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sexta-feira, 12 de março de 2010

EUA responsabilizam cultivo da cana-de-açúcar no Brasil pelo trabalho escravo e também pelo infantil

Produção de cana é criticada pelos Estados Unidos
Associada ao trabalho escravo, trabalho infantil e à repressão ao movimento sindical, a produção de cana-de-açúcar foi criticada ontem pelo governo dos Estados Unidos. De acordo com o jornal Valor Econômico, o Departamento de Estado americano fez quatro menções negativas à produção de cana-de-açúcar no Brasil em seu relatório anual sobre direitos humanos.

Segundo a reportagem, a crítica tenderia a prejudicar os esforços da indústria de etanol para derrubar as barreiras tarifárias para exportar o produto aos Estados Unidos.

EUA criticam produção de cana no Brasil

A produção de cana aparece associada ao trabalho escravo, trabalho infantil e à repressão ao movimento sindical

O Departamento de Estado americano faz quatro menções negativas à produção de cana-de-açúcar no Brasil em seu relatório anual sobre direitos humanos, o que tende a prejudicar os esforços da indústria de etanol para derrubar as barreiras tarifárias para exportar o produto aos EUA.

A produção de cana aparece associada ao trabalho escravo, trabalho infantil e à repressão ao movimento sindical.

São duas menções ao problema do trabalho escravo, uma de forma genérica e uma referência indireta, sem citar o nome, à Cosan. A produção de café e de algodão desapareceram do relatório.

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