Pesquisa personalizada

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Lula a França não é confiável; os Rafale também não, sofrem panes inexpilcáveis, nenhum país compra

Lula sofrerá pressão política da indústria bélica dos EUA para descartar acerto para compra de caças franceses

A guerra comercial sobre o fornecedor dos caças para a Força Aérea Brasileira será um possível tema extra-pauta da reunião dos presidentes Barack Obama, Nicolas Sarkozy e Lula da Silva sobre o plano de recuperação do Haiti devastado. Já circula a informação, na área militar e aeronáutica, sobre uma quase certa “retaliação tecnológica” dos EUA ao Brasil, caso Lula escolha – como já manifestou publicamente – comprar os aviões Rafale, da francesa Dassault.

O risco militar para a FAB e econômico para a Embraer é que a indústria aeronáutica norte-americana deixe de fornecer os componentes do avião de combate Super Tucano. Motor, Hélice, Caixa Redutora, Chapas de alumínio aeronáutico e vários dispositivos Aviônicos do Super Tucano são fabricados exclusivamente pelos EUA. Sem eles, segundo especialistas em aviação, o Super Tucano não passará de um “Super Planador”.

Os EUA não admitem que Lula compre o caça francês. Caso o escolhido não seja o F-18, da Boeing, os norte-americanos até preferem que o Brasil fique com o sueco Gripen – uma aeronave ainda em projeto a ser desenvolvido. Os EUA forneceriam as principais peças do avião projetado pela Saab. Lula receberá fortes pressões dos norte-americanos se fechar com os franceses. Resta saber se $talinácio vai agüentar o tranco.

E como tinha um acordo prévio com os franceses, Lula agora, literalmente, está na maior "merde" (apenas para usar uma palavra que ele mesmo consagrou recentemente, em seus discursos eleitoreiros). A lógica é simples e tradicional. Quem contraria grandes interesses internacionais paga caro politicamente.

Edição do Alerta Total
Por Jorge Serrão

[a matéria mostra a validade da velha recomendação de não se colocar todos os ovos no mesmo cesto.

O Brasil já depende muito dos americanos e não é conveniente aumentar tal dependência, o que ocorrerá se optar pelos F-18.

Embora deva ser registrado que são os Super Hornet F-18 os únicos que possuem real experiência em combate, em ação;

Porém, o Brasil deve ser cuidadoso na escolha dos cestos.

Aumentar a dependência aos franceses é desaconselhável – o que fizeram na ‘Guerra das Malvinas’ não os torna confiáveis e já estamos dependendo demais do Sarkozy nos submarinos, nuclear e convencional e em helicópteros, é bom parar por aqui.

Sem esquecer que os franceses até hoje não conseguiram exportar um único Rafale.

Alguns se precipitam e dizem que os aviões cotados pela Suécia nunca voaram; os aviões Gripen voam para a Força Aérea Sueca, especialmente em serviço de patrulha no mar Báltico, desde os tempos da guerra fria – portanto tempo de vôo não lhes falta.

Acontece que os ofertados ao Brasil são os Gripen NG – Next Generation (próxima geração) que representa aviões mais modernos que os que atualmente servem à Força Aérea Sueca, já que passarão por ‘up-grade’ e os engenheiros brasileiros participarão de todo este processo.

Mesmo assim, os EUA ainda terão algum controle sobre a tecnologia, já que os Gripe NG utilizam turbinas da General Electric.

0 comentários: