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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Lula quer posto no exterior. No entendimento dele usando a nefasta política das 'bolsas' ele espera 'comprar' vaga

Após sair, Lula mira posto no exterior

Em artigo para 'FT', presidente afirma que quer levar adiante esforços de seu governo para criar um mundo 'livre da fome e da pobreza'


[alguém precisa avisar ao Lula que ele não vai conseguir comprar 'eleitores' que o coloquem em um posto em algum organismo internacional com suas famosas bolsas = bolsa-família, bolsa cortiço que aqui no Brasil tem colaborado de forma exitosa para manter o Lula prestigiado e o POVO na miséria;
também não é distribuindo 'bolsas' que o 'estadista-mor' vai erradicar ou pelo menos reduzir a fome global. A distribuição de bolsas apenas perpetua a miséria e a dependencia dos 'beneficiários' ao políticos que as distribui.
Vamos ao artigo do Estadão; ao final serão apontadas algumas das mancadas do senhor Lula na política externa, que com certeza o descredenciam para qualquer posto internacional.]


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu publicamente, pela primeira vez, seu intento de ocupar algum posto na área internacional após o término de seu segundo mandato, no dia 1.º de janeiro. Em artigo divulgado pelo site do jornal britânico Financial Times, o mais prestigioso na área econômica, ele disse: “Após deixar a Presidência, quero continuar contribuindo para a melhoria das condições da população. A nível internacional pretendo concentrar minha atenção em iniciativas que beneficiem países da América Latina e do Caribe e o continente africano.”

No parágrafo seguinte ele deixou seu projeto ainda mais explícito: “Quero levar adiante os esforços feitos pelo meu governo no sentido de criar um sistema universal, multilateral e multipolar, livre da fome e da pobreza. Um sistema no qual a paz não seja uma utopia distante, mas uma possibilidade concreta.”

O projeto de Lula já foi abordado mais de uma vez pela imprensa, com informações de que estaria pretendendo uma função na Organização das Nações Unidas (ONU) ou no BID. Até agora, no entanto, ele não havia falado diretamente sobre o assunto.

No artigo, Lula, sem fazer referência ao antecessor, disse que tem muito orgulho dos feitos de seu governo, que retirou o País da situação de estagnação econômica em que se encontrava. A questão internacional foi enfatizada por ele em mais de uma ocasião. Afirmou, por exemplo, que se sente particularmente satisfeito com a posição que o Brasil começou a ocupar no cenário global, procurando agir ao lado de outros países emergentes.


exemplos dos fracassos da politica externa do Lula ou do Lula conduzindo política externa:

- Lula começou seu (des)governo ainda no primeiro mandato obcecado pela idéia de que o Brasil ocupasse assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Para Lula, o fato de serem apenas cinco as nações que ocupam posições permanentes nada importava, seria fácil criar mais uma para ser ocupada pelo Brasil.
Resultado: FRACASSOU ESTRONDOSAMENTE

- O cocalero Morales ocupou refinarias da PETROBRAS em território boliviano e interrompeu o fornecimento de gás natural ao Brasil - violando em ambos os casos contratos vigentes amparados pelo Direito Internacional. Que fez o senhor Lula? colocou o Brasil de 'quatro' diante da Bolívia, 'doou' duas refinarias ao cocalero e concordou com o aumento do preço do gás - ignorando disposições contratuais.

- O ditador venezuelano Hugo ChaveS armou com o apoio do Zé da Laia, ex-presidente hondurenho, uma tentativa de golpe em Honduras cujo único objetivo era provocar uma guerra civil e assim dar margem para um intervenção chavista naquele país. A reação enérgica dos militares fez com que os devaneios do Chaves/Zelaya fracassassem e restou ao venezuelano determinar ao seu pupilo Lula que acolhesse o Zé da Laia da embaixada brasileira na capital hondurenta.
Lula obedeceu e expôs o Brasil ao ridiculo ao exigir que Zelaya fosse empossado e ao permitir que a representação diplomática brasileira fosse utilizada, desrespeitando os mais elementares principios do Direito Interncional, como BASE para as ações do Zé da Laia buscando provocar uma guerra civil em Honduras.
Felizmente, Obama decidiu apoiar as eleições em Honduras e com isso o Brasil teve que se resignar com sua importância naquela situação, melhor dizendo, naquela comédia orquestrada pelo ChaveS: NENHUMA IMPORTÂNCIA.

- sob a sábia orientação do ditador venezuelano o Brasil e mais outras republiquetas da América Latina se reuniram em um balneário no México - com todas as mordomias tão ao gosto dos presidentes sulamericanos - e decidiram criar uma OEA sem a presença dos EUA e do Canadá.
Criaram, só que não foi em frente. Tanto é que agora estão tentando usar o prestigio da OEA antiga para trazer Zé da Laia de volta a Honduras - Zelaya de novo em Honduras é questão de honra para o senhor Lula.
Resultado: MAIS UM FRACASSO

- não satisfeito o senhor Lula viajou a para o Oriente Médio visitando alguns países árabes e se ofereceu para mediar o conflito entre o estado de Israel e os árabes.
Resultado: NENHUM PAÍS perdeu tempo respondendo a proposta estúpida do Apedeuta.

- ainda buscando ser líder mundial Lula tentou intermediar um acordo entre o Irã e demais países com vistas ao controle do enriquecimento de urânio por Teerã.
Para os EUA interessa mais que o Irã consiga enriquecer urânio a algum nível e assim possam considerar aquele país perigoso para a paz mundial e assim tenham, juntamente com Israel, um pretexto para atacar o Irã - afinal para destruir Saddam Hussein os Estados Unidos e outros paises 'criaram' as armas químicas de Saddam, que restou provado não existiam.
Buscando este objetivo deixaram Brasil, Turquia e o Irã firmarem um acordo que foi denunciado pela ONU - sob a batuta dos EUA - tão logo foi assinado.
MORAL DA HISTÓRIA: só foi dada atenção ao Brasil quando era conveniente aos grandes. Lula não entendeu e continuou achando que era o bamba da política externa - política esta que a cada momento envergonha o Brasil.

Qual o 'estadista' com um currículum destes - melhor dizendo, folha corrida - que pode aspirar ocupar posto de relevo em algum organismo internacional.

Tem mais outras mancadas mas para poupar a paciência dos dez leitores do Blog, não vamos mencionar.]

140 mil escravas sexuais apenas na Europa Ocidental

Europa Ocidental tem 140 mil ‘escravas sexuais’, diz relatório da ONU
Cerca de 70 mil mulheres são vítimas de tráfico sexual
para a Europa Ocidental anualmente, segundo estima um relatório da UNODC (agência da ONU para Drogas e Crime).

Segundo o documento O Tráfico de Pessoas para a Europa para Exploração Sexual, haveria atualmente cerca de 140 mil mulheres obrigadas a trabalhar no mercado do sexo na região.

A ONU avalia que essas 140 mil mulheres traficadas façam ao todo cerca de 50 milhões de programas anuais, a um custo médio de 50 euros por cliente (cerca de R$ 109), movimentando um total de 2,5 bilhões de euros (R$ 5,47 bilhões).

O relatório da ONU foi divulgado na Espanha pelo diretor-executivo da UNODC, Antonio Maria Costa, para coincidir com o lançamento da campanha internacional Coração Azul de combate o problema. “Os europeus acreditam que a escravidão foi abolida há centenas de anos. Mas olhem em volta – os escravos estão em nosso entorno. Precisamos fazer mais para reduzir a demanda por produtos feitos por escravos e por meio da exploração”, afirmou Costa.

Origens

O relatório da ONU cita a região dos Bálcãs como a principal origem das mulheres traficadas para a Europa Ocidental (32% do total), seguida dos países do ex-bloco soviético (19%), mas observa também um aumento no número de mulheres brasileiras traficadas (as sul-americanas são 13% do total).

Segundo a organização, a maioria das vítimas brasileiras de tráfico sexual para a Europa são originárias de regiões pobres no norte do país, principalmente nos Estados do Amazonas, do Pará, de Roraima e do Amapá. O relatório observa ainda que as vítimas sul-americanas (principalmente do Brasil e do Paraguai) são traficadas principalmente para Espanha, Itália, Portugal, França, Holanda, Alemanha, Áustria e Suíça.

Em Portugal, dados do governo local divulgados na semana passada indicam que as brasileiras são 40% das mulheres traficadas no país. Na Espanha, segundo os dados da ONU, o número de vítimas brasileiras e paraguaias ultrapassou desde 2003 o de vítimas colombianas, antes majoritárias no país.

Números

O total de 140 mil mulheres traficadas na Europa foi estimado pela ONU com base no número de 7.300 vítimas detectadas na Europa Ocidental em 2006. A organização estima que 1 em cada 20 vítimas seriam detectadas, indicando um total de 140 mil.

A agência estima ainda que o mercado tem uma renovação em média a cada dois anos, levando ao número de 70 mil novas vítimas a cada ano para substituir as que conseguem deixar a condição.

O relatório da ONU, porém, questiona alguns números de pesquisas sobre o tema. O documento cita uma estimativa de 700 mil mulheres trabalhando como prostitutas na Europa Ocidental (incluindo as que trabalham sem coerção).

Mas ao confrontar esse número com as pesquisas que indicam uma média de 6% dos homens pagando por sexo a cada ano nesses países, a organização estima que isso levaria a uma média de dez clientes anuais por prostituta, um número extremamente baixo mesmo que se tratassem de clientes regulares.

Para a organização, ou menos mulheres trabalham como prostitutas ou mais homens estão pagando por sexo com elas – ou ambas as coisas.

STF rejeita pedido de intervenção no DF

O Supremo Tribunal Federal acaba de rejeitar o pedido de intervenção no Distrito Federal.

Seis ministros votaram contra até aqui. E um a favor (Carlos Ayres Brito). Só falta computar um voto. Mas ele não mudará nada. Dos 11 ministros, somente oito estão presentes.

O pedido de intervenção foi feito pelo Procurador Geral da República. Tem a ver com a corrupção que minou a credibilidade dos principais poderes do Distrito Federal depois da descoberta do mensalão do DEM.

Relator é contrário à intervenção federal no Distrito Federal

Durante julgamento do pedido de Intervenção Federal (IF 5179) no Distrito Federal, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, julgou improcedente a representação de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR). Relator do processo, ele afirmou que a medida política tem caráter excepcional e para ser decretada deve haver prova da continuidade da crise institucional, o que não ocorreu no caso concreto.

Objetivo da intervenção

Inicialmente, o ministro esclareceu que a finalidade da intervenção “é proteger a estrutura constitucional federativa contra abusos e atos destrutivos de prepotência de unidades federadas”. Assim, a medida visa preservar a soberania, a unidade do Estado, bem como a autonomia da União, dos estados, do DF e dos municípios. “A intervenção é também antídoto contra abuso de poder e ilegalidade”, completou.

Peluso ressaltou que somente os fatos de “indisfarçável gravidade” justificam essa medida extrema, portanto excepcional. “Uma vez decretada, a intervenção funciona na sua rudeza objetiva como uma espécie de camisa de força supressora, por certo lapso de tempo, do exercício incondicionado da autonomia conferida pela Constituição aos entes políticos”, afirmou. Segundo ele, o normal é a autonomia dos entes da federação e a ação interventiva só deve ocorrer em casos taxativamente estabelecidos e indicados como exceção ao princípio da não intervenção.

Descontinuidade da crise institucional

Ele revelou que para a aplicação de tal medida não basta a alegação da ocorrência de circunstâncias graves que ponham em risco princípios constitucionais. Isto porque a procedência do pedido está condicionada à omissão ou à ineficácia de medida político-jurídica para sanar a situação, devendo tal quadro estar mantido à época do julgamento. “Se tal ordem já foi restabelecida, não importa o modo pelo o qual o tenha sido, a intervenção já não faz senso algum”, ressaltou o relator.

Medidas corretivas

Com base nessas considerações iniciais, o ministro Cezar Peluso entendeu que o caso não é de intervenção federal no DF, uma vez que medidas corretivas já foram tomadas a fim de controlar a situação. “O Supremo não dispõe de miraculoso remédio para todos os males da experiência democrática”, analisou o ministro.

De acordo com ele, o atual chefe do Executivo local, eleito indiretamente, adotou medidas administrativas para corrigir equívocos na estrutura do governo implantado no Distrito Federal, as quais sanearam a grave crise institucional que motivou o pedido da PGR. “O atual governador, além de promover a substituição dos titulares das pastas de governo, planejamento, orçamento e gestão, por servidores públicos de carreira do governo do Distrito Federal, adotando o critério da formação técnica, editou decretos que determinaram, dentre outras providências, realização de auditoria em todos os contratos celebrados pela Administração Pública do DF”, disse o ministro, ao ressaltar, ainda, a instituição do Comitê de Acompanhamento, Controle e Monitoramento de obras públicas com atribuições de fiscalização dos processos de licitação.

Representação popular não comprometida

Ao consultar o site da Câmara Legislativa do DF no dia 10 de junho desse mês, o relator verificou que o número de deputados distritais indiciados em inquérito não constitui a maioria dos membros da atual composição. “De modo que, sob essa perspectiva, não vejo risco próximo de distorção ilegítima da vontade do corpo legislativo, presumindo-se que as questões mais relevantes são, de regra, em qualquer parlamento, discutidas e deliberadas pelo voto da maioria absoluta dos membros ou por qualquer outro quórum qualificado”, destacou. Assim, conforme ele, o livre jogo do processo político parlamentar estaria preservado sem comprometimento do princípio da representação popular.

Limites à intervenção

Conforme o ministro, a Constituição Federal prevê limites formais e materiais para intervenção, “entre eles a regra que a intervenção não pode ser decretada para realizar propósitos práticos, objeto de anseios coletivos, mas de natureza absolutamente diversa daqueles relacionados a um resguardo do pacto federativo em si”.

Importância do voto

O relator ponderou que os fatos recentes não deixam dúvida de que “a 'metástase' da corrupção anunciada nesta representação foi controlada por outros mecanismos institucionais menos agressivos ao organismo distrital, revelando agora desnecessidade de se recorrer ao antídoto extremo da intervenção debaixo do pretexto de salvar o ente político”. De acordo com ele, o controle democrático “dessa praga” do mundo político “não é produto da prática de nenhum excepcional ato cirúrgico alheio que alcance as entranhas da estrutura dos poderes contaminados, mas do aprimoramento da cultura cívica e da ação consciente e específica do próprio povo no exercício da gravíssima responsabilidade última de, pelo voto, como autor de sua história e seu destino, desfazer amanhã as más escolhas de ontem”.

“Será ou é o aprendizado custoso, mas não há caminhos mágicos no regime democrático representativo”, completou Peluso, ao concluir que as eleições diretas estão próximas e, que, por essa razão está nas mãos dos mesmos eleitores do Distrito Federal “a decisão de fazer se representar condignamente na condição das esferas políticas do governo, sem os riscos do escandaloso e insólito retrocesso institucional que ditou, com sobejas razões, a propositura dessa representação”.

Fonte: site do STF

[seria um absurdo sem tamanho - embora convenhamos, digno de um POVO que elege e reelege um Lula da Silva - decretar a intervenção federal no DF.

Além da eliminação da maior parte dos fatos que a motivavam e eventuais resíduos - a roubalheira continua e vai continuar - estão disfarçados, seria inviável em termos de prazo.

Vejamos: autorizada a intervenção o assunto seria encaminhado ao "Nosso guia" que por decreto nomearia um interventor (muito provavelmente um aloprado) e fixaria limites de atuação do mesmo - tanto no Executivo do DF quanto no Legislativo, sendo que para tais decisões o Apedeuta não teria um prazo.

Após o 'estadista-mor' decidir, a matéria seria encaminhada ao Congresso Nacional para deliberar, sendo tal deliberação iniciada em agosto, após o recesso e também sem um prazo para conclusão.

Com muita sorte - é sempre bom ter em conta que durante a intervenção federal em um ente federativo a Constituição não pode ser emendada e tal limitação interessa a poucos, especialmente ao (des)governo - a intervenção seria colocada em prática, efetiva mesmo, em meados de setembro/2010 para vigorar até 31 dezembro 2010.

Além da interrupção em todas as ações governamentais do atual governo do DF, o interventor quando efetivamente assumisse não teria tempo para absolutamente nada, exceto preparar a posse do governador eleito e dos deputados distritais.

O que deveria ser solicitado pelo procurador-geral era a extinção da Câmara Legislativa do DF e o cancelamento da autonomia política do DF - voltando a situação anterior a 1988.

Com certeza as coisas funcionariam de forma mais prática e a roubalheira seria menor - no mínimo o número de ladrões seria reduzido, já que os com oportunidade para se locupletarem com a coisa pública seriam em menor número.

UM LEMBRETE: para fechar com "CHAVE DE OURO" o semestre, os dignos deputados distritais aprovaram um substitutivo para a chamada LEI DO PASSE LIVRE; com o substutivo, todos os estudantes do DF - sem levar em conta a condição economica - terão CEM POR CENTO DE GRATUIDADE no transporte coletivo do DF.

DETALHE: 1/3 valor será custeado pelo GDF e os 2/3 restantes serão custeados pelo sistema de transporte coletivo = leia-se empresários.

Se os empresários já alegam que antes do aumento extorquido pelos rodoviários já tinham prejuízo - e o passe livre era custeado 100% pelo GDF - agora que vão bancar 2/3 é óbvio que as tarifas serão aumentadas - nos cobrem se não houver aumento o mais tardar até o final de agosto.

Por essas e outras besteiras é que defendemos a extinção do Poder Legislativo do DF e também do Executivo, voltando as funções inerentes aos mesmos a serem exercidas por uma comissão formada por senadores.]

Governo italiano não aceita retirada de crucifixos

Governo italiano apela contra proibição de crucifixos em escolas

O governo italiano entrou nesta quarta-feira com um recurso no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo, na França, para que a proibição da colocação de crucifixos em salas de aula do país seja suspensa.

A ação foi apresentada em conjunto com dez outros países europeus - Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino, Romênia e Rússia. Eles argumentam que o crucifixo é associado a suas identidades nacionais e não é apenas um símbolo religioso.

O caso contra os crucifixos foi levado ao tribunal por uma mãe italiana que argumentou que, segundo a constituição da Itália, seus filhos têm direito a uma educação não religiosa. Em 2009 a corte decidiu proibir a presença de símbolos religiosos nas escolas, dizendo que isso "restringia o direito dos pais de educar seus filhos de acordo com suas convicções".

Entretanto, a decisão deixou insatisfeitos muitos católicos, que são maioria na Itália. Se o governo perder o recurso no Tribunal Europeu, é possível que todos os símbolos religiosos exibidos em salas de aula na União Europeia acabem sendo proibidos.

A lei italiana que determinava que crucifixos fossem pendurados em escolas data da década de 1920. Em 1984, um acordo entre o Vaticano e o governo italiano suspendeu a adoção do Catolicismo como religião do Estado. A lei do crucifixo, no entanto, nunca foi alterada.

Fonte: BBC Brasil

[aonde chegamos e até onde os inimigos da Igreja Católica pretendem chegar? o mais curioso é que a Itália está abdicando de sua soberania ao aceitar que um tribunal europeu interfira em assuntos internos da Itália. Usar ou não crucificos em escolas diz respeito apenas ao povo italiano, é assunto interno daquele país e não pode a vontade de uma pessoa - essa mãe que com certeza deve ser uma 'a toa' (escrevi a toa mesmo, não foi erro) - prevaleça sobre toda a vontade do POVO ITALIANO.

Isto é um assunto para ser resolvido pelo Governo italiano, ouvindo o POVO ITALIANO mediante um PLEBISCITO.]

terça-feira, 29 de junho de 2010

Irmão da governadora do Pará - PT-PA - é condenado por pedofilia

Irmão da governadora do Pará é condenado por pedofilia

O assistente administrativo João Carlos Vasconcelos Carepa, de 52 anos, irmão da governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT), foi condenado hoje a 15 anos de reclusão em regime fechado por abusar de uma menina de 11 anos de idade, em 2006. A sentença foi proferida pela juíza Maria das Graças Alfaia Fonseca, titular da Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes de Belém.

A juíza considerou a culpabilidade do réu "gravíssima pois de forma consciente e perversa premeditou os crimes, razão pela qual tal circunstância não o favorece". Na sentença, Maria das Graças destacou que o comportamento da vítima não motivou o crime.

O acusado negou as acusações, confirmando o interrogatório prestado anteriormente à polícia. Ele disse que a acusação teria sido uma vingança por parte dos pais da vítima. Segundo Carepa, a mãe da garota buscava uma audiência com a sua irmã, governadora do Estado, para pedir emprego ao seu marido.

Nepotismo pode ser facilitado por decisão do Supremo

Presidente do STF quer mudar regra que proíbe nepotismo

O ministro Cezar Peluso divulgou nota dizendo que vai propor mudanças na súmula 13, aprovada pelo tribunal em 2008

Nesta quarta-feira, o ministro Cezar Peluso divulgou nota dizendo que vai propor mudanças na súmula 13, aprovada pelo tribunal em 2008, que veta o nepotismo no Legislativo, no Executivo e no Judiciário. A decisão veio dois dias após o ministro contratar um casal para ocupar cargos em comissão no Supremo (em que não é preciso fazer concurso), pondo Peluso no olho do furacão.

O magistrado afirma que a proposta tem o objetivo de pôr fim a dúvidas sobre o texto da súmula, inclusive entre os próprios integrantes da corte, que não foram sanadas. E que vai "evitar absurdos" que a "interpretação superficial ou desavisada" do texto pode ensejar.

Explicações

"Para atender a tais ponderações e propósitos, igualmente manifestados por alguns Ministros da Corte, bem como para evitar absurdos que a interpretação superficial ou desavisada da Súmula pode ensejar, o Presidente do STF está encaminhando aos senhores Ministros proposta fundamentada de revisão da redação da mesma Súmula, para restringi-la aos casos verdadeiros de nepotismo, proibidos pela Constituição da República", cita a nota, divulgada no site do tribunal.

A discussão abriu a porteira para que representantes de outros Poderes cogitem rever a norma. O diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, por exemplo, disse que haverá impacto no Legislativo e no Executivo.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o ministro nomeou o servidor concursado da Polícia Civil José Fernandes Nunes Martinez para o comando da coordenadoria de segurança de instalação e transporte do STF, e a mulher dele, Márcia Maria Rosado, para a coordenadoria de processamento de recursos. Ela não é funcionária pública. Para isso, requisitou um parecer à assessoria jurídica do tribunal, que considerou legal a contratação.

O ministro baseou-se no entendimento de que não é ilegal contratar parentes para trabalhar no mesmo órgão se não houver subordinação entre eles. Mas isso confronta diretamente, por exemplo, o texto da própria resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo do Judiciário, que veda a contratação de parentes nos tribunais do país. Foi a partir desta resolução que o Supremo mandou varrer o nepotismo dos três poderes há dois anos.

A súmula do STF foi aprovada em agosto de 2008 e veta a contratação de parentes até o terceiro grau no serviço público para cargos comissionados. Depois da decisão, houve demissões de servidores nos três poderes com base no entendimento de que parentes, ainda que não tenham grau de subordinação, não podem ocupar cargos em comissão. Mas até hoje restam dúvidas sobre a aplicação da norma nas inspeções feitas pelo CNJ país afora, por exemplo.

Silêncio no tribunal

O caso envolvendo Peluso causou constrangimento entre os ministros e vai apressar a decisão sobre o imbróglio. O veredito ? a mudança no texto da súmula - precisa partir da maioria dos ministros, em plenário. Publicamente, ninguém toca no assunto. Nem mesmo os mais falantes, como Marco Aurélio Mello.

Para juristas, a possibilidade de rever uma súmula que foi aprovada há tão pouco tempo e que, em tese, precisa ser seguida por todos os tribunais e pela administração pública, demonstra que as decisões do STF refletem consensos voláteis. Ao contrário, por exemplo, do que ocorre na Suprema Corte americana, onde as sentenças expressam o pensamento consolidado da maioria e funcionam, de fato, como a "opinião da corte", que tende a perdurar por décadas. "É por isso que os precedentes, as decisões anteriores da corte, têm tanta importância lá. Eles são a base do Judiciário", diz o constitucionalista Ives Gandra Martins.

As súmulas com efeito vinculante - decisões reiteradas do STF sobre um mesmo tema - foram um instrumento criado com a emenda 45, de 2004 (a reforma do Judiciário), justamente para dar maior estabilidade às decisões do Supremo. Naquela época, havia mais de 600 súmulas aprovadas, mas com poucos efeitos práticos - já que não tinham o caráter vinculante.

[a prevalecer o entendimento do ministro Peluso e for revista a súmula sobre o nepotismo, chamada de 'súmula vinculante' (apenas chamada já que nada vincula em definitivo, já que pode ser mudada sempre que seja conveniente aos interesses dos ministros do STF - sobre o qual dizia Rui Barbosa: "a Suprema Corte tem o direito de errar por último") a tentativa de moralizar o serviço público, evitando o emprego de parentes, sem concurso publico, vai para o espaço; basta empregar o parente evitando a subordinação direta do 'apadrinhado' ao 'padrinho'. Também as portas se abrem para o nepotismo cruzado.]

Sonha Lula. Sonhar é livre. Mas o teu sonho é IMPOSSÍVEL

Após sair da Presidência, Lula quer posto no exterior

[que o Lula não pensa antes de falar - embora pouca diferença haveria se pensasse, já que ignorância não se resolve só pensando - todos sabemos, mas nessa de agora ele exagerou.]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu publicamente ontem, pela primeira vez, seu desejo de ocupar algum cargo na área internacional após o término de seu segundo mandato, no dia 1.º de janeiro. Em artigo divulgado pelo site do jornal britânico Financial Times, o mais prestigioso do mundo na área econômica, Lula disse: "Após deixar a Presidência, quero continuar contribuindo para a melhoria da qualidade da vida da população. Ao nível internacional pretendo concentrar minha atenção em iniciativas que beneficiem países da América Latina e do Caribe e o continente africano." [Lula tua única contribuição para o mundo é após o término do teu mandato se recolher, sumir, nos privilegiar com tua ausência.]

No parágrafo seguinte, ele deixou seu projeto ainda mais explícito: "Quero levar adiante os esforços feitos pelo meu governo no sentido de criar um mundo multilateral e multipolar, livre da fome e da pobreza. Um mundo no qual a paz não seja uma utopia distante, mas uma possibilidade concreta."

O projeto de Lula já foi abordado mais de uma vez pela imprensa, com informações de que estaria pretendendo um cargo na Organização das Nações Unidades (ONU) ou no Banco Mundial. Até agora, no entanto, ele não havia falado diretamente sobre o assunto. O artigo assinado pelo presidente faz parte de um caderno especial sobre o Brasil, que circula hoje com a edição impressa do jornal.

Sob o título "O Novo Brasil", o caderno destaca a estabilidade e o recente crescimento da economia brasileira, comparando o País a um adolescente que cresceu rapidamente, parece confiante e ansioso para deixar suas marcas no cenário internacional, mas ainda enfrenta problemas, como se não estivesse acostumado com sua própria estatura.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Suprema Côrte reconhece direito de possuir armas. Infelizmente, lá nos EUA

Suprema Corte dos EUA estende direito de ter armas a todo o país

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta segunda-feira que os cidadãos em todos os Estados e cidades do país têm o direito de portar armas de fogo para legítima defesa. O tribunal, o de mais alta instância do país, anunciou seu parecer em uma ação apresentada por defensores do porte de armas da região da cidade de Chicago, onde vigora há 28 anos uma lei que restringe a posse.

A medida deve agora forçar cidades e Estados americanos que adotam leis parecidas a tornar mais fácil a propriedade de armas de fogo, em um duro golpe contra os ativistas que pregam o desarmamento. A Suprema Corte ficou dividida na análise da ação, aprovando a decisão por cinco votos a quatro.

Washington

O tribunal havia decidido há dois anos que a proibição de armas de fogo em vigor na cidade de Washington era inconstitucional, argumentando que a Segunda Emenda da Carta Magna americana protege o direito individual de possuir armas. No entanto, Washington é a capital federal e adota um conjunto de leis único no país.

Na decisão desta segunda-feira, a Suprema Corte esclareceu que a Segunda Emenda da Constituição americana é válida "igualmente para o governo federal e para os Estados". Esse parecer não anula, de forma explícita, a proibição na área de Chicago, mas indica que as Cortes Federais de Recursos devem reconsiderar suas decisões, deixando pouca dúvida de que leis como a de Chicago serão derrubadas.

A ação na Suprema Corte foi movida por quatro moradores da cidade, por outros ativistas que apoiam o direito de portar armas e pela National Rifle Association (NRA, “Associação Nacional do Rifle” em tradução livre), organização que defende o porte nos Estados Unidos. A NRA elogiou a decisão, que chamou de "marco".

"A NRA vai trabalhar para garantir que esta vitória constitucional não seja transformada em uma derrota prática por juízes ativistas, desafiada por conselhos municipais ou políticos cínicos que querem corromper, reverter ou anular a decisão da Suprema Corte", afirmou o vice-presidente-executivo da organização, Wayne LaPierre.

Fonte: BBC Brasil

[já no Brasil o maior avanço foi a decisão do STF que tornou afiançável o 'crime' do porte ilegal de armas. Ao (des)governo Lula e a toda a corja lulo-petista só interessa que tenham armas os facínodas do MST e assemelhados. Todos sabem que os círculos bolivarianos existentes no Brasil estão ativos e que oportunamente serão armados e lançados as ruas para proteger a NOMENKLATURA.]

Concurso Público

Servidor será nomeado até sábado ou só em 2011

Candidatos aprovados em concursos vivem dias de expectativa. Por causa das restrições impostas pela legislação eleitoral, futuros servidores só podem ser nomeados até 3 de julho - três meses antes da disputa nas urnas. Com a proximidade da data fatal, as atenções se voltam para o Diário Oficial da União. Os nomes que não forem publicados dentro do limite permitido terão de esperar 2011 para ser convocados ao trabalho. Atualmente, 48 seleções públicas (1) abriram ou prometem abrir 10,8 mil vagas.

Apesar do ano atípico e de todo o suspense causado pelas eleições, quem já se acostumou com a rotina de estudos mantém a preparação. As salas de cursos preparatórios estão lotadas, mesmo durante os fins de semana e feriados. "Estou fazendo um cursinho de 10 meses para ter uma base forte, sem pegar nenhuma matéria específica. Deixei meu emprego há uns seis meses só para estudar para concurso", disse a economista Dirla Casari, 31 anos, que decidiu trocar a iniciativa privada pelo setor público. "Vou torcer para que demore bastante o edital do MPU (Ministério Público da União). Vai dar tempo de me preparar melhor."

Há 38 concursos abertos. Nas próximas semanas, mais 10 vão iniciar inscrições. São certames com exigências variadas, de ensino médio ao superior. No Distrito Federal, a Secretaria de Planejamento e Gestão encerra o prazo para os candidatos que pretendem concorrer a uma das 400 vagas para nível superior. Os salários variam de R$ 1,3 mil a R$ 3,7 mil. Um dos concursos mais procurados, no entanto, é o do Tribunal de Contas da União (TCU): são 20 vagas - todas para Brasília - com salário de R$ 10 mil. As provas ocorrem em 14 e 15 de agosto e as inscrições terminam em 11 de julho.

Para os que desejam ingressar em uma carreira pública, mas não concluíram um curso universitário, entre as 48 seleções, há opções. A Aeronáutica, por exemplo, está com uma concorrência aberta para candidatos de ensino fundamental. São 215 vagas e as inscrições vão até 7 de julho. A taxa para participar da seleção é de R$ 50.

Exceção
A Lei Eleitoral (Lei nº 9.504/97) veda admissões de servidores nos três meses que antecedem a eleição até a data da posse dos eleitos. A exceção são os cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República. A nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início do prazo fatal também é permitida. Porém, por precaução, a administração não deverá chamar os candidatos ainda que a relação oficial dos chamados tenha sido divulgada. "Há um excesso de cautela por causa da disputa eleitoral. O governo vai deixar tudo para o ano que vem", disse ao Correio um técnico especializado em concursos públicos.

Ansiedade especial experimentam os candidatos que passaram no último concurso da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), realizado em maio. O resultado já foi divulgado, mas os nomes dos aprovados ainda não. Há a previsão extraoficial de que os nomes dos técnicos sejam conhecidos dentro do período legal estabelecido para as eleições. Analistas e especialistas que se classificaram, no entanto, só seriam conhecidos depois.

A espera de mais de um milhão de candidatos pelo cronograma do concurso dos Correios (ECT) completou, ontem, seis meses. O processo seletivo com 6.565 vagas imediatas abriu inscrições em 28 de dezembro do ano passado, mas a estatal ainda não oficializou a empresa organizadora nem marcou as datas das provas. O diretor de Gestão de Pessoas dos Correios, Pedro Magalhães Bifano, informou que a Fundação Getulio Vargas (FGV) deve assumir o certame. Como esse é o primeiro concurso nacional com oferta de um número expressivo de vagas, a ECT preferiu conhecer o número de candidatos, para, então, contratar a instituição responsável pelas demais etapas do concurso.

1 - Dinheiro curto
O aumento de 7,7% concedido aos aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham mais de um salário mínimo vai adiar a contratação de novos servidores, além de atrasar a realização de concursos. A bondade eleitoral terá um impacto de R$ 1,6 bilhão. Líderes da base aliada do governo na Câmara dos Deputados reconhecem que a despesa extra deverá afetar as seleções que ainda não tiveram edital lançado e seriam abertos em julho. O gasto imprevisto poderá jogar para agosto ou setembro algumas seleções.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Procurador do MP quer redução no valor das anistias. Deve começar pelo cancelamento da absurda aposentadoria do Lula como perseguido político

Procurador quer que Comissão de Anistia corte valor das indenizações

O quê? Ainda existe gente com coragem de dizer o óbvio na República? Sempre que aparece alguém com coragem no Brasil, é o caso de aplaudir.

Pelo menos R$ 4 bilhões de indenizações a perseguidos políticos já pagas ou aprovadas pela Comissão da Anistia poderão ter os valores revistos pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Proposta em análise no tribunal prevê a possibilidade de reduzir os benefícios concedidos aos anistiados.

“A revisão poderá gerar uma economia de milhões de reais aos cofres públicos”, defende Marinus Marsico, procurador do Ministério Público junto ao TCU, autor da representação que está para ser votada.

“Não contesto a condição de anistiado político, mas os valores das indenizações concedidas a título de reparação econômica”, disse o procurador ao Estado.

São alvo da representação, por ora, 9.371 benefícios já concedidos com base em uma lei de 2002. Ela estabeleceu o pagamento de indenização do Estado a vítimas de perseguição política até 1988, ano em que a Constituição foi aprovada.

A reparação econômica é maior quando a perseguição tiver causado perda do emprego, prevê a lei. Nesse caso, além do pagamento de um valor mensal ? cuja média atual é de aproximadamente R$ 3.000 ?, o anistiado tem direito ainda ao pagamento de valores retroativos a 1988.

A regra rendeu indenizações milionárias e pagamentos mensais próximos do teto salarial do funcionalismo público, atualmente em R$ 26,7 mil, o limite para o benefício.

Aposentadoria.

A proposta do TCU só deixa de lado as indenizações pagas em parcela única, de R$ 100 mil, no máximo. Elas representam menos de 5% do total de benefícios de prestação mensal já pagos e dos pagamentos retroativos já aprovados. As demais ? pouco mais de 95% do valor total aprovado ? deveriam ser tratadas como aposentadoria ou pensão e, como tal, ser submetidas à análise do tribunal, argumenta Marinus Marsico. Ele quer que a revisão comece pelos benefícios de valores mais altos.

O texto da representação do procurador do Tribunal de Contas da União cita três casos de indenizações que deveriam ser reduzidas. O primeiro deles é o benefício pago a Maria Pavan Lamarca, viúva de Carlos Lamarca, [porco traidor, desertor, imundo, nojento que deveria ter sido salgado, moído e jogado aos ventos.] que desertou do Exército, virou guerrilheiro e foi morto em 1971.

General.

Lamarca foi promovido a coronel, quando a promoção correta seria a capitão, argumenta a representação. Os valores pagos à viúva equivalem ao vencimento de general, completa o texto. “A remuneração mensal de R$ 11.444, bem como o pagamento retroativo de R$ 902 ,7 mil deveriam ser reduzidos”, diz. [a unica coisa que deveria ter sido feita em relação ao porco do Lamarca era além do sugerido acima para o cadáver dele, que sua ficha, inclusive os apontamentos da AMAN, até mesmo a certidão de nascimento, fossem incinerados e ele passasse a ser considerado como NUNCA HOUVESSE EXISTIDO e, por consequência, sem viúva, sem descendentes = nunca existiu.]

O documento também menciona os casos dos jornalistas Ziraldo Alves Pinto e Sérgio Jaguaribe, o Jaguar, fundadores do jornal Pasquim. Em 2008, ambos tiveram aprovado o pagamento retroativo de pouco mais de R$ 1 milhão cada um, além de indenização mensal de R$ 4.375.

"Está devidamente comprovada a perseguição política por eles sofrida, mas não há elementos suficientes que indiquem estar correta a indenização", argumenta o procurador. O pagamento de indenizações a anistiados políticos é tema de investigação no TCU desde 2006.

Revisão.

A auditoria apontou ainda erros no cálculos de alguns benefícios, como o da ex-ativista Maria Augusta Carneiro Ribeiro. Os valores do pagamento retroativo de R$ 1,5 milhão e de mais R$ 8.200 mensais autorizado pela Comissão da Anistia foram revistos depois disso. É um dos poucos casos de revisão.

O tribunal chegou a suspender, por meio de cautelar, parte dos pagamentos retroativos concedidos, mas uma nova votação liberou os benefícios em dezembro de 2008.

A mudança foi conduzida pelo ministro Benjamin Zymler, o mesmo que pediu vista e conseguiu adiar mais uma vez a decisão do TCU sobre a revisão dos benefícios, no ano passado. Procurado pelo Estado, ele informou, por meio da assessoria, que a proposta será levada a votação nos próximos dias.

[não pode ser esquecida a absurda aposentadoria do Lula, por ter passado alguns dias preso - quando inclusive quis estuprar um colega de cela - recebe indenização em valor superior a R$5.000,00 mensais.]

Fonte: O Estado de São Paulo

Sentando na cadeira antes da hora

A ciência das previsões, a política e sentando na cadeira antes da hora

Eu não sou um daqueles salvadores dessas religiões mais novas do que o uísque que eu bebo que prometem algumas maravilhas se você pagar a taxa no guichê do divino . Se o fato maravilhoso não aconteceu, a culpa é do crente: vai ver teve maus pensamentos e não desejou o bastante; o negócio é renovar o desafio fazendo um novo cheque. Também não sou um desses apocalípticos da seita do aquecimento global, que estão convictos de que as ondas marítimas vão se elevar 6m54cm (o número pode nãos ser esse, acabo de chutar, mas eles costumam chegar à precisão centimétrica) no ano 2120 — ou outro qualquer em que não estaremos vivos para ver. Também estes cobram de nós o pagamento de algumas taxas — morais ao menos. Aqueles nos prometem a salvação para daqui a alguns meses; os outros, mais ousados, querem salvar a humanidade e o nosso “planetinha”, que é como Lula chama a Terra, cheio de intimidade e dando a real dimensão desse corpo celeste quando confrontado com o seu próprio corpo celestial.

Em suma, não estou aqui a vender salvação, esperança, desastres, escatologias, utopias. Trato de fatos — e costumo ter o mau gosto, para alguns (mas muitos milhares gostam), de dizer o que efetivamente penso: julgo (segundo valores, não sou um tribunal), escolho, opino, faço digressões, contextualizo.

Pois bem, feita esta digressão que só nos aproxima do objeto, vamos ao objetivo: é claro que a situação da candidatura à Presidência do tucano José Serra não é confortável nesta segunda-feira e passou por um fim de semana turbulento em razão da indicação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) como vice na chapa. O fato gerou uma crise no DEM que não é pequena. Enfim, as supostas “não-possibilidades” de Serra, segundo a quase unanimidade dos “colunistas”, agora têm um pouco mais do que especulação de também supostos especialistas em estatísticas, pesquisas, opinião pública etc. Há, com efeito, uma crise na aliança. Se vai ou não ter solução favorável à união dos dois partidos, não sei.

Escrevi ontem um texto em que lembrava a peça Hamlet, de Shakespeare, e indagava onde estavam os Polônios da moderação — que, espero, devem ter melhor sorte na vida do que no drama. Afirmei que os Hamlets estavam todos soltos no convés da história, doidinhos para passar no fio da espada qualquer um que falasse em conciliação. Podem ter motivos para estar descontentes. A questão é saber se devem promover por isso um banho de sangue.

O domingo terminou assim. Quem ganha com isso? Dei a resposta no texto que escrevi ontem: ninguém — e isso quer dizer que ganham os petistas. O festival de declarações infelizes continua. Numa das muitas, Rodrigo Maia, presidente do DEM, afirmou que Serra pretende repetir a “fábula do sapo e do escorpião”, querendo que o partido o carregue à outra margem do rio. Na historinha lembrada por Rodrigo, os dois morrem — sapo e escorpião —, e não parece que Serra tenha aberto mão de uma reeleição certa ao governo de São Paulo para se entregar a esse destino fatal. Ademais, seria difícil demonstrar que democratas carregam tucanos nas costas.

Crises também abrem espaço para oportunistas posarem de radicais. Um ou outro, nessa história, estão preocupados apenas com suas alianças regionais — há quem esteja doidinho para fazer composição com o governismo — e aproveitam o imbróglio para falar em nome de princípios sagrados. E, claro, deve haver quem considere o que significam para a atual oposição a eventual vitória de Dilma e o projeto petista, anunciado aqui e ali, de permanecer ao menos 20 anos no poder. Não se descarte a existência de malucos que acreditam que isso até pode ser benéfico, porque redesenharia o quadro partidário etc e tal. Ciro Gomes é um bom exemplo de como os sapos de fora conseguem se dar bem na aproximação com o petismo…

Abri o texto falando em não misturar fatos com vontades, em não vender baratinho esperanças fáceis e apocalipses sem tempo para acontecer; dei início a este post, pois, exaltando sua excelência o fato. E o fato é que a candidatura de oposição está viva. Como não sou presidente do DEM — partido que, segundo consta, está na aliança que pretende vencer Dilma —, não direi que a eleição está perdida. Não sei se entenderam a ironia. Ele deve saber o que ganha com isso. Fico imaginando a negociação:
Serra, eu acho que não dá mais para ganhar, mas estou aqui para exigir o cargo de vice na chapa…
O que responder?

Eu, que não presido o DEM, prefiro lembrar que o potencial de transferência de votos de Lula está chegando ao fim se é que não chegou, e a situação está longe de ser desesperadora para Serra. Empresas, entidades, sindicatos, partidos, toda essa gente vive monitorando a vontade do eleitor. E sabe — a começar dos petistas — que o tucano pode aparecer na frente aqui e ali. O DEM também não ignora esse fato, ou esse imbróglio todo seria, alem de desagradável, imotivado. Nem Rodrigo Maia acredita que a Dilma já foi pro Planalto! Porque ainda não foi — embora o momento lhe seja, sem dúvida, muito favorável. “Favorita”, isso ela sempre foi. Afirmei isso aqui há meses, quando ela nem tinha alçado vôo ainda. Mas ainda não é vitoriosa.

