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domingo, 17 de janeiro de 2010

Nota animadora. Popularidade não significa capacidade de transferir votos

Direita vence no Chile. Candidato da esquerda, apoiado por Michelle Bachelet (popularidade de 80%) é derrotado

Resultado chileno mostra que popularidade não é transferida para o candidato apoiado

As eleições chilenas, vencidas em segundo turno por um candidato da direita, mostram um resultado altamente auspicioso para os BRASILEIROS do BEM, para os BRASILEIROS CONSCIENTES e que realmente possuem o discernimento para entender que a esquerda que atualmente nos governa - e também ainda governa alguns países da América do Sul - a NOMENKLATURA lulo-petista, que tem batido recordes e recordes de capacidade de roubar, de ser corrupta, começa a perder espaço no continente.

E, mais importante. Não ocorre transferencia automática de votos.

A Michelle Bachelet, atual presidente do Chile, detinha 80% de aprovação popular e não conseguiu transferir tal popularidade para o seu candidato, que além de favorecido com o apoio da Bachelet é um político conhecido.
Tanto que Eduardo Frei, protegido da Bachelet, foi derrotado duas vezes pelo candidato vitorioso da direita.
E o Eduardo Frei já foi presidente do Chile - o que o tornou conhecido do eleitorado (coisa que a Dilma Apagão não é) mas também mostrou que ele, como qualquer esquerdista, é incompetente.

O mesmo vai ocorrer no Brasil. O senhor Lula, que pesquisas dizem ter quase cem por cento de popularidade não vai conseguir transferir tal popularidade para sua candidata, a Dilma Apagão.
Além de não ocorrer transferência automática de popularidade, quando ocorre é em pequena proporção, a Dilmona não é conhecida do eleitorado, não é simpática e mesmo com a recauchutagem que está fazendo não cola.

Felizmente, em outubro próximo estaremos definitivamente livres da corja, da NOMENKLATURA, lulo-petista.

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