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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Produtores rurais responsabilizam governo por invasões de terras

Governo é responsabilizado por invasões de terras

Wagney Azevedo Leão, de 75 anos, tem a agropecuária no DNA. Seu bisavô era agropecuarista. Seus netos cuidam agora das terras da família.
"O agropecuarista hoje é um herói", diz ele, ao lado de outros quatro produtores, reunidos numa tarde de terça-feira numa sala do Sindicato Rural de Uberlândia para conversar com o Estado. Suas queixas e reivindicações dirigidas ao governo federal incluem os custos altos da produção e os preços baixos dos produtos, as invasões de terras e as amarras ambientais.

"Que sustentação temos hoje na pecuária?", pergunta Wagney. "Os frigoríficos e as redes de supermercados levam a parte do leão. O produtor não está levando nada. O governo deveria sustentar a política agrícola com preços." O agrônomo Maurício Bueno, de 45 anos, que presta consultoria em planejamento de crédito agrícola, explica: "Os frigoríficos são poucos e põem o preço no boi."

Maurício observa que "tem cinco ou seis empresas comprando boi e produzindo fertilizantes, e milhões produzindo boi". Do lado dos grãos, grandes empresas como Cargill, Bunge, Sadia e Granjeiros "pagam o que querem", acrescenta José Luís da Silva, de 63 anos, que tem 360 hectares de milho e soja e cerca de 800 cabeças de gado de corte.

O governo contribuiu para essa concentração, observa Otacílio Ferreira Matos, de 52 anos, que trabalha com genética de gado Gir e Holandês: "O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) socou dinheiro no Friboi, e hoje só existem ele e o Independência", diz ele, referindo-se aos dois maiores frigoríficos do País. Carlos Augusto Ribeiro Franco, de 60 anos, consultor ambiental, criador de gado e de frangos, identifica nisso uma política do governo Lula: "É pretensão desse governo mostrar a cara do Brasil lá fora e para isso precisa de grandes estruturas."

A concentração se reproduz nas fazendas. "Há cinco, dez anos, todo mundo tinha condições de plantar 5, 10 alqueires (24 a 48 hectares)", lembra o agrônomo Maurício. "Hoje, ou você é produtor de 10 mil hectares ou não é nada. Com menos de 200 hectares, você não produz mais nada, e 90% (dos fazendeiros da região) têm esses pedacinhos de chão." Os produtores explicam que, ao lado dos preços baixos dos produtos, as terras têm exigido investimentos mais altos na correção do solo, assim como novas pragas têm demandado agrotóxicos caros.

Otacílio diz que a descapitalização dos pecuaristas os leva a vender as fêmeas, que atingem preço mais baixo no mercado. Segundo ele, o ideal seria vender no máximo 20% das fêmeas, mas os produtores têm vendido 45%. É um "círculo vicioso", descreve: vendem as fêmeas para fazer caixa porque não têm animal acabado e com isso reduzem a sua produção.

O preço mínimo estipulado pelo governo para a saca de 60 quilos de milho, diz Wagney, é R$ 17,50. A saca está sendo vendida a R$ 13. "O governo não pratica o preço mínimo", critica ele. "Tem milho estocado do ano passado. Nas lavouras, plantam milho em cima da outra safra. Não compensa colher. Não tem preço."

"Nos últimos anos a gente não está conseguindo ganhar dinheiro, e muitas vezes está perdendo", diz José Luís. "Compramos insumos quando os preços dos grãos estão altos. Na colheita, caem os preços. E aí a dívida está feita." Maurício, que arrenda 40 hectares com feijão irrigado, acrescenta: "Quando vai planejar a safra, o produtor se anima com o preço alto; quando colhe, o preço cai. Há um descasamento na renda. Junta-se isso com falta de estrutura de armazenamento e de crédito."

O consultor acha que falta uma política do governo para "direcionar" o plantio e o escoamento. "Ou que pague para não plantar." Wagney assinala que o governo se aproveita do produtor ao impor o preço baixo dos alimentos. "Para o governo é lindo, excelente."

Populismo. Ele vê populismo também na política agrária. "O MST invade o Ministério da Agricultura, o Incra, as fazendas, e qual atitude o governo tem tomado?", indigna-se Wagney, que participou do Clube dos 11, embrião da União Democrática Ruralista (UDR). "Estão querendo que depois que invadam a gente tem de defender? Não existe isso. Piorou muito nos últimos anos."

Uberlândia foi fundada em 1888, depois que paulistas ocuparam a região em meados do século 19. Hoje a cidade tem 600 mil habitantes. Tradicionalmente produtora de milho e gado, passou a dedicar-se também à soja e tornou-se grande polo avícola do País. A soja é exportada, enquanto o milho abastece o mercado interno de ração. A crise econômica mundial teve impacto sobre o agronegócio a partir de abril de 2009. "Agora está começando a reagir", diz Carlos Augusto, que cria 550 cabeças de gado de corte, 50 de leite e 130 mil frangos para produção de ovos, além de cultivar milho, sorgo e cana para alimentar o gado. "Tende a melhorar, mas não volta ao patamar de 2007 e 2008."

Para ele, a política comercial do governo Lula foi "bastante incipiente". Seu modelo de ministro da Agricultura é Marcus Vinícius Pratini de Moraes (do segundo mandato de FHC). "É um grande comerciante. Abriu muitos mercados para o Brasil. Principalmente no setor de carnes, existe o Brasil antes e depois de Pratini."

Os produtores queixam-se também do Código Florestal Brasileiro, lei de 1965. "Está totalmente desajustado ao processo produtivo", avalia Carlos, que é também consultor ambiental. "Sistema de reserva legal só existe no Brasil. No mundo inteiro acabou. E vêm aqui polemizar para o governo impor o cumprimento."

Carlos usa um argumento bastante defendido pelos agricultores: "Se (a preservação ambiental) é para o bem da coletividade, por que o produtor paga sozinho?" Os agricultores acham que devem ser remunerados pela manutenção de matas em suas fazendas, como nos Estados Unidos.

Na região de Uberlândia, a reserva legal compreende 20% da propriedade; no cerrado, o índice é de 35% e na Floresta Amazônica, de 80%. A reserva soma-se às Áreas de Proteção Permanente (APPs), na beira da água e nas encostas dos morros. O assunto inflama os produtores rurais. Eles afirmam que uma fazenda cortada por um rio a inviabiliza comercialmente. "Tem fazendeiro perdendo metade da fazenda", observa Otacílio. Maurício defende excluir do cálculo a área já desmatada. "Desmatamento está fora de moda."

Carlos argumenta que em regiões cujas terras já foram bastante fracionadas pelas heranças sucessivas, como Uberlândia, onde segundo ele a área média é de 50 hectares, o conceito de 20% dentro de cada propriedade não faz sentido. "São pequenas moitas de mata sem corredor de ligação. Que bicho vai viver em moita de 2 hectares? Não dá sustentabilidade nem para a flora nem para a fauna." Externando uma opinião também bastante comum entre os produtores rurais, Carlos continua: "A quem interessa gravar 20%? Aos nossos concorrentes lá fora, que já devastaram tudo. Sabem que somos competitivos e quanto mais puderem nos atrapalhar, vão infernizar, através de ONGs financiadas por eles. O governo não reage a essa intromissão."

O consultor ambiental diz que deveria haver um zoneamento agrícola que liberasse da reserva legal "regiões antropizadas (muito modificadas pelo homem), com alta vocação agrícola, como o Triângulo Mineiro" e preservasse "regiões de baixa vocação, como Mato Grosso".

À pergunta sobre que candidato à presidência se mostra mais sensível a todas essas questões levantadas por eles, os produtores rurais dão respostas diversas. José Luís diz que ainda é preciso estudar o perfil dos candidatos. Carlos e Wagney não têm dúvida de que o candidato com maior "afinidade" com os produtores é José Serra. Maurício contesta: "O PSDB governou do mesmo jeito (que o PT) oito anos." Ele defende o governo Lula: "O partido do qual tinham medo fez mais do que o governo Fernando Henrique Cardoso no crédito agrícola."

Insegurança. Carlos rejeita a abordagem partidária: "Temos de ver daqui para a frente o indivíduo mais apropriado." Ele responsabiliza o governo pelas invasões: "Que segurança jurídica temos no campo? Não adianta ter crédito sem segurança. Esse governo não traz nenhuma tranquilidade. Esses movimentos são uma praga." A fazenda vizinha à de Carlos, na região de Água Limpa, foi invadida. "São massa de manobra do governo. Usam esse povo. É desumano", acusa ele. "Não querem produzir. Vendem (o lote) e vão invadir outra." Ele estima que, na sua região, 90% dos assentados não são os originais: compraram de outros. "Ofereceram-me dez lotes."

Wagney associa o problema a Dilma Rousseff: "Conhecemos a peça muito bem. Foi guerrilheira. O passado dela não merece a confiança do setor." Maurício também se revela pessimista: "Vai ser pior." Os produtores torcem para que a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), não seja vice de Serra. Não porque não gostem dela. Pelo contrário: "Precisamos dela aqui." No dia em que o Estado esteve no sindicato, um ônibus com 38 produtores sairia de Uberlândia rumo a Brasília, para participar do movimento Paz no Campo, liderado pela senadora.

Fonte: O Estadão

Senadora KÁTIA ABREU desafia o (des)governo a criar o Plano Nacional de Combate às Invasões

O vermelho como metáfora odiosa

Senadora KÁTIA ABREU para vice do José Serra.

Lamento sinceramente, não cultivo preconceitos, muito menos quanto a cores, mas sinto-me obrigada a concordar com a campanha Vamos tirar o Brasil do vermelho! , que está ganhando as ruas do país.

Depois do Carnaval Vermelho de 2010, quando 70 fazendas tiveram as entradas ocupadas no oeste de São Paulo, os chefes do MST informam que vão ensanguentar o campo com mais um Abril Vermelho e a escolha da cor não é acidental, pois está sendo usada como metáfora do ódio e da violência pergunto-me o que fazer, a quem apelar, que recursos políticos, jurídicos ou administrativos usar para evitar que se consuma a ameaça?

Os produtores rurais embora garantam o abastecimento de alimentos do país e a principal fonte de divisas obtidas pelas exportações brasileiras não contam com a proteção dos órgãos governamentais dispensada aos empresários urbanos, da indústria, do comércio e serviços. Pelo contrário, estão abandonados à saga de uma seita revolucionária, que não tem similares no mundo civilizado e cujo propósito declarado é ocupar e dividir as propriedades que produzem alimentos para impulsionar o regime socialista no Brasil.

A Reforma Agrária embora entre nessa história como Pilatos no Credo, pois é usada apenas como pretexto pelo MST não prevê e, legalmente, não admite a invasão de propriedades. Pelo contrário, veda expressamente a desapropriação de terras que sejam invadidas ou ocupadas.

Portanto, não se discute a reforma agrária, mas as invasões violentas que a usam como pretexto pelo MST para exercitar seus princípios ideológicos que não admitem, antes abuso de usurpação, a simples existência da propriedade privada. Um absurdo, pois a Constituição não apenas a admite, como a protege.

Na verdade, defendem em pleno século 21 e em um país sob o Estado Democrático de Direito que a terra é um bem coletivo, logo deve ser tomada, por bem ou por mal. Tanto que falam e agem como se estivessem nas barricadas da Revolução Bolchevista de 1917, que produziu o regime comunista, hoje extinto no mundo, salvo em Cuba e nos arremedos de Chávez.

Essas coisas parecem claras, não são argumentos para discussão, mas pura informação: estamos diante de uma situação de fato, em que uma seita ideológica revolucionária marca data para ocupar propriedades.
Invasão é crime. Acontece que as invasões do MST se tornaram prática abusiva e as autoridades governamentais parecem constrangidas de enfrentá-las. É inaceitável a escalada de violências do MST e suas provocações para estabelecer confrontos à margem da lei, quando vivemos em um país democrático, com uma Constituição, governos legítimos e Justiça independente.

Em que se baseiam, quem os autoriza e, principalmente, por que os invasores de propriedades rurais não são contidos na sua violência anunciada? São mais de 3.600 invasões nos últimos anos. Alguém considerará exercício legítimo da liberdade o grito de guerra Abril Vermelho que o MST está lançando?
Por que não temos ainda um Plano Nacional de Combate às Invasões? Um programa suasório, com recursos e objetivos claros como outros planos em execução pelo governo federal, como o Plano de Ação de Combate à Pirataria (no Ministério da Justiça), o Plano Nacional Antidrogas (sob responsabilidade da Secretaria Nacional Antidrogas, do Gabinete de Segurança Institucional), o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Ao menos se tornaria público que o governo não tolera, muito menos apoia ou estimula a metáfora sanguinolenta do vermelho contra os produtores rurais brasileiros. Ou ainda há dúvida de que invasão é crime?

* KÁTIA ABREU é senadora da República pelo DEM-TO e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).
Senadora KÁTIA ABREU para vice do José Serra.

EUA mais uma vez passa a mão na cabeça dos genocidas israelenses

Casa Branca se diz preocupada com ataque à frota, mas não condena Israel

A Casa Branca se declarou "preocupada" com o ataque israelense a uma frota humanitária que se dirigia a Gaza e que resultou na morte de ao menos 14 pessoas, mas se recusa a condenar o que qualificou como um "incidente" e uma "tragédia".

"Os Estados Unidos lamentam profundamente a perda de vidas e os feridos e está atualmente trabalhando para entender as circunstâncias que rodeiam esta tragédia", disse o porta-voz do Governo americano, Bill Burton. De acordo com a rede de televisão "NBC", havia 11 americanos na "Frota da Liberdade", entre eles um ex-embaixador e um antigo funcionário do Departamento de Estado.

Segundo a emissora de televisão "Canal 10" ao menos 14 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas hoje no ataque do Exército de Israel à frota, formada por seis navios que transportavam mais de 750 pessoas que levavam ajuda humanitária a Gaza, em uma ação que causou comoção e indignação na comunidade internacional.

No entanto, os Estados Unidos não condenaram diretamente o ataque.

A ação de Israel põe o Governo do presidente dos EUA, Barack Obama, em uma situação complicada, pois coloca em perigo as negociações indiretas entre israelenses e palestinos, que começaram recentemente sob a mediação do enviado especial americano, George Mitchell.

Obama, que insistiu na retomada do diálogo, devia se reunir na terça-feira com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e no dia 9 de junho com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas. Abbas qualificou o ataque de "massacre", enquanto que Israel responsabilizou à "Frota da Liberdade" pelo incidente, pois assegura que seus tripulantes "atacaram os soldados israelenses", segundo o Ministério de Exteriores.[o ataque da Frota da Liberdade aos soldados israelenses ocorreu quando a frota estava a dezenas de quilômetros da costa de Israel e os ativistas começaram a arremessar pedras, facas e paus contra os militares israelenses que estavam de prontidão em instalações militares nas praias do estado hebreu – considerando que a distância entre as embarcações integrantes do comboio de ajuda humanitária e a costa palestina era de vinte milhas, os soldados tiveram que enviar uma unidade de elite para ocupar os navios – afinal os paus e pedras arremessadas dos navios situados a uma distância de vinte milhas passou a oferecer grande risco aos militares de Israel.]

O Exército israelense reconhece em comunicado a morte de ativistas durante a tomada de controle das embarcações, que aconteceu nesta madrugada a cerca de 20 milhas da faixa palestina.

Reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre o massacre perpetrado por Israel. Já sabemos o resultado: EUA vetará qualquer medida contra Israel

Conselho de Segurança terá reunião de urgência sobre ataque israelense

O Conselho de Segurança das Nações Unidas fará uma reunião hoje com caráter de urgência para tratar o ataque do Exército israelense contra a frota de ajuda humanitária com destino a Faixa de Gaza, informou o órgão. O órgão da ONU se reunirá a partir das 14h (horário de Brasília), a pedido de Turquia e Líbano, país que ocupa a Presidência temporária do Conselho.

Esta reunião ocorre depois de o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pedir a Israel "uma explicação urgente" e "uma investigação completa" sobre o ocorrido em frente ao litoral de Gaza. O Exército israelense atacou hoje o comboio de seis navios liderado pela ONG turca IHH, com mais de 750 pessoas a bordo. Segundo informações do Exército, pelo menos catorze pessoas morreram.

Além disso, 38 pessoas estão hospitalizadas de acordo com hospitais israelenses. O ataque foi realizado por membros de uma unidade de elite do Exército israelense, a cerca de 20 milhas da faixa palestina. Ban condenou hoje esse ataque e declarou se sentir "chocado com os relatórios sobre os mortos e feridos nos navios enquanto levavam suprimentos a Gaza, aparentemente em águas internacionais. Condeno essa violência".

O secretário-geral da ONU, que hoje se encontra em Campala (Uganda) participando da conferência de revisão do Tribunal Penal Internacional, considerou "vital que se realize uma investigação completa para determinar como se produziu esse derramamento de sangue". "Acho que Israel deve viabilizar com urgência uma explicação total sobre o ocorrido", opinou Ban.

Ban pediu ao coordenador especial da ONU para o Oriente Médio, Robert Serry, e ao responsável da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (UNRWA), Filippo Grandi, que "de forma ativa peçam a contenção e assegurem que não ocorram mais danos, além de se coordenar com todas as partes relevantes" no conflito entre israelenses e palestinos.

