Visitantes desde 1º junho 2013

Free counters!

COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

IMPOSTÔMETRO

Ad Sense

sábado, 30 de outubro de 2010

Vamos vencer o segundo turno. SERRA 45

Brasileiros e Brasileiras do BEM.

Abaixo apresentamos algumas razões que nos dão a convicção de que JOSÉ SERRA, 45, será eleito neste segundo turno de 31 de outubro de 2010.

O primeiro ponto e essencial para a VITÓRIA do SERRA 45 é que cada BRASILEIRO e BRASILEIRA do BEM compareça amanhã a sua seção eleitoral e VOTE SERRA 45.

DILMA NÃO VAI GANHAR E AS RAZÕES SÃO:

- as pesquisas não são definitivas e nada garante que o por elas previsto se realizará - o IBOPE no dia 3 de outubro ERROU FEIO na pesquisa de BOCA DE URNA = aquela que é feita com eleitor logo após o mesmo ter votado;

- a elevada abstenção prevista especialmente em São Paulo - muitos achavam que o eleitor devido o feriadão não ia ficar para votar - não vai ocorrer. Inclusive as próprias condições climáticas estão colaborando com o Brasil e o eleitor paulista vai comparecer em peso amanhã nas seções eleitoras e votar em SERRA 45;

- a previsão de elevada abstenção no Nordeste caminha para a concretização, pela simples razão de que em apenas dois estados daquela região ocorrerá segundo turno para governador e com isso houve uma desmobilização da militância petista e até mesmo desinteresse do governador já eleito;

- em 12 estados nos quais o PT ou partidos com ele coligados tiveram hegemonia elegendo o governador no primeiro turno - portanto, sem segundo turno para governador - a campanha para presidente não conseguiu neste segundo turno a mobilização do primeiro; o que favorece Serra, haja vista que naqueles estados apesar do governador eleito ser petista ou de partido coligado com o Partido dos Traíras, Dilma não conseguiu grande votação.

- o pronunciamento, ou melhor dizendo, a determinação de Sua Santidade, Papa Bento XVI, certamente fará com que muitos Padres do Nordeste e mesmo de outras regiões se manifestem a favor do voto no candidato que defende a vida, portanto, não votar em Dilma Rousseff.

Assim, se cada um de nós comparecer amanhã a seção eleitoral e VOTAR = SERRA 45, ficaremos livres dessa corja maldita do PT.

Por DEUS, pelo BRASIL, SERRA 45.

Dilma: porque não votar

Se Gilberto Gil que era ministro do Lula está pedindo pra não votar na Dilma

Se Heloísa Helena, uma das fundadoras do PT é contra a candidatura da Dilma

Se Hélio Bicudo, jurista e fundador do PT é contra a candidata Dilma

Se Marina Silva, ícone no PT, saiu e foi para o PV junto com muitos petistas

Se Paulo Brossard, grande jurista e ex-ministro do Supremo pede para não votar em Dilma e voto em Serra.

Se Carlos Veloso, ex-ministro do Supremo pede para não votar em Dilma e voto em Serra.

Se Joelmir Beting, jornalista renomado, está pedindo pra não votar na Dilma e voto em Serra.

Se Arnaldo Jabor, o crítico e cineasta está pedindo pra não votar na Dilma e voto em Serra.

Se Ives Gandra, jurista e tributarista está pedindo pra não votar na Dilma e voto em Serra.

Se Marília Gabriela também está pedindo pra não votar na Dilma e voto em Serra.

Se a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil pede pra não votarmos na Dilma

Se Pastores de todo o Brasil se mobilizam contra a candidatura da Dilma

Se pessoas de bem de todo o Brasil estão se mobilizando contra Dilma,
inclusive eu e você...

Se Collor, Sarney, Barbalho, Renam Calheiros, Erenice Guerra e
Zé Dirceu votam em Dilma...

Alguma coisa está muito errada pois essas pessoas são sinônimos de
corrupção, fisiologismo e populismo.

Vamos vetar Dilma e seus padrinhos no 2º turno! Vote Serra 45 e faça o Brasil melhor e mais respeitado.
Se você não quer que a Dilma seja eleita nesse 2º turno, vote e peça votos em SERRA 45. Divulgue este

Tão importante quanto o voto, é exercer a cidadania e participar do
destino do Brasil.
Veja mais informações do porque não votar em Dilma, clicando aqui

Petistas ameaçaram, intimidaram e xingaram Dom Luiz, bispo de Guarulhos

Dom Luiz, bispo de Guarulhos: recomendo o voto contra Dilma por causa de suas idéias favoráveis ao aborto

E agora Dom Luiz tem o apoio de Sua Santidade, Papa Bento XVI


Dom Luiz: também ele sofreu intimidação por dizer o que o PT não quer ouvir



Vocês sabem o que penso. Entendo absurda a liminar concedida pelo ministro Henrique Neves, do TSE, que permitiu à polícia federal apreender o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminação do aborto.



A impressão do texto foi encomendada por Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos. O PT tentou acusar uma espécie de conspiração, afirmando que se tratava de uma iniciativa do PSDB, já que uma das sócias da gráfica Pana é filiada ao partido. Os petistas só se esqueceram de informar, como noticiou este blog, a empresa imprimiu material de campanha para outros partidos – inclusive para o PT. Num deles, uma central sindical exortava seus filiados a votar em Dilma, o que é ilegal.





Pois bem. Dom Luiz concedeu uma entrevista ao repórter Kalleo Coura, da VEJA, em que desmoraliza mais uma farsa petista. Foi ele quem realmente encomendou a impressão do texto, não o PSDB. Sem receio de defender os princípios da Igreja de que é bispo, reafirma a sua posição contrária ao aborto, diz que se sentiu censurado e reitera que os fiéis não devem votar na petista Dilma Rousseff por causa de suas idéias, favoráveis à descriminação: “Agora, depois do primeiro turno, ela se manifestou muito religiosa, dizendo-se contra o aborto e contra a união de pessoas do mesmo sexo. Quer dizer: tudo aquilo que atrapalhou a sua eleição no primeiro turno, ela tirou da campanha. Você pode confiar numa pessoa que assume posições contraditórias? Ninguém muda de idéia deste jeito. O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. Ela não é confiável”.



Dom Luiz revela também que os petistas tentaram intimidá-lo: “Fui agredido por militantes do PT, que, há dez dias, fizeram um escarcéu debaixo da minha janela, às duas da manhã, com palavrões e rojões. Cheguei até a ser ameaçado”. Sem receio, Dom Luiz avisa: “Ninguém pode botar um cadeado, uma mordaça, na minha boca. Podem apreender um papel, mas nada altera minhas convicções”. Leia os principais trechos da entrevista..



VEJA – Foi o senhor quem decidiu imprimir dois milhões de cópias do “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”?
Dom Luiz – Sim. Fiz isso para tornar conhecida a minha posição política em defesa da Igreja e da vida. Essa publicação visava justamente defender a vida de seres humanos que não pediram para nascer e não têm condições de se defender. Trata-se de um documento oficial, assinado por três bispos. Não era um panfleto. É um documento autêntico da igreja.



O senhor se sentiu censurado com a apreensão dos folhetos?
Dom Luiz – Claro que sim! Foi um ato totalmente antidemocrático, uma agressão à minha pessoa. Afinal de contas, eu tinha autorizado a publicação. Essa cassação impediu não só a impressão do documento como sua distribuição. Sinto que fui perseguido. O governo fala tanto em liberdade de expressão, mas esta apreensão foi um atentado a um princípio constitucional. A minha opinião foi censurada.



