Provas contra Mossad
Policiais de Dubai reafirmam o envolvimento do serviço secreto israelense, o Mossad, no assassinato de um alto dirigente do Hamas. Mahmud Al-Mabhouh, um dos fundadores das Brigadas Izzedine Al-Qassam — braço armado do movimento —, foi encontrado morto dentro de um quarto de hotel da capital dos Emirados Árabes Unidos, em 20 de janeiro.
“Entre as novas provas estão escutas telefônicas entre os culpados”, disse Dhahi Khalfan ao jornal Al Abayan.
A polícia possui documentos comprovando que o esquadrão tinha seis passaportes britânicos, três irlandeses, um francês e um alemão. A revista alemã Der Spiegel informa que o passaporte alemão havia sido entregue a uma pessoa de nacionalidade israelense, cujo nome é Michael Bodenheimer.
Grã-Bretanha questiona Israel sobre assassinato em Dubai
O governo britânico convidou o embaixador de Israel em Londres para discutir nesta quinta-feira o uso de passaportes britânicos supostamente falsos ou fraudulentos pelos acusados de assassinar um comandante do grupo palestino Hamas durante uma visita a um hotel em Dubai, no mês passado.
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brwon, ordenou a abertura de um inquérito sobre os passaportes usados por seis dos supostos assassinos identificados pela polícia de Dubai, que traziam os nomes de cidadãos israelenses de origem britânica, mas cujas fotos não eram deles.
A polícia de Dubai afirmou que 11 agentes com passaportes europeus teriam participado do assassinato do líder palestino Mahmoud al-Mabhouh no dia 20 de janeiro. Além dos seis passaportes britânicos, foram usados também um passaporte alemão, um francês e três irlandeses. O nome no passaporte alemão também foi identificado como o de uma pessoa real que vive em Israel.
O governo de Israel, porém, negou que houvesse evidências da participação de seu serviço secreto no assassinato do comandante do Hamas. Entretanto, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, não chegou a negar formalmente que Israel tivesse participação no crime, seguindo a política de ambiguidade do governo israelense em relação a questões de segurança.
"Não há razão para pensar que foi o Mossad (serviço secreto israelense), e não algum outro serviço de inteligência ou algum outro país que esteja por trás do episódio", afirmou Lieberman.
Investigação preliminar
Uma investigação preliminar feita pela agência da Grã-Bretanha para o combate ao crime organizado confirmou que as fotografias e as assinaturas dos passaportes britânicos usados pelos supostos assassinos não correspondiam às dos passaportes originais nos nomes utilizados.
Os seis britânicos-israelenses cujos nomes constavam dos passaportes apontados pela polícia de Dubai como sendo os dos assassinos de Al-Mabhouh negam qualquer envolvimento no crime. Um deles, Stephen Daniel Hodes, de 37 anos, afirmou não ter saído de Israel nos últimos dois anos e se disse “chocado” com o caso. “Não sei quem está por trás disso. Estou com medo, essas são forças poderosas”, disse ele a uma TV israelense.
Outro envolvido, o consultor de informática Melvyn Mildiner, de 31 anos, disse ao diário The Jerusalem Post: “Fui dormir com pneumonia e acordei assassino”. Paul John Keeley, cidadão britânico que se mudou para Israel há 15 anos e mora no kibutz (comunidade agrícola) Nahsholim, afirmou que vem se sentindo "como um zumbi" desde que descobriu seu nome na lista de suspeitos.
“Como uma coisa dessas pode acontecer? Sou um simples mecânico, o que querem de mim? As pessoas riem, mas eu não estou achando essa história engraçada”, disse à imprensa local.
As autoridades da República da Irlanda confirmaram que os números dos passaportes do país utilizados eram legítimos, mas afirmaram que eles não correspondiam aos nomes nos passaportes apresentados pela polícia de Dubai. As autoridades francesas e alemãs também levantaram suspeitas sobre as identidades dos suspeitos com passaportes de seus países.
Fonte: BBC Brasil

1 comentários:
Interessante o enfoque que a mídia islamo-esquerdista têm dado ao caso. ASSASSINATO? CRIME? O "Santo" assassinado era um dos chefes militares do HAMAS, grupo que abertamente advoga e pratica assassinatos deliberados contra civis e que advoga a aniquilação do Estado de Israel. Esse tipo de gente, sempre protegida pelos esquerdopatas nojentos, está se infiltrando na América Latina, através da conexão Irã - Venezuela, paparicada pelo Aiatolula. ORA, CRIME POR CRIME, O QUE QUE ESSE FASCÍNORA ESTAVA FAZENDO SOLTO EM DUBAI?
MOSSAD NELES !!!
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