Ban assinalou também que "ainda não estão claras" as causas do incidente. Em Israel, a porta-voz de seu Exército, a comandante Avital Leibovitz, assegurou que os tripulantes da frota abriram fogo, tentaram apunhalar e lançaram pedras contra os soldados.[mais uma vez fica evidente a desproporção de força que Israel utilizou contra embarcações civis em missão humanitária = é pacífico que o ataque foi realizado por uma unidade de elite do exército hebreu (não é preciso grande conhecimento militar para saber o que uma unidade de elite de qualquer exército possui em capacidade de destruição; agora, tenhamos em conta que não é uma unidade de elite de um exército qualquer e sim do exército hebreu com algo grau de treinamento, equipada com armas de grande poder de destruição e que enfrentou civis mal treinados e que no desespero usaram como armas facas e pedras.

Pelo que o exército hebreu fez na Faixa de Gaza no final de 2008, sabemos que Israel não vacila em utilizar modernos aviões, caças de última geração, contra civis armados com pedras, tanto que o resultado daquele conflito foi mais de 1.300 civis palestinos mortos contra 13 soldados de Israel.] As autoridades israelenses sustentam que no navio se transportava armamento. [os navios foram devidamente escoltados pela marinha de guerra israelense para um porto hebreu e não foi, não está sendo, e nem será adotada nenhuma medida para preservar os navios no estado em que foram apresados; quando for feito uma vistoria por organismos independentes vão encontrar tudo que Israel desejar que encontrem, especialmente armas e munições – afinal os navios estão em porto israelense sob vigilância das forças armadas de Israel.]

O Governo do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que cancelou uma viagem à América Latina por causa deste incidente, anunciou que o ataque terá "consequências" e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: Agência EFE

[mais uma reunião da ONU que não adotará nenhuma medida prática para combater o ímpeto genocida de Israel. Vão discutir muito, preparam o esboço de sanções a serem impostas ao estado hebreu e na hora da aprovação o EUA usa o poder de veto e nada é implantado – isto já ocorreu centenas de vezes e é vai continuar ocorrendo. Enquanto os EUA vetarem qualquer medida punitiva contra Israel, aquele país se sentirá dono da vida dos civis palestinos.]

Não foram os militares que proibiram a autópsia em Jango. A proibição foi da própria família do ex-presidente

Historiador rejeita tese de conspiração contra João Goulart

Por: Bernardo Mello Franco - Folha de São Paulo


Após investigar por dois anos a morte do ex-presidente João Goulart (1918-1976), o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirma ser "charlatanice" a tese de que ele teria sido assassinado por agentes uruguaios a mando da ditadura brasileira.
Ele acusa a família de Jango de endossar a suspeita na tentativa de obter indenização dos Estados Unidos pelo apoio ao golpe de 1964.
"Isso só inte ressa à família, por motivos financeiros, e a alguns segmentos que pretendem fazer exploração política do caso", afirma.

Companheiro do ex-presidente no exílio, o professor aposentado da UnB contesta o relato do uruguaio Mario Neira Barreiro, que diz ter participado de uma operação para envenenar o ex-presidente no hotel em que ele vivia, em Buenos Aires.
O historiador afirma não ter dúvidas de que Jango morreu de infarto, devido a seu histórico de doenças cardíacas e à falta de cuidado com a saúde.
"Somente quem não raciocina e carece de um mínimo de conhecimento pode considerar seriamente a história de conspiração contada pelo delinquente Neira Barreiro", afirma ele no livro.


Farsa

Preso no Rio Grande do Sul por crimes comuns (tráfico de armas, roubo de carro-forte e falsidade ideológica), o uruguaio sustenta a versão de que o serviço secreto de seu país adulterou remédios para matar Jango e evitar sua volta ao Brasil.


Ele fez o relato à Folha, em janeiro de 2008, e à Polícia Federal, em depoimento tomado por ordem do ex-ministro Tarso Genro (Justiça). Segundo Moniz Bandeira, a tese da troca de remédios é uma "farsa" e carece de provas. Ele afirma que o corpo não foi submetido a autópsia por decisão da família,
e não por veto da ditadura.


Pesquisando os arquivos do caso, o historiador recuperou entrevista em que a viúva do ex-presidente, Maria Thereza Goulart, afirmou não ter dúvidas sobre a causa da morte do marido. A declaração foi dada em 1982, quando o ex-governador Leonel Brizola defendeu a exumação do corpo de Jango após a divulgação de outra suspeita de assassinato.


Apesar de contestar a tese de homicídio, Moniz Bandeira faz uma defesa enfática de seu governo e da decisão de não resistir ao golpe de 1964: "Ele não resistiu porque não havia condições de vencer".
A Folha procurou a família de Jango por meio do Instituto João Goulart, presidido por seu filho João Vicente, mas não obteve resposta.

Não a censura na INTERNET

Censura na Internet?
Na última semana,
em decorrência de ordem judicial, diversos sites retiraram da rede inúmeros artigos de autoria do engenheiro João Vinhosa. Da ordem judicial constava que, caso não fosse cumprida a decisão, o GOOGLE seria intimado a retirar os sites do ar, sob pena de multa diária.

O fato de os mesmos artigos terem sido julgados difamatórios na esfera cível
e não difamatórios na esfera criminal tem causado insegurança jurídica àqueles que se dispõem a denunciar atos lesivos ao interesse público pela internet com o objetivo de compelir a Justiça a tomar providências.

Difamação ou não difamação, eis a questão

Por: João Vinhosa
Por vezes, é difícil saber se determinado ato é ou não é difamatório. Na própria Justiça, um mesmo ato pode ser julgado difamatório na esfera cível e não difamatório na esfera criminal.

O conhecimento de tal fato é importante, principalmente para aqueles que usam a internet com o objetivo de compelir as autoridades a tomar providências contra atos lesivos ao interesse público. Sua importância pode ser avaliada pelo ocorrido em processos contra mim movidos; um breve resumo das decisões judiciais contidas nesses processos se encontra no relato a seguir.

Antes de tudo, informo que tomei o cuidado de não emitir opiniões a respeito de referidas decisões. Tomei tal cuidado por entender que quem é parte de um processo só deve questionar decisões judiciais dentro do próprio processo nas quais elas estão contidas.

Tudo começou no final de 1988.
Alegando ter sido difamada por meio de correspondências que encaminhei a autoridades e disponibilizei no site “Dossiê Oxigênio”, determinada empresa contra mim moveu simultaneamente dois processos: uma ação de reparação de danos junto à Justiça do Rio de Janeiro (que será chamada “CÍVEL I”) e uma queixa-crime junto à Justiça do Distrito Federal (que será chamada “CRIMINAL I”).

A ação CÍVEL I
Tal ação correu rápido, até mesmo porque eu perdi o prazo de me defender. Em 1999, eu já tinha sido condenado a retirar o site da internet, a pagar uma pena pecuniária à empresa e a abster-me de difamá-la. Não apresentei recurso contra minha condenação.

Na sentença que me condenou, lê-se
: “A divulgação do ‘Dossiê Oxigênio’, em um site propalado na Internet, se de um lado pode transparecer indignação de um cidadão para com atos lesivos ao patrimônio público, de outro lado também pode evidenciar a existência de concorrentes da empresa Autora, e que tentam com o site abalar a sua reputação (...) Observo estes fatos, especialmente porque somente há indignação com os supostos atos da Autora, não se importando o Réu com os outros gravíssimos problemas que ora atingem a nação, tais como a ausência de educação para o povo, a precariedade dos hospitais públicos, a superpopulação carcerária, a tributação implacável do governo, etc”.

A queixa-crime CRIMINAL I
Na CRIMINAL I, fui absolvido. A empresa recorreu, mas minha absolvição foi confirmada em 2002 pela Segunda Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

Do categórico Acórdão que, por unanimidade, confirmou a sentença, são transcritos os seguintes trechos:
“Manter uma página na internet, visou ampliar a divulgação dos fatos, para compelir as autoridades a tomar providências (...) In casu, não ficou evidente o dolo específico de difamar, pois agiu o Apelado com o fim de noticiar às autoridades competentes possíveis irregularidades perpetradas pela empresa (...), notícias estas já veiculadas pela imprensa, originando procedimentos judiciais (...) Não há como condenar uma pessoa por crime de difamação, por ter divulgado e disponibilizado informações de fatos notoriamente conhecidos (...) Esta conduta nada mais é do que o direito de um cidadão em ver investigadas possíveis irregularidades praticadas por quem quer que seja”.

Resumidamente, o mesmo fato “encaminhar correspondências a autoridades e disponibilizá-las no site Dossiê Oxigênio” foi julgado difamatório no CÍVEL I
e não difamatório no CRIMINAL I.

As queixas-crime CRIMINAL II
No início de 2005, a empresa contra mim moveu simultaneamente mais três queixas-crime praticamente idênticas junto ao Juizado Especial Criminal do Rio de Janeiro. Motivo alegado:
difamação por meio de três diferentes cartas dirigidas a autoridades. Cada carta deu origem a uma queixa-crime. Por terem o mesmo autor e o mesmo réu, além de terem motivação análoga, as três diferentes queixas-crime foram juntadas em um só processo, aqui chamado “CRIMINAL II”.

Fui absolvido em primeira instância nas três queixas-crime que correram juntas.

Para reforçar a fundamentação que as cartas por mim encaminhadas às autoridades não eram difamatórias, a sentença do CRIMINAL II transcreveu integralmente a ementa do Acórdão da CRIMINAL I, destacando:
“Os crimes contra a honra possuem um dolo específico, consistente na vontade livre e consciente de ofender a honra alheia (...) Os elementos probatórios não demonstram a presença do elemento subjetivo com o fim de difamar, ao revés, o querelado apenas noticiou às autoridades competentes possíveis irregularidades perpetradas pela querelante/apelante, solicitando providências (...) Representando tal conduta tão somente o exercício regular de um direito assegurado constitucionalmente e, ausente o animus diffamandi, nega-se provimento ao recurso”.

A empresa recorreu contra a sentença que havia me absolvido. A apelação contra a sentença do CRIMINAL II foi julgada pela Segunda Turma Recursal Criminal do Conselho Recursal dos Juizados Especiais, integradas por três juízes. Apenas um dos três juizes votou pela confirmação da sentença que havia me absolvido. Ao final, fui condenado a sete meses de detenção em dois dos três processos e absolvido no terceiro. Total da pena: quatorze meses de detenção, transformada em prestação de serviço social. Não pude recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra minha condenação devido ao fato do STJ não admitir recursos contra julgamentos provenientes de uma Turma Recursal de Juizado Especial.

Do voto da Juíza que me condenou, são destacados os seguintes trechos:
“isso já havia sido reconhecido pelo Poder Judiciário, ao julgar a ação de responsabilidade civil proposta perante a 14ª. Vara Cível, quando o réu foi condenado (...) os verbos, as ações criminosas previstas no Código Penal são ‘difamar’ e ‘injuriar’, perfeitamente descritas na inicial”.

Vê-se assim que, ao
reformar a sentença que havia me absolvido na CRIMINAL II, o Voto da Juíza amparou-se na sentença da CÍVEL I (que havia me condenado) desprezando por completo o categórico Acórdão da CRIMINAL I (no qual se apoiou a sentença que foi reformada). Em outras palavras, a esfera criminal, baseou-se no entendimento contido numa sentença monocrática cível que considerou difamatório meu procedimento, em detrimento de um Acórdão criminal que considerou o mesmo procedimento um “direito de um cidadão de manter uma página na internet visando ampliar a divulgação dos fatos, para compelir as autoridades a tomar providências”.

O Despacho CÍVEL II
A respeito da mesma questão (difamação ou não difamação), no início de 2010, foi publicado o Despacho “CÍVEL II”.

Referido Despacho, interligado ao processo CÍVEL I, determinou que eu fosse intimado a retirar do ar todos os artigos publicados em detrimento da empresa, constantes nos sites “alertatotal”, “radiopetroleira”, “colunadosardinha”, “resistenciademocraticabr” e “sindsprevrj”, “sob pena de serem remetidas cópias dos presentes autos ao Ministério Público, para oferecimento de denúncia, nos termos do artigo 330 do Código Penal, bem como a intimação da GOOGLE INC e da LOCAWEB SERVIÇOS DE INTERNET S/A, determinando a retirada dos sites acima referidos do ar, sob pena de multa diária”.

O Despacho CÍVEL II foi agravado. No agravo
, foi comprovado que os mesmos documentos julgados difamatórios na ação CÍVEL I foram julgados não difamatórios na CRIMINAL I.

O Acórdão CÍVEL III
Em 16 de abril de 2010, foi publicado o Acórdão “CÍVEL III”, indeferindo o agravo ao Despacho CÍVEL II. A respeito do Acórdão CRIMINAL I, que julgou não difamatórios os documentos de minha autoria, o Acórdão CÍVEL III afirmou: “Não há a litispendência suscitada, até porque o procedimento confrontado seria de natureza criminal. Sabe-se inclusive que as esferas cível e criminal são inteiramente independentes”.

Além disso, reforçando o entendimento segundo o qual eu havia difamado a empresa por meio do site “Dossiê Oxigênio”, referindo-se ao processo CÍVEL I, o Acórdão CÍVEL III afirmou:
“Determinou o juízo a retirada de site criado pela Agravante de informações inseridas em campanha que se entendeu a priori injusta e difamatória (...) teria criado novo site para continuar a tentar difamar a atividade da Recorrida (...) o Agravante vem descumprindo decisões judiciais pretéritas, que proibiram a divulgação da campanha difamatória que o Recorrente insiste em fazer contra a empresa-Agravada (...) continua no propósito de difamar tal empresa”.

Conclusão
Considerando que o mesmo fato “denunciar atos lesivos ao interesse público às autoridades, e divulgá-los no site Dossiê Oxigênio” foi julgado difamatório na área cível (Sentença CÍVEL I e Acórdão CÍVEL III), e não difamatório na área criminal (Acórdão CRIMINAL I), aqueles que usam a internet com o objetivo de compelir as autoridades a tomar providências contra atos lesivos ao interesse público se encontram diante do dilema shakespeariano “Difamação ou não Difamação, eis a questão”.

Jo Vinhosa é engenheiro. joaovinhosa@hotmail.com

Diga não à Censura na Internet

O Brasil adora inventar leis. Brasileiros e Brasileiras têm pouca tradição de cumpri-las. Talvez isto seja fruto de nossa herança colonial ibérica. Somos um Estado inventado por outro Estado cartorialista, burocrático e patrimonialista. Atualmente temos mais de 181 mil normas legais em vigor. Difícil para quem tem de seguir a lei. Pior ainda para quem tem de julgar seu devido cumprimento. Bom para quem sobrevive em marabarismos jurídicos. Um cenário que inviabiliza a Democracia, baseada na segurança do Direito e no exercício da razão pública.

Eis que nossos legisladores,
aproveitando os embalos totalitários propostos pela moda globalitária,
formulam um tal de Marco Civil (Regulatorio) da Internet. Trata-se de mais um conjunto de regras completamente dispensável. Sua criação e elaboração, em fase de consulta pública até este domingão, na verdade, esconde a predileção anti-republicana favorável à censura e à restrição das liberdades de pensamento, expressão e, por fim, ação. Já que não podem calar a turma na world wide web, inventam regrinhas para tentar controlar ou impedir a livre atuação dos “cidanautas”.

O proposta Marco Civil (Regulatório) da Internet é um prato cheio de escatologias anti-democráticas que mentes obscuras querem nos fazer engolir. A suposta regulação do “mundo virtual” obedece a uma real estratégia inqusitorial. Na verdade, é mais uma tática burrocrático-jurídica para alimentar a já obesa “indústria do dano moral”. A maldita máquina de processar gente (que extrapola o direito de expressar sua opinião) funciona a pleno vapor no Brasil. Rende muito dinheiro para advogados, supostas celebridades e vaidosos endinheirados. O problema é que enche ainda mais de processos o nosso atolado Poder Judiciário. E abre espaço para os vícios censórios.

A Internet não é um fim nela mesma. Ela é apenas um meio para armazenamento e veiculação de informações. No fundo, a web é uma mídia para a qual convergem outras mídias tradicionais. Por princípio existencial, não pode e nem deve sofrer restrições de quaisquer espécies. Novas regras para “controlar” um meio essencialmente democrático são absolutamente dispensáveis. Todas as nações já têm seus códigos civis. Com base neles se devem julgar abusos que sejam cometidos pelas pessoas (físicas ou jurídicas) que não tenham equilíbrio ou abusem do sagrado direito à liberdade de pensamento, expressão e ação.

O tal Marco Civil da Internet, que tanto encanta a politicagem legisladora tupiniquim, já nasce como um entulho autoritário. Suas regras básicas vão de encontro à Constituição e contra a própria interpretação constitucional que consagra (pelo menos na retórica) a liberdade de pensamento e expressão. Tanto que o Supremo Tribunal Federal confirmou a inutilidade e inaplicabilidade da Lei de Imprensa – que jamais deveria existir em ambientes democráticos.

A fórmula é simples e vale para Internet – que não precisa de marcos regulatórios, já que é uma mera mídia tecnologicamente avançada. Basta que seja sempre aplicada a ética, o equilíbrio e o bom senso. Se alguém ou alguma empresa se sente atingido pelo que é veiculado por um site, deve recorrer, antes de procurar o Judiciário, ao simples, justo e perfeito direito de resposta.

Se tal direito não for concedido e os abusos de opinião persistirem, aí sim é correto procurar a Justiça. Isto é civilização jurídica. O resto é barbarie do dano moral. Processar alguém ou algo sem antes recorrer ao pedido de direito de resposta ou a uma notificação extrajudicial é a mais pura sacanagem inquisitorial. Isto é muito comum no Brasil. Vide à censura ao Estadão.
Um crime que perdura em um País que não tem raiz histórica democrática.

Infelizmente, pensam totalitariamente alguns legisladores à serviço do globalitarismo. Mesmo vício inquisitorial de uns poucos magistrados ignorantes em democracia. Por isso, os “cidanautas” precisam combater o despotismo por trás das regrinhas supostamente bem intencionadas. Temos o dever moral e ético de dizer um “não rotundo” à disfarçada tentativa de nos censurar na Internet. Do contrário, vamos aprofundar o estado de trevas para o qual caminha a humanidade, sob os desígnios do globalitarismo imposto pela Oligarquia Financeira Transnacional.

Transcrito do Blog Alerta Total – Jorge Serrão

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No mínimo dez são assassinados pelo exército hebreu quando desenvolviam atividades humanitárias

Ao menos 10 morrem em ataque israelense a navios de ajuda

Comandos militares israelenses atacaram um comboio que levava ajuda à Gaza nesta segunda-feira e mais de 10 dos ativistas a bordo, a maioria estrangeiros, foram mortos. O episódio provocou uma crise diplomática e acusações de "massacre" feitas por palestinos.

O fim violento para a tentativa apoiada pela Turquia de romper um bloqueio imposto à Faixa de Gaza realizada por seis navios com cerca de 600 pessoas a bordo e 10 mil toneladas de suprimentos provocou condenação dentro e fora do Oriente Médio.

Enquanto a Marinha escoltava os navios para o porto israelense de Ashdod, os relatos da intercepção realizada no fim da madrugada seguiam incompletos. Fuzileiros navais invadiram os navios por botes e helicópteros. Israel disse que "mais de 10" ativistas morreram. A imprensa israelense falou em 19 mortos.

As mortes provocaram protestos nas ruas e a ira do governo turco, que apoiou o comboio. Ancara chamou de volta seu embaixador em Israel e o presidente turco, Abdullah Gul, exigiu a punição dos responsáveis. A União Europeia pediu uma investigação sobre o episódio e França e Alemanha afirmaram estarem "chocadas". A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a violência contra civis em águas internacionais.

Autoridades israelenses disseram que os fuzileiros navais foram recebidos a tiros e que ativistas carregavam facas quando os militares chegaram aos navios, um deles de bandeira turca. "Será um grande escândalo, não há dúvidas quanto a isso", disse o ministro do Comércio israelense, Binyamin Ben-Eliezer, à Reuters.

Há três anos Israel impôs um bloqueio à Gaza. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse: "O que Israel cometeu a bordo do Freedom Flotilla foi um massacre", disse. Ele declarou três dias de luto oficial pelos mortos.

O vice-chanceler israelense, Danny Ayalon, culpou os ativistas pela violência e os classificou de aliados dos inimigos islâmicos de Israel Hamas e Al Qaeda. Segundo Ayalon, se os ativistas tivessem chegado a seu destino, teriam aberto uma rota de contrabando de armas para Gaza. Não se cogita amenizar o bloqueio a Gaza, acrescentou.

A televisão turca mostrou um vídeo que aparentemente mostra um comando israelense descendo em um corda e entrando em confronto com um homem carregando um porrete. As forças israelenses estavam em alerta máximo nas fronteiras com Gaza, Líbano e Síria, assim como ao redor de Jerusalém, na Cisjordânia ocupada e em áreas do norte de Israel onde vive a maior parte da população árabe do país.

Israel realiza massacre contra comboio de AJUDA HUMANITÁRIA a Faixa de Gaza

Ataque a frota rumo a Gaza gera condenação internacional e temor de violência

O ataque israelense à frota de barcos com ativistas que tentavam furar o bloqueio à Faixa de Gaza nesta segunda-feira aumentou as tensões na região e gerou o temor de uma reação violenta por parte dos palestinos.

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, descreveu a ação como “um massacre” e declarou três dias de luto na Cisjordânia. Ele pediu ainda ao Conselho de Segurança da ONU e à Liga Árabe a realização de reuniões de emergência para discutir o incidente.

Ismail Haniya, líder do governo liderado pelo Hamas em Gaza, classificou o ataque como “brutal” e pediu à ONU que intervenha. O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que os organizadores da frota são os responsáveis pelo resultado da ação, mas disse que o governo israelense assumirá as consequências de suas ações e continuará a proteger sua autonomia. Um analista do jornal israelense Haaretz diz que a hipótese de que o líder árabe-israelense Raed Salah estaria entre os mortos poderia levar, se confirmada, a uma “terceira intifada (revolta popular palestina)”.

Manifestações

Centenas de pessoas foram às ruas em Nazaré, cidade israelense de maioria árabe, para protestar contra a ação israelense. Manifestações também aconteceram em outros países. No Líbano, milhares de refugiados palestinos saíram às ruas para protestar. Em Amã, na Jordânia, manifestantes queimaram uma bandeira de Israel pintada com suásticas nazistas.

Na Turquia, dezenas de pessoas se concentraram em frente à casa do embaixador israelense em Ancara. Alguns manifestantes chegaram a tentar invadir o prédio. Acredita-se que a maioria dos mortos durante a ação israelense era turca. O Ministério das Relações Exteriores de Israel advertiu os cidadãos do país a não viajarem para a Turquia e para os israelenses já no país a evitarem grandes concentrações de pessoas.

O governo turco chamou a ação israelense de “inaceitável” e convocou o embaixador israelense para discutir o incidente.

‘Chocado’

A ação israelense foi condenada por diversos líderes internacionais. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, se disse “chocado” com a ação. “Estou chocado com os relatos de mortos e feridos em barcos carregados de suprimentos para Gaza”, afirmou Ban. “Eu condeno esta violência”, disse.

O secretário-geral da Liga Árabe, Amr Moussa, convocou uma reunião de emergência da organização nesta terça-feira para discutir a ação israelense.“O ataque indica que Israel não está pronto para a paz. Israel atacou a frota porque se sente acima da lei”, disse Moussa. “Não há benefícios em lidar com Israel desta maneira”, afirmou.

A ministra das Relações Exteriores da União Europeia, Catherine Ashton, pediu às autoridades israelenses a abertura de um “inquérito pleno” sobre a ação e disse que o bloco reitera seu pedido para que as fronteiras de Gaza sejam abertas à entrada de ajuda humanitária, bens e pessoas.

Muitos dos ativistas a bordo dos barcos eram cidadãos europeus.

Fonte: BBC Brasil

[só a posse por parte de países árabes de armas nucleares é que será um elemento de dissuasão e tal conclusão – irrefutável – torna claro o desespero do estado hebreu com a possibilidade de que o Irã venha a possuía armas nucleares. Afinal, é fácil para o exército judaico atacar civis palestinos desarmados utilizando caças de última geração contra pedras.

Um único artefato nuclear em poder do Irã será mais que suficiente para dissuadir Israel da continuidade de ações covardes como a ora noticiada e repudiada em todo o mundo.]

Serra e Dilma, por voto são capazes de fazer alianças até entre eles. Com o diabo a Dilmona já fez

Por voto, Serra e Dilma buscam alianças constrangedoras
No vale-tudo da corrida presidencial os dois principais candidatos à presidência da República recorrem a alianças constrangedoras.

Reportagem do Estadão relata que a candidata do PT, Dilma Rousseff, distribuiu afagos ao ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, investigado por suposto envolvimento em corrupção, enquanto o candidato do PSDB, José Serra, tem o apoio declarado do presidente do PTB, Roberto Jefferson, que teve o mandato de deputado cassado por envolvimento no escândalo do mensalão.

Por voto, vale até apoio constrangedor

Dilma já distribuiu afagos a Garotinho e parte do PT protestou; Jefferson, cassado no escândalo do mensalão, declarou estar com Serra

A cerca de quatro meses das eleições, os dois principais pré-candidatos à Presidência, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), têm um ponto em comum: as alianças nacionais e regionais "envergonhadas". São aqueles apoios constrangedores, mas necessários para a caminhada eleitoral. Dilma já distribuiu afagos ao ex-governador do Rio Anthony Garotinho, pré-candidato do PR ao governo. Parte do PT não gostou e outra respaldou.

Garotinho e sua mulher, a ex-governadora Rosinha Matheus, são investigados por suposto envolvimento em corrupção, como o uso de ONGs para desvio de dinheiro público, entre outras suspeitas. Na quinta-feira, o casal foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio por abuso do poder econômico e uso indevido de meio de comunicação nas eleições de 2008. Se a decisão for confirmada, eles ficarão inelegíveis até 2011. Mesmo assim, Dilma quer os votos de Garotinho, embora caminhe para um apoio oficial à reeleição de Sérgio Cabral (PMDB).

Do Rio surge outro apoio incômodo, mas importante para José Serra: o do deputado cassado Roberto Jefferson, presidente do PTB. Ele denunciou o mensalão do PT, em 2005, e acabou sendo cassado por envolvimento no escândalo de distribuição de propinas. Agora, declarou apoio a Serra. Esteve no lançamento de sua pré-candidatura em Brasília.

Em Alagoas, Dilma tem um aliado de peso político, que recentemente foi alvo de diversos escândalos. O senador ? e candidato à reeleição ? Renan Calheiros (PMDB-AL) foi acusado de manter ligação com o lobista de uma grande empreiteira para custear despesas pessoais.

No mesmo Estado, Dilma não deve jogar fora a chance de subir no palanque do senador e ex-presidente Fernando Collor, pré-candidato a governador. Em 1992, ele deixou antes do tempo o mesmo palácio que Dilma quer ocupar a partir de 2011. Quando se dirige ao Norte, a candidata do PT se depara com Jader Barbalho (PMDB), um "neoamigo" do comando petista.

Preso em 2002 por ligação com esquema de corrupção na extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Jader quer ser candidato a governador. E já ofereceu a Dilma o seu palanque. Fronteira. "É ingenuidade imaginar que só se trabalha com pessoas de bem na política. A questão é saber o limite dessas companhias", avalia o deputado tucano Gustavo Fruet (PR).

Seu colega de Câmara, Flávio Dino (PC do B-MA), aliado de Dilma, diz que é preciso estabelecer, de alguma maneira, o limite. "Não se pode imaginar critérios normativos para os políticos. O importante é ter noção de fronteira. A fronteira, no meu caso, é saber o programa do candidato."

Pré-candidato ao governo do Maranhão, Dino é adversário dos Sarney. Mas sabe que corre o risco de subir com eles no palanque de Dilma. No centro de sua chapa presidencial, o tucano terá de conviver com um fantasma que pode assombrá-lo na corrida eleitoral: o esquema de corrupção no Distrito Federal, batizado de "mensalão do DEM". Eram do DEM o ex-governador (José Roberto Arruda) e o vice (Paulo Octávio), investigados em Brasília.

Sem palanque no DF, Serra recebeu a oferta do apoio do ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que responde a denúncias de corrupção, mas é favorito nas pesquisas. Roriz, aliás, esteve recentemente com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em São Paulo. Até agora, nenhum tucano de alta plumagem desprezou o seu palanque.

Israel, covardemente, ataca barcos com ajuda humanitária para palestinos

Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio à Faixa de Gaza e mata ativistas

Ao menos dez ativistas pró-palestinos morreram nesta segunda-feira em um ataque israelense a uma frota de barcos com ajuda humanitária, que tentava chegar à Faixa de Gaza. Militares israelenses invadiram as embarcações e, segundo um comunicado oficial, foram atacados a tiros e com facadas. Ao menos cinco soldados israelenses ficaram feridos na ação, que provocou protestos e despertou críticas a Israel de diversos países, da União Europeia e da Organização das Nações Unidas. Forças israelenses estão em estado de alerta em todo o país.

Montado por organizações internacionais, o comboio de ajuda humanitária, chamado Frota da Liberdade, contava com o apoio extraoficial da Turquia e era composto por seis navios, três deles turcos. Os barcos transportavam dez mil toneladas de ajuda e cerca de 700 pessoas, entre elas cidadãos de Turquia, Grécia, Espanha, França, Suécia, e Dinamarca. Também estavam a bordo a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz Mairead Corrigan Maguire, da Irlanda do Norte, legisladores europeus e Hedy Epstein, sobrevivente do Holocausto de 85 anos.

- O que Israel cometeu a bordo da Frota da Liberdade foi um massacre - disse o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, que declarou três dias de luto na Cisjordânia e pediu que o Conselho de Segurança da ONU se reúna para discutir o caso.

O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, que governa a Faixa de Gaza, pediu que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, intervenha. Autoridades de Israel afirmam que, antes do início da missão, alertaram que não permitiriam que o bloqueio a Gaza fosse furado e sugeriram que as embarcações fossem para um porto israelense de onde a ajuda seria levada a Gaza. A invasão dos barcos aconteceu ainda em águas internacionais, às 4h da manhã (22h no horário de Brasília) a 130 quilômetros da costa de Chipre, de onde a frota havia partido.

Militares desceram de helicópteros para entrar nos navios. Oficiais de Israel disseram que foram recebidos com resistência e que tinham ordens para atirar quando estivessem em perigo. Eles confirmaram que tinham feridos nos barcos e que três navios de guerra da Marinha israelense deixaram a base em Haifa.

Israel informou que, depois de uma verificação de segurança, a carga confiscada será transferida para Gaza pelos meios autorizados. A ajuda humanitária inclui materiais de construção, cadeiras de roda, casas pré-fabricadas e purificadores de água. Esta foi a nona vez que o movimento pró-Palestina tentou enviar ajuda humanitária a Gaza, desde a implantação do bloqueio há quase três anos. A Fundação Ajuda Humanitária, da Turquia, e o Movimento Gaza Livre estão entre os organizadores da missão.

[resultado do último conflito entre Israel e os Palestinos = mais de 1.300 civis israelenses assassinados e 13 soldados judeus mortos.
Armas usadas por Israel = aviões tipo caça, última geração, inclusive com lançamento de fósforo branco sobre civis palestinos.
Armas usadas pelos palestinos = pedras.
Comportamento da ONU = total e completo apoio ao genocídio perpetrado por Israel, já que aquela Organização optou pelo silencio = conivência criminosa.]

Covardia israelense ao atacar comboio com ajuda humanitária

Ao menos 10 morrem em ataque israelense a navios de ajuda

Comandos militares israelenses atacaram um comboio que levava ajuda à Gaza nesta segunda-feira e mais de 10 dos ativistas a bordo, a maioria estrangeiros, foram mortos. O episódio provocou uma crise diplomática e acusações de "massacre" feitas por palestinos.

O fim violento para a tentativa apoiada pela Turquia de romper um bloqueio imposto à Faixa de Gaza realizada por seis navios com cerca de 600 pessoas a bordo e 10 mil toneladas de suprimentos provocou condenação dentro e fora do Oriente Médio.

Enquanto a Marinha escoltava os navios para o porto israelense de Ashdod, os relatos da intercepção realizada no fim da madrugada seguiam incompletos. Fuzileiros navais invadiram os navios por botes e helicópteros. Israel disse que "mais de 10" ativistas morreram. A imprensa israelense falou em 19 mortos.

As mortes provocaram protestos nas ruas e a ira do governo turco, que apoiou o comboio. Ancara chamou de volta seu embaixador em Israel e o presidente turco, Abdullah Gul, exigiu a punição dos responsáveis.

A União Europeia pediu uma investigação sobre o episódio e França e Alemanha afirmaram estarem "chocadas". A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a violência contra civis em águas internacionais. Autoridades israelenses disseram que os fuzileiros navais foram recebidos a tiros e que ativistas carregavam facas quando os militares chegaram aos navios, um deles de bandeira turca.[contradição de Israel: diz que os fuzileiros foram recebidos a tiros e ao mesmo tempo informa que os ativistas carregavam facas: facas que atiram???]

"Será um grande escândalo, não há dúvidas quanto a isso", disse o ministro do Comércio israelense, Binyamin Ben-Eliezer, à Reuters. Há três anos Israel impôs um bloqueio à Gaza, região controlada pelo grupo islâmico Hamas. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse: "O que Israel cometeu a bordo do Freedom Flotilla foi um massacre", disse. Ele declarou três dias de luto oficial pelos mortos.

O vice-chanceler israelense, Danny Ayalon, culpou os ativistas pela violência e os classificou de aliados dos inimigos islâmicos de Israel Hamas e Al Qaeda. Segundo Ayalon, se os ativistas tivessem chegado a seu destino, teriam aberto uma rota de contrabando de armas para Gaza.

Não se cogita amenizar o bloqueio a Gaza, acrescentou. Em comunicado, as Forças Armadas israelenses informaram que, além dos mortos, vários ativistas e cinco soldados ficaram feridos.

As interferências nos sinais de rádio realizadas por Israel e a censura militar impediram a apuração independente do que ocorreu no oceano. A televisão turca mostrou um vídeo que aparentemente mostra um comando israelense descendo em um corda e entrando em confronto com um homem carregando um porrete. Já a TV israelense mostrou imagens em que um ativista parece tentar esfaquear um soldado.

As forças israelenses estavam em alerta máximo nas fronteiras com Gaza, Líbano e Síria, assim como ao redor de Jerusalém, na Cisjordânia ocupada e em áreas do norte de Israel onde vive a maior parte da população árabe do país. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está em Ottawa. Autoridades afirmam que ele está considerando se cancela ou não uma visita à Casa Branca marcada para terça-feira, onde deve encontrar o presidente norte-americano, Barack Obama.

Fonte: Reuters

domingo, 30 de maio de 2010

Comboio com ajuda humanitária para os palestinos é bloqueado por Israel

Comboio com ajuda humanitária enfrenta bloqueio a Gaza

Um comboio de seis navios que transporta ajuda humanitária para os palestinos partiu para Gaza neste domingo, desafiando um bloqueio de Israel-Estados Unidos ao território empobrecido e advertências de que a carga será interceptada.

Os navios, liderados por uma embarcação turca com 600 pessoas a bordo, partiu de águas internacionais em uma região próxima ao Chipre, na tarde de domingo.

"Se tudo correr bem e não houver problemas ou interrupções de qualquer tipo, deverá chegar a Gaza por volta das 14 horas de amanhã (segunda-feira), no horário local", disse Mary Hughes-Thompson, porta-voz do Movimento Gaza Livre, um dos organizadores.

Israel já informou que irá impedir que o comboio chegue a Gaza, governada pelo Hamas, um pedaço de território deserto que Israel tem bloqueado nos últimos três anos para impedir a entrada de armas e outros materiais.

Comandos navais israelenses realizaram treinos para a prática de embarque e busca em navios. Os ativistas enfrentam detenção e deportação. A carga deverá ser apreendida e examinada antes de uma possível transferência por Israel para Gaza, segundo militares israelenses.

A frota foi organizada por grupos pró-palestinos e uma organização turca de direitos humanos. A Turquia pediu a Israel que permita a passagem com segurança e afirmou que o comboio carrega 10.000 toneladas de ajuda humanitária.

A Turquia muçulmana é um dos mais próximos aliados de Israel no Oriente Médio, mas o relacionamento entre os dois países vem se deteriorando. O primeiro-ministro turco Tayyip Erdogan tem criticado frequentemente as políticas do Estado judaico em relação aos palestinos.

Israel e Egito fecharam as fronteiras vizinhas de Gaza após o Hamas, que rejeita o Estado judaico, ter dominado o território em 2007. A tensão na região se mantém elevada desde a devastadora ofensiva israelense em dezembro de 2008 e janeiro de 2009, em Gaza.

A população de Gaza, que conta com ajuda das Nações Unidas, sofre com a escassez de água e medicamentos. Israel criou um campo de detenção de ativistas na cidade costeira de Ashkelon e disse que qualquer ajuda deve ser entregue avaliação antes de ser distribuída em Gaza através de canais aprovados por Israel.

Fonte: Reuters - Por: Michele Kambas

Alto risco de atentados terroristas durante a COPA

Copa: 80% de chances de atentado terrorista, diz especialista

A 12 dias do início da Copa do Mundo, a possibilidade de atentados durante a competição ganhou ainda mais força. Segundo Ronald Sandee, diretor da Fundação NEFA, entidade que investiga atividades terroristas pelo mundo, há 80% de chances de que um incidente deste tipo aconteça na África do Sul.

Em entrevista ao jornal sul-africano "Sunday Times", Sandee disse ter alertado o congresso americano sobre os indícios de um ataque. De acordo com a NEFA, terroristas de Paquistão e Somália estão sendo treinados no Norte de Moçambique. Na África do Sul, já haveria uma forte estrutura montada para ataques simultâneos ou aleatórios.

O "Sunday Times" revela que os terroristas fazem parte dos grupos Al-Qaeda e Al-Shabaab. Duas fontes confirmaram ao jornal a existência dos campos de treinamento em Moçambique. Apesar de não saberem dizer o tamanho do dano que poderiam causar, ambas garantiram que há planos concretos de atentados durante a Copa.

Autoridades sul-africanas vieram a público neste domingo para desmentirem a possibilidade de ataques.

- Até onde sabemos, não há ameças ligadas à Copa do Mundo. Nenhum país está imune a essas coisas, por isso dizemos que continuaremos atentos. Mas não há nenhuma ameaça à Copa - afirmou Brian Dube, porta-voz do Ministério de Segurança do país, à agência AFP. O Grupo Nacional de Operações e Estrutura de Inteligência (NATJOINTS) também rebateu as informações publicadas pelo "Sunday Times" - inclusive as de que haveria uma lista de 40 terroristas suspeitos, além de campos de treinamento em território sul-africano.

"Não há nenhuma ameaça terrorista específica contra a Copa do Mundo. Todos os planos operacionais estão em andamento. As equipes estão em suas bases e se movimentando. O aparato policial está crescendo", diz comunicado divulgado pelo NATJOINTS.

Fonte: Lance Press

Passe livre, para estudante = mais uma palhaçada da Câmara Legislativa do DF

Recarga do Passe Livre é retomada
Depois de nove dias, estudantes voltam a ter acesso ao benefício. Dos R$ 6 milhões prometidos pelo Governo do Distrito Federal, apenas a metade foi repassada à Fácil, que abrirá hoje para atender os alunos

[a criação do Passe Livre para estudantes é mais uma lei que mostra a inutilidade da Câmara Legislativa do DF; desde o ínicio de Brasília que os estudantes pagavam apenas 1/3 do valor da passagem. Além de representar uma redução substancial de custo para o estudante o sistema funcionava a contento.
O estudante fazia um cadastro na empresa que atendia o trajeto residencia/escola e tinha direito a todo mês comprar uma quantidade de passe para atender ao mês seguinte - pagando por isso um terço do valor.
Agora, os geniais deputados - que necessitam estar sempre fazendo uma bobagem - decidiram que estudante não deve mais pagar passagem, devendo ter tudo gratuito, claro que pago por nós, contribuintes.
Tanto que só neste final de mês R$ 3 MILHÕES já foram gastos para uma recarga que ainda não atendeu a todos os estudantes e já na próxima semana serão liberados mais R$3 MILHÕES, sendo a previsão de gastos anuais superior a R$ 144.000.000 - cento e quarenta e quatro milhões - e, para atender a essa benesse estão tirando recursos de obras necessárias a TODA A POPULAÇÃO para atender uma pequena parte.
O MAIS GRAVE: há uma proposto do Executivo para que o beneficio só seja concedido a estudantes com renda familiar em torno de 03 salários mínimos e os geniais deputados sentaram em cima.
Nada de aprovar. Tanto que estudantes de renda superior a proposta continuarão tendo direito a passagens de graça.
A solução, senhores inúteis deputados distritais do DF, é voltar ao que era: o estudante paga um terço, após cumprir determinados requisitos, e pronto.
Parem de prejudicar a população de Brasília.
Temos que começar uma coleta de assinaturas para apresentação de uma EMENDA CONSTITUCIONAL extinguindo a Câmada Legislativa do DF = cujos membros ou são ladrões ou são incompetentes - muitos deles, há exceções, são as duas coisas.]


Metade dos R$ 6 milhões liberados pelo GDF entraram na conta da Fácil, gestora do programa, na manhã de ontem. O Governo do Distrito Federal informou que, por cautela, liberou apenas R$ 3 milhões do valor aprovado pela Câmara Legislativa. O restante do dinheiro será repassado mediante a comprovação de que as recargas estão sendo feitas de acordo com a demanda. A sexta-feira foi marcada por filas quilométricas nos postos de atendimento da empresa, quando mais de 10 mil alunos recarregaram os cartões. O movimento foi suficiente para consumir mais de R$ 1 milhão da verba liberada, ou seja, 30% do total. Neste sábado, as agências vão funcionar das 8h às 17h para atender os cerca de 35 mil estudantes cadastrados que ainda não receberam os créditos e que estão com os cartões vazios desde o dia 19. A Fácil estima que o dinheiro dure até a próxima terça-feira.

No posto do Setor Comercial Sul (SCS), a fila começou a ser formar por volta das 5h, três horas antes da abertura da agência, que se dá às 8h. “Graças a Deus consegui carregar o meu cartão, mas faltei à aula de novo. Espero não ter que deixar de ir à escola novamente por causa do passe livre`, comentou João Vitor de Oliveira, 15 anos, que chegou às 6h30 na Fácil. O Correio acompanhou ao longo dos últimos dias a luta do menino, que mora em Santa Maria e cursa a 7ª série em uma escola na Asa Sul, para ter acesso ao benefício que foi concedido aos estudantes do DF por lei. Em três oportunidades, a reportagem encontrou João Vitor no posto da Fácil no SCS tentando abastecer o cartão. Ontem, finalmente ele teve sucesso. “Foram duas semanas sem crédito, gastando R$ 6 por dia. Hoje, estou feliz”, comemorou.

No fim da manhã, no posto do Setor Comercial Sul, as pessoas esperavam em média 40 minutos do lado de fora para pegar uma senha. Os funcionários controlavam o acesso ao interior da agência para evitar tumultos. Vencida essa primeira etapa, era preciso esperar outros 20 minutos para ser atendido em um dos guichês. Dos 27 instalados, apenas 16 estavam equipados com computadores e podiam operar o serviço de recarga, sendo dois deles reservados para atendimento preferencial. Só neste ano, a empresa foi autuada cinco vezes pelo Procon por descumprir a Lei das Filas(1).

Em Taguatinga, a movimentação também foi grande. Às 6h30, a estudante Eliane Souza Lima da Paz, 18 anos, já estava na fila. Apesar de ter feito plantão na porta da agência, ela era só sorrisos após conseguir recarregar o cartão com R$ 104. “Eu estava quase desistindo de terminar o meu curso de técnico em informática. Na quarta-feira, caminhei mais de uma hora para chegar na aula porque não tinha dinheiro para pegar a outra condução”, relatou a jovem, que mora no Recanto das Emas e estuda na Asa Sul. Eliane conta que durante os sete dias em que ficou sem o benefício, gastou R$ 7 por dia com as passagens, ou seja, um prejuízo de R$ 49. Assim com ela, a dona de casa Joana Gonçalves dos Santos, 38 anos, moradora do Paranoá, custeou de forma integral o transporte das duas filhas de 10 e 13 anos que estudam no Lago Sul e no Plano Piloto, respectivamente. “Por dia, eram R$ 12 só de passagem. Até que enfim consegui o benefício. Agora, preciso correr atrás de pagar o dinheiro que eu peguei emprestado.”

Ação
De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, o estudante que se sentir prejudicado pela recorrente falta de crédito no passe livre estudantil pode pedir o ressarcimento ao Estado. “Primeiro, a pessoa precisa comprovar o prejuízo material.” O que pode ser feito, como explica Tardin, mediante o requerimento do estudante da relação de frequência emitida pelo colégio durante os dias em que ficou sem recarga devido às falhas do sistema. “O atestado de presença é um sinal que o aluno compareceu à aula mesmo sem o benefício, ou seja, teve de arcar com o pagamento da passagem”, completa o presidente do Ibedec.

Segundo ele, o estudante pode entrar com uma ação civil em uma das Varas da Fazenda Pública. “Medida que, individualmente, é muito onerosa, porque exige que o autor arque com as custas do processo e pague um advogado”, justificou. Outra alternativa de reaver o dinheiro usado durante os intervalos em que a empresa Fácil não tinha recursos para abastecer os cartões seria protocolar um pedido no Ministério Público. “Para isso, é preciso reunir um grupo de estudantes que tiveram prejuízos materiais. Se o MP achar que a representação é procedente, ele ajuiza uma ação contra o Estado pedindo o ressarcimento`, finalizou.

Protesto
No início da noite de ontem, estudantes organizaram um ato contra a restrição do benefício. O protesto foi organizado pelos integrantes do Movimento do Passe Livre, que reivindicam o direito a todos os alunos do DF, além da troca da empresa que gere o programa. “Nosso papel não é o de incitar a revolta, mas promover o debate. A gratuidade do passe estudantil não é um programa assistencialista, mas um direito de todos os estudantes”, defendeu Mauro Paiva Lins, 24 anos, integrante do grupo. O protesto é uma resposta ao Projeto de Lei (PL) de autoria do Executivo que tramita na Câmara Legislativa para restringir a concessão do benefício aos estudantes com renda familiar de até três salários mínimos (R$1.530).Alguns deputados distritais já sinalizaram que não pretendem aprovar o PL, que está parado na Casa há 15 dias.

1 - Tempo de espera
De acordo com a Lei nº 2.457, conhecida com a Lei das Filas, que está em vigor no DF desde 2000, o cidadão não pode passar mais de 30 minutos aguardando para ser atendido em instituição pública ou privada. A multa para quem descumpre a norma varia de R$ 212
a R$ 3 milhões.

Povo Fala

O atual programa do passe livre atende às suas expectativas?

“Preferia antes, porque tudo era bem mais fácil. Não havia transtorno, filas, confusão. A gente não ficava sem o benefício. Sempre que chegava o dia de comprar os passes a qualquer hora você era atendido.”
Talita dos Santos, 20 anos, estudante de fisioterapia, moradora de Taguatinga

“Antes, quando a gente pagava só um terço da passagem, não tinha que enfrentar essa fila toda. Mas é claro que eu prefiro a gratuidade. O que falta é organização nessa distribuição dos créditos. Do jeito que anda, está péssimo. Dá até desânimo de vir aqui.’
Rodrigo Marques, 16 anos, estudante do 3º ano do ensino médio, morador de Samambaia

Fonte: Correio Braziliense

Fora do tema = "homem é tudo palhaço": as mancadas masculinas

Livro expõe com humor vacilos e cantadas desajeitadas de homens

Pessoal: isto é UTILIDADE PÚBLICA.


Amigos ogros-que-leem-o-ELA, uni-vos.
Se, no próximo Dia dos Namorados, algum de vocês ganhar o livro "Homem é tudo palhaço", está na hora de ficar alerta. Trata-se de ótima obra de referência, didática, que registra de forma nada sutil as palhaçadas com que cada um de nós, eternos vacilões, agredimos nossas parceiras vida afora, de propósito ou não.
Cantadas idiotas, atitudes insensatas, barbaridades em geral: inúmeros exemplos mostram que homenzinhos são mesmo chatos, bobos, previsíveis, canalhas. E (olha a palhaçada) insubstituíveis no picadeiro que é a vida afetiva da mulher moderna, salvo as exceções de praxe...

Claro que a gente não aprende com os erros dos outros, mas não custa tentar.

Baseadas em ampla pesquisa de campo, o livro conta experiências de quatro mulheres na difícil arte de ser solteira no Rio de Janeiro, sempre em busca do amor perfeito, do parceiro bacana, do sexo impecável. É uma aventura tão insana quanto divertida, tão intensa quanto inútil. A julgar pelos relatos, o homem ideal só vive mesmo no campo das ideias. Ou é gay, sei lá.

A sucessão de palhacinhos que passaram pelas amigas tornou-as empresárias circenses de sucesso. Categorizaram seus personagens - tipo "pique-esconde", "faz vergonha", "carlinhos de jesus", "micareta", e por aí vai. Definições sem fim para uma única conclusão: os homens são todos iguais em sua boboquice. E isso é novidade?

A novidade é que o livro funciona. Publicar em papel a literatura volátil dos blogs quase nunca dá certo. Desta vez, deu. Não é tratado sociológico. A língua é solta e franca. Tem muita tosquice. Leitores sensíveis terão calafrios. Mas as autoras não estão nem aí. Desfiam seu veneno e sua ranzinzice, sem dó.

No fundo, o livro reitera que a lógica masculina invariavelmente colide com a feminina. Eles são de Marte, elas são de Vênus, versão hard core. Além das palhaçadas, as meninas também implicam com cantadas desajeitadas. Pode ser um bom guia para sujeitos pouco inspirados. Dizem elas, por exemplo, que poucas coisas são mais desestimulantes do que cantadas idiotas. As preferidas são nota zero em glamour, mas dez em objetividade. Roberta conta:

- Em 2007, um leitor me enviou um email: "Não quero nem saber se você é gorda ou magra, alta ou baixa, bonita ou feia. Quero Roberta Carvalho". Chamei para um chope e chegamos a ter um trelelê que não deu em nada, mas até hoje acho muita boa a cantada.

Roberta não é a única a apreciar esse jogo direto:

- Uma palhaçada consciente é melhor que uma cantada insegura. E a melhor cantada é quando o cara te chama para sair sem rodeios, escolhe o lugar, a data, te pega em casa, e, à moda antiga, paga a conta. Enfim, o cara que sabe o que quer e banca o convite - diz outra fonte, que prefere o anonimato para evitar uma enxurrada de convites merecidos (olha a palhaçada...).

Bom, ogros amigos, agora é estudar, na doce ilusão de que aposentaremos o nariz de palhaço. Doce ilusão mesmo.

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