Ronaldo Prudêncio de Jesus foi identificado como um dos que chicoteou e espancou menino de 13 anos
A Divisão de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro anunciou na manhã desta segunda-feira, 18, que um dos suspeitos de envolvimento na morte do estudante Emerson Ferreira Porto, de 13 anos, se apresentou à polícia acompanhado por advogados. Ronaldo Prudêncio de Jesus estava prestando depoimento por volta do meio-dia e teria confessado o crime. Outro envolvido, Paulo Henrique Ferreira, de 22 anos, permanece foragido.
Ferreira foi identificado no sábado pela testemunha X., de 10 anos, como um dos homens que o chicoteou e espancou Emerson na manhã de sexta-feira depois que os dois brincaram com um cavalo, em um dos acessos no Morro do Urubu (zona norte). No entanto, mesmo após a identificação, ele foi liberado por policiais da 25ª Delegacia de Polícia do Engenho Novo.
X. foi liberado pelos criminosos, mas o corpo de Emerson foi encontrado ontem por familiares em Tomás Coelho, também na zona norte do Rio. Familiares encontraram na manhã desta segunda-feira, 17, no bairro de Tomás Coelho, na zona norte do Rio, o corpo do estudante Emerson Ferreira Pontes, de 13 anos. Ele estava desaparecido desde a manhã da última sexta-feira, após ser agredido por pelo menos três homens, em um dos acessos ao Morro do Urubu, em Pilares (zona norte), depois de montar em um cavalo.
Segundo familiares, o corpo da vítima estava em um lixão, debaixo de telhas e outros objetos. O menino estava deformado com as pernas e os pulsos quebrados. A polícia ainda investiga se o crime teve alguma ligação com o fato de Emerson morar na Favela do Jacarezinho - e o Morro do Urubu ser dominado por uma facção criminosa rival.
[vejam a foto desse ‘lixo humano’; infelizmente no Brasil - terra onde um gênio do tipo do Lula consegue ser eleito e reeleito presidente da República e o mais absurdo tomar posse e terminar os mandatos - o verme ora mostrado tem direito a advogado, se apresenta e sendo condenado em no máximo dois ou três anos estará solto.
Pode parecer radicalismo – somos radicais e temos orgulho do que somos – mas os dois criminosos mereciam pena de morte por execução sumária. Um deles teria braços e tornozelos presos a duas traves verticais, ficando com a forma de um ‘X’, em uma praça movimentada e cada cidadão que passasse tinha a obrigação de chicotear o marginal. Seu cúmplice ficaria acorrentado ao lado e anotava cuidadosamente cada pancada recebida para avaliar quantas seriam necessárias para matar o verme.
Após a morte do verme, seu cúmplice tomaria seu lugar e um outro condenado passaria a fazer as anotações.
Dizem que a pena de morte não é eficiente. Experimente o sugerido por um ano e teremos cadeias vazias e grande e constante queda nos índices de criminalidade.]

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