O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que foi um erro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos incluir no novo plano setorial - cujo decreto vem provocando embate dentro e fora do governo - assuntos relacionados à Lei de Anistia. Contrariado com os conflitos desencadeados pela versão final do Programa Nacional de Direitos Humanos, o presidente afirmou a auxiliares que esse tema deve ser tratado exclusivamente pelo Poder Judiciário, e não pelo Executivo. É o que mostra reportagem de Gerson Camarotti, publicada nesta segunda-feira, no Globo.
Editada em 1979, a Lei da Anistia perdoou todos os atos de autoridades e de opositores cometidos durante a ditadura militar.
[absolutamente dentro do esperado o comportamento do senhor Lula. Jogou um balão de ensaio, percebeu que a reação dos militares foi contrária, já era esperada mas não tão incisiva como foi; deve ter se surpreendido com a 'colcha de retalhos' produzida pelo Vannuchi e que mereceu o repúdio dos mais diversos e representativos setores da Sociedade.
Natural que o "Nosso guia' de imediato concluiu que o tema não é para ser tratado em ano eleitoral e de forma tão ampla, sem contar que deve ter se lembrado do 'cumpanheiro' Zé da Laia.
Agora o aloprado secretário Vannuchi honra o prometido - pelo menos é o que se espera - cai fora e o senhor Lula volta a fazer o que gosta: 'governar'.
Antes ele tem que tomar outra decisão: sair da saia justa que se envolveu ao interferir em um assunto que não entende, me refiro à compra dos caças.
Aí sim, ele pode voltar a governar e isso me assusta porque vem mais bobagem.]

1 comentários:
É preciso caçar os torturadores...
É preciso mexer nos bolsos e nas patentes destes cretinos!
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