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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Lula quer posto no exterior. No entendimento dele usando a nefasta política das 'bolsas' ele espera 'comprar' vaga

Após sair, Lula mira posto no exterior

Em artigo para 'FT', presidente afirma que quer levar adiante esforços de seu governo para criar um mundo 'livre da fome e da pobreza'


[alguém precisa avisar ao Lula que ele não vai conseguir comprar 'eleitores' que o coloquem em um posto em algum organismo internacional com suas famosas bolsas = bolsa-família, bolsa cortiço que aqui no Brasil tem colaborado de forma exitosa para manter o Lula prestigiado e o POVO na miséria;
também não é distribuindo 'bolsas' que o 'estadista-mor' vai erradicar ou pelo menos reduzir a fome global. A distribuição de bolsas apenas perpetua a miséria e a dependencia dos 'beneficiários' ao políticos que as distribui.
Vamos ao artigo do Estadão; ao final serão apontadas algumas das mancadas do senhor Lula na política externa, que com certeza o descredenciam para qualquer posto internacional.]


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu publicamente, pela primeira vez, seu intento de ocupar algum posto na área internacional após o término de seu segundo mandato, no dia 1.º de janeiro. Em artigo divulgado pelo site do jornal britânico Financial Times, o mais prestigioso na área econômica, ele disse: “Após deixar a Presidência, quero continuar contribuindo para a melhoria das condições da população. A nível internacional pretendo concentrar minha atenção em iniciativas que beneficiem países da América Latina e do Caribe e o continente africano.”

No parágrafo seguinte ele deixou seu projeto ainda mais explícito: “Quero levar adiante os esforços feitos pelo meu governo no sentido de criar um sistema universal, multilateral e multipolar, livre da fome e da pobreza. Um sistema no qual a paz não seja uma utopia distante, mas uma possibilidade concreta.”

O projeto de Lula já foi abordado mais de uma vez pela imprensa, com informações de que estaria pretendendo uma função na Organização das Nações Unidas (ONU) ou no BID. Até agora, no entanto, ele não havia falado diretamente sobre o assunto.

No artigo, Lula, sem fazer referência ao antecessor, disse que tem muito orgulho dos feitos de seu governo, que retirou o País da situação de estagnação econômica em que se encontrava. A questão internacional foi enfatizada por ele em mais de uma ocasião. Afirmou, por exemplo, que se sente particularmente satisfeito com a posição que o Brasil começou a ocupar no cenário global, procurando agir ao lado de outros países emergentes.


exemplos dos fracassos da politica externa do Lula ou do Lula conduzindo política externa:

- Lula começou seu (des)governo ainda no primeiro mandato obcecado pela idéia de que o Brasil ocupasse assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Para Lula, o fato de serem apenas cinco as nações que ocupam posições permanentes nada importava, seria fácil criar mais uma para ser ocupada pelo Brasil.
Resultado: FRACASSOU ESTRONDOSAMENTE

- O cocalero Morales ocupou refinarias da PETROBRAS em território boliviano e interrompeu o fornecimento de gás natural ao Brasil - violando em ambos os casos contratos vigentes amparados pelo Direito Internacional. Que fez o senhor Lula? colocou o Brasil de 'quatro' diante da Bolívia, 'doou' duas refinarias ao cocalero e concordou com o aumento do preço do gás - ignorando disposições contratuais.

- O ditador venezuelano Hugo ChaveS armou com o apoio do Zé da Laia, ex-presidente hondurenho, uma tentativa de golpe em Honduras cujo único objetivo era provocar uma guerra civil e assim dar margem para um intervenção chavista naquele país. A reação enérgica dos militares fez com que os devaneios do Chaves/Zelaya fracassassem e restou ao venezuelano determinar ao seu pupilo Lula que acolhesse o Zé da Laia da embaixada brasileira na capital hondurenta.
Lula obedeceu e expôs o Brasil ao ridiculo ao exigir que Zelaya fosse empossado e ao permitir que a representação diplomática brasileira fosse utilizada, desrespeitando os mais elementares principios do Direito Interncional, como BASE para as ações do Zé da Laia buscando provocar uma guerra civil em Honduras.
Felizmente, Obama decidiu apoiar as eleições em Honduras e com isso o Brasil teve que se resignar com sua importância naquela situação, melhor dizendo, naquela comédia orquestrada pelo ChaveS: NENHUMA IMPORTÂNCIA.

- sob a sábia orientação do ditador venezuelano o Brasil e mais outras republiquetas da América Latina se reuniram em um balneário no México - com todas as mordomias tão ao gosto dos presidentes sulamericanos - e decidiram criar uma OEA sem a presença dos EUA e do Canadá.
Criaram, só que não foi em frente. Tanto é que agora estão tentando usar o prestigio da OEA antiga para trazer Zé da Laia de volta a Honduras - Zelaya de novo em Honduras é questão de honra para o senhor Lula.
Resultado: MAIS UM FRACASSO

- não satisfeito o senhor Lula viajou a para o Oriente Médio visitando alguns países árabes e se ofereceu para mediar o conflito entre o estado de Israel e os árabes.
Resultado: NENHUM PAÍS perdeu tempo respondendo a proposta estúpida do Apedeuta.

- ainda buscando ser líder mundial Lula tentou intermediar um acordo entre o Irã e demais países com vistas ao controle do enriquecimento de urânio por Teerã.
Para os EUA interessa mais que o Irã consiga enriquecer urânio a algum nível e assim possam considerar aquele país perigoso para a paz mundial e assim tenham, juntamente com Israel, um pretexto para atacar o Irã - afinal para destruir Saddam Hussein os Estados Unidos e outros paises 'criaram' as armas químicas de Saddam, que restou provado não existiam.
Buscando este objetivo deixaram Brasil, Turquia e o Irã firmarem um acordo que foi denunciado pela ONU - sob a batuta dos EUA - tão logo foi assinado.
MORAL DA HISTÓRIA: só foi dada atenção ao Brasil quando era conveniente aos grandes. Lula não entendeu e continuou achando que era o bamba da política externa - política esta que a cada momento envergonha o Brasil.

Qual o 'estadista' com um currículum destes - melhor dizendo, folha corrida - que pode aspirar ocupar posto de relevo em algum organismo internacional.

Tem mais outras mancadas mas para poupar a paciência dos dez leitores do Blog, não vamos mencionar.]

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