CIA adverte que Brasil corre risco de ataque terrorista e vazamento sigiloso sobre o mensalão alopra os petralhas
Intensifica-se o processo de desestabilização e desmoralização do esquema de Luiz Inácio Lula da Silva. Os ataques são internos e externos. Lá fora, a CIA informa, reservadamente, a alguns senadores brasileiros que o Brasil foi colocado em estado de atenção para o risco de um ataque terrorista. Enquanto Lula polemiza com Israel e EUA, a conhecida agência de inteligência norte-americana adverte que Lula pode ter problemas a qualquer momento. $talinácio que se cuide, porque a acidose parece inevitável.
No front interno, do nada, como se fora um milagre vindo do inferno, renasce o escândalo do mensalão. Vazou do Ministério Público Federal uma série de depoimentos sigilosos, dados corretor do mercado financeiro Lúcio Bolonha Funaro, comprometendo a alta cúpula petralha – principalmente José Dirceu de Oliveira e Silva. Funaro sugeriu que o Ministério Público investigue a empresa ASM Asset, que teria feito negócios com fundações ligadas ao PT e chefiadas por João Vaccari que, segundo o depoente, era "preposto de José Dirceu e Delúbio Soares" (ex-tesoureiro do PT).
Com o escândalo da Bancoop também crepitando no noticiário e na Justiça, agora o temor dos petistas é que ressurja, das cinzas, alguma coisa grave sobre o assassinato de Celso Daniel – ex-prefeito de Santo André e ex-comandante do esquema financeiro de campanhas eleitorais do PT. Até hoje, a violenta e covarde execução de Celso Daniel – no pior estilo das mais sanguinárias máfias, com seqüestro, abusos sexuais e torturas até a morte - é um tabu na cúpula petista.
Beneficiado pela “delação premiada” – no qual deixa de ser réu para colaborar com as investigações -, Funaro revelou detalhes do funcionamento do esquema de arrecadação de recursos para o PT, em transações suspeitas com fundos de previdência de empresas “estatais”. Os depoimentos de Funaro foram incluídos no processo do Mensalão que tramita, a passo de tartaruga, no Supremo Tribunal Federal (STF).
Funaro denunciou – e Dirceu nega, para variar – que o consultor petista teria recebido até R$ 5,5 milhões em propina nas negociações escusas feitas pela Fundação Portus, dos trabalhadores portuários, na venda de um imóvel em Joinville, em 2004.
Além de complicar a vida de Dirceu, as revelações de Funaro afetam três outros petistas: o ex-secretário de Comunicação do PT Marcelo Sereno, o atual tesoureiro do partido, João Vaccari, e até o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), que briga internamente no PT fluminense para tentar sair candidato ao Senado.

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