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sexta-feira, 12 de março de 2010

É hora da polícia ocupar Rocinha

Operação policial na Rocinha deixa sete mortos
Ação realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na favela da Rocinha prendeu dois supostos traficantes, feriu sete pessoas e matou outros sete moradores da região.

Segundo informações da polícia, o objetivo da operação era prender o chefe do comércio de drogas na favela, conhecido como “Nem”, que não foi encontrado. De acordo com reportagem da Folha, 200 policiais civis participaram da ação, que contou ainda com três helicópteros da Polícia Civil.


[por ser uma gigantesca favela - muito provavelmente a maior do mundo - sua ocupação pode parecer algo irrealizável; mas, em compensação, uma vez ocupada consolida de vez a política das UPPs.

Portanto, vale a pena qualquer sacrificio para ocupar totalmente a Rocinha.]

Ação policial na Rocinha termina com dois presos e 7 suspeitos mortos no Rio

A operação que a Polícia Civil do Rio realizou na tarde desta quinta-feira na favela da Rocinha, na zona sul da cidade, terminou com dois supostos traficantes presos e outros sete suspeitos feridos. O objetivo da ação, segundo a polícia, era prender o chefe do comércio de drogas na favela, conhecido como "Nem" - que não foi encontrado.

Ao todo, 200 policiais civis participaram da ação, que contou ainda com três helicópteros da Polícia Civil. Ao chegar à comunidade, porém, os policiais civis teriam sido recebidos a tiros por criminosos, e sete suspeitos morreram - os nomes dos homens não foram divulgados.

A ação assustou os moradores da comunidade. Uma menina de 13 anos também ficou ferida durante tiroteio, mas deixou o hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, no final da tarde, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Durante a ação, foram apreendidos dois fuzis, uma metralhadora, três granadas e diversos calibres de armas de fogo, segundo a polícia. A operação reuniu agentes do Dcod (Delegacia de Combate às Drogas), da Drae (Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos), da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), Polinter e DRFC (Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas).

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