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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Rafale. Os franceses são confiáveis ???

Na Guerra das Malvinas os franceses transferiram tecnologia dos mísseis EXOCET que venderam aos argentinos. Só que transferiram para os ingleses

Pessoal, fui 'pé-de-poeira' e vou escrever alguma coisa sobre aviões.
Calma. Por favor não fechem a página.
Li bastante, pesquisei, vou indicar LINKs e na realidade o objetivo principal é dar subsidios para responder a pergunta: os franceses merecem confiança? são confiáveis quando vendem armas?

Tem um história simples que foi contada ontem na TV em um programa de entrevistas. Quando ouvi a história lembrei com detalhes do ocorrido e localizei sites que ajudaram a relembrar melhor.

Na Guerra das Malvinas a Força Aérea Argentina usava aviões Super Etendard equipados com mísseis EXOCET - tudo fabricação francesa, os aviões da mesma Dassault dos Rafale e os mísseis de uma associação Dassault com a MBDA.
Quando a frota inglesa que cruzou o Atlântico para retomar as Malvinas ocupadas pelos argentinos se aproximou da área do conflito os Super Etendard entraram em ação e em duas missões dois mísseis EXOCET foram disparados e o resultado foi imediato: dois navios da marinha inglesa afundados.

Imediatamente a Inglaterra passou a pressionar a França e esta não resistindo a pressão e levando em conta o poderia da Inglaterra passou para os ingleses o código-fonte dos mísseis EXOCET - que ela, França, vendeu para a Argentina com compromisso de repasse de tecnologia.
O código-fonte passado exercia entre outras funções o controle sobre sistema de orientação dos EXOCET.

CONCLUSÃO: nunca mais, jamais, nunca na história da Guerra das Malvinas, os argentinos conseguiram acertar nenhum navio inglês.

Outro detalhe: quando a Guerra das Malvinas começou a Franca ainda estava devendo a entrega de vários avões Super Étendard e vários mísseis EXOCET, curiosamente as entregas passaram a sofrer atrasos, propositais, até serem suspensas.

Um outro ponto é que o (des)governo usa commo argumento para dar preferencia aos Rafale é 'transferencia de tecnologia' e tal definição contempla mais de cem pontos que precisam ser transferidos para que a TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA realmente valha a pena.
Tem tecnologia de eletronica embarcada, eletronica de apoio, de armamento e dezenas de outros itens.
Até um pequeno reparo na fuselagem de um dos caças exige tecnologia.
O que real e claramente vai ser transferido?
Ao que consta não há uma definição, tudo indica que vai ser contratado no estilo aloprado do PT, na improvisação, quando precisar a gente pede.

Os Gripen NG que serão vendidos ao Brasil é a versão aperfeiçoada, nova geração, dos Gripen que já são utilizados pela Força Aérea Sueca, há vários anos, desde os tempos da GUERRA FRIA, de forma exitosa.
Adquirindo os Gripen NG o Brasil terá o direito, isto está claro nas propostas, de incluir engenheiros brasileiros no acompanhamento/desenvolvimento do projeto - portanto, haverá uma absorção total da tecnologia - só não podem é enviar aquele coronel astronauta... qual o nome dele ...? ou aloprados petistas.
Risco dos Gripen NG não voarem é inexistente: afinal a diferença entre eles é apenas que são mais modernos, mais versáteis dos que já voam desde o século passado.

Já os Rafale trazem consigo um fato curioso: nunca foram exportados. A Força Aérea Francesa é até agora a única e exclusiva compradora.
Participou de diversas concorrências, em diversos países, e nunca foi comprado por nenhum páis. O Brasil será, se prevalecer a vontade do senhor Lula, o primeiro.

Os F-18 são aviões com experiência em combate real. Contra eles pesa que os EUA são extremamente exigentes para transferir alguma tecnologia.
Mas surge a pergunta: é melhor comprar dos EUA e se submeter a uma série de exigências para receber alguma tecnologia ou comprar da França e na hora que usar os aviões a França passar a tecnologia para o inimigo?

Clique aqui ou aqui para ler mais.

2 comentários:

Anônimo disse...

Vous etes un imbécile! il est évident que le si le Bresil attaque l'angleterre, que ce soit la France, les USA ou la Suède... personne ne vous soutiendra. Il y a une hierarchie dans toutes les alliances. Je ne crois pas que le Bresil a l'intention d'attaquer l'Angleterre la France, la Suède ni aucun membre de l'OTAN... Dés lors, votre article est stupide.

Si le Rafale n'a pas encore remporté de contrats à l'export c'est parceque c'est un nouvel avion et qu'il n'a participé qu'à 3 appels d'offre. Il a souvent terminé à la première place des évaluation techniques mais pour des raisons politiques économiques et stratégiques, les USA ont tout fait pour faire échouer les ventes de Rafale (Cf. Corée du sud).

Le rafale est plus cher, mais c'est un bien meilleur avion qui dans les exercices internationaux ont toujours battu les Typhoon, les F-16, F-18 et même le fameux F-22. Si les brésiliens n'ont pas les moyens financiers d'acheter le Rafale et bien ils n'ont cas acheter le Gripen mais il ne faudra pas ensuite se plaindre des faibles capacités aériennes de la FAB.
Avant de raconter des idioties anti-françaises, il faut se renseigner cher ami.

Blog da UNR disse...

Caro amigo,
não gosto de polemizar com visitantes que entram e vão logo xingando.
Prefiro usar o recurso de MODERADOR e encaminhar o comentário para a lixeira.

Mas decidi abrir uma exceção contigo, por se tratar de um alienígena.

Antes de tudo quero que você decida se sou um idiota - é assim que vc inicia teu comentário - ou se sou um idiota amigo ou um amigo idiota - já que ao final tu me chama de caro amigo.

Existe uma hierarquia de alianças e também a necessidade de respeito aos acordos comerciais.
No teu exemplo se a Argentina fosse atacar a França, aí sim a França teria que tratar a Argentina como inimiga e romper qualquer acordo comercial e, em consequencia, não cumprir.

Mas no caso a Argentina atacou a Inglaterra o que não valida a França rasgar o acordo que tinha com a Argentina.

Portanto, a França demonstrou não ser confiável.

Tua desculpa que o Rafale não foi ainda exportado por ser um avião novo, contesto: ele não é tão novo e o fato de ser novo não justifica ser recusado em mais de 10 concorrências - que você reduziu a três.

Aproveito e peço que apresente as razões que fizeram com que em 2008 dois Rafale caíssem sobre o Mediterrâneo, sem justificativa, exceto falha técnica.

Finalizo dizendo que não é problema de dinheiro e sim investir bem. Quem está com sérios problemas financeiros é a Dassault, que investiu 39 BILHÕES de EUROS no Rafale e até agora o único possivel futuro cliente é o Brail e assim mesmo em uma compra que não representa nem um quarto do valor investido - sei que ou a Dassault vende os Rafale ou então a falência ocorrerá.
Abraços,

Cézar Henrique