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domingo, 3 de janeiro de 2010

MATÉRIAS só agora postadas

Graças a DEUS estamos de volta.
Firmes e fortes e conscientes de que o nosso trabalho de formiguinha algum fruto está apresentando para melhorar o Brasil e livrar nossa Pátria e o mundo da corja esquerdista-comunista que insiste em fazer o mal.


Devido as pequenas férias do Blog da UNR alguns assuntos não foram objeto de POSTs.
Mas aconteceram e pela importância dos mesmos agora os publicamos. Continua sendo política da UNR - União Nacional Republicana, viga mestra de sua conduta e devidamente seguida neste Blog, sempre publicar a verdade, toda a verdade, nada mais que a verdade.

Algumas matérias serão transcritas de outras fontes com a indicação do competente crédito - defendemos o entendimento que se o fato merece ser publicado no Blog da UNR, mas já foi publicado em outro meio noticioso, não há sentido em que o reescrevamos, façamos alterações em sua apresentação, apenas para apresentar como produção do Blog algo que já foi produzido.
Neste caso, preferimos transcrever a matéria, concedendo o devido crédito e, sendo possível, fazendo constar o LINK e se entendermos que cabe comentários o faremos com o devido destaque para não gerar equívocos.


Ao transcrever uma notícia o Blog se compromete a:

- citar a fonte e sendo possível fazer constar o LINK da mesma;
- não alterar o sentido da notícias;
e,
- obviamente, só transcrever, só publicar o que merece ser difundido.

Editores do Blog da UNR


Algumas matérias que não foram postadas mas por merecerem ser postadas, agora as postamos.

- O PROFISSIONAL DA MENTIRA

De uma feita Lula, cometendo o vitupério do auto-elogio, declarou numa frase que ficou famosa: ”Nunca antes se viu algo assim na história desse país”.

Logo depois, o ainda todo poderoso corrupto e corruptor José Dirceu afirmou: “O país só voltou a crescer com governo do PT. O Brasil voltou a crescer com o governo do PT, com distribuição de renda, depois de 3 anos de ajustes para liquidar a herança maldita do período FHC, nos quais a administração Lula teve que aumentar os juros e o superávit, e cortar gastos para sanear as contas públicas e reduzir a inflação − as verdadeiras heranças de FHC.”.

Esses fatos revelaram-se criminosas falácias praticadas pelo amoral presidente e pelo chefe da quadrilha.

Um levantamento feito pela ONG Contas Abertas, que acompanha os gastos públicos da União, mostra que o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) gastou mais com investimentos do que a administração de Lula (PT), ao menos nos sete primeiros anos de cada mandato, considerando-se os valores atualizados monetariamente. Uma das estratégias da campanha eleitoral do PT para a presidência em 2010 será comparar as gestões de tucanos e petistas.

Os números oferecidos pelo atual governo parecem-lhe favoráveis, mas mentirosamente eles são apresentados sem as devidas correções.

Nos sete primeiros anos da era FHC, foram gastos R$ 149,9 bilhões em investimentos. Na gestão Lula, foram R$ 127,1 bilhões. A diferença é de R$ 22,8 bilhões a favor do tucano. Os dados foram atualizados monetariamente pelo IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas.

Ao eleitor brasileiro sobram somente duas opções: ou continuam vivendo com essa sangria desatada, que está exaurindo a nação, com conseqüências vislumbradas nada boa, oU muda esse governo que farta-se dos bens públicos.

Com relação às mentiras pregadas por Lula e sua farandolagem, não se pode esquecer que: “Quem mente rouba”.

(*) Foto: Dirceu e Lula, associaram-se para delinqüir.

(*) Texto de apoio: Eduardo Militão.

Fonte: Prosa e Política

Brasil sem condições para crescer devido a falta de estrutura logística

Estrutura logística limitada atrapalha investimentos
Mapeamento realizado pelo Valor, que engloba sete projetos em andamento de grupos de minério de ferro, conclui que barreiras logísticas estariam dificultando o investimento de até US$ 12 bilhões nos próximos cinco anos. Grupos como ArcelorMittal, Ferrous, MMX, Mhag e Usiminas enfrentam dificuldades de transporte por ferrovias ou embarque em portos.

Segundo a reportagem, o negócio de minério de ferro, por exigir produção em alta escala, baseia-se no tripé mina-ferrovia-porto para ser competitivo.

