Vaticano formará comissão para reformar Legionários de Cristo
O Vaticano denunciou hoje a dupla vida imoral levada pelo fundador da ordem Legionários de Cristo, o sacerdote mexicano Marcial Maciel. O comunicado da Santa Sé informou ainda que o Papa Bento XVI nomeará um delegado e formará uma comissão especial para reformar a ordem religiosa conservadora, afetada pelo escândalo do envolvimento de Maciel no abuso sexual de seminaristas. Falecido em 2008, aos 87 anos, o sacerdote também é acusado de ter mantido relações com várias mulheres e teria pelo menos um filho.De acordo com o Vaticano, Maciel criou um sistema de poder, sustentado à base do silêncio e da obediência, que lhe permitiu levar uma vida dupla "privada de escrúpulos e de sentimento religioso autêntico". Com isso, pôde abusar sexualmente de seminaristas durante décadas. "Os gravíssimos e objetivamente imorais comportamentos do padre, confirmados por testemunhos, configuram-se em verdadeiros crimes", diz o comunicado. Entre os itens que serão revisados está a regra que determina que os membros da congregação mantenham silêncio absoluto sobre os acontecimentos internos.
O Vaticano assegurou aos atuais membros da ordem que fará tudo a seu alcance para ajudar a purificar a parte boa que resta nos Legionários de Cristo e que eles não serão abandonados enquanto se realiza a "profunda revisão" necessária para que a ordem - fundada em 1941 e reconhecida pela Santa Sé em 1983 - possa seguir adiante.
A declaração foi divulgada pelo Vaticano após a reunião de Bento XVI com os cinco bispos que durante oito meses investigaram a congregação. Eles entraram em contato com milhares de membros ao redor do mundo para determinar o futuro dos Legionários de Cristo depois do escândalo de pedofilia envolvendo o seu fundador.
A resposta do Pontífice ganha relevância devido à pressão crescente enfrentada pelo Vaticano para lidar energicamente com as denúncias de abuso sexual de menores na Igreja Católica e para dar atenção pastoral às vítimas. O caso de Maciel foi considerado um exemplo da falta de ação do Vaticano frente às acusações de pedofilia, pois, nos anos 1990, vítimas do sacerdote haviam tentado iniciar um julgamento canônico contra o religioso, mas seus pedidos esbarraram nas ações dos partidários de Maciel no Vaticano.
Fonte: O Globo[mais uma vez a imprensa com o nítido propósito de comprometer mais ainda a imagem da Igreja Católica Apostólica Romana publica a notícia de que a prática reprovável foi pedofilia quando na realidade foi homossexualismo.
É sabido que nenhum rapaz se torna seminarista antes dos 15 anos, portanto, o abuso sexual foi prática do HOMOSSEXUALISMO - reprovável, mas não foi pedofilia que é ainda mais grave.
Acontece que nos dias atuais não é 'politicamente correto' falar contra o homossexualismo, emitir opinião desfavorável a prática tão obscena.]

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