VIOLÊNCIA Suzane matou os pais. Neves, a namorada. Alexandre jogou o filho contra um carro
Era fevereiro de 2003. Em Campinas (SP), o casal Alexandre e Sara Alvarenga protagonizou uma cena chocante: depois de bater o automóvel da família em outro carro, Alexandre arremessou o filho, de 1 ano, contra o para-brisa do veículo. A irmã, então com 6 anos, foi arrastada até o parque ao lado. A mãe passou a bater sua cabeça contra uma árvore e só parou depois de ser contida por várias pessoas. Dois anos depois, Alexandre e Sara foram absolvidos pela Justiça com o argumento de que teriam sofrido um surto psicótico.
Suzane Von Richthofen fez o inverso. Ajudou a matar os pais, Manfred e Marísia, em 2002, em São Paulo. Não teve surto. Ao contrário, planejou o crime com a ajuda dos irmãos Daniel e Christian Cravinhos. Daniel era seu namorado.
Outros crimes chocaram, por motivos diferentes.
Em 2000, o jornalista Antônio Pimenta Neves matou a namorada, Sandra Gomide, em Ibiúna, em São Paulo. Ele confessou o crime e alegou que o motivo foi o fim do relacionamento entre os dois. Ele foi condenado a pena máxima, mas recursos judiciais lhe permitem ficar em liberdade.
Vinte e quatro anos antes, Doca Street matou a socialite Ângela Diniz, com quatro tiros, no Rio de Janeiro. O assassinato aconteceu depois de uma discussão com Ângela, por ciúme. Doca foi condenado. Passou 15 anos na prisão.

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