Há projetos que correm o risco de não sair do papel se não forem encontradas soluções como porto público e direito de uso de ferrovias. Outros aguardam que ferrovias como a Oeste-Leste e a Transnordestina se concretizem para escoar a produção. Para amenizar o problema, o governo federal acaba de exigir do consórcio construtor da ferrovia Nova Transnordestina, a partir de janeiro, relatórios mensais sobre o andamento das obras.

A ferrovia, de R$ 5,4 bilhões, controlada pela CSN, deveria iniciar as operações neste ano. A nova previsão ficou para 2012 ou 2013.

Barreira logística ameaça investimentos de R$ 12 bi

O Valor mapeou sete projetos em andamento de grupos não tradicionais que enfrentam dificuldades de transporte

Mineradores de ferro em Minas, na Bahia, no Piauí e Rio Grande do Norte, com investimentos de quase US$ 12 bilhões nos próximos cinco anos, dependem de soluções logísticas para viabilizar seus empreendimentos. O Valor mapeou sete projetos em andamento de grupos não tradicionais no setor no país, como ArcelorMittal, Ferrous, MMX, Mhag e Usiminas, que enfrentam dificuldades de transporte por ferrovias, embarque em portos ou ambos os problemas. O negócio de minério de ferro, por exigir produção em alta escala, baseia-se no tripé mina-ferrovia-porto para ser competitivo.

Há projetos que correm o risco de não sair do papel se não forem encontradas soluções como porto público e direito de uso de ferrovias. Outros aguardam que ferrovias como a Oeste-Leste e a Transnordestina se concretizem para escoar a produção.

Mineradores da região de Serra Azul, em Minas, explicam que tanto as ferrovias como os terminais portuários no Rio e Espírito Santo, que seriam sua porta de saída, estão sob controle da Vale e CSN. Mozart Litwinsk, presidente da Ferrous Brasil, que desenvolve projeto de US$ 4,5 bilhões, disse que a empresa decidiu construir um mineroduto e um porto no Espírito Santo para não depender de terceiros. "Mineroduto e porto próprio são a melhor saída para quem está se instalando no país", afirma. O custo do transporte de Serra Azul está acima de US$ 35 a tonelada, valor que supera os US$ 22 gastos para extrair e concentrar o minério.

José Francisco Viveiros, diretor da ArcelorMittal no Brasil, não descarta a possibilidade de usar o mineroduto da Ferrous se não houver outra solução. A empresa planeja produzir 10 milhões de toneladas até 2014, mas não tem ferrovia nem porto. Viveiros busca um caminho independente. Com os governos de Minas e do Rio, tenta viabilizar um porto público em Itaguaí (RJ), cujo custo de embarque seria um terço do cobrado por terminais privados.

O governo federal acaba de exigir do consórcio construtor da ferrovia Nova Transnordestina, a partir de janeiro, relatórios mensais sobre o andamento das obras. A ferrovia, de R$ 5,4 bilhões, controlada pela CSN, deveria iniciar as operações neste ano. A nova previsão ficou para 2012 ou 2013.

Fonte: Valor Econômico

[a TRANSNORDESTINA é aquela ferrovia que o senhor Lula já inaugurou três vezes, sendo que nas duas últimas – uma alguns meses antes das eleições de 2006 e a mais recente às vésperas daquele pleito – vagões ferroviários foram levados para o local da inauguração em carretas rodoviárias.]

Os vários passados da Dilma Roussef

São vários os passados que assustam na candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República.


O primeiro passado que aterroriza é o fato da candidata, como única experiência política, ter sido mentora intelectual e ativa militante de uma das mais violentas facções terroristas dos anos setenta: a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária.


A VPR cometeu assaltos à mão armada, realizou atentados à bomba e assassinou dezenas de cidadãos brasileiros a sangue frio, em nome de quê? Em nome da instalação, no Brasil, de um regime comunista, nos moldes de Cuba que, até hoje, é uma ditadura sanguinária, sob o tacão do castrismo há mais de 50 anos. Participar de uma organização assassina sem nunca ter se arrependido disto, ao contrário, tendo orgulho, revela índole, caráter, personalidade.


O segundo passado que atemoriza é a certeza de que uma candidata politicamente inexpressiva trará de volta uma quadrilha de criminosos lesa pátria: os mensaleiros, comandados por José Dirceu e os aloprados, liderados por Ricardo Berzoini.


Sem o freio de Lula, uma liderança construída ao longo de trinta anos, estas figuras abjetas e nojentas transformarão o Palácio do Planalto, finalmente, em um aparelho do PT, governando em colegiado e loteando definitivamente o país entre seus apaniguados.

Imaginemos a política com José Dirceu, as relações internacionais com Marco Aurélio Garcia, as polícias com Tarso Genro, os movimentos sociais com João Pedro Stedile, tendo na presidência uma ameba amestrada, sem a mínima legitimidade dentro da organização partidária que, nos regimes totalitários, está acima de tudo.


O terceiro passado que assusta é a volta da inflação e a gradativa desestabilização da economia, alimentada pela irresponsabilidade fiscal e pela crescente estatização da economia, um cenário perfeito para, finalmente, na crise provocada, no caos dirigido, ser implantado o socialismo no país, bastando para isso aprofundar o discurso já oficializado da luta de classes. Os empresários que hoje deliram com a formação dos seus monopólios serão os primeiros a terem seus impérios estatizados, juntamente com uma violenta repressão à liberdade de imprensa, sustentada pelo populismo barato da Bolsa Família e do Minha Casa, Minha Vida.


Sugere-se aos empresários uma semana de férias na Venezuela para que saboreiem as delícias do socialismo bolivariano, antevendo o banquete que lhes reserva um eventual terceiro governo petista. Sim, porque o governo não será de Lula. Muito menos de Dilma, o poste, o cone de trânsito. Pela primeira vez o país será governado efetivamente pelo PT e por todo o passado que o cerca e o domina.


Fonte: Blog o AntiForo de São Paulo


[fazemos ressalvaa mencionada capacidade do senhor Lula, capacidade e interesse, de ser 'freio' de alguma coisa

O senhor Lula controla seus instintos ditatoriais apenas por receio de ainda não ser o momento da NOMENKLATURA comandada pelo Foro de São Paulo - FSP, dar o bote.

Vontade não lhe falta. Apenas a coragem que está ausente em seus atos o leva a fingir sem um democrata.

Quem é adepto da 'democracia plebiscitária', busca o populismo não é, nem jamais será, um democrata.]


Balanço do ano que passou


É hora de fazermos um balanço do ano que passou e de nossas atitudes e ações.

.Já está ficando lugar comum ver nossos políticos e governantes, chorar comovidos diante das câmaras de TV. Choram por diversos motivos.


.O primeiro choro foi de Lula na campanha eleitoral ao se lembrar de sua falecida esposa e a luta que teve com o atendimento médico publico.


.Pois bem, após sete anos de governo, o povo continua chorando nas filas do SUS. Continua chorando de dor, de desespero, de desesperança com as condições precárias de nossa saúde pública.


.Vimos o choro de Roberto Arruda no Senado no caso do painel eletrônico. Todos pensamos ser lágrimas de arrependimento, mas infelizmente não eram como vimos agora com o caso do mensalão de Brasília.


.Mais recentemente vimos o choro de Dilma Roussef ao se lembrar dos companheiros mortos e torturados durante o governo militar.
.Lágrimas de crocodilo, todas estas.


.Quem se lembra de ter visto o choro de algum político ou governante por:
1 - Aqueles que sofrem e não tem atendimento médico adequado do poder público?
2 - Aquele aposentado que recebe uma merreca do INSS após anos e anos de trabalho e contribuição e que agora seu benefício não lhe dá o direito a uma vida digna nem de comprar os remédios necessários para sua saúde?
3 - Por aqueles que com o suor de seu rosto ajudaram a construir o Brasil de hoje e vêem nossos governantes dizer que tudo começou agora, que o trabalho e o esforço do passado de nada valeram, e que os trata como vagabundos dando uma correção pífia aos seus benefícios previdenciário?
4 - Por aquelas crianças e jovens que estão perdendo o seu futuro em virtude do sucateamento de nosso ensino público?
5 - Por aqueles que perdem a vida ou que ficam inválidos permanentemente, vítimas das balas perdidas e vítimas da falta de segurança que o estado devia lhes dar?
6 - Por aquelas famílias que não podem passar o Natal e o Ano Novo com seus ente queridos mortos pelos terroristas dos anos 70 que lutavam pela implantação de uma ditadura do proletariado no Brasil?
7 - Por aqueles que trabalham arduamente de sol a sol e vêm 38% de seus rendimentos serem pagos ao governo em forma de todo o tipo de impostos e não recebem o retorno necessário em saúde, educação, segurança e seguridade social?
8 - Por aqueles que vêm os impostos pagos serem corroídos pela corrupção, gastos com cartões corporativos secretos, com mensalões que nunca deixaram de existir, com a manutenção de criminosos como Battisti e Zelaya?


- Eu gostaria de ver Lula verter lágrimas de arrependimento pelo que deixou de fazer nestes sete anos de governo, por ter mantido o povo, como diz ele, na m****.
- Gostaria de ver Dilma Roussef verter lágrimas sinceras de arrependimento pelas vítimas inocentes do terrorismo de que ela ativamente participou, como por exemplo de Mário Kozel Filho, morto por um carro bomba. Um jovem de 19 anos que perdeu a vida e que lhe foi tirado o direito de ter filhos e netos. Por ele e sua família Dilma não chora.
Queria ver Arruda, Sarney, Renan, Collor, José Dirceu, José Genuíno, Luiz Gushiken, Luiz Inácio Lula da Silva, Delúbio Soares, Azeredo, Barbalho, Maluf e tantos outros chorarem de arrependimento e pedirem perdão ao povo brasileiro pelos crimes cometidos contra o povo que sofre.
Queria ver este ano um novo governo ser eleito com uma preocupação honesta para com o povo e não com a manutenção do poder. Preocupado em governar com ética, honestidade, moral e dignidade para o povo que os elegeu. Este é o meu desejo para o ano novo.


Fonte: Blog Brasil - Liberdade e Democracia


Robertianismo

O título pode parecer estranho, mas faz alusão ao fenômeno que influencia diretamente o Brasil na época de Natal. Pode criticar, fazer cara feia e até mesmo interromper a leitura, mas há 50 anos Roberto Carlos forja a identidade brasileira.

Quantas pessoas de diferentes credos, sexos, cores, origens e classes se unem em torno dele? Quantas gerações convivem com sua voz desde os primeiros anos de vida? Quantos têm um acontecimento, um fato ou um sentimento ligado a uma canção sua?

Nessa época de final de ano, Roberto, como uma espécie de El Niño, aproveita para reinar com força total. O tradicional especial natalino e um panetone com direito a embalagem azul somam-se a CDs, DVDs, filmes e um perfume. Arte e merchandising, romantismo e mercantilismo, eis o cerne da formação brasileira.

Os números não negam esse fenômeno. Na noite de Natal de 2008, 40,6% dos televisores ligados sintonizavam o especial do Rei. Neste ano, o programa arrematou duas cotas de patrocínio de mais de um milhão de reais cada. Com mais de 120 milhões de álbuns vendidos, o Robertianismo é real.

Ouso dizer que com as mortes de Tiradentes, Tancredo e Betinho, Roberto Carlos é o último herói tupiniquim. Um herói que tem como maior trunfo ser, agir e falar à moda da casa, versando sobre caminhoneiros, taxistas, carrões, baixinhas, gordinhas, Nossa Senhora, flores do jardim, parar na contramão, baleias, Amazônia, (...) e amores mil.

Roberto é o sonho popular de embarcar em um transatlântico; é a mistura de paletó com regata; é a biografia não autorizada; é a busca pela fonte da juventude; é a vontade de ter um milhão de amigos; é um leque de supertições e manias; é um estádio de futebol lotado; é a voz embargada; é a superação; é a fé e o amor sem limites...

Um historiador (pai de um compositor famoso que já cantou com Roberto) nos alertou sobre a cordialidade do povo brasileiro. E ao contrário de uma apologia à gentileza, ser cordial é, basicamente, ser movido pela emoção. Cordial vem de cordis (coração em latim). E é essa natureza que impulsiona o Rei para além de governos e tendências.

Os shows e as canções que falam de amor, solidariedade e confiança no amanhã podem parecer o mesmo do mesmo do mesmo. No entanto, você nunca viu ferver água? "Hás de lembrar-te que as bolhas fazem-se e desfazem-se de contínuo, e tudo fica na mesma água".

O trecho da fala do personagem machadiano Quincas Borba sobre a filosofia do Humanitismo explica o Robertianismo. Roberto Carlos, assim como o Brasil, revoluciona para que tudo continue como está.

Autor: Daniel Campos

Daniel Campos é poeta, escritor e jornalista pós-graduado em Comunicação Criativa pela ABJL e autor do portal de poesia e literatura


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