O ESTADO DOMINANTE
Sabemos que o nirvana da esquerda é o domínio do Estado.
No seu inebriado sonho, aquela ideologia imagina uma sociedade igualitária, vivendo sob a égide de uma cúpula, onde o rodízio entre os seus membros seria a tônica, que permitiria o seu amplo e duradouro domínio.
Caberia ao Estado, como o grande gestor, ter a posse ou a supremacia sobre todas as entidades, tornando-se o senhor absoluto da ignara plebe. Assim, constrói sem barreiras, uma Nação subserviente aos seus desígnios. As sinalizações que, inexoravelmente, aplicam seus esforços ilegítimos ou legitimados por leis capciosas, legislações e normas moldadas para atender às suas disposições e interesses, saltam aos olhos.
Vivenciamos o “como” tomar posse de tudo. A máxima do “tudo pelo Estado, nada contra o Estado”, a cada novo dia transforma-se numa triste e irreversível realidade. Os instrumentos para tornar factível a sonhada dominação estão à mão para os aventureiros, a começar, como muitos denunciam, no evidente excesso de poder concedido ao Poder Executivo, o verdadeiro patrão da estância Brasil.
E o atual Executivo não titubeia em gerenciar o governo para o qual, malfadadamente, foi eleito e reeleito, como crava as suas unhas sem pejo, na administração e no próprio Estado.
Na Administração Pública é o caos, um crescimento em recursos humanos desmesurado para alocar “cumpanheiros”. Aumentos abusivos, muito acima das empresas privadas numa distorção brutal e extorsiva ao bolso dos cidadãos.
Quanto ao Estado Brasileiro, este não perde por esperar, pois sua “excrescência” internamente tripudia sobre a Soberania Nacional, e não vacila em criar quistos regionais através de colossais reservas indígenas, verdadeiras barbaridades, e de guetos quilombolas, sem que se adivinhe qualquer interesse pela Nação, mas tudo acobertado por estranhas motivações.
Mas, é no campo externo que as agressões ao Estado são mais visíveis. Haja vista as nossas deploráveis atuações no cenário internacional. É o Estado servindo de instrumento para a difusão do marxismo socialista de ocasião.
O “tudo pelo Estado ou para o Estado” pode ser constatado pela presença na administração pública de indivíduos ligados aos sindicatos, e que graças ao desgoverno, têm em suas mãos os ricos recursos dos fundos de pensão, que aplicados transformam empresas privadas em sucursais do petismo.
O “nada contra o Estado” está presente no descomunal aumento dos recursos para publicidade governamental, o que pode ser confirmado com o estapafúrdio número de meios de comunicação, que recebem recursos para a divulgação das obras e sucessos da camarilha.
Ao mesmo tempo, acintosamente, tolhem a liberdade de expressão de diversos comunicadores e formadores de opinião e prometem ir a fundo, no âmago da questão, pela aprovação das medidas propostas na CONFECOM. Novamente, sob a pecha do “politicamente correto”, medidas que atendem à dominação do Estado estão sendo aprovadas e adquirem o “apelido” de legais.
Lamentavelmente, assim caminha a unanimidade burra, alegremente, rumo ao caos.
Transcrito do site: TERNUMA - Terrorismo Nunca Mais

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