O senhor defende explicitamente que os fiéis não votem em Dilma Rousseff?
Dom Luiz Minha recomendação é essa por causa das idéias favoráveis ao aborto que ela tem. Em 2007, numa entrevista, ela chegou a dizer que era um absurdo a não-descriminalização do aborto no Brasil. Então ela é favorável a isso. Agora, depois do primeiro turno, ela se manifestou muito religiosa, se dizendo contra o aborto e contra a união de pessoas do mesmo sexo. Quer dizer: tudo aquilo que atrapalhou a sua eleição no primeiro turno, ela tirou da campanha. Você pode confiar numa pessoa que assume posições contraditórias? Ninguém muda de idéia deste jeito. O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. Ela não é confiável.



O PT chegou a dizer que havia “indícios veementes” de participação do PSDB nas encomendas dos folhetos. Isso ocorreu?
Dom Luiz Em circunstância nenhuma eu agi de acordo com orientações partidárias. Eu falei, repito, assino e afirmo: “Não tenho partido político”. Eu sou um ser político, sim, mas não partidário. Se tomei partido nesta eleição, não foi a favor do PSDB, foi contra o PT e a Dilma. As razões são claras: sou contra o aborto e a favor da vida. Não fui procurado por partido político nenhum! Fui apenas agredido por militantes do PT, que, há dez dias, fizeram um escarcéu debaixo da minha janela, às duas da manhã, com palavrões e rojões. Cheguei até a ser ameaçado.



Como foi isso?
Dom Luiz – Recebi cartas anônimas. Uma delas dizia: “O Celso Daniel foi assassinado, tome cuidado”. Fiz um boletim de ocorrência por causa disso, mas não tenho medo. Se fizerem qualquer coisa contra mim, será um tiro no pé. Será pior para eles.



É papel de um bispo se posicionar politicamente?
Dom Luiz – O papel do bispo é orientar os seus fiéis sobre a verdade, sobre a justiça e sobre a moral. Ele deve apresentar a verdade e denunciar o erro. Foi o que fiz. Tenho todo o direito – e o dever – de agir do modo que agi. Não me arrependo de ter falado o que falei. Faria tudo de novo! Se surgir um candidato que seja contra os princípios morais, contra a dignidade humana e contra a liberdade de expressão, irei me levantar de novo.



O senhor irá continuar distribuindo documentos similares aos apreendidos?
Dom Luiz – Se a Justiça liberar, vou. De qualquer forma, vou continuar manifestando minha opinião. Ninguém pode botar um cadeado, uma mordaça, na minha boca.



Para saber mais sobre toda a imundície que o PT representa, clique aqui.

CNBB agora resolver defender posição contra aborto

CNBB agora defende declarações do Papa BENTO XVI sobre o aborto. É mesmo, é?

Por Márcio Falcão, na Folha Online. Volto em seguida:

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) saiu em defensa nesta sexta-feira da declaração do papa Bento 16 que recomendou que bispos brasileiros preguem voto contra políticos que defendam aberta ou veladamente o aborto. Em nota, a entidade afirma que “acolheu com gratidão” as palavras do papa que reforçam seu posicionamento de que padres orientem politicamente os fiéis brasileiros. Para a CNBB, cada bispo tem direito de pregar, além de valores religiosos, voto em determinado projeto político.

“Em seu pronunciamento, o Santo Padre confirmou a preocupação constante da Igreja no Brasil em defesa da vida, da família e da liberdade religiosa. O Santo Padre enfatizou o direito e o dever de cada Bispo, em sua Diocese, de orientar seus fiéis em questões de fé e moral, inclusive em matéria política, confirmando o que a CNBB havia recordado em documentos, notas e entrevistas anteriores”, diz a nota. A declaração do papa gerou críticas entre aliados da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, que acusaram a igreja de extrapolar suas funções.

A CNBB explicou que o encontro de ontem com o papa ocorre anualmente para “apresentar o balanço das principais atividades”, “bem como acolher sugestões e orientações, refletir sobre opções e alternativas pastorais” e que a reunião coincidiu com a passagem dos bispos maranhenses.

Em encontro com bispos do Maranhão, em Roma, o papa reiterou a posição católica a respeito do aborto, condenando o uso de projetos políticos que defendam a descriminalização da prática. “Os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas.” Segundo o papa, a democracia só existe quando “reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana”.

Bento 16 fez um “vivo apelo a favor da educação religiosa” nas escolas públicas e pediu ainda pela presença de símbolos religiosos em locais públicos. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é citado como um exemplo de monumento que contribuiu para o “enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade”.

Comento
É mesmo, é? E por que a entidade deixou, então, a Diocese de Guarulhos entregue aos cães, não se manifestando contra a descarada censura de que foi vítima? Agora se tornaram todos papistas? E a condenação velada ao “Apelo” redigido pela Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I? Bento 16 estava pedindo justamente que os bispos aclarassem a sua posição.

Por: Reinaldo Azevedo

STF reconhece que STM violou a Constituição Federal ao institutir a CENSURA PRÉVIA

STF considera "censura prévia" proibição de acesso a dados de Dilma
Na Folha Online:

Ao negar acesso da Folha ao processo relativo à atuação de Dilma Rousseff na ditadura (1964-1985), a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia disse que é possível ver “censura prévia” na conduta do STM (Superior Tribunal Militar). O tribunal trancou os autos do processo da candidata a presidente do PT em um cofre, há sete meses, e suspendeu, por duas vezes seguidas, o julgamento de mandado de segurança protocolado pelo jornal, que tenta acesso à papelada.

“É certo que toda Justiça que tarda falha”, escreve a ministra. Para ela, a atuação do tribunal militar e da AGU (Advocacia Geral da União) no caso “permite entrever uma espécie perigosa, grave e inconstitucional de censura prévia judicial”. Cármen Lúcia negou acesso da Folha “por motivos processuais”, pois não poderia tomar uma decisão antes do término do julgamento do mandado de segurança do jornal no STM, para não “suprimir” instância jurídica. [por isso é que muitos querem suprimir o STM - que será uma perda irreparável para a celeridade necessária à Justiça Militar mas que se torna admissível pela conduta vaidosa e parcial do atual presidente do STM.]

A Folha justifica a urgência em acessar o processo pela “atualidade do interesse público”, já que Dilma Rousseff pode se tornar a próxima presidente no domingo. O jornal solicitava acesso antes da eleição para os leitores conhecerem o passado da petista. No dia 19, quando o STM retomou o julgamento, a AGU pediu acesso à ação, causando novo adiamento. Cármen Lúcia considerou o pedido de acesso do órgão, do governo federal, “pouco ortodoxo”.

“Causa preocupação [o] não acesso a dados, disponíveis até há alguns meses, e que dizem respeito a figuras públicas”, diz a ministra. “Insisto no que parece ser grave quanto ao cerceio a seu direito-dever pelo comportamento dos agentes públicos”. Em sua decisão, de 14 páginas, Cármen afirma ainda que não ficou “claro” como a AGU “consegue interromper julgamento já iniciado, com votos tomados, numa ação em tramitação com tempo de utilidade jurídica e social determinadas”.

“A situação judicial parece mover-se por idiossincrasias processuais, condições incomuns e, por isso mesmo, sem legitimidade comprovada, concluiu ela. Taís Gasparian, advogada do jornal, disse que a decisão do Supremo aponta o “absurdo” do caso. “Durante 40 anos o processo ficou acessível ao público. Desde março está trancado em uma sala, justamente quando o maior interesse atrairia. Cidadãos estão impedidos, por uma autoridade, de ter mais informações sobre a candidata. A situação é preocupante.” O julgamento da ação da Folha no STM deveria ser retomado na quinta-feira, o que não aconteceu. Não há previsão de quando o processo voltará à pauta do tribunal
.
Em agosto, a Folha revelou que o processo de Dilma estava trancado em um cofre por decisão do presidente do o STM, Carlos Alberto Soares. Dilma passou quase três anos presa, a partir de 1970, por envolvimento com um grupo esquerdista de resistência armada à ditadura. Foi levado ao cofre, em março, por decisão de Soares. Ele alega querer evitar uso político do material.

Por: Reinaldo Azevedo - Revista VEJA

TSE = um tribunal de exceção que se curvou diante das transgressões do presidente Lula

Cabo eleitoral

A presente campanha eleitoral, que amanhã (enfim) chega ao fim, entra para a história como aquela em que os personagens centrais não foram nem os candidatos, nem suas propostas, mas um cabo eleitoral: o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi o fator de desequilíbrio, colocando em segundo plano – na verdade, em nenhum plano – os temas que poderiam ter algum relevo, reduzindo a campanha a um plebiscito entre ele e “os outros”.
Nesse embate, valeu tudo: atribuir ao adversário causas que não sustentou – como a privatização da Petrobras – e condutas que não teve, como a de forjar uma agressão que efetivamente sofreu, num ato eleitoral no Rio, semana passada.

Até hoje, não obstante demonstrações periciais – não apenas a da TV Globo, mas também a do SBT -, Lula insiste em que Serra foi atingido apenas por uma “bolinha de papel”, deixando de lado o fator essencial do episódio, que foi a tentativa da militância do PT de barrar uma manifestação eleitoral legítima, mediante truculência. Seja quem for o vencedor, haverá consequências, dado o ambiente de exacerbação que essa conduta ocasionou. Lula investiu no sentimento divisionista da sociedade, o que é sempre perigoso, além de contraproducente.

Não poucas vezes, incitou a luta de classes, atribuiu ao candidato adversário a pecha de inimigo dos pobres e do Nordeste, empenhado em vender o patrimônio público e desfazer benesses sociais, como o Bolsa Família, que, na verdade, nem foi concebida em seu governo, mas no do adversário. O resultado é preocupante. Vencendo, Dilma Roussef não contará com a boa vontade dos derrotados para estabelecer um padrão equilibrado de oposição. Vencendo Serra, o clima será ainda mais hostil, dados os efeitos da conduta presidencial sobre a militância petista. A agravar o quadro está a perspectiva de que o país está no fim do ciclo de bonanças.

Ciro Gomes, aliado de Dilma, já antevia uma séria crise fiscal no horizonte, que obrigará o futuro governo a tomar medidas impopulares. Isso implica a necessidade de um ambiente político propício ao debate e à negociação. Não é preciso dizer que esse ambiente inexiste e tende a se agravar com o resultado eleitoral, não importa quem vença. Embora as pesquisas indiquem razoável margem de favoritismo para Dilma, o próprio PT sabe que não há tanto conforto assim e que há chances concretas de um resultado adverso. Daí a radicalização dos dias finais. Quem está seguro da vitória não radicaliza. Ao contrário, providencia pontes com o adversário, tendo em vista o day after. Não há nenhuma ponte à vista – só muros.

Lula errou na dose. Jogou toda a sua popularidade em prol de uma facção, embora ela lhe advenha do conjunto da sociedade e não de um partido. Basta ver que sua candidata obteve em votos, no primeiro turno, pouco mais da metade da aprovação dada nas pesquisas a seu governo, o que indica que nem todos que aprovam Lula querem Dilma como sucessora. É uma leitura óbvia. É legítimo que um presidente da República tenha um candidato e que o manifeste. Todos os antecessores de Lula o tiveram e o manifestaram. Nenhum, porém, ao ponto de atropelar a liturgia do cargo e se transformar em cabo eleitoral, envolvendo nessa empreitada toda a estrutura do governo.

O cabo eleitoral Lula criou ainda a figura inédita do expediente presidencial, como se o chefe da Nação estivesse circunscrito a uma carga horária específica e abdicasse da função nos feriados e fins de semana, deixando o Estado acéfalo diariamente entre as 18 horas e as 8 horas e em tempo integral nos dias em que não há expediente nas repartições públicas.

Não bastasse, ajustou a agenda de governo aos comícios de sua candidata, confundindo-os. Providenciou inaugurações onde não havia o que inaugurar, misturando as despesas do partido com as do governo. Pior que tudo: violou o calendário eleitoral, antecipando-o em quase dois anos, colecionando multas judiciais que configuram também outro ineditismo na história das eleições e da República, desde que Deodoro a proclamou. É ele, sem dúvida, o principal personagem que esta campanha eleitoral levará para a História.

Por: Ruy Fabiano - jornalista

Estados Unidos e Rússia unem esforços em guerra contra as drogas

Guerra às Drogas. Operação conjunta Rússia e EUA. Apreensão de heroína estimada em US$1,0 bi.

1. Saiu do papel o acordo assinado em Moscou, no mês de julho de 2009, pelos presidentes Dmitri Medvedev e Barack Obama. Esse acordo prevê atuação conjunta dos EUA e da Rússia no Afeganistão e isto para impedir o tráfico ilegal de heroína e de ópio (suco extraído da cápsula da papoula).

Grande parte do ópio extraído das papoulas cultivadas no Afeganistão é ofertado na Rússia por uma potente rede criminal comandada de fora do Afeganistão. Por outro lado, a heroína afegã é enviada ao México para posterior ingresso nos EUA, numa aliança entre a máfia turca e os cartéis mexicanos de drogas. Hoje, o czar antidrogas da Rússia, Viktor Ivanov, anunciou o resultado da primeira operação conjunta promovida em território afegão por agentes do seu país e dos EUA: 70 agentes, no total.

Segundo Ivanov foram apreendidos e destruídos 932 kg de heroína pura. Ou seja, quase uma tonelada de heroína. A heroína estava armazenada em dois laboratórios, que distava 5 km de um ponto não revelado da fronteira entre Afeganistão e Paquistão. Com base no preço de mercado, pode-se afirmar que o prejuízo para o crime organizado, que se abastece no Afeganistão e lá mantém laboratórios para transformar o ópio em heroína, foi da ordem de 1,0 bilhão de dólares.

-2. PANO RÁPIDO. Os serviços sanitários russos, - quando da celebração do acordo ocorrido em julho passado na visita de Obama a Moscou -, informaram que 2% dos trabalhadores, numa faixa entre 15 e 64 anos de idade, eram dependentes químicos de ópio e heroína.

Por: Wálter Fanganiello Maierovitch - IBGF

Pesquisas! O IBOPE errou feio na pesquisa da 'boca de urna'. portanto...

A oposição chega à reta final da campanha presidencial fazendo contas de chegar que só fecham se tudo der certo para ela, e tudo der errado para a candidata oficial, o que por si só indica que é muito difícil a reversão do resultado previsto pela maioria das pesquisas eleitorais. Nesse embate entre a utopia e a realidade, sobram esperanças que às vezes esbarram em números frios como os das pesquisas que, na sua esmagadora maioria, indicam a vitória de Dilma.

O presidente do DEM, deputado reeleito Rodrigo Maia, por exemplo, anda no seu Iphone com uma manchete do dia da eleição para Prefeito do Rio de 2000, prevendo a vitória de Conde por uma diferença de 14 pontos com base em pesquisa do Datafolha. Cesar Maia venceu a eleição por dois pontos de diferença.

Essa é a esperança dos tucanos para esta eleição, que uma virada de última hora em São Paulo e em Minas Gerais traga a vitória para José Serra contra o favoritismo de Dilma. Pelo menos há um trabalho bastante intenso de suas principais lideranças para essa tentativa, o que já demonstra a evolução política do grupo, que em outras eleições se dividiu permanentemente, e desistiu da campanha com antecedência diante da inevitabilidade da derrota.

Desta vez, tanto no primeiro quanto neste segundo turno, a oposição se recusa a aceitar a derrota como um fato da vida. Chegou ao segundo turno a reboque da votação excepcional da senadora Marina Silva, do Partido Verde, mas está conseguindo aumentar a parcela de eleitores que vota na oposição.

Mesmo as pesquisas que dão vitória de Dilma prevêem que José Serra superará a marca dos 40% dos votos válidos, que foi o que tanto Serra quanto Alckmin obtiveram nas disputas com Lula nos segundos turnos de 2002 e 2006. A aposta da oposição é que a diferença será menor ainda, podendo mesmo transformar-se em uma vitória que seria histórica se se tornasse realidade.

