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sexta-feira, 7 de maio de 2010

A procuradora procurada precisa ser presa e punida severamente

Procuradora foragida é conhecida por temperamento difícil
Vizinhos e empregados do prédio onde a procuradora Vera Lúcia Gomes – acusada de torturar menina de dois anos – mora disseram à reportagem do jornal O Globo que ela possui temperamento difícil.

Segundo depoimentos, Vera costuma reclamar muito e faz questão de mostrar ser uma pessoa de posses. Foragida da justiça desde o início da semana, quando decretaram sua prisão, Vera terá de pagar tratamento psicológico da criança no valor de 10% do seu salário, que é de R$ 25 mil.

Uma mulher de temperamento difícil. Assim, Vera Lúcia Gomes - denunciada por torturar menina de 2 anos que pretendia adotar - é definida por pessoas que convivem com ela. Segundo vizinhos e empregados do prédio em que ela mora, Vera Lúcia fala pouco e quase não recebe visitas. Empregados de salões de beleza que frequentou, em Ipanema, contam que a procuradora aposentada reclama muito e faz questão de mostrar ser uma pessoa de posses. No site de relacionamentos Orkut, criou uma comunidades de tarô e participa de pelo menos dez de esoterismo, tem quatro perfis, se apresenta como solteira e se mostra vaidosa.

Vera Lúcia se aposentou em 2008, depois de 25 anos no Ministério Público estadual, onde fiscalizou atividades de fundações. Seus vencimentos são de cerca de R$ 25 mil. Um funcionário do governo confirmou que Vera Lúcia é prima em terceiro ou quarto grau de Ecy, mãe do vice-governador Luiz Fernando Pezão. Mas disse que Pezão não a vê há muito tempo, embora se recorde dela: - O vice-governador lembra de Vera Lúcia como pessoa emocionalmente desequilibrada.

Ultimamente, Vera Lúcia dividia o apartamento com a menina de dois anos, o poodle Channel e os gatos Mimi e Dior. A depiladora de um salão em Ipanema lembrou uma conversa com a procuradora aposentada, quando ela perdeu a guarda de uma primeira criança, devolvida à mãe: - Ela não me pareceu abalada. Disse: "Como podem dar a menina para uma morta de fome, tirando-a das mãos de quem pode sustentá-la?"

Justiça determina pagamento de tratamento psicológico da criança

Nesta quinta-feira, a Vara de Infância, Juventude e Idoso da Comarca da Capital determinou que a procuradora aposentada pague o tratamento psicológico ou psiquiátrico da criança, em unidade particular de saúde, no valor de 10% de seus rendimentos.

Para a polícia, Vera Lúcia é considerada foragida. O advogado [o que o advogado da marginal Vera deseja é se tornar conhecido, atraindo holofotes com as declarações estúpidas e descabidas que faz... já que o Blog da UNR tem como norma não conceder holofotes a pessoas como o indigitado.... seu nome não mais será mencionado neste Blog – exceto quando ocupar a condição de réu.] disse, no entanto, que a cliente está no Rio e vai aguardar o julgamento do pedido de habeas corpus para se entregar. O advogado também planeja processar dois policiais da 127ª DP (Búzios), por abuso de autoridade, porque eles detiveram a procuradora, segunda-feira na casa dela em Búzios, e a levaram à delegacia sem que a Justiça tivesse decretado o mandado de prisão, o que ocorreu na quarta-feira. No pedido de habeas corpus, o advogado vai alegar que Vera Lúcia é uma pessoa qualificada, procuradora de justiça, ré primária e residente na cidade. A procuradora nega o crime.

- Também vou questionar a revogação da decisão do juiz que havia decidido transferir o processo para o Juizado Especial de Violência Doméstica contra a Mulher.Juiz não pode revogar a decisão de outro juiz, somente um desembargador - argumenta o advogado. [curioso é que esse advogadozinho de ‘porta de cadeia’ promete entrar com o habeas corpus e não o faz e só há um motivo: ele sabe que o pedido vai ser negado e a criminosa que ele tem a desfaçatez de defender vai para a cadeia e esperamos que a segurança ‘vacile’ e ela fique alguns minutos com as colegas.

Em Goiânia, aquela engenheira torturadora foi vítima de um vacilo da segurança e em alguns minutos ela recebeu um ‘trato’ das colegas que a deixou em pior estado do que tudo que ela fez durante vários a uma criança inocente que ela também ‘adotou’.

Enoja a atitude de certos advogados. O que se espera é que o ministério público não ]

Também nesta quinta-feira, policiais da 13ª DP (Ipanema) voltaram à casa da procuradora, em Ipanema. Um chaveiro foi chamado para arrombar a porta. Os policiais entraram no apartamento, mas ela não estava lá. Após denúncia, a polícia do Espírito Santo fez uma busca em Vitória, mas também não a encontrou.

- A prisão ou apresentação da procuradora é uma questão de tempo. Ela não ficará foragida para sempre - disse a delegada titular, Monique Vidal.

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