“Mas você acha que dá para Serra ganhar?” Eu acho que é POSSÍVEL ganhar porque a história não caminha em trilhos, como alguns fazem crer. Não se trata de uma resposta meramente retórica. Com três meses pela frente? Mas, é claro, não é menos verdade que é preciso levar um pouco mais em conta Sua Excelência o eleitor e parar de gerar fatos negativos no interior da aliança. O próximo passo da lógica do processo indica que vêm por aí um outro instituto para anunciar ampliação da diferença, possibilidade de vitória no primeiro turno, triunfalismos etc. Isso tudo antes do horário eleitoral.

E será preciso usar esses próprios fatos na campanha. Dilma Rousseff afirmou ontem que não vai sentar na cadeira antes da hora etc. Ou seja: já está sentada na cadeira antes da hora. Essa frase tem a sinceridade daquela beldade que diz que “beleza não é tudo…” Convém que não sente mesmo, embora o trono lhe pareça, a esta altura, bem ao alcance das mãos.

Há os marcos com que se tenta aprisionar a história numa cadeia de previsibilidades. Mas convém não fazer de conta que já se conseguiu domesticar o imponderável, como se ele dormisse, feito a Pipoca, lá na área de serviço.

Não confundam o entusiasmo de alguns com realismo; não confundam a prudência de outros com esperanças vãs.

Por: Reinaldo Azevedo - VEJA

As eleições ocorrerão só em outubro. Ate lá tudo é especulação

Serra e a surra da jabulani

Por: Luiz Cláudio Cunha

Se a eleição fosse a Copa do Mundo, o placar desta semana mostraria que José Serra tomou um banho de jabulani − pelas costas e pelo meio das pernas − e viu seu time emplumado despencar do poleiro, goleado fragorosamente pela equipe da adversária Dilma Rousseff. O placar impiedoso do último Ibope – Dilma 40, Serra 35 – é a primeira virada do PT no jogo bruto da sucessão. Menos pelas virtudes do time petista, mais pelos erros clamorosos do esquadrão tucano.

O problema maior de Serra, que ainda não tem equipe escalada e nem esquema de jogo, não é a adversária que já se fardou para a partida. O problemão de Serra nem vai entrar em campo, mas pode decidir o jogo ainda no primeiro tempo: a encrenca é Lula, o dono da bola, do time, do discurso e da candidata do PT, que surfa na aprovação pessoal de 85% da torcida brasileira.

O candidato do PSDB ainda tem que agüentar a estridente vuvuzela de uma economia em expansão que incha o pulmão do torcedor e forra o bolso do eleitor. Em março, pouco mais da metade do respeitável público (58%) sabia que Dilma integrava o time de Lula, e ela então perdia para Serra por 38 a 33. Em junho, 73% da galera já sabiam que dona Dilma era a craque escalada por Lula – e a candidata do PT virou o jogo, apesar de Serra aparecer mais na TV.

Assim mesmo, quanto mais aparecia na telinha, mais crescia a rejeição de Serra (30%), superando a marca de antipatia de Dilma (23%). A planilha do Ibope mostra que, a 100 dias da eleição de outubro, mais da metade dos eleitores (55%) ainda não conhecem, nem ouviram falar ou poucos sabem que Dilma é candidata de Lula. Sinal de que, nos 45 dias finais de campanha no rádio e na TV, a situação de Serra 'pode' se agravar dramaticamente.

O tucano continua impondo seu jogo no sul do país, perde de goleada no Nordeste e começa a ceder o empate na zona do agrião – o Sudeste, onde estão as torcidas mais numerosas e que costumam decidir o campeonato. Em todas as regiões do país, a aprovação popular do inventor de Dilma varia de 80% (sul) a 90% (nordeste), batendo em 84% no triângulo estratégico de Rio-São Paulo-Minas, onde se concentram 58 milhões dos 134 milhões de eleitores.

Serra, até agora preferido pelos eleitores mais ricos e de melhor instrução no Sul Maravilha, deve enfrentar dificuldades maiores no seu reduto: Lula tem 88% de aprovação no eleitorado que ganha até dois salários mínimos e já fatura 75% de popularidade entre os que ganham mais de 10 salários, justamente o ninho tucano.

A crônica indecisão tucana agravou o drama de Serra. Até escolher o senador Álvaro Dias como seu vice, no fim de semana, Serra hesitou entre oito nomes. Fritou o favorito Aécio Neves, agora um jogador alijado cujo desinteresse explica o crescimento de Dilma nas montanhas decisivas de Minas Gerais. Cortejou o senador mineiro Francisco Dornelles, que acaba de levar seu PP para a neutralidade medida do “apoio informal” à candidata de Lula, gesto um pouco mais atrevido do que a “imparcialidade ativa” inventada pelo PMDB gaúcho para flutuar corajosamente entre Dilma e Serra.

Depois, o tucano negaceou entre Arruda, o governador preso por corrupção em Brasília, os deputados baianos José Carlos Aleluia e Benito Gama e uma inexpressiva vereadora tucana do Rio de Janeiro. Patrícia Amorim seria uma jogada de craque, sonhavam os tucanos, porque é a atual presidente do Flamengo, o clube de maior torcida do país. Para dar certo, o gol de placa do palmeirense Serra teria que ser combinado também com os torcedores de Vasco, Fluminense, Corinthians, São Paulo, Atlético, Bahia, Barueri, Naviraense...[epa......Luiz.....que vc em teu artigo já tenha colocado a Dilma lá no Planalto até reconheço que tens tal direito...... estou transcrevendo teu artigo considerando que o mesmo expressa teu entendimento pessoal.... e que mesmo equivocado você tem o direito de apresentar....... mas agora que vc envolveu a torcida do FLAMENGO, tenho que me manifestar........ se a torcida do Flamengo concordasse com a escolha de Patricia Amorim para vice e votasse no Serra em função disso, as outras torcidas nada alterariam...... a torcida do MENGÃO é maior que todas as outras.]

Álvaro Dias ganha a vice menos por suas virtudes como político e mais por ser irmão do também senador Osmar Dias, que ameaçava montar um palanque no Paraná para Dilma. A manobra fraternal de Serra resgatou o apoio do mano desgarrado, mas isso nada tem a ver com firmeza ideológica. O lance perna-de-pau de Serra aconteceu na quarta-feira (23), quando ele fechou o apoio de nove partidos varzeanos de Brasília reunidos em torno do notório Joaquim Roriz.

Serra jogou no ralo qualquer preocupação ética ao receber o apoio do homem que resume, como poucos, o clima pantanoso da política brasileira. Roriz renunciou ao mandato de senador, em 2007, para não ser cassado por quebra do decoro em negócios escusos com o banco estatal do DF e é apontado pelo Ministério Público como a matriz do mensalão do DEM que levou Arruda e seus comparsas à cadeia.

No desespero dos números adversos, Serra tem olhos apenas para os 42% da pesquisa que dá a liderança em Brasília a Roriz, sem antever o desgaste que esta aliança moralmente rasteira sinaliza pelo país, onde o PSDB já teve que engolir o apoio de gente como Quércia e Maluf.

Neste charco eleitoreiro, Serra nivelou-se pelo oportunismo sem peias ao time de Dilma, que escalou craques de fichas encardidas e reconhecidas como Sarney, Renan, Garotinho, Collor, Jucá, Jáder e Zé Dirceu e seus 40 mensaleiros.[como se ver, lixo por lixo, o lixo do Serra fede menos... um dos dois 'lixões' será eleito.... então que vença o que fede menos = Serra.]

A flacidez moral de Serra, neste jogo de alianças a qualquer preço e a qualquer custo, mostra uma ambição que vai além de seu lema de campanha, o “Brasil que pode mais”. Agora com Roriz no bolso, Serra prova que pode ainda mais.

Serra pode tudo, Serra pode qualquer coisa.

domingo, 27 de junho de 2010

Roriz nunca foi condenado. Nem mesmo chegou a ser julgado.

Sob risco de ser enquadrado na Ficha Limpa, Roriz lança candidatura no DF

Sob risco de ser declarado inelegível, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, Joaquim Roriz (PSC) foi oficializado, neste domingo (27), candidato ao governo do Distrito Federal pelo seu partido. Roriz disse que a oposição quer "ganhar no tapetão", referindo-se à lei. "Eu não aceito. Vai buscar o voto na rua", declarou durante a convenção regional do PSC.

O candidato deu sua explicação para o risco da inelegibilidade. "Eu renunciei ao Senado para ser candidato a governador. Por isso, dizem que eu não tenho a ficha limpa. Não sei o que é ficha limpa, não tenho uma condenação", argumentou. Roriz renunciou ao cargo de senador para escapar de um processo de cassação em julho de 2007, após ter sido apontado como beneficiário de um cheque de R$ 2,23 milhões.

De acordo com decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deste ano, políticos que renunciaram a mandatos para fugir de punição ficam inelegíveis, o que deve ser avaliado quando da formalização das candidaturas - até 5 de julho.

Apoio a Serra

Apesar de Roriz já ter declarado apoio à candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência, a referência ao tucano foi praticamente nula na convenção regional. Nos discursos, Serra não foi mencionado e não havia faixas ou cartazes indicando apoio ao PSDB. Único a tocar no tema durante a tarde, o animador do palco lembrou a militância que o candidato que estava com Roriz era Serra.