Contra essa utopia oposicionista, mais do que qualquer obstáculo eleitoral, se posta a figura de Lula. As pesquisas qualitativas que a oposição manda fazer indicam claramente que os eleitores estão a fim de votar na candidata do Lula, de pouco ou nada valendo as eventuais qualidades intrínsecas da candidata Dilma Rousseff.

E é justamente essa vulnerabilidade da adversária que alimenta a esperança de uma virada.

A comparação entre Serra e Dilma, por exemplo, tem mais importância para os eleitores do que a entre Lula e Fernando Henrique, especialmente nas regiões sul e sudeste, e só tem prioridade no nordeste, aonde Dilma vem tirando a grande diferença de votos que lhe garante a dianteira. Pelos cálculos da campanha governista, Dilma pode tirar até 8 milhões de diferença na região, enquanto os tucanos esperam perder por 5 ou 6 milhões.

Na conta oposicionista, a abstenção no nordeste pode reduzir essa diferença.

Na comparação entre os dois candidatos, o tucano José Serra vem explorando o sentimento de receio que eleitores têm em relação à falta de experiência e ao desconhecimento da candidata do governo. Esse receio se expressa com mais força no sudeste, mas está presente também no sul e no centro-oeste/norte.

Há uma fragilidade na campanha de Dilma que os tucanos esperam explorar até o último momento: segundo essas pesquisas, existem 16% dos que se dizem seus eleitores que têm receio de um eventual governo dirigido por ela. Para neutralizar essas desconfianças, o presidente Lula avalizou sua candidata de todas as maneiras durante a campanha, chegando a exagerar nos seus atributos, atribuindo-lhe papel central nas realizações do governo.

Esse gesto de desprendimento presidencial, não muito usual na sua personalidade egocêntrica, na verdade é um tributo a si mesmo, pois eleger Dilma é parte inseparável de seu projeto pessoal de poder político para além da presidência. Não apenas uma demonstração de força, como também uma tentativa de continuar influindo nas decisões do país.

Se vai dar certo, não se sabe, e o mais provável é que não dê, diante dos exemplos históricos em que a criatura quase sempre rompe com o criador. O presidente, aliás, é mestre nesse comportamento dual, em que constrói e desconstrói fatos e pessoas, como se tivesse um gosto especial nesse jogo que só comprova seu poder de persuasão. Assim como levou nos ombros a candidata que escolheu do nada, Lula também já criou diversos embaraços para a campanha petista.

Sua tagarelice, quando tudo indicava que afinal conseguiria superar seu trauma de nunca ter vencido uma eleição no primeiro turno, ajudou a levar a eleição para o segundo turno. A maneira irresponsável com que acusou Serra de ter protagonizado uma farsa no episódio de Campo Grande no Rio, trouxe problemas para sua campanha, mas, ao mesmo tempo, deu munição para que a facção aloprada de sua militância tivesse assunto para animar a campanha. Seu rancor na disputa política trouxe-lhe e à sua candidata o repúdio de setores mais politizados da sociedade, mas também tirou do caminho de um eventual governo Dilma líderes oposicionistas de peso.

Até mesmo o senador Marconi Perillo, que cruzou seu caminho duas vezes uma quando apareceu como o idealizador do Bolsa-Família, ao sugerir a unificação dos programas já existentes, e outra quando anunciou que denunciara a existência do mensalão a Lula, que nada fez – está passando por momentos difíceis em Goiás, onde chegou a liderar com folga a corrida para o governo e hoje está vendo essa diferença se reduzir devido ao empenho pessoal de Lula em derrotá-lo.

No final da campanha, resta aos tucanos aguardar que os votos de São Paulo e de Minas façam valer a força do PSDB nos dois maiores colégios eleitorais do país.

Mesmo que as pesquisas não indiquem isso, a cúpula do partido conta com uma ampliação maior da vantagem em São Paulo por volta de 3 milhões de votos no mínimo - e pelo menos zerar a vantagem que a candidata petista tirou em Minas no primeiro turno. A tarefa do governo é mais simples: apenas manter o que já ganhou no primeiro turno. No nordeste e no Rio, a diferença a seu favor está sendo ampliada.

Por: Merval Pereira

Temos no Brasil um Tribunal de Exceção

O TSE nos propóe uma questão legal, ética e matemática. Ou melhor: uma questão onde nada disso existe
Eu
peço que vocês leiam este pequeno mimo que está na Folha Online. Tem de ser no detalhe. Vamos ver se vocês percebem algo de estranho. Na aparente irrelevância, trata-se de uma questão legal, ética e, ouso dizer, matemática. Nesta manhã, escrevi sobre a lenta, mas continuada e determinada, corrosão da democracia. Vamos lá,

TSE nega pedido contra suposta propaganda para Dilma em jornal de sindicato gaúcho

O pedido feito pelo MPE (Ministério Público Eleitoral) contra o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Rio Grande do Sul por suposta divulgação de propaganda eleitoral em favor da candidata Dilma Rousseff (PT) foi negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). De acordo com o pedido, o conteúdo veiculado na publicação caracterizaria propaganda eleitoral. Dois trechos são apontados para identificar o alegado desvirtuamento. O primeiro deles diz respeito a depoimentos de filiados do sindicato, expondo as razões pelas quais votariam em Dilma, citando que nenhum servidor foi encontrado para declarar as razões pelas quais votaria no candidato José Serra (PSDB). No segundo trecho o sindicato afirma que as comparações entre as gestões beneficiam nitidamente a gestão do presidente Lula, “ligado à candidata Dilma Rousseff na matéria, buscando convencer o eleitor de que ela é a melhor opção”.

Para o TSE, os trechos destacados não atendem aos “requisitos necessários para configuração de propaganda eleitoral”, mas há dúvida “sobre o caráter jornalístico e informativo da peça impugnada”. A liminar foi indeferida já que, segundo o TSE, além de depoimentos daqueles que declaram as razões pelas quais votariam em Dilma, há declarações contrárias a ambos os candidatos, como a de um servidor que declarou votar nulo e expôs suas razões.

Voltei
Nem sei quem foi o ministro que teve dúvida “sobre o caráter jornalístico e informativo da peça impugnada”, mas sem ver os “requisitos necessários para configuração de propaganda eleitoral”. O que sei é que lhe pareceu razoável que não tenha sido encontrado um só trabalhador daquela base sindical que não fosse votar em Dilma Rousseff. Na base da decisão do preclaro, ou da preclara, dá-se como verdade provável — e, se fosse o caso, comprovável — que TODOS os trabalhadores da dita categoria escolheriam a candidata do PT, com exceção daqueles que não escolheriam ninguém. Alguém poderia tentar: “Ah, mas o levantamento deveria ser feito apenas entre os sindicalizados”. Errado! Como todos pagam o Imposto Sindical, que é obrigatório, o universo pertinente ao caso é toda a categoria.

Atenção, no entanto, para esta questão: ao ministro do TSE que decidiu, está descaracterizada a campanha eleitoral porque alguns dos ouvidos disseram votar em Dilma, mas houve também que afirmasse não votar em ninguém. Ah, bom! Então o equilíbrio estaria dado, entenderam? O “ponto zero” da balança moral e política do país se dá na anulação de forças entre “petistas” e “não-petistas” — ainda que, entre os não-petistas, haja muitas divergências, como se supõe.

Na nova mentalidade que se vai plasmando, típica de culturas e estados totalitários, o indivíduo escolhe: pode dizer “sim” ou “não” ao PT. No terreno, então, da ética, os petistas concentram, sozinhos, de saída, 50% das possibilidades. E lhes cumpriria tentar encontrar ao menos aquele “1 a mais” que fará a balança pender para o seu lado.

Não me espanta que tenha sido no Tribunal Superior Eleitoral, cada vez mais parecido com um tribunal de exceção que, numa penada, cumpre lembrar, pôs fim à liberdade religiosa no Brasil, mandando, na prática, um recado ao Vaticano: “Aqui, as orientações do papa se chocam com as nossas leis”. Alguém poderia indagar: “Qual lei? O TSE apresentou?”. Respondo: “Não!”

Tribunais de exceção não precisam se explicar. Ou não seriam de exceção. Voltarei ao TSE.

TSE = Tribunal de Exceção
O Tribunal Superior Eleitoral se parece, cada vez mais, com um tribunal de exceção. Na verdade, comporta-se como tal. Toma as suas decisões com base na pura interpretação da lei. E alguém poderia dizer: “Bem, mas é de sua natureza”. Vá lá! Só que tem de fazê-lo com coerência, creio eu. Ela existe? Não! O tribunal, cada vez mais, na prática, legisla em vez de julgar. Os exemplos abundam.

No post acima, exponho um caso escandaloso. Vamos a outro. O mesmo tribunal que votou pela inelegibilidade de políticos que renunciaram ao mandato para não ser cassados Joaquim Roriz, Paulo Rocha e Jader Barbalho, algumas dessas flores morais, entre outras decidiu que Valdemar da Costa Neto é “elegível”. E Valdemar da Costa Neto, um dos réus do mensalão, TAMBÉM RENUNCIOU.

Carmen Lúcia, relatora do caso Valdemar, resolveu apelar à letra da Lei Complementar 135, a dita da Ficha Limpa. E lá está escrito que são inelegíveis “o Presidente da República, o Governador de Estado e do Distrito Federal, o Prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo (…)” Como o solerte Valdemar renunciou antes do “oferecimento da representação” o que fatalmente aconteceria —, então ele ficou livre.

Ah, bom: antes, então, que vá para a questão principal, que se extraia um norte moral para os larápios todos: uma vez flagrados, e dada a perspectiva de uma representação, renunciem logo! Assim, a Lei do Ficha Limpa não vai selecionar os mais morais, mas apenas os mais ágeis! Mas, insisto, essa é apenas uma lateralidade saborosa da falta de lógica. Vamos ao essencial.

Toda a Lei Complementar 135 (íntegra aqui) está redigida no futuro do subjuntivo. Quando a língua e as palavras escritas deixam de fazer sentido num tribunal superior, estamos no terreno do arbítrio, que é sempre direito inferior. Futuro, vocês sabem, quer dizer “futuro”, e eu não tenho um jeito de explicar isso com mais clareza para Ricardo Lewandowski. Designa o tempo das coisas que ainda não aconteceram.

No modo indicativo, o futuro designa as coisas que ainda não se deram, mas que fatalmente se darão: “Haverá eleição no domingo”. Ocorre que a Lei da Ficha Limpa está toda no Futuro do Modo Subjuntivo. Trata, pois, o texto legal das coisas que ainda não aconteceram e que podem acontecer — ou não: “Se e quando Dilma for eleita…” Por isso se diz, com propriedade, ser o Subjuntivo o modo da incerteza, da possibilidade, que pode se manifestar em três tempos: presente, pretérito e futuro.

Dado o futuro do subjuntivo — e não fosse um princípio internacionalmente consagrado nas democracias —, a lei só poderia alcançar A ou B a partir da sua aprovação. Ou como está lá: são inelegíveis aqueles que “forem”… — e se segue ao verbo a penca de hipóteses para a inelegibilidade. O TSE realmente me fascina cada vez mais: o texto escrito serve para salvar um patriota como Valdemar da Costa Neto, mas não serve para salvar os demais? Por quê? Se o literalismo que salva um não salva outros, estamos no terreno do arbítrio, não da lei. Alguém vê furo lógico aí? Se Lewandowski notar algum, pode enviar carta ao blog. Ele próprio, aliás, era um crítico severo do caráter retroativo da lei. Passou, depois, a ser seu maior defensor — com a rapidez com que se pode dizer que hoje é sexta-feira. Por quê? Sua consciência jurídica mudou da noite para o dia?

Passado
Sob o comando de Ayres Britto, o TSE não foi menos discricionário. Implacável com o crime eleitoral de prefeitos e governadores — mas não com os do presidente da República e de sindicatos, como se vê no post anterior —, cassou mandatos a três por quatro e, sabe-se lá com base em que lei (em nenhuma!!!), passou a dar posse ao segundo colocado nas eleições, como se o eventual crime eleitoral cometido por “A” conferisse maioria nas urnas a “B”, seu adversário; como se restasse comprovada, a não ser por uma lógica torta, que o crime julgado fora o responsável pela vitória do cassado. Mais ainda: como se também um derrotado não fosse passível de crime eleitoral.

De todos os abusos, esse foi, sem dúvida, o maior deles. Foi o tapetão, não a eleição, que garantiu, por exemplo, a “eleição” de Roseana Sarney no Maranhão. Com a máquina do estado na mão, ela conseguiu ganhar a impropriamente chamada “reeleição”. Não pode merecer o prefixo indicando a reincidência de um fato o que incidente não foi. Ela governa hoje o Maranhão sem ter sido eleita para isso. Quem a elegeu foram os sete ministros do TSE, liderados, então, por Ayres Britto, que defende essa excrescência com unhas, dentes e aquela retórica condoreira um tanto amolecida pelo hábito da meditação.

O excesso de legislação eleitoral, vejam só, acabou resultando na falta de clareza e de princípios. A pletora de leis acabou conferindo superpoderes ao TSE, que hoje decide até em matéria constitucional atinente à liberdade de expressão, a exemplo da censura escandalosa de que foi vítima a Diocese de Guarulhos.

De novo: não adianta me xingar. Tentem me provar que estou errado. Os xingamentos, eu já os conheço todos. Argumentos que me contestem, ainda não conheço nenhum!

Por: Reinaldo Azevedo

O Brasil conseguiu ficar mais jeca

A era da mediocridade

A jeguice não deixou escapar nem o criador do Jeca Tatu

O Brasil conseguiu ficar mais jeca, resumiu o título do POST publicado em setembro de 2009 e reproduzido na seção Vale Reprise. Depois de descrever a inverossímil quermesse patriótica montada para celebrar a fantasia do pré-sal, que chegou ao climax com a Proclamação da Segunda Independência pelo presidente Lula, o texto reitera nas três últimas linhas que os brasileiros ainda providos de lucidez continuavam a enxergar as coisas como as coisas são: “Sem parentesco com o país que o governo inventou, o Brasil real não mudou. Só conseguiu tornar-se ainda mais metido a esperto, mais grosseiro, mais caipira, mais jeca. Toda nação acaba ficando parecida com quem a governa”.

Ficou mais parecida ainda nesta semana, informa o parecer do Conselho Nacional de Educação publicado no Diário Oficial da União de quinta-feira. Segundo a entidade, o livro “Caçadas de Pedrinho”, do escritor Monteiro Lobato, é perigoso demais para cair nas mãos dos alunos de escolas públicas. Em que pecado teria incorrido o pai de personagens ─ Emília, Narizinho, Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia, o próprio Pedrinho ─ eternizados no imaginário de milhões de crianças brasileiras? Que crime teria cometido o admirável contador de histórias que inoculou em incontáveis gerações o amor à leitura?

Monteiro Lobato é racista, acaba de descobrir Nilma Lino Gomes, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, que redigiu o documento endossado pelos demais conselheiros. No livro publicado em 1933, ela identificou vários trechos grávidos de preconceito, sobretudo os que envolvem Tia Nastácia, macacos e urubus. “Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano”, explica a vigilante conselheira. Num deles, “Tia Nastácia é chamada de negra”. Noutro, trepa numa árvore “com a agilidade de um macaco”. Solidária com os conselheiros, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC já resolveu que “a obra só deve ser usada quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil”.

