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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

TJ do Rio manda prender assassino do garoto João Hélio. Só falta agora localizar o bandido

Tribunal de Justiça do Rio cancela proteção e manda prender novamente condenado pela morte de João Hélio

O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) anulou na tarde desta terça-feira a inserção do jovem Ezequiel Toledo da Silva, condenado pelo assassinato do menino João Hélio, no Programa de Proteção às Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte, que havia sido determinada pela Vara da Infância e da Juventude da capital porque o rapaz estaria sendo ameaçado de morte.

O desembargador Francisco José de Azevedo, da 4ª Câmara Criminal do TJ-RJ, ordenou também a expedição de mandado de busca e apreensão de Ezequiel, que estaria em local desconhecido, conforme denunciou o Ministério Público estadual nesta segunda-feira. O juiz determinou ainda que a ONG Projeto Legal, responsável pelo PPCAAM, seja notificada para apresentar o jovem em juízo até o julgamento do mérito do recurso do MP.

Na semana passada, o Ministério Público estadual entrou com um pedido de anulação da inclusão do jovem no programa, argumentando que não fora consultado previamente e que não haveria elementos que justificassem a concessão da proteção. Segundo a promotora Maria Cristina Magalhães, o regime de semiliberdade concedido a Ezequiel não poderá ser cumprido caso o jovem seja mantido no programa de proteção.

Já a ONG Projeto Legal afirma que deu entrada, no último fim de semana, no plantão do Ministério Público, com uma petição para que o jovem e sua família fossem ouvidos, mas que o órgão se negou a tomar seus depoimentos. O advogado da família de João Hélio pretende dar entrada na Justiça em um pedido para que o assassino passe por uma avaliação médica.

João Hélio foi arrastado preso ao carro roubado da mãe por sete quilômetros, em 2007, quando tinha 6 anos. Quatro jovens foram condenados; três continuam presos e o quarto, menor de idade na época do crime, ingressou em regime semiaberto no último dia 10, após cumprir três anos de medida sócio-educativa no Instituto João Luiz Alves, na Ilha do Governador.

Fonte: O Globo

[falta a Justiça fechar esta tal de Projeto Legal; deve ser mais uma dessas ONG de 'direitos humanos' e que na realidade só cuidam do direito dos bandidos.

Que quer aquela ONG mandando ouvir a família do assassino? só nos resta torcer que aquele assassino seja abatido o mais breve possível.]

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