Roriz saiu carregado pelos seguranças, tamanho o frisson causado pela presença do candidato. O grosso dos militantes que acompanharam a convenção - e que encheram o auditório e a frente do local- foi levado por candidatos a deputado distrital. Uma das mulheres que vestiam a camiseta do PSC disse que a maioria dos presentes procurava trabalho. "Muitos aqui estão desempregados, tentando arrumar alguma coisa."

Fonte: Folha de São Paulo

[antes um esclarecimento: o Blog da UNR é o veículo que expressa oficialmente as posições da União Nacional Republicana - UNR, que pela totalidade dos seus integrantes (em franco crescimento, lento, mas constante... copiando o saudodo General ERNESTO GEISEL que promovia uma abertura gradual e segura, o crescimento da UNR é também gradual, constante e seguro) é contra qualquer tipo de impunidade - incluindo com destaque e prioridade a corrupção e outras bandalheiras que estão entre as práticas criminosas da quase totalidade dos políticos brasileiros.
Mas também a UNR é a favor da SEGURANÇA JURÍDICA, defende que as leis precisam ser aplicadas em consonância com principios inseridos na Constituição, destacando-se entre eles a presunção da inocência e da anterioridade das leis.
O Tribunal Superior Eleitoral - TSE apesar de suas boas intenções não é um órgão legislador e não pode criar leis de acordo com a conveniência política do momento ou a vontade popular.
A Lei da Ficha Limpa jamais pode retroagir para alcançar pessoas que não foram sequer julgadas.
Ao pretender que a lei alcance fatos pretéritos, aquela Corte com certeza será contrariada pelo STF quando a nossa Corte Suprema for instada a se pronunciar sobre o assunto. Mesmo sendo uma Corte politica o STF não pode tomar uma decisão que faça uma lei retroagir para prejudicar acusados - muitos nem sequer julgados, portanto não condenados - pois se assim proceder estará estabelecendo no Brasil o CASO JURÍDICO, a mais completa INSEGURANÇA JURÍDICA.
O mais grave é que mesmo com aquele tempo de verbo alterado a Lei da Ficha Limpa é clara quando se refere a condenados - pretende o TSE (com voto contrário do ministro Marco Aurélio) estender o alcance daquele diploma legal a políticos que foram condenados antes da promulgação da lei em fóco - e o Roriz sequer foi julgado e ninguém pode ser condenado sem um julgamento, sem o devido processo legal.
Apenas o TSE empolgou-se e interpretou que políticos que renunciaram antes mesmo de ser aberto um regular processo são inelegíveis.
Quando a matéria chegar ao STF aquela Corte colocará o trem nos trilhos e com certeza vai decidir antes de tudo pela SEGURANÇA JURÍDICA que é um dos pilares da DEMOCRACIA.
Pensem por alguns instantes no CAOS e nas INJUSTIÇAS que surgiriam se as leis passassem a ser interpretada conforme a vontade das multidões - sempre volúveis e que mudam ao sabor do gritos ???]

(des)governo Lula = uso político de verbas para desastres

Políticas rasteiras e tragédias chuvosas

Ao distribuir verbas públicas de forma desigual, um político é mais responsável que São Pedro quando o céu desaba sobre a cabeça de brasileiros. No caso, brasileiros que atendem os pedidos de Lula para votar em Dilma Rousseff

Por: Leonardo Cavalcanti

Em linha reta, o município baiano de Salvador e a cidade alagoana de Santana do Mundaú estão a 480km de distância. Na última semana, porém, a política rasteira uniu os dois locais de uma forma definitiva em episódios distintos. O primeiro ocorrido na última segunda-feira. O outro, na quarta-feira passada. Vamos a eles, pois.

Cena 1: Dilma Rousseff (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB), em um mesmo palanque, festejam a homologação da candidatura do peemedebista ao governo da Bahia.

Cena 2: Quitéria Celestina lamenta a impossibilidade de sair de casa e tentar encontrar comida para a família no município de Alagoas devastado pelas chuvas.

O elo entre as duas cenas está escondido em números da burocracia governamental. Mais especificamente do Ministério da Integração Nacional. O que segue a partir daí é uma ciranda.

Um ministério há até bem pouco tempo comandado pelo peemedebista Geddel, hoje um dos cabos estaduais de Dilma, a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que colocou e manteve o político baiano na Esplanada. Aí está o pulo do gato. Reportagem do Correio mostrou que, de 2004 a 2009, o Ministério da Integração Nacional, comandado por Geddel a partir de 2007, pagou R$ 357 milhões para obras preventivas a desastres nos estados.

Do total de recursos, 37% foram parar na Bahia, onde Dilma e Geddel comemoram a candidatura do ex-ministro na segunda-feira.

Alagoas, o estado onde na quarta-feira Quitéria Celestina tentava encontrar comida, ficou com 0,3%.

É o tal do jogo político rasteiro. Ao distribuir dinheiro de forma desigual, um político é mais responsável do que São Pedro quando o céu desaba. Eu sei, é a segunda vez que cito o santo aqui neste espaço, mas isso não significa que tenha alguma procuração para defendê-lo ou mesmo seja devoto.

No caso de Geddel, ele até fez graça em abril passado, depois que as chuvas devastaram os morros de Niterói, no Rio de Janeiro: “Não é bem assim, mas enquanto disserem que eu dei mais dinheiro para a Bahia não deixa de ser bom para mim”.

(...) Ainda no último mês de abril, Lula saiu em defesa de Geddel ao falar sobre os desmoronamentos no Rio de Janeiro. “É uma leviandade de quem falou. O que eu acho pobre neste país é que as pessoas esperam acontecer uma desgraça dessa magnitude para ficar tentando fazer um joguinho político pequeno.”

Na quinta-feira passada, em visita a Alagoas, Lula não falou sobre Geddel ou fez qualquer defesa a políticos. Ao contrário, mostrava-se emocionado ao ver in loco a tragédia que abateu brasileiros de Pernambuco e de Alagoas. No caso, brasileiros que atendem pedidos de Lula para votar em Dilma.

PSDB e PT, alianças que envergonham

Alianças envergonhadas

No PT e no PSDB, há uma certa vergonha de alguns aliados. O problema maior, no entanto, é dos tucanos, porque envolve diretamente a campanha de José Serra. E geralmente, o que se começa em crise não termina bem

Sabe aquele sujeito que começa a sair com uma moça ou aquela mulher que namora um rapaz, mas não tem coragem de levá-lo ao cinema, ir com ele a um restaurante badalado ou mesmo passear de mãos dadas? Apresentar os amigos, então, nem pensar. É que, apesar de o casal ter alguma afinidade, muita coisa não encaixa. Ou ela não gosta do jeito dele, acha que ele não sabe se comportar à mesa, ou é ele quem considera que ela não esta à altura de frequentar os lugares finos que ele costuma ir.

Guardadas as devidas proporções, é exatamente isso que acontece com muitas alianças fechadas para as eleições de 2010. Para falarmos do assunto da hora, vejamos a coligação PSDB-DEM. É notório o desconforto do PSDB desde que o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda — que era tão democrata quanto já foi tucano — foi flagrado embolsando dinheiro no escritório de Durval Barbosa. Seja para panetone ou qualquer outra coisa, a imagem ficou marcada como “mensalão do DEM”.

Arruda saiu do partido para não ser expulso, assim como ocorreu com outros “demos” do DF. Mas alguns tucanos não deixaram de ficar com uma certa vergonha do aliado no plano nacional. Alguns acham que não fica bem uma chapa com o DEM. O que os vizinhos vão falar da foto de José Serra ao lado de um representante do democratas como parceiro de chapa?

Óbvio que os tucanos vão dizer que não é nada disso e vão buscar uma desculpa com um veja bem. Tal qual dirá o rapaz ou a moça que sente vergonha do parceiro. Mas, embora venham com dezenas de justificativas é assim que o democratas se sente desde a sexta-feira, quando viu o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), apresentado pelos tucanos como o nome para compor a chapa presidencial. Ou seja, os tucanos querem a foto com alguém deles. É Dias, além de pretender esconder o aliado em letras minúsculas no santinho do candidato. O DEM estrilou, como, aliás, comentei aqui na sexta-feira, ameaça até mesmo abandonar Serra. E coisa mais triste é uma campanha que começa em crise.

E não é apenas do DEM que o PSDB tem vergonha. Com Joaquim Roriz, em Brasília, é a mesma coisa. Maria de Lourdes Abadia (PSDB) fechou com o ex-governador, mas no plano nacional, os tucanos, no geral, têm vergonha de Roriz, que renunciou ao mandato de senador para não correr o risco de ser cassado.

O PSDB, no entanto, não é o único que tem vergonha de seus aliados. O PT e o PMDB tiveram seus momentos e ainda têm. Lula tentou até o fim arrumar outro companheiro de chapa para Dilma Rousseff que não fosse Michel Temer. Desistiu quando percebeu que não havia outra opção. Mas embora o PT tenha perdido a vergonha de desfilar ao lado de Temer, ainda há alguns petês pelo país que não aceitam sentar-se à mesa com o parceiro do casamento arranjado.

Vejamos Minas Gerais. A aliança PT-PMDB no estado pode terminar por levar o título de mais envergonhada do país. Alguns petistas chegaram a fazer adesivos “de Costa, não dá”. Em conversas reservadas, os petistas mineiros reclamam que a maioria dos peemedebistas do estado não sabe se comportar, e dizem que não se sentem à vontade ao lado de um parceiro tão diferente. Tal e qual a moça que sai com um rapaz e assim que vê aquele de amigo de infância, em vez de apresentar o sujeito, só falta colocar um cardápio na frente do acompanhante para não ser vista ao lado de alguém que mastiga de boca aberta.

Por isso, assim na política, como na vida, nada que não é natural pode dar certo. Afinidade não se cria. Ou existe, ou não existe. E, pelo visto, nessas eleições, há uma penca de relações forçadas, seja pelas circunstâncias, seja pela carência de alianças capazes de surgir naturalmente, onde os partidos ficam juntos porque realmente têm afinidades.


Fonte: Correio Braziliense - Por: Denise Rothenburg

sábado, 26 de junho de 2010

Tsunami no Nordeste. Lula esquece seus eleitores e distribuição política de recursos atrasa ajuda

O Haiti é aqui

As chuvas destruíram 17 cidades em Alagoas e Pernambuco e, outra vez, a falta de preparo e o descaso das autoridades deixam milhares de vítimas abandonadas à própria sorte

Quando a terra tremeu no Haiti, no dia 12 de janeiro deste ano, 1.200 soldados brasileiros, integrantes das Forças de Paz da ONU, já estavam lá e imediatamente passaram a auxiliar no resgate das vítimas do terrível terremoto que matou 200 mil pessoas. Na sexta-feira 18, as populações de mais de 100 cidades de Pernambuco e Alagoas não tiveram apoio nem parecido com este para enfrentar as enchentes que desabrigaram 154 mil pessoas. Os nordestinos contaram apenas com a própria sorte. No sábado, em Alagoas, havia quatro helicópteros para atender milhares de vítimas que esperavam por socorro em 59 municípios. Em Pernambuco, em cidades como Palmares, os primeiros bombeiros chegaram 28 horas depois de as pessoas terem se empoleirado nos tetos das casas para salvar suas vidas.

A primeira reunião do comitê de crise que o governo federal criou para atender os dois Estados só ocorreu na tarde da terça-feira 22, quatro dias após o início das enchentes. E apenas na quarta-feira 23 o ministro da Defesa, Nelson Jobim, visitou os locais mais afetados. Atônito, ele também se lembrou dos desafortunados da América Central: “Só vi situação semelhante no Haiti.” Caos, destruição e morte. Juntos, Pernambuco e Alagoas contavam até o final da semana 50 mortos e estimavam em 150 o número de desaparecidos. Sessenta cidades haviam decretado estado de emergência e 35, estado de calamidade pública. Só em Pernambuco, 11.407 casas, mais de 2.103 quilômetros de estradas e 79 pontes foram destruídos.

Palmares, município localizado a 120 quilômetros da capital Recife, está no centro da devastação. Os relatos da gente da cidade sobre o que ocorreu ali desde a manhã da sexta-feira 18 impressionam. Muitos moradores confiaram que a água não subiria tanto e se refugiaram no andar superior das casas ribeirinhas, em vez de procurar locais mais distantes. O empresário Grivaldo de Oliveira Melo, 44 anos, foi um deles. Com a esposa, cunhada, filho, sogro e sogra, ele decidiu permanecer no seu sobrado. Foram pegos de surpresa pela força das águas. “Quando vi já era tarde. Até poderia tentar nadar, mas o meu sogro, que é cardíaco, e a minha sogra, com 79 anos, poderiam não aguentar”, conta Melo. Às 20h, o primeiro andar já estava encoberto. Faltaram quatro degraus para a água chegar ao segundo piso. “A gente já não tinha mais para onde ir”, diz ele. E a ajuda não vinha. A família de Melo só conseguiu sair da casa 28 horas mais tarde, no sábado 19. Foram resgatados por um bote do Corpo de Bombeiros.

No domingo 20, quando a água baixou, os moradores de Palmares perceberam que a cidade não existia mais: “É lama, entulho e mau cheiro por toda parte. Não existe mais prefeitura, bancos e no lugar da praça só há uma enorme cratera. Palmares foi varrida do mapa”, constata Melo.

Histórias de desespero se repetiram nas mais de 54 cidades pernambucanas afetadas pelas enchentes. Em Barreiros, o psiquiatra Anchieta Caraciolo ficou ilhado no Hospital Psiquiátrico onde trabalha. “Foi uma situação terrível. Não havia luz e só escutávamos o som da água, que descia pelas ruas como uma cachoeira”, lembra Caraciolo. O hospital, que tem 107 pacientes masculinos, aos poucos foi abrigando uma população aflita. Entre as centenas de pessoas que buscaram refúgio no prédio estava Josilda Maria da Silva, 19 anos, grávida, já em trabalho de parto. Seu atendimento foi improvisado em meio ao caos e, pela primeira vez na história do hospital psiquiátrico, nasceu ali um saudável bebê de 3,5 quilos. “Ela recebeu o nome de Maísa Vitória”, diz o médico. Quando deixou o hospital no domingo à noite, Caraciolo viu o estado de calamidade da cidade: “Era um cenário de pós-guerra. Barreiros parecia bombardeada.”

CASA VAZIA Em União dos Palmares (AL), uma das cidades mais afetadas, menino tenta recuperar a bicicleta .
Em Alagoas, na Zona da Mata, choveu 180 milímetros em três dias – a média histórica para todo o mês de junho, nesta região, é de 150 milímetros. Na cidade de Quebrangulo, a população começou a notar no início da tarde da sexta-feira 18 que as águas do rio Paraíba estavam subindo. A professora Rosalita Melo dos Santos, 27 anos, dava aula de reforço a alguns alunos em sua casa, enquanto sua mãe, Carmelita, 65 anos, fazia as orações diárias na moradia de vizinhos. “Às três da tarde, minha mãe chegou dizendo que o rio estava alto e que era melhor pegar algumas roupas e sair de casa”, lembra Rosalita.

Exatamente uma hora depois do aviso, a enxurrada já havia invadido a casa da família. Mãe e filha não tiveram tempo de salvar nenhum pertence. “A casa toda caiu, só sobrou o muro da frente.” Foram mais de 800 pessoas atingidas na cidade. O número de mortes em Alagoas chegou a quase o dobro do contabilizado em Pernambuco, onde a tragédia começou. Uma das justificativas para tamanha devastação é o fato de os rios alagoanos serem afluentes dos pernambucanos. As águas, que já haviam transbordado nas nascentes, ganharam força pelo caminho e varreram com maior intensidade o Estado vizinho. “Quando a água chegou aqui foi como um efeito dominó, devastando cidade após cidade”, diz Luciano Barbosa, presidente da Associação dos Municípios Alagoanos. A enxurrada colocou abaixo 59 cidades, deixando mais de 70 mil pessoas desalojadas.
SEM REAÇÃO União dos Palmares (AL), Palmares (PE) e a força bruta do rio Mundaú

Sem ter como socorrer suas vítimas, Alagoas e Pernambuco dependem de donativos e precisam agora da ajuda rápida do governo federal. Mas a burocracia atrapalha tudo – tanto quanto a imprevidência. Não há preferências partidárias na lentidão do aparato estatal. O governo tucano de Alagoas, por exemplo, jamais pediu verbas federais para a prevenção de enchentes. E a distribuição deste dinheiro, boa parte nas mãos de ministros do PMDB, parece responder estritamente a interesses paroquiais. Dos R$ 70,5 milhões disponíveis para prevenção de enchentes neste ano, a Bahia, Estado do ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, ficou com 58% do dinheiro, R$ 40,1 milhões. Alagoas não teve nenhum centavo e Pernambuco recebeu míseros R$ 172 mil, ou 0,24%, segundo balanço da ONG Contas Abertas. “Estes privilégios estaduais são um absurdo, uma irresponsabilidade”, diz o economista Gil Castelo Branco, da ONG Contas Abertas. “O TCU tem sido muito brando com eles.”

Começaram a ser distribuídas 80 mil cestas básicas e há um estoque de outras 100 mil para serem entregues nos próximos dias. Lula anunciou ainda a liberação de mais de R$ 600 milhões para a reconstrução das principais cidades atingidas pelas enchentes. Resta agora saber quando esse dinheiro sairá do papel e como ele será distribuído. As cidades nordestinas, ainda sem água e luz, aguardam.

Fonte: IstoÉ

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