Quem não compreende coisa nenhuma é o bando de ineptos alojado nas siglas que vão colocando em frangalhos o sistema de ensino. Quem precisa tratar processos históricos com menos ligeireza são os cretinos fundamentais que ousam censurar a obra de um escritor genial. Só burocratas idiotizados pelo politicamente correto tentam aprisionar em gavetas nos porões criaturas que excitaram a imaginação de milhões de pequenos brasileiros.

Ironicamente, um dos filhos literários de Monteiro Lobato é o Jeca Tatu. Nasceu para ensinar que o Brasil só conheceria a civilização se erradicasse o atraso crônico, as doenças da miséria, o primitivismo cultural ─ a jequice, enfim. No Brasil do presidente que não lê, não sabe escrever e celebra a ignorância, o caipira minado pelo amarelão, que fala errado e se imagina esperto, virou modelo a imitar. Ser jeca está na moda, rende votos, aumenta a popularidade. Pode até garantir o emprego de conselheiro nacional de educação.

Por: Augusto Nunes

[a conselheira e seus pares perderam o rumo, para não dizer a vergonha, que o foi o que realmente perderam.]

Lula, o aprendiz de ditador

Lula = O grande imitador

Como se sabe, a forma mais sincera de elogio é a imitação. Uma pesquisa fotográfica mostra que, por esse prisma, Lula é um elogio itinerante ao ditador Fidel Castro, sucessor do ditador Fulgencio Batista em Cuba

Homem ou mulher, branquelo nórdico ou negro africano retinto, alto ou baixo, burro ou inteligente, gordo ou magro... O diretor de cinema Otto Preminger (1905-1986), americano nascido na Áustria, achava as classificações das pessoas listadas acima imperfeitas e incompletas. Para ele, no fundo, só existem pessoas de dois tipos: as que nasceram para estar diante das câmeras e as destinadas a ficar atrás delas. Lula e Fidel Castro são, sem dúvida, seres humanos do primeiro tipo na estrita divisão feita por Otto Preminger. O diretor de Laura, Anatomia de um Crime e O Cardeal prezava igualmente outra maneira de classificar os atores talentosos: há os que lapidam suas qualidades inatas por meio da imitação de outros melhores do que eles e os que escorregam pela vida e pela carreira impulsionados apenas pelos dons trazidos do berço. Lula e Fidel figuram também na primeira categoria de atores da tabela Preminger.

A imitação dos mestres é um método conhecido e aprovado para abrir um atalho na caminhada evolutiva em qualquer carreira. Cícero e Quintiliano, mestres romanos da oratória clássica, discordavam sobre muitos aspectos da retórica, mas estavam de acordo no aconselhamento a seus discípulos sobre a importância de começar pela imitação, deixando para desenvolver estilo próprio mais tarde, depois de firmada sua reputação. Deveria copiar-se principalmente o actio, ou seja, a entonação, o gestual, as expressões faciais, a linguagem corporal. Eles, muito mais do que as palavras, são, na visão

dos mestres, os verdadeiros elementos da persuasão. Atores e políticos devem abusar deles para magnetizar as plateias.

Castro antes e Lula depois. Enfatizar a fala com um dos indicadores em riste é natural. Usar os dois requer um modelo, e um certo treino - Mauricio lima/AFP - Adalberto Roque/AFP - Roberto Stuckert Filho/Ag. Globo

A aula magna da Universidade Roma Três a ser ministrada no próximo dia 10 de novembro versará sobre os elementos do discurso político. Informa o programa que o destaque será o papel dos gestos na comunicação e na persuasão. O professor não será Fidel Castro. Mas poderia ser. A escola italiana se junta a dezenas de outras na Europa e nos Estados Unidos que buscam descobrir se certas posturas corporais, gestos e expressões faciais específicas são comprovadamente eficientes no convencimento das audiências. Será possível provar cientificamente que determinadas entonações de voz ou trejeitos são inerentes aos oradores que pretendem não apenas argumentar mas convencer seus ouvintes? Será que o apelo à emoção e o gestual dramático superam sempre outras formas de expressão oral mais racionais e contidas? Pode-se aprender a ser carismático em um palanque ou no palco apenas re petindo gestos de oradores comprovadamente carismáticos? Esses estudos estão apenas no começo, mas são fascinantes.

Talvez os estudiosos possam chegar um dia a uma gramática corporal e facial que permita mesmo aos mais desajeitados oradores tornar-se perfeitos senhores do palco? Se a pessoa já tiver nascido para, na classificação de Preminger, viver diante das câmeras, é bastante provável que a resposta seja sim. O melhor caminho, desde os romanos, é a imitação de um ídolo. Fidel Castro é um dos ídolos de Lula. Foram tantas as visitas do brasileiro a Cuba, antes e depois de se tornar presidente, que ele deve ter mais horas de assistência de discu

rsos de Fidel (os curtos são de três horas e os longos podem passar de dez) do que de qualquer outro político brasileiro ou internacional. Consciente ou inconscientemente, Lula assimilou o estilo de Fidel Castro. O mestre é mais culto e mais carismático do que o pupilo brasileiro — mas Lula já ganha de Hugo Chávez, outro notório imitador do cubano

O mandamento corporal de Fidel: diante de um mandatário estrangeiro, aponte-lhe o dedo. As fotos vão mostrá-lo no comando da situação. Castro em 1998 e Lula em 2007- Zoraida Diaz/Reuters - Sergio Moraes/Reuters

Estas páginas foram ilustradas com gestos de Lula claramente copiados de Fidel Castro. Alguns deles não são privativos do mestre cubano e do aluno brasileiro. É o caso do gesto de apontar o indicador para um chefe de estado estrangeiro. Quando presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton não perdia uma chance de usar o truque. Fidel e Lula idem. Na maioria das vezes, estão simplesmente apontando a um visitante ilustre o lugar reservado a ele pelo cerimonial. Nas fotos, porém, o gesto dá a impressão de que quem aponta o dedo é o “mandatário alfa”, aquele que está no comando da situação, indicando caminhos a um colega desorientado ou sem muita convicção.

Monoglota, Lula se beneficia bastante de um truque de Fidel Castro — o de falar sempre mais do que o interlocutor, de forma que nas fotos ele pareça estar ensinando ao colega alguma coisa. No caso de Lula, a mágica da “boca aberta, pois a foto não tem som”, é ainda mais eficiente. Com frequência Lula aparece nas fotos oficiais falando com a maior tranquilidade a interlocutores russos, alemães, árabes, israelenses, africanos, como se dominasse o idioma deles. Fidel Castro fez desse um jogo de cena clássico de seu arsenal, pois, mesmo dependendo vitalmente das doações anuais bilionárias dos soviéticos para sua ilha não soçobrar, aparecia nas fotos como se ensinasse alguma coisa aos velhinhos do Kremlin.

A fronteira entre a eficiência e o grotesco é tênue nas traquinagens de Fidel aprendidas por Lula. Os cubanos chamam Castro de “El comediante en jefe”.

Fonte: Revista VEJA

Sabedoria da Dilma

Vejam o que Dilma descobriu:

Os hospitais estão cheios porque todo mundo procura os hospitais.
Dilma Rousseff, no debate da TV Globo

A grande dúvida é se ela descobriu isso sozinha ou precisou de ajuda ???

Dilma = rottweiller no debate da Globo

Ontem, 29/11, Dilma Vana Rousseff, candidata indicada pelo Lula para presidir o Brasil mostrou a total procedência do apelido que deram: ROTTWEILER

Enquanto o Serra falava, Dilmandona ficava andando de um lado para o outro, pronta a partir para o ataque igual os cães daquela raça.

Clique aqui e veja a DILMA ROTTWEILER

Aproveite, clique aqui, e veja outras condutas de Dilma e que mostram o quanto ela não tem condições para ser presidente do Brasil.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"Frei" Betto = envergonha a qualquer católico um dia aquele traste ter sido sacerdote

Lula vê com normalidade declaração do Papa Bento XVI sobre eleição no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira não ter se surpreendido com a declaração contrária à descriminalização do aborto dada pelo Papa Bento XVI na véspera. Em discurso para bispos do Nordeste, o pontífice também afirmou que o episcopado tem "o grave dever" de emitir juízo moral sobre questões políticas. [Lula ficou irritado, desesperado mesmo com o comentário de Suatidade, Papa Bento XVI, soltando fumaça pelas ventas, só que politicamente não convém entrar em choque com a Igreja Católica.]

- Não vi nenhuma novidade na declaração do papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe - disse Lula a jornalistas após visita ao Salão Internacional do Automóvel. - Toda a vez que você perguntar ao papa sobre a questão do aborto, ele vai dizer exatamente o que disse o papa - completou.

Mais cedo, o teólogo Frei Betto criticou, pelo Twitter, o pontífice. Para o religioso, Bento XVI virou "cabo eleitoral de forças conservadoras" .

O aborto teve destaque na disputa entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). Os ataques de religiosos à petista por sua posição declarada antes da campanha, de ser favorável à descriminalização do aborto, foram apontados por analistas como um dos fatores que impediram sua eleição no primeiro turno.

Pressionada por grupos religiosos, Dilma assinou uma carta em que se compromete a, caso eleita, não propor mudanças na legislação atual sobre aborto e sobre outros temas relacionados à família e à adoração religiosa. [ontem Dilma disse em entrevista na qual se manifestou sobre a posição do Papa Bento XVI, que: "milhares de mulheres morrem em função do aborto". [Vale lembrar que esta sempre foi a posição de Dilma para justificar aliberação do aborto - há dezenas de vídeo disponíveis na internet e que mostram a preocupação da Dilma em poupar o corpo da mulher que aborta - por isso a defesa da liberação do aborto e que o mesmo possa ser realizado, em qualquer etapa da gestação, pelo SUS.

Portanto, Dilma ontem se descuidou e voltou a manifestar preocupação não com o ASSASSINATO DE UM SER HUMANO INOCENTE E INDEFESO; Demonstrou PREOCUPAÇÃO COM A MORTE DAS MÃES ASSASSINAS.]

" Cada um faz de acordo com a sua consciência. Esse é um país democrático "

Questionado se os bispos brasileiros haviam interferido no processo eleitoral, indo além de seus limites, Lula discordou. - Eu não acho que foi além. Cada um faz de acordo com a sua consciência. Esse é um país democrático, laico. Portanto, as pessoas se manifestam como quiserem. A liberdade é boa por isso - afirmou.

Indagado sobre o tom da campanha, Lula voltou a dizer que Dilma sofreu com o preconceito.

- Eu fiquei triste porque a campanha teve um nível muito baixo. Eu acho que a candidata Dilma foi vítima de um preconceito e, mais uma vez, mostrado de forma arraigada contra a mulher brasileira. De qualquer forma, o Brasil vai dar mais uma demonstração de consolidação da democracia - disse o presidente.

" Dilma foi vítima de um preconceito mostrado de forma arraigada contra a mulher brasileira "

Ao final da entrevista coletiva, Lula fez um pedido aos repórteres.

- Boa eleição. Todo mundo comparecendo para votar, hein. Se não tiver candidato, ainda estiver indefinido, vote na minha candidata - falou, rindo.

Lula visitou o Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, onde ficou por cerca de duas horas caminhando pelos estandes. Ele chegou a autografar o para-brisa de um carro da Volkswagen. Ele voltou a repetir que o país vive um momento excepcional e que não há como retroceder e que há caminho totalmente sólido para que o Brasil se torne uma economia avançada.

Fonte: Reuters


Serra diz que Dilma mente e está envolvida com corrupção

A três dias das eleições, o presidenciável José Serra (PSDB) voltou a carga contra a adversária Dilma Rousseff (PT), chamando-a de mentirosa e acusando-a de envolvimento com corrupção. Ao chegar em Montes Claros, no norte de Minas Gerais, o tucano reagiu quando foi perguntado sobre a afirmação da petista, de que faltaria ao PSDB sensibilidade social.

- É mais uma da coleção de mentiras que ela tem dito. Tanto é que o Bolsa Família teve origem no bolsa-alimentação, que eu criei, quando era ministro da Saúde - afirmou o candidato, que prometeu reforçar o programa em caso de vitória no próximo domingo.

Mais tarde, Serra voltou a elevar o tom contra a adversária ao ser perguntado sobre a suspensão da licitação da expansão do metrô de São Paulo, sob suspeita de favorecimento a empreiteiras. - É um fato extremamente secundário. Importância tem o fato de um banco estatal alemão acusar o braço direito da Dilma na área elétrica e a própria Dilma por serem responsáveis pelo desvio de empréstimos feito ao Brasil, o fato de que o tesoureiro do PT seja réu porque roubou dinheiro de uma cooperativa habitacional e a Erenice, que voltou a mostrar que havia tráfico de influência na Casa Civil - disse.

O tucano se referiu às denúncias recentes envolvendo o diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal; ao indiciamento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, por suspeita de desvio de recursos da Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop) e ao depoimento à Polícia Federal dado pela ex-ministra da Casa Civil indicada por Dilma, Erenice Guerra. Serra atacou o presidente Lula quando perguntado se usaria capacete para fazer campanha e não ser agredido, como o presidente sugeriu no dia anterior, ao conversar com operários que participavam de um ato oficial.

- Não (vou usar). O Lula deu respaldo à violência que é praticada nas ruas, através dessas graças que ele faz - afirmou.

Serra encerrou o dia de campanha em Minas, com um encontro com prefeitos do Norte e do Vale do Jequitinhonha convidados pelo ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB), que participou do evento. Estavam presentes também o governador Antonio Anastasia (PSDB) e o também senador eleito Itamar Franco (PDT).

Por: Thiago Herdy

‘Governo fez pré-sal perder seriedade', diz especialista

A dois dias do segundo turno, novas descobertas são anunciadas pela ANP, colocando o pré-sal no palanque político mais uma vez

[Tem sido característica do (des)governo Lula sempre que alguma coisa não vai muito de acordo com a vontade do $talinácio, anunciar alguma coisa fantástica.
O roteiro não mudou, tanto que agora as vésperas do segundo turno, mais uma fantástica descoberta de petróleo é anunciada.
LEMBRETE: NÃO EXISTE tecnologia para exploração do pré-sal descoberto há vários anos. Lembrem-se que a ruptura de uma tubulação em um poço no Golfo do México gerou um enorme prejuízo ao meio ambiente e foi necessário mais de um mês para conter o vasamento.
Imaginem uma tubulação romper há mais de 6.000 metros ??? a pressão lá é no mínimo dez vezes superior a encontrada na profundidade do poço da BP.]

Em apenas uma semana, três notícias sobre novas reservas de pré-sal foram divulgadas no país. Cada uma delas se refere a áreas diferentes de exploração: o campo de Libra, na bacia de Santos, os poços em águas ultraprofundas na bacia Sergipe-Alagoas, e o rumor de que haja mais petróleo nos blocos BM-S 9, BM-S 40 e BM-S 12, em Tupi. Essa terceira descoberta teria, segundo os mesmos rumores, potencial de exploração de 68 milhões de barris.

As informações são boas para o país, mas chama atenção o fato de serem divulgadas a menos de uma semana do segundo turno da eleição presidencial. É de se estranhar que tantas boas novas cheguem tão alinhadas com a agenda da estratégia eleitoral da candidata governista ao Planalto, Dilma Rousseff, que baseou boa parte do seu discurso durante a campanha do segundo turno numa fala ufanista sobre a riqueza da Petrobras e do pré-sal brasileiro. Além de propagandear as vitórias da estatal, os petistas ainda insistiram em dizer que uma vitória da oposição colocaria essas conquistas em risco - o que, é sabido, não aconteceria.

Na avaliação de Adriano Pires, diretor do Centro de Pesquisa em Infraestrutura (CBIE), os anúncios feitos sobre o petróleo são despejados no mercado com uma certa dose de irresponsabilidade por parte do governo – representado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “O pré-sal perdeu seriedade. Há tantos números gigantescos divulgados às vésperas da eleição, que não se pode confiar”, argumenta Pires.

