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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Governo italiano não aceita retirada de crucifixos

Governo italiano apela contra proibição de crucifixos em escolas

O governo italiano entrou nesta quarta-feira com um recurso no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo, na França, para que a proibição da colocação de crucifixos em salas de aula do país seja suspensa.

A ação foi apresentada em conjunto com dez outros países europeus - Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino, Romênia e Rússia. Eles argumentam que o crucifixo é associado a suas identidades nacionais e não é apenas um símbolo religioso.

O caso contra os crucifixos foi levado ao tribunal por uma mãe italiana que argumentou que, segundo a constituição da Itália, seus filhos têm direito a uma educação não religiosa. Em 2009 a corte decidiu proibir a presença de símbolos religiosos nas escolas, dizendo que isso "restringia o direito dos pais de educar seus filhos de acordo com suas convicções".

Entretanto, a decisão deixou insatisfeitos muitos católicos, que são maioria na Itália. Se o governo perder o recurso no Tribunal Europeu, é possível que todos os símbolos religiosos exibidos em salas de aula na União Europeia acabem sendo proibidos.

A lei italiana que determinava que crucifixos fossem pendurados em escolas data da década de 1920. Em 1984, um acordo entre o Vaticano e o governo italiano suspendeu a adoção do Catolicismo como religião do Estado. A lei do crucifixo, no entanto, nunca foi alterada.

Fonte: BBC Brasil

[aonde chegamos e até onde os inimigos da Igreja Católica pretendem chegar? o mais curioso é que a Itália está abdicando de sua soberania ao aceitar que um tribunal europeu interfira em assuntos internos da Itália. Usar ou não crucificos em escolas diz respeito apenas ao povo italiano, é assunto interno daquele país e não pode a vontade de uma pessoa - essa mãe que com certeza deve ser uma 'a toa' (escrevi a toa mesmo, não foi erro) - prevaleça sobre toda a vontade do POVO ITALIANO.

Isto é um assunto para ser resolvido pelo Governo italiano, ouvindo o POVO ITALIANO mediante um PLEBISCITO.]

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