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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Até quando vão dar atenção ao golpista do Zelaya?

Continua impasse em Honduras

Durante encontro com o subsecretário adjunto dos Estados Unidos para a América Latina, Craig Kelly, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, pediu novamente a renúncia do presidente interino Roberto Micheletti. Zelaya afirmou ontem que a renúncia é um importante passo para Honduras superar a crise política estabelecida desde a sua deposição, em 28 de junho.

Kelly, que tenta pela quarta vez em cinco meses destravar o diálogo, insistiu na criação de uma comissão da verdade que investigue as circunstâncias do golpe que derrubou Zelaya. O encontro aconteceu na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o presidente deposto está abrigado desde 21 de setembro, quando voltou clandestinamente ao país.

De acordo com reportagem da Folha, Kelly passou para Zelaya a posição americana por uma investigação sobre o golpe, que seria um ponto final ao episódio mais turbulento da história do país nos últimos anos.

Em reunião, Zelaya insiste na renúncia de Micheletti e EUA pedem investigação

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, reiterou nesta terça-feira a importância da renúncia do presidente interino Roberto Micheletti para superar a crise política no país, após um encontro com o número dois da diplomacia americana para a América Latina, Craig Kelly. O americano, que tenta pela quarta vez em cinco meses destravar o diálogo, insistiu na criação de uma comissão da verdade que investigue as circunstâncias do golpe que derrubou Zelaya, em 28 de junho do ano passado.

Zelaya afirmou que o governo dos Estados Unidos não reconhece o regime interino de Micheletti, que deve deixar o poder no próximo dia 27, ao passar a faixa presidencial para o presidente eleito no pleito de 29 de novembro passado, Porfírio Lobo.

"A posição deles [dos Estados Unidos] continua sendo a mesma. Eles desconhecem o governo do senhor Micheletti. O embaixador [americano em Honduras, Hugo] Llorens ratificou que se deu um golpe de Estado, que não há estado de direito", disse Zelaya à simpatizante rádio Globo.

"É necessário buscar uma saída pacífica e política para a crise e a saída de Micheletti é um fato necessário", completou Zelaya, que está abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa desde 21 de setembro, quando voltou clandestinamente ao país em uma tentativa de aumentar a pressão por uma solução ao golpe. [Zé da Laia, fica calminho, você e a turma do Foro de São Paulo, que no próximo dia 27 o presidente constitucional de Honduras passará a faixa para o presidente eleito e você cuida de vir para o Brasil como asilado político – afinal, sabes que aqui no Brasil é abrigo seguro para marginas e dando um pouco de sorte ainda pode até ficar com um cargo público no (des)governo ou então empregar a mulher, caso do guerrilheiro ‘padre’ Medina que conseguiu refúgio seguro no Brasil, emprego para a mulher. Lembro que o Medina foi o portador da contribuição financeira das FARC na primeira eleição do Lula – assunto que a TV Globo começou a investigar e foi aconselhada a esquecer.]

Kelly, subsecretário de Estado adjunto para a América Latina, não fez declarações à imprensa após o encontro com Zelaya na representação diplomática brasileira. Segundo fontes ligadas ao governo, ele passou para Zelaya a posição americana por uma investigação sobre o golpe, que seria um ponto final ao episódio mais turbulento da história do país nos últimos anos.

Washington reconhece a eleição de Porfírio. Kelly visita Honduras para tentar criar o diálogo entre Zelaya e Lobo.

O funcionário americano também se reuniu com Lobo, disse à agência de notícias Efe um porta-voz da embaixada dos Estados Unidos, que não deu detalhes sobre o encontro. Micheletti confirmou nesta quarta-feira aos jornalistas que tem uma reunião com Kelly na manhã desta quinta-feira na Casa Presidencial, mas não deu detalhes sobre quais assuntos serão tratados.

"Nós temos algumas decisões para tomar, em termos da natureza de nossa relação, a natureza da assistência no futuro", disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, P.J. Crowley.

Fonte: Folha de São Paulo

[só o Zelaya e os imbecis que o apoiam – seguindo orientação do Foro de São Paulo – FSP e o empenho pessoal do chanceller de fato do Brasil, Marco Aurélio TOP TOP Garcia - insistem em que houve golpe e em função disso o Michelleti deve renunciar.

A corja é tão estúpida que fingem não saber que a deposição do Zé da Laia ocorreu conforme preceitua a Constituição de Honduras, toda a legislação infraconstitucional que cuida da matéria, foi decidida pela Corte Suprema hondurenha e teve o apoio do Congresso Nacional de Honduras. Por tudo, resta pacífico que não houve golpe em Honduras e sim o afastamento na forma constitucional de um presidente golpista.

O que o ‘Zé da Laia’ quer é aproveitar ao máximo os seus derradeiros minutos de fama, tanto que não será surpresa se faltando alguns minutos para a posse do presidente eleito, Porfírio Lobo, ele ainda insistir em que Michelleti renuncie e o mais cômico, ainda consiga platéia.

É assunto encerrado. O presidente eleito tomará posse no dia e hora estabelecido pela Constituição de Honduras e o Zelaya que cuide de vir para o Brasil, onde terá total apoio da turma do FSP.]

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