Pesquisa personalizada

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sangue encontrado no colchão, no sítio do Bruno, não era de Eliza Samudio

Sangue no colchão não era de Eliza

[quem quiser saber mais sobre o 'eficientíssimo' delegado Edson Moreira, clique aqui para ler a matéria:
Delegado do “caso Bruno” forjou provas para incriminar inocente]

Sem citar nomes, o delegado também disse que há "pessoas" tentando atrapalhar as investigações, inclusive com provas falsas. Ele exemplifica com a grande mancha de sangue encontrada em um colchão no sítio de Bruno em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o delegado, o Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil comprovou que o material é sangue humano, de mulher, mas não pertence à Eliza.

- Foi uma prova plantada no local para desviar a atenção da polícia, com o objetivo de atrapalhar as investigações - afirmou.

O sítio foi periciado duas vezes, mas nenhum tipo de segurança foi mantida no local, que também foi invadido em pelo menos duas madrugadas. No fim de junho, o local, que já havia sido periciado uma vez, foi furtado, mas a polícia conseguiu recuperar objetos levados da residência. Na semana passada, a polícia fez nova perícia no local - quando foi encontrado o sangue no colchão - e, na manhã seguinte, quando os policiais retornaram ao imóvel, constataram que ele havia sido invadido novamente durante a madrugada.

- Na primeira vez (da perícia), nada foi encontrado. Na segunda, tinha uma mancha enorme de sangue - observou o policial.

Nesta sexta-feira, a defesa de Bruno também alegou que recebeu denúncia de que Eliza estaria viva e teria sido vista em um shopping no Rio de Janeiro. Para Edson Moreira, quem faz esse tipo de afirmação está "com alucinação".

- Ela está morta. Quem escondeu o corpo escondeu bem. Tem outras provas, mas não vou dar minúcias do inquérito. As provas são fartas - declarou.

0 comentários: