado neste blog Sem Fronteiras de Terra Magazine, apenas passamos, — e bem–, no vestibular. Isto no que toca às ações iniciais de contraste ao fenômeno representado por um crime organizado de matriz especial.

Por: Walter Fanganiello Maierovitch - IBGF

PETROBRAS para homenagear o apedeuta do Lula viola Constituição Federal e várias leis

PETROBRAS muda nome de campo petrolífero para homenagear o "Nosso guia" e viola a Constituição e várias leis


Horas depois de a Petrobras ter anunciado a troca de nome da primeira área do pré-sal, o DEM informou que recorrerá ao Ministério Público contra a decisão. Descoberta em 2007, a área em questão havia sido batizada de Tupi. Agora, sob a alegação de que o nome era provisório, foi rebatizada de Lula. Os campos que compõem a megajazida Lula receberão nomes de espécimes da fauna marinha brasileira.

Coube ao deputado Ronaldo Caiado (GO), vice-líder do DEM na Câmara, anunciar a reação da legenda, hoje dividida entre oposicionistas convictos e envergonhados. Em mensagem pendurada em seu microblog, Caiado anotou: “Vamos fazer representação junto ao Ministério Público” contra Lula. Caiado bateu: “Após defender mensaleiros e desrespeitar leis eleitorais, Lula rasga a Constituição e mais uma lei ao colocar seu nome na área de Tupi”.

Numa trinca de notas, o deputado reproduziu trechos do artigo 37 da Constituição. Inclui entre os principíos que devem reger a administração pública o da “impessoalidade”. Em seu parágrafo primeiro, o mesmo artigo prevê que a publicidade dos programas e obras oficiais deve ter “caráter educativo, informativo e de orientação social”.

No mesmo parágrafo, o texto proíbe o governo de lançar mão de “nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores".

Noutra mensagem levada ao twitter, Caiado invoca os artigos 11 e 12 da lei 8.429, de 1992, contra “o senhor Lula-Tupi.!"

Essa lei, escreve o deputado, sujeita os gestores públicos que incorrem em promoção pessoal à perda dos direitos políticos por período de três a cinco anos.

PETROBRAS usa fraude para mudar nome de campo petrolífero e ofende a espécie MOLUSCO

Lua da jazida é molusco, não presidente

A Petrobras recorreu a uma portaria editada sob FHC para justificar a troca do nome do campo petrolífero de Tupi para Lula.


Em seu artigo 3º, a portaria anota:

“No ato da declaração de comercialidade, o concessionário denominará o campo utilizando-se de nomes de aves brasileiras, quando se tratar de descobertas em terra, e nomes ligados à fauna marinha, quando se tratar de descobertas no mar”.

Assim, alega a Petrobras, o Lula que passou a dar nome ao campo de Tupi seria o molusco, não o presidente da República. Em nota divulgada nesta quarta (29), a estatal formalizou a “declaração de comercialidade” de dois campos de petróleo do pré-sal. A declaração serve para dimensionar as jazidas, espeficicando o potencial de produção de cada uma.

Além de Tupi (6 milhões de barris de óleo), a Petrobras avaliou a potencialidade do do campo de Iracema (1,8 bilhões de barris). Rebatizou o primeiro campo de Lula. Ao segundo, deu o nome de Cernambi. É como são chamados, genericamente, os moluscos bivalves (com duas valvas, as cascas sólidas que revestem o corpo dessa espécie).

As lulas integram outra família de moluscos. Suas cascas são internas. O corpo externo é macio.

Em entrevista, Lula converteu em pantomima a explicação oficial: “Sinceramente, fiquei feliz. Obrigado, companheiro Gabrielli, por colocar meu nome", disse. Ao endossar a Petrobras, Lula, o presidente, trocou as bolas. Chamou Lula, o molusco, de curstáceo:

"Fiquei orgulhoso. Não é o meu nome, é o nome de um crustáceo, o lula. Pensei que só tinha lula pequena, aquela que a gente faz isca...”

“...Esses dias, eu vi que tem lula de 17 metros, a lula colossal. Achei importante...”

“...A Petrobras, nos estudos que ela faz lá embaixo do mar, descobriu um tipo de rocha que tem nove coisas assim, iguaizinhas as minhas mãos".

Alheio à tentativa da estatal petroleira de atribuir ares de legalidade ao culto à personalidade de Lula, o DEM anunciou que vai ao Ministério Público.

Vice-líder do partido na Câmara, o deputado Ronaldo Caiado (GO) informou que protocolará na Procuradoria uma ação contra a homenagem mal disfarçada.


Fonte: Blog do Josias

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lula e total e absoluta falta de compromisso com a verdade

Lula e a política do óbvio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anda repetindo uma nova frase de efeito, boa como propaganda e, como de costume, sem compromisso com os fatos. Ele se vangloria de ter feito somente o óbvio. Por isso, acrescenta, foi fácil governar e promover mudanças importantes. Se esse fosse o balanço de uma empresa aberta, a Comissão de Valores Mobiliários deveria impugná-lo. Os pontos verdadeiros são relevantes, mas escassos. Se fazer o óbvio é agir com bom senso, o presidente aderiu à obviedade ao manter o tripé da política macroeconômica - metas de inflação, câmbio flexível e superávit primário. Acertou também ao respeitar o acordo de autonomia do Banco Central, um dos poucos núcleos de competência da administração federal nos últimos oito anos.

Fez o óbvio, igualmente, ao ampliar os programas de transferência de renda, lançados com sucesso na administração anterior. Os demais acertos também foram construídos sobre alicerces amplamente renovados e reforçados na década anterior. E é sempre instrutivo repetir: o oposicionista Lula e seu partido combateram essas mudanças. Contestaram o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o câmbio flexível e o plano de recuperação bancária, alardeado por Lula, anos depois, como exemplo para o mundo rico.

Mas, se o óbvio é o sensato, Lula fez o oposto do óbvio em boa parte de sua gestão. Na educação, deu prioridade à multiplicação de faculdades e à ampliação de matrículas em cursos universitários. Fez muito barulho com esse tipo de ação, realizável sem esforço e muito rentável politicamente. Mas deixou em plano inferior questões muito mais urgentes. A educação fundamental continua muito ruim, a taxa de analfabetismo funcional pouco variou (cerca de um quinto dos brasileiros com 15 anos ou mais) e o acesso ao nível médio permanece afunilado. Tudo isso tem sido confirmado pelo IBGE e pelo fracasso dos estudantes brasileiros nos testes internacionais.

Lula também não fez o óbvio em relação ao sistema político. A liberdade de imprensa é obviamente essencial à democracia, mas o governo petista várias vezes tentou restringi-la. No primeiro mandato, o presidente mandou ao Congresso um projeto de censura (essa palavra resume bem o propósito). A tentativa foi repelida e ele negou sua responsabilidade. O Executivo, segundo ele, apenas enviou ao Legislativo um projeto concebido fora do governo. Não haveria uma desculpa menos grotesca?

O ataque foi retomado nos anos seguintes. O impropriamente chamado Decreto dos Direitos Humanos continha novas ameaças à liberdade de informação e de opinião e foi apoiado por defensores do "controle social" dos meios de comunicação. Esse controle foi incluído no programa do PT, registrado pela candidata Dilma Rousseff e em seguida por ela renegado.

Milícias e movimentos atrelados ao governo são uma óbvia ameaça à democracia. Mas o presidente aceitou conversar com arruaceiros, como os invasores do Ministério da Fazenda, e promoveu o peleguismo sindical e estudantil. Pela primeira vez na história um dirigente da UNE se declarou estudante profissional e afirmou ser obrigação do governo dar dinheiro a entidades estudantis.

Seria óbvio valorizar a profissionalização do setor público. O governo preferiu o aparelhamento e o loteamento. Outra obviedade seria limitar a carga tributária para tornar a economia mais competitiva, mas a tributação cresceu sem parar, para sustentar uma administração ineficiente e gastadora.

Na política externa, o óbvio seria dar prioridade aos interesses do País. Mas a diplomacia petista resolveu apoiar tiranos e tiranetes e desprezar os acordos comerciais mais promissores. A escolha dos parceiros "estratégicos" nunca envolveu reciprocidade e os interesses nacionais foram sacrificados até na América do Sul. Compradores de manufaturados brasileiros, como os Estados Unidos, foram negligenciados.

A ascensão da China à condição de mercado número um foi celebrada como façanha diplomática. Mas para a China, o Brasil é uma fonte de commodities. Teria pelo menos o mesmo papel com outra diplomacia. Os chineses precisam desses produtos e os brasileiros podem fornecê-los. Na relação com os emergentes, não se ganhou nada mais do que se ganharia sem o carnaval terceiromundista. O País fez papel de bobo em troca de apoios irrelevantes à pretensão de integrar o Conselho de Segurança. Na relação com os Estados Unidos, oportunidades foram perdidas para países com políticas mais adultas - como a China e emergentes até da América do Sul.

Fonte: estadao.com.br

Pegou mal a decisão do ministro Cezar Peluso, presidente do STF

Peluso pressionada por blindar ainda mais autoridades com foro privilegiado

Pegou mal a decisão administrativa do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, descoberta e divulgada ontem pelo jornalista Felipe Recondo, do jornal O Estado de S.Paulo.

Pela decisão do presidente Peluso passou-se a usar, - como critério de identificação e nos casos subjudice no Supremo Tribunal Federal (STF)-, apenas as iniciais dos nomes dos detentores de foro privilegiado por prerrogativa de função. Um exemplo: os réus do chamado processo do mensalão passaram a ser identificados pelas iniciais, quer em consulta eletrônica sobre andamentos processuais, quer na capa dos autos processuais.

Outro exemplo: Identificado como AP, o ministro Ari Pargendler, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é acusado de ofensa à honra de um ex-estagiário da Corte. Diante de um terminal bancário instalado no átrio do Superior Tribunal de Justiça, AP teria tido uma crise aguda e pública de "juizite": "Sabe com quem está a falando?". "Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui".

Em outras palavras, nos processos criminais e nos procedimentos apuratórios de ilícitos, os réus ou os investigados detentores de foro privilegiado, ganharam uma blindagem extraordinária pela decisão de Peluso. A regra, no entanto, é da publicidade, ou seja, os processos são públicos. Esse princípio da publicidade só comporta exceções em casos especialíssimos, chamados de "processos que tramitam em segredo de Justiça". Nesses casos, não se aplica o princípio processual da publicidade: ação de investigação de paternidade, de separação judicial e em outros de flagrante interesse social.

Por evidente, o presidente Peluso não interpretou corretamente o alcance do princípio da publicidade à luz do prevalente interesse público. Sem lei, e com a justificativa de "preservar a honra e a imagem" de parlamentares e de detentores do privilégio de foro, Peluso acabou, também, por restringir a liberdade de imprensa, constitucionalmente assegurada. Depois de passar 40 anos sem condenar políticos e autoridades com foro privilegiado, o STF, no dia 27 de setembro passado, condenou, por crimes previdenciários, o parlamentar José Fuscaldi Cesilio (PTB, de Goiás), conhecido por José Tatico.

A decisão empolgou os cidadãos comuns, sempre incomodados com a impunidade que alcançam os poderosos. Em síntese, por melhor que tenha sido a intenção do presidente Peluso, não se trata de preservar a honra e a imagem de acusados e de investigados. Para eles, a Constituição já estabelece o princípio da presunção de não culpabilidade. Ou seja, nega-se a culpa até que ocorra decisão condenatória com trânsito em julgado.

Por: Wálter Fanganiello Maierovitch
-IBGF

[alguns desavisados conseguiram ver mérito na decisão do ministro Peluso de não proferir o 'voto de qualidade' no julgamento da Lei da Ficha Limpa x Joaquim Roriz; posando de comedido, Peluzo alegou não ser correto votar duas vezes - embora o regimento do STF permita esta prática, é uma ação aceita em diversos foros e até mesmo quando o voto de qualidade provoca prejuízos ele é aceito; não pode ser ovildaddo que foi graças ao voto de qualidade, proferido por um brasileiro quando presidia a ONU, que foi criado o estado de Israel e o POVO PALESTINO condenado a não ter pátria;
também, nunca foi devidamente esclarecido a oferta feita pelo genro do ministro Peluzo para que o ex-governador Roriz fosse favorecido no julgamento da Lei da Ficha Limpa;
a imprensa apresentou algumas gravações, o ministro Peluzo mandou investigar e nada mais foi falado sobre o assunto.]

A OI é uma empresa séria e honra seus compromissos. Por isso, aumenta repasse a empresa deficitária do filho do Lula

OI eleva repassa à GAMECORP, empresa deficitária do Lulinha, filho do Lula

Afinal, o Lula fez sua parte e assinou o decreto que permitiu a OI se tornar praticamente a dona da telefonia no Brasil


A GAMECORP - empresa de fundo do quintal de propriedade do Lulinha, filho do presidente Lula - acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões. Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões. Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.

Desde 2007, a Oi - então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%. O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa. Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas. Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.

Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia. Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.

O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços. O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.

Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom. Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos. [afinal temos que ter em conta que a TELEMAR, atual OI e que se fundiu com a Brasil TELECOM, investiu na empresa GAMECORPS, - de Lulinha, filho do presidente Lula - R$ 15 milhões; após este investimento o governo Lula adotou uma série de medidas que permitiram entre outros absurdos a OI absorver a BRASIL TELECOM, adiar investimentos, etc.]

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor. A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Brasília é invadida pelo lixo

A grande sujeira, o acúmulo de lixo, em Brasília será ideal para os novos governantes

O estado de sujeira total das ruas de Brasília representa o meio ambiente ideal para os novos governantes - tanto o federal quanto o distrital.

Aliás, a corja petista tem uma predileção especial pelo lixo, tanto que conseguem ser mais sujos que o próprio lixo e o uso tanto como prova de incompetência quanto de delinquência.

Vejamos:
- Maria Luiza Fontenelle, PT-CE foi cantada em prosa e verso por ter sido a primeira prefeita de uma capital - FORTALEZA.
E o maior destaque da administração da petista foi ter transformado as ruas daquele capital em um autêntico lixão. Maria Luiza foi tão perfeita na multiplicação do lixo que após terminar seu mandato, não consegui ser eleita nem para síndica de alguma favela e sumiu - muito provalmetne fundiu-se ao lixo.

Celso Daniel foi assassinado em função do envolvimento de petistas com o lixo.

Antonio Palocci, quando prefeito de Ribeirão Preto, comandou uma GANG que faturou milhões com o lixo.

O cabo Patricio, PT-DF, deputado distrital, tem envolvimento com negócios sujos e que envolvem o lixo de Brasília.

Tanto que Brasília agora invadida pelo lixo e sediando uma presidência petista e um governo distrital também petista, está mais do que nunca em perfeitas condições de cumprir o seu papel.

E, com certeza nenhum dos governantes terão problemas de saúde, já que o lixo os fortalece.

Sérgio Cabral institui para a polícia do Rio, gratificação para cada policial que morrer em lugar do bandido

Secretaria exigirá redução de mortes em confrontos com a polícia para pagar gratificações

[a idéia do governador do Rio é simples: se o policial deixar que o bandido o mate, receberá (a família) seis meses após uma gratificação no valor total de R$3.000. Se o policial não aceitar morrer e matar o bandido não tem gratificação e além do mais será objeto de inquérito, punição, etc.
Vergonha Sérgio Cabral ! traga de volta a 'gratificação faroeste' aquela que pagava aos policiais um adicional por cada bandido morto.]

Pela primeira vez, o governo do Estado do Rio se comprometeu a premiar policiais pela redução das mortes em confronto, os chamados autos de resistência. Ficou decidido que, para 2011, será dobrado o valor das gratificações para as equipes que atingirem as novas metas. Agora, os policiais que alcançarem os indicadores ganharão R$ 3 mil ao fim do semestre. Os segundos colocados, nos mesmos critérios, terão direito a R$ 2 mil e os terceiros, a R$ 1.500. E todos os policiais cujos batalhões e delegacias apenas alcançarem suas metas terão direito a uma gratificação de mil reais.

O superintendente de Planejamento Operacional da Secretaria de Segurança, Roberto Alzir, explicou que a nova metodologia para o cálculo das metas, com percentuais diferenciados para cada região, vai exigir mais dos policiais. - Os policiais precisarão ter um trabalho cada vez mais técnico e científico - disse Alzir.[enquanto os policiais, usando métodos técnico e cientifico, decidem se sacam a arma o bandido atira e os mata.]

Só no primeiro semestre deste ano, 505 pessoas morreram em confronto no Rio. O recorde foi registrado em 2007, quando houve 1.330 registros. Nesse mesmo ano, Los Angeles, nos Estados Unidos, teve apenas cinco mortos. Entre 1995 e 1998, durante o governo Marcello Alencar, os policiais recebiam a "gratificação faroeste", valor adicional pago por mortes em confronto.

Além das mudanças nas metas, o governo do estado prepara um decreto que autoriza policiais de folga a trabalharem em prefeituras. Na prática, a medida é um primeiro passo para legalizar o chamado "bico" dos policiais.

Fonte: Ancelmo.com

domingo, 26 de dezembro de 2010

General argentino condenado a prisão perpétua

Logo após a Tricontinental, ainda em janeiro de 1966, foi criada a OLAS, numa reunião em Havana, com a presença de 700 delegados representando os movimentos revolucionários de 22 países. .
A sua finalidade era “Unir, coordenar e estimular a luta contra o imperialismo norte-americano, por parte de todos os povos explorados da América Latina”. O documento final determinava, por consenso, a existência de um Comitê Permanente, sediado em Havana,
que se constituiria na genuína representação dos povos da América Latina .

Por Carlos Alberto Brilhante Ustra - Cel Ref EB - A Verdade Sufocada

"Salvador Allende, futuro presidente do Chile, como participante da I Conferência da Organização de Solidariedade dos Povos da Ásia, Àfrica e América Latina ( OSPAAAL), que ficou conhecida como a Tricontinental, realizada em Cuba , entre 3 e 15 de janeiro de 1966, apresentou naquela Conferência uma proposta que foi aprovada por unanimidade pelas 27 delegações latino-americanas: a criação da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS). A sigla OLAS em espanhol significa ondas.

Dessa organização partiriam as ondas vermelhas, em cujas cristas estariam os movimentos revolucionários que inundariam a América Latina. A OLAS passou a ser dirigida por um Comitê de Organização, com representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala,Guiana e México. Como secretária-geral estava a cubana Haydee Santamaría e Aluísio Palhano como representante brasileiro.

Orientada política e ideologicamente pelo Partido Comunista da União Soviética (PCUS) e conduzida no nível estratégico pela OSPAAAL, caberia à OLAS conduzir e impulsionar, operacionalmente, o processo revolucionário na América Latina. Esse seria dinamizado, por um lado, pelo recrudescimento da guerrilha urbana e por ações de agitação, propaganda e recrutamento. Por outro, pelo estabelecimento da guerrilha rural com a criação de um foco guerrilheiro, como em Cuba, ou de um Exército Popular de Libertação, como na China.
"Cuba passou a dispor de dois instrumentos para exportar;a sua revolução. Nos anos seguintes, incitaria o recurso à luta armada, difundiria a teoria foquista da revolução e começaria a formar quadros para o desencadeamento daguerrilha na América Latina.”(Gen Agnaldo Del Nero Augusto)

A luta armada
A partir de então, surgiram na América Latina inúmeras organizações que participaram da luta armada, todas recebendo apoio em dinheiro, armamento e munição, fornecidos pela União Soviética, por intermédio de Cuba, além de cursos de treinamento de guerrilha nesse último país.

No Brasil, foram criadas 29 organizações terroristas e outras 22 que optaram por outras “formas de resistência”, sob o pretexto e a justificativa de lutarem contra a “ditadura”.

Na Argentina, no início da década de 70,vários grupos estavam em atividade, porém dois eram particularmente poderosos: os Montoneros e o Ejército Revolucionário del Pueblo (ERP).
Entre 1970 e 1973, o terror aumentou suas ações. Quando o presidente Juan Perón morreu, em 1º de julho de 1974, e sua mulher Isabelita - vice-presidente - o substituiu no governo, tudo se deteriorou e os guerrilheiros passaram a operar ostensivamente. Nesse ano, eles fizeram 21 tentativas de invasão de unidades militares, 466 atentados a bomba, assassinaram 110 pessoas e seqüestraram outras 117.
Na década de 1969-1979, foram praticados pelas organizações terroristas argentinas 21.000 atentados a bomba, 1.748 seqüestros e 1.501 assassinatos.

Em 1975, em meio a uma escalada da violência, uma ordem da presidente Isabelita determinou ao exército fazer o que fosse necessário para neutralizar ou aniquilar o processo subversivo-terrorista. Os militares tomaram o poder em 24/03/1976, quando o movimento terrorista estava conduzindo o país ao caos e à anarquia. Em 1983, ao término da luta armada, o saldo de mortos era superior a 30.000 pessoas.
Hoje, são muitos os ex-montoneros que estão no governo do presidente Kirchner.
Como se verifica, os militares da América do Sul, assumindo temporariamente o poder, evitaram que o terrorismo transformasse esses países em ditaduras comunistas, como preconizara a OLAS. Os governos que estabeleceram tiveram como principal objetivo a democracia. Premissa verdadeira, pois, em todos eles, sem exceção, o poder foi devolvido aos civis e, hoje, os derrotados de ontem, agora eleitos pelo povo, estão no governo. Muito diferente de Cuba, onde se instalaram em 1959 e onde Fidel Castro reina absoluto há praticamente 47 anos.

Como acontece em todos os movimentos onde os comunistas são derrotados, eles iniciam a volta lutando pela anistia, que, uma vez conquistada, lhes permite viver usando as liberdades democráticas que queriam destruir. Posteriormente, começam uma virulenta campanha para denegrir os que os combateram, posam de vítimas e de heróis e fazem da mentira e da calúnia o seu discurso. Não descansam enquanto não conseguem, por revanchismo, colocar na prisão aqueles que os combateram e derrotaram. Para isso, mudam as leis e até a própria Constituição, o que é feito com a corrupção do Legislativo e com o apoio de simpatizantes, escolhidos a dedo, para as mais altas funções do Judiciário".

"A Organização dos Estados Americanos - OEA - expulsou Cuba, do ditador Fidel Castro, em 1962, por seu apoio à subversão armada e ao terrorismo contra vários países, incluindo a Colômbia, onde as guerrilhas comunistas (FARC-EP) continuam cometendo todo tipo de atrocidades. Porém, os crimes do comunismo não foram punidos e, por isso eles continuam fazendo apologia da barbárie travestidos de ‘democracia, direitos humanos, igualdade, defesa dos pobres ... , num verdadeiro ultraje à democracia.

Com efeito, não se dá a mesma severidade na avaliação/punição da conduta dos movimentos de esquerda ideológica – financiadas pela ditadura da Ilha de Fidel Castro e pelo movimento comunista internacional a partir de Moscou, cujos crimes e violência praticados pelos grupos extremistas como seqüestros, assaltos, assassinatos, roubos ...., tem sido descaradamente objeto de apologia."


O revanchismo da esquerda foi muito maior na Argentina, onde, ao assumirem o poder os terroristas, adeptos da luta armada , conforme os ensinamentos da OLAS, hoje no poder, acabam de condenar à prisão perpétua um ex-presidente da republica, que preservou a democracia em seu país e evitou que o comunismo, o caos e a anarquia assolassem aquele país irmão.

Conforme foi divulgado na imprensa o ex- presidente da Argentina Jorge Videla (1976-81) foi condenado dia 22/12/2010 à prisão perpétua, por ter sido considerado culpado pela morte de militantes comunistas, durante a luta armada. O ex-general, de 85 anos, já havia sido condenado à prisão perpétua em 1985 durante um processo histórico da junta militar por crimes cometidos durante a ditadura, segundo as organizações de defesa dos direitos humanos.
Entre os julgados está o ex-general Luciano Menendez, já condenado à prisão perpétua por três vezes, em processos por violação aos direitos do homem. Num exemplo digno de verdadeiro chefe militar, o general Jorge Videla não se deixou abater e assim se pronunciou durante a farsa deste julgamento no tribunal de Córdoba, um dia antes da divulgação do veredicto:

“Assumo plenamente minhas responsabilidades. Meus subordinados limitaram-se a cumprir ordens”.

No depoimento final de 49 minutos que leu pausadamente, o ex-ditador, de 85 anos, disse que assumirá “sob protesto a injusta condenação que possam me dar”.
“Reclamo a honra da vitória e lamento as sequelas. Valorizo os que, com dor autêntica, choram seus seres queridos, lamento que os direitos humanos sejam utilizados com fins políticos”, disse Videla.

Depois apontou para o governo da presidente Cristina Kirchner, assinalando que as organizações armadas dissolvidas “não mais precisam da violência para chegar ao poder, porque já estão no poder e, daí, tentam a instauração de um regime marxista à maneira de (Antonio) Gramsci” (téorico marxista italiano).

MANIFESTACIÓN ANTE LOS JUECES
TTE. GENERAL D. JORGE R. VIDELA: AL PUEBLO ARGENTINO
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December 23 2010 at 8:28 AM SIN JUSTICIA

Señores Jueces:
Reitero que ustedes no son mis jueces naturales; no obstante, en mi carácter de preso político, deseo manifestar lo siguiente: Las garantías constitucionales de las que gozamos quienes somos juzgados en este contexto, constituyen una farsa que, para ser interpretada, requiere de condiciones histriónicas que no poseo. Además, todo el poder político ha sido encauzado para lograr nuestra condena, a cualquier costa y por cualquier medio. Por ello, me he abstenido de alegar en una defensa que no guarda sentido.

Por otra parte, con este enjuiciamiento, desconociendo las garantías del debido proceso - entre otras la cosa juzgada y la irretroactividad de la ley penal - se pretende que, a través de la sentencia que vayan a dictar, homologuen una decisión política adoptada con sentido de revancha, por quienes, después de ser militarmente derrotados, se encuentran hoy ocupando los más diversos cargos del Estado.

Esta irregular situación, que bien podríamos calificar como terrorismo judicial, y que pudo disimularse mediante las formalidades de un debate, no bastó para que, conceptualmente, el derecho quedara afuera de la administración de justicia, produciendo su vaciamiento. Frente a esa realidad que no está en mis manos modificar, asumiré, bajo protesta, la injusta condena que se me pueda imponer, como contribución de mi parte al logro de la concordia nacional; y la he de ofrecer a modo de un acto de servicio más, que debo prestar a Dios Nuestro Señor y a la Patria.

Con ello pretendo cumplir con mi conciencia. Cumplan ustedes con la suya.

EPILOGO

Desde los tiempos más remotos -y así lo dice la Biblia- las sociedades recurrieron a la figura del chivo expiatorio para lavar sus culpas colectivas y, de esa manera, acallar sus conciencias.

La sociedad argentina, que fue principal protagonista de uno de los momentos más cruciales de nuestra historia reciente, abrumada por una tremenda campaña de acción psicológica, no escapó a aquella regla. Y lo hizo, aunque resulte penoso reconocerlo, permitiendo que se malversara la verdad histórica, mediante la aceptación de una visión hemipléjica de la misma, acerca de acontecimientos que costaron la vida de muchos conciudadanos, civiles y militares, que cayeron por defender a la Patria, o en pos de ideales equivocados.

Con esa actitud, sólo se ha logrado sembrar la discordia y anidar el odio en muchos corazones hermanos, postergando con ello la tan ansiada unión nacional.
Pareciera, llegado el tiempo para que la sociedad toda, a través de su dirigencia, asuma su protagonismo perdido; y, dejando de lado la memoria asimétrica predicada desde los círculos oficiales; fuera de cualquier especulación sectorial o de escapismos hipócritas; promueva -mediante un diálogo superador- el exhaustivo e imparcial examen necesario sobre los terribles años de nuestra última contienda interna, de tal manera que nos permita dejar atrás, sin cargos de conciencia, un luctuoso y traumático pasado.

Entregaremos así, a quienes nos sucedan, un legado que les ayude a superar los desencuentros padecidos por nuestra generación. Sin olvido, pero también sin rencor: para no repetir los errores del pasado; con justicia, pero no con venganza: dando y quitando con equidad a quien debe dársele y quitársele; en busca sólo de la unión nacional, concebida - al decir de Ortega y Gasset - como un proyecto compartido de Nación; de manera tal que podamos mostrarnos ante el Mundo, como un País libre, pujante, abierto a la concordia, reconciliado y en paz.
Quiera Dios Nuestro Señor que así sea.

Transcrito do Site: A Verdade Sufocada

O Pretérito do Futuro Galinácio

Lula não é do mal. O problema é que ele se acha o BEM”.
As sábias e irônicas palavras de Arnaldo Jabor, hoje de madrugada, no Jornal da Globo, precisam de um complemento político-psiquiátrico. Lula tem certeza de que é o Deus da política tupiniquim. Não fosse assim, o quase Galinácio não teria falado tantas bobagens em menos de 24 horas.

O Cara exagerou na dose (sic). Usando e abusando da capacidade profética divina, o ainda $talinácio resolveu prever o futuro. Tocou no tema que o obseca: a distante eleição presidencial de 2014. Ontem, Lula elegeu o adversário para a disputa. Segundo o iluminado profeta de copo, será o senador Aécio Neves. Sim, aquele galã mineiro, netinho do Tancredo Neves, queridinho dos banqueiros Rothschild, atualmente no PSDB e, futuramente, nem o Deus original sabe direito o partido.

No jantar de saideira com os ministros de seu governo, noite adentro de quarta-feira, no Palácio da Alvorada, Lula tocou no nome de Aecinho, fazendo de tudo para fingir que nem pensa em ser, novamente, candidato presidencial. Mitomaníaco como de costume, $talinácio do Bem destilou sua malvadeza: Aécio se comporta como se já tivesse sido eleito em 2014. Mas, se Dilma fizer um bom governo, como nós esperamos, ela terá todo o direito de ser reeleita”. Vestindo uma calça preta e um terninho cobre, Dilma ouviu o que $talinácio falou na festinha.

Sem ainda se recuperar direito dos efeitos etílicos do jantar de quarta, Lula voltou a falar de futuro de tarde, durante discurso na entrega de um trecho incompleto da ferrovia Norte-Sul, ligando Palmas (TO) a Anápolis (GO). Deus pediu aos brasileiros que rezem pela Dilma - que os médicos juram estar curada do tratamento com quimioterapia contra um câncer linfático, depois da retirada, em abril de 2009, de um tumor de dois centímetros da axila: “Primeiro eu quero que vocês apoiem a presidenta Dilma. Apoiar ela de coração. Segundo, a gente tem sempre que estar fazendo a nossa reza para que ela esteja com saúde e que ela possa fazer mais e melhor do que eu fiz".

Contrariando o que falou na noite de quarta e na quinta, o doce e divino $talinácio fingiu que não falaria de futuro em seu discurso de despedida à nação, em cadeia obrigatória de rádio e televisão. Lula foi tão bem na leitura do texto (escrito por propagandistas) que merecia tirar o lugar do William Boner no Jornal Nacional. Falando palavras que não eram dele, o futuro Galinácio inflou números para mostrar que foi “o Cara”.

Causou um problema para os chefetes da mídia amestrada nacional. Jornalões e televisões insistem no machismo de tratar Dilma como “Presidente”. O quase Galinácio proclamou que Dilma será mesmo nossa “Presidenta” - tratamento que o Alerta Total vem dando, em homenagem ao fato de termos uma mulher no cargo máximo do poder no Brasil. Será que, a partir de agora, a mídia amestrada dará o tratamento digno à sucessora de $talinácio?

Isto pouco importa. Importante mesmo foi o que deus falou no discurso de saideira. O chefão encerrou o pronunciamento evitando revelar o que fará ao deixar o cargo: “Não me perguntem sobre o meu futuro, porque vocês já me deram um grande presente. Perguntem, sim, pelo futuro do Brasil e acreditem nele. Minha felicidade estará sempre ligada à felicidade do meu povo”. Com um discurso peronista destes, Lula poderia cantar de galo como candidato presidencial na Argentina. O problema é se valeria a pena trocar Dona Mariza pela Cristina...

As previsões divinas de Lula virarão realidade? Nem o Deus de verdade sabe. O certo é que ele deixa mesmo o poder, e a falta do poder pode deixá-lo Bem-Mal. Rapidinho, ele será coisa do passado. Hoje, desfruta de popularidade recorde. Amanhã, pode ser vítima do fatal esquecimento popular. Ainda mais se a Dilma der certo – como ele jura estar torcendo.

É enorme o risco de Lula se transformar, rapidamente, no Pretérito do Futurosendo preterido pelo eleitorado em próximos pleitos. Como tal risco é enorme, assim que deixar o poder, Lula se dedicará a usar e abusar da rica máquina de propaganda que montou. Só precisa tomar cuidado para não trombar com a sucessora. A história mostra que não convém brigar com uma brizolista. E a estatística foi fatal. Todos os protegidos que Leonel Brizola ajudou a eleger o traíram.

Será o Galinácio candidato a ser vítima da maldição brizolista que transforma em pretérito o futuro dos aliados traidores?

Que o Deus verdadeiro responda se quiser antes abençoando todos nós em mais um Natal.

Lula dará apoio integral ao terrorista Battisti; da mesma forma que apoiou o Medina - via Dilma arranjou até emprego público para a mulher do bandido

TERROR. Lula vai negar extradição de Cesare Battisti. Razões humanitárias serão invocadas para fundamentar a decisão presidencial

–1. RAZÕES HUMANITÁRIAS.

O jornal italiano Corriere della Sera, –em furo de reportagem dado pelo jornalista Rocco Cotroneo–, adianta qual será a decisão do presidente Lula no caso Cesare Battisti, que já se prepara para passar o Ano Novo em liberdade e com amigos que chegarão da França. Essa decisão de Lula, — consoante o prestigiado jornal Corriere della Sera (segundo em circulação na Itália)–, já teria sido comunicada ao primeiro ministro Silvio Berlusconi.

Informado, o premier italiano, — que enfrenta protestos de universitários e tenta recompor uma banca majoritária a evitar a antecipação das eleições parlamentares–, teria solicitado a Lula não fosse a decisão presidencial baseada em fundamentos já afastados pela Justiça italiana e pela Corte de Direitos Humanos da União Européia, como perseguição política, nulidade processual, ausência de defesa, provas frágeis, etc. Ou seja, todos os absurdos argumentos adotados pelo então ministro Tarso Genro e que foram considerados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal.

Razões humanitárias, segundo o jornal Corriere della Sera, serviria de fundamento à decisão de Lula, que adotará o parecer já entregue pela Advocacia Geral da União (AGU). Aliás, o mesmo órgão que entendeu ser constitucional a lei de anistia que conferiu “direito de matar e de torturar” aos agentes sustentadores da ditadura militar brasileira. [o juiz Wálter Maierovitch, ex-secretário nacional anti-drogas, merece todo nosso respeito, mas o seu revanchismo é incrível. Aproveita uma matéria em que claramente se posiciona a favor da extradição de um terrorista assasino, Cesare Battisti, para criticar parecer da AGU que reconheceu que a Lei da Anistia brasileira se aplica tanto aos terroristas quanto aos agentes da repressão. No que diz respeito ao terrorista Cesare Battisti, o ex-secretário defende a aplicação da lei em todo o seu rigor, já quanto aos terroristas brasileiros o ilustre articulista defende a aplicação da Lei da Anistia.]

Vale lembrar que razões humanitárias levaram o presidente francês Nicolas Sarkozy suspender, com relação à italiana Marina Petrella, a extradição determinada pela Justiça francesa: extradição decorrente de condenações por atos terroristas perpetrados contra a democracia e o estado de Direito italiano. Petrella estava hospitalizada, dada como terminal em face de avançado câncer. Em outras palavras, Sarkozy acertou na decisão, pois, efetivamente, a suspensão da extradição guardava razão humanitária.

Como se sabe, e este site do IBGF , Battisti é portador de hepatite do tipo “c”, que estaria controlada. Ao contrário de Petrella, não corre Battisti risco de perder a vida e nem está internado em estado terminal. Battisti, 56 anos de idade, é um pluriassassino. Foi definitivamente condenado por co-autoria nos assassinatos de um açougueiro, de um joalheiro de periferia, de um carcereiro e de um motorista policial.

Fora isso e como em entrevista à revista Carta Capital ressaltou o magistrado Giancarlo Caselli (chamado de toga vermelha por Berlusconi) , Battisti compunha um grupo de ataque a civis saídos das fábricas. Esses trabalhadores eram alvejados nas pernas e o aleijão servia para propaganda, como a vítima de lesões graves fosse “oudoor” de divulgação de ações eversivas voltadas a difundir a “paura” (medo).

Quando das violentas ações de Battisti e da sua organização, a Itália vivia sob um regime democrático e em pleno estado de Direito. Um socialista (Sandro Pertini), ex-presidiário do fascista Mussolini, era o presidente da República. O partido comunista (eucomunismo independente da linha soviética), como o segundo maior, era o fiel da balança no Parlamento. O terrorismo das Brigadas Vermelhos e grupo eversivos, como o pequeno a que pertencia Battisti, impossibilitaram a chegada ao poder dos comunistas italianos.

Por tudo isso, o atual Partido Democrático (PD), formado por ex-comunistas dos anos 70, é favorável a extradição de Battisti, dado como traidor e covarde.

Covarde porque todos os que não fugiram admitiram, no devido processo, os seus atos e o papel nas organizações eversivas. Todos já estão em liberdade, com exceção a uma sentenciada, recentemente extraditada para a Itália. Battisti nega as suas ações, ou seja, não assumiu os seus atos e o seu passado. E ainda a sua defesa, falsamente, fala em prisão perpétua, que não existe mais na Itália: os países membros da União Européia não podem manter privação de liberdade superior a 30 anos.

Battisti, um comunista subalterno à orientação soviética e contrário à linha independente do eurocomunismo europeu, prejudicou os ideais de comunistas históricos, como Enrico Berlinguer e o atual presidente da Itália, Giorgio Napolitano (Napolitano insistiu com Lula na extradição, ao contrário de Berlusconi, cuja editora publica os livros de Battisti).

–-2. DESUMANIDADES
O presidente Lula, cujo governo deixou a desejar no campo dos direitos Humanos, não permitirá a extradição de Battisti, por questões humanitárias.

Pergunta-se: Lula não vai considerar a desumanidade de Battisti para com as vítimas e os seus familiares ?

Luc Rosenzwig foi durante anos diretor de redação do jornal francês Le Monde. Ele deixou o Le Monde e o prestígio do cargo para virar escritor sucesso. Sobre Battisti ela observou que “ ninguém dedica uma palavra ou pensamento às pessoas assassinadas por Battisti e às suas famílias”.

Por: Wálter Fanganiello Maierovitch - IBGF

Mais da metade do eleitorado brasileiro precisa de um partido político de direita

Um partido patrulhado

O PSDB tem vergonha de defender os valores de certa classe média. Prefere ter com esse eleitor, conservador, uma relação de concubinato. Aceita bem o patrulhamento dos adversários

Diante das condições objetivas, o PSDB saiu-se bastante bem no processo eleitoral. Elegeu oito governadores, fincados inclusive em estados fortes em economia e população, e manteve bancadas relevantes no Congresso Nacional. Na eleição presidencial fez 44% dos votos válidos no segundo turno, quando a aprovação do governo adversário beira a unanimidade. Claro que ganhar é sempre infinitamente melhor do que perder, mas ter o apoio de quarenta e quatro em cada cem eleitores que saíram de casa para votar não foi pouco.

Ainda mais quando um presidente como o que sai se joga e joga o governo na campanha do jeito que fez. Mas derrota é sempre derrota, e abre-se uma temporada de disputa algo renhida por espaços, por liderança. O ensaio preliminar para a luta de mais adiante (2014) parece ser a troca (ou não) de guarda na presidência do partido, agendada para a primeira metade do ano que vem.

O país sairia ganhando se a disputa no PSDB, chamada por alguns de “refundação”, acontecesse com algumas pitadas de petismo, ainda que hoje o próprio PT tenha abandonado certos rituais. Refiro-me à obsessão por teses, documentos, divergências colocadas por escrito, resoluções formais. Falta um pouco disso ao PSDB. Colocar no papel, preto no branco, o que propõe para o Brasil de diferente em relação ao governo que aí está. Vem sendo um problema tucano nesta década de hegemonia federal petista. Sabe-se o nome dos candidatos a conduzir a sigla de volta ao poder, mas não se tem ideia definida sobre o que propõem. Ou no que diferem entre si.

Sem falar na pergunta sem cuja resposta dificilmente a legenda chegará ao porto seguro. “No que exatamente um Brasil governado pelo PSDB seria melhor do que é hoje?” Os tucanos comportam-se como se tivessem algum direito de origem divina ao poder. Um destino glorioso inevitável, explicável por expressões dogmáticas, como “superioridade na gestão”. Que pode significar tudo, ou nada.

Mas talvez essa fuga para o nebuloso seja menos fruto da vontade que da necessidade. Como diria Guimarães Rosa, mais precisão que boniteza. O espaço da centro-esquerda, da social-democracia, está no Brasil ocupado pelo PT. Que, como todo partido reformista, busca operar melhorias no capitalismo mas sem contestá-lo. Oito anos de PT em Brasília não mexeram na estrutura fundiária, nem no domínio dos bancos, nem na arquitetura da propriedade.

Há portanto espaço para uma “oposição de esquerda”, mas essa possibilidade está amortecida pela participação dos embriões dessa esquerda no bloco de poder reformista. Se o PSDB não tem vocação para tal, há também espaço para uma oposição à direita do PT. Poderia ser do Democratas, não estivesse o partido tão empenhado na autodestruição. Se o maior ativo do petismo após estes oito anos é ter acelerado o ingresso dos pobres na classe média, com a formalização do trabalho e a ampliação do crédito, é verdade também que essa classe média robustecida não necessariamente vota no PT ou gosta do PT.

Os resultados eleitorais de outubro foram esclarecedores a esse respeito. Nota-se porém no PSDB certa ojeriza, certo horror a caminhar por aí. Do que muitos tucanos gostariam mesmo seria receberem do PT um tratamento de “iguais no progressismo”. Um certificado de que -ufa!- não são “de direita”. O problema é que para receber tal certificado será preciso aderir, abrir mão do projeto de poder.

O PSDB lida mal com os valores e desejos de certa classe média emergente, que não se sente tão bem representada pelo PT. Tem vergonha de defendê-los. Prefere estabelecer com esse eleitor, conservador, uma relação de concubinato. Aceita bem o patrulhamento dos adversários.

Quer o voto conservador, mas não quer ser visto como conservador.

Da redução de impostos à proibição do aborto, da redução da maioridade penal à proibição do consumo de drogas, nada dessas coisas mobiliza verdadeiramente o PSDB.

Se bobear, até o PT é capaz de chegar antes nesse nicho de mercado.

Fonte: Blog do Alon

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