Valor de mercado - A máquina de propaganda do PT em torno do petróleo e da Petrobras pode, no entanto, ter efeito contrário. Caso todas as descobertas se concretizem e sejam exploradas, as riquezas geradas ao país serão notadas em, no mínimo, uma década. A reserva de Tupi, amplamente divulgada como salvação da economia no final de 2007, produz hoje cerca de 14.000 barris de petróleo por dia.O Brasil consome hoje cerca de dois milhões de barris por dia.


O crescimento da produção de petróleo também não foi exemplar ao longo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o balanço da própria Petrobras, entre 1995 e 2002, a produção de petróleo cresceu 109,5%. entre 2003 e 2010, o crescimento foi de 30%. “A empresa já está sendo penalizada por isso”, diz Pires. Desde a capitalização bilionária ocorrida no final de setembro, a Petrobras perdeu mais de 14 bilhões de dólares em valor de mercado. “Como uma empresa que pode explorar toda essa riqueza enterrada está perdendo tanto assim?”, questiona o especialista.

Perspectivas A divulgação das novas descobertas ainda não motivou analistas a reverem suas perspectivas para as ações da empresa. O anúncio de Libra, cujo potencial de exploração deverá ser divulgado ainda nesta sexta-feira pela ANP, não pode ser considerado positivo para a Petrobras ainda, pois não está sob concessão da companhia no momento. “No curto prazo, os fundamentos não mudam. Não se pode revisar as perspectivas para a empresa antes de um detalhamento maior sobre as descobertas”, afirma Lucas Brendler, do banco Geração Futuro.

Os questionamentos que permanecem: os anúncios são verdadeiros, transparentes e sem interesses eleitoreiros? Em quais pontos a Petrobras, de fato, beneficia a população brasileira, para ser usada como mote de campanha presidencial? Se as descobertas são tão importantes, não seria melhor divulgá-las com clareza após o frenesi das eleições? Segundo Adriano Pires, a relação direta do governo com o petróleo não é saudável para a população, pois cria expectativa em torno de uma riqueza que não é palpável. “Se criou um mito irresponsável em torno do pré-sal. Domingo, após as eleições, é certo que nem a ANP nem a Petrobras falarão mais disso por um bom tempo”, prevê.

Fonte: Revista VEJA

Mais um membro da direção do PT se torna réu

Tesoureiro do PT é réu por estelionato

Ação penal contra Vaccari inclui acusações por formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro no escândalo da Bancoop

A Justiça abriu ação penal contra o tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro - crimes que, segundo o Ministério Público, ele teria praticado como diretor administrativo e financeiro da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) de São Paulo, cargo que ocupou antes de assumir a presidência entidade. A decisão é da juíza Patrícia Inigo Funes e Silva, da 5ª Vara Criminal, que ordenou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Vaccari no período entre janeiro de 2003 e fevereiro de 2010.

[o PT é um CELEIRO DE BANDIDOS; precisamos ter em mente que sendo a Dilma eleita presidente da República esses bandidos crescerão em número e audácia pois terão a certeza da impunidade - afinal já tinge a mais de 10 o número de amigos e apadrinhados da Dilma envolvidos com crimes.]

A juíza acatou denúncia do promotor de Justiça José Carlos Blat, que aponta supostos desvios de R$ 68 milhões dos cofres da Bancoop e prejuízos no montante de R$ 100 milhões a cerca de 3 mil cooperados que não receberam unidades habitacionais. Vaccari tem prazo de 10 dias para apresentar defesa por escrito.

Outro cinco investigados - três deles dirigentes e ex-dirigentes da cooperativa - são acusados e, com Vaccari, tornaram-se réus: Ana Maria Érnica, diretora-financeira da cooperativa; Tomás Edson Botelho Fraga, ex-diretor da Bancoop; Leticya Achur Antonio, advogada da cooperativa; Henir Rodrigues de Oliveira e Helena da Conceição Pereira Lage, sócias de empresas envolvidas no esquema.

Ao abrir os dados pessoais de Vaccari e de Ana Érnica, que o sucedeu na diretoria financeira da Bancoop, a juíza assinalou que "há relevante suspeita do envolvimento dos acusados na prática dos crimes descritos na denúncia, existindo justa causa para a adoção da urgente medida". Patrícia avalia que "a medida não viola a intimidade individual dos réus, pois há fundamentação adequada, baseada na fundada suspeita da prática delituosa". A juíza destaca que "a ordem excepcional busca complementar a prova já produzida, sendo relevante e imprescindível para o esclarecimento dos fatos atribuídos aos acusados".

"O sigilo não pode servir de escudo protetivo para o exercício e proveito de atividades ilícitas", advertiu a magistrada. Ela entende que é "de natureza relativa o preceito constitucional que determina a inviolabilidade das informações dos dados bancários e fiscais". A juíza asseverou que entre os bens jurídicos em questão - o sigilo bancário e fiscal e a suposta prática dos delitos de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e lavagem -, "prepondera aquele de maior importância ao interesse público, que é, por óbvio, a repressão do crime".

Patrícia mandou oficiar à Receita para que apresente cópias das declarações do imposto de renda de Vaccari e de Ana Érnica. Também determinou ao Banco Central que informe acerca de todas as contas bancárias, ativas e inativas, de titularidade do tesoureiro do PT e da diretora da Bancoop. A juíza indeferiu um pedido da promotoria - ela não autorizou o sequestro de patrimônio e valores dos acusados "já que não há indícios suficientes da origem ilícita dos bens".

Fonte: O Estado de São Paulo

Bento XVI e o silencio dos bispos

Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático - que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda pessoa humana - é atraiçoado nas suas bases.
Papa Bento XVI


Finalmente, o sopro de coragem para que a Igreja Católica Apostólica Romana defenda a vida e rejeite em todos os sermões o voto nos que querem liberar o aborto

[A Igreja Católica Apostólica Romana e demais Denominações Cristãs não podem silenciar diante da eminente liberação do aborto. Ontem, em entrevista a TV, comentando as declarações de Sua Santidade, Dilma expressou claramente suas preocupações com as mulheres que morrem em função de abortos realizados em más condições.

Ou seja, avançou um pouco nas pesquisas, parou de cair, e Dilma já esqueceu a carta compromisso que assinou para iludir as lideranças evangélicas.]

Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI.

Num discurso pronunciado, nessa de quinta-feira, para bispos do Nordeste - reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff - Bento XVI condenou com clareza "os projetos políticos" que "contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto".

Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.

É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o "Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras", em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminação do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf.Revista Veja). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o "ato subversivo" de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.

O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer "a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambigüidade". O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem "o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas". E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência "de símbolos religiosos na vida pública".

Com seu discurso, o Papa procura evitar que o Brasil continue protagonista de um fenômeno que seria mais típico do feudalismo medieval, do que de uma suposta democracia moderna. De fato, durante a Baixa Idade Média, era comum que os posicionamentos e protestos mais decididos fossem os do Papa, enquanto os do episcopado local, mais exposto às pressões e ao poder imediato dos senhores feudais, eram como os de um cão atado à coleira. Pode até ensaiar uns latidos, mas quem passa por perto sabe que se trata de barulho inofensivo.

Ao apagar das luzes da campanha de segundo turno, o Pontífice parece preparar o terreno para que a Igreja do Brasil compreenda, sejam quais forem os resultados das eleições, que é inútil apelar para um currículo de progressos sociais e de defesas dos oprimidos do Partido dos Trabalhadores, quando seu "projeto político" está tão empenhado em eliminar os seres humanos mais fracos e indefesos no ventre das mães.

Abaixo, na íntegra, o discurso do Papa

"Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático - que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana - é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária - como vos disse em Aparecida - uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica."

Por: Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Jr.

Pesquisa personalizada