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domingo, 17 de janeiro de 2010

Direita elege presidente do Chile

Chile: Eduardo Frei admite vitória de Sebastian Piñera

[graças a DEUS a esquerda continua o lento mas inexorável processo de decomposição na América Latina.
A vitória da direita no Chile é importantíssima, tanto por impedir que a esquerda desmonte a economia chilena quanto por mostrar que qualquer país governado pela esquerda tende a caminhar rumo ao abismo.
Pode até no primeiro, segundo ano de regime apresentar algum progresso - mas sempre o resultado de medidas aplicadas pelo governo anterior e cujos frutos estão sendo colhidos pelos esquerdistas que, desonestes como sempre, não têm a dignidade de assumir que estão lucrando o fruto do trabalho dos antecessores.
No Brasil mesmo aconteceu isto. O Senhor Lula além de colher os bons resultados da política do seu antecessor ainda foi favorecido pelo crescimento economico mundial - que a crise não foi suficiente para uma reversão total - que empurrou o Brasil para o crescimento, apesar do PT.
Agora é torcer e confiarmos em que DEUS é brasileiro que nas próximas eleições a corja lulo-petista será deletada do panorama político brasileiro.]


O candidato Eduardo Frei, representante da Concertação, bloco de centro-esquerda que por 20 anos governou o país, admitiu neste domingo a vitória do opositor de direita, o multimilionário Sebastian Piñera, da Coalizão pela Mudança. A votação de segundo turno foi iniciada às 8h e encerrada às 17h (horário de Brasília) com a participação, sem registro de tumulto, de cerca de 8,3 milhões de eleitores.

- Quero parabenizar Sebastian Piñera. A maioria dos chilenos lhe deu sua confiança para que conduza os destinos do país nos próximos quatro anos - disse Frei, que governou o Chile entre 1994 e 2000.

Mais cedo, o Serviço Eleitoral chileno anunciou resultados parciais das eleições.Com 60,32% das urnas apuradas, Sebastián Piñera tinha 51,87% dos votos. Eduardo Frei, candidato à sucessão de Michelle Bachelet, tinha 48,12%, num dos resultados mais apertados da história do país. Uma pesquisa da MORI na quarta-feira mostrou Piñera com 50,9% das intenções de votos, contra 49,1% para Frei, dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais.

A vitória do economista formado em Harvard marca uma guinada à direita em uma região dominada por governantes de esquerda, da Venezuela à Argentina, embora ninguém espere qualquer grande mudança na política econômica. Sebastián Piñera, um bilionário conservador, magnata da aviação, poderá afastar de vez o fantasma do ex-ditador Augusto Pinochet. Eduardo Frei é ex-presidente do bloco de esquerda que, há 20 anos, governou o maior produtor de cobre do mundo desde o fim da ditadura de Pinochet (1973-1990).

Muitos chilenos se mostraram desencantados com a coalizão Concertación de centro-esquerda,dizendo que o governo poderia ter feito melhor uso dos bilhões de dólares do boom do cobre.

- Frei já esteve no poder e não fez muito - disse Adriana Contreras, uma dona-de-casa de 44 anos na capital Santiago - Votei por Piñera para ter a mudança de que precisamos - acrescentou.

Piñera, que está na 701ª posição na lista Forbes das pessoas mais ricas do mundo, obteve 44% no primeiro turno em 13 de dezembro, enquanto Frei ficou com 29,6%. Foi a primeira vez que a direita ganhou da esquerda numa votação presidencial desde que o Chile voltou à democracia em 1990.

Com a disputa apertada, tanto Frei quanto Piñera tentaram atrair os votos dos independentes que dividiram a esquerda, ficando em terceiro lugar e não passando para o segundo turno. O ex-produtor de cinema Marco Enriquez-Ominami finalmente deu a Frei seu apoio na quarta-feira, o que poderia interferir na disputa, embora analistas já tivessem previsto que o reforço teria vindo tarde demais.

Piñera, 60, que fez fortuna introduzindo cartões de crédito no Chile e tem parte da empresa aérea LAN, tenta se distanciar do legado sanguinolento de Pinochet - quando mais de 3 mil pessoas foram assassinadas ou "desapareceram" e cerca de 28 mil foram torturadas - para atrair o voto da classe média.[há sobre o governo do general Augusto Pinochet algumas acusações de supostas violações aos direitos humanos

- esquecem os acusadores (em sua maior parte elementos comunistas ou então essas organizações de direitos humanos que muitas vezes são a favor de mães criminosas terem o direito de assassinar crianças inocentes e indefesas)bandidos, terroristas e guerrilheiros nao podem ser combatidos com flores; têm que ser abatidos como criminosos que são.

O que importa ao Chile é o legado do progresso economico deixado pelo general Augusto Pinochet.]

Um de seus irmãos foi ministro de Pinochet, um de seus assessores trabalhou para a ditadura e ele teve que se defender quando Frei descreveu a direita como herdeira do ditador. Alguns analistas acham que o fator Pinochet pode levar votos para Frei.

Piñera prometeu dar às empresas estatais chilenas um incentivo para melhorar a sua eficiência, prometendo criar um milhão de empregos e incentivar o crescimento econômico em uma média de 6 por cento por ano depois de uma contração em 2009 na primeira recessão desde a crise asiática, há uma década.

Enquanto isso, Frei, cuja presidência do Chile foi abalada pela recessão, promete continuar com as políticas populares de bem estar social da presidente Michelle Bachelet e afirma que suas prioridades incluem uma reforma trabalhista.

Ele também adotou uma série de políticas do esquerdista Enriquez-Ominami, prometendo reformular o sistema tributário e aumentar a receita gerada por royalties de mineração.

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