Pesquisa personalizada

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Justiça começa a ser feita no Pará

Justiça concede liberdade provisória a condenado por morte de Dorothy Stang

A desembargadora Maria de Nazaré Gouveia, do TJ (Tribunal de Justiça) do Pará, concedeu liberdade provisória para o fazendeiro Regivaldo Galvão, conhecido como Taradão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang.

Taradão foi condenado no último dia 1º de maio, a 30 anos de prisão, em regime fechado. Em seu despacho, a magistrada considerou que o réu preencheu os requisitos da lei para aguardar o julgamento do recurso de apelação em liberdade. "O direito do réu de apelar em liberdade não lhe pode ser denegado se permaneceu solto durante a instrução criminal. Assim, diante da fundamentação apresentada, considerando estarem presentes os requisitos autorizadores, concedo a liminar requerida e determino a expedição de alvará de soltura em favor do paciente Regivaldo Pereira Galvão", diz Maria de Nazaré.

A decisão da desembargadora ainda terá o mérito apreciado.

Crime

Aos 73 anos de idade, Dorothy foi assassinada com seis tiros em 12 de fevereiro de 2005, em Anapu, por defender a criação de assentamentos para sem-terra. [defender sem-terra; como já não bastasse a proteção que o (des)governo dedica aos assassinos do movimento social terrorista – sem-terra – ainda vem pessoas de outros países incentivarem o desrespeito ao SAGRADO e CONSTITUCIONAL direito à propriedade]

Sua morte foi encomendada por fazendeiros pelo valor de R$ 50 mil, segundo as investigações.

Fonte: A Folha de São Paulo